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  1. Quando estreia o sétimo episódio da 2ª temporada de ‘Matéria Escura’?

    Fri, 02 Oct 2026 08:00:46 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-7o-episodio-de-Materia-Escura-Reproducao-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-7o-episodio-de-Materia-Escura-Reproducao-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-7o-episodio-de-Materia-Escura-Reproducao-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-7o-episodio-de-Materia-Escura-Reproducao-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-7o-episodio-de-Materia-Escura-Reproducao-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-7o-episodio-de-Materia-Escura-Reproducao.jpg 1920w" sizes="(max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>No novo ano, Jason (Joel Edgerton) não consegue abandonar a Caixa e se torna cada vez mais obcecado pelas possibilidades oferecidas pelo multiverso</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/tv/quando-estreia-o-setimo-episodio-da-2a-temporada-de-materia-escura/">Quando estreia o sétimo episódio da 2ª temporada de &#8216;