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  1. 10 jogos parecidos com Zelda para quem não tem um Nintendo Switch

    Sat, 24 Oct 2026 18:30:00 -0000

    <p>O an&uacute;ncio de The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake esquentou a comunidade do cl&aacute;ssico do Nintendo 64. O jogo promete disputar o m&ecirc;s de novembro com nada menos que GTA 6 e deve reprisar esse mesmo embate no The Game Awards (<a href="https://canaltech.com.br/games/canaltech-integra-juri-the-game-awards-2026/">premia&ccedil;&atilde;o de cujo j&uacute;ri o Canaltech faz parte</a>).</p> <p>Mesmo aqueles que n&atilde;o t&ecirc;m um Nintendo Switch 2 est&atilde;o de olho no lan&ccedil;amento da Big N. Para essas pessoas, o que resta &eacute; aproveitar os jogos da franquia no primeiro Switch ou conferir t&iacute;tulos semelhantes &agrave; franquia Zelda em consoles rivais.</p> <p>Pensando em quem n&atilde;o possui o h&iacute;brido da Nintendo, o Canaltech separou 10 jogos parecidos com Zelda para aproveitar em outros consoles. A franquia protagonizada por Link &eacute; muito influente desde sua concep&ccedil;&atilde;o l&aacute; em 1986; por isso, h&aacute; muitos t&iacute;tulos inspirados em The Legend of Zelda em outras plataformas.</p> <p><strong>Estes s&atilde;o os 10 jogos parecidos com Zelda para aproveitar fora do Nintendo Switch:</strong></p> <ol> <li> <p>Tunic</p> </li> <li> <p>Immortals Fenyx Rising</p> </li> <li> <p>Star Overdrive</p> </li> <li> <p>Death's Door</p> </li> <li> <p>Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm</p> </li> <li> <p>Blossom Tales: The Sleeping King</p> </li> <li> <p>Minit</p> </li> <li> <p>Hyper Light Drifter</p> </li> <li> <p>Sable</p> </li> <li> <p>Genshin Impact</p> </li> </ol> <h2>10. Genshin Impact</h2> <p>Vamos come&ccedil;ar retirando o elefante da sala: Genshin Impact &eacute; um RPG de a&ccedil;&atilde;o free-to-play desenvolvido pela chinesa miHoYo e lan&ccedil;ado em 2020. O jogo tem <strong>claras refer&ecirc;ncias a The Legend of Zelda: Breath of the Wild do Nintendo Switch </strong>e &eacute; tido como um dos t&iacute;tulos mais pr&oacute;ximos da f&oacute;rmula "breath-like".</p> <figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Genshi Impact tem elementos de gaccha" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/miHoyo" src="https://tl.ctcdn.com.br/HHimGLGuWIDFBY0EVZDw2vC8tLw=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/288c9f04-22e4-454c-93c0-2692a69504b6.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Genshin Impact"></figure> <p>Genshin Impact compartilha muitos elementos e mec&acirc;nicas com Breath of the Wild, em especial o mundo aberto, recursos como escalada e planador, bem como o pr&oacute;prio estilo em cel-shading. <strong>O t&iacute;tulo est&aacute; dispon&iacute;vel para PC, PlayStation 5, XBOX Series e dispositivos m&oacute;veis</strong>.</p> <h2>9. Sable</h2> <p>Apesar de n&atilde;o contar com combate, um dos pilares de The Legend of Zelda, <strong>Sable consegue cumprir bem esse papel quando o assunto &eacute; explora&ccedil;&atilde;o e mundo aberto</strong>. A saga da Nintendo ficou conhecida por suas contribui&ccedil;&otilde;es para o g&ecirc;nero de mundo aberto.</p> <figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Sable &eacute; mais focado em explora&ccedil;&atilde;o e walking simulator" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Raw Fury" src="https://tl.ctcdn.com.br/1HX44YerMVAURaI1udsu6yNPtHc=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/da051279-644c-4538-86d9-ac05e6fee16c.