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  1. A música country está se posicionando fortemente contra os data centers

    Wed, 29 Jul 2026 21:57:55 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Country-e-data-centers-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Da esquerda para a direita: Brad Paisley, Willie Nelson e Gavin Adcock (Fotos: Catherine Powell/Getty Images for CMT, Gary Miller/Getty Images e Joshua Applegate/Getty Images)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Country-e-data-centers-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Country-e-data-centers-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Country-e-data-centers-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Country-e-data-centers-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Country-e-data-centers.jpg 1920w" sizes="(max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>De Brad Paisley e Willie Nelson a Tanya Tucker e até Gavin Adcock, artistas country estão denunciando as instalações industriais</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/country/a-musica-country-esta-se-posicionando-fortemente-contra-os-data-centers/">A música country está se posicionando fortemente contra os data centers</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Country-e-data-centers-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Da esquerda para a direita: Brad Paisley, Willie Nelson e Gavin Adcock (Fotos: Catherine Powell/Getty Images for CMT, Gary Miller/Getty Images e Joshua Applegate/Getty Images)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Country-e-data-centers-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Country-e-data-centers-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Country-e-data-centers-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Country-e-data-centers-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Country-e-data-centers.jpg 1920w" sizes="(max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><span dir="auto">Sempre houve pelo menos duas coisas que a música country — e o país em geral — podiam apoiar: <a href="https://rollingstone.com.br/tags/dolly-parton/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Dolly Parton</strong></a> e <a href="https://rollingstone.com.br/tags/willie-nelson/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Willie Nelson</strong></a>. Agora podemos adicionar “veemente oposição aos data centers</span><span dir="auto">” a essa lista bem curta.</span></p> <p>Nas últimas semanas, artistas country de todas as vertentes políticas têm se manifestado contra as instalações industriais, que consomem muita eletricidade e água e estão se tornando rapidamente os depósitos de lixo radioativo desta era, com moradores de comunidades rurais e urbanas gritando &#8220;não no meu quintal&#8221;. Entre essas vozes, podemos citar <a href="https://rollingstone.com.br/tags/brad-paisley/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Brad Paisley</strong></a>, <strong>Tanya Tucker</strong>, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/gavin-adcock/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Gavin Adcock</strong></a> e <strong>Willie Nelson</strong>.</p> <p><strong>Paisley</strong> foi o primeiro a <a href="https://www.instagram.com/reel/DaEH0wXh1R5/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==" target="_blank" rel="noopener">se manifestar</a> sobre a proposta de construção de um data center em sua cidade natal, Nashville, a apenas 500 metros do zoológico local. Ele usou o Instagram para falar com seus seguidores e pedir que assinassem uma petição para impedir o projeto. &#8220;Seria uma monstruosidade enorme, uma verdadeira aberração visual e prejudicaria em todos os sentidos não só o zoológico, mas também toda a região&#8221;, escreveu <strong>Paisley</strong>, com artistas como <a href="https://rollingstone.com.br/tags/jack-white/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Jack White</strong></a>, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/sheryl-crow/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Sheryl Crow</strong></a> e <a href="https://rollingstone.com.br/tags/margo-price/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Margo Price</strong></a> demonstrando apoio.</p> <p><strong>Adcock</strong> — um artista provocador e assumidamente conservador que já fez videochamadas com <a href="https://rollingstone.com.br/tags/donald-trump/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Donald Trump</strong></a> e criticou <a href="https://rollingstone.com.br/tags/joe-biden/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Joe Biden</strong></a> em alguns shows — também se manifestou contra os data centers online. Em um vídeo no <a href="https://www.instagram.com/gavinadcockmusic/?hl=en" target="_blank" rel="noopener">Instagram</a>, ele se opôs à construção desses centros em áreas rurais, onde os recursos locais estão sendo comprometidos e impactando agricultores, seus animais e suas terras. <strong>Adcock</strong> se dirigiu aos &#8220;ricos gananciosos&#8221; que pressionam pela construção e instalação desses centros. &#8220;Essas pessoas estão sendo punidas por viverem no campo&#8221;, disse <strong>Adcock</strong> sobre os agricultores e moradores das proximidades dos data centers.</p> <p><strong>Tucker</strong>, que nasceu em Seminole, Texas, concorda. Ela <a href="https://www.instagram.com/p/DbEIFRYOPTm/" target="_blank" rel="noopener">publicou um apelo</a> ao governador do Texas,<strong> Gregg Abbott</strong>, na semana passada, para que ele “salve o Texas rural” e suspenda os projetos de data centers em seu estado natal. “Isso vai prejudicar nossa saúde, nossa vida selvagem, nosso lençol freático, nossos recursos hídricos”, escreveu <strong>Tucker</strong>. “Vai marcar nossa terra para sempre.” De acordo com uma reportagem do <a href="https://www.texastribune.org/2026/06/08/texas-regulation-data-centers-electricity-power-water/" target="_blank" rel="noopener"><em>The Texas Tribune</em></a>, aproximadamente 248 data centers estão planejados para o estado.</p> <p>E agora, o próprio <strong>Nelson</strong> <a href="https://www.instagram.com/p/DbWVLCusfeD/" target="_blank" rel="noopener">se manifestou</a> sobre a construção de data centers em sua cidade natal, Abbott, no Texas. &#8220;A última coisa que precisamos é de um data center barulhento, que rouba água e polui com luz, perto da nossa cidade (ou de qualquer outra, aliás)&#8221;, escreveu <strong>Nelson</strong>. &#8220;A força da América rural nunca veio de grandes empreendimentos industriais. Ela vem de gerações de pessoas, espaços abertos, negócios locais e uma conexão com a terra&#8230; não vamos permitir nossa própria destruição nem abrir mão do controle sobre os recursos necessários nos EUA, especialmente em Abbott.&#8221;</p> <p>Parece claro que a oposição aos centros de dados é uma questão em que muitos americanos concordam. Em maio, uma pesquisa do <a href="https://news.gallup.com/poll/709772/americans-oppose-data-centers-area.aspx" target="_blank" rel="noopener"><em>Gallup</em> </a>revelou que apenas 7% dos entrevistados eram fortemente a favor da construção desses centros. No início desta semana, manifestantes compareceram ao discurso do presidente <strong>Trump</strong> em Michigan, onde vários projetos estão planejados, incluindo um enorme centro da <a href="https://rollingstone.com.br/tags/openai/" target="_blank" rel="noopener"><strong>OpenAI</strong></a>. No início da primavera, a <em><strong>Rolling Stone</strong></em> explorou como os centros, que contam com forte apoio do governo <strong>Trump</strong>, poderiam <a href="https://www.rollingstone.com/politics/politics-features/data-centers-ai-unpopular-midterms-1235567776/" target="_blank" rel="noopener">impactar as eleições</a> de meio de mandato.</p> <p>“Em meio a tanta divisão partidária, a oposição aos centros de dados parece ser o que une os americanos neste momento”, disse <strong>Megan</strong> <strong>Mullin</strong>, diretora do corpo docente do Centro de Inovação Luskin da UCLA, à <em><strong>Rolling Stone</strong></em>. “É tentador atribuir essa resistência a uma crescente desconfiança em relação à tecnologia e aos gigantes que a controlam, mas, na realidade, ela está enraizada na única coisa que sempre uniu os americanos: nossa profunda afinidade com o lugar onde vivemos.”</p> <p>Artistas do interior como <strong>Adcock</strong>, <strong>Paisley</strong> e <strong>Nelson</strong> estão em uma posição privilegiada para abordar essa questão. Eles não só representam as populações rurais e os agricultores, que estão prestes a sofrer o impacto mais severo dos fatores ambientais destrutivos trazidos pelos centros de dados, como também podem falar sobre o impacto da IA ​​na comunidade criativa.</p> <p>“A IA já está se apropriando de nossa propriedade intelectual sem pedir permissão”, escreveu <strong>Paisley</strong>. “Sentimos o impacto disso na Music Row. E não é nada agradável. Da mesma forma, esses planos para construir um centro de dados ao lado do zoológico seguem o mesmo caminho, sem a aprovação daqueles que serão mais afetados.”</p> <p>Um artista que ainda não se posicionou claramente, no entanto, é<strong> John Rich</strong>. O compositor da dupla<strong> Big &amp; Rich</strong> foi nomeado &#8220;Benefício Especial para Proprietários de Terras Americanos&#8221; pelo presidente <strong>Trump</strong> no início deste mês, após protestar contra o plano da Tennessee Valley Authority de construir uma usina de metano em uma área rural do Tennessee.</p> <p>Em entrevista à <a href="https://www.rfdtv.com/theres-a-right-way-to-build-a-data-center-john-rich-champions-rural-landowners-as-special-envoy" target="_blank" rel="noopener"><em>RFD-TV</em></a>, <strong>Rich</strong> repetiu uma declaração que atribuiu à Secretária de Agricultura dos EUA, <strong>Brooke Rollins</strong>: &#8220;Há uma maneira correta e uma maneira incorreta de construir um data center&#8221;, e previu que notícias sobre a abordagem de Washington, DC em relação a essas instalações serão divulgadas em &#8220;algumas semanas&#8221;.</p> <p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/country/noah-kahan-critica-a-casa-branca-por-usar-sua-musica-em-video-promocional-de-trump/" target="_blank" rel="noopener">Noah Kahan critica a Casa Branca por usar sua música em vídeo promocional de Trump</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/country/a-musica-country-esta-se-posicionando-fortemente-contra-os-data-centers/">A música country está se posicionando fortemente contra os data centers</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  2. Noah Kahan critica a Casa Branca por usar sua música em vídeo promocional de Trump

