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  1. Atores preferem cadeia ao cancelamento, diz Matt Damon

    Sun, 18 Jan 2026 17:31:17 -0000

    Matt Damon (Foto: Cindy Ord/Getty Images for SiriusXM)

    O elenco de 'Dinheiro Suspeito' discutiu os malefícios da 'cultura de cancelamento' — alguns anos após Damon ter sido 'cancelado'

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2024/08/matt-damon-photo-by-cindy-ord-getty-images-for-siriusxm.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Matt Damon (Foto: Cindy Ord/Getty Images for SiriusXM)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p>Vencedor do <a href="https://rollingstone.com.br/tags/oscar/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Oscar</strong></a> de <em>Melhor Roteiro Original</em> por <em><strong>Gênio Indomável</strong></em> (1997), <a href="https://rollingstone.com.br/tags/matt-damon/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Matt Damon</strong></a> fez recentemente uma declaração ousada. Segundo o ator e cineasta, algumas pessoas que foram &#8220;canceladas&#8221; na internet teriam preferido serem enviadas à prisão do que conviver com o ostracismo público.</p> <p>Durante participação recente no podcast de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Joe-Rogan/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Joe Rogan</strong></a> para promover seu novo filme da <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Netflix/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Netflix</strong></a>, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/dinheiro-suspeito/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Dinheiro Suspeito</strong></em></a>, <strong>Damon</strong> foi questionado sobre a &#8220;cultura do cancelamento&#8221;, ao lado do colega de elenco, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/ben-affleck/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ben Affleck</strong></a>.</p> <p><strong>Rogan</strong> costuma se manifestar contra a &#8220;cultura do cancelamento&#8221;. Segundo ele, o cancelamento ocorreria quando um deslize de uma figura pública é &#8220;exagerado ao máximo&#8221; e, consequentemente, a pessoa é &#8220;expulsa da civilização para sempre&#8221;. Ele pediu a opinião de <strong>Damon</strong> sobre o assunto.</p> <p>“Para sempre”, concordou <strong>Damon</strong> (via <a href="https://www.nme.com/news/film/matt-damon-says-some-actors-would-find-going-to-prison-preferable-to-being-cancelled-3923857" target="_blank" rel="noopener"><em>NME</em></a>). “Porque aposto que algumas dessas pessoas teriam preferido ir para a cadeia por 18 meses ou algo assim, e depois sair e dizer: &#8216;Paguei minha dívida. Tipo, acabou. Podemos encerrar isso?'&#8221;</p> <p>Segundo <strong>Damon</strong>, o problema de ser criticado publicamente dessa forma é que o dano à reputação nunca acaba. &#8220;E é a primeira coisa que… sabe, simplesmente vai te seguir até o túmulo&#8221;, acrescentou.</p> <p>&#8220;Nós temos instintos sombrios, às vezes, de isolar as pessoas&#8221;, completou <strong>Affleck</strong>.</p> <h2>O cancelamento de Matt Damon</h2> <p>Em 2021, <strong>Damon</strong> sentiu o cancelamento na pele, quando concedeu uma entrevista ao<em> The Sunday Times</em> que gerou forte reação negativa do público. Durante a conversa, ele admitiu ter parado de usar a F-word (termo pejorativo e homofóbico na língua inglesa) apenas alguns meses antes,  porque sua filha escreveu um &#8220;tratado&#8221; para ele sobre &#8220;como essa palavra é perigosa&#8221;.</p> <p>Mais tarde, ele disse à <em>Variety</em> que nunca havia usado a palavra em sua vida pessoal, e explicou que a declaração não havia passado de um mal-entendido.</p> <p>“Durante uma entrevista recente, relembrei uma conversa que tive com minha filha, na qual tentei contextualizar para ela o progresso que foi feito – embora de forma alguma concluído – desde que eu crescia em Boston e, quando criança, ouvia a palavra &#8216;f*g&#8217; sendo usada na rua antes mesmo de saber o que ela significava”.</p> <p>O ator justificou a interação com a filha: &#8220;Expliquei que essa palavra era usada constantemente e casualmente, e que chegou a ser uma fala em um filme meu de 2003; ela, por sua vez, expressou incredulidade de que pudesse ter havido um tempo em que essa palavra fosse usada sem pensar.&#8221;</p> <p>“Para minha admiração e orgulho, ela foi extremamente eloquente ao falar sobre o quanto essa palavra seria dolorosa para alguém da comunidade LGBTQ+, independentemente de quão culturalmente normalizada ela seja. Eu não apenas concordei com ela, como também fiquei entusiasmada com sua paixão, seus valores e seu desejo por justiça social.”</p> <p><strong>Damon</strong> continuou: “Nunca chamei ninguém de &#8216;f*g&#8217; na minha vida pessoal e essa conversa com minha filha não foi um despertar pessoal. Não uso insultos de nenhum tipo. Aprendi que erradicar o preconceito exige uma ação ativa em direção à justiça, em vez de encontrar conforto passivo em me imaginar &#8216;um dos bons&#8217;”.</p> <p>&#8220;E considerando que a hostilidade aberta contra a comunidade LGBTQ+ ainda não é incomum, entendo por que minha declaração levou muitos a presumir o pior. Para ser o mais claro possível, eu apoio a comunidade LGBTQ+&#8221;, finalizou.</p> <h2>Carreira e próximos lançamentos</h2> <p>Apesar de acreditar que o cancelamento segue a pessoa &#8220;até o túmulo&#8221;, a carreira de <strong>Damon</strong> não foi afetada pelo incidente — desde então, ele estrelou o vencedor do <strong>Oscar</strong>, <em><strong>Oppenheimer</strong></em>,e outras grandes obras. Ele também irá protagonizar o aguardado longa de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Christopher-Nolan/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Christopher Nolan</strong></a>, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/A-Odisseia/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>A Odisseia</strong></em></a>, que tem estreia marcada para 16 de julho de 2026 no Brasil.</p> <p>Seu mais recente projeto é o thriller policial <em><strong>Dinheiro Suspeito, </strong></em>já disponível no catálogo da <strong>Netflix</strong>. Segundo a sinopse,&#8221; a confiança entre uma equipe de policiais de Miami é quebrada e colocada à prova após encontrarem uma grande quantia de dinheiro num esconderijo abandonado. Enquanto as forças institucionais descobrem o tamanho da apreensão, dúvidas com relação a quem confiar colocam o grupo em disputa.&#8221; Veja o trailer:</p> <p><iframe title="Dinheiro Suspeito | Trailer oficial | Netflix" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/LPA1G2tRgX4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>Assista o episódio completo do podcast de <strong>Joe Regan</strong> a seguir:</p> <p><iframe title="Joe Rogan Experience #2440 - Matt Damon &amp; Ben Affleck" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/AVEZBy1uAk8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><strong>+++ LEIA MAIS: CRÍTICA |<a href="https://rollingstone.com.br/cinema/dinheiro-suspeito-ben-affleck-matt-damon-acao-vale-o-play/" target="_blank" rel="noopener"> ‘Dinheiro Suspeito’ reúne Ben Affleck e Matt Damon em trama de ação — mas vale o play?</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/atores-preferem-cadeia-ao-cancelamento-diz-matt-damon/">Atores preferem cadeia ao cancelamento, diz Matt Damon</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  2. Snoop Dogg irá estrelar novo terror de Eli Roth

    Sun, 18 Jan 2026 17:29:03 -0000

    Snoop Dogg em 2025

    O diretor promete que 'Don’t Go in That House, Btch!' será 'O filme de casa assombrada mais insano de todos'

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/08/snoop-dogg-2025-foto-jason-mowry-getty-images.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Snoop Dogg em 2025" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p>Além de ícone do rap, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Snoop-Dogg/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Snoop Dogg</strong></a> construiu uma trajetória de destaque nas telonas. O artista já participou de produções como <em><strong>Dia de Treinamento</strong></em> (2001), <em><strong>Starsky &amp; Hutch: Justiça em Dobro</strong></em> (2004) e <em><strong>Uma Festa no Ar</strong></em> (2004), e emprestou sua voz a animações de sucesso, como <em><strong>B</strong><strong>ob Esponja: O Incrível Resgate</strong> </em>(2020).</p> <p>Após ser anunciado como produtor e responsável pela trilha sonora do novo longa de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Eli-Roth/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Eli Roth</strong></a>, <strong>Dogg</strong> acaba de ser confirmado também no elenco do projeto. O diretor de <em><strong>Feriado Sangrento</strong></em> se aventura mais uma vez no terror slasher com <em><strong>Don’t Go in That House, Btch!</strong></em>, que promete chamar a atenção do público.</p> <p>Em entrevista à <em>Variety</em> nesta sexta, 16, <strong>Roth</strong> explicou a colaboração. “Ele [<strong>Dogg</strong>] já queria fazer um filme para a Death Row Films há muito tempo”, afirmou (via <a href="https://www.nme.com/news/film/snoop-dogg-to-star-in-new-eli-roth-horror-dont-go-in-that-house-btch-3923873" target="_blank" rel="noopener"><em>NME</em></a>). “Eu disse que precisávamos fazer o filme de casa assombrada mais insano de todos, algo que misturasse <em><strong>A Casa do Espanto</strong> </em>(1985), <em><strong>A Casa do Cemitério</strong> </em>(1981), <em><strong>Hausu</strong> </em>(1977) e <em><strong>Sexta-Feira 13</strong></em> (1980), algo tão absurdo que as pessoas não conseguissem acreditar que existisse.”</p> <p>“E teríamos que chamar de <em><strong>Don&#8217;t Go in That House, B*tch! </strong></em>(em tradução livre, <em>Não Entre Nessa Casa, Vadia!</em>)&#8221;, continuou. “E ele vai estrelar o filme.”</p> <p><strong>Roth</strong> também revelou alguns detalhes sobre o longa em andamento: o roteiro foi finalizado no final de 2025 e as filmagens tem previsão de início para junho de 2026. Até então, nenhum outro nome foi confirmado no elenco.</p> <p>&#8220;As pessoas sempre entram na casa. Ninguém escuta. O que você tá fazendo, imbecil? Não entre nessa casa!&#8221;, resume <strong>Roth</strong> sobre a ideia da obra. &#8220;É basicamente tudo que gritamos para a tela enquanto assistimos filmes de terror. Dá pra colocar esses personagens no filme como um coro grego.&#8221;</p> <p>Em agosto, <strong>Roth</strong> compartilhou um trailer satírico de <em><strong>Don&#8217;t Go in That House, B*tch!</strong></em>. Assista a seguir:</p> <p><iframe loading="lazy" title="DON’T GO IN THAT HOUSE, BITCH! | OFFICIAL TRAILER | The Horror Section" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/zpguAl7V_vU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/tarantino-unico-filme-banido-cinemas/" target="_blank" rel="noopener">O único filme de Tarantino a ser banido dos cinemas</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/snoop-dogg-ira-estrelar-novo-terror-de-eli-roth/">Snoop Dogg irá estrelar novo terror de Eli Roth</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  3. Meryl Streep poderia ressuscitar em ‘Mamma Mia 3’, segundo Stellan Skarsgård

