<p>O anúncio de The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake esquentou a comunidade do clássico do Nintendo 64. O jogo promete disputar o mês de novembro com nada menos que GTA 6 e deve reprisar esse mesmo embate no The Game Awards (<a href="https://canaltech.com.br/games/canaltech-integra-juri-the-game-awards-2026/">premiação de cujo júri o Canaltech faz parte</a>).</p>
<p>Mesmo aqueles que não têm um Nintendo Switch 2 estão de olho no lançamento da Big N. Para essas pessoas, o que resta é aproveitar os jogos da franquia no primeiro Switch ou conferir títulos semelhantes à franquia Zelda em consoles rivais.</p>
<p>Pensando em quem não possui o híbrido da Nintendo, o Canaltech separou 10 jogos parecidos com Zelda para aproveitar em outros consoles. A franquia protagonizada por Link é muito influente desde sua concepção lá em 1986; por isso, há muitos títulos inspirados em The Legend of Zelda em outras plataformas.</p>
<p><strong>Estes são os 10 jogos parecidos com Zelda para aproveitar fora do Nintendo Switch:</strong></p>
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<p>Tunic</p>
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<p>Immortals Fenyx Rising</p>
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<p>Star Overdrive</p>
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<p>Death's Door</p>
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<p>Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm</p>
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<p>Blossom Tales: The Sleeping King</p>
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<p>Minit</p>
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<li>
<p>Hyper Light Drifter</p>
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<p>Sable</p>
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<p>Genshin Impact</p>
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<h2>10. Genshin Impact</h2>
<p>Vamos começar retirando o elefante da sala: Genshin Impact é um RPG de ação free-to-play desenvolvido pela chinesa miHoYo e lançado em 2020. O jogo tem <strong>claras referências a The Legend of Zelda: Breath of the Wild do Nintendo Switch </strong>e é tido como um dos títulos mais próximos da fórmula "breath-like".</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Genshi Impact tem elementos de gaccha" data-creditos="Divulgação/miHoyo" src="https://tl.ctcdn.com.br/HHimGLGuWIDFBY0EVZDw2vC8tLw=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/288c9f04-22e4-454c-93c0-2692a69504b6.jpg" title="Editar informações da imagem" alt="Genshin Impact"></figure>
<p>Genshin Impact compartilha muitos elementos e mecânicas com Breath of the Wild, em especial o mundo aberto, recursos como escalada e planador, bem como o próprio estilo em cel-shading. <strong>O título está disponível para PC, PlayStation 5, XBOX Series e dispositivos móveis</strong>.</p>
<h2>9. Sable</h2>
<p>Apesar de não contar com combate, um dos pilares de The Legend of Zelda, <strong>Sable consegue cumprir bem esse papel quando o assunto é exploração e mundo aberto</strong>. A saga da Nintendo ficou conhecida por suas contribuições para o gênero de mundo aberto.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Sable é mais focado em exploração e walking simulator" data-creditos="Divulgação/Raw Fury" src="https://tl.ctcdn.com.br/1HX44YerMVAURaI1udsu6yNPtHc=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/da051279-644c-4538-86d9-ac05e6fee16c.jpg" title="Editar informações da imagem" alt="Sable"></figure>
<p>Sable faz exatamente isso ao reunir elementos como exploração não linear, escalada e o uso do planador para desvendar o mapa. Os puzzles também estão bem presentes no jogo indie, com estruturas antigas, plataformas e ruínas que rendem bastante conteúdo para quem gosta dessa faceta de Zelda.</p>
<h2>8. Hyper Light Drifter</h2>