    Wed, 29 Jul 2026 21:16:08 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Noah-Kahan-se-tornou-um-superastro-sendo-ele-mesmo-foto-DANNY-CLINCH-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Noah Kahan (Foto: Danny Clinch)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Noah-Kahan-se-tornou-um-superastro-sendo-ele-mesmo-foto-DANNY-CLINCH-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Noah-Kahan-se-tornou-um-superastro-sendo-ele-mesmo-foto-DANNY-CLINCH-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Noah-Kahan-se-tornou-um-superastro-sendo-ele-mesmo-foto-DANNY-CLINCH-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Noah-Kahan-se-tornou-um-superastro-sendo-ele-mesmo-foto-DANNY-CLINCH-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Noah-Kahan-se-tornou-um-superastro-sendo-ele-mesmo-foto-DANNY-CLINCH.jpg 1920w" sizes="(max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>O governo usou a música "American Cars" de Kahan como trilha sonora para as fotos do presidente visitando o principal centro de testes da General Motors</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/country/noah-kahan-critica-a-casa-branca-por-usar-sua-musica-em-video-promocional-de-trump/">Noah Kahan critica a Casa Branca por usar sua música em vídeo promocional de Trump</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Noah-Kahan-se-tornou-um-superastro-sendo-ele-mesmo-foto-DANNY-CLINCH-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Noah Kahan (Foto: Danny Clinch)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Noah-Kahan-se-tornou-um-superastro-sendo-ele-mesmo-foto-DANNY-CLINCH-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Noah-Kahan-se-tornou-um-superastro-sendo-ele-mesmo-foto-DANNY-CLINCH-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Noah-Kahan-se-tornou-um-superastro-sendo-ele-mesmo-foto-DANNY-CLINCH-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Noah-Kahan-se-tornou-um-superastro-sendo-ele-mesmo-foto-DANNY-CLINCH-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Noah-Kahan-se-tornou-um-superastro-sendo-ele-mesmo-foto-DANNY-CLINCH.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><a href="https://rollingstone.com.br/tags/noah-kahan/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Noah Kahan</strong></a> deixou claro que jamais aprovaria o uso de sua música para apoiar o governo <a href="https://rollingstone.com.br/tags/donald-trump/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Trump</strong></a>.</p> <p>Na segunda-feira, a <a href="https://rollingstone.com.br/tags/casa-branca/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Casa Branca</strong></a> publicou uma série de fotos no Instagram mostrando a visita do presidente <strong>Donald Trump</strong> ao principal centro de testes da <strong>General Motors</strong> em Michigan. Durante a visita, o presidente aproveitou a oportunidade para se gabar de suas controversas tarifas sobre a indústria automobilística e comemorou com um soco no ar enquanto assistia a uma corrida de arrancada. A sequência de fotos foi bizarramente acompanhada pela música &#8220;<strong>American Cars</strong> &#8220;, de <strong>Kahan</strong>, uma canção que o artista escreveu para sua irmã, <strong>Sasha</strong>, sobre como ela é a pessoa que resolve os problemas da família.</p> <blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DbUTn0ElWPz/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"> <div style="padding: 16px;"> <p>&nbsp;</p> <div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div> </div> </div> <div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div> <div style="padding-top: 8px;"> <div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div> </div> <div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"> <div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div> </div> <div style="margin-left: 8px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div> </div> <div style="margin-left: auto;"> <div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div> </div> </div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div> </div> <p>&nbsp;</p> <p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DbUTn0ElWPz/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por The White House (@whitehouse)</a></p> </div> </blockquote> <p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p> <p>Após uma onda de fãs alertarem <strong>Kahan</strong> marcando-o nos comentários, o cantor respondeu na terça-feira escrevendo: &#8220;Jamais aprovaria que minha música fosse usada em apoio a você ou a este governo.&#8221;</p> <p><span dir="auto">Os representantes de <strong>Kahan</strong> e da <strong>Casa Branca</strong> não responderam imediatamente ao pedido de comentário da </span><em><span dir="auto"><strong>Rolling Stone</strong>.</span></em></p> <blockquote class="twitter-tweet"> <p dir="ltr" lang="en">🚨| Noah Kahan responds to Donald Trump and The White House using his song ‘American Cars’ in their recent Instagram and TikTok Posts</p> <p>“Would never approve of my music being used in support of you or this administration” <a href="https://t.co/jrnKkTWC3C">pic.twitter.com/jrnKkTWC3C</a></p> <p>— Noah Kahan Archive (@KahanArchive) <a href="https://x.com/KahanArchive/status/2082247581095034882?ref_src=twsrc%5Etfw">July 28, 2026</a></p></blockquote> <p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>O governo <strong>Trump</strong> atraiu a ira de um número crescente de músicos por usar suas músicas, muitas vezes sem autorização. Em julho, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/katy-perry/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Katy</strong> <strong>Perry</strong></a> criticou o governo depois que a conta do TikTok da <strong>Casa Branca</strong> usou seu sucesso &#8220;<strong>Firework</strong>&#8221; em um vídeo de ataques militares.</p> <p>“Estou profundamente consternada e furiosa ao ver &#8216;Firework&#8217; sendo usada na conta do TikTok da Casa Branca como trilha sonora para vídeos de ataques militares”, disse a cantora no X. “Eu não aprovei isso, não fui consultada e absolutamente não concordo com isso.”</p> <p>No mês anterior, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/ariana-grande/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ariana Grande</strong></a> exigiu que o governo parasse de usar sua música em um vídeo do TikTok do <strong>Serviço de Imigração e Alfândega (<a href="https://rollingstone.com.br/tags/ice/" target="_blank" rel="noopener">ICE</a>)</strong> que mostrava agentes federais prendendo e algemando pessoas. Na seção de comentários da publicação, ela escreveu: “Por favor, nunca mais usem minha música em relação a essa bárbara, desumana e hedionda besteira.”</p> <p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/country/noah-kahan-recebe-uma-ligacao-falsa-do-congresso-ordenando-que-fas-usem-fraldas-em-shows/" target="_blank" rel="noopener">Noah Kahan recebe uma ligação falsa do Congresso ordenando que fãs usem fraldas em shows</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/country/noah-kahan-critica-a-casa-branca-por-usar-sua-musica-em-video-promocional-de-trump/">Noah Kahan critica a Casa Branca por usar sua música em vídeo promocional de Trump</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  3. Por dentro da Edição Especial de ‘Rubber Soul’, dos Beatles

    Wed, 29 Jul 2026 19:42:48 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/07/beatles-1963-foto-hulton-archive-getty-images.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Beatles em 1963 (E-D): Paul McCartney, Ringo Starr, John Lennon e George Harrison - Foto: Hulton Archive / Getty Images" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p> <p>O produtor Giles Martin detalha as novas versões do clássico álbum de 1965, que usam tecnologia de “desmixagem” e incluem uma demo inédita de John Lennon</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/por-dentro-da-edicao-especial-de-rubber-soul-dos-beatles/">Por dentro da Edição Especial de ‘Rubber Soul’, dos Beatles</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/07/beatles-1963-foto-hulton-archive-getty-images.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Beatles em 1963 (E-D): Paul McCartney, Ringo Starr, John Lennon e George Harrison - Foto: Hulton Archive / Getty Images" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p>Os <a href="https://rollingstone.com.br/tags/the-beatles/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Beatles</strong></a> cresceram ouvindo <em><strong>Rubber Soul</strong></em>. No outono de 1965, o Quarteto Fantástico entrou no estúdio como os moptops favoritos do mundo — mas saiu de lá como artistas ousados, prontos para desafiar o mundo. <strong>John Lennon</strong>, <strong>Paul McCartney</strong>, <strong>George Harrison</strong> e <strong>Ringo Starr</strong> estavam experimentando sons novos e ideias estranhas. Eles inventaram a própria ideia de álbum como conhecemos hoje — uma declaração de longa duração, e não apenas uma coletânea de sucessos. “Finalmente nós tomamos conta do estúdio”, como <strong>Lennon</strong> contou à <a href="https://www.rollingstone.com/music/music-news/lennon-remembers-part-one-186693/" target="_blank" rel="noopener"><em>Rolling Stone EUA</em></a>.</p> <p><em><strong>Rubber Soul</strong></em> chocou o mundo assim que chegou, em dezembro de 1965. Mas nunca soou tão bem quanto agora, na aguardada Edição Especial. O novo <em><strong>Rubber Soul</strong></em> chega em 2 de outubro, pela Apple Corps Ltd e UMG. As novas edições já estão <a href="https://thebeatles.lnk.to/RubberSoulPR" target="_blank" rel="noopener">disponíveis para pré-venda</a>. “<strong>Michelle (Take One)</strong>” já pode ser ouvida.</p> <p><iframe loading="lazy" title="Michelle (Take 1)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/5BvtCZ5cNJ0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>O produtor <strong>Giles Martin</strong>, filho do visionário produtor da banda <strong>George Martin</strong>, dá à <em><strong>Rolling Stone</strong></em> uma prévia exclusiva dos segredos desta nova edição. “É um álbum nascido da frustração de não querer mais ser garotinhos”, diz. “Tem uma profundidade enorme. É o primeiro álbum em que eles não estavam tentando escrever um monte de singles e decidindo qual seria o single.”</p> <p>Dá para ouvir os <strong>Beatles</strong> no auge do lado brincalhão e inventivo, testando os caprichos mais selvagens. Eles exploram sons novos como o sitar em “<strong>Norwegian Wood</strong>” ou o harmônio em “<strong>The Word</strong>”. “Foi uma licença para experimentar”, diz <strong>Giles Martin</strong>. “Eu me lembro de perguntar ao meu pai, no leito de morte dele, se ele alguma vez achou que era ruim em música. E ele disse: ‘Bem, eu sempre achei que eu era brilhante’. E essa é a questão dos <strong>Beatles</strong>. Não importa o que alguém diga sobre eles, meu pai dizia: ‘Eles não mudaram nem um pouco. São os mesmos bastardos arrogantes que sempre foram quando eu os conheci’. Acho que a gente os vê com um senso de humildade e nervosismo, mas não há nada disso. Eles não se sentiam ameaçados por ninguém.”