    Sun, 18 Jan 2026 15:48:11 -0000

    Meryl Streep em 2024

    Pouco se sabe sobre o terceiro filme da franquia, mas o ator sueco da indícios de reviravolta inesperada

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/01/meryl-streep-2024-atriz-foto-sebastien-nogier-pool-getty-images.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Meryl Streep em 2024" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p>Em 2025, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Amanda-Seyfried/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Amanda Seyfried</strong></a> confirmou que o terceiro filme da saga <em><a href="https://rollingstone.com.br/tags/Mamma-Mia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Mamma Mia</strong></a></em><em><strong> </strong></em>já está em produção. &#8220;Talvez eu seja ingênua, mas tenho quase certeza de que Mamma Mia 3 já está confirmado&#8221;, disse ao<em> Entertainment Tonight</em> durante o <strong>Governors Awards</strong>. A produtora<strong> Judy Craymer</strong> havia afirmado em 2020 que, desde o início, &#8220;a ideia era que fosse uma trilogia&#8221;.</p> <p>Agora, as especulações continuam aumentando: o ator sueco <a href="https://rollingstone.com.br/tags/stellan-Skarsgard/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Stellan Skarsgård</strong></a> &#8211; vencedor do <a href="https://rollingstone.com.br/tags/globo-de-ouro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Globo de Ouro</strong></a> de <em>Melhor Ator Coadjuvante em Filme de Drama</em> por <a href="https://rollingstone.com.br/tags/valor-sentimental/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Valor Sentimental</strong></em></a> &#8211; comentou sobre o futuro de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/meryl-streep/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Meryl Streep</strong></a> na franquia <em><strong>Mamma Mia</strong></em>. Segundo ele, há pessoas trabalhando nos bastidores para encontrar maneiras de trazer a personagem de <strong>Streep</strong>, <strong>Donna Sheridan</strong>, &#8220;de volta dos mortos&#8221;.</p> <p>A adaptação original do musical foi lançada em 2008, e a sequência, <em><strong>Lá Vamos Nós de Novo!</strong></em>, chegou aos cinemas em 2018. No filme de 2018, <strong>Donna</strong> morre fora de cena devido a uma doença não especificada. <strong>Skarsgård</strong> interpreta <strong>Bill</strong>, um antigo romance de <strong>Donna</strong>.</p> <p>“Nos filmes, qualquer um pode voltar dos mortos – e nos filmes, ela é fantástica”, disse <strong>Skarsgård</strong> (via <a href="https://www.nme.com/news/film/stellan-skarsgard-says-meryl-streeps-character-could-be-brought-back-from-the-dead-for-mamma-mia-3-3923894" target="_blank" rel="noopener"><em>NME</em></a>). “Muita gente está trabalhando nisso para trazê-la de volta.”</p> <p>Outros atores envolvidos nos filmes deram fortes indícios de que também poderiam retornar. <strong>Christine Baranski</strong> (<strong>Tanya Chesham-Leigh</strong>) disse anteriormente que se encontrou com <strong>Judy Craymer</strong> para discutir o projeto, e o mesmo ocorreu com <strong>Pierce Brosnan</strong> (<strong>Sam Carmichael</strong>).</p> <p>Em entrevista ao <em>Entertainment Tonight</em>, <strong>Seyfried</strong> ainda provocou o público com dois nomes que ela gostaria de ver no elenco de <em><strong>Mamma Mia 3</strong></em>: a estrela pop<strong> <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Sabrina-Carpenter/" target="_blank" rel="noopener">Sabrina Carpenter </a></strong>e a atriz<strong><a href="https://rollingstone.com.br/tags/Sydney-Sweeney/" target="_blank" rel="noopener"> Sydney Sweeney</a>, </strong>com quem contracenou em <em><strong>A Empregada</strong></em> (2025).</p> <p>&#8220;Adoro interpretar mães, então adoraria ver a <strong>Sophie</strong> [personagem de <strong>Seyfried</strong> no filme] com os filhos. Talvez ela tenha uma prima que não vê há tempos, e essa poderia ser a <strong>Sabrina Carpenter</strong>&#8220;, disse. &#8220;E a <strong>Sydney Sweeney</strong> também poderia aparecer. Tem um monte de garotas que querem muito participar, e eu apoio totalmente a ideia&#8221;.</p> <p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/paul-mescal-diz-que-hamnet-o-preparou-para-interpretar-paul-mccartney-dos-beatles/" target="_blank" rel="noopener">Paul Mescal diz que ‘Hamnet’ o preparou para interpretar Paul McCartney, dos Beatles</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/meryl-streep-poderia-ressuscitar-em-mamma-mia-3-segundo-stellan-skarsgard/">Meryl Streep poderia ressuscitar em &#8216;Mamma Mia 3&#8217;, segundo Stellan Skarsgård</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  4. ‘Seeds’ não é apenas um documentário. É arte de protesto — e poesia

    Sun, 18 Jan 2026 15:00:16 -0000

    Documentário 'Seeds'

    O documentário premiado de Brittany Shynes sobre fazendas centenárias e agricultores negros contemporâneos permite que você caminhe quilômetros com as botas de trabalho de outra pessoa. Só isso já o torna político — e belo

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/‘Seeds-nao-e-apenas-um-documentario.-E-arte-de-protesto-—-e-poesia-foto-divulgacao-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Documentário &#039;Seeds&#039;" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/‘Seeds-nao-e-apenas-um-documentario.-E-arte-de-protesto-—-e-poesia-foto-divulgacao-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/‘Seeds-nao-e-apenas-um-documentario.-E-arte-de-protesto-—-e-poesia-foto-divulgacao-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/‘Seeds-nao-e-apenas-um-documentario.-E-arte-de-protesto-—-e-poesia-foto-divulgacao-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/‘Seeds-nao-e-apenas-um-documentario.-E-arte-de-protesto-—-e-poesia-foto-divulgacao-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/‘Seeds-nao-e-apenas-um-documentario.-E-arte-de-protesto-—-e-poesia-foto-divulgacao.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Você não encontrará listas de estatísticas nem aulas introdutórias de Sociologia em <em><strong>Seeds</strong></em>, o documentário premiado de <strong>Brittany Shynes</strong> sobre fazendas centenárias e agricultores negros contemporâneos. Não há avisos explicativos sobre a lenta erosão da cultura agrária nos Estados Unidos ao longo do último século, nem apresentações em <strong>PowerPoint</strong> sobre a história do trabalho com a terra do período da Reconstrução até os dias atuais; tampouco clipes de reportagens, depoimentos em estilo “cabeça falante” ou gráficos carregados que destrinchem o quão grave é o panorama geral. Os agricultores falam sobre viver em terras que pertencem às suas famílias há várias gerações, mas, a menos que você preste atenção a trechos de conversas aleatórias ou a algumas placas de lojas, não saberia que os personagens acompanhados vivem, respectivamente, na zona rural de Atlanta e no Mississippi. O documentário começa em um funeral de um morador local que não conhecemos — e nunca conheceremos.</p> <p>O que <strong>Shynes</strong> privilegia nesse prólogo silencioso e experiencial não é o quem, o onde ou o porquê da morte dessa pessoa. Ela registra a comunidade se despedindo e, em seguida, volta sua atenção para uma mulher idosa e sua jovem sobrinha-neta, que dirigem de volta para casa após o enterro. A menina pergunta o que acontece depois que morremos. A mais velha fala sobre o Bom Senhor levá-la para seu lar celestial quando a hora chegar. Depois, as duas dividem alguns lanches. “Quer tirar um cochilo?”, pergunta a idosa à criança. “Não”, ela responde. “Eu também não”, diz a mulher. Elas se aconchegam no banco de trás, com as cabeças apoiadas nos ombros uma da outra, enquanto a câmera se posiciona bem ao lado delas.</p> <p>Filmado ao longo de nove anos em um preto-e-branco nítido e belíssimo, e se desenrolando como uma tarde de domingo entre o culto e o jantar, <em><strong>Seeds</strong></em> não quer encher sua cabeça de dados antes de exigir que você vá às ruas. Nascido como um projeto de pós-graduação de <strong>Shynes</strong> e cultivado com cuidado ao longo de muitos invernos e primaveras, o filme quer apenas oferecer uma colheita farta de momentos observacionais. Tratores passam lavrando a terra. Dois homens limpam o mato seco com queimadas controladas. Um agricultor octogenário, <strong>Willie Head Jr.</strong>, faz uma pausa no trabalho diário para comprar óculos, após ter feito cirurgia de catarata meses antes; o fato de ele insistir, com relutância, em pedir opções cada vez mais baratas dá uma noção de suas dificuldades financeiras.</p> <p>Outro personagem, <strong>Carlie Williams</strong>, mima seus netos e bisnetos, falando com orgulho de todos viverem em suas terras. Ele também não hesita em dar uma bronca em um burocrata anônimo do <strong>Departamento de Agricultura dos EUA</strong> por causa dos pagamentos de subsídios que nunca chegam aos agricultores negros — ainda hoje o principal exemplo da ineficiência da burocracia, das políticas raciais desequilibradas e da velha e conhecida hipocrisia. (É uma referência à promessa do presidente <strong>Joe Biden</strong> de liberar US$ 2 bilhões em pagamentos diretos a comunidades agrícolas minoritárias; e podemos garantir que esse retrato daqueles que deveriam se beneficiar da medida não favorece em nada aquela administração.)</p> <p>A política entra de lado, por meio de uma longa conversa entre <strong>Williams</strong> e outros moradores da cidadezinha em frente a um mercado, e depois de forma direta, em uma manifestação diante da Casa Branca por causa desses repasses que nunca apareceram. É impossível não trazer à tona toda a história do Sul dos EUA e de seus cidadãos negros ao observar imagens de enormes fardos de algodão e discussões sobre a tutela de terras que pertencem a essas famílias desde o fim do século XIX. Ainda assim, <em><strong>Seeds</strong></em> não quer cutucar nem provocar. Ele quer apenas registrar — e permitir que você caminhe quilômetros com as botas gastas, salpicadas de lama, desses homens e de seus entes queridos. O tom não é nem melancólico, nem ingenuamente otimista, mesmo quando o filme celebra o senso de família e comunidade entre esses sulistas. <strong>Shynes</strong> oferece espaço para que você entre no mundo dessas pessoas comuns, no trabalho e em casa, dando-lhes a chance de contar suas histórias, expressar ansiedades sobre herança geracional ou simplesmente deixar que os longos planos silenciosos de sua rotina falem por si, como prova de como resistiram ao longo das décadas.</p> <p>Não é, em outras palavras, um filme com uma agenda — a menos que você considere como agenda a geração de empatia e o ato de conhecer pessoas que raramente recebem tanto tempo e espaço sem filtros na tela, seja no cinema de ficção ou, francamente, fora dele. Ainda assim, <em><strong>Seeds</strong></em> é, em seu coração mais fértil, uma obra de arte de protesto e ativismo político por meio da pura poesia. Atenção é necessária. Em certos momentos, você sente como se estivesse assistindo a um memorial de um modo de vida que corre o risco real de desaparecer. Mais importante, sente que está vendo a vida em si, se desenrolando em toda a sua glória, tristeza, minúcias e momentos de celebração — e é a graça com que <strong>Shynes</strong> apresenta tudo isso que provoca e comove. Vencedor do <strong>Grande Prêmio do Júri de Documentário</strong> dos EUA em Sundance no ano passado, e exibido extensamente no circuito de festivais ao longo dos últimos 12 meses, <em><strong>Seeds</strong></em> agora estreia uma temporada em salas no <strong>Film Forum</strong>, em Nova York. Que ele se espalhe pelo vento e chegue ao resto do país o quanto antes.</p> <p><strong><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/hamnet-a-vida-antes-de-hamlet-chloe-zhao-critica/" target="_blank" rel="noopener">+++LEIA MAIS:</a> <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/hamnet-a-vida-antes-de-hamlet-chloe-zhao-critica/" target="_blank" rel="noopener">‘Hamnet’, de Chloé Zhao, é um testemunho do poder indelével do amor através da arte</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/seeds-nao-e-apenas-um-documentario-e-arte-de-protesto-e-poesia/">‘Seeds’ não é apenas um documentário. É arte de protesto — e poesia</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  5. Um ‘demônio’, uma facada e uma experiência com ayahuasca que deu errado