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Sable"></figure> <p>Sable faz exatamente isso ao reunir elementos como explora&ccedil;&atilde;o n&atilde;o linear, escalada e o uso do planador para desvendar o mapa. Os puzzles tamb&eacute;m est&atilde;o bem presentes no jogo indie, com estruturas antigas, plataformas e ru&iacute;nas que rendem bastante conte&uacute;do para quem gosta dessa faceta de Zelda.</p> <h2>8. Hyper Light Drifter</h2> <p>Para quem prefere os jogos 2D de Zelda, Hyper Light Drifter &eacute; uma excelente pedida. A desenvolvedora do jogo, Heart Machine, revelou que HLD &eacute; <strong>uma combina&ccedil;&atilde;o entre The Legend of Zelda: A Link to the Past e Diablo</strong> ao misturar elementos de RPG de a&ccedil;&atilde;o com gr&aacute;ficos em pixel art e explora&ccedil;&atilde;o.</p> <figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Hyper Light Drifter se destacou no cen&aacute;rio indie" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Heart Machine" src="https://tl.ctcdn.com.br/_afR3YskQHSFgDlYFK6G-OVragc=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/b13273cc-0b91-48ec-8a9f-316f64d61332.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Hyper Light Drifter"></figure> <p>Outro ponto importante &eacute; que Hyper Light Drifter conta sua hist&oacute;ria nas entrelinhas, por meio de ru&iacute;nas e dos pr&oacute;prios cen&aacute;rios. O indie est&aacute; dispon&iacute;vel em todas as plataformas atuais, incluindo o Nintendo Switch.</p> <h2>7. Minit</h2> <p>A criatividade &eacute; fant&aacute;stica porque permite que os artistas busquem inspira&ccedil;&otilde;es em v&aacute;rios lugares e as transformem em uma experi&ecirc;ncia totalmente nova. Esse &eacute; o caso exato de Minit, um jogo de a&ccedil;&atilde;o em 2D com combate simples, mas eficiente, parecido com os cl&aacute;ssicos de The Legend of Zelda.</p> <figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="In&iacute;cio de Minit &eacute; parecido com Link's Awakening" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Devolver Digital" src="https://tl.ctcdn.com.br/CzxlMd1i_TyqJ6REc0qOfzmn1Ho=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/16ea988c-921b-4176-ad9e-78dc5d61819c.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Minit"></figure> <p><strong>O pulo do gato &eacute; que os jogadores precisam passar de um checkpoint a outro em apenas 60 segundos</strong>, o que o torna uma excelente aventura de descoberta, com muita tentativa e erro. Minit tamb&eacute;m conta com gr&aacute;ficos 1-bit monocrom&aacute;ticos bem minimalistas e charmosos. O indie est&aacute; dispon&iacute;vel para todas as plataformas, incluindo dispositivos m&oacute;veis.</p> <h2>6. Blossom Tales: The Sleeping King</h2> <p>Blossom Tales: The Sleeping King n&atilde;o &eacute; apenas uma inspira&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m <strong>uma homenagem direta a The Legend of Zelda: A Link to the Past</strong>, com toques aqui e ali de The Minish Cap. Os gr&aacute;ficos e as interfaces s&atilde;o muito semelhantes &agrave; franquia da Nintendo.</p> <figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Blossom Tales The Sleeping King &eacute; uma carta de amor a The Legend of Zelda: A Link to the Past" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/FDG Entertainment" src="https://tl.ctcdn.com.br/aYZNUJPWYPMQP4x6t379qkUZ1T4=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/de1df9b1-366f-41bf-be56-d8fbef4defd0.