</p> <p><em><strong>Rubber Soul</strong></em> traz o álbum original de 14 faixas em estéreo, mono e Dolby Atmos. Ele foi remixado por <strong>Giles Martin</strong> e pelo engenheiro <strong>Sam Okell</strong>, usando a tecnologia de “desmixagem” desenvolvida para o documentário histórico de <strong>Peter Jackson</strong>, <em><strong>Get Back</strong></em> (2021), pela equipe liderada por <strong>Emile de la Rey</strong> na <strong>WingNut Films</strong>, de <strong>Jackson</strong>. Esta edição segue as Edições Especiais anteriores que redefiniram o legado dos <strong>Beatles</strong> na última década — <em><strong>Sgt. Pepper</strong></em>, seguido por <em><strong>White Album</strong></em> em 2018, <em><strong>Abbey Roa</strong></em>) em 2019, <em><strong>Let It Be</strong></em> em 2021, <em><strong>Revolver</strong></em> em 2022 e <em><strong>Anthology</strong></em> em 2025.</p> <p>Ela traz sobras de estúdio e versões alternativas, incluindo 20 tomadas inéditas. Também inclui “<strong>We Can Work It Out</strong>” e “<strong>Day Tripper</strong>”, os dois lados do single avulso de 1965 gravado na mesma época. Há três demos caseiras inéditas, com rascunhos iniciais de “<strong>Day Tripper</strong>” e “<strong>We Can Work It Out</strong>”. Mas há também “<strong>Little Girl</strong>”, uma nova demo de <strong>Lennon</strong> — até agora, ninguém fazia ideia de que essa música sequer existia.</p> <p>A Super Deluxe Edition tem 68 músicas no total, em quatro CDs ou cinco LPs de vinil, com o compacto de sete polegadas “<strong>We Can Work It Out</strong>”/“<strong>Day Tripper</strong>”. Há um livro de capa dura de 88 páginas com fotos e textos, com uma nova introdução de <strong>McCartney</strong> (“um disco muito empolgante de fazer”), além de citações de <strong>Lennon</strong> e notas faixa a faixa do historiador <strong>Kevin Howlett</strong>. Também há a versão americana de <em><strong>Rubber Soul</strong></em>, com uma lista de faixas ligeiramente diferente — um álbum enormemente influente por si só. <em><strong>Rubber Soul</strong></em> estará disponível em edições padrão de um disco e em Edições Especiais de dois discos, além de Blu-ray, com a mixagem em Dolby Atmos.</p> <p><strong>John</strong>, <strong>Paul</strong>, <strong>George</strong> e <strong>Ringo</strong> fizeram <em><strong>Rubber Soul</strong></em> em velocidade máxima — entraram no estúdio com um prazo apertado para terminar um álbum a tempo do Natal de 1965, em apenas um mês. Mas isso só incentivou o senso maluco de experimentação. Eles escreveram metade das músicas em uma semana. Eram muito influenciados por seu herói <strong>Bob Dylan</strong> — mas também por algumas novas substâncias. Como <strong>George</strong> lembrou: “<em><strong>Rubber Soul</strong></em> foi o primeiro em que éramos maconheiros de verdade.” Eles nem colocaram o nome da banda na capa, apenas seus rostos distorcidos.</p> <p>Mas assim que <em><strong>Rubber Soul</strong></em> saiu, os ouvintes ficaram atônitos. <strong>Brian Wilson</strong> ouviu o álbum uma noite em <strong>Hollywood</strong> e teve a inspiração para <em><strong>Pet Sounds</strong></em> (1966). “Eu disse a mim mesmo: ‘Agora vou fazer um álbum tão bom quanto <em><strong>Rubber Soul</strong></em>’”, ele disse em 2009. Na manhã seguinte, foi ao piano e escreveu “<strong>God Only Knows</strong>”. De <strong>Bob Dylan</strong> a <strong>Stevie Wonder</strong>, de <strong>Marvin Gaye</strong> a <strong>Carole King</strong>, dos <strong>Rolling Stones</strong> ao <strong>Grateful Dead</strong>, artistas do mundo todo encararam aquilo como um desafio para fazer seus próprios manifestos pessoais em forma de álbum.</p> <p>É por isso que <em><strong>Rubber Soul</strong></em> sempre permaneceu como o padrão que visionários do pop aspiram alcançar. “<em><strong>Rubber Soul</strong></em> — esse é o meu favorito dos <strong>Beatles</strong>”, disse <strong>Harry Styles</strong> à <em><strong>Rolling Stone</strong></em>. “‘<strong>Girl</strong>’, ‘<strong>Michelle</strong>’, ‘<strong>The Word</strong>’ — essas são brilhantes’.” <strong>Ariana Grande</strong> citou o álbum como uma inspiração-chave para seu <em><strong>Eternal Sunshine</strong></em> (2024). <strong>Phoebe Bridgers</strong> disse que, se fosse professora de música, <em><strong>Rubber Soul</strong></em> seria o primeiro álbum que colocaria para as crianças. Como explicou: “Acho que é um bom disco de introdução a tudo.”</p> <p>Esta edição traz um trecho do bate-papo noturno de estúdio de novembro de 1965, com os <strong>Beatles</strong> tentando harmonias para “<strong>Think for Yourself</strong>”, de <strong>George</strong>. Eles riem tanto que não conseguem acertar, se fazendo rir um ao outro, enquanto <strong>John</strong> suspira: “I get something in me head, you know, and all the walls of Rome couldn’t stop me!” Como diz <strong>Giles Martin</strong>: “Eu tento colocar o máximo de diálogos possível lá, porque acho muito importante ouvi-los como pessoas.”</p> <p>É um retrato de como as sessões eram brincalhonas, mesmo sob a pressão insana do prazo. “Além disso, foi a época em que eles começaram a trabalhar à noite também”, diz <strong>Martin</strong>. “Então, se você trabalha à noite, o clima é diferente, especialmente com a maconha e o que mais. ‘Drive My Car’ foi a primeira sessão em que eles tocaram além da meia-noite. Mas, duas semanas depois, já estavam gravando até sete da manhã.” Ainda assim, em vez de sentir o peso, os garotos transbordavam energia cômica em <strong>Abbey Road</strong>. “Era um alívio enorme para eles também. Quer dizer, eles não tinham muita vida social. Era um dos poucos lugares onde podiam vir e ser livres. Eles estavam lá juntos.”</p> <p>A maior surpresa é a demo de <strong>John</strong>, “<strong>Little Girl</strong>” — até agora, esta música nunca tinha sido ouvida nem sequer comentada. “Sim, foi surpreendente”, diz <strong>Martin</strong>. “Foi uma daquelas coisas que vieram do espólio do <strong>Lennon</strong> — acho que foi o <strong>Sean</strong>. Foi uma daquelas situações em que eles dizem: ‘Ah, e tem também <em>isso</em>’.” É um rascunho cru, com uma letra inacabada, mas uma melodia agridoce — soa como um rascunho inicial de “<strong>I’m Only Sleeping</strong>”, que virou um dos destaques de <em><strong>Revolver</strong></em> (1966).</p> <p>Um dos experimentos mais famosos do álbum é o solo de piano de <strong>George Martin</strong> em “<strong>In My Life</strong>”, que compôs, tocou e acelerou para soar como um cravo. (Esta coleção tem uma tomada em que ele também tenta no órgão.) “Quando meu pai falava sobre fazer isso, ele dizia que eles saíram para almoçar e ele bolou aquela parte. Ele disse: ‘Eu toquei para o <strong>John</strong>, e o <strong>John</strong> achou ótimo’. Mas acho que a experimentação vinha de todos eles nessa fase. Acho que eles já estavam cansados de ser aquela banda. Mas não tinham cansado uns dos outros.”</p> <p><em><strong>Rubber Soul</strong></em> é onde eles declararam a independência como banda. “Eu realmente acho que isso provavelmente foi a decisão do <strong>John</strong> de tirá-los do <strong>Shea Stadium</strong>, dos ternos, daquela coisa, e levar para o que ele acreditava que eles deveriam estar fazendo”, diz <strong>Martin</strong>. Mas os quatro <strong>Beatles</strong> compartilhavam esse espírito rebelde. “O fato de eles terem escolhido cantar ‘Baby’s In Black’ no <strong>Shea Stadium</strong> é estranho, se você parar para pensar. E isso é o começo. Eles conhecem o <strong>Dylan</strong>, conhecem os <strong>Byrds</strong>, ouvem como influenciaram gente como os <strong>Byrds</strong> e pensam: ‘Ok, se vocês estão roubando as nossas coisas, nós vamos roubar as de vocês’.”</p> <p>E eles prosperaram sob pressão. Dá para ouvir isso nessas sobras de estúdio, enquanto mexem em “<strong>I’m Looking Through You</strong>”, acrescentando ideias novas, descartando outras, até chegar à música como a conhecemos. (A versão americana, por acidente, adicionou um falso começo de guitarra que muda bastante a faixa.) Eles estavam dispostos a tentar qualquer coisa, até o desajeitado outtake de jam-blues “<strong>12-Bar Original</strong>”. (Felizmente omitido aqui, porque, como diz <strong>Martin</strong>, “não é muito bom para começo de conversa, e está no <em><strong>Anthology</strong></em>, de 1995.”) Ainda assim, dá para ouvir que eles estavam se divertindo horrores juntos. “É um disco muito harmonioso”, diz <strong>Martin</strong>, “e eu digo isso nos dois sentidos da palavra.”</p> <p>As músicas encaram emoções adultas com uma franqueza que era nova no pop — especialmente a forma como os <strong>Beatles</strong> cantam sobre mulheres adultas com suas próprias mentes e suas próprias vidas. “<strong>Girl</strong>”, de <strong>John</strong>, “<strong>I’m Looking Through You</strong>”, de <strong>Paul</strong>, “<strong>If I Needed Someone</strong>”, de <strong>George</strong> — são canções de amor notavelmente duras e nada sentimentais, sem finais felizes. Até <strong>Paul</strong>, o romântico supremo do pop, canta “<strong>Love has a nasty habit of disappearing overnight</strong>” aos 23 anos — a idade que <strong>Olivia Rodrigo</strong> tem hoje. (Ele realmente parece bem triste para um garoto tão apaixonado.)</p> <p>A nova mixagem faz as vozes ganharem vida — e, mais do que qualquer coisa, é o canto que torna <em><strong>Rubber Soul</strong></em> único. As vozes de moptop amadureceram, para combinar com as emoções adultas. Isso aparece especialmente na forma como eles elevam as músicas uns dos outros — como <strong>Paul</strong> harmoniza com <strong>John</strong> em “<strong>Norwegian Wood</strong>” ou como <strong>John</strong> realça “<strong>You Won’t See Me</strong>” com seus backing vocals de “no I wouldn’t”. Se você é fã dos <strong>Beatles</strong> porque ama ouvi-los cantando juntos, nenhum outro álbum dá uma sensação tão vívida de uma sala cheia de garotos compartilhando suas histórias mais pessoais em voz alta. Para alguns de nós, sempre será o favorito.</p> <p>Na noite final das sessões, eles ainda precisavam de mais duas músicas para concluir o álbum. Então apareceram com duas das melhores: “<strong>Girl</strong>”, de <strong>John</strong>, e “<strong>You Won’t See Me</strong>”, de <strong>Paul</strong>. Dá para ouvir o cansaço na voz de <strong>John</strong> em “<strong>Girl</strong>”. “Mas isso combina com a música”, diz <strong>Martin</strong>. “É uma música tão linda, tão atmosférica. É daquelas que você não consegue imaginar alguém regravando sem soar como <strong>William Shatner</strong>.”</p> <p>Ninguém estava preparado para <em><strong>Rubber Soul</strong></em> — menos ainda os próprios <strong>Beatles</strong>. Mas, como <strong>McCartney</strong> disse na época: “Nós já estamos tão bem estabelecidos que podemos levar os fãs junto com a gente e esticar os limites do pop.” Ninguém falava assim em 1965. Mas os <strong>Beatles</strong> eram totalmente desafiadores quanto à nova direção. “Você não conhece a gente se não conhece <em><strong>Rubber Soul</strong></em>”, insistiu <strong>John</strong>. “Todas as nossas ideias são diferentes agora.” Mais de 60 anos depois, essas ideias continuam mudando a forma como o pop é ouvido e criado — e é por isso que o mundo segue escutando até hoje.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/como-john-lennon-e-paul-mccartney-demitiam-os-primeiros-musicos-dos-beatles/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Como John Lennon e Paul McCartney demitiam os primeiros músicos dos Beatles</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/beatles-foram-os-compositores-mais-prolificos-de-seu-tempo-diz-mick-jagger/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Beatles foram os compositores mais prolíficos de seu tempo, diz Mick Jagger</strong></a></p> <p><!-- notionvc: 699e2027-3f57-48cc-a0d9-e4b695db3139 --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/por-dentro-da-edicao-especial-de-rubber-soul-dos-beatles/">Por dentro da Edição Especial de ‘Rubber Soul’, dos Beatles</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  4. Tony Iommi fala sobre novo álbum solo, sente falta de Ozzy Osbourne e diz que não vai a lugar nenhum

