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  1. Todos os convidados que Jay-Z levou ao palco no Yankee Stadium

    Tue, 14 Jul 2026 21:52:14 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jay-z-attends-Steph-Chambers-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2284779666-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Jay-Z" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jay-z-attends-Steph-Chambers-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2284779666-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jay-z-attends-Steph-Chambers-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2284779666-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jay-z-attends-Steph-Chambers-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2284779666-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jay-z-attends-Steph-Chambers-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2284779666-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jay-z-attends-Steph-Chambers-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2284779666.jpg 1920w" sizes="(max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>A lenda do rap levou Beyoncé, Rihanna, Eminem e outros amigos de diferentes fases da sua carreira ao longo de três noites no Bronx</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/todos-os-convidados-que-jay-z-levou-ao-palco-no-yankee-stadium/">Todos os convidados que Jay-Z levou ao palco no Yankee Stadium</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jay-z-attends-Steph-Chambers-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2284779666-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Jay-Z" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jay-z-attends-Steph-Chambers-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2284779666-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jay-z-attends-Steph-Chambers-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2284779666-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jay-z-attends-Steph-Chambers-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2284779666-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jay-z-attends-Steph-Chambers-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2284779666-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jay-z-attends-Steph-Chambers-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2284779666.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Os shows de aniversário de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/jay-z/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Jay-Z</strong></a> no Yankee Stadium — um para celebrar <em><strong>Reasonable Doubt</strong></em> aos 30, outro para <em><strong>The Blueprint</strong></em> aos 25, e um show de “<strong>Extra Innings</strong>” para os fãs — realmente só precisavam de um nome no pôster para parecerem eventos gigantescos. É um grande acontecimento quando <strong>Jay-Z</strong> faz um show em estádio na sua cidade natal, especialmente celebrando dois dos melhores álbuns já feitos. Mas ele deixou essas noites ainda mais especiais ao trazer uma verdadeira cavalaria de estrelas nas três apresentações, com um repertório que ressaltou o lugar central que ele ocupa nas últimas três décadas da música. É um artista que tem um monte de números famosos salvos no celular, caso você tenha esquecido. Aqui estão todos os convidados que <strong>Jay-Z</strong> levou ao palco no Yankee Stadium em 10, 11 e 12 de julho de 2026.</p> <h2><strong>Beyoncé</strong></h2> <p>Se <strong>Jay-Z</strong> está se apresentando em um grande evento, é seguro apostar que <a href="https://rollingstone.com.br/tags/beyonce/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Beyoncé</strong></a> também vai aparecer. E foi exatamente isso: ela surgiu logo na primeira música da noite um, cantando o refrão de “<strong>Can’t Knock the Hustle</strong>”. Ela voltou na noite três para fazer a sua própria “<strong>Drunk in Love</strong>”. Nos dois momentos, o estádio inteiro vibrou pelo casal mais poderoso da música.</p> <h2><strong>Blue Ivy Carter</strong></h2> <p><iframe title="Jay-Z Stuns Fans as Beyoncé and Blue Ivy Deliver Surprise Performances at Anniversary Concert" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/wmVpDANyPgk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>Os laços familiares continuaram na noite um quando <strong>Blue Ivy Carter</strong> (que é cerca de uma década e meia mais nova que <em><strong>Reasonable Doubt</strong></em>) se juntou ao pai para tocar piano em “<strong>Feelin’ It</strong>”. Aos 14 anos, já está claro que ela segue os passos talentosos dos pais.</p> <h2><strong>Nas</strong></h2> <p><iframe title="Jay Z &amp; Nas &quot;Dead Presidents/The World Is Yours/NY State Of Mind/Where I&#039;m From&quot; LIVE Yankee Stadium" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/c2wQL_zY0Ns?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>Se você pudesse voltar no tempo para o verão de 2001 e dizer a um fã de rap que <strong>Jay-Z</strong> e <a href="https://rollingstone.com.br/tags/nas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Nas</strong></a> se apresentariam juntos no palco do Yankee Stadium 25 anos depois, a pessoa riria da sua cara. Foi naquele período que a rivalidade, que já fervia há tempos, entre duas lendas do rap de Nova York explodiu publicamente quando <strong>Jay-Z</strong> estreou, de forma infame, “<strong>Takeover</strong>”, um ataque feroz aos rivais, no Summer Jam da <strong>Hot 97</strong>. Mas isso já é história antiga: os dois astros, que fizeram as pazes há muito tempo, ficaram lado a lado na noite um para fazer as duas versões de “<strong>Dead Presidents</strong>” — uma música cujo sample da voz de <strong>Nas</strong> foi muito debatido durante a briga em 2001 — e ainda mandaram alguns clássicos de <strong>Nas</strong> (“<strong>The World Is Yours</strong>”, “<strong>N.Y. State of Mind</strong>”).</p> <h2><strong>Memphis Bleek</strong></h2> <p><iframe loading="lazy" title="JAY Z BRINGS OUT JAZ O &amp; MEMPHIS BLEEK @ JAY Z 30 Night 1" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/VH4uazWg5rs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><strong>Memphis Bleek</strong> é um dos pupilos mais leais de <strong>Jay-Z</strong>, alguém que está ao lado dele desde os tempos dos Marcy Projects. (Como <strong>Jay-Z</strong> rimou de forma memorável em 2005 no remix de “<strong>Diamonds from Sierra Leone</strong>”: “Bleek could be one hit away his entire career/As long as I’m alive, he’s a millionaire/And even if I die, he’s in my will somewhere”.) Então, claro, ele apareceu na noite um para se juntar a <strong>Jay-Z</strong> na colaboração “<strong>Coming of Age</strong>”.</p> <h2><strong>Jaz-O</strong></h2> <p><iframe loading="lazy" title="Jay-Z Performs “Bring It On” with Jaz-O + “Regrets” LIVE at Yankee Stadium!!!" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/4l6Jupq4XFo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>O veterano do Bed-Stuy <strong>Jaz-O</strong> é outra figura-chave do início da carreira de <strong>Jay-Z</strong>, com quem ele teve uma relação mais complicada ao longo dos anos. Foi o mentor que apresentou <strong>Jay-Z</strong> ao mundo da música no fim dos anos 1980, colocando-o em “<strong>Hawaiian Sophie</strong>”, de 1989, muito antes de o mundo saber seu nome. Eles se mantiveram próximos enquanto <strong>Jay-Z</strong> virava um superstar na segunda metade dos anos 1990, mas depois se afastaram. Desde então, fizeram as pazes, e foi um momento de ciclo completo quando <strong>Jaz-O</strong> apareceu para cantarem juntos a música de 1996 “<strong>Bring It On</strong>”.</p> <h2><strong>Alicia Keys</strong></h2> <p><iframe loading="lazy" title="Jay-Z and Alicia Keys “Empire State of Mind”, Yankee Stadium, NYC 7/10/26" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xaLZskMIFOM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>O encore da noite um começou com a participação especial de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/alicia-keys_1/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Alicia Keys</strong></a>, que fez um cover de “<strong>New York State of Mind</strong>”, de <strong>Billy Joel</strong>, antes de cantar com <strong>Jay-Z</strong> o hit de 2009 “<strong>Empire State of Mind</strong>”. Enquanto ela soltava aquele refrão — “Let’s hear it for New York, concrete jungle where dreams are made of…”, — o espírito da cidade estava em alta.</p> <h2><strong>Slick Rick</strong></h2> <p><iframe loading="lazy" title="Jay-Z brings out Slick Rick for The Ruler&#039;s Back at #JayZ25" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/tHLjd6IIubY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><strong>Jay-Z</strong> abriu a noite dois com uma rara performance de “<strong>The Ruler’s Back</strong>”, a primeira faixa de <em><strong>The Blueprint</strong></em>. Como a música era uma homenagem à faixa homônima de <strong>Slick Rick</strong>, de 1991 (algo que passou batido para parte dos fãs na época), ele trouxe o ícone do rap de tapa-olho e sotaque britânico para cantar com ele, e ainda deu a <strong>Slick Rick</strong> um momento extra de destaque com “<strong>La Di Da Di</strong>”. Um brinde a isso.</p> <h2><strong>Eminem</strong></h2> <p><iframe loading="lazy" title="Eminem x Jay-Z — Full Multicam Surprise Performance (Renegade &amp; Lose Yourself, NYC 07/11/26)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xXPTw3b__ko?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><em><strong>The Blueprint</strong></em> tem, famosamente, apenas uma participação vocal creditada: <a href="https://rollingstone.com.br/tags/eminem/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Eminem</strong></a>, que, no auge do seu sucesso estratosférico em 2001, apareceu em “<strong>Renegade</strong>”, dando início a anos de debate sobre quem “lavou” quem na música. (A resposta sempre foi: os dois entregaram performances incríveis em “<strong>Renegade</strong>”, e a música não seria tão boa sem os versos de ambos se complementando.) <strong>Eminem</strong> raramente se apresenta em público, mas apareceu para apoiar <strong>Jay-Z</strong> na noite dois e ainda emendou o próprio megahit “<strong>Lose Yourself</strong>”.</p> <h2><strong>Pharrell Williams</strong></h2> <p><iframe loading="lazy" title="Pharrell Says Jay-Z Is Ready For War During The Final Extra Innings Concert At Yankee Stadium" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/FSlDIaZxQ4s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/tags/pharrell-williams/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pharrell Williams</strong></a> e <strong>Jay-Z</strong> construíram uma parceria próxima no fim dos anos 1990, quando os <strong>Neptunes</strong> produziram muitos dos maiores e melhores hits de <strong>Jay-Z</strong>. Embora a dupla de produção tenha seguido caminhos diferentes desde então, <strong>Pharrell Williams</strong> continua próximo de <strong>Jay-Z</strong>, e eles tocaram juntos durante boa parte do encore da noite dois: “<strong>Excuse Me Miss</strong>”, “<strong>La La La</strong>”, “<strong>I Just Wanna Love U (Give It 2 Me)</strong>”, “<strong>Frontin’</strong>”, “<strong>Allure</strong>”. Foi um mini-set que poderia ter sido o show principal em outra apresentação — e eles repetiram na noite três.</p> <h2><strong>Teyana Taylor</strong></h2> <p><iframe loading="lazy" title="JAY-Z CONVOCA TEYANA TAYLOR PARA &#039;CAN&#039;T KNOCK THE HUSTLE&#039; NO YANKEE STADIUM" width="422" height="750" src="https://www.youtube.com/embed/JPbgmbLmTUQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>O show “<strong>Extra Innings</strong>” da noite três teve o maior número de convidados de todo o fim de semana, começando com a própria Harlem representada por <a href="https://rollingstone.com.br/tags/teyana-taylor/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Teyana Taylor</strong></a>, que apareceu para fazer a parte de <strong>Mary J. Blige</strong> em “<strong>Can’t Knock the Hustle</strong>”. Para quem está anotando: ela estrelou um dos <em><strong>melhores filmes</strong></em> do ano passado e ganhou um destaque de peso no show em estádio de um herói da cidade este ano. Quem poderia “knock that hustle”.</p> <h2><strong>Jermaine Dupri</strong></h2> <p><iframe loading="lazy" title="JAY Z brings TEYANA TAYLOR &amp; JERMAINE DUPRI After 4 HOUR WAIT @ Extra Innings in Yankees Stadium" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/90hbmQc3m5o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>“<strong>Money Ain’t a Thang</strong>”, de 1998, foi um grande momento na ascensão de <strong>Jay-Z</strong> ao estrelato comercial, então foi mais do que justo <a href="https://rollingstone.com.br/tags/jermaine-dupri/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Jermaine Dupri</strong></a> aparecer para cantá-la com ele na noite três. Os dois magnatas do rap de uma certa idade pareciam se divertir muito, colocando o papo em dia.</p> <h2><strong>Jeezy</strong></h2> <p><iframe loading="lazy" title="Jay-Z brings out Jeezy- “Go Crazy” Live at Yankee Stadium 7.12.2026 Extra Innings #SampleBible " width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/puJYfUX6mEE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>A energia de Atlanta continuou na noite três quando <strong>Jeezy</strong>, que colaborou com <strong>Jay-Z</strong> várias vezes nos anos 2000 e 2010, apareceu para cantar “<strong>Seen It All</strong>” e “<strong>Go Crazy</strong>” usando um figurino afiado com o famoso logo do boneco de neve.