    Sun, 18 Jan 2026 14:59:16 -0000

    Ayahuasca

    Julio Rivera passou duas décadas ajudando pessoas a exorcizar energias negativas por meio de experiências psicodélicas — até que uma delas quase lhe custou a vida

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/GettyImages-1088424864-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Ayahuasca" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/GettyImages-1088424864-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/GettyImages-1088424864-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/GettyImages-1088424864-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/GettyImages-1088424864-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/GettyImages-1088424864.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Nas primeiras horas da manhã de 5 de outubro de 2024,<strong> Julio Rivera</strong>, vestindo calças de ioga brancas e largas e sem camisa, saiu correndo de um Airbnb em uma rua residencial do sul da Flórida.<strong> Stefan León</strong>, um homem barbudo de 32 anos com a cabeça raspada, o seguiu de perto. <strong>Rivera</strong>, de 67 anos, havia sido esfaqueado cinco vezes, inclusive no peito. <strong>León</strong> estava vestido, com as roupas manchadas com o sangue de <strong>Rivera</strong>. &#8220;Me mate agora&#8221;, gritou <strong>León</strong> no auge de uma psicose induzida por alucinógenos por volta das 2h30 da manhã. &#8220;Vou te matar, filho da puta&#8221;, balbuciou. &#8220;Você vai morrer para sempre.&#8221;</p> <p>Os vizinhos foram acordados pelo som de <strong>Rivera</strong> batendo na porta de um bangalô. Ele estava &#8220;coberto de sangue e implorando por ajuda&#8221;, relatou posteriormente um detetive da polícia após analisar as imagens das câmeras de segurança. <strong>León</strong> arrastou <strong>Rivera</strong> para o quintal enquanto gritava para o rapaz parar. O som de golpes podia ser ouvido fora do alcance da câmera, e <strong>Rivera</strong> afirma que ele e <strong>León</strong> lutaram por mais 10 minutos antes da chegada da polícia.</p> <p>As autoridades rapidamente identificaram <strong>León</strong>, o homem mais baixo, porém mais forte, como o agressor. <strong>León</strong> chutou um dos três policiais e declarou ser “um demônio, o próprio Deus e Hitler”, segundo o boletim de ocorrência. “Mandaram ele se levantar”, conta <strong>Rivera</strong>. “Ele disse: ‘Vou matar todos vocês’”. A polícia usou uma arma de choque contra <strong>León</strong> nas costas e o algemou. Dois dos policiais então realizaram “manutenção preventiva” em <strong>Rivera</strong>, conforme consta em outro relatório policial. Paramédicos e mais policiais chegaram logo em seguida. <strong>León</strong> foi preso e acusado de tentativa de homicídio.</p> <p>O incidente macabro destaca o que muitos na vanguarda da nascente indústria psicodélica há muito relutam em admitir: na Amazônia, onde se originou, o uso da ayahuasca nem sempre foi associado a &#8220;amor e luz&#8221;. À medida que essas cerimônias acontecem cada vez mais em todo o mundo, com muitas pessoas experimentando benefícios significativos, mais e mais pessoas sofrem efeitos adversos — e embora poucos sejam tão extremos quanto <strong>León</strong>, seu ataque quase fatal a <strong>Rivera</strong> ressalta o quão fora de controle uma pessoa pode ficar sob o efeito da poção.</p> <p>Mais de quatro milhões de pessoas em todo o mundo já experimentaram ayahuasca, incluindo um milhão e meio nos Estados Unidos, segundo estimativas do Centro Internacional para Educação, Pesquisa e Serviço Etnobotânico (ICEERS), uma organização sem fins lucrativos que pesquisa plantas psicodélicas. “Desde a virada do milênio, a ayahuasca tem se tornado cada vez mais popular”, afirma o <strong>Dr. Simon Ruffell</strong>, ex-psiquiatra do Serviço Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido, que há seis anos se especializa em ayahuasca, seguindo a tradição amazônica. (A formação de um especialista pode levar até 15 anos.) “É muito fácil encontrar ayahuasca em todos os continentes e o número de pessoas que viajam para a floresta amazônica para experimentar a bebida está aumentando”, diz. “Muitas pessoas têm experimentado grande cura.”</p> <p>Na comunidade de pesquisa psicodélica, no entanto, é amplamente reconhecido que as pessoas podem ter visões de entidades, alienígenas e seres míticos durante experiências com ayahuasca, uma bebida feita com um cipó contendo o poderoso psicodélico DMT, juntamente com um arbusto que ativa seus efeitos. Essas visões são frequentemente consideradas benignas, ou até mesmo benéficas, mas um artigo de 2022 sobre eventos adversos com ayahuasca relatou que cerca de 15% dos quase 8.000 participantes de uma pesquisa experimentaram uma conexão prejudicial com um &#8220;mundo espiritual&#8221; durante cerimônias com a bebida. Uma crença xamânica central é que os psicodélicos podem tornar as pessoas mais receptivas tanto a espíritos nocivos quanto a espíritos benéficos.</p> <p>Líderes indígenas atestam como alguns “médicos espirituais” — a expressão preferida para xamã — não praticam cura, mas sim bruxaria. “Tanto a cura quanto a bruxaria utilizam as mesmas ferramentas”, explica<strong> Jheison Romulo Sinuiri Ochavano</strong>, presidente da Organização Intercultural Oni Xobo, que trabalha para preservar a cultura indígena <strong>Shipibo</strong>. Sabe-se que esses indivíduos realizam tratamentos especializados, de maneira semelhante a certos exorcismos cristãos, em pacientes e participantes, enquanto estes estão sob o efeito da ayahuasca. “Precisamos nos preparar antes de remover o yoshin [escuridão interior]”, diz <strong>Sinuiri</strong>. “É necessário um alto nível de responsabilidade e conhecimento por parte do praticante para conseguir remover seus demônios.” Mas, acrescenta, isso “faz parte do trabalho de cura”.</p> <p>A ayahuasca pode causar sofrimento a quem a consome, e o &#8220;mestre&#8221; responsável — outro termo para esses curandeiros espirituais — precisa estar preparado, explica <strong>Walter López</strong>, porta-voz da Associação de Curandeiros Shipibo-Konibo. &#8220;É verdade que feitiçaria e ataques existem, mas é preciso treinamento e preparo para saber como lidar com essas situações e proteger a si mesmo e aos outros&#8221;, afirma.</p> <p>O químico suíço <strong>Albert Hofmann</strong>, inventor do LSD, relatou ter tido um encontro com uma entidade negativa em sua primeira experiência com ácido, em 1943. &#8220;Um demônio me invadiu, tomou posse do meu corpo, mente e alma&#8221;, recordou ele posteriormente. O psiquiatra clínico e pesquisador de DMT, <strong>Dr. Rick Strassman</strong>, mencionou a suspensão das pesquisas em meados da década de 1990, após participantes relatarem encontros negativos com entidades. &#8220;Como podemos saber se esses seres estão a nosso favor ou contra nós?&#8221;, questionou em uma conferência em 2015. &#8220;Ao se abrir para mundos espirituais, nem tudo são flores. É importante saber como se proteger.&#8221;</p> <blockquote><p>É necessário um nível de especialização muito elevado para conseguir exorcizar os seus demônios.</p></blockquote> <p>Mas outros cientistas psicodélicos, assim como toda a comunidade científica, rejeitam a ideia. Demônios podem realmente habitar uma pessoa? &#8220;Claro que não&#8221;, diz o neurocientista psicodélico<strong> Zeus Tipado</strong>, doutorando na Universidade de Maastricht, na Holanda. &#8220;Eles são autocriados.&#8221; Quando as pessoas tomam ayahuasca, são forçadas a uma profunda reflexão introspectiva — potencialmente tendo como pano de fundo imagens sombrias — o que &#8220;poderia resultar na personificação de demônios&#8221;, diz <strong>Tipado</strong>, mas é simplesmente a mente dando sentido ao aparentemente sem sentido.</p> <p><strong>Rivera</strong>, no entanto, acredita em entidades em um sentido mais literal. Ele e <strong>León</strong> começaram a conversar “sobre parasitas astrais e essas entidades subconscientes que a maioria de nós possui” em algum momento de 2022. <strong>León</strong> “não estava feliz”, diz <strong>Rivera</strong>. <strong>Rivera</strong> acreditava que uma entidade subconsciente — que ele descreve como um conjunto de energia negativa — estava alimentando a infelicidade de <strong>León</strong>, e que técnicas de coaching psicológico, nas quais ele o guiaria sob a influência da ayahuasca, poderiam ajudar a eliminar o que quer que o estivesse afetando. <strong>León</strong> afirma que suas intenções estavam focadas na cura emocional relacionada a traumas da infância, autorreflexão e crescimento pessoal.</p> <p>“Durante três dias, fui seu treinador, seu cozinheiro, seu amigo e seu xamã”, diz <strong>Rivera</strong>. Depois, tudo deu errado.</p> <p><strong>Rivera</strong> e <strong>León</strong> se conheceram em 2016, quando <strong>León</strong>, então com 24 anos, tornou-se membro de um centro de ayahuasca que <strong>Rivera</strong> cofundou em Miami naquele ano, operando-o em uma zona cinzenta, citando uma decisão da Suprema Corte de 2006 que concedia uma isenção religiosa a uma igreja brasileira de ayahuasca. “Vislumbrei o que procurava”, escreveu <strong>León</strong> em uma postagem de blog de 2024 intitulada “Flertando com a Morte”. “Morri e encontrei Deus. Minha busca por significado me levou ao meu Eu… A ayahuasca me deu um caminho a seguir.” <strong>León</strong> lutava há muito tempo com sua saúde mental, escreveu, e estava em uma jornada espiritual para melhorar sua mentalidade fatalista. Em uma cerimônia de ayahuasca, ele aprendeu sobre a escuridão em uma vida passada. “A ayahuasca me mostrou que meu sonho representava um evento real de outra linha do tempo”, escreveu. “Batendo meu carro e morrendo em fúria suicida.”