    Wed, 29 Jul 2026 19:42:47 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tony-iommi-black-sabbath-2023-foto-Katja-Ogrin-Getty-Images-1697854475-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Tony Iommi, guitarrista do Black Sabbath, em 2023 (Foto: Katja Ogrin / Getty Images)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tony-iommi-black-sabbath-2023-foto-Katja-Ogrin-Getty-Images-1697854475-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tony-iommi-black-sabbath-2023-foto-Katja-Ogrin-Getty-Images-1697854475-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tony-iommi-black-sabbath-2023-foto-Katja-Ogrin-Getty-Images-1697854475-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tony-iommi-black-sabbath-2023-foto-Katja-Ogrin-Getty-Images-1697854475-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tony-iommi-black-sabbath-2023-foto-Katja-Ogrin-Getty-Images-1697854475.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Em sua primeira entrevista desde a morte de Ozzy, o guitarrista do Black Sabbath também antecipa “World Alone”, do novo álbum solo que lança neste outono</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/tony-iommi-fala-sobre-novo-album-solo-sente-falta-de-ozzy-osbourne-e-diz-que-nao-vai-a-lugar-nenhum/">Tony Iommi fala sobre novo álbum solo, sente falta de Ozzy Osbourne e diz que não vai a lugar nenhum</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tony-iommi-black-sabbath-2023-foto-Katja-Ogrin-Getty-Images-1697854475-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Tony Iommi, guitarrista do Black Sabbath, em 2023 (Foto: Katja Ogrin / Getty Images)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tony-iommi-black-sabbath-2023-foto-Katja-Ogrin-Getty-Images-1697854475-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tony-iommi-black-sabbath-2023-foto-Katja-Ogrin-Getty-Images-1697854475-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tony-iommi-black-sabbath-2023-foto-Katja-Ogrin-Getty-Images-1697854475-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tony-iommi-black-sabbath-2023-foto-Katja-Ogrin-Getty-Images-1697854475-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tony-iommi-black-sabbath-2023-foto-Katja-Ogrin-Getty-Images-1697854475.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Às vezes, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/tony-iommi/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Tony Iommi</strong></a> precisa se lembrar de escrever músicas que soem um pouco mais animadas. “Eu tendo a sempre começar com as coisas mais soturnas”, diz, dando uma risadinha, o ex-guitarrista do <a href="https://rollingstone.com.br/tags/black-sabbath/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Black Sabbath</strong></a> ao telefone de sua casa na Inglaterra. “Sempre foi assim. Eu simplesmente me deixo absorver por riffs sombrios. É uma sensação que eu tenho quando toco algo pesado e poderoso. Claro que eu também gosto das coisas mais rápidas, é lógico.”</p> <p>“<strong>World Alone</strong>”, o primeiro single de <em><strong>From the Dark</strong></em> (2026), o próximo álbum solo de <strong>Iommi</strong> — o primeiro em mais de duas décadas, com lançamento previsto para 23 de outubro —, é claramente mais acelerado. Mas ainda é pesado. A música traz o guitarrista, de 78 anos, mandando um riff avassalador e um solo rosnado, lembrando o cortante álbum <em><strong>Mob Rules</strong></em> (1981), do <strong>Black Sabbath</strong>, mas com um toque moderno e único graças aos uivos viscerais do vocalista <strong>Jørn Lande</strong> e às letras apocalípticas. A canção e as outras sete do disco, que soam ainda mais pesadas e ameaçadoras, mostram como <strong>Iommi</strong> está fazendo sua própria coisa à parte do legado do <strong>Black Sabbath</strong>, mas ainda dentro do universo sombrio de som que ele começou a construir há quase 60 anos.</p> <p>No último ano, desde que o <strong>Black Sabbath</strong> tocou seu show final no concerto de despedida de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/ozzy-osbourne/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ozzy Osbourne</strong></a>, <em><strong>Back to the Beginning</strong></em>, <strong>Iommi</strong> manteve um perfil bem discreto. Isso porque ele vinha lapidando ideias que vinha desenvolvendo havia pelo menos meia década. As sementes do álbum brotaram de duas faixas instrumentais, “<strong>Scent of Dark</strong>” (2021) e “<strong>Deified</strong>” (2024), que ele gravou para lançar junto com seu próprio perfume de grife. À medida que as músicas foram se juntando, ele sentiu vontade de ter uma banda de verdade, bem redonda, dando suporte para esta fase.</p> <p>Seu primeiro álbum solo foi <em><strong>Iommi</strong></em> (2000), se você não contar <em><strong>Seventh Star</strong></em> (1986), que era um disco solo mas que a gravadora do <strong>Black Sabbath</strong> creditou à banda, ou a sequência de álbuns do <strong>Sabbath</strong> em que <strong>Iommi</strong> era o único integrante original. O álbum <em><strong>Iommi</strong></em> (2000) trouxe vocalistas como <strong>Billy Corgan</strong> e <strong>Henry Rollins</strong> e vários músicos de apoio em cada faixa, enquanto <em><strong>The 1996 DEP Sessions</strong></em> (2004) e <em><strong>Fused</strong></em> (2005) contaram com o ex-vocalista do <strong>Deep Purple</strong>, <strong>Glenn Hughes</strong>.</p> <p>Para <em><strong>From the Dark</strong></em> (2026), que <strong>Iommi</strong> co-produziu com seu colaborador de longa data e engenheiro <strong>Mike Exeter</strong>, o guitarrista optou por músicos que não são nomes conhecidos do grande público. Além de <strong>Lande</strong>, o vocalista norueguês dramaticamente expressivo cujos créditos incluem álbuns com <strong>Masterplan</strong> e <strong>Ark</strong>, <em><strong>From the Dark</strong></em> (2026) traz a baixista <strong>Becky Baldwin</strong> e o baterista <strong>Karl Brazil</strong>; <strong>Exeter</strong> toca teclados. O guitarrista do <strong>Queen</strong>, <strong>Brian May</strong>, faz um solo convidado na sombria “<strong>Death Wake</strong>”. Outros destaques incluem “<strong>Legacy</strong>” e “<strong>Stormwatcher</strong>”, que carregam as características sonoridades crepusculares de <strong>Iommi</strong>.</p> <p>O guitarrista anunciou o álbum na quarta, em um <a href="https://www.youtube.com/live/wnbYy-eZIxQ" target="_blank" rel="noopener">evento transmitido ao vivo</a> em sua cidade natal, Birmingham (Inglaterra), onde estreou o vídeo cinematográfico de “<strong>World Alone</strong>”, mas a <em>Rolling Stone</em> conversou com ele mais cedo, em julho, sobre como tudo se juntou e o que aconteceu desde Back to the Beginning.</p> <p><strong>Por que era importante para você fazer um álbum solo e não chamar de “Black Sabbath”?</strong></p> <p>Bem, o <strong>Black Sabbath</strong> agora terminou no que diz respeito à banda, na verdade. Obviamente, as últimas coisas foram com o <strong>Ozz</strong>. Qualquer coisa que eu fizesse com o <strong>Black Sabbath</strong> seria só eu, e eu não quero fazer isso de novo. A gente já esteve lá, já fez isso.</p> <p><strong>Como você se conectou com o vocalista Jørn Lande para este álbum?</strong></p> <p>Nós já trabalhamos com ele antes. Quando fizemos o tributo ao <strong>Dio</strong> depois que <strong>Ronnie</strong> faleceu, chamamos o <strong>Jørn</strong> para <a href="https://www.youtube.com/watch?v=RNcbu5a482I" target="_blank" rel="noopener">cantar algumas duas músicas</a> com a gente no tributo, e eu gostei muito da voz dele. Então pensei: “Bem, eu gostaria de usá-lo”. Eu gostei da voz dele. Quer dizer, você pode ir e escolher gente famosa, mas eu já fiz isso.</p> <p><strong>Como “World Alone” surgiu?</strong></p> <p>Eu tendo a ir direto para todas as coisas sombrias e pensei: “Bom, a gente também pode fazer algo com um riff mais rápido”. Quando eu fiz isso e depois ouvi a melodia que ele criou, tudo funcionou.</p> <p><strong>Qual era a ideia por trás do vídeo?</strong></p> <p>Eu não queria fazer um vídeo com toda a banda. Para ser honesto, eu nem queria fazer um vídeo. Mas eles fizeram. É meio que um filme, na verdade. E eu apareço algumas vezes, parado lá tocando. Mas eu não queria seguir o velho caminho de todos na banda parados tocando e fazendo aquele tipo de vídeo. Isso já foi feito cem vezes.</p> <p>Eu não sou muito de fazer vídeos, porque eu sempre pareço… eu sou chato. Eu só fico parado tocando. Não tem mais nada que eu possa fazer. Eu não consigo pular por aí nem dar saltos nem nada. Eu sou velho demais para isso [risos]. Mas acho que os caras que fizeram mandaram bem.</p> <p><iframe loading="lazy" title="Tony Iommi – World Alone (Official Video)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/IddUJxhDgZk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><strong>Você deu alguma orientação ao Jørn para as letras do álbum?</strong></p> <p>Não, eu não dei nenhuma ideia de letra para ele. Com um cantor, é bom se eles conseguem fazer as próprias coisas, porque quando precisam cantar, conseguem transmitir melhor. É como com o <strong>Ronnie</strong> — quando ele escrevia as letras, havia certas palavras em que ele conseguia colocar muita força. E eu acho que é a mesma coisa com o <strong>Jørn</strong>.</p> <p><strong>Algumas letras dele descrevem apocalipses nucleares. O que você pensou quando as ouviu?</strong></p> <p>Meu primeiro pensamento foi: “Caramba, isso é realmente pesado, mas são coisas que estão acontecendo”. É o que está acontecendo hoje no mundo, na verdade. Assim como com as coisas antigas do <strong>Sabbath</strong>, quando fizemos “<strong>War Pigs</strong>”, isso está acontecendo hoje. O que o <strong>Jørn</strong> fez aqui com o tema nuclear e tudo o que está acontecendo é bem sombrio, na verdade.</p> <p><strong>Os riffs do álbum são novos ou eram ideias que você guardava há tempos?</strong></p> <p>Não, todos são novos. O negócio é que eu tenho um monte de riffs em CDs, fitas cassete e todo tipo de coisa. Mas quando eu volto para tentar achar algo neles, eu acabo criando algo novo.</p> <p><strong>Como você entra no clima para escrever? Você acende velas?</strong></p> <p>Às vezes, acendo velas, sim [risos]. Geralmente, eu vou para o estúdio e só toco um pouco. E, se nada acontece, eu vou embora. Eu não forço. Mas, no geral, eu acabo criando alguma coisa.