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Blossom Tales The Sleeping King"></figure> <p>As dungeons e a progress&atilde;o por itens-chave funcionam como uma esp&eacute;cie de d&eacute;j&agrave;-vu para quem jogou os cl&aacute;ssicos 2D de Zelda. Blossom Tales: The Sleeping King &eacute; um jogo que frequentemente entra em promo&ccedil;&atilde;o e est&aacute; dispon&iacute;vel para PC e Nintendo Switch.</p> <h2>5. Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm</h2> <p>Voltando aos jogos 3D, <strong>Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm adota uma estrutura semiaberta</strong> e um pouco mais linear do que costumamos ver em The Legend of Zelda, mas compartilha elementos marcantes como dungeons, itens, puzzles e a aventura heroica da franquia.</p> <figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Oceanhorn 2 Knights of the Lost Realm conta com tema oce&acirc;nico como Wind Waker" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Cornfox &amp; Brothers" src="https://tl.ctcdn.com.br/MEwMrU2b1kVApP1FAR8B_7LhKvk=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/571cb537-c3e1-42b6-a581-21639e01a4e0.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Oceanhorn 2 Knights of the Lost Realm"></figure> <p>Para os f&atilde;s de The Wind Waker, Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm adota uma tem&aacute;tica mar&iacute;tima e tem um estilo visual que lembra os epis&oacute;dios 3D mais recentes de Zelda. Trata-se, obviamente, de uma experi&ecirc;ncia bem mais contida do que as produ&ccedil;&otilde;es da gigante da Nintendo.</p> <h2>4. Death's Door</h2> <p>Death's Door &eacute; uma excelente pedida para quem quer uma aventura pr&oacute;xima a Zelda fora (e dentro) do Nintendo Switch, em especial para quem <strong>gosta de combate din&acirc;mico e de progress&atilde;o focada em itens e puzzles</strong>.</p> <figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Death's Door tem &quot;notas&quot; de soulslike" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Devolver Digital" src="https://tl.ctcdn.com.br/_kKVJ0Tl_9PjfmARgVeSclJ-oS0=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/204409fa-2aec-4309-8712-17957a3e4072.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Death's Door"></figure> <p>&Eacute; uma experi&ecirc;ncia que, embora pare&ccedil;a distante visualmente dos cl&aacute;ssicos de Zelda, carrega uma alma bem pr&oacute;xima daquela que vimos nas aventuras de Link e companhia.</p> <h2>3. Star Overdrive</h2> <p>Star Overdrive &eacute; um dos jogos independentes mais pr&oacute;ximos de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, mesmo que em escala menor. O t&iacute;tulo conta com um mundo aberto que oferece grande liberdade de explora&ccedil;&atilde;o. <strong>Os santu&aacute;rios de Zelda aqui s&atilde;o traduzidos em antigas minas</strong>.</p> <figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Star Overdrive &eacute; o jogo indie mais pr&oacute;ximo de Breath of the Wild" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Dear Villagers" src="https://tl.ctcdn.com.br/Wdc7pyoJ9BAHdx8dgBcPc162GaQ=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/d4d02b42-d74a-4ad4-a3d6-ff39e0c163c6.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Star Overdrive"></figure> <p>A progress&atilde;o acontece por meio dos itens e poderes adquiridos durante a jornada, incluindo o combate a inimigos, coleta de recursos e busca por mem&oacute;rias que explanam a mitologia daquele mundo.</p> <h2>2. Immortals Fenyx Rising</h2> <p>Se Star Overdrive se aproxima muito de Breath of the Wild no circuito indie, a Ubisoft cumpre esse papel com Immortals Fenyx Rising no segmento AAA. Isso acontece mesmo que o jogo compartilhe semelhan&ccedil;as evidentes com lan&ccedil;amentos recentes de Assassin's Creed.