</p> <p>Em 2016, <strong>Rivera</strong> — um homem corpulento de quase dois metros de altura, que fala de forma quase poética — havia acabado de concluir seu aprendizado de 15 anos sobre ayahuasca com o renomado mestre psicodélico peruano <strong>Don José Campos</strong>. (<strong>Campos</strong> mais tarde seria notícia após ser preso em 2022 e mantido por quase um ano em uma prisão mexicana por viajar com ayahuasca, antes de ser absolvido em um julgamento histórico.) Em 2019, <strong>Rivera</strong> estava escrevendo material para dois livros sobre ayahuasca que ele publicaria posteriormente de forma independente, nos quais delineava sua teoria excêntrica sobre como “subpersonalidades e entidades controlam nossas vidas”. Ele supervisionaria cerca de 250 cerimônias de ayahuasca depois de tê-la ingerido cerca de 500 vezes ao longo de 28 anos.</p> <p><strong>León</strong> afirma ter feito isso 30 vezes pessoalmente com <strong>Rivera</strong> e outras 20 vezes com outros facilitadores, antes do retiro particular. Durante sua jornada de anos, <strong>León</strong> começou a obter certo sucesso como artista visual neoexpressionista conhecido como <strong>Champzy</strong>. Ele criou obras cruas, expressivas e, por vezes, inquietantes em telas gigantes, explorando temas de ativismo contra o tráfico humano, enquanto trilhava claramente o caminho de sua própria exploração subconsciente.</p> <p>Em 2022, <strong>León</strong> trabalhava em meio período como coach de &#8220;evolução pessoal&#8221;, com foco em ajudar pessoas a encontrar o despertar espiritual e retomar o controle de suas vidas. Amigos relataram que sua &#8220;sabedoria consciente do coração&#8221; os ajudou, mas, nos bastidores, ele continuava sua árdua busca pela paz interior.</p> <p>Entretanto, <strong>Rivera</strong> começou a perceber que mesmo o trabalho intensivo com ayahuasca pode não proporcionar o alívio prolongado que algumas pessoas buscam, mesmo que acreditem que esteja ajudando. Estudos sugerem que a ayahuasca pode ter efeitos positivos na saúde mental e reduzir a depressão e o TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático) . Muitos que consomem ayahuasca relatam experiências de visões surpreendentes de olhos fechados, nas quais encontram uma deusa da natureza, enquanto outros vivenciam transformações incríveis em sua saúde mental.</p> <p>Mas muitas pessoas relatam ter ficado atordoadas e desestabilizadas por cerimônias de ayahuasca e terem dificuldades para retornar às suas vidas anteriores; algumas fazem mudanças repentinas em suas vidas que só trazem angústia e mais traumas. O influenciador fitness <strong>Connor Murphy</strong> bebeu ayahuasca em uma cerimônia em Joshua Tree em 2020 e ficou desestabilizado depois de passar de, segundo ele, “um YouTuber espiritualmente frustrado para um guru com completa compreensão experiencial do universo”. Depois de consumir ayahuasca regularmente por um ano, ele acabou em uma clínica de saúde mental, de acordo com um amigo, declarando-se Deus e postando seu número de seguro social e dados bancários no <strong>Instagram</strong>, “para mostrar um desapego ao materialismo”.</p> <p><strong>Rivera</strong> era um aluno exemplar em sua escola católica só para meninos em Porto Rico. &#8220;Eu era um nerd&#8221;, relembra. Mas, assim que foi aceito na faculdade em 1975, decidiu comemorar com os amigos e finalmente fumar um baseado. &#8220;Foi uma experiência alucinante&#8221;, diz. O efeito da droga alterou sua percepção da realidade e ele começou a enxergar as coisas com mais fluidez. Ele se interessou por astrologia e logo estava experimentando cogumelos, LSD, &#8220;os altos, os baixos, os extremos&#8221;.</p> <p>Apesar de ser um &#8220;viciado em drogas&#8221;, <strong>Rivera</strong> se destacou na Universidade de Porto Rico em estatística e matemática, antes de ir para a Universidade de Miami, onde obteve seu mestrado em ciências da gestão. Mas ele sempre sentiu que faltava algo. &#8220;Eu não encontrava isso nas drogas&#8221;, diz. <strong>Rivera</strong> deu um tempo no uso de substâncias. Casou-se e começou a trabalhar no setor bancário. Ganhou muito dinheiro, dirigia carros esportivos e jogava golfe em um clube exclusivo.</p> <p>Certo domingo de 1988, <strong>Rivera</strong> se deparou com um artigo sobre ayahuasca. Havia pouca pesquisa ocidental sobre o assunto naquela época, mas <strong>Rivera</strong> logo descobriu que os xamãs que bebiam ayahuasca afirmavam poder obter insights sobre o passado, o presente e o futuro. Com o interesse aguçado, ele disse para si mesmo: &#8220;Preciso fazer isso. É a próxima.&#8221;</p> <p>Foi somente uma década depois, quando o mestre peruano <strong>Campos</strong> veio a Porto Rico, que ele finalmente se entregou à experiência, o que o transportou para fronteiras desconhecidas de sua mente. &#8220;Eu era muito materialista, dinheiro, toda essa merda, e tudo mudou&#8221;, diz. Após apenas uma cerimônia, <strong>Rivera</strong> se candidatou a aprendiz do mestre. Logo estava ajudando a organizar seus retiros. A partir de 2002, ele passou a fazer viagens regulares ao Peru para estudar como servir ayahuasca. &#8220;Eu fazia isso secretamente porque não queria que meu banco soubesse&#8221;, conta. &#8220;Eu poderia ser demitido por usar drogas; ninguém entendia o que era ayahuasca.&#8221;</p> <p>Mas em 2008, após quase três décadas de carreira no setor bancário, <strong>Rivera</strong> se aposentou. &#8220;Senti o chamado da mãe ayahuasca para servir a medicina aos outros&#8221;, recorda. &#8220;Ela me convidou e eu aceitei.&#8221;</p> <p>Em 2015, <strong>Unais Gomes</strong>, um engenheiro britânico de 26 anos formado em Cambridge, buscava aliviar seu mal-estar na Amazônia, onde ingeriu uma dose dupla de ayahuasca e entrou em um frenesi misterioso e desvairado. Ele começou a estrangular um participante do retiro, <strong>Joshua Stevens</strong>, um canadense de 29 anos. &#8220;É hora de expulsar seus demônios, irmão&#8221;, disse <strong>Gomes</strong> a <strong>Stevens</strong>. &#8220;Vamos expulsá-los juntos.&#8221; Enquanto brigavam, <strong>Gomes</strong> pegou uma faca. &#8220;Tudo o que passava pela minha cabeça era&#8230; se esse cara pegar essa faca, ele vai matar um de nós&#8221;, disse <strong>Stevens</strong>. &#8220;Era matar ou morrer.&#8221; Ele esfaqueou <strong>Gomes</strong> uma vez no estômago e, como não conseguiu subjugá-lo, novamente no coração, matando-o em legítima defesa. &#8220;Tudo o que eu conseguia sentir nele era maldade&#8221;, disse <strong>Stevens</strong> à <strong>Dazed</strong>. &#8220;Seus olhos tinham uma raiva vazia. Ele estava possuído.&#8221;</p> <p><strong>Rivera</strong> sabia que não era incomum as pessoas experimentarem paranoia intensa durante as cerimônias de ayahuasca. Quando julgava necessário, ele já havia contido várias pessoas até que o efeito da ayahuasca passasse e elas retornassem a um estado mais normal, o que podia levar horas. Mas quando <strong>Rivera</strong> começou a planejar o retiro particular para <strong>León</strong>, decidiu não contratar um assistente, como costumava fazer, já que <strong>León</strong> havia participado de muitas das cerimônias de <strong>Rivera</strong> sem nenhum problema.</p> <p><strong>Rivera</strong> enfrentaria rapidamente as consequências de seu erro quase fatal nas primeiras horas de 5 de outubro, quando o retiro saiu do controle após a terceira e última cerimônia de ayahuasca do fim de semana. “Falhei como facilitador; não tinha um assistente”, diz <strong>Rivera</strong>. “Minha relação com ele era ótima e ele já tinha conduzido tantas cerimônias. Falhei em seguir as regras. Com essas pessoas fora de controle, três ou quatro pessoas entram em cena, o imobilizam e esperamos até que a situação se acalme.” <strong>Rivera</strong> aprendeu uma lição: reações adversas “podem acontecer com qualquer um, a qualquer momento”.</p> <p>Segundo <strong>Rivera</strong>, a terceira cerimônia e a sessão de terapia que se seguiu foram difíceis para <strong>León</strong>. Ele conta que disse a <strong>León</strong> que um parasita astral dentro dele estava afetando negativamente sua saúde mental. <strong>León</strong> chorou e disse a <strong>Rivera</strong> que não sabia como aplicar o que estava aprendendo com a experiência em seu dia a dia.</p> <p>“Não sei como vou assimilar isso”, disse <strong>León</strong>, segundo <strong>Rivera</strong>, referindo-se ao exercício de processar positivamente uma viagem depois que ela termina. “É muito difícil.” <strong>Rivera</strong> o aconselhou a dormir um pouco. <strong>León</strong> deitou-se, mas cerca de 10 minutos depois, conta <strong>Rivera</strong>, ele começou a gritar: “Perdi!”</p> <p><strong>León</strong> pegou o estojo dos AirPods, quebrou-o ao meio e tentou engolir um pedaço. Depois de alguns segundos, <strong>Rivera</strong> — que estava sentado a poucos metros de distância — percebeu o que <strong>León</strong> tinha feito e pulou em cima dele para retirar o objeto de sua garganta. &#8220;Tive que enfiar a mão bem fundo para tirar&#8221;, lembra <strong>Rivera</strong>. &#8220;Então ele olhou para mim com olhos arregalados e disse: &#8216;Se você não me deixar morrer, eu vou te matar, e nós vamos morrer juntos&#8217;.&#8221; Logo depois, ele começou a bater a cabeça no chão de concreto. &#8220;Aí eu fiquei com medo&#8221;, diz <strong>Rivera</strong>. &#8220;Pensei: &#8216;Droga, esse cara está totalmente possuído&#8217;. Eu sabia que precisava controlá-lo fisicamente.