</p> <p>Normalmente, quando você faz um álbum, você está trabalhando todo dia e precisa fazer o disco em um certo tempo porque está sob pressão; ou você está em turnê, ou tem que gravar, ou seja lá o quê. Mas eu não estou nessa situação. Eu pude simplesmente levar o meu tempo e conviver com as coisas.</p> <p><strong>Você precisa se forçar a escrever músicas mais rápidas como “World Alone”?</strong></p> <p>Na verdade, não. Mas eu me lembro disso [de escrevê-las]. Quando ouvi [o resto] do que temos, pensei: “Bom, precisamos ter algumas faixas mais rápidas e uma de andamento médio para equilibrar o álbum, na verdade”.</p> <p>Eu tinha algumas coisas acústicas, mas não usei. Achei que manteria o álbum do jeito que está. E não só isso: ele já está bem longo. Não daria para encaixar.</p> <p><strong>Falando em tocar acústico, fiquei agradavelmente surpreso com o solo acústico no meio de “Legacy”.</strong></p> <p>Eu gosto de fazer algo que você não espera. E, para ser honesto, eu odeio tocar violão acústico. Eu não sou muito bom nisso. Mas naquela parte, eu só pensei que seria legal e diferente.</p> <p><strong>Meu riff favorito do álbum está no começo de “Death Wake”. Você sustenta uma nota e ela parece tremer, como madeira rangendo.</strong></p> <p>Sim, é um riff estranho. Eu gosto dessa faixa também. Eu gosto de qualquer coisa doom. Claro, eu chamei o <strong>Brian May</strong> para tocar o solo nessa.</p> <p><strong>Você é amigo próximo de Brian May há décadas. Quando e como vocês se conheceram?</strong></p> <p>No começo dos anos 70, ele estava em um estúdio e eu em outro. E a gente se deu bem. Somos amigos há, meu Deus, quase 60 anos.</p> <p>A gente se fala o tempo todo. Ele já tocou no palco comigo algumas vezes, e depois fizemos algumas faixas de álbum juntos. Ele é um amigo muito, muito próximo.</p> <p><strong>Ele toca em outras músicas do álbum?</strong></p> <p>Não. Eu até disse para ele: “Você quer tocar em mais alguma coisa?”. E ele respondeu: “Não, não. Seus solos são bons. Eu não preciso tocar”.</p> <p>Mas foi ótimo que ele tenha feito. Eu toquei para ele algumas coisas, e ele gravou aqui no estúdio da minha casa. Aí, claro, ele tocava algo e dizia: “Ah, não sei…”. E eu dizia: “Eu gostei”.</p> <p><strong>Há outros convidados no álbum?</strong></p> <p>Não, porque eu queria manter basicamente como uma banda. Eu queria usar as mesmas pessoas.</p> <p><strong>Como você encontrou o baterista do álbum, Karl Brazil?</strong></p> <p>É estranho, na verdade. Eu tenho uma casa perto da praia, para onde a gente vai de vez em quando. Eu estava caminhando ao longo do perímetro da praia quando um cara veio até mim e disse: “Oi, Tony, olá”. E eu pensei que ele era só um fã. E ele disse: “A gente tem um amigo em comum. Mike Exeter é meu engenheiro. Eu sou o baterista do Robbie Williams”. Aí o <strong>Mike</strong>, meu engenheiro, disse: “Ah, sim, ele é um bom baterista, o Karl”.</p> <p>Eu usei ele em uma das minhas faixas instrumentais com aquela coisa do perfume que eu fiz. E então pensei que seria legal usá-lo no álbum porque ele toca bem. Além disso, ele é de Birmingham, o que é muito bom porque eu queria tentar manter isso local.</p> <p><strong>Eu sempre tive curiosidade de como sua colaboração com Robbie Williams, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=YfAFBOECxw4" target="_blank" rel="noopener">a música “Rocket”</a>, veio a acontecer, já que foi surpreendente.</strong></p> <p>Me surpreendeu também. Foi estranho quando pediram para eu tocar em uma faixa com ele. Eu não percebi que ele ia lançar como single. Aí ele quis fazer um vídeo da música. Então eu fiz isso com ele. E foi muito bom. Foi bem diferente para mim fazer isso, e eu gostei.</p> <p><strong>O que você gosta na baixista Becky Baldwin, que toca no Mercyful Fate e no Fury?</strong></p> <p>A <strong>Becky</strong> mora em Birmingham, e ela é uma ótima musicista. E ela com certeza é fã do <strong>Geezer</strong> [<strong>Butler</strong>, baixista do <strong>Black Sabbath</strong>], e ela toca no estilo do <strong>Geezer</strong>. E era isso que eu queria. Ela é muito boa.</p> <p><strong>Você chegou a considerar trabalhar com Geezer neste álbum?</strong></p> <p>Eu queria que ele tocasse neste álbum, mas ele não pôde. Ele está fazendo o álbum dele, eu acho. Ou, na época, aconteceu alguma coisa, então ele não pôde vir para a Inglaterra. Eu queria terminar e finalmente lançar, na verdade. Porque a <strong>Becky</strong>, como eu disse, é fã do <strong>Geezer</strong> e toca nesse estilo, eu pensei: vamos tentar. E ela foi bem.</p> <p><strong>Falando em Geezer, houve muita conversa no último ano sobre uma batalha judicial que estava segurando o lançamento das primeiras gravações do Black Sabbath, quando vocês ainda se chamavam Earth. Agora que você tem os direitos sobre elas, elas vão sair?</strong></p> <p>Elas vão sair em algum momento. É estranho quando você ouve coisas de tanto tempo atrás, e todas essas coisas aparecem de novo que você tinha esquecido.</p> <p><strong>O que te chamou atenção quando você ouviu as gravações de novo pela primeira vez em décadas?</strong></p> <p>O som e tudo. Caramba, a gente fez aquilo em um estúdio pequeno. Mas foi divertido ouvir, na verdade. Eu sentei e ouvi tudo, e foi bom, porque tem umas coisas jazzísticas e umas coisas blues que a gente fez nelas, onde a gente só ficava improvisando. Em muitos desses improvisos era só guitarra, e eu tinha esquecido metade daquilo. Eu não consigo tocar isso agora.</p> <p><strong>Você está satisfeito com o legado do Black Sabbath estar concluído?</strong></p> <p>Sim. O legado foi fantástico, na verdade. Acho que foi uma boa coisa encerrar quando fizemos o Back to the Beginning, porque todas as bandas que eram fãs do <strong>Sabbath</strong> foram para aquele show, o que foi simplesmente brilhante. E foi muito legal da parte delas se disporem a ir e tocar no mesmo show, sem ego nem nada. Todo mundo se deu bem e tocou. Foi ótimo para um último momento do <strong>Sabbath</strong>: reunir a banda original e encerrar como deveria.</p> <p><strong>Como foi, para você, fazer aquela última apresentação?</strong></p> <p>Na noite, foi muito estranho para mim porque, obviamente, a gente nunca tinha estado no palco com o <strong>Ozzy</strong> em um trono antes, sentado. Ele sempre estava pulando, fazendo caretas e me fazendo e ao <strong>Geezer</strong> rirem. Mas, desta vez, eu não conseguia vê-lo porque ele estava naquele trono, na frente.</p> <p>Obviamente, a gente não tocava com o <strong>Bill</strong> [<strong>Ward</strong>, baterista do <strong>Black Sabbath</strong>] havia 20 anos, então o <strong>Bill</strong> queria que eu ficasse mais para trás, perto dele, porque ele estava inseguro em algumas partes. E então eu fiquei.</p> <p><strong>Quando eu assisti, achei que foi uma apresentação muito emocionante.</strong></p> <p>Foi. Foi mesmo. Claro que ninguém sabia que o <strong>Ozzy</strong> ia partir pouco tempo depois também. Eu sabia que ele não estava bem, mas eu não esperava que acontecesse tão rápido.</p> <p><strong>Você conseguiu se despedir?</strong></p> <p>Ele me mandou mensagem na noite anterior, engraçado, e disse que não estava se sentindo muito bem e tal. Mas, obviamente, a maioria das nossas conversas um com o outro tem sido: “Como você está se sentindo? Como está isso? Como está aquilo?”. E então foi só mais uma conversa. Eu não esperava que ele fosse embora durante a noite. Caramba. Foi um choque enorme, na verdade.</p> <p><strong>Ele me disse em entrevistas o quanto foi significativo para ele que você o apoiasse enquanto ele se recuperava nos últimos anos.</strong></p> <p>Bem, a gente se manteve em contato bastante. E ele passou por tantas coisas diferentes e entrava e saía do hospital o tempo todo, fazendo isso e aquilo. E, de novo, ele ficou do meu lado quando fui diagnosticado com câncer. Ele me ligava todo dia. Então a gente se apoiou mutuamente. Eu sinto falta das nossas conversas.</p> <p><strong>Como você lidou com o último ano sem ele?</strong></p> <p>Tem sido muito estranho. Eu ainda não sinto que ele se foi, porque quando eu entro no YouTube ou seja lá onde for, aparece alguma coisa sobre o <strong>Ozzy</strong>, e eu vejo ele de novo e de novo. É quase como se ele ainda estivesse aqui. É muito peculiar. Só que a gente se falava tantas vezes. É isso que eu sinto falta.</p> <p><strong>Como está sua saúde?</strong></p> <p>OK, eu espero. Eu ainda vou regularmente para consultas. Fazer este álbum agora me deu tempo para poder fazer coisas. Segunda e terça, a gente sempre marcava [horário com o <strong>Mike Exeter</strong>] para trabalhar aqui na minha casa [estúdio]. Mas, numa segunda ou terça, sempre acontecia de eu ter que ir ao hospital para uma visita. Eles queriam fazer isso ou aquilo. Parecia que sempre caía numa segunda ou numa terça. Mas a gente conseguiu fazer.</p> <p><strong>Você tem mais material? Devemos esperar outro álbum solo como este em um futuro próximo?</strong></p> <p>Espero que sim. Eu só gosto de fazer isso. É o que eu sempre fiz.</p> <p>Eu não sou de simplesmente me aposentar, ficar sentado e não fazer nada. Eu preciso fazer alguma coisa, e música é a única coisa que eu sei fazer. Eu gosto de criar. Acho que é bom para a mente também, poder inventar coisas e ter ideias.</p> <p><strong>Você vai se apresentar ao vivo com a banda solo?</strong></p> <p>Não há planos para nada. Eu só vou levando como vem agora. Essa é a coisa boa. Você pode meio que escolher: “Eu quero fazer isso? Ou existe uma oferta para isso?”.</p> <p><strong>Então, o que vem a seguir para você?</strong></p> <p>Bem, eu fiz alguns instrumentais que eu ia colocar neste álbum, mas não coloquei porque não havia espaço suficiente. Então talvez eu lance isso em algum momento em um álbum, mas eu vou continuar escrevendo e vendo o que acontece. Sempre aparecem coisas para fazer — uma parte para filmes ou qualquer coisa, na verdade, que surge do nada — e aí você diz: “Ah, essa é uma boa ideia”. E então eu vou tentar. Eu não estou pronto para ir embora ainda.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/um-ano-sem-ozzy-osbourne-sharon-osbourne-pede-que-fas-lembrem-do-humor-do-musico-e-birmingham-celebra-o-primeiro-ozzy-day/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Um ano sem Ozzy Osbourne: Sharon Osbourne pede que fãs lembrem do humor do músico e Birmingham celebra o primeiro ‘Ozzy Day’</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/noticia/sharon-osbourne-e-black-sabbath-celebram-a-ozzy-no-aniversario-de-sua-morte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Sharon Osbourne e Black Sabbath celebram à Ozzy no aniversário de sua morte</strong></a></p> <p><!-- notionvc: 3bdd7490-f383-4860-a5bb-b59df26c5488 --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/tony-iommi-fala-sobre-novo-album-solo-sente-falta-de-ozzy-osbourne-e-diz-que-nao-vai-a-lugar-nenhum/">Tony Iommi fala sobre novo álbum solo, sente falta de Ozzy Osbourne e diz que não vai a lugar nenhum</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  5. ‘Presidente Curtis’, spin-off de ‘Rick and Morty’, é renovado para a 2ª temporada antes mesmo da estreia