</p> <h2><strong>Usher</strong></h2> <p><iframe loading="lazy" title="JAY Z Brings USHER &amp; JEEZY @ Extra Innings in Yankee Stadium" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/h44hMumbw34?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/tags/usher/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Usher</strong></a> fez o público gritar desde o momento em que apareceu na noite três para cantar o sample de <strong>Al Green</strong> em “<strong>Heart of the City</strong>”. Ele chegou com um look de couro preto e seu clássico colar em U, e os gritos ficaram ainda mais altos quando ele tirou a jaqueta e revelou o peito nu. E, caso isso soe superficial, vale acrescentar: seus vocais, suaves como manteiga, estavam incríveis.</p> <h2><strong>Rihanna</strong></h2> <p><iframe loading="lazy" title="Jay-Z &amp; Rihanna Run This Town (Live at Yankee Stadium) Full Performance 4k" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/aRn_MF-ggQo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>Durante todo o fim de semana, rolou especulação sobre se <strong>Jay-Z</strong> traria <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Rihanna/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rihanna</strong></a>, que ele ficou famoso por contratar para a <strong>Def Jam</strong> durante sua passagem como presidente e CEO do selo em meados dos anos 2000. Ela finalmente apareceu na noite três, com um visual impecavelmente estiloso, para cantar o hit de 2009 “<strong>Run This Town</strong>” e, em seguida, seu próprio “<strong>Bitch Better Have My Money</strong>”. Faz alguns anos que ela não fazia uma apresentação pública nos EUA, e parecia muito feliz por estar de volta: “Oh, my God. I missed this shit, y’all!”.</p> <h2><strong>The-Dream</strong></h2> <p><iframe loading="lazy" title="Jay-Z brings out The Dream for &quot;No Church In The Wild&quot; @ Yankee Stadium; EXTRA INNINGS! NYC!" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Yz1ztBJgUqk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>Quando <strong>Jay-Z</strong> cantou “<strong>No Church in the Wild</strong>”, de 2011, ele teve que fazê-la sem duas das pessoas que ajudaram a criar a música: <strong>Kanye West</strong>, cuja espiral descendente desde então é trágica, e <strong>Frank Ocean</strong>, que simplesmente não parece gostar muito de se apresentar. Na noite três, pelo menos ele contou com <strong>The-Dream</strong>, que apareceu para cantar o refrão.</p> <h2><strong>Swizz Beatz</strong></h2> <p><iframe loading="lazy" title="Jay Z Brings Out Jadakiss And Fat Joe On The Stage To Perform ’New York’ Together At Yankee Stadium" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/obrStnt5bzA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><strong>Swizz Beatz</strong> participou de algumas excelentes músicas de <strong>Jay-Z</strong> ao longo dos anos, e foi uma delícia vê-lo aparecer na noite três para ajudar <strong>Jay-Z</strong> em “<strong>Jigga My N—-</strong>”, “<strong>On to the Next One</strong>” e um medley que incluiu trechos de “<strong>Money, Cash, Hoes</strong>”, “<strong>Ruff Ryder’s Anthem</strong>” e mais, com todos os seus ad-libs característicos e batidas “quebrando teclado”.</p> <h2><strong>Clipse</strong></h2> <p><iframe loading="lazy" title="Jay-Z brings out Clipse- “Grindin” Live at Yankee Stadium 7.12.2026 Extra Innings #SampleBible" width="422" height="750" src="https://www.youtube.com/embed/l04JN25Gen8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/tags/pusha-t_1/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pusha T</strong></a> já falou muitas vezes sobre seu respeito e admiração pela música de <strong>Jay-Z</strong>, e quando <strong>Pharrell Williams</strong> apareceu na noite três, era só uma questão de tempo até que ele trouxesse os melhores da Virgínia. <strong>Pusha T</strong> e <a href="https://rollingstone.com.br/tags/malice/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Malice</strong></a> cantaram o amado hit de 2002 “<strong>Grindin’</strong>” com <strong>Jay-Z</strong> no palco, e foi um momento inesquecível para todo mundo.</p> <h2><strong>Fat Joe e Jadakiss</strong></h2> <p><iframe loading="lazy" title="Jay Z Brings Out Jadakiss And Fat Joe On The Stage To Perform ’New York’ Together At Yankee Stadium" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/obrStnt5bzA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>Esses shows foram cheios de orgulho nova-iorquino, e tudo se juntou perto das 3 da manhã na noite três, quando <strong>Fat Joe</strong> e <strong>Jadakiss</strong> apareceram para cantar a música de 2004 “<strong>New York</strong>” (infelizmente, sem <strong>Ja Rule</strong>). Enquanto os fãs, que já estavam lá havia horas, cantavam junto o refrão, parecia mesmo que era a melhor cidade do mundo.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/30-anos-de-reasonable-doubt-jay-z-sabe-que-o-passado-ainda-da-lucro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: 30 anos de ‘Reasonable Doubt’: Jay-Z sabe que o passado ainda dá lucro</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/de-vini-jr-a-kevin-de-bruyne-como-jay-z-se-tornou-um-dos-empresarios-mais-poderosos-do-futebol-mundial/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: De Vini Jr. a Kevin De Bruyne: como Jay-Z se tornou um dos empresários mais poderosos do futebol mundial</strong></a></p> <p><!-- notionvc: 8c972edd-3fa6-48cd-936c-39daa8286aca --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/todos-os-convidados-que-jay-z-levou-ao-palco-no-yankee-stadium/">Todos os convidados que Jay-Z levou ao palco no Yankee Stadium</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  2. A guerra do Irã está quase acabando. A guerra do Irã nunca vai terminar

    Tue, 14 Jul 2026 21:52:09 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/donald-trump-Samuel-Corum-Getty-Images-foto-jornalistica-2255276800-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Donald Trump" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/donald-trump-Samuel-Corum-Getty-Images-foto-jornalistica-2255276800-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/donald-trump-Samuel-Corum-Getty-Images-foto-jornalistica-2255276800-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/donald-trump-Samuel-Corum-Getty-Images-foto-jornalistica-2255276800-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/donald-trump-Samuel-Corum-Getty-Images-foto-jornalistica-2255276800-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/donald-trump-Samuel-Corum-Getty-Images-foto-jornalistica-2255276800.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Donald Trump mergulhou os Estados Unidos exatamente no tipo de “guerra eterna” contra o qual fez campanha — e você está pagando por isso</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/politica/a-guerra-do-ira-esta-quase-acabando-a-guerra-do-ira-nunca-vai-terminar/">A guerra do Irã está quase acabando. A guerra do Irã nunca vai terminar</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/donald-trump-Samuel-Corum-Getty-Images-foto-jornalistica-2255276800-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Donald Trump" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/donald-trump-Samuel-Corum-Getty-Images-foto-jornalistica-2255276800-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/donald-trump-Samuel-Corum-Getty-Images-foto-jornalistica-2255276800-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/donald-trump-Samuel-Corum-Getty-Images-foto-jornalistica-2255276800-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/donald-trump-Samuel-Corum-Getty-Images-foto-jornalistica-2255276800-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/donald-trump-Samuel-Corum-Getty-Images-foto-jornalistica-2255276800.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Os Estados Unidos estão em guerra no Irã? A resposta mais simples é sim, embora seja compreensível estar confuso ultimamente.</p> <p>Na segunda-feira, após dias de bombardeios entre os dois países, o <em>The New York Times</em> <a href="https://www.nytimes.com/live/2026/07/13/world/iran-war-us-trump-hormuz" target="_blank" rel="noopener">informou</a> que começamos a “caminhar de novo rumo à guerra”. O <em>The Washington Post</em> <a href="https://www.washingtonpost.com/world/2026/07/13/airstrikes-intensify-between-us-iran/" target="_blank" rel="noopener">disse</a> que estamos “escalando o conflito” depois de “retirar a última grande concessão” que teria “ajudado a fomentar um cessar-fogo”. O presidente <a href="https://rollingstone.com.br/tags/donald-Trump/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Donald Trump</strong></a> afirmou diretamente que estamos “restabelecendo O BLOQUEIO IRANIANO”, mas que o Estreito de Ormuz, a via navegável fundamental que virou o centro do conflito, está “ABERTO e permanecerá ABERTO”.</p> <p>Você vai notar que todas essas reações deixam meio nebuloso se estamos ou não “em guerra” — mas, na prática, essa semântica pouco importa quando pessoas estão atirando umas nas outras. Estamos em guerra. Pessoas estão morrendo. Por razões inexplicáveis, com resultados inexplicáveis, com objetivos inexplicáveis e sem fim à vista. Não estamos “caminhando” para nada, não paramos de atirar, a trégua não é “frágil”, nem sequer está sob “crescente tensão”. Estamos em guerra. A essa altura, já deveríamos estar acostumados.</p> <p>As notícias desta semana são relativamente simples. Depois de semanas de uma guerra um pouco menos violenta, <strong>Donald Trump</strong> empurrou os EUA de volta para uma guerra mais intensa com o Irã ao autorizar dezenas de ataques pelo país. Dá para ver alguns em vídeo, incluindo dois <a href="https://x.com/CENTCOM/status/2076679617440530442" target="_blank" rel="noopener">drones marítimos dos EUA explodindo uma instalação de manutenção naval iraniana</a> no domingo. Em resposta, o Irã lançou mísseis contra várias bases dos EUA no Golfo Pérsico, o que levou os EUA a responderem restabelecendo o bloqueio no estreito — uma forma em grande parte simbólica de dizer: “Vamos atirar em barcos que quisermos atirar se tentarem navegar por Ormuz”.</p> <p>Agora <strong>Trump</strong> tenta ir ainda mais longe, <a href="https://x.com/atrupar/status/2076672463916646615" target="_blank" rel="noopener">alegando</a> no <strong>Truth Social</strong> que a América é a “GUARDIÃ DO ESTREITO DE ORMUZ” e que, por assumir essa responsabilidade, tem direito a uma taxa de 20% sobre qualquer carga transportada pelo estreito. O problema é que o Irã também tem uma política de “vamos atirar em barcos que quisermos atirar se tentarem navegar por Ormuz” e também, em algum momento de uma negociação ou outra, já exigiu taxas semelhantes. No mês passado, o secretário de Estado <strong>Marco Rubio</strong> alegou que isso seria impossível porque “nenhum país tem permissão para cobrar pedágios ou taxas em uma via navegável internacional”. Agora os EUA estão tentando fazer exatamente isso.</p> <p>É difícil acompanhar. Enquanto eu escrevia este artigo, o presidente <a href="https://x.com/kaitlancollins/status/2076767923570401378" target="_blank" rel="noopener">anunciou</a> que íamos “<a href="https://x.com/kaitlancollins/status/2076767923570401378" target="_blank" rel="noopener">eliminar</a>” um importante sítio nuclear iraniano chamado Pickaxe Mountain. “A gente vai acertar eles muito forte hoje à noite e vai acertar muito forte amanhã. E não há absolutamente nada que eles possam fazer. Eles não têm nada além de boca grande”, <a href="https://x.com/atrupar/status/2076765736358273410" target="_blank" rel="noopener">disse <strong>Trump</strong></a>. Há uma enxurrada de informação e desinformação e postagens em letras maiúsculas do presidente. Quase nada faz sentido. O termo que descreve esse estado de existência nacional é “guerra eterna”. É um termo que políticos usam com frequência quando atacam um antecessor e dizem que serão diferentes. <strong>Trump</strong> fez isso em 2016 e <a href="https://www.presidency.ucsb.edu/documents/remarks-accepting-election-the-47th-president-the-united-states-palm-beach-florida" target="_blank" rel="noopener">de novo em 2024</a>. <strong>Biden</strong> fez isso em 2020. A mensagem política perde o ponto principal: se você é presidente dos Estados Unidos, a guerra pode ser uma coisa boa — especialmente quando todo o resto está indo mal — e, quanto menos as pessoas a entendem, melhor.</p> <p>Todo esse caos — as manchetes confusas, os paradoxos do cessar-fogo, as intermináveis “conversas de paz” —, neste caso e em tantos outros, é justamente o objetivo. Ele pode ser moldado como desculpa, justificativa, explicação fácil para qualquer coisa que o presidente queira que seja em determinado momento. O país está em guerra, o que significa que temos um inimigo. Se <strong>Trump</strong> quiser dizer que temos um cessar-fogo, ele pode. Se quiser dizer que está bombardeando de forma heroica e corajosa, ele pode. Se o preço da gasolina e as taxas de hipoteca subirem, então a culpa é do Irã por prolongar a guerra. Se caírem, na verdade é porque os EUA conquistaram uma grande vitória em batalha.