&#8221;</p> <p><strong>Rivera</strong> estava tão ocupado tentando conter <strong>León</strong> que se esqueceu de chamar a polícia. &#8220;Esse cara desenvolveu uma força incrível, sobre-humana&#8221;, recorda. &#8220;Durante 20 minutos, lutamos por toda a casa. Todos os móveis estavam de cabeça para baixo.&#8221; <strong>Rivera</strong> tentou levá-lo para o banheiro, para que houvesse uma porta entre eles, mas acabaram no chão, amontoados.</p> <p><strong>Rivera</strong> conta que começou a estrangular <strong>León</strong>, tentando fazê-lo desmaiar, mas temia matá-lo. &#8220;Eu o soltei&#8230; levantei e peguei meu celular&#8221;, lembra. Ele foi em direção à porta da frente, mas estava escuro e seus óculos haviam caído durante a briga. Ao abrir a porta, <strong>León</strong>, de pé novamente, soltou um grito, e <strong>Rivera</strong> sentiu &#8220;uma facada no peito. Ele estava me esfaqueando&#8221;. Ele diz que <strong>León</strong> berrou: &#8220;Vou te matar! Sim, é verdade!&#8221;, enquanto cravava a faca em seu corpo.</p> <p>Em rápida sucessão, cinco facadas atingiram o peito, a cabeça e o ombro de <strong>Rivera</strong>. Ele conseguiu agarrar a lâmina com a mão direita, quase decepando o polegar, e derrubou <strong>León</strong>, que entregou a faca. &#8220;Ele ficou deitado no chão, com os braços abertos&#8221;, diz <strong>Rivera</strong>. &#8220;Ele queria que eu o esfaqueasse como o Drácula no peito.&#8221;</p> <p><strong>Rivera</strong> ergueu a faca como se fosse esfaqueá-lo, depois saiu correndo da casa e jogou a faca em uns arbustos. &#8220;Ele veio atrás de mim&#8221;, diz <strong>Rivera</strong>. Foi então que eles se deitaram na rua, antes de León ser detido.</p> <p>Nesse momento, <strong>Rivera</strong> estava no Delray Medical Center lutando pela vida. A faca havia perfurado seu pulmão. A pressão arterial de <strong>Rivera</strong> estava caindo; ele via “bolhas amarelas” em sua visão e estava prestes a perder a consciência. Um médico percebeu o problema e inseriu um tubo para drenar o sangue do pulmão de <strong>Rivera</strong>. “A pressão arterial começou a voltar ao normal, e as pessoas ficaram muito felizes”, diz, lembrando-se da equipe médica ao redor de sua cama. “Eles estavam aplaudindo e comemorando.”</p> <p>Assim que <strong>Rivera</strong> se estabilizou, a polícia foi interrogá-lo, e ele insistiu que não queria prestar queixa. &#8220;Esse cara é meu amigo&#8221;, diz <strong>Rivera</strong>, que passou quatro dias no hospital. &#8220;Era um demônio.&#8221; Os promotores, no entanto, acusaram <strong>León</strong> de agressão qualificada com arma letal, além de duas acusações de resistência à prisão, antes de alterar a acusação principal para tentativa de homicídio. Mas <strong>Rivera</strong> insistiu que as acusações deveriam ser retiradas.</p> <p><strong>León</strong> disse à <em><strong>Rolling Stone</strong></em> que suas ações não refletiram seu verdadeiro eu e que sente profundo arrependimento pelo que fez. &#8220;Este é o maior arrependimento da minha vida&#8221;, afirmou. &#8220;Não tenho palavras para expressar o quanto sinto por <strong>Julio</strong> por ter perdido o controle e quase o ter matado, porque ele é alguém que amei e respeitei desde que o conheço. Sinto um remorso imenso.&#8221; No entanto, acrescentou, a quase tragédia provavelmente teria sido evitada se <strong>Rivera</strong> tivesse insistido em contratar um assistente, como é de costume. &#8220;Em retrospectiva, gostaria que tivéssemos tido apoio adicional, porque isso teria evitado o que quase foi uma tragédia&#8221;, disse <strong>León</strong>. &#8220;Foi traumático para todos os envolvidos.&#8221;</p> <p>Questionado se pretende usar substâncias psicodélicas num futuro próximo, ele responde que não.<br /> Segundo <strong>Tipado</strong>, o neurocientista que estuda na Universidade de Maastricht, os psicodélicos no Ocidente eram originalmente chamados de psicomiméticos, pois acreditava-se que imitavam os sintomas da psicose. &#8220;Se você observar como o cérebro reage após o uso de psicodélicos, verá que é muito semelhante ao que acontece com pessoas em estado psicótico&#8221;, afirma <strong>Tipado</strong>. O ápice de uma experiência psicodélica pode, portanto, compartilhar semelhanças com a psicose; e, para pessoas com condições subjacentes não diagnosticadas, isso pode aumentar a gravidade dos sintomas maníacos e psicóticos, como concluíram os resultados de um estudo recente . &#8220;O fato é que essa pessoa teve um episódio psicótico que quase custou a vida de seu facilitador&#8221;, diz <strong>Tipado</strong>, que baseia sua opinião nas informações publicamente disponíveis sobre o caso. &#8220;Quase sempre se trata de uma condição preexistente não diagnosticada: muito raramente algo surge e desaparece.&#8221;</p> <p><strong>Tipado</strong> alerta as pessoas para que considerem seriamente o facilitador e o ambiente ao usar ayahuasca. &#8220;Uma experiência não é como tomar algumas cervejas; ela pode reestruturar todo o seu sistema de crenças e causar danos permanentes&#8221;, diz. &#8220;A consciência de uma pessoa é algo muito precioso. As pessoas devem pensar duas vezes antes de oferecer ayahuasca a alguém e falar sobre demônios.&#8221;</p> <p><strong>Bia Labate</strong>, PhD, antropóloga, especialista em ayahuasca e cofundadora do Instituto Chacruna, uma organização sem fins lucrativos que luta pela descriminalização de psicodélicos, afirma que a ayahuasca a ajudou e inspirou profundamente ao longo de muitos anos. &#8220;Também me deparei com cenários problemáticos de uso, como cultos, episódios de violência e consequências negativas para a saúde mental&#8221;, diz. &#8220;Esses casos certamente são minoria, mas precisamos trabalhar arduamente para evitar que aconteçam.&#8221;</p> <p><strong>Rivera</strong> precisou se submeter a tratamento para remover tecido cicatricial do peito, mas ainda tem algumas cicatrizes no couro cabeludo. Fora isso, ele se recuperou completamente dos outros ferimentos. Ele afirma ter recebido uma carta de <strong>León</strong>, enviada pela delegacia, pedindo desculpas, e posteriormente, por meio de seu advogado. Mas <strong>Rivera</strong> ficou com perguntas sem resposta por meses. &#8220;A única coisa que preciso agora é confirmar com ele se ele realmente removeu a entidade&#8221;, disse <strong>Rivera</strong> à<em><strong> Rolling Stone</strong></em> em abril. &#8220;Saberei exatamente quando falar com ele. Rezo por ele todas as noites.&#8221;</p> <p><strong>León</strong>, que afirma ser impossível saber com certeza se alguma entidade influenciou os eventos, foi libertado da custódia em novembro de 2024 e permanece em prisão domiciliar. Desde o início de dezembro, ele tem permissão para ir ao seu estúdio de arte para pintar e à galeria de arte da qual é diretor, tendo inclusive exposto seu trabalho na Art Basel de Miami. &#8220;A última coisa que eu quero é vê-lo apodrecer na cadeia&#8221;, diz <strong>Rivera</strong>, que em dezembro de 2024 lançou um novo livro que descreveu como &#8220;o guia definitivo&#8221; para remover demônios psicológicos com psicodélicos, além de lançar um programa de indicação com recompensa de US$ 500 para atrair mais clientes para seus retiros. &#8220;Eu não tinha a equipe necessária para controlar a situação, e ela saiu do controle. Calculei mal e paguei um preço alto.&#8221;</p> <p>Enquanto isso, <strong>Rivera</strong> tem promovido seu novo protocolo de extração de parasitas astrais e experiências assistidas por psilocibina na Jamaica. &#8220;Estou carregando a tocha&#8221;, diz. &#8220;Este é o caminho.&#8221;</p> <p>Em 9 de janeiro de 2026, <strong>León</strong>, vestindo um terno escuro e uma camisa branca, com a cabeça raspada e a barba longa, declarou-se culpado de três acusações em troca da retirada da acusação de tentativa de homicídio. Um juiz de Palm Beach o sentenciou a mais 10 meses de prisão domiciliar como parte de um período de liberdade condicional de cinco anos. <strong>León</strong> concordou em ser avaliado para transtorno por uso de substâncias e em não fazer nenhuma postagem nas redes sociais &#8220;apoiando o uso de ayahuasca ou qualquer outra droga&#8221;. <strong>Rivera</strong> também compareceu à audiência. &#8220;Como vítima, nunca parei de pedir a liberdade de Stefan&#8221;, disse ele à <em><strong>Rolling Stone</strong></em> em um comunicado. &#8220;Desde meu primeiro depoimento à polícia no pronto-socorro, deixei claro que ele não era meu inimigo. Ele era um amigo. O que aconteceu não foi motivado por intenção ou premeditação, e seria profundamente injusto responsabilizá-lo por algo que ele nunca teve a intenção de fazer.&#8221;</p> <p>Os espíritos — se é que existem — permanecem inexplicáveis, mas <strong>Rivera</strong> diz que <strong>León</strong> agora vive a vida sem o peso dos seus conflitos anteriores. &#8220;Ele se sente livre agora.&#8221;</p> <p><strong>+++LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/noticia/julio-iglesias-responde-as-acusacoes-de-abuso-sexual-e-trafico-de-pessoas/" target="_blank" rel="noopener">Julio Iglesias responde às acusações de abuso sexual e tráfico de pessoas</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/noticia/um-demonio-uma-facada-e-uma-experiencia-com-ayahuasca-que-deu-errado/">Um &#8216;demônio&#8217;, uma facada e uma experiência com ayahuasca que deu errado</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  6. Por que Robert De Niro fez tantos filmes ruins, segundo Paul Schrader