    Wed, 29 Jul 2026 19:18:43 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/presidente-curtis-adult-swim-rolling-stone-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Presidente Curtis" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/presidente-curtis-adult-swim-rolling-stone-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/presidente-curtis-adult-swim-rolling-stone-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/presidente-curtis-adult-swim-rolling-stone-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/presidente-curtis-adult-swim-rolling-stone-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/presidente-curtis-adult-swim-rolling-stone.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Adult Swim anunciou a renovação na San Diego Comic-Con, com produção já em andamento</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/presidente-curtis-spin-off-de-rick-and-morty-e-renovado-para-a-2a-temporada-antes-mesmo-da-estreia/">‘Presidente Curtis’, spin-off de ‘Rick and Morty’, é renovado para a 2ª temporada antes mesmo da estreia</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/presidente-curtis-adult-swim-rolling-stone-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Presidente Curtis" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/presidente-curtis-adult-swim-rolling-stone-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/presidente-curtis-adult-swim-rolling-stone-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/presidente-curtis-adult-swim-rolling-stone-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/presidente-curtis-adult-swim-rolling-stone-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/presidente-curtis-adult-swim-rolling-stone.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>A <strong>Adult Swim</strong> nem esperou o <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/rick-and-morty-ganha-spin-off-focado-no-presidente-curtis-com-estreia-em-julho/" target="_blank" rel="noopener">primeiro episódio ir ao ar</a> para renovar <em><strong>Presidente Curtis</strong></em>. A rede anunciou, durante um painel na San Diego Comic-Con, que o derivado de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/rick-and-morty/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Rick and Morty</strong></em></a> já garantiu uma segunda temporada, e que a produção dos novos episódios já está em andamento. A série estreiou no último domingo, 26, imediatamente após o <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/que-horas-estreia-o-10o-e-ultimo-episodio-da-nona-temporada-de-rick-and-morty/" target="_blank" rel="noopener">final da nona temporada de <em><strong>Rick and Morty</strong></em></a>.</p> <p><em><strong>Presidente Curtis</strong></em> acompanha o presidente Andre Curtis, diante de ameaças que vão de criaturas míticas a missões de ficção científica cada vez mais absurdas.</p> <p><iframe loading="lazy" title="Presidente Curtis | Trailer Legendado | HBO Max e [adult swim]" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xnTNFdyQm6M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>Os cocriadores <strong>Dan Harmon</strong> e <strong>James Siciliano</strong> descrevem a produção como “a versão de <em><strong>Rick and Morty</strong></em> de <em><strong>Arquivo X</strong></em>”.</p> <p>A renovação antecipada é um voto de confiança significativo da <strong>Adult Swim</strong> em um projeto ainda inédito e sinaliza a aposta da emissora no potencial da franquia <em><strong>Rick and Morty</strong></em> para sustentar histórias paralelas com vida própria.</p> <p><em><strong>Presidente Curtis</strong></em> é o primeiro derivado direto da série, que já foi renovada até a 12ª temporada e deve permanecer no ar pelo menos até 2029.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/7-personagens-de-a-odisseia-que-ficaram-de-fora-da-adaptacao-de-christopher-nolan/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: 7 personagens de ‘A Odisseia’ que ficaram de fora da adaptação de Christopher Nolan</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/dia-d-steven-spielberg-estreia-streaming-compra-aluguel/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: ‘Dia D’, novo filme de Steven Spielberg, estreia no streaming</strong></a></p> <p><!-- notionvc: ce98d959-9569-4dca-a456-14ae6a23d497 --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/presidente-curtis-spin-off-de-rick-and-morty-e-renovado-para-a-2a-temporada-antes-mesmo-da-estreia/">‘Presidente Curtis’, spin-off de ‘Rick and Morty’, é renovado para a 2ª temporada antes mesmo da estreia</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  6. Estreia, história e mais sobre a 5ª e última temporada de ‘Outer Banks’

    Wed, 29 Jul 2026 19:14:40 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estreia-historia-e-mais-sobre-a-5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estreia-historia-e-mais-sobre-a-5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estreia-historia-e-mais-sobre-a-5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estreia-historia-e-mais-sobre-a-5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estreia-historia-e-mais-sobre-a-5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estreia-historia-e-mais-sobre-a-5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>No novo ano, após a chocante morte de JJ Maybank no final da 4ª temporada, os Pogues embarcam em sua missão mais perigosa para honrar o legado do amigo</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/tv/estreia-historia-e-mais-sobre-a-5a-e-ultima-temporada-de-outer-banks/">Estreia, história e mais sobre a 5ª e última temporada de &#8216;Outer Banks&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estreia-historia-e-mais-sobre-a-5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estreia-historia-e-mais-sobre-a-5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estreia-historia-e-mais-sobre-a-5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estreia-historia-e-mais-sobre-a-5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estreia-historia-e-mais-sobre-a-5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Estreia-historia-e-mais-sobre-a-5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p class="isSelectedEnd">A 5ª e última temporada de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/outer-banks/"><em><strong>Outer Banks</strong></em></a> chega ainda em 2026 ao catálogo da <strong><a href="https://rollingstone.com.br/tags/netflix/">Netflix</a></strong> com um desfecho que promete ser repleto de ação, emoção e sede de vingança. No novo ano, após a chocante morte de <strong>JJ Maybank</strong> (<strong>Rudy Pankow</strong>, <em>Uma Segunda Chance</em>) no final da 4ª temporada, os <strong>Pogues</strong> embarcam em sua missão mais perigosa para honrar o legado do amigo. Saiba tudo sobre a seguir:</p> <h2>O que esperar da 5ª e última temporada de <em>Outer Banks</em>?</h2> <p class="isSelectedEnd">Segundo a sinopse oficial, <strong>John B</strong>, <strong>Sarah</strong>, <strong>Kiara</strong>, <strong>Pope</strong> e <strong>Cleo</strong> estarão &#8220;em seu ponto de ruptura&#8221; após a morte de <strong>JJ</strong>. Além de lidarem com o luto, eles continuam sendo perseguidos por <strong>Chandler Groff</strong>, enquanto <strong>Dalia e os Corsários</strong> se aproximam e os <strong>Kooks</strong> tornam impossível um retorno para casa. Para sobreviver, o grupo terá de formar uma aliança improvável com <strong>Rafe</strong>, transformando a jornada em uma corrida desesperada por liberdade e vingança.</p> <h2>Quem está no elenco da 5ª e última temporada de <em>Outer Banks</em>?</h2> <p>O elenco da temporada final conta com <strong>Chase Stokes</strong> (<i>Feios</i>) como John B, <strong>Madelyn Cline</strong> (<em>Glass Onion: Um Mistério Knives Out</em>) como Sarah Cameron, <strong>Madison Bailey</strong> (<em>American Horror Stories</em>) como Kiara, <strong>Jonathan Daviss</strong> (<em>Justiceiras</em>) como Pope, <strong>Carlacia Grant</strong> (<em>Raízes</em>) como Cleo, <strong>Drew Starkey</strong> (<em>Queer</em>) como Rafe, <strong>Austin North</strong> (<em>Não Fui Eu</em>) como Topper, <strong>Fiona Palomo</strong> (<i>A Caminho de Belém</i>) como Sofia, <strong>J. Anthony Crane</strong> (<em>The Big Easy</em>) como Chandler Groff e <strong>Cullen Moss</strong> (<em>One Tree Hill</em>) como Shoupe.</p> <h2><strong>Quando estreia a 5ª e última temporada de Outer Banks?</strong></h2> <p>Todos os 10 episódios da temporada final de <em><strong>Outer Banks</strong></em> chegam ao catálogo da Netflix em <strong>20 de agosto</strong>, com lançamento simultâneo. Confira o trailer a seguir:</p> <p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/5uOEQM5vq94" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p> <p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="https://rollingstone.com.br/tv/feliz-ano-velho-livro-do-autor-de-ainda-estou-aqui-vai-virar-serie-na-netflix/">‘Feliz Ano Velho’, livro do autor de ‘Ainda Estou Aqui’, vai virar série na Netflix</a></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/tv/estreia-historia-e-mais-sobre-a-5a-e-ultima-temporada-de-outer-banks/">Estreia, história e mais sobre a 5ª e última temporada de &#8216;Outer Banks&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  7. 5ª e última temporada de ‘Outer Banks’ ganha trailer oficial; assista