</p> <p>Quanto a guerra realmente nos custou até agora — como a maioria dos envolvimentos dos EUA no exterior — é difícil de contabilizar por design. A <strong>Moody’s</strong> estimou que, em meados de junho, era algo como <a href="https://www.npr.org/2026/06/17/nx-s1-5860739/iran-war-cost-oil-military-trade" target="_blank" rel="noopener">US$ 130 bilhões no total</a>, ou perto de US$ 1.000 para cada família americana. O que sabemos é que <strong>Trump</strong> está sempre, sempre faminto por mais dinheiro. No mês passado, pediu quase US$ 88 bilhões em financiamento adicional, a maior parte destinada às “necessidades urgentes” do Departamento de Defesa. Uma dessas necessidades urgentes é repor munições, o que nos dá uma estimativa aproximada de quanto dinheiro <strong>Trump</strong> já despejou em terra iraniana desde que a guerra começou, no fim de fevereiro. Segundo uma reportagem do <a href="https://readsludge.com/2026/06/26/trumps-88b-iran-war-supplemental-would-reward-the-contractors-funding-his-fourth-of-july-bash/" target="_blank" rel="noopener">site de finanças políticas <em>Sludge</em></a>, esse número chega a cerca de US$ 21 bilhões.</p> <p>Tudo isso é seu dinheiro. Tudo isso está indo para as mãos da <strong>Lockheed Martin</strong> e da <strong>Raytheon</strong>, as duas contratadas que fabricam a maior parte das munições que estamos usando para matar pessoas e destruir infraestrutura em outra nação soberana. <strong>Lockheed</strong> e <strong>Raytheon</strong> foram patrocinadoras-chave das celebrações America 250 de <strong>Trump</strong>.</p> <p>Isso não é um fenômeno novo. O vice-presidente <strong>Dick Cheney</strong>, um dos principais arquitetos da invasão do Iraque pelo governo <strong>George W. Bush</strong> em 2003, foi presidente do conselho e CEO da empreiteira de defesa <strong>Halliburton</strong> imediatamente antes de assumir o cargo com <strong>Bush</strong>. (Antes disso, foi secretário de Defesa do pai de <strong>Bush</strong>.)</p> <p>As consequências de tudo isso — dos acordos econômicos sendo fechados entre nações ricas em petróleo do Golfo Pérsico e a Rússia sob sanções até a China queimando seus estoques de petróleo para exercer maior controle sobre o preço global do barril — são incontáveis e importam. Mas você não deveria entender nem acompanhar. <strong>Trump</strong> está com o dedo sobre uma ferida aberta na ordem internacional. Quando quer pressionar, ele pressiona. Quando quer aliviar, ele alivia.</p> <p>Até lá, estamos em guerra. Não deixe <strong>Trump</strong> nem as manchetes enganarem você. Estamos em guerra porque o presidente quer que estejamos, porque isso enriquece os amigos dele, porque isso lhe dá o poder de tirar vidas e arrecadar dinheiro em somas difíceis de alguém comum — que trabalha para viver com dois contracheques por mês — compreender. É assim que nosso país funciona. Estamos em guerra. Trabalhamos para financiar um aparato militar que luta para justificar a própria existência, uma instituição abrangente que servirá como o pilar final e único da civilização americana até o dia em que desmoronar sob o próprio peso.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/industria-fonografica-propoe-adicionar-selos-a-musica-gerada-por-inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Indústria fonográfica propõe adicionar selos à música gerada por inteligência artificial</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/os-50-melhores-suspenses-eroticos-segundo-rolling-stone/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Os 50 melhores thrillers eróticos de todos os tempos, segundo Rolling Stone</strong></a></p> <p><!-- notionvc: 73a7486e-8a1b-4168-bddf-c7db0efe5ba1 --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/politica/a-guerra-do-ira-esta-quase-acabando-a-guerra-do-ira-nunca-vai-terminar/">A guerra do Irã está quase acabando. A guerra do Irã nunca vai terminar</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  3. Jon Stewart critica a reação de Trump à morte de Lindsey Graham

    Tue, 14 Jul 2026 21:52:07 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/jon-stewart-Phillip-Faraone-Getty-Images-Comedy-Central-foto-jornalistica-2219109502-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Jon Stewart" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/jon-stewart-Phillip-Faraone-Getty-Images-Comedy-Central-foto-jornalistica-2219109502-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/jon-stewart-Phillip-Faraone-Getty-Images-Comedy-Central-foto-jornalistica-2219109502-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/jon-stewart-Phillip-Faraone-Getty-Images-Comedy-Central-foto-jornalistica-2219109502-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/jon-stewart-Phillip-Faraone-Getty-Images-Comedy-Central-foto-jornalistica-2219109502-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/jon-stewart-Phillip-Faraone-Getty-Images-Comedy-Central-foto-jornalistica-2219109502.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>“Acho que o presidente passou voando pelos cinco primeiros estágios do luto e foi direto para o número seis: Que se foda esse cara”</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/jon-stewart-critica-a-reacao-de-trump-a-morte-de-lindsey-graham/">Jon Stewart critica a reação de Trump à morte de Lindsey Graham</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/jon-stewart-Phillip-Faraone-Getty-Images-Comedy-Central-foto-jornalistica-2219109502-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Jon Stewart" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/jon-stewart-Phillip-Faraone-Getty-Images-Comedy-Central-foto-jornalistica-2219109502-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/jon-stewart-Phillip-Faraone-Getty-Images-Comedy-Central-foto-jornalistica-2219109502-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/jon-stewart-Phillip-Faraone-Getty-Images-Comedy-Central-foto-jornalistica-2219109502-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/jon-stewart-Phillip-Faraone-Getty-Images-Comedy-Central-foto-jornalistica-2219109502-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/jon-stewart-Phillip-Faraone-Getty-Images-Comedy-Central-foto-jornalistica-2219109502.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>No episódio mais recente de <em><strong>The Daily Show</strong></em>, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/jon-stewart/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Jon Stewart</strong></a> comentou a reação morna de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/donald-Trump/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Donald Trump</strong></a> à morte do senador <strong>Lindsey Graham</strong>, que morreu em sábado, 11.</p> <p>“A grande notícia do fim de semana foi o falecimento repentino do senador <strong>Lindsey Graham</strong>, da Carolina do Sul”, disse <strong>Stewart</strong> ao abrir o programa. “Agora, obviamente, eu o conhecia um pouco por fazer lobby lá no Capitólio, mas não o conhecia tão bem. Então vou deixar o melhor amigo do <strong>Lindsey Graham</strong> homenagear o falecido senador”.</p> <p>Em seguida, <strong>Stewart</strong> exibiu um trecho de <em><strong>Fox &amp; Friends</strong></em> (1998), em que <strong>Trump</strong> ligou e disse: “Ele era um grande cara e era meu amigo. Ele me ligava o tempo todo. Ele só — eu dizia: ‘Pare de me ligar, Lindsey’”.</p> <p><strong>Stewart</strong> imitou <strong>Trump</strong>: “‘Nunca vou esquecer o jeito como eu sempre deixava cair na caixa postal. Era a nossa coisa’” e acrescentou: “Obviamente, ele está só começando o elogio fúnebre com uma nota leve. Tenho certeza de que a comoção vem depois”.</p> <p>Depois, o apresentador voltou a uma sequência de reações de <strong>Trump</strong>, incluindo: “Ele adorava jogar golfe. Ele adorava ficar ao ar livre. Não é que ele fosse um grande batedor da bola. Ele não era <strong>Jack Nicklaus</strong>. Não era <strong>Tiger</strong>,.” “Ele era totalmente contra mim. Ele disse: ‘Vou te pegar na Carolina do Sul. Vou te pegar na Carolina do Sul’,. Isso não deu muito certo. Foi uma campanha feia. Ele era duro e maldoso”. “Eu queria ver a guerra na Ucrânia acabar muito rapidamente. Acho que ele era mais a favor de, sabe, mantê-la rolando, francamente”. “Ele era um político totalmente viciado em trabalho. Sabe, tem gente que não chama isso de trabalho. Tem gente que chama isso de muita conversa”.</p> <p><strong>Stewart</strong> respondeu: “Bem, acho que o presidente passou voando pelos cinco primeiros estágios do luto e foi direto para o número seis: Que se foda esse cara”.</p> <p>Ele observou que <strong>Trump</strong> apareceu em quase todos os programas de TV para lembrar de <strong>Graham</strong>, mesmo quando o “apresentador do programa parecia não querer que ele estivesse ali”. <strong>Stewart</strong> exibiu um trecho de <strong>Trump</strong> na Fox News continuando a falar enquanto o repórter tentava interromper com perguntas. “‘Ah, não, desculpe, Sr. Presidente, a emissora está passando por um túnel’!”, brincou <strong>Stewart</strong>.</p> <p>Em outro trecho, <strong>Trump</strong> revelou que deu a <strong>Graham</strong> um “99 de 100” na vida por causa da reação dele ao 6 de janeiro. <strong>Stewart</strong> comentou: “Minha parte favorita de qualquer elogio fúnebre é quando anunciam a pontuação de vida da pessoa. Ele está fazendo um elogio como se fosse o <strong>Portnoy</strong> fazendo uma avaliação de pizza”.</p> <p><strong>Stewart</strong> também se espantou com o fato de <strong>Graham</strong> ter morrido antes de <strong>Mitch McConnell</strong>. “Como caralhos isso é possível?”, perguntou o apresentador. “É difícil de acreditar. <strong>McConnell</strong> era quem passava muito tempo entrando e saindo de hospitais desde os episódios de ‘buffering’ no Capitólio. <strong>McConnell</strong> era quem desapareceu de repente por um mês e ninguém ouviu falar dele, a ponto de o governador do próprio estado dele pedir prova de vida, que, coincidentemente, a gente recebeu ontem”.</p> <p><iframe loading="lazy" title="Jon Stewart on Lindsey Graham&#039;s Death &amp; America&#039;s Geriatric Political Class | The Daily Show" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xH-yAy8_yB4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/noticia/trump-chama-arbitro-brasileiro-de-suspeito-e-confirma-contato-com-fifa-sobre-expulsao-de-balogun/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Trump chama árbitro brasileiro de ‘suspeito’ e confirma contato com FIFA sobre expulsão de Balogun</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/bruce-springsteen-se-considera-um-patriota-por-se-opor-a-trump-patriotismo-critico/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Bruce Springsteen se considera um “patriota” por se opor a Trump: ‘Patriotismo crítico’</strong></a></p> <p><!-- notionvc: 4e38bf16-08ce-499f-8b65-ee0151c8149a --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/jon-stewart-critica-a-reacao-de-trump-a-morte-de-lindsey-graham/">Jon Stewart critica a reação de Trump à morte de Lindsey Graham</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  4. Iron Maiden vende parte de seu catálogo e imagem; entenda o que significa

    Tue, 14 Jul 2026 21:22:23 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/07/steve-harris-iron-maiden-2025-foto-per-ole-hagen-redferns.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Steve Harris durante show do Iron Maiden em 2025" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p> <p>Banda britânica de heavy metal firmou acordo com a empresa sueca Pophouse Entertainment; primeiros frutos já foram anunciados</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/iron-maiden-vende-parte-de-seu-catalogo-e-imagem-entenda-o-que-significa/">Iron Maiden vende parte de seu catálogo e imagem; entenda o que significa</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/07/steve-harris-iron-maiden-2025-foto-per-ole-hagen-redferns.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Steve Harris durante show do Iron Maiden em 2025" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p>A tendência de artistas de sucesso venderem seu catálogo continua em frente. O nome mais recente a aderir é o <a href="https://rollingstone.com.br/tags/iron-maiden/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Iron Maiden</strong></a>, que firmou um acordo com a <strong>Pophouse Entertainment</strong> para a empresa adquirir uma participação de 50% em tudo relacionado à banda.</p> <p>Segundo a <a href="https://www.billboard.com/pro/iron-maiden-sells-half-their-catalog-pophouse-entertainment/" target="_blank" rel="noopener">Billboard</a>, os valores exatos da transação estão mantidos em segredo. Os termos englobam diversas propriedades intelectuais do Iron Maiden. Primeiro, direitos de catálogo e editoria, que envolvem as gravações originais e qualquer nova versão feita pela própria banda ou outros artistas. Além disso, estão inclusos nome, imagem e marcas referentes ao grupo, que podem ser aplicados a mercadoria ou projetos audiovisuais.