    Sun, 18 Jan 2026 13:55:20 -0000

    Roteirista de Taxi Driver culpo um lendário agente de Hollywood por manipular clientes a ficarem sempre na posição de precisar de dinheiro

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/11/robert-de-niro-2025-foto-Antonio-Masiello-Getty-Images-2245383561-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/11/robert-de-niro-2025-foto-Antonio-Masiello-Getty-Images-2245383561-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/11/robert-de-niro-2025-foto-Antonio-Masiello-Getty-Images-2245383561-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/11/robert-de-niro-2025-foto-Antonio-Masiello-Getty-Images-2245383561-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/11/robert-de-niro-2025-foto-Antonio-Masiello-Getty-Images-2245383561-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/11/robert-de-niro-2025-foto-Antonio-Masiello-Getty-Images-2245383561.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><a href="https://rollingstone.com.br/tags/robert-de-niro/" target="_blank" rel="noopener"><b>Robert De Niro</b></a><span style="font-weight: 400;"> é um dos maiores atores vivos. Coleciona dois Oscars e seis outras indicações ao longo da carreira.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, o astro também ficou conhecido com o passar dos anos por suas escolhas duvidosas de papel. Um ex-colaborador revelou o motivo.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Em entrevista de 2024 ao site </span><a href="https://www.vulture.com/article/paul-schrader-thought-he-was-dying-so-he-made-oh-canada.html" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Vulture</span></a><span style="font-weight: 400;">, o cineasta </span><a href="https://rollingstone.com.br/tags/paul-schrader/" target="_blank" rel="noopener"><b>Paul Schrader</b></a><span style="font-weight: 400;">, roteirista de </span><b><i>Taxi Driver</i></b><span style="font-weight: 400;"> (1976) — um dos maiores papéis de De Niro —, discutiu o que levou o ator a fazer tantos filmes ruins na carreira. A resposta é simples: dinheiro, ou a falta dele. E ainda culpou um lendário agente de Hollywood por seu papel nisso.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Ele explicou:</span></p> <blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">“Você precisava lidar com o diabo. O diabo se chamava </span></i><b><i>Mike Ovitz</i></b><i><span style="font-weight: 400;">. Mike tinha um esquema. Ele encontrava algo que um ator ou cliente gostava. </span></i><b><i>Marty</i></b><i> [o diretor </i><b><i>Martin Scorsese</i></b><i>] </i><i><span style="font-weight: 400;">era envolvido em restauração. Outra pessoa gostava de pinturas. Com Bobby [Robert], eram imóveis. Ovitz os encorajava, dava dicas, ótimas sugestões e eles iam a fundo, mas quando precisavam de dinheiro… O que você faz quando precisa de dinheiro? Você trabalha para conseguir. Ele vinha com: ‘Meu Deus, tenho o filme perfeito para você. Não é grande coisa, mas é um grande cheque’. Era assim que Mike manipulava as pessoas a fazer isso.”</span></i></p></blockquote> <figure id="attachment_192515" aria-describedby="caption-attachment-192515" style="width: 3000px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-192515" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/04/paul-schrader-roteirista-de-taxi-driver-e-acusado-de-assedio-sexual-2181224433_u1101316793.jpg" alt="Paul Schrader (Foto: Rodin Eckenroth/Getty Images for AFI)" width="3000" height="1687" /><figcaption id="caption-attachment-192515" class="wp-caption-text">Paul Schrader (Foto: Rodin Eckenroth / Getty Images for AFI)</figcaption></figure> <h2><b>Robert De Niro e Taxi Driver 2</b></h2> <p><span style="font-weight: 400;">Segundo Paul Schrader, essa abordagem fez Robert De Niro ir atrás desses papéis até hoje. Em entrevista de 2024 ao </span><a href="https://www.indiewire.com/features/interviews/paul-schrader-oh-canada-quentin-tarantino-the-movie-critic-interview-1235006283/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Indiewire</span></a><span style="font-weight: 400;">, o roteirista contou como o ator fez Martin Scorsese sondá-lo sobre a possibilidade de escrever uma sequência de </span><b><i>Taxi Driver</i></b><span style="font-weight: 400;">. </span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Ele falou:</span></p> <blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">“Tenho certeza que alguém disse pra ele: ‘Sabe, se você fizer </span></i><b><i>Taxi Driver 2</i></b><i><span style="font-weight: 400;">, vai dar dinheiro’. Então ele pressionou Marty, que me perguntou sobre e eu respondi: ‘Marty, essa é a pior ideia que eu já ouvi na vida’. Ele respondeu: ‘É, mas você que diga pra ele’.”</span></i></p></blockquote> <p><span style="font-weight: 400;">O trio foi jantar para discutir a ideia. Durante a conversa, Schrader repetiu sua opinião. Então, começou a descrever como o filme poderia ser, transformando o personagem </span><b>Travis Bickle</b><span style="font-weight: 400;"> num terrorista tal qual </span><b>Ted Kaczynski</b><span style="font-weight: 400;">, mais conhecido pela alcunha </span><b>Unabomber</b><span style="font-weight: 400;">. O projeto não avançou além disso.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Em 2023, Schrader já havia criticado De Niro por seu suposto envolvimento numa campanha publicitária da Uber fazendo homenagem a </span><b><i>Taxi Driver</i></b><span style="font-weight: 400;">. Entretanto, a companhia americana afirmou em nota que a peça promocional com a participação do ator tinha nada a ver com o filme.</span></p> <p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/filme-martin-scorsese-inspirou-tentativa-assassinato-ex-presidente-ronald-reagan/" target="_blank" rel="noopener">O filme de Martin Scorsese que inspirou tentativa de assassinato do ex-presidente Ronald Reagan</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/noticia/robert-de-niro-apoia-protestos-anti-trump-nao-podemos-desistir/" target="_blank" rel="noopener">Robert De Niro apoia protestos anti-Trump: ‘Não podemos desistir’</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/filme-que-reuniu-al-pacino-e-robert-de-niro-pela-primeira-vez-chega-ao-streaming/" target="_blank" rel="noopener">Filme que reuniu Al Pacino e Robert De Niro pela primeira vez chega ao streaming</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/robert-de-niro-filmes-ruins-razao-paul-schrader/">Por que Robert De Niro fez tantos filmes ruins, segundo Paul Schrader</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  7. Apollonia diz que Prince ‘ficaria horrorizado’ com a tentativa do espólio de controlar o uso de seu nome

    Sun, 18 Jan 2026 13:19:04 -0000

    Prince e Apollonia durante apresentação em meados dos anos 1980 (Foto: Richard E. Aaron/Redferns)

    Em uma nova petição judicial, Apollonia afirma que, dois meses antes da morte de Prince por overdose, ele foi “enfático” ao dizer que ela deveria continuar usando e se apresentando sob o próprio nome

