Índice FipeZap avalia cidades brasileiras que se destacam economicamente; saiba mais
<p class="pp">O <a href="https://www.abcmais.com/brasil/rio-grande-do-sul/hortensias/gramado/pesquisa-inedita-apresenta-media-do-metro-quadrado-em-gramado-valor-fica-acima-de-capitais-do-sul-do-pais/">mercado imobiliário </a>ficou aquecido em 2025. De acordo com o índice FipeZap, desenvolvido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o Grupo OLX Brasi, o preço médio da comercialização de imóveis residenciais no Brasil subiu 6,52% em 2025. </p>
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<p class="pp"> <img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="500" class="lazy" alt="Vista de Novo Hamburgo em janeiro de 2026 | abc+" data-src="https://midia.gruposinos.com.br/_midias/jpg/2026/01/28/800x500/1_img_1117-22670142.jpg" data-width="800" data-height="500" src="https://midia.gruposinos.com.br/_midias/jpg/2026/01/28/800x500/1_img_1117-22670142.jpg" style="width: 100%; height: auto;">
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<span class="legenda-foto">Vista de Novo Hamburgo em janeiro de 2026</span>
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Foto: Joceline Silveira/GES-Especial
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<p class="pp">“Foi uma alta significativa, ficando acima da<a href="https://www.abcmais.com/brasil/rio-grande-do-sul/no-rs-lula-destaca-queda-da-inflacao-reducao-do-desemprego-e-aumento-da-renda-ao-fim-do-terceiro-ano-de-mandato/"> inflação</a>. O que explica é a renda e o mercado de trabalho aquecidos o que leva a uma demanda maior por moradia maior e, assim, pressiona os preços. Há ainda uma recuperação também pelo período da pandemia”, explica Alison Oliveira, coordenador do Índice FipeZap.</p>
<p class="pp">Entre as capitais, <a href="https://www.abcmais.com/brasil/rio-grande-do-sul/grande-porto-alegre-ganha-novo-jornal-de-circulacao-gratuita/">Porto Alegre</a> é a 14ª do ranking das 24 analisadas, com alta de 5,39% no ano passado. O preço médio na capital dos gaúchos foi de R$ 7.505 por m² em dezembro de 2025, segundo o Índice FipeZap. O valor ficou abaixo da média das cidades monitoradas, de R$ 9.611 por m². Na variação mensal, Porto Alegre teve queda de 0,20% em dezembro. No acumulado de 2025, a cidade registrou alta de 5,39%.</p>
<p class="pp">Cidades da região também fazem parte do levantamento. <a href="https://www.abcmais.com/brasil/rio-grande-do-sul/vale-do-rio-dos-sinos/canoas/canoas-tem-variacao-de-mais-de-800-no-material-escolar-procon-da-dicas-para-economizar/">Canoas</a> fechou o ano com preço médio de R$ 5.825/m². Novo Hamburgo encerrou 2025 com R$ 5.346/m² e São Leopoldo com R$ 5.020/m². O menor preço registrado no Estado é o de Pelotas que registrou valor médio de R$ 4.353 por m² em dezembro de 2025.</p>
<p class="pp">O município de Santa Maria, que havia registrado queda em 2024, fechou o ano de 2025 com alta de 12,56% e preço médio de R$ 5.416/m².</p>
<p class="pp">“Canoas é uma cidade intermediária, quase empatou com IPCA. Pelotas e<a href="https://www.abcmais.com/politica/prefeitura-anuncia-nome-do-novo-secretario-de-desenvolvimento-economico-e-tecnologico/"> São Leopoldo</a> tiveram 12 meses abaixo do nível do preço da economia, o que significa que a busca de imóveis cresceu menos que a oferta. Está tudo ligado a fatores da economia local. O que afeta o valor do metro quadrado? O nível de emprego, novos estabelecimentos ou fechamento de negócios e, claro, o nível construtivo. Se tem atividade construtiva forte isso contribui para a valorização residencial”, explica Oliveira.</p>
<h2>E qual a cidade com m² mais caro?</h2>
<p class="pp">Segundo o FipeZap, a cidade com metro quadrado mais caro do Brasil é<a href="https://www.abcmais.com/brasil/rio-grande-do-sul/sem-balneario-camboriu-as-10-cidades-mais-acolhedoras-do-brasil-ficam-no-sul-e-vao-te-surpreender/"> Balneário Camboriú </a>(SC). Em dezembro de 2025, o preço médio chegou a R$ 14.906, após alta acumulada no ano de 7,23%. Itapema aparece logo em seguida com m² de R$ 14.843 em dezembro de 2025, uma alta de quase 10% no ano.</p>
<p class="pp">“Quando se olha as cidades temos a questão muito da oferta de terrenos. Onde há limitação física, que é o caso de cidades litorâneas, há um aumento nos preços médios. Em cidade em que não há muitas restrições há o efeito de se ter o preço médio relativamente mais baixo”, diz Alisson Oliveira.</p>
<h2>Como deve ser o ano de 2026?</h2>
<p class="pp">Sobre as expectativas para 2026 o coordenador do FipeZap avalia que a taxa de juros deve impactar o mercado.</p>
<p class="pp">“É preciso levar em consideração algumas variáveis macroeconômicas que podem impactar o mercado, principalmente a taxa de juros que segue alta. Mesmo com o mercado aquecido ainda é caro para financiar imóvel. A taxa de financiamento imobiliário está na casa dos 12% ao ano. Há expectativa de que o Banco Central inicie o ciclo de queda da Selic o que deve se refletir nos juros do financiamento imobiliário e contribuir para o aumento da demanda.”</p>
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