</p> <p>Isso basicamente torna a companhia sueca uma sócia igualitária à entidade do grupo. Entenda os pontos envolvidos:</p> <ul> <li>Ao adquirir uma participação nos direitos de catálogo (gravação), a Pophouse passa a receber uma parte das receitas provenientes das explorações da obra do Maiden — como a reprodução em streaming, venda em mídia física, licenciamento para filmes e séries, etc — e participa das decisões estratégicas sobre como essas músicas serão licenciadas e monetizadas.</li> <li>Por sua vez, os direitos editoriais se referem à composição (música e letra). Ou seja: se algum artista faz um cover ou a partitura é publicada, a Pophouse passa a deter uma participação econômica no valor recebido. A administração neste caso segue feita pela gravadora do Iron Maiden, BMG.</li> <li>A parte de direitos de nome, imagem e marcas envolve uma série de possibilidades, pois engloba também o uso do mascote Eddie. Eventos, filmes, games, livros&#8230; todo tipo de circunstância ou produto licenciado poderá ser feito, desde que consultando previamente o Maiden.</li> </ul> <p>A negociação foi feita ao longo do último ano, enquanto a Pophouse vinha trabalhando na produção de um filme-concerto sobre a turnê mais recente da banda, <strong>Run for Your Lives</strong>.</p> <p>A parceria também já mostrou frutos na forma da <strong>The Infinite Dreams Museum Experience</strong>, uma atração interativa para fãs que estreou durante o festival <strong>Eddfest</strong>, realizado no Reino Unido na última sexta-feira, 10, e sábado, 11. Outro objetivo dessa parceria é a construção de um universo digital focado no personagem <strong>Eddie</strong>, mascote do Iron Maiden. Entretanto, não foi explicado como isso tomará forma.</p> <p>Em declaração oficial, o empresário do Iron Maiden, <strong>Rod Smallwood</strong>, saudou o acordo e as possibilidades para o futuro. Além disso, assegurou aos fãs do compromisso com qualidade em tudo:</p> <blockquote><p><em>“Estou muito animado com nosso relacionamento com a Pophouse e com a capacidade que agora temos de perseguir, facilitar e financiar nossos muitos planos e sonhos mais rápido do que jamais esperamos. O interesse na banda nunca foi tão grande e essa parceria estratégica, na qual temos trabalhado silenciosamente há mais de um ano, já trouxe resultados com o progresso no museu <strong>The Infinite Dreams</strong> e na gravação do show atual. Os fãs podem ter certeza de que ainda vem muita coisa boa para o Maiden, e o Eddie vai arrasar, OK!!”</em></p></blockquote> <p>A Pophouse Entertainment é responsável pelo espetáculo <strong>ABBA Voyage</strong>, no qual avatares digitais dos integrantes do <strong>ABBA</strong> – <strong>Björn Ulvaeus</strong>, <strong>Benny Andersson</strong>, <strong>Agnetha Fältskog</strong> e <strong>Anni-Frid Lyngstad</strong> – se apresentam em Londres desde 2022. A companhia também está desenvolvendo uma atração semelhante junto com o <strong>Kiss</strong> após adquirir todos os direitos relacionados à banda americana em 2024, por US$ 300 milhões (aproximadamente R$ 1,5 bilhão). Ainda não foi divulgado se algo parecido faz parte do acordo com o Iron Maiden.</p> <p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/por-que-iron-maiden-se-compara-ao-servico-militar-segundo-bruce-dickinson/" target="_blank" rel="noopener">Por que Iron Maiden se compara ao serviço militar, segundo Bruce Dickinson</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/iron-maiden-nao-esta-empolgado-rock-and-roll-hall-of-fame-steve-harris/" target="_blank" rel="noopener">Por que o Iron Maiden não está empolgado por entrar para o Rock Hall, segundo Steve Harris</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/o-surpreendente-elogio-de-bruce-dickinson-ao-guns-n-roses/" target="_blank" rel="noopener">O surpreendente elogio de Bruce Dickinson ao Guns N’ Roses</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/iron-maiden-vende-parte-de-seu-catalogo-e-imagem-entenda-o-que-significa/">Iron Maiden vende parte de seu catálogo e imagem; entenda o que significa</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  5. Como é assistir a um show do Iron Maiden em seu próprio festival, Eddfest

    Tue, 14 Jul 2026 20:48:27 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/iron-maiden-bruce-dickinson-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285687976-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Bruce Dickinson durante show do Iron Maiden no Eddfest, em 2026 (Foto: Jim Dyson / Getty Images)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/iron-maiden-bruce-dickinson-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285687976-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/iron-maiden-bruce-dickinson-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285687976-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/iron-maiden-bruce-dickinson-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285687976-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/iron-maiden-bruce-dickinson-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285687976-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/iron-maiden-bruce-dickinson-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285687976.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Evento histórico realizado em Knebworth, no Reino Unido, fechou porção europeia da turnê 'Run for Your Lives', que será trazida ao Brasil em outubro</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/como-e-assistir-a-um-show-do-iron-maiden-em-seu-proprio-festival-eddfest/">Como é assistir a um show do Iron Maiden em seu próprio festival, Eddfest</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/iron-maiden-bruce-dickinson-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285687976-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Bruce Dickinson durante show do Iron Maiden no Eddfest, em 2026 (Foto: Jim Dyson / Getty Images)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/iron-maiden-bruce-dickinson-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285687976-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/iron-maiden-bruce-dickinson-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285687976-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/iron-maiden-bruce-dickinson-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285687976-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/iron-maiden-bruce-dickinson-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285687976-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/iron-maiden-bruce-dickinson-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285687976.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><em>“Qualquer um pensaria que está passando um jogo de futebol”</em>, diz <strong>Bruce Dickinson</strong>, radiante, no último sábado, 11, enquanto observa os cinquenta mil fãs de metal bronzeados à sua frente. Estamos quatro músicas adentro do histórico retorno do <a href="https://rollingstone.com.br/tags/iron-maiden/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Iron Maiden</strong></a> a Knebworth e o vocalista está de ótimo humor enquanto bolas de futebol infláveis ​​quicam pela multidão. <em>“Peço desculpas a qualquer norueguês na plateia”</em>, acrescenta, provocando vaias em referência à Copa do Mundo antes de vislumbrar o futuro: <em>“Podemos discutir isso depois que vencermos!”</em></p> <p>Estamos, é claro, no <strong>Eddfest</strong>, o festival da própria banda. Pessoas do mundo todo fizeram a peregrinação até o sagrado terreno de Knebworth para este evento de dois dias que celebra o legado da banda.</p> <p>Ao chegar ao local, não é difícil entender porque essa é uma experiência imperdível tanto para os fãs mais antigos quanto para os novatos, mesmo que a turnê <strong>Run for Your Lives</strong> da banda já esteja na estrada há mais de um ano. A noite anterior viu apresentações de contemporâneos do Iron Maiden na cena <strong>New Wave of British Heavy Metal</strong>, assim como ex-membros como <strong>Blaze Bayley</strong>, enquanto o sábado contou com apresentações selecionadas a dedo de <strong>Airbourne</strong>, <strong>The Hu</strong> e <strong>The Darkness</strong>.</p> <p>Longe dos palcos, o público aproveita o sol enquanto explora o local cuidadosamente planejado. Você pode fazer tatuagens do Iron Maiden, beber a cerveja Trooper – produzida pela própria banda – em bares temáticos, ganhar bichinhos de pelúcia do <strong>Eddie</strong> no parque de diversões ou explorar a experiência do museu <strong>Infinite Dreams</strong>, um acervo que abrange toda a carreira da banda, incluindo raridades do início da carreira e uma coleção fantasmagórica de bonecos icônicos do Eddie de turnês passadas.</p> <figure id="attachment_308619" aria-describedby="caption-attachment-308619" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-308619" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/steve-harris-iron-maiden-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285688237.jpg" alt="Steve Harris durante show do Iron Maiden no Eddfest, em 2026 (Foto: Jim Dyson / Getty Images)" width="1920" height="1080" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/steve-harris-iron-maiden-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285688237.jpg 1920w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/steve-harris-iron-maiden-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285688237-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/steve-harris-iron-maiden-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285688237-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/steve-harris-iron-maiden-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285688237-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/steve-harris-iron-maiden-2026-eddfest-foto-Jim-Dyson-Getty-Images-2285688237-1536x864.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-308619" class="wp-caption-text">Steve Harris durante show do Iron Maiden no Eddfest, em 2026 (Foto: Jim Dyson / Getty Images)</figcaption></figure> <p>Fiel às exigências de sua produção épica e impecável, o show em si deixa pouco espaço para surpresas. Após uma sequência de clássicos do começo da carreira remontando às raízes da banda na cena dos pubs do East End de Londres, Dickinson reconhece que o setlist é talvez o mais próximo de uma turnê focada em sucessos desde <strong>Somewhere Back In Time</strong>, de 2008. <em>&#8220;Eu sei que muitos de vocês ouviram a maioria dessas músicas no ano passado&#8221;</em>, diz ele à plateia, <em>&#8220;mas não neste lugar incrível com o parque de diversões e o museu. Eu nunca tinha ido a um museu antes e agora estou em um!&#8221;</em></p> <p>Uma surpresa muito bem-vinda e um dos pontos altos do show surge logo no início com a recente adição da balada emocionante e arrebatadora <strong>&#8220;Infinite Dreams&#8221;</strong>, uma música que não era tocada ao vivo há 38 anos. Dickinson diz calorosamente à plateia: <em>&#8220;Pareceu uma ótima ideia trazê-la agora porque é uma das músicas mais legais que já escrevemos juntos como banda.&#8221;</em></p> <p>Enquanto as linhas de guitarra de <strong>Dave Murray</strong>, <strong>Adrian Smith</strong> e<strong> Janick Gers</strong> ecoam e um Eddie clarividente surge entre velas acesas rabiscando em algum pergaminho antigo, seria difícil discordar dele. É o tipo de música que só poderia pertencer ao Iron Maiden, especialmente quando Dickinson solta seu grito estrondoso, aproximando-se do clímax dramático.</p> <blockquote><p>Quando questionado sobre o público único da banda em uma entrevista recente, Dickinson tentou explicar porque o Iron Maiden tem uma legião de fãs tão devotos em todos os cantos do planeta. <em>&#8220;Quando você se junta ao Maiden, você se junta a um mundo inteiro, um universo, uma constelação de músicas, de monstros, de histórias. Muitas bandas ótimas apenas fazem discos, enquanto nós criamos mundos.&#8221;</em></p></blockquote> <p>Ao assistir aos cenários animados que dão vida às suas obras de arte ao longo das décadas, é impossível não mergulhar de cabeça nesses mundos esta noite. Somos transportados das ruas sombrias do East End durante <strong>&#8220;Killers&#8221;</strong> para o antigo Egito em <strong>&#8220;Powerslave&#8221;</strong>, onde relâmpagos iluminam grandes pirâmides, e depois para navios amaldiçoados e rangentes em <strong>&#8220;Rime of the Ancient Mariner&#8221;</strong>, uma das favoritas dos fãs.</p> <p>A pequena questão da Copa do Mundo volta à tona quando Dickinson lembra a quem precisava ser lembrado: <em>“São 10 horas e o jogo acabou de começar! Gritem por mim, Inglaterra, a maldita Donzela de Ferro!”</em>, enquanto o encerramento do pré-bis dá as boas-vindas ao gigante Eddie da era do álbum <em><strong>Piece of Mind</strong></em> (1983), que se impõe sobre 50 mil fãs enlouquecidos.</p> <p>Mesmo com um repertório repleto de clássicos do catálogo e tesouros consagrados, o incrível do Iron Maiden é que eles quase sempre deixam um gostinho de quero mais. Durante uma execução incomumente antecipada no setlist de <strong>&#8220;The Number of the Beast&#8221;</strong>, Dickinson dá uma de suas maiores dicas sobre o futuro ao enfatizar, de forma quase ameaçadora, as palavras <em>&#8220;nós voltaremos&#8221;</em>.</p> <p>Com o Eddfest, o Iron Maiden triunfou ao trazer seu universo dos palcos para a arena do festival, homenageando com elegância aqueles com quem compartilhou a jornada. Um item em particular em exibição é a jaqueta de couro e a camiseta vermelha que definiram a era do falecido vocalista <strong>Paul Di&#8217;Anno</strong>, um homem que certamente teria um papel importante nos eventos deste fim de semana.</p> <p>No entanto, nada desse espetáculo seria possível sem o talento musical e a ética de trabalho de uma banda que ainda anseia por tudo aquilo a que se dedica. Podem ser uma das maiores forças do planeta, mas o Iron Maiden ainda não demonstra sinais de acomodação. Cinquenta anos depois, e contando, agem como uma gangue com tudo ainda a provar.</p> <p><strong>*Texto: Rhys Buchanan | Rolling Stone UK</strong></p> <p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/por-que-iron-maiden-se-compara-ao-servico-militar-segundo-bruce-dickinson/" target="_blank" rel="noopener">Por que Iron Maiden se compara ao serviço militar, segundo Bruce Dickinson</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/iron-maiden-nao-esta-empolgado-rock-and-roll-hall-of-fame-steve-harris/" target="_blank" rel="noopener">Por que o Iron Maiden não está empolgado por entrar para o Rock Hall, segundo Steve Harris</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/o-surpreendente-elogio-de-bruce-dickinson-ao-guns-n-roses/" target="_blank" rel="noopener">O surpreendente elogio de Bruce Dickinson ao Guns N’ Roses</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/como-e-assistir-a-um-show-do-iron-maiden-em-seu-proprio-festival-eddfest/">Como é assistir a um show do Iron Maiden em seu próprio festival, Eddfest</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  6. ‘Daughter From Hell’ é o melhor álbum de Gracie Abrams até agora