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Prince-apollonia-foto-Richard-E.-Aaron-Redferns-86143102-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Prince e Apollonia durante apresentação em meados dos anos 1980 (Foto: Richard E. Aaron/Redferns)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Prince-apollonia-foto-Richard-E.-Aaron-Redferns-86143102-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Prince-apollonia-foto-Richard-E.-Aaron-Redferns-86143102-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Prince-apollonia-foto-Richard-E.-Aaron-Redferns-86143102-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Prince-apollonia-foto-Richard-E.-Aaron-Redferns-86143102-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Prince-apollonia-foto-Richard-E.-Aaron-Redferns-86143102.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><a href="https://rollingstone.com.br/tags/apollonia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Apollonia</strong></a> diz que <a href="https://rollingstone.com.br/tags/prince/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Prince</strong></a> nunca quis lhe causar tristeza alguma — portanto, seu espólio também não deveria fazê-lo.</p> <p>Em uma nova declaração apresentada na sexta-feira em seu processo federal, a modelo e atriz conhecida como <strong>Apollonia</strong> afirma que <strong>Prince</strong> foi “enfático”, durante um encontro cara a cara dois meses antes de sua morte, ao dizer que ela deveria continuar usando e se apresentando com o nome que ele lhe deu para interpretar seu interesse amoroso no icônico filme de 1984 <a href="https://rollingstone.com.br/tags/purple-rain/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Purple Rain</strong></em></a>.</p> <p><strong>Apollonia</strong>, de 66 anos, afirma que <strong>Susan Moonsie</strong>, outra integrante do grupo feminino <strong>Apollonia 6</strong> — formado por <strong>Prince</strong> após o lançamento do longa — estava com ela na reunião de 28 de fevereiro de 2016, realizada imediatamente após o show <strong>Piano and a Microphone</strong> de Prince em Oakland, Califórnia.</p> <p>“Durante nossas conversas naquela noite, <strong>Prince</strong> foi enfático ao dizer que deveríamos continuar com nossos empreendimentos, como performances musicais, merchandising e projetos audiovisuais, e que ele queria que nós duas usássemos as marcas <strong>Apollonia</strong> e <strong>Apollonia 6</strong> para podermos ganhar a vida, permanecer criativas e ter segurança financeira em nossos anos mais avançados”, escreveu <strong>Apollonia</strong>, nascida <strong>Patricia Kotero</strong>.</p> <p><strong>Kotero</strong>, que agora processa o espólio, afirma que <strong>Prince</strong> nunca registrou a marca com seu nome enquanto estava vivo e que, portanto, a <strong>Paisley Park Enterprises</strong> (<strong>PPE</strong>), empresa que administra o espólio, extrapolou ao assumir o controle da marca <strong>Apollonia</strong> em junho passado e tentar cancelar seus outros registros e pedidos junto ao Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos. <strong>Kotero</strong> pede agora que o tribunal rejeite o pedido do espólio para que sua ação seja arquivada.</p> <p>“A verdade é que nada disso teria acontecido se <strong>Prince</strong> ainda estivesse vivo”, escreveu ela na declaração apresentada na sexta, 16. “Ele ficaria horrorizado com a conduta imprópria da <strong>PPE</strong> e com os esforços da <strong>PPE</strong> para usurpar seus desejos. Eu não confio na <strong>PPE</strong> e tenho medo de que, se a <strong>PPE</strong> conseguir atingir seu objetivo de tirar de mim as marcas <strong>Apollonia</strong>, minha identidade seja perdida, meus direitos sejam reduzidos, meu negócio seja interrompido e eu fique impossibilitada de usar as marcas <strong>Apollonia</strong> sem sofrer represálias da <strong>PPE</strong>”.</p> <p><strong>Kotero</strong> entrou com a ação pela primeira vez em agosto, afirmando que “atuou de forma célebre” em <em><strong>Purple Rain</strong></em> e que <strong>Prince</strong> “consentiu e incentivou” o uso do nome de sua personagem antes de sua morte acidental por overdose de fentanil, em abril de 2016, aos 57 anos. Ela alegou que era “altamente provável” que o espólio a processasse por violação de marca registrada caso tivesse sucesso em seus esforços junto ao escritório de marcas, e por isso pediu ao tribunal uma declaração judicial confirmando que ela tem direito ao seu nome e às marcas associadas.</p> <p>Em um comunicado publicado no Instagram oficial de <strong>Prince</strong> em agosto passado, o espólio afirmou ter o direito de “proteger e preservar os ativos e o legado de <strong>Prince</strong>”. A nota dizia ainda que o espólio tentou repetidamente resolver a disputa de forma privada e alegava ter oferecido a <strong>Kotero</strong> múltiplas oportunidades para se apresentar em <strong>Paisley Park</strong>.</p> <p>Em um pedido para arquivar o processo apresentado em 13 de outubro, o espólio reforçou a alegação de que não tem intenção de impedir <strong>Kotero</strong> de usar o nome. “O réu jamais ameaçou processar a autora, jamais pediu que ela cessasse o uso de seu nome artístico adotado, nem jamais solicitou que interrompesse qualquer uma de suas atividades comerciais”, dizia a petição, obtida pela <a href="https://www.rollingstone.com/music/music-news/apollonia-prince-purple-rain-estate-trademark-war-1235500926/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Rolling Stone</strong></em></a>. O espólio argumentou que a questão da titularidade deveria ser resolvida pelo escritório de marcas, e não pelo tribunal.</p> <p>Em uma queixa emendada, <strong>Kotero</strong> afirmou acreditar que o espólio estava tentando garantir o controle do nome <strong>Apollonia</strong> para empreendimentos como o musical <em><strong>Purple Rain</strong></em>, encenado no State Theatre, em Minneapolis, antes de uma possível temporada na Broadway. Ela citou uma imagem promocional da produção que mostrava a atriz <strong>Rachel Webb</strong> com o nome “<strong>APOLLONIA</strong>” impresso de forma proeminente. <strong>Kotero</strong> disse que a imagem violava seu direito de publicidade. “Os réus não têm autoridade para permitir que um terceiro use o nome, a imagem, a voz, a aparência ou outros elementos de identidade da autora, incluindo sua imagem do filme original”, afirmou o documento.</p> <p>O espólio rebateu dizendo que o uso do nome abaixo da fotografia de outra atriz em materiais publicitários era insuficiente para sustentar uma alegação legal. “A autora apenas alegou que o réu utilizou o nome de uma personagem de <em><strong>Purple Rain</strong></em>, um filme no qual a autora apareceu anteriormente”, argumentou o espólio no pedido de arquivamento.</p> <p>“Estamos muito confiantes de que <strong>Apollonia</strong> prevalecerá na proteção de seu nome”, disse à <em><strong>Rolling Stone</strong></em> o advogado de <strong>Kotero</strong>, <strong>Daniel M. Cislo</strong>. Os advogados do espólio não responderam imediatamente a um pedido de comentário feito na sexta-feira. Uma audiência sobre o pedido de arquivamento do espólio está marcada para 13 de fevereiro.</p> <p>Após alcançar a fama em <em><strong>Purple Rain</strong></em>, <strong>Kotero</strong> fez turnês internacionais para promover o filme e seu hit “<strong>Sex Shooter</strong>”. Ela e <strong>Prince</strong> se tornaram “amigos para a vida toda”, segundo o processo, e ela coescreveu com ele o sucesso de 1986 das <strong>Bangles</strong>, “<strong>Manic Monday</strong>”. Ela também fez vocais na música “<strong>Take Me With You</strong>”, de <strong>Prince</strong>, usando seu nome artístico. Em 1985, tornou-se presença regular na série de TV <em><strong>Falcon Crest</strong></em>, usando novamente o nome <strong>Apollonia</strong>. Seu álbum solo autointitulado foi lançado em 1988.</p> <p><strong>Prince</strong> não deixou testamento nem filhos quando morreu, o que levou a uma disputa conturbada por seus bens. Seus seis irmãos acabaram herdando participações iguais no espólio.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/reproducoes-de-musicas-de-prince-disparam-apos-final-de-stranger-things/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Reproduções de músicas de Prince disparam após final de &#8216;Stranger Things&#8217;</strong></a></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/noticia/apollonia-diz-que-prince-ficaria-horrorizado-com-a-tentativa-do-espolio-de-controlar-o-uso-de-seu-nome/">Apollonia diz que Prince &#8216;ficaria horrorizado&#8217; com a tentativa do espólio de controlar o uso de seu nome</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  8. O único filme de Tarantino a ser banido dos cinemas

    Sun, 18 Jan 2026 12:45:56 -0000

    Quentin Tarantino em 2025 (Foto: Kevin Winter / Getty Images)

    Longa-metragem mais recente do cineasta americano permanece inédito nas salas chinesas por conta de um apelo feito pela filha de Bruce Lee

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/quentin-tarantino-2025-foto-Kevin-Winter-Getty-Images-2237984716-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Quentin Tarantino em 2025 (Foto: Kevin Winter / Getty Images)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/quentin-tarantino-2025-foto-Kevin-Winter-Getty-Images-2237984716-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/quentin-tarantino-2025-foto-Kevin-Winter-Getty-Images-2237984716-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/quentin-tarantino-2025-foto-Kevin-Winter-Getty-Images-2237984716-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/quentin-tarantino-2025-foto-Kevin-Winter-Getty-Images-2237984716-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/quentin-tarantino-2025-foto-Kevin-Winter-Getty-Images-2237984716.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Apesar de ser mundialmente conhecido por sua assinatura estética que glorifica a violência, o diretor <a href="https://rollingstone.com.br/tags/quentin-tarantino/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Quentin Tarantino</strong></a> teve apenas um de seus filmes oficialmente censurado em salas de cinema ao longo de sua prolífica carreira.</p> <p>E, veja só, o caso não ocorreu com <em><strong>Cães de Aluguel</strong></em> (1992), <em><strong>Kill Bill</strong></em> 1 ou 2 (2003 e 2004) ou <em><strong>À Prova de Morte</strong></em> (2007), alguns de seus filmes mais explícitos e violentos.</p> <p>Aconteceu com <em><strong>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</strong></em> (2019), que teve um destino incomum na <strong>China</strong>: o banimento até que o cineasta concordasse em fazer as alterações exigidas pela <strong>Administração Nacional de Cinema da China</strong>.</p> <p><iframe loading="lazy" title="Era Uma Vez Em... Hollywood | Trailer 2 Legendado" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/OYGUQmJlgiE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>Na época, a entidade reguladora foi procurada por<strong> Shannon Lee</strong>, filha de <strong><a href="https://rollingstone.com.br/tags/bruce-lee/" target="_blank" rel="noopener">Bruce Lee</a>,</strong> que criticou a forma como seu pai foi retratado no filme. Ela alegou que a cena em que o personagem de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/BRAD-PITT/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Brad Pitt</strong></a>, <strong>Cliff Booth</strong>, humilha seu pai em uma briga de set o apresenta como arrogante e desrespeitoso, minando sua imagem.</p> <p>Como Tarantino se recusou a modificar a cena, <em><strong>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</strong></em> jamais foi exibido nas salas de cinema chinesas. Ele permanece inédito no país enquanto produto cinematográfico.</p> <h2>Sobre Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</h2> <p>Ambientado em <strong>Los Angeles</strong>, no ano de 1969, durante a efervescência da era hippie e as profundas mudanças na indústria cinematográfica, <em><strong>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</strong></em> acompanha a jornada de <strong>Rick Dalton</strong> (<a href="https://rollingstone.com.br/tags/leonardo-dicaprio/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Leonardo DiCaprio</strong></a>), um ator de televisão em declínio, famoso por seu papel em uma série western de sucesso.</p> <p>Além dele, acompanhamos na trama seu dublê de longa data e melhor amigo, Cliff Booth (Brad Pitt), que também serve como seu motorista e assistente. O filme tece uma crônica nostálgica e complexa da cidade californiana e da indústria do cinema, culminando em uma noite fatídica envolvendo o culto liderado por <strong>Charles Manson</strong>.</p> <p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/uma-thurman-se-reune-de-novo-com-tarantino-para-colaboracao-de-kill-bill-e-fortnite/" target="_blank" rel="noopener">Uma Thurman se reúne de novo com Tarantino para colaboração de ‘Kill Bill’ e ‘Fortnite’</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/quentin-tarantino-pior-genero-filme-opiniao/" target="_blank" rel="noopener">O pior gênero de filme na opinião de Quentin Tarantino</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/tarantino-genero-filme-heavy-metal-cinema/" target="_blank" rel="noopener">O gênero cinematográfico que é ‘o heavy metal dos filmes’, segundo Tarantino</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/tarantino-unico-filme-banido-cinemas/">O único filme de Tarantino a ser banido dos cinemas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  9. Por que piano não é tão mágico quanto guitarra, segundo Stephen Malkmus (Pavement)

    Sun, 18 Jan 2026 11:35:57 -0000

    Stephen Malkmus, do Pavement, em 2022 (Foto: Roberto Ricciuti / Redferns)

    Na opinião do músico americano, o instrumento de seis cordas oferece maior oportunidade de nuance e criatividade para quem toca