    Wed, 29 Jul 2026 19:13:12 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-ganha-trailer-oficial-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-ganha-trailer-oficial-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-ganha-trailer-oficial-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-ganha-trailer-oficial-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-ganha-trailer-oficial-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-ganha-trailer-oficial.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Trailer da temporada final mostra Pogues em busca de vingança após morte de JJ Maybank (Rudy Pankow)</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/tv/5a-e-ultima-temporada-de-outer-banks-trailer/">5ª e última temporada de &#8216;Outer Banks&#8217; ganha trailer oficial; assista</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-ganha-trailer-oficial-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-ganha-trailer-oficial-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-ganha-trailer-oficial-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-ganha-trailer-oficial-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-ganha-trailer-oficial-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/5a-e-ultima-temporada-de-Outer-Banks-ganha-trailer-oficial.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p class="isSelectedEnd">A <strong><a href="https://rollingstone.com.br/tags/netflix/">Netflix</a></strong> divulgou nesta terça-feira (29) o trailer oficial da 5ª e última temporada de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/outer-banks/"><em><strong>Outer Banks</strong></em></a>, antecipando um desfecho repleto de ação, emoção e sede de vingança. Após a chocante morte de <strong>JJ Maybank</strong> (<strong>Rudy Pankow</strong>, <em>Uma Segunda Chance</em>) no final da 4ª temporada, os <strong>Pogues</strong> embarcam em sua missão mais perigosa para honrar o legado do amigo. Saiba mais a seguir:</p> <h2>O que esperar da 5ª e última temporada de <em>Outer Banks</em>?</h2> <p class="isSelectedEnd">Segundo a sinopse oficial, <strong>John B</strong>, <strong>Sarah</strong>, <strong>Kiara</strong>, <strong>Pope</strong> e <strong>Cleo</strong> estarão &#8220;em seu ponto de ruptura&#8221; após a morte de <strong>JJ</strong>. Além de lidarem com o luto, eles continuam sendo perseguidos por <strong>Chandler Groff</strong>, enquanto <strong>Dalia e os Corsários</strong> se aproximam e os <strong>Kooks</strong> tornam impossível um retorno para casa. Para sobreviver, o grupo terá de formar uma aliança improvável com <strong>Rafe</strong>, transformando a jornada em uma corrida desesperada por liberdade e vingança.</p> <h2>Quem está no elenco da 5ª e última temporada de <em>Outer Banks</em>?</h2> <p>O elenco da temporada final conta com <strong>Chase Stokes</strong> (<i>Feios</i>) como John B, <strong>Madelyn Cline</strong> (<em>Glass Onion: Um Mistério Knives Out</em>) como Sarah Cameron, <strong>Madison Bailey</strong> (<em>American Horror Stories</em>) como Kiara, <strong>Jonathan Daviss</strong> (<em>Justiceiras</em>) como Pope, <strong>Carlacia Grant</strong> (<em>Raízes</em>) como Cleo, <strong>Drew Starkey</strong> (<em>Queer</em>) como Rafe, <strong>Austin North</strong> (<em>Não Fui Eu</em>) como Topper, <strong>Fiona Palomo</strong> (<i>A Caminho de Belém</i>) como Sofia, <strong>J. Anthony Crane</strong> (<em>The Big Easy</em>) como Chandler Groff e <strong>Cullen Moss</strong> (<em>One Tree Hill</em>) como Shoupe.</p> <h2><strong>Quando estreia a 5ª e última temporada de Outer Banks?</strong></h2> <p>Todos os 10 episódios da temporada final de <em><strong>Outer Banks</strong></em> chegam ao catálogo da Netflix em <strong>20 de agosto</strong>, com lançamento simultâneo. Confira o trailer a seguir:</p> <p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/5uOEQM5vq94" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="https://rollingstone.com.br/tv/feliz-ano-velho-livro-do-autor-de-ainda-estou-aqui-vai-virar-serie-na-netflix/">‘Feliz Ano Velho’, livro do autor de ‘Ainda Estou Aqui’, vai virar série na Netflix</a></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/tv/5a-e-ultima-temporada-de-outer-banks-trailer/">5ª e última temporada de &#8216;Outer Banks&#8217; ganha trailer oficial; assista</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  8. Apple TV confirma previsão de estreia da 4ª temporada de ‘Silo’, com Rebecca Ferguson

    Wed, 29 Jul 2026 17:15:40 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Apple-TV-confirma-previsao-de-estreia-da-4a-temporada-de-Silo-com-Rebecca-Ferguson-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Apple-TV-confirma-previsao-de-estreia-da-4a-temporada-de-Silo-com-Rebecca-Ferguson-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Apple-TV-confirma-previsao-de-estreia-da-4a-temporada-de-Silo-com-Rebecca-Ferguson-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Apple-TV-confirma-previsao-de-estreia-da-4a-temporada-de-Silo-com-Rebecca-Ferguson-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Apple-TV-confirma-previsao-de-estreia-da-4a-temporada-de-Silo-com-Rebecca-Ferguson-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Apple-TV-confirma-previsao-de-estreia-da-4a-temporada-de-Silo-com-Rebecca-Ferguson.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Anúncio foi feito durante a San Diego Comic-Con 2026; temporada promete responder os maiores mistérios da série</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/tv/apple-tv-confirma-previsao-de-estreia-da-4a-temporada-de-silo/">Apple TV confirma previsão de estreia da 4ª temporada de &#8216;Silo&#8217;, com Rebecca Ferguson</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Apple-TV-confirma-previsao-de-estreia-da-4a-temporada-de-Silo-com-Rebecca-Ferguson-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Apple-TV-confirma-previsao-de-estreia-da-4a-temporada-de-Silo-com-Rebecca-Ferguson-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Apple-TV-confirma-previsao-de-estreia-da-4a-temporada-de-Silo-com-Rebecca-Ferguson-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Apple-TV-confirma-previsao-de-estreia-da-4a-temporada-de-Silo-com-Rebecca-Ferguson-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Apple-TV-confirma-previsao-de-estreia-da-4a-temporada-de-Silo-com-Rebecca-Ferguson-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Apple-TV-confirma-previsao-de-estreia-da-4a-temporada-de-Silo-com-Rebecca-Ferguson.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="278" data-end="550">Antes mesmo do final da 3ª temporada de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/silo/"><strong><em data-start="230" data-end="236">Silo</em></strong></a>, o <strong>Apple TV</strong> confirmou oficialmente a previsão de estreia da quarta e última temporada da série protagonizada por <a href="https://rollingstone.com.br/tags/rebecca-ferguson/"><strong>Rebecca Ferguson</strong></a> (<em>Duna</em>). O anúncio foi feito durante o painel da plataforma na San Diego Comic-Con 2026, encerrando a expectativa dos fãs sobre o futuro da aclamada série de ficção científica.</p> <h2 data-start="1505" data-end="1671">Do que se trata <em>Silo</em>?</h2> <p data-start="1673" data-end="2010">Baseada na trilogia de livros escrita por <strong data-start="1715" data-end="1729">Hugh Howey</strong>, <strong><em data-start="1731" data-end="1737">Silo</em></strong> acompanha uma comunidade que vive em um gigantesco abrigo subterrâneo, acreditando que o mundo exterior é inabitável. À medida que diferentes personagens começam a questionar as regras impostas pela administração do silo, uma conspiração muito maior começa a ser revelada.</p> <p data-start="2012" data-end="2202">Desde sua estreia, a produção se consolidou como um dos maiores sucessos do Apple TV, permanecendo por mais de 500 dias entre as séries mais assistidas da plataforma nos Estados Unidos.</p> <h2 data-section-id="ko1ni9" data-start="1913" data-end="1947"><span role="text">Quem está no elenco de <em data-start="1940" data-end="1946">Silo</em>?</span></h2> <p data-start="1949" data-end="2109">Além de <strong data-start="1957" data-end="1977">Rebecca Ferguson</strong>, que também atua como produtora executiva da série, o elenco conta com <strong data-start="2126" data-end="2136">Common</strong> (<em data-start="2138" data-end="2161">John Wick: Capítulo 2</em>), <strong data-start="2164" data-end="2182">Harriet Walter</strong> (<em data-start="2184" data-end="2196">Succession</em>), <strong data-start="2199" data-end="2215">Chinaza Uche</strong> (<em data-start="2217" data-end="2228">Dickinson</em>), <strong data-start="2231" data-end="2243">Avi Nash</strong> (<em data-start="2245" data-end="2263">The Walking Dead</em>), <strong data-start="2266" data-end="2280">Steve Zahn</strong> (<em data-start="2282" data-end="2299">The White Lotus</em>), <strong data-start="2302" data-end="2317">Laura Innes</strong> (<em data-start="2319" data-end="2323">ER</em>), <strong data-start="2326" data-end="2351">Jessica Brown Findlay</strong> (<em data-start="2353" data-end="2368">Downton Abbey</em>), <strong data-start="2371" data-end="2390">Morven Christie</strong> (<em data-start="2392" data-end="2401">The Bay</em>), <strong data-start="2404" data-end="2419">Reed Birney</strong> (<em data-start="2421" data-end="2431">The Menu</em>), <strong data-start="2434" data-end="2449">Matt Craven</strong> (<em data-start="2451" data-end="2466">Sharp Objects</em>) e <strong data-start="2470" data-end="2485">Colin Hanks</strong> (<em data-start="2487" data-end="2494">Fargo</em>).</p> <h2 data-start="1949" data-end="2109">Quando estreia a 4ª e última temporada de <em>Silo</em>?</h2> <p data-start="1949" data-end="2109">Segundo os produtores, a temporada final chegará ao catálogo da <strong>Apple TV</strong> no verão de 2027, período que corresponde aproximadamente aos meses de junho a agosto no hemisfério norte.</p> <h3 data-section-id="1ivb4op" data-start="2633" data-end="2676"><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/Qyybj2wxJnY" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></h3> <p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://collider.com/silo-season-4-release-date/">Collider</a></p> <p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/elle-serie-preludio-de-legalmente-loira-vai-ter-segunda-temporada/">‘Elle’, série prelúdio de ‘Legalmente Loira’, vai ter segunda temporada?</a></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/tv/apple-tv-confirma-previsao-de-estreia-da-4a-temporada-de-silo/">Apple TV confirma previsão de estreia da 4ª temporada de &#8216;Silo&#8217;, com Rebecca Ferguson</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  9. ‘Feliz Ano Velho’, livro do autor de ‘Ainda Estou Aqui’, vai virar série na Netflix

    Wed, 29 Jul 2026 16:59:49 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Feliz-Ano-Velho-livro-do-autor-de-Ainda-Estou-Aqui-vai-virar-serie-na-Netflix-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Feliz-Ano-Velho-livro-do-autor-de-Ainda-Estou-Aqui-vai-virar-serie-na-Netflix-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Feliz-Ano-Velho-livro-do-autor-de-Ainda-Estou-Aqui-vai-virar-serie-na-Netflix-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Feliz-Ano-Velho-livro-do-autor-de-Ainda-Estou-Aqui-vai-virar-serie-na-Netflix-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Feliz-Ano-Velho-livro-do-autor-de-Ainda-Estou-Aqui-vai-virar-serie-na-Netflix-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Feliz-Ano-Velho-livro-do-autor-de-Ainda-Estou-Aqui-vai-virar-serie-na-Netflix.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Produzido pela Amaia e pela O2 Filmes, série sobre autobiografia do autor Marcelo Rubens Paiva foi anunciada na 24ª edição da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty)</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/tv/feliz-ano-velho-livro-do-autor-de-ainda-estou-aqui-vai-virar-serie-na-netflix/">&#8216;Feliz Ano Velho&#8217;, livro do autor de &#8216;Ainda Estou Aqui&#8217;, vai virar série na Netflix</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Feliz-Ano-Velho-livro-do-autor-de-Ainda-Estou-Aqui-vai-virar-serie-na-Netflix-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Feliz-Ano-Velho-livro-do-autor-de-Ainda-Estou-Aqui-vai-virar-serie-na-Netflix-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Feliz-Ano-Velho-livro-do-autor-de-Ainda-Estou-Aqui-vai-virar-serie-na-Netflix-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Feliz-Ano-Velho-livro-do-autor-de-Ainda-Estou-Aqui-vai-virar-serie-na-Netflix-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Feliz-Ano-Velho-livro-do-autor-de-Ainda-Estou-Aqui-vai-virar-serie-na-Netflix-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Feliz-Ano-Velho-livro-do-autor-de-Ainda-Estou-Aqui-vai-virar-serie-na-Netflix.