<p>Para quem prefere os jogos 2D de Zelda, Hyper Light Drifter é uma excelente pedida. A desenvolvedora do jogo, Heart Machine, revelou que HLD é <strong>uma combinação entre The Legend of Zelda: A Link to the Past e Diablo</strong> ao misturar elementos de RPG de ação com gráficos em pixel art e exploração.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Hyper Light Drifter se destacou no cenário indie" data-creditos="Divulgação/Heart Machine" src="https://tl.ctcdn.com.br/_afR3YskQHSFgDlYFK6G-OVragc=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/b13273cc-0b91-48ec-8a9f-316f64d61332.jpg" title="Editar informações da imagem" alt="Hyper Light Drifter"></figure>
<p>Outro ponto importante é que Hyper Light Drifter conta sua história nas entrelinhas, por meio de ruínas e dos próprios cenários. O indie está disponível em todas as plataformas atuais, incluindo o Nintendo Switch.</p>
<h2>7. Minit</h2>
<p>A criatividade é fantástica porque permite que os artistas busquem inspirações em vários lugares e as transformem em uma experiência totalmente nova. Esse é o caso exato de Minit, um jogo de ação em 2D com combate simples, mas eficiente, parecido com os clássicos de The Legend of Zelda.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Início de Minit é parecido com Link's Awakening" data-creditos="Divulgação/Devolver Digital" src="https://tl.ctcdn.com.br/CzxlMd1i_TyqJ6REc0qOfzmn1Ho=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/16ea988c-921b-4176-ad9e-78dc5d61819c.png" title="Editar informações da imagem" alt="Minit"></figure>
<p><strong>O pulo do gato é que os jogadores precisam passar de um checkpoint a outro em apenas 60 segundos</strong>, o que o torna uma excelente aventura de descoberta, com muita tentativa e erro. Minit também conta com gráficos 1-bit monocromáticos bem minimalistas e charmosos. O indie está disponível para todas as plataformas, incluindo dispositivos móveis.</p>
<h2>6. Blossom Tales: The Sleeping King</h2>
<p>Blossom Tales: The Sleeping King não é apenas uma inspiração, mas também <strong>uma homenagem direta a The Legend of Zelda: A Link to the Past</strong>, com toques aqui e ali de The Minish Cap. Os gráficos e as interfaces são muito semelhantes à franquia da Nintendo.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Blossom Tales The Sleeping King é uma carta de amor a The Legend of Zelda: A Link to the Past" data-creditos="Divulgação/FDG Entertainment" src="https://tl.ctcdn.com.br/aYZNUJPWYPMQP4x6t379qkUZ1T4=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/de1df9b1-366f-41bf-be56-d8fbef4defd0.jpg" title="Editar informações da imagem" alt="Blossom Tales The Sleeping King"></figure>
<p>As dungeons e a progressão por itens-chave funcionam como uma espécie de déjà-vu para quem jogou os clássicos 2D de Zelda. Blossom Tales: The Sleeping King é um jogo que frequentemente entra em promoção e está disponível para PC e Nintendo Switch.</p>
<h2>5. Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm</h2>
<p>Voltando aos jogos 3D, <strong>Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm adota uma estrutura semiaberta</strong> e um pouco mais linear do que costumamos ver em The Legend of Zelda, mas compartilha elementos marcantes como dungeons, itens, puzzles e a aventura heroica da franquia.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Oceanhorn 2 Knights of the Lost Realm conta com tema oceânico como Wind Waker" data-creditos="Divulgação/Cornfox & Brothers" src="https://tl.ctcdn.com.br/MEwMrU2b1kVApP1FAR8B_7LhKvk=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/571cb537-c3e1-42b6-a581-21639e01a4e0.jpg" title="Editar informações da imagem" alt="Oceanhorn 2 Knights of the Lost Realm"></figure>
<p>Para os fãs de The Wind Waker, Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm adota uma temática marítima e tem um estilo visual que lembra os episódios 3D mais recentes de Zelda. Trata-se, obviamente, de uma experiência bem mais contida do que as produções da gigante da Nintendo.</p>
<h2>4. Death's Door</h2>