</p> <figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Ubisoft trouxe uma esp&eacute;cie de Breath of the Wild para outras plataformas" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Ubisoft" src="https://tl.ctcdn.com.br/wHehctdRNueWJz7bY7-w4vANEjc=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/4b3d68ac-3451-4a42-9a83-bc39554a8362.png" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="immortals fenyx rising"></figure> <p>Diferentemente de Zelda, Immortals Fenyx Rising pega emprestada a mitologia grega para contar sua hist&oacute;ria. Muitos jogadores chegaram at&eacute; a criticar o t&iacute;tulo por se aproximar de Breath of the Wild em sua estrutura de gameplay e por n&atilde;o inovar em rela&ccedil;&atilde;o ao que foi proposto pela Nintendo.</p> <h2>1. Tunic</h2> <p>Tunic &eacute; um jogo indie muito popular da atual gera&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o s&oacute; pegou emprestados o estilo e as mec&acirc;nicas de The Legend of Zelda, como tamb&eacute;m quis emular a sensa&ccedil;&atilde;o de uma crian&ccedil;a experimentando o t&iacute;tulo de 1986 pela primeira vez. Como ele faz isso? O t&iacute;tulo conta com um manual em suas p&aacute;ginas internas que d&aacute; dicas sobre o universo do jogo. O problema &eacute; que essas instru&ccedil;&otilde;es est&atilde;o em uma l&iacute;ngua indecifr&aacute;vel,<strong> de forma bem parecida a quando peg&aacute;vamos livretos em japon&ecirc;s</strong> e tent&aacute;vamos decodificar tudo para progredir nos cl&aacute;ssicos dos anos 80 e 90.</p> <figure class="image-materia" contenteditable="false"><img data-legenda="Embora pare&ccedil;a inofensivo, Tunic &eacute; bem desafiador" data-creditos="Divulga&ccedil;&atilde;o/Finji" src="https://tl.ctcdn.com.br/wFfrHzCH0QErkDQS9kF97LFpHdw=/0x0/filters:format(webp):quality(85)/aa58efb5-b800-4ca5-a104-bbd08154a3a3.jpg" title="Editar informa&ccedil;&otilde;es da imagem" alt="Tunic"></figure> <p>O indie possui um combate simples e puzzles bem complexos, al&eacute;m de incentivar os jogadores a explorar &aacute;reas e descobrir como progredir de maneira org&acirc;nica e livre. &Eacute; uma verdadeira p&eacute;rola, que exige um pouco de paci&ecirc;ncia e traz uma sensa&ccedil;&atilde;o ineg&aacute;vel de The Legend of Zelda na ponta dos anal&oacute;gicos.</p> <p>Aproveite que est&aacute; no clima de Zelda e veja <a href="https://canaltech.com.br/games/jogos-the-legend-of-zelda-revolucionarios/">6 jogos da franquia The Legend of Zelda que revolucionaram os games</a></p> <p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>
  2. 10 jogos clássicos de PC dos anos 1990

    Fri, 23 Oct 2026 19:15:00 -0000

    <p>A d&eacute;cada de 1990 &eacute; amplamente reconhecida como a era de ouro da ind&uacute;stria de games, principalmente no PC. Diferente dos consoles da &eacute;poca, o computador estava em constante evolu&ccedil;&atilde;o, servindo de palco para o nascimento do 3D real, para a chegada do CD-ROM com suas narrativas cinematogr&aacute;ficas e para a populariza&ccedil;&atilde;o do <a href="https://canaltech.com.br/games/o-que-sao-jogos-shareware/" target="_blank" rel="noopener">modelo shareware</a> e da jogatina em rede local.</p> <p>Jogar no computador naquela &eacute;poca era quase um ritual t&eacute;cnico. Antes de come&ccedil;ar, <strong>o jogador precisava encarar linhas de comando no MS-DOS, ajustar par&acirc;metros de mem&oacute;ria e configurar manualmente placas de som e controles</strong>. Essa liberdade e complexidade permitiram que os desenvolvedores ousassem como nunca, criando mec&acirc;nicas profundas e linguagens visuais que moldariam a ind&uacute;stria para sempre.