    Tue, 14 Jul 2026 20:02:34 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/gracie-abrams-Joseph-Okpako-WireImage-foto-jornalistica-2223926934-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Gracie Abrams" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/gracie-abrams-Joseph-Okpako-WireImage-foto-jornalistica-2223926934-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/gracie-abrams-Joseph-Okpako-WireImage-foto-jornalistica-2223926934-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/gracie-abrams-Joseph-Okpako-WireImage-foto-jornalistica-2223926934-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/gracie-abrams-Joseph-Okpako-WireImage-foto-jornalistica-2223926934-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/gracie-abrams-Joseph-Okpako-WireImage-foto-jornalistica-2223926934.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>O terceiro disco da estrela pop mergulha mais profundamente em seu mundo interior, com um som mais grandioso e envolvente do que nunca </p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/daughter-from-hell-e-o-melhor-album-de-gracie-abrams-ate-agora/">&#8216;Daughter From Hell&#8217; é o melhor álbum de Gracie Abrams até agora</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/gracie-abrams-Joseph-Okpako-WireImage-foto-jornalistica-2223926934-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Gracie Abrams" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/gracie-abrams-Joseph-Okpako-WireImage-foto-jornalistica-2223926934-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/gracie-abrams-Joseph-Okpako-WireImage-foto-jornalistica-2223926934-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/gracie-abrams-Joseph-Okpako-WireImage-foto-jornalistica-2223926934-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/gracie-abrams-Joseph-Okpako-WireImage-foto-jornalistica-2223926934-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/gracie-abrams-Joseph-Okpako-WireImage-foto-jornalistica-2223926934.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>“Estou vivendo com uma faca na lateral / Vou dar uma voltinha com ela”, canta <a href="https://rollingstone.com.br/tags/gracie-abrams/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Gracie Abrams</strong></a> na terceira música de seu novo álbum. Esta não é a primeira vez que a palavra “faca” aparece em <em><strong>Daughter from Hell</strong></em>, nem será a última. Ela menciona facas quatro vezes ao longo do álbum, sem contar a impressionante balada ao piano “<strong>The Knife</strong>”.</p> <p>Para <strong>Abrams</strong>, essas lâminas são uma ferramenta para descrever sua dor — a maneira como elas giram, cortam até o osso e até mesmo permanecem por um tempo. E em <em><strong>Daughter From Hell</strong></em>, você quase pensaria que ela gosta disso. “Eles estão me desafiando a tirá-la”, ela canta. “Provavelmente vou guardá-la para o resto da vida.”</p> <p>As expectativas são altas para <em><strong>Daughter From Hell</strong></em>, que chega às plataformas digitais na próxima sexta, 17, pela <em>Interscope</em>. E isso não se deve apenas ao fato de ser o terceiro álbum de <strong>Abrams</strong>, um momento notoriamente desafiador e decisivo na carreira de qualquer artista.</p> <p><strong>Abrams</strong>, filha do cineasta <strong>JJ Abrams</strong> e da produtora de Hollywood <strong>Katie McGrath</strong>, lançou seu álbum de estreia, <em><strong>Good Riddance</strong></em>, em 2023 — o mesmo ano em que abriu os shows da <em><strong>The Eras Tour</strong></em> de<a href="https://rollingstone.com.br/tags/Taylor-Swift/" target="_blank" rel="noopener"><strong> Taylor Swift</strong></a> e recebeu uma indicação ao <strong>Grammy</strong> de<em> Melhor Artista Revelação</em>. Um ano depois, lançou seu segundo álbum, <em><strong>The Secret of Us</strong></em>, e a edição deluxe incluiu seu primeiro hit no Top 10: a contagiante “<strong>That&#8217;s So True</strong>”. <strong>Abrams</strong> já foi rotulada como “nepo baby”, um termo que ela abordou com elegância e autoconsciência. Ela também já foi alvo de diversos memes por ser uma garota eternamente triste que, segundo a internet, não tem o direito de ser assim — especialmente quando se tem um abdômen sarado e se namora um ator famoso (<a href="https://rollingstone.com.br/tags/Paul-Mescal/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Paul Mescal</strong></a>).</p> <p>Mas, como <strong>Abrams</strong> admite no emocionante single “<strong>Look at My Life</strong>”, ela conseguiu o que queria, e isso não lhe parece certo. Na verdade, pode ser uma fase ruim. Em <em><strong>Daughter From Hell</strong></em>, há fantasmas, amigos imaginários, motores falhando e possíveis colisões de trem — mas é o seu melhor álbum até agora, com 16 faixas que brilham com angústia, beleza e toda a bagagem que vem com a vida adulta.</p> <p><strong>Abrams</strong> pode ser tão antiga quanto a <em><strong>Família Soprano</strong></em> (ela nasceu em 1999), mas compõe com a sabedoria adquirida com a experiência que compositores passam a carreira inteira tentando alcançar. “Não há ninguém no topo em quem confiar”, ela canta na delicada “<strong>Humming</strong>”, composta em parceria com seu colaborador de longa data, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Aaron-Dessner/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Aaron Dessner</strong></a>, e <strong>Justin Vernon</strong>, do <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Bon-Iver/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Bon Iver</strong></a>. “Que jeito de se sentir aos vinte e poucos anos.”</p> <p>Os dois primeiros álbuns de <strong>Abrams</strong> eram deliciosamente introspectivos, com sua voz sussurrada e intimista entregando seus maiores segredos diretamente aos seus fones de ouvido, sobre uma instrumentação suave. Às vezes, porém, suas músicas corriam o risco de soar muito parecidas, se misturando tanto sonora quanto liricamente. Ela elimina essa noção em<em><strong> Daughter From Hell</strong></em>, que coproduziu com <strong>Dessner</strong>, mergulhando fundo e experimentando como nunca antes.</p> <p>A faixa-título é um rock cru e devastador, diferente de tudo em seu catálogo, e facilmente uma das melhores músicas de sua carreira. Ela agradece à mãe e, ao mesmo tempo, pede desculpas por ter sido uma adolescente problemática, cantando sobre uma guitarra distorcida: “Eu era uma pílula, você me engoliu / Dizem que eu tenho a sua boca.”</p> <p><strong>Abrams</strong> também deu um salto enorme com seus vocais aqui. Ouça como ela alcança oitavas suaves em “<strong>Good Reason</strong>”, ou como ela incorpora totalmente <strong>Adele</strong> no refrão de “<strong>Men Like You</strong>”. A irreverente “<strong>Mini Bar</strong>”, composta em parceria com sua melhor amiga, a cantora pop<strong> Audrey Hobert</strong>, apresenta o mesmo estilo coloquial de “<strong>That&#8217;s So True</strong>”. Só que aqui não há caretas — em vez disso, temos versos hilariamente identificáveis ​​sobre sair à noite (“Estou no mercadinho da esquina / Tenho 50 dólares e um neurônio”) e ansiedade social (“Estou na festa / Sou só eu, ou vocês também se sentem loucos?”). É esse tipo de humor charmoso e vulnerabilidade que lhe rendeu tantos fãs devotos, que comparecem aos seus shows usando laços e saias brancas, cantando a plenos pulmões todas as músicas.</p> <p>“<strong>Imaginary Friend</strong>”, a faixa seguinte, contrasta fortemente com a atmosfera festiva de “<strong>Mini Bar</strong>” — uma espécie de calmaria, uma joia acústica minimalista para a tranquilidade da manhã seguinte. <strong>Abrams</strong> a compôs em parceria com outro colaborador de <em><strong>Daughter From Hell</strong></em>: <strong>Paul Mescal</strong>, o famoso ator em questão. “Não seja fruto da minha imaginação”, insiste <strong>Abrams</strong>. “Mas você é, e eu odeio isso pra caralho.” Pode ser difícil compor boa música quando se está em um relacionamento feliz, mas <strong>Abrams</strong> parece não ter esse problema — ela está mais criativa do que nunca. “Você diz a verdade sobre tudo”, ela canta em “<strong>Afflictions</strong>”, que apresenta um arranjo sutil de cordas. “De todas as suas aflições / Essa é a minha favorita.”</p> <p>Logo na abertura de<em><strong> Daughter From Hell</strong></em>, na faixa &#8220;<strong>Hit the Wall</strong>&#8220;, <strong>Abrams</strong> tenta entender por que &#8220;vive num ciclo de crises&#8221;. Ela insere<strong> Joni Mitchell</strong>, sua bússola, num verso: &#8220;&#8216;<strong>A Case of You</strong>&#8216; tocando no corredor/Alucinações que eu minimizo&#8221;. Isso define o tom para o resto de <em><strong>Daughter From Hell</strong></em>, porque, assim como a lenda canadense, <strong>Abrams</strong> sabe que sua melhor arma é compor — sem precisar de facas.</p> <p><iframe loading="lazy" style="border-radius: 12px;" src="https://open.spotify.com/embed/prerelease/7r7lIoKWauaJN0jcopjIxD?utm_source=generator&amp;si=4a62bcdab51a4e25" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-testid="embed-iframe"></iframe></p> <p><strong>+++ LEIA MAIS:<a href="https://rollingstone.com.br/musica/gracie-abrams-fala-sobre-o-rotulo-de-nepo-baby-tive-uma-rede-de-apoio-e-isso-e-o-maior-privilegio/" target="_blank" rel="noopener"> Gracie Abrams fala sobre o rótulo de ‘nepo baby’: ‘Tive uma rede de apoio, e isso é o maior privilégio’</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/daughter-from-hell-e-o-melhor-album-de-gracie-abrams-ate-agora/">&#8216;Daughter From Hell&#8217; é o melhor álbum de Gracie Abrams até agora</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  7. ‘A Geração Z está salvando a experiência nos cinemas’, diz Olivia Wilde, de ‘O Convite’

    Tue, 14 Jul 2026 19:43:56 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/INVITE_KeySet_Still_7-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Olivia Wilde em &#039;O Convite&#039;" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/INVITE_KeySet_Still_7-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/INVITE_KeySet_Still_7-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/INVITE_KeySet_Still_7-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/INVITE_KeySet_Still_7-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/INVITE_KeySet_Still_7-2048x1152.jpg 2048w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/INVITE_KeySet_Still_7-scaled-e1784056855896.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Em seu terceiro trabalho na direção, Olivia Wilde estrela ao lado de Seth Rogen, Penélope Cruz e Edward Norton a comédia 'O Convite'</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/a-geracao-z-esta-salvando-a-experiencia-nos-cinemas-diz-olivia-wilde-de-o-convite/">&#8216;A Geração Z está salvando a experiência nos cinemas&#8217;, diz Olivia Wilde, de &#8216;O Convite&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/INVITE_KeySet_Still_7-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Olivia Wilde em &#039;O Convite&#039;" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/INVITE_KeySet_Still_7-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/INVITE_KeySet_Still_7-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/INVITE_KeySet_Still_7-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/INVITE_KeySet_Still_7-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/INVITE_KeySet_Still_7-2048x1152.jpg 2048w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/INVITE_KeySet_Still_7-scaled-e1784056855896.