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><a href="https://rollingstone.com.br/tags/feliz-ano-velho/"><strong><em><span class="markuxsn82ddg" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Feliz</span> <span class="markueuhxv5xn" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Ano</span> <span class="mark9hkrft6xm" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Velho</span></em></strong></a>, a autobiografia de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/marcelo-rubens-paiva/"><strong>Marcelo Rubens Paiva</strong></a>, autor de <em><strong>Ainda Estou Aqui</strong></em>, vai ganhar uma adaptação para as telas pela <strong><a href="https://rollingstone.com.br/tags/netflix/">Netflix</a></strong>. A produção é da Amaia e da O2 Filmes. O anúncio foi feito durante a 24ª edição da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), da qual a Netflix é patrocinadora.</p> <p>“<em><span class="markuxsn82ddg" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Feliz</span> <span class="markueuhxv5xn" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Ano</span> <span class="mark9hkrft6xm" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Velho</span> já virou peça, musical, ópera e agora, finalmente, essa obra tão importante para a cultura brasileira será levada ao streaming</em>”, disse <strong>Marcelo Rubens Paiva</strong>. “<em>Estou muito empolgado por ver mais um casamento entre a literatura e o audiovisual brasileiro que leva nossas histórias das páginas às telas.</em>”</p> <h2>Qual é a história de <em>Feliz Ano Velho</em>?</h2> <p>Pioneiro na forma e no conteúdo, <strong><em><span class="markuxsn82ddg" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Feliz</span> <span class="markueuhxv5xn" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Ano</span> <span class="mark9hkrft6xm" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Velho</span></em></strong> é um romance autobiográfico sobre o acidente que deixou o autor tetraplégico aos 20 <span class="markueuhxv5xn" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">ano</span>s. Em tom confessional e linguagem coloquial, <strong>Paiva</strong> surpreende ao abordar uma passagem dramática de sua vida em relato irônico, rompendo com estereótipos ao tratar de deficiência e abordando também temas universais da juventude e da entrada na vida adulta.</p> <p>“<em>A partir de um relato extremamente pessoal, <span class="markuxsn82ddg" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Feliz</span> <span class="markueuhxv5xn" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Ano</span> <span class="mark9hkrft6xm" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Velho</span> consegue chegar ao tema universal de o que significa ser jovem. Talvez por isso tenha gerado uma conexão emocional tão forte com toda uma geração de leitores</em>&#8220;, diz <strong>Haná Vaisman</strong>, diretora de Séries de Ficção da Netflix. “<em>Nesta adaptação, queremos que quem já conhece a história se emocione ao vê-la nas telas, e novas gerações de fãs se apaixonem</em>”.</p> <p>&#8220;<em>Adaptar <span class="markuxsn82ddg" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Feliz</span> <span class="markueuhxv5xn" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Ano</span> <span class="mark9hkrft6xm" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Velho</span> para o audiovisual é também uma forma de dialogar com a trajetória do Marcelo, com a coragem que ele teve de transformar sua experiência pessoal em literatura universal. Há histórias que a gente produz, e há histórias que a gente sente que precisa contar</em>”, afirma <strong>Diane Maia</strong>, da AMAIA. “<em>Esta é uma história que marcou várias gerações, e produzi-la agora é uma honra e um prazer enorme</em>&#8220;, diz  <strong>Andrea Barata Ribeiro</strong>, da O2 Filmes.</p> <p>As gravações não foram iniciadas, e a série ainda não tem data de estreia.</p> <p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="https://rollingstone.com.br/tv/furia-vinicius-neri-mc-cabelinho-entrevista/">MC Cabelinho e Vinícius Neri falam sobre preparação, desafios e mais sobre ‘Fúria’</a></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/tv/feliz-ano-velho-livro-do-autor-de-ainda-estou-aqui-vai-virar-serie-na-netflix/">&#8216;Feliz Ano Velho&#8217;, livro do autor de &#8216;Ainda Estou Aqui&#8217;, vai virar série na Netflix</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  10. 50 Cent diz que consegue lotar estádios, assim como Jay-Z

    Wed, 29 Jul 2026 16:48:23 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/50-cent-Alexander-Tamargo-Getty-Images-E11EVEN-foto-jornalistica-2258756391-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="50 Cent" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/50-cent-Alexander-Tamargo-Getty-Images-E11EVEN-foto-jornalistica-2258756391-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/50-cent-Alexander-Tamargo-Getty-Images-E11EVEN-foto-jornalistica-2258756391-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/50-cent-Alexander-Tamargo-Getty-Images-E11EVEN-foto-jornalistica-2258756391-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/50-cent-Alexander-Tamargo-Getty-Images-E11EVEN-foto-jornalistica-2258756391-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/50-cent-Alexander-Tamargo-Getty-Images-E11EVEN-foto-jornalistica-2258756391.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Debate nas redes sociais foi provocado pelos três shows históricos de Hova; 50 Cent citou sua turnê de 103 apresentações como prova do próprio alcance</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/50-cent-diz-que-consegue-lotar-estadios-assim-como-jay-z/">50 Cent diz que consegue lotar estádios, assim como Jay-Z</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/50-cent-Alexander-Tamargo-Getty-Images-E11EVEN-foto-jornalistica-2258756391-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="50 Cent" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/50-cent-Alexander-Tamargo-Getty-Images-E11EVEN-foto-jornalistica-2258756391-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/50-cent-Alexander-Tamargo-Getty-Images-E11EVEN-foto-jornalistica-2258756391-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/50-cent-Alexander-Tamargo-Getty-Images-E11EVEN-foto-jornalistica-2258756391-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/50-cent-Alexander-Tamargo-Getty-Images-E11EVEN-foto-jornalistica-2258756391-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/50-cent-Alexander-Tamargo-Getty-Images-E11EVEN-foto-jornalistica-2258756391.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><a href="https://rollingstone.com.br/tags/50-cent/" target="_blank" rel="noopener"><strong>50 Cent</strong></a> se envolveu numa disputa virtual com o rapper <strong>J-Hood</strong> depois que ele questionou publicamente se o artista teria público suficiente para lotar o Yankee Stadium por três noites consecutivas, algo que <a href="https://rollingstone.com.br/musica/30-anos-de-reasonable-doubt-jay-z-sabe-que-o-passado-ainda-da-lucro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Jay-Z</strong> acabou de fazer no início de julho</a>. <strong>J-Hood</strong>, ex-afiliado do <strong>D-Block Records</strong> e ligado ao grupo <strong>The LOX</strong>, publicou um vídeo no Instagram em 15 de julho levantando a dúvida.</p> <p><a href="https://www.instagram.com/reels/Da63hSYMYir/">https://www.instagram.com/reels/Da63hSYMYir/</a></p> <p>A resposta de <strong>50 Cent</strong> veio rápida e direta nos comentários: “Minha última turnê teve 103 shows e foi a terceira maior bilheteria do hip hop. Me pesquise no Google, sou o <strong>50 Cent</strong>”.</p> <p><strong>J-Hood</strong> não recuou e voltou a comentar, esclarecendo que a dúvida era específica: não se tratava do alcance internacional de <strong>50 Cent</strong>, mas da capacidade de vender três noites em Nova York. “Eu sei o impacto que <em><strong>Get Rich or Die Tryin’</strong></em> (2003) teve internacionalmente, mas não sei se Nova York inteira apareceria para três shows do <strong>50 Cent</strong>”, afirmou.</p> <p>O contexto entre os dois tem camadas. <strong>J-Hood</strong> foi brevemente contratado pelo <strong>D-Block Records</strong>, selo liderado por <strong>Jadakiss</strong>, que anos atrás protagonizou uma curta rivalidade com <strong>50 Cent</strong>. A troca de farpas nas redes sociais, embora relativamente amena, carrega esse histórico de fundo. Mas o estopim do debate foi externo: os três shows históricos de <strong>Jay-Z</strong> no Yankee Stadium, em julho, que celebraram os 30 anos de <em><strong>Reasonable Doubt</strong></em> (1996) e os 25 anos de <em><strong>The Blueprint</strong></em> (2001), reunindo entre 120 e 145 mil pessoas ao longo das noites e batendo recordes de público no estádio.</p> <p>Sobre a afirmação de <strong>50 Cent</strong> de que a turnê <em><strong>Final Lap</strong></em> teria sido a terceira maior bilheteria do hip hop, os números contam uma história um pouco diferente. Segundo dados reunidos pela <a href="https://www.complex.com/music/a/treyalston/50-cent-j-hood-yankee-stadium-jay-z-final-lap" target="_blank" rel="noopener"><em>Complex</em></a>, o pódio, na prática, pertence a <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Kendrick-Lamar/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Kendrick Lamar</strong></a> e <a href="https://rollingstone.com.br/tags/sza/" target="_blank" rel="noopener"><strong>SZA</strong></a> com a <em><strong>Grand National Tour</strong></em> (US$ 332 milhões), <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Drake/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Drake</strong></a> com a <em><strong>It’s All a Blur Tour</strong></em> (US$ 321 milhões) e <strong>Jay-Z</strong> e <a href="https://rollingstone.com.br/tags/beyonce/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Beyoncé</strong></a> com a <em><strong>On the Run II</strong></em> (US$ 253 milhões). A <em><strong>Final Lap</strong></em> de <strong>50 Cent</strong> ficou fora desse grupo, apesar de ter sido uma das turnês mais longas e lucrativas da carreira.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/50-cent-explica-por-que-nao-pretende-lancar-musica-nova/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: 50 Cent explica por que não pretende lançar música nova</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/charli-xcx-aproveita-seu-momento-com-music-fashion-film/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Charli XCX aproveita seu momento com ‘Music, Fashion, Film’</strong></a></p> <p><!-- notionvc: 55d18c53-b608-4c99-a2be-8cadff371180 --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/50-cent-diz-que-consegue-lotar-estadios-assim-como-jay-z/">50 Cent diz que consegue lotar estádios, assim como Jay-Z</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>