<p>Death's Door é uma excelente pedida para quem quer uma aventura próxima a Zelda fora (e dentro) do Nintendo Switch, em especial para quem <strong>gosta de combate dinâmico e de progressão focada em itens e puzzles</strong>.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Death's Door tem "notas" de soulslike" data-creditos="Divulgação/Devolver Digital" src="https://tl.ctcdn.com.br/_kKVJ0Tl_9PjfmARgVeSclJ-oS0=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/204409fa-2aec-4309-8712-17957a3e4072.jpg" title="Editar informações da imagem" alt="Death's Door"></figure>
<p>É uma experiência que, embora pareça distante visualmente dos clássicos de Zelda, carrega uma alma bem próxima daquela que vimos nas aventuras de Link e companhia.</p>
<h2>3. Star Overdrive</h2>
<p>Star Overdrive é um dos jogos independentes mais próximos de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, mesmo que em escala menor. O título conta com um mundo aberto que oferece grande liberdade de exploração. <strong>Os santuários de Zelda aqui são traduzidos em antigas minas</strong>.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Star Overdrive é o jogo indie mais próximo de Breath of the Wild" data-creditos="Divulgação/Dear Villagers" src="https://tl.ctcdn.com.br/Wdc7pyoJ9BAHdx8dgBcPc162GaQ=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/d4d02b42-d74a-4ad4-a3d6-ff39e0c163c6.png" title="Editar informações da imagem" alt="Star Overdrive"></figure>
<p>A progressão acontece por meio dos itens e poderes adquiridos durante a jornada, incluindo o combate a inimigos, coleta de recursos e busca por memórias que explanam a mitologia daquele mundo.</p>
<h2>2. Immortals Fenyx Rising</h2>
<p>Se Star Overdrive se aproxima muito de Breath of the Wild no circuito indie, a Ubisoft cumpre esse papel com Immortals Fenyx Rising no segmento AAA. Isso acontece mesmo que o jogo compartilhe semelhanças evidentes com lançamentos recentes de Assassin's Creed.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Ubisoft trouxe uma espécie de Breath of the Wild para outras plataformas" data-creditos="Divulgação/Ubisoft" src="https://tl.ctcdn.com.br/wHehctdRNueWJz7bY7-w4vANEjc=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/4b3d68ac-3451-4a42-9a83-bc39554a8362.png" title="Editar informações da imagem" alt="immortals fenyx rising"></figure>
<p>Diferentemente de Zelda, Immortals Fenyx Rising pega emprestada a mitologia grega para contar sua história. Muitos jogadores chegaram até a criticar o título por se aproximar de Breath of the Wild em sua estrutura de gameplay e por não inovar em relação ao que foi proposto pela Nintendo.</p>
<h2>1. Tunic</h2>
<p>Tunic é um jogo indie muito popular da atual geração que não só pegou emprestados o estilo e as mecânicas de The Legend of Zelda, como também quis emular a sensação de uma criança experimentando o título de 1986 pela primeira vez. Como ele faz isso? O título conta com um manual em suas páginas internas que dá dicas sobre o universo do jogo. O problema é que essas instruções estão em uma língua indecifrável,<strong> de forma bem parecida a quando pegávamos livretos em japonês</strong> e tentávamos decodificar tudo para progredir nos clássicos dos anos 80 e 90.</p>
<figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Embora pareça inofensivo, Tunic é bem desafiador" data-creditos="Divulgação/Finji" src="https://tl.ctcdn.com.br/wFfrHzCH0QErkDQS9kF97LFpHdw=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/aa58efb5-b800-4ca5-a104-bbd08154a3a3.jpg" title="Editar informações da imagem" alt="Tunic"></figure>
<p>O indie possui um combate simples e puzzles bem complexos, além de incentivar os jogadores a explorar áreas e descobrir como progredir de maneira orgânica e livre. É uma verdadeira pérola, que exige um pouco de paciência e traz uma sensação inegável de The Legend of Zelda na ponta dos analógicos.</p>
<p>Aproveite que está no clima de Zelda e veja <a href="https://canaltech.com.br/games/jogos-the-legend-of-zelda-revolucionarios/">6 jogos da franquia The Legend of Zelda que revolucionaram os games</a></p>
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