</p> <p>Toda essa coragem criativa deu origem a uma diversidade sem precedentes de estilos. O PC se tornou o lar definitivo para <strong>shooters em primeira pessoa, simula&ccedil;&otilde;es de gerenciamento complexas, aventuras point-and-click, RPGs com vis&atilde;o isom&eacute;trica e quebra-cabe&ccedil;as imersivos</strong>.</p> <p>Abaixo, listamos 10 jogos inesquec&iacute;veis que n&atilde;o apenas definiram os anos 1990 no PC, mas tamb&eacute;m estabeleceram as bases do que jogamos at&eacute; hoje.</p> <h2>1. The Secret of Monkey Island (1990)</h2> <p>Mestre absoluto do <a href="https://canaltech.com.br/games/o-que-e-um-jogo-point-and-click/" target="_blank" rel="noopener">g&ecirc;nero point-and-click</a>, o cl&aacute;ssico da LucasArts apresentou ao mundo o aspirante a pirata Guybrush Threepwood, conquistando gera&ccedil;&otilde;es de jogadores com seu humor afiado, quebra-cabe&ccedil;as criativos com duelos de espadas baseados em insultos e a ic&ocirc;nica trilha sonora criada por Michael Land.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/QgRIXntFhww" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>2. Wolfenstein 3D (1992)</h2> <p>Considerado o verdadeiro pai dos jogos de tiro em primeira pessoa (os FPS), <strong>Wolfenstein 3D</strong> colocou o jogador no papel do agente B.J. Blazkowicz em sua fuga de uma fortaleza nazista, utilizando um motor gr&aacute;fico revolucion&aacute;rio idealizado por John Carmack que simulava cen&aacute;rios tridimensionais com velocidade impressionante para a &eacute;poca.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/x8o0a5ntxfc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>3. Doom (1993)</h2> <p>Um verdadeiro fen&ocirc;meno cultural e tecnol&oacute;gico, <strong>Doom aperfei&ccedil;oou a f&oacute;rmula de Wolfenstein 3D</strong> ao introduzir ilumina&ccedil;&atilde;o din&acirc;mica, varia&ccedil;&atilde;o de altura de cen&aacute;rios, viol&ecirc;ncia visceral e o lend&aacute;rio modo multiplayer Deathmatch, consolidando a id Software e redefinindo para sempre os jogos de PC e o g&ecirc;nero shooter.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MnqLJpgq7jc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>4. Myst (1993)</h2> <p>Criado pelos irm&atilde;os Robyn e Rand Miller, <strong>Myst</strong> <strong>foi o t&iacute;tulo que impulsionou a ado&ccedil;&atilde;o dos leitores de CD-ROM ao redor do mundo</strong>, oferecendo uma ilha misteriosa pr&eacute;-renderizada repleta de enigmas intrincados, explora&ccedil;&atilde;o contemplativa e uma atmosfera imersiva que conquistou tanto jogadores casuais quanto entusiastas.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9iM64lBQqWY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>5. SimCity 2000 (1993)</h2> <p>Evoluindo a f&oacute;rmula de simula&ccedil;&atilde;o urbana, <strong>SimCity 2000</strong> introduziu uma vis&atilde;o isom&eacute;trica detalhada, gerenciamento or&ccedil;ament&aacute;rio complexo, sistemas de infraestrutura de &aacute;gua e energia e desastres naturais variados, se tornando uma refer&ecirc;ncia absoluta no g&ecirc;nero de gerenciamento e estrat&eacute;gia.