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/11/stephen-malkmus-pavement-2022-foto-Roberto-Ricciuti-Redferns-1434831809-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Stephen Malkmus, do Pavement, em 2022 (Foto: Roberto Ricciuti / Redferns)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/11/stephen-malkmus-pavement-2022-foto-Roberto-Ricciuti-Redferns-1434831809-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/11/stephen-malkmus-pavement-2022-foto-Roberto-Ricciuti-Redferns-1434831809-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/11/stephen-malkmus-pavement-2022-foto-Roberto-Ricciuti-Redferns-1434831809-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/11/stephen-malkmus-pavement-2022-foto-Roberto-Ricciuti-Redferns-1434831809-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/11/stephen-malkmus-pavement-2022-foto-Roberto-Ricciuti-Redferns-1434831809.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><span style="font-weight: 400;">Ao longo da história da música popular, dois instrumentos se tornaram muito populares entre artistas: piano e guitarra. No caso de </span><a href="https://rollingstone.com.br/tags/stephen-malkmus/"><b>Stephen Malkmus</b></a><span style="font-weight: 400;">, líder do </span><a href="https://rollingstone.com.br/tags/pavement/" target="_blank" rel="noopener"><b>Pavement</b></a><span style="font-weight: 400;">, ele tem uma preferência clara.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Em entrevista de 2024 à </span><a href="https://www.premierguitar.com/features/artist-features/meet-the-hard-quartet" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Premier Guitar</span></a><span style="font-weight: 400;"> promovendo seu projeto </span><b>The Hard Quartet</b><span style="font-weight: 400;">, o músico descreveu um vídeo de YouTube no qual um pianista fala sobre inversões de acordes. Malkmus ficou irritado com a lição, por ensinar a qualquer pessoa sua receita para tocar guitarra. Por isso, resolveu alfinetar.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Ele falou:</span></p> <blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">“Pianos têm menos mágica porque não dá pra fazer bends [técnica de elevar a corda para chegar a outra nota] no piano. Claro que tem jeitos de tocar e sair dos conformes, mas com a guitarra tudo parece mais mágico. Aquelas manobrinhas que dá pra fazer movendo as cordas. É técnica, mas também são ideias, criatividade. Encontrar fraseados que façam algo não soar chato é a ideia básica: coisas simples, com surpresas.”</span></i></p></blockquote> <p><span style="font-weight: 400;">Na mesma entrevista, Stephen discutiu a abordagem de composição dele e de seus companheiros no The Hard Quartet. A banda, que lançou o álbum </span><b><i>The Hard Quartet</i></b><span style="font-weight: 400;"> em 2024, ainda conta com </span><b>Matt Sweeney</b><span style="font-weight: 400;"> (</span><b>Chavez</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>Zwan</b><span style="font-weight: 400;">),</span><b> Emmett Kelly</b><span style="font-weight: 400;"> (</span><b>Ty Segall</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>The Cairo Gang</b><span style="font-weight: 400;">) e </span><b>Jim White</b><span style="font-weight: 400;"> (</span><b>The Dirty Three</b><span style="font-weight: 400;">). Parte da proposta do projeto era todos os integrantes contribuírem canções para o disco.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Ele contou:</span></p> <blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">“A gente se conectou nas coisas soando meio que muito ruins. Eu adoro o som de uma guitarra que parece prestes a morrer ou quebrada. A gente ama músicas meio ferradas, danificadas, as coisas mais cruas e destrambelhadas.”</span></i></p></blockquote> <h2><b>Filme do Pavement</b></h2> <p><span style="font-weight: 400;">O Pavement recebeu recentemente o tratamento de cinebiografia, mas de um jeito único. </span><b><i>Pavements </i></b><span style="font-weight: 400;">(2025), dirigido por </span><b>Alex Ross Perry</b><span style="font-weight: 400;">, satiriza como bandas famosas se tornam fonte constante de homenagem.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Para isso, o cineasta combinou documentário sobre a turnê mais recente de retorno do grupo com a produção fictícia de um filme sobre eles, além de um musical feito a partir de suas canções – que chegou a ser montado por uma noite em Nova York. Além disso, a produção ainda montou uma exposição trazendo objetos associados ao conjunto, fossem reais, réplicas ou completamente falsos.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">A cinebiografia fictícia até contou com a participação de </span><b>Joe Keery</b><span style="font-weight: 400;"> (</span><b><i>Stranger Things</i></b><span style="font-weight: 400;">), que interpretou Malkmus. O resto dos integrantes foram vividos por </span><b>Nat Wolff</b><span style="font-weight: 400;"> (</span><b><i>A Culpa É Das Estrelas</i></b><span style="font-weight: 400;">), </span><b>Fred Hechinger</b><span style="font-weight: 400;"> (</span><b><i>The White Lotus</i></b><span style="font-weight: 400;">), </span><b>Logan Miller</b><span style="font-weight: 400;"> (</span><b><i>Com Amor, Simon</i></b><span style="font-weight: 400;">) e </span><b>Griffin Newman</b><span style="font-weight: 400;"> (</span><b><i>The Tick</i></b><span style="font-weight: 400;">).</span></p> <p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/filme-complexo-sobre-pavement-ganha-trailer-oficial-assista/" target="_blank" rel="noopener">Filme complexo sobre Pavement ganha trailer oficial; assista</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/stephen-malkmus-do-pavement-cria-nova-banda/" target="_blank" rel="noopener">Stephen Malkmus, do Pavement, cria nova banda com outros três músicos</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/noticia/pavement-diz-que-nao-grava-novas-musicas-pois-seria-cringe/" target="_blank" rel="noopener">Pavement diz que não grava novas músicas pois seria ‘cringe’</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/stephen-malkmus-pavement-piano-nao-tao-magico-guitarra/">Por que piano não é tão mágico quanto guitarra, segundo Stephen Malkmus (Pavement)</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  10. Paul Mescal diz que ‘Hamnet’ o preparou para interpretar Paul McCartney, dos Beatles

    Sat, 17 Jan 2026 19:26:17 -0000

    Paul Mescal em 'Hamnet', longa de Chloé Zhao

    O ator revela o que o atraiu no longa premiado de Chloé Zhao e conversa sobre seu próximo projeto em andamento

    O post Paul Mescal diz que ‘Hamnet’ o preparou para interpretar Paul McCartney, dos Beatles apareceu primeiro em Rolling Stone Brasil.

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Hamnet-longa-de-Chloe-Zhao-com-Paul-Mescal-ira-encerrar-o-Festival-do-Rio-2025-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Paul Mescal em &#039;Hamnet&#039;, longa de Chloé Zhao" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Hamnet-longa-de-Chloe-Zhao-com-Paul-Mescal-ira-encerrar-o-Festival-do-Rio-2025-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Hamnet-longa-de-Chloe-Zhao-com-Paul-Mescal-ira-encerrar-o-Festival-do-Rio-2025-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Hamnet-longa-de-Chloe-Zhao-com-Paul-Mescal-ira-encerrar-o-Festival-do-Rio-2025-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Hamnet-longa-de-Chloe-Zhao-com-Paul-Mescal-ira-encerrar-o-Festival-do-Rio-2025-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Hamnet-longa-de-Chloe-Zhao-com-Paul-Mescal-ira-encerrar-o-Festival-do-Rio-2025.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>O ator irlandês <a href="https://rollingstone.com.br/tags/paul-mescal/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Paul Mescal </strong></a>(<em><strong>Pessoas Normais</strong></em>) estrelou recentemente um dos queridinhos da temporada de premiações, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/hamnet-a-vida-antes-de-hamlet/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Hamnet: A Vida Antes de Hamlet</strong></em></a>. Agora, ele se prepara para seu mais novo papel: <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Paul-McCartney/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Paul McCartney</strong></a> em <strong><em class="eujQNb" data-processed="true">The Beatles – A Four-Film Cinematic Event</em></strong>, quadrilogia de filmes sobre cada <strong>Beatle</strong> dirigida por <strong>Sam Mendes</strong>.</p> <p>Segundo <strong>Mescal</strong>, interpretar <strong>William Shakespeare</strong> em <em><strong>Hamnet </strong></em>— trabalho pelo qual foi indicado ao<a href="https://rollingstone.com.br/tags/globo-de-ouro/" target="_blank" rel="noopener"><strong> Globo de Ouro </strong></a>— o ajudou a se preparar para seu filme dos <strong>Beatles</strong>, no qual ele terá, inclusive, que cantar as músicas da banda.</p> <p>O ator relatou, em entrevista à <a href="https://people.com/paul-mescal-teases-paul-mccartney-role-in-beatles-movie-exclusive-11886392" target="_blank" rel="noopener"><em>People</em></a><em>,</em> que se encontrou com <strong>McCartney</strong> diversas vezes e foi recebido com &#8220;grande gentileza e carinho&#8221;. “Acho que está muito ligado à sensação que tive ao interpretar <strong>Shakespeare</strong>”, diz. “É um privilégio incrível poder dar vida a essas forças criativas e dar uma espiada nos bastidores.”</p> <p><strong>Mescal</strong> opta principalmente por papéis em filmes independentes, e permite que suas performances o definam. Em relação à sua vida privada, ele permanece extremamente reservado. &#8220;Não acredito nesses termos como &#8216;estrelas de cinema'&#8221;, explica. &#8220;Para ser claro, nem sequer considero isso uma palavra pejorativa. Acho que só quero ser reconhecido como ator, e Hollywood não é o centro do universo para atores.&#8221;</p> <p>Segundo o ator, o que o atraiu em <em><strong>Hamnet</strong> </em>não foi o apenas renome de <strong>Shakespeare</strong>: &#8220;Não se trata de seu gênio; trata-se de sua compulsão artística. Isso é fascinante para mim&#8221;, disse.</p> <p>A previsão de estreia da quadrilogia de filmes dos <strong>Beatles</strong> é 2028. Por enquanto, <strong>Mescal</strong> afirma estar &#8220;feliz&#8221; por ter os próximos dois anos para descansar das turnês promocionais. &#8220;Acho que isso dará às pessoas um descanso bem-vindo de verem meu rosto&#8221;, brincou.</p> <p>Recentemente, o irlandês também <span dir="auto">assinou um contrato para atuar em </span><strong><em><span dir="auto">Merrily We Roll Along</span></em></strong><span dir="auto">, do diretor <strong>Richard Linklater</strong>, que será filmado ao longo de 20 anos e tem previsão de estreia para 2040.</span></p> <h2><strong>O sucesso de Hamnet: A Vida Antes de Hamlet</strong></h2> <p>Vencedor de dois <strong>Globos de Ouro</strong> (<em>Melhor Filme de Drama</em> e <em>Melhor Atriz em Filme de Drama</em> para <strong>Jessie Buckley</strong>), o longa dirigido por <a href="https://rollingstone.com.br/tags/chloe-zhao"><strong>Chloé Zhao</strong></a> conta a história de <strong>William Shakespeare</strong> e sua esposa, <strong>Agnes</strong>, que vivem o luto pela morte precoce de seu filho, aos 11 anos. Segundo crítica da <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/hamnet-a-vida-antes-de-hamlet-chloe-zhao-critica/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Rolling Stone Brasil</strong></em></a>, <em><strong>Hamnet </strong></em>&#8220;fala sobre a morte, sim, mas principalmente sobre o amor&#8221;.</p> <p><em><strong>Hamnet: A Vida Antes de Hamlet</strong> </em>estreou nesta quinta, 15, nos cinemas brasileiros. Assista o trailer a seguir:</p> <p><iframe loading="lazy" title="HAMNET - Official Trailer [HD] - Only In Theaters This Thanksgiving" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xYcgQMxQwmk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>+<strong>++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/hamnet-a-vida-antes-de-hamlet-chloe-zhao-critica/" target="_blank" rel="noopener">CRÍTICA | ‘Hamnet’, de Chloé Zhao, é um testemunho do poder indelével do amor através da arte</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/paul-mescal-diz-que-hamnet-o-preparou-para-interpretar-paul-mccartney-dos-beatles/">Paul Mescal diz que &#8216;Hamnet&#8217; o preparou para interpretar Paul McCartney, dos Beatles</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>