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><a href="https://rollingstone.com.br/tags/olivia-wilde/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Olivia Wilde</strong></a> (<em>Não Se Preocupe, Querida</em>) estrela e dirige a nova comédia distribuída pela<em> O2 Play</em>, <em><strong>O Convite</strong></em>, atualmente em cartaz no Brasil. Em entrevista à <em>Variety</em>, a artista destacou o papel dos jovens da Geração Z na manutenção da experiência nos cinemas: segundo <strong>Wilde</strong>, o mundo está vivendo um momento de valorização do cinema independente e de novas formas de contar histórias.</p> <p>&#8220;A Geração Z está salvando a experiência nos cinemas&#8221;, comemorou. “Disseram que a Geração Z não queria assistir filmes nos cinemas, e estamos vendo uma rejeição completa dessa ideia e uma valorização da autoria”.</p> <p>A diretora mencionou sucessos recentes do terror, como <em><strong>Backrooms: Um Não-Lugar </strong></em>e <em><strong>Obsessão</strong></em>, que foram <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/backrooms-e-obsessao-realmente-deram-inicio-a-uma-onda-de-terror-da-geracao-z/" target="_blank" rel="noopener">liderados por cineastas da Geração Z</a> e visaram alcançar exatamente este público. “Eles são os que estão impulsionando a bilheteria agora. Eles estão impulsionando esse entusiasmo pela autoria no cinema&#8221;, opinou <strong>Wilde</strong>.</p> <blockquote><p>Eles amam <em><strong>Backrooms</strong></em> e <em><strong>Obsessão</strong></em>. Eles estão aqui por isso. Eles querem que as pessoas assumam riscos em filmes porque apreciam esse risco. O público nunca foi o problema, e acho que agora estamos vendo os estúdios reconhecerem isso.</p></blockquote> <p>Em <em><strong>O Convite</strong></em>, seu terceiro trabalho como diretora, <strong>Wilde</strong> reuniu <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Seth-Rogen/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Seth Rogen</strong></a>, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Edward-Norton/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Edward Norton</strong></a> e <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Penelope-Cruz/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Penélope Cruz</strong></a> em uma trama sobre um jantar casual entre vizinhos que se transforma em uma noite caótica de revelações.</p> <p>Ela reforça que o lançamento nos cinemas sempre foi uma prioridade para o projeto. “Eu sinto que essa ideia de que comédias pertencem ao streaming é algo que fomos aceitando aos poucos nos últimos anos. É algo novo, e espero que esteja chegando ao fim”, ressalta. “Este é um tipo de filme que você precisa assistir e ouvir; se estiver com um celular na mão, não vai entender”.</p> <p>O filme foi um sucesso de crítica internacional e conquistou dois prêmios no <strong>Astra Midseason Awards</strong>, premiação de cinema organizada pela<strong> Hollywood Creative Alliance</strong> (HCA) que destaca os melhores filmes lançados no primeiro semestre do ano.<em><strong> O Convite</strong></em> venceu nas categorias de <em>Melhor Roteiro</em>, para <strong>Rashida Jones</strong> e<strong> Will McCormack</strong>, e <em>Melhor Atriz Coadjuvante</em>, para <strong>Penélope Cruz</strong>.</p> <p><strong>+++ LEIA MAIS: CRÍTICA | <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/o-convite-critica-mescla-humor-drama-e-sensualidade-com-excelencia/" target="_blank" rel="noopener">‘O Convite’ mescla humor, drama e sensualidade com excelência</a></strong></p> <p><strong>+++ LEIA MAIS: ENTREVISTA | <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/olivia-wilde-acha-que-deveriamos-ser-melhores-em-assistir-sexo-no-cinema/" target="_blank" rel="noopener">Olivia Wilde acha que deveríamos ser melhores em assistir sexo (no cinema)</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/a-geracao-z-esta-salvando-a-experiencia-nos-cinemas-diz-olivia-wilde-de-o-convite/">&#8216;A Geração Z está salvando a experiência nos cinemas&#8217;, diz Olivia Wilde, de &#8216;O Convite&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  8. Os 10 melhores filmes franceses da história, segundo Wes Anderson

    Tue, 14 Jul 2026 19:41:56 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/05/wes-anderson-gettyimages-2215882246.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="O diretor Wes Anderson durante o Festival de Cinema de Cannes 2025" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p> <p>Anderson dirigiu filmes aclamados pela crítica como O Grande Hotel Budapeste (2014), Os Excêntricos Tenenbaums (2001), Moonrise Kingdom (2012) e O Fantástico Sr. Raposo (2009)</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/os-10-melhores-filmes-franceses-da-historia-segundo-wes-anderson/">Os 10 melhores filmes franceses da história, segundo Wes Anderson</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/05/wes-anderson-gettyimages-2215882246.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="O diretor Wes Anderson durante o Festival de Cinema de Cannes 2025" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p><span class="yADgie" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);">Transitando entre o </span><em class="eujQNb" data-sfc-root="ep" data-sfc-cb="" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);"><span class="yADgie" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);">live-action</span><!--TgQPHd||[]--></em><span class="yADgie" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);"> e o </span><em class="eujQNb" data-sfc-root="ep" data-sfc-cb="" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);"><span class="yADgie" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);">stop-motion</span></em><span class="yADgie" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);"> com seu perfeccionismo habitual</span><span class="yADgie" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);">, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Wes-Anderson/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Wes Anderson</strong></a> se consolidou como um dos cineastas mais peculiares do cinema estadunidense moderno. O diretor aposta em um estilo visual único, quase teatral, marcada por paletas de cores pastéis, simetrias perfeitas e histórias que misturam humor excêntrico e melancolia.</span></p> <p><span class="yADgie" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);"><strong>Anderson</strong> </span>está por trás de longas aclamados pela crítica como <strong class="Yjhzub" data-sfc-root="ep" data-sfc-cb="" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 700; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);"><em><span class="yADgie" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 700; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);">O Grande Hotel Budapeste</span></em><!--TgQPHd||[]--></strong><span class="yADgie" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 500; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);"> (2014), </span><em><strong class="Yjhzub" data-sfc-root="ep" data-sfc-cb="" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 700; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);"><span class="yADgie" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 700; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);">Os Excêntricos Tenenbaums</span><!--TgQPHd||[]--></strong></em><span class="yADgie" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 500; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);"> (2001), </span><strong class="Yjhzub" data-sfc-root="ep" data-sfc-cb="" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 700; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);"><em><span class="yADgie" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 700; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);">Moonrise Kingdom</span></em><!--TgQPHd||[]--></strong><span class="yADgie" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 500; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);"> (2012) e </span><strong class="Yjhzub" data-sfc-root="ep" data-sfc-cb="" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 700; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);"><span class="yADgie" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 700; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);">O<em> Fantástico Sr. Raposo </em></span></strong><span class="yADgie" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 700; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);">(2009). Ele também dirigiu o curta-metragem vencedor do <strong>Oscar</strong> <em class="eujQNb" data-sfc-root="ep" data-sfc-cb="" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"><strong>O Incrível Mundo de Henry Sugar</strong><!--TgQPHd||[]--></em> (2023).</span></p> <p>Em muitos destes filmes, peças do elenco se repetem: <strong>Anderson</strong> convida frequentemente os mesmos atores para estrelar suas obras, como <strong>Bill Murray</strong> (que participou de cerca de 9 filmes), <strong>Owen Wilson</strong>, <strong>Jason Schwartzman, Adrien Brody</strong>,<strong> Willem Dafoe</strong>, <strong>Tilda Swinton </strong>e<strong> Frances McDormand</strong>.</p> <p>Questionado pela revista <em>Sight And Sound</em> sobre quais são suas obras favoritas do cinema, entretanto, <strong>Anderson</strong> fez uma escolha inusitada: o cineasta optou por selecionar apenas filmes franceses. &#8220;Como a maioria de nós (acho?), não tenho 10 filmes favoritos. Achei melhor escolher meus 10 filmes franceses favoritos (porque faço essa lista na França)&#8221;, justificou.</p> <p>Antes de começar a lista oficial, <strong>Anderson</strong> pontuou uma menção honrosa: &#8220;Começarei com o número 0: <strong><em>A Tragédia de um Homem Rico</em></strong>&#8220;.</p> <p><strong><em>A Tragédia de um Homem Rico </em></strong>é um drama de 1931 dirigido por<strong> Julien Duvivier</strong> e estrelado por <strong>Harry Baur</strong>, <strong>Paule Andral</strong> e <strong>Jackie Monnier</strong>. O longa adapta o romance de 1929 de <strong>Irène Némirovsky</strong>, <em><strong>David Golder</strong></em>, e acompanha um homem judeu pobre, mas ambicioso, que se reinventa como um empresário de sucesso em Nova York. Depois de enriquecer, <strong>David</strong> se muda para Paris, mas enfrenta a traição e a ganância de sua esposa e de sua filha.</p> <p><strong>Anderson</strong> listou seus 10 filmes franceses favoritos (organizados em ordem cronológica, e não de preferência). Confira a lista a seguir, que se inicia em 1937 e vai até 2004:</p> <h2><em><strong>1. A</strong></em> <em><strong>Grande Ilusão</strong></em> (1937)</h2> <p>O primeiro e mais antigo filme selecionado por <strong>Anderson</strong> é <em><strong>A Grande Ilusão</strong> </em>(1937), dirigido por <strong>Jean Renoir</strong> (<em>A Regra do Jogo</em>). Ambientado durante a Primeira Guerra Mundial,<em><strong> o longa </strong></em>acompanha dois soldados franceses, <strong>Capitão Boeldieu</strong> e <strong>Tenente Marechal</strong> (vividos por <strong>Pierre Fresnay </strong>e <strong>Jean Gabin</strong>), que são capturados por tropas alemãs. Na prisão, eles fazem amizade com um homem chamado <strong>Rosenthal </strong>(<strong>Marcel Dalio</strong>).</p> <p>Após tentarem fugir diversas vezes, eles são separados do amigo e enviados para um fortaleza. Lá, <strong>Boeldieu</strong> faz amizade com o oficial alemão <strong>Van Rauffenstein</strong> (<strong>Erich von Stroheim</strong>), que, assim como ele, tem origem aristocrática.</p> <p>Além de abordar as guerra, <em><strong>A Grande Ilusão </strong></em>explora as nuances das relações humanas e os conflitos de classe social. O longa fez história ao se tornar o primeiro filme em língua não inglesa a ser indicado ao <strong class="Yjhzub" data-sfc-root="ep" data-sfc-cb="" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 700; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);">Oscar </strong>de<em> Melhor Filme</em>, apesar de não ter vencido a premiação.</p> <p><iframe loading="lazy" title="LA GRANDE ILLUSION - Official Trailer - Celebrating its 75th Anniversary" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vcO8rEjoG0c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <h2><em><strong>2. Crime em Paris</strong></em> (1947)</h2> <p>Dirigido por <strong>Henri-Georges Clouzot</strong> <span style="font-weight: 400;">—</span> vencedor do prêmio de<em> Melhor Diretor</em> no <strong>Festival de Veneza</strong> <span style="font-weight: 400;">—</span> <em><strong>Crime em Paris</strong></em> (1947) é um drama policial baseado no livro<em><strong> Légitime défense</strong></em>, de <strong>Stanislas-André Steeman</strong>. O filme segue <strong>Jenny Lamour</strong> (<strong>Suzy Delair</strong>), cantora ambiciosa que sonha em ter sucesso no mundo da música. Para alcançar seu objetivo, ela busca a ajuda de um produtor rico, <strong>Georges Brignon </strong>(<strong>Charles Dullin</strong>).</p> <p>O marido de <strong>Jenny</strong>, <strong>Maurice</strong> (<strong>Bernard Blier</strong>), muito ciumento, decide ameaçar o produtor de morte, porém, o encontra já morto. Assim, se inicia uma complexa investigação policial: o inspetor <strong>Antoine </strong>(<strong>Louis Jouvet</strong>) tem como principais suspeitos o próprio <strong>Maurice</strong>, que não tem álibi, <strong>Jenny</strong>, que estava no local, e <strong>Dora Monnier</strong> (<strong>Simone Renant</strong>), uma amiga do casal que também esconde detalhes sobre noite.