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/lLbE9-5W5Ho" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>6. Tomb Raider (1996)</h2> <p>Respons&aacute;vel por popularizar a explora&ccedil;&atilde;o em ambientes verdadeiramente tridimensionais com c&acirc;mera em terceira pessoa, <strong>Tomb Raider</strong> apresentou ao mundo a arque&oacute;loga Lara Croft em uma combina&ccedil;&atilde;o marcante de plataforma, resolu&ccedil;&atilde;o de enigmas em ru&iacute;nas antigas e combate contra criaturas ferozes. <a href="https://canaltech.com.br/games/nada-de-se-esconder-novo-tomb-raider-pune-quem-joga-parado-e-exige-acrobacias/" target="_blank" rel="noopener">Esse jogo, inclusive, retorna em 2027 com um reboot</a>.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/byJ5to20C6I" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>7. Quake (1996)</h2> <p>Superando os limites dos motores gr&aacute;ficos da &eacute;poca, <strong>Quake</strong> trouxe um mundo inteiramente renderizado em 3D poligonal com ilumina&ccedil;&atilde;o em tempo real e f&iacute;sica avan&ccedil;ada, logo se estabelecendo como o pilar definitivo do shooter competitivo atrav&eacute;s de seu modo multiplayer acelerado.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZHT2TgMX7Rg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>8. Diablo (1997)</h2> <p><span style="box-sizing: border-box; margin: 0px; padding: 0px;">A Blizzard Entertainment redefiniu o g&ecirc;nero dos&nbsp;<a href="https://canaltech.com.br/games/o-que-e-um-jogo-arpg/" target="_blank" rel="noopener">RPGs de a&ccedil;&atilde;o</a> ao criar uma experi&ecirc;ncia focada na explora&ccedil;&atilde;o de calabou&ccedil;os sombrios, na gera&ccedil;&atilde;o procedural de cen&aacute;rios e itens e em uma jogabilidade viciante baseada em cliques do mouse que se tornou perfeita para a jogatina cooperativa atrav&eacute;s do servi&ccedil;o Battle.net.</span></p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EQ1RiP5IZDw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>9. Half-Life (1998)</h2> <p>Estreia avassaladora da Valve no mercado, <strong>Half-Life revolucionou a narrativa nos jogos de tiro</strong> ao contar a saga do f&iacute;sico Gordon Freeman de maneira cont&iacute;nua, sem interromper a a&ccedil;&atilde;o com cenas pr&eacute;-renderizadas, integrando intelig&ecirc;ncia artificial avan&ccedil;ada e cen&aacute;rios interativos ao enredo.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Atz_IGbNaAY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <h2>10. RollerCoaster Tycoon (1999)</h2> <p>Desenvolvido de forma brilhante quase inteiramente na linguagem Assembly por Chris Sawyer, o <strong>RollerCoaster Tycoon</strong> colocou os jogadores no comando da constru&ccedil;&atilde;o e administra&ccedil;&atilde;o de parques de divers&otilde;es, combinando f&iacute;sica precisa no design de montanhas-russas com uma gest&atilde;o financeira minuciosa e viciante.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/TYcCLeJhfLg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>Um top 10 &eacute; s&oacute; a ponta do iceberg quando falamos de cl&aacute;ssicos de PC dos anos 1990. Poder&iacute;amos ainda mencionar <strong>Unreal Tournament, Age of Empires, Lemmings, StarCraft, Thief</strong> e muitos outros, mas nossa lista definitiva &eacute;:</p> <ol> <li>The Secret of Monkey Island</li> <li>Wolfenstein 3D</li> <li>Doom</li> <li>Myst</li> <li>SimCity</li> <li>Tomb Raider</li> <li>Quake</li> <li>Diablo</li> <li>Half-Life</li> <li>RollerCoaster Tycoon</li> </ol> <p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>
  3. Ocarina of Time Remake para Switch 2 tem mecânicas e dublagem testadas

    Fri, 23 Oct 2026 18:05:59 -0000