</p> <p><iframe loading="lazy" title="A Scandal in Paris 1946 Trailer HD" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Xy7rjb0WD_4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <h2><em><strong>3. Desejos proibidos</strong></em> (1953)</h2> <p><em><strong>Desejos proibidos</strong> </em>(1953) é um clássico drama romântico de <strong>Max Ophüls</strong>, situado em Paris no final do século XIX. O filme acompanha a história de <strong>Louise</strong> (<strong>Danielle Darrieux</strong>), esposa do general <strong>André</strong> (<strong>Charles Boyer</strong>), que vende um par de brincos que ganhou de presente do marido para pagar dívidas e finge tê-los perdido.</p> <p>Ao longo do filme, a joia encara uma longa jornada de ciúmes e tragédias. O general descobre a verdade e a recompra para presentear sua amante, <strong>Lola</strong> (<strong>Lia Di Leo</strong>), que está partindo para Constantinopla. Depois, o objeto passa para as mãos do <strong>Barão Fabrizio Donati</strong> (<strong>Vittorio De Sica</strong>), diplomata italiano que se apaixona por <strong>Louise</strong>.</p> <p><iframe loading="lazy" title="Madame de... - Tráiler" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/al18feIPhPI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <h2><em><strong>4. Viver a Vida</strong></em> (1962)</h2> <p>Este drama do renomado diretor <strong>Jean-Luc Godard</strong> (<em>Acossado</em>) é dividido em 12 quadros, ou curtos episódios. A narrativa acompanha <strong>Nana</strong> (<strong>Anna Karina</strong>), que abandona o marido e o filho para buscar uma carreira como atriz. Fracassada, ela tenta ganhar dinheiro vendendo discos, mas não consegue se sustentar e acaba recorrendo à prostituição.</p> <p>A divisão de capítulos enfatiza a fragmentação da vida da protagonista, explorando temas como a alienação, a liberdade de escolha e a objetificação feminina. O filme é um marco da <em class="eujQNb" data-sfc-root="ep" data-sfc-cb="" data-complete="true" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 500; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(0, 29, 53);">Nouvelle Vague<!--TgQPHd||[]--></em> francesa, apostando em uma linguagem experimental e reflexiva, e venceu o <em>Prêmio Especial do Júri</em> no <strong>Festival de Veneza</strong>.</p> <p><iframe loading="lazy" title="VIVRE SA VIE Trailer (1962) - The Criterion Collection" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ZAZGR5O33jw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <h2><em><strong>5. O Homem que Amava as Mulheres</strong></em> (1977)</h2> <p>Dirigido por <strong>François Truffaut</strong>, este filme de comédia dramática se inicia no funeral de <strong>Bertrand Morane</strong> (<strong>Charles Denner</strong>), e parte daí para narrar a história de sua vida.</p> <p><strong>Morane</strong> é um cientista obcecado por mulheres, que contrai uma IST e não sabe quem lhe passou. Em busca da resposta, ele começa a escrever um livro sobre os encontros paixões que teve ao longo da vida, desde sua primeira relação sexual, quando jovem, até sua morte. Neste processo, ele se envolve com a editora da obra, <strong>Geneviève Bigey</strong> (<strong>Brigitte Fossey</strong>), que também é a narradora do filme.</p> <p><em><strong>O Homem que Amava as Mulheres</strong></em> recebeu 5 indicações no <strong>César Awards</strong> (principal prêmio do cinema francês), conquistando o prêmio de <em>Melhor Atriz Coadjuvante</em> para <strong>Nelly Borgeaud</strong>.</p> <p><iframe loading="lazy" title="1977 The Man Who Loved Women Official Trailer 1 Les Films du Carrosse" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/OdGTS7q0VG4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <h2><em><strong>6. Loulou</strong></em> (1980)</h2> <p><em><strong>Loulou</strong> </em>(1980), dirigido por <strong>Maurice Pialat</strong>, acompanha a história de <strong>Nelly</strong> (<strong>Isabelle Huppert</strong>), uma jovem de classe média que abandona o marido <strong>André</strong> (<strong>Guy Marchand</strong>) e a vida burguesa após se envolver com <strong>Loulou</strong> (<strong>Gérard Depardieu</strong>), um bandido recém-saído da cadeia.</p> <p>Os dois vivem um romance intenso, mas, quando ela descobre uma gravidez, <strong>Loulou</strong> não aceita mudar seu estilo de vida.</p> <p>O longa foi indicado à Palma de Ouro no <strong>Festival de Cannes</strong> e conquistou três nomeações no <strong>César Awards</strong>, nas categorias de<em> Melhor Filme,</em> <em>Melhor Atriz </em>e <em>Melhor Ator Coadjuvante</em>.</p> <p><iframe loading="lazy" title="Loulou (1980) - Trailer" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/1VbQhHfBBBQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <h2><em><strong>7. Os Renegados</strong></em> (1985)</h2> <p>Este é o primeiro filme da lista de <strong>Anderson</strong> dirigido por uma mulher, <strong>Agnès Varda </strong>(<em>Cléo das 5 às 7</em>). A obra, que conquistou o<em> Leão de Ouro</em> no <strong>Festival de Veneza</strong>, narra os últimos dias de <strong>Mona</strong> (<strong>Sandrine Bonnaire</strong>), uma jovem andarilha encontrada morta em um fosso.</p> <p>O filme reconstrói a trajetória da mulher através de flashbacks e depoimentos das pessoas com quem <strong>Mona</strong> cruzou, conheceu ou conversou.</p> <p><iframe loading="lazy" title="Sem Teto Sem Lei | 1985 l Trailer Legendado" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/XgRnySg1lOY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <h2><em><strong>8. Olivier, Olivier</strong></em> (1992)</h2> <p>Dirigido por <strong>Agnieszka Holland </strong>(<em>Franz</em>), <em><strong>Olivier, Olivier </strong></em>(1992) acompanha o desaparecimento de um menino de 9 anos, filho de <strong>Elisabeth</strong> (<strong>Brigitte Roüan</strong>) e <strong>Serge </strong>(<strong>François Cluzet</strong>). O evento desestrutura completamente a família, gerando conflitos entre os pais e a irmã.</p> <p>Seis anos depois, o investigador policial que cuidou do caso encontra um adolescente em Paris e o leva até o casal, acreditando ser o desaparecido <strong>Olivier</strong>. Porém, dúvidas sobre a sua verdadeira identidade e motivações permanecem.</p> <p>A cineasta se inspirou na história real de uma criança desaparecida que foi encontrada anos depois, reportada na revista francesa <em class="eujQNb" data-sfc-root="ep" data-sfc-cb="" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);">Le Matin</em>.</p> <p><iframe loading="lazy" title="Olivier, Olivier Trailer" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/LtNu5-w3uwA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <h2><em><strong>9. Quando Tudo Começa</strong></em> (1999)</h2> <p><em><strong>Quando Tudo Começa</strong></em>, comédia dramática dirigida por<strong> Bertrand Tavernier</strong>, acompanha a história de <strong>Daniel Lefebvre</strong> (<strong>Philippe Torreton</strong>), diretor de uma escola em uma pequena cidade que sofre com o fechamento das minas de carvão e enfrenta uma alta taxa de desemprego.</p> <p>Ele e os outros professores são aconselhados a não se envolverem com os problemas da comunidade, mas o protagonista enfrenta um dilema quando a mãe alcoólatra de uma de suas alunas deixa um bebê e a filha, de cinco anos, abandonados na instituição. Então, ele começa uma campanha contra o governo local, reivindicando condições dignas de vida para a população.</p> <p><iframe loading="lazy" title="Ça commence aujourd&#039;hui ( 1999 - bande annonce )" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/iSfLj9fYTp4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <h2><em><strong>10. Reis e Rainha</strong></em> (2004)</h2> <p>O filme mais recente da lista de <strong>Anderson</strong> é<em><strong> Reis e Rainha</strong></em>, de 2004, dirigido por <strong>Arnaud Desplechin</strong> (<em>Two Pianos)</em>. O longa segue <strong>Nora Cotterelle</strong> (<strong>Emanuelle Devos</strong>), diretora de uma galeria de arte que está prestes a se casar pela 3ª vez quando descobre que seu pai está com um câncer terminal. <strong>Nora</strong> também tem um filho, <strong>Elias</strong>, cujo pai já faleceu, que tem problemas de comportamento.</p> <p>Ao mesmo tempo, <strong>Ismaël Vuillard</strong> (<strong>Mathieu Amaric</strong>), ex-marido de <strong>Nora </strong>e um músico brilhante, foi internado em um hospital psiquiátrico e quer fugir. Após descobrir a doença de seu pai, <strong>Nora</strong> pede que <strong>Ismaël</strong> a ajude a cuidar de <strong>Elias</strong>, mas ele tem sentimentos conflitantes quanto a assumir o papel de pai.</p> <p><iframe loading="lazy" title="Rois et reine (2004) Trailer" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/7YYNT3A-DM0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/os-13-filmes-de-wes-anderson-do-pior-ao-melhor-segundo-rolling-stone/" target="_blank" rel="noopener">Os 13 filmes de Wes Anderson, do pior ao melhor, segundo Rolling Stone</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/os-10-melhores-filmes-franceses-da-historia-segundo-wes-anderson/">Os 10 melhores filmes franceses da história, segundo Wes Anderson</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  9. ‘7 Gatinhos’ faz jus ao espírito libertário e ritualístico do Teatro Oficina

    Tue, 14 Jul 2026 19:30:31 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Leitura do clássico de Nelson Rodrigues do Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona e Viradas da Encruza fica em cartaz até agosto </p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/7-gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-teatro-oficina/">&#8216;7 Gatinhos&#8217; faz jus ao espírito libertário e ritualístico do Teatro Oficina</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p class="isSelectedEnd">Antes mesmo de o espetáculo começar, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/7-gatinhos/"><em><strong>7 Gatinhos</strong></em></a> já anuncia que não será uma experiência convencional. A <strong>Bateria Mirim do Bixiga </strong>recebe o público ainda na fila do <strong>Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona</strong> e conduz um cortejo até o interior do teatro, fazendo da chegada parte da encenação. É uma recepção que sintetiza a essência do <a href="https://rollingstone.com.br/tags/teatro-oficina_1/"><strong>Teatro Oficina</strong></a>: não há separação rígida entre palco e plateia, entre espetáculo e vida. A arquitetura concebida por <strong>Lina Bo Bardi</strong> deixa de ser apenas um espaço para abrigar a peça e passa a integrar sua própria dramaturgia.</p> <p><strong>Joana Medeiros</strong>, criadora e diretora, compreende como poucos a vocação libertária e ritualística do <strong>Teatro Oficina</strong>. O elenco ocupa cada centímetro do espaço, atravessa arquibancadas, escala estruturas metálicas, canta, dança, corre e faz do local um organismo pulsante. O público deixa de ser mero observador para compartilhar a mesma energia dos atores, envolvido por uma encenação que transforma o clássico de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/nelson-rodrigues/"><strong>Nelson Rodrigues</strong></a> em uma experiência física, sensorial e coletiva. Não se trata de uma montagem que poderia acontecer em qualquer palco: ela pertence ao <strong>Oficina</strong> e faz dele um de seus protagonistas.</p> <figure id="attachment_308598" aria-describedby="caption-attachment-308598" style="width: 899px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-308598" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-4-406x228.jpg" alt="" width="899" height="505" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-4-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-4-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-4-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-4-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-4.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 899px) 100vw, 899px" /><figcaption id="caption-attachment-308598" class="wp-caption-text">&#8216;7 Gatinhos&#8217; faz jus ao espírito libertário e ritualístico do Teatro Oficina (Foot: Pedro Martins)</figcaption></figure> <p>A trama acompanha <strong>Dona Aracy, a Gorda</strong> (<strong>Viviani Gangá</strong>), e <strong>Seu Noronha</strong> (<strong>Joana Medeiros</strong>), que vivem em um cortiço do Bixiga ao lado das cinco filhas — vividas por <strong>Ana Clara Cantanhede</strong>, <strong>Bianca Terraza</strong>, <strong>Zizi Yndio do Brasil</strong>, <strong>Larissa Silva</strong> e <strong>Marina Wisnik</strong>. Enquanto o pai faz vista grossa para tudo o que acontece dentro de casa, desde que a engrenagem familiar continue funcionando, todas as esperanças são depositadas em <strong>Silene</strong> (<strong>Zizi Yndio do Brasil</strong>), mantida em um internato como símbolo de pureza e promessa de um futuro melhor. Quando ela retorna para casa após ser expulsa do colégio, o frágil equilíbrio daquela família desmorona e faz emergir toda a violência, a hipocrisia e os segredos escondidos entre as paredes do cortiço.</p> <p class="isSelectedEnd">Essa nova leitura, criação do grupo <strong>Viradas da Encruza y Teatro Oficina Uzyna Uzona</strong> encontra novas camadas ao reunir uma equipe criativa marcada pela presença expressiva de um elenco formado por artistas negros, trans e cisgêneros. Essa diversidade amplia a dimensão política da montagem justamente porque evidencia como os conflitos imaginados por <strong>Nelson</strong> continuam atravessando diferentes corpos e identidades. O resultado é um espetáculo profundamente contemporâneo sem abrir mão da força do texto original e que faz jus ao espaço libertário e transgressor onde é apresentado.</p> <p class="isSelectedEnd">Escrita em 1958, a peça permanece desconcertantemente atual. A obra já ganhou uma conhecida adaptação para o cinema em 1980, dirigida por <strong>Neville d&#8217;Almeida</strong>, reunindo <strong>Lima Duarte</strong>, <strong>Antônio Fagundes</strong> e <strong>Regina Casé</strong> entre seus protagonistas. Décadas depois, o patriarcado, a hipocrisia familiar, o controle sobre os corpos femininos e as relações marcadas por poder e violência continuam ecoando com força. A escolha de deslocar a ação para um cortiço do Bixiga aproxima ainda mais essa realidade do público paulistano, reafirmando a impressionante capacidade de <strong>Nelson Rodrigues</strong> de expor as fissuras da sociedade brasileira.</p> <figure id="attachment_308597" aria-describedby="caption-attachment-308597" style="width: 899px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-308597" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-3-406x228.jpg" alt="" width="899" height="505" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-3-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-3-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-3-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-3-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-3.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 899px) 100vw, 899px" /><figcaption id="caption-attachment-308597" class="wp-caption-text">&#8216;7 Gatinhos&#8217; faz jus ao espírito libertário e ritualístico do Teatro Oficina (Foto: Pedro Martins)</figcaption></figure> <p class="isSelectedEnd">Sobre o elenco, seria injusto destacar apenas um integrante, pois poucas vezes se vê um grupo tão entregue física e emocionalmente, transformando o espetáculo em um organismo vivo que ocupa cada centímetro do <strong>Teatro Oficina</strong>. Ainda assim, alguns momentos se impõem pela potência de suas interpretações e pela forma como dialogam com a proposta ritualística da montagem. A <strong>Silene</strong> de <strong>Zizi Yndio do Brasil</strong> amplia a dimensão política da montagem ao colocar uma artista trans no centro de uma personagem que simboliza a pureza idealizada pelo patriarcado.</p> <p class="isSelectedEnd"><strong>Joana Medeiros</strong>, além de dirigir a montagem, assume o papel de <strong>Seu Noronha</strong>, deslocando o patriarca para um corpo feminino e tensionando ainda mais as relações de poder propostas por <strong>Nelson Rodrigues</strong>. Já <strong>Viviani Gangá</strong>, que interpreta <strong>Dona Aracy, a Gorda</strong>, oferece uma das leituras mais impactantes do espetáculo. Mulher negra, ela parece convocar forças ancestrais a cada entrada em cena. Seus gestos, seu olhar e sua presença evocam um estado ritualístico, transformando a personagem em uma figura de enorme potência cênica. É uma construção que rompe radicalmente com a imagem resignada da <strong>Gorda</strong> na adaptação cinematográfica e a reposiciona como uma presença ao mesmo tempo imponente, confrontadora e profundamente simbólica.</p> <p class="isSelectedEnd">A dimensão ritual também atravessa um dos momentos mais arrebatadores da montagem. Em dado momento, <strong>Ana Clara Cantanhede</strong> parece entrar em transe. Ela se contorce, se revira e ocupa o espaço como se estivesse incorporada por uma força impossível de explicar racionalmente. Não é apenas uma demonstração de entrega física, mas um momento em que teatro, performance e rito se confundem. O resultado é uma presença simultaneamente assustadora e hipnotizante, capaz de suspender a respiração da plateia.</p> <figure id="attachment_308595" aria-describedby="caption-attachment-308595" style="width: 899px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-308595" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-2-406x228.jpg" alt="" width="899" height="505" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-2-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-2-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-2-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-2-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/7-Gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-Teatro-Oficina-2.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 899px) 100vw, 899px" /><figcaption id="caption-attachment-308595" class="wp-caption-text">&#8216;7 Gatinhos&#8217; faz jus ao espírito libertário e ritualístico do Teatro Oficina (Foto: Cassandra Mello)</figcaption></figure> <p>Quem também hipnotiza é <strong>Jup do Bairro</strong>, que atravessa toda a encenação como uma espécie de trilha sonora viva. Sua presença amplia a pulsação do espetáculo. Sua interpretação de <strong>&#8220;Os 7 Gatinhos&#8221;</strong>, de <strong>Erasmo Carlos</strong>, ganha novos sentidos dentro da narrativa, enquanto <strong>&#8220;Mulher do Fim do Mundo&#8221;</strong>, eternizada por <strong>Elza Soares</strong>, encerra a montagem de maneira arrebatadora. É um daqueles finais recompensados por uma longa salva de aplausos do público presente.</p> <p>Mais do que revisitar um clássico de <strong>Nelson Rodrigues</strong>, <em><strong>7 Gatinhos</strong></em> reafirma aquilo que faz do <strong>Teatro Oficina</strong> um dos espaços mais singulares do teatro brasileiro: a capacidade de transformar uma peça em experiência, celebração e rito coletivo. Em tempos de montagens frequentemente contidas, esta escolhe o excesso, o corpo, a música e o risco. E sai vencedora justamente por compreender que alguns textos não devem apenas ser encenados — devem ser vividos em comunhão.</p> <h2>Serviço</h2> <p><span style="font-weight: 400;">A temporada de </span><b><i>7 Gatinhos</i></b><span style="font-weight: 400;"> foi estendida no </span><b>Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona<br /> </b><span style="font-weight: 400;">Rua Jaceguai, 520 – Bixiga, São Paulo, SP<br /> </span><span style="font-weight: 400;">As sessões acontecem </span><span style="font-weight: 400;">até 16 de agosto de 2026<br /> S</span><span style="font-weight: 400;">extas e sábados, às 20h, e domingos, às 19h.<br /> </span><span style="font-weight: 400;">Ingressos no <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/120575">Sympla</a></span></p> <p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/dracula-o-musical-equilibra-romance-horror-e-boas-cancoes-em-adaptacao-agil/">‘Drácula – O Musical’ equilibra romance, horror e boas canções em adaptação ágil</a></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/7-gatinhos-faz-jus-ao-espirito-libertario-e-ritualistico-do-teatro-oficina/">&#8216;7 Gatinhos&#8217; faz jus ao espírito libertário e ritualístico do Teatro Oficina</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  10. As bandas de metal que emplacaram mais discos no topo das paradas

    Tue, 14 Jul 2026 18:24:11 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2024/12/heavy-metal-chifre-mao-foto-christie-goodwin-redferns.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Foto: Christie Goodwin / Redferns" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p> <p>Levantamento considera chart principal dos EUA; grupo que encabeça a lista conseguiu a façanha seis vezes consecutivas durante a carreira</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/as-bandas-de-metal-que-emplacaram-mais-discos-no-topo-das-paradas/">As bandas de metal que emplacaram mais discos no topo das paradas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2024/12/heavy-metal-chifre-mao-foto-christie-goodwin-redferns.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Foto: Christie Goodwin / Redferns" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p>O metal é um dos gêneros mais bem-sucedidos da história do rock. Mesmo sem o apelo midiático de outros estilos, várias de suas bandas dominaram paradas e figuraram entre as atrações ao vivo mais populares do planeta. Mas qual artista reina supremo em termos de charts?</p> <p>No quesito álbuns número 1 no principal ranking dos Estados Unidos, a resposta não surpreende. <a href="https://rollingstone.com.br/tags/metallica/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Metallica</strong></a> é o líder neste quesito, com seis discos consecutivos que chegaram ao topo no país.</p> <p>Tudo começou com <em><strong>Metallica</strong></em> (1991), também conhecido entre fãs como <em><strong>The Black Album</strong></em>. O trabalho alavancou a banda ao estrelato mundial e a partir daí o quarteto entrou no embalo. <em><strong>Load</strong></em> (1996), <em><strong>Reload</strong></em> (1997), <em><strong>St. Anger</strong></em> (2003), <em><strong>Death Magnetic</strong></em> (2008) e <em><strong>Hardwired… to Self Destruct</strong></em> (2016) atingiram também o topo das paradas americanas. O fim dessa série veio com o álbum <em><strong>72 Seasons</strong></em> (2023), que chegou &#8220;apenas&#8221; ao segundo lugar.</p> <figure id="attachment_196113" aria-describedby="caption-attachment-196113" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-196113" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/06/metallica-1992-foto-midori-tsukagoshi-shinko-music-getty-images.jpg" alt="Metallica em 1992 - Foto: Midori Tsukagoshi / Shinko Music / Getty Images" width="1920" height="1080" /><figcaption id="caption-attachment-196113" class="wp-caption-text">Metallica em 1992 (Foto: Midori Tsukagoshi / Shinko Music / Getty Images)</figcaption></figure> <p>O surpreendente é constatar que o Metallica não lidera com folga neste aspecto. O <strong>Disturbed</strong> está logo atrás da banda pioneira do thrash metal, com cinco álbuns número 1 nos Estados Unidos. O feito é particularmente impressionante ao se considerar o fato do grupo de nu metal só ter oito discos na carreira.</p> <figure id="attachment_198985" aria-describedby="caption-attachment-198985" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-198985" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/07/david-draiman-disturbed-2025-cantor-foto-ethan-miller-getty-images.jpg" alt="David Draiman, vocalista do Disturbed, em 2025" width="1920" height="1080" /><figcaption id="caption-attachment-198985" class="wp-caption-text">David Draiman, vocalista do Disturbed, em 2025 (Foto: Ethan Miller / Getty Images)</figcaption></figure> <p>Ainda na segunda posição, esbarra-se numa controvérsia. O <strong>Linkin Park</strong>, um dos artistas mais famosos do século 21 e figura fundamental do nu metal, também tem cinco álbuns que atingiram o topo das paradas de sucesso nos Estados Unidos — logo, seria o &#8220;vice&#8221; junto do Disturbed.</p> <p>Entretanto, a sonoridade mudou ao longo dos anos. O grupo deixou o nu metal de lado por boa parte destes trabalhos.</p> <figure id="attachment_190850" aria-describedby="caption-attachment-190850" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-190850" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/03/linkin-park-2000s-chester-bennington-mike-shinoda-foto-jeffrey-mayer-wireimage.jpg" alt="Linkin Park (Mike Shinoda e Chester Bennington) ao vivo no início dos anos 2000" width="1920" height="1080" /><figcaption id="caption-attachment-190850" class="wp-caption-text">Linkin Park (Mike Shinoda e Chester Bennington) ao vivo no início dos anos 2000 (Foto: Jeffrey Mayer / WireImage via Getty Images)</figcaption></figure> <p>De toda forma, o terceiro lugar pertence a quatro artistas diferentes. <strong>System of a Down</strong>, <strong>Staind</strong>, <strong>Slipknot</strong> e <strong>Tool </strong>emplacaram cada um tem três álbuns no número 1. Destes, a última banda listada é a mais recente a conseguir tal façanha, com <em><strong>Fear Inoculum</strong></em> (2019).</p> <figure id="attachment_192149" aria-describedby="caption-attachment-192149" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-192149" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/03/tool-maynard-james-keenan-2025-foto-medios-y-media-getty-images.jpg" alt="Maynard James Keenan, vocalista do Tool" width="1920" height="1080" /><figcaption id="caption-attachment-192149" class="wp-caption-text">Maynard James Keenan, vocalista do Tool (Foto: Medios y Media / Getty Images)</figcaption></figure> <p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/kirk-hammett-acha-a-musica-pop-moderna-uma-porcaria/" target="_blank" rel="noopener">Kirk Hammett acha a música pop moderna uma ‘P-O-R-C-A-R-I-A’</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/metallica-encerra-turne-m72-sem-vir-ao-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Metallica encerra turnê ‘M72’ sem vir ao Brasil</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/a-homenagem-feita-pelo-metallica-a-ozzy-osbourne-durante-show/" target="_blank" rel="noopener">A homenagem feita pelo Metallica a Ozzy Osbourne durante show</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/as-bandas-de-metal-que-emplacaram-mais-discos-no-topo-das-paradas/">As bandas de metal que emplacaram mais discos no topo das paradas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>