    <p>A Nintendo realizou uma <strong>sess&atilde;o de demonstra&ccedil;&atilde;o de duas horas de <em>The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake</em> para o Nintendo Switch 2</strong>, na Cidade do M&eacute;xico. Em v&iacute;deo no canal CTup, o apresentador Gabriel Rimi detalhou as impress&otilde;es sobre o desempenho t&eacute;cnico do hardware, a reconstru&ccedil;&atilde;o gr&aacute;fica dos cen&aacute;rios e as mudan&ccedil;as introduzidas na jogabilidade em compara&ccedil;&atilde;o com a obra original lan&ccedil;ada para o Nintendo 64.</p> <p>A reimagina&ccedil;&atilde;o do t&iacute;tulo traz texturas em alta resolu&ccedil;&atilde;o, sistema remodelado de ilumina&ccedil;&atilde;o e estabilidade na taxa de quadros ao longo da explora&ccedil;&atilde;o do reino de Hyrule. Na an&aacute;lise t&eacute;cnica de objetos e cen&aacute;rios, foram incorporados efeitos de transpar&ecirc;ncia e sinais de desgaste f&iacute;sico em moedas, armas e equipamentos. De acordo com Rimi, a proposta n&atilde;o segue uma c&oacute;pia direta da estrutura antiga:</p> <blockquote> <p>"N&atilde;o &eacute; um remake um para um. Ocarina of Time vai ser um jogo que pega o original e amplia ele", afirmou o apresentador, destacando altera&ccedil;&otilde;es no ritmo dos confrontos e na profundidade da f&iacute;sica.</p> </blockquote> <h2>Modifica&ccedil;&otilde;es na jogabilidade e navega&ccedil;&atilde;o de masmorras</h2> <p>Entre as principais atualiza&ccedil;&otilde;es mec&acirc;nicas est&aacute; a inclus&atilde;o de um comando espec&iacute;fico de pulo para o protagonista Link, o que altera a transi&ccedil;&atilde;o entre plataformas e os combates com mira travada. A interface de itens tamb&eacute;m foi reformulada para o controle do novo console: a aloca&ccedil;&atilde;o anterior por bot&otilde;es direcionais e frontais do controle de 1998 deu lugar aos bot&otilde;es de ombro do aparelho.</p> <blockquote> <p>"Foi muito f&aacute;cil selecionar os itens que eu precisei", relatou Rimi ao descrever a din&acirc;mica de manuseio de ferramentas como o arco e flecha.</p> </blockquote> <p>A navega&ccedil;&atilde;o na campanha recebeu o suporte de um sistema de tape&ccedil;aria, interface visual que registra em ilustra&ccedil;&otilde;es os eventos superados e exibe os passos seguintes a cumprir. Durante a explora&ccedil;&atilde;o do Templo da Floresta, focado no combate contra o chefe Fantasma de Ganon, o teste exibiu modifica&ccedil;&otilde;es arquitet&ocirc;nicas pensadas para a usabilidade, como a adi&ccedil;&atilde;o de uma plataforma elevat&oacute;ria que facilita o retorno a salas anteriores caso itens fiquem para tr&aacute;s.</p> <ul> <li><strong>Leia mais</strong>: <a href="https://canaltech.com.br/games/preview-the-legend-of-zelda-ocarina-of-time-remake/" target="_blank" rel="noopener">Ocarina of Time Remake: Testamos o maior remake da hist&oacute;ria da Nintendo</a></li> </ul> <p>A vers&atilde;o tamb&eacute;m confirmou a <strong>dublagem e os textos localizados em portugu&ecirc;s do Brasil</strong>. O recurso de &aacute;udio localizado coexiste com a op&ccedil;&atilde;o de alterar a linguagem para o ingl&ecirc;s por meio do menu de configura&ccedil;&otilde;es. Conforme avaliou Rimi, o trabalho de tradu&ccedil;&atilde;o dos di&aacute;logos e da dublagem nacional oferece suporte para a compreens&atilde;o da hist&oacute;ria, servindo de porta de entrada a novos p&uacute;blicos sem impedir o acesso &agrave; faixa original aos jogadores tradicionais.</p> <p>Para seguir nesse universo, confira tamb&eacute;m quais s&atilde;o os&nbsp;<a href="https://canaltech.com.br/games/jogos-the-legend-of-zelda-revolucionarios/" target="_blank" rel="noopener">6 jogos da franquia The Legend of Zelda que revolucionaram os games</a></p> <p>{{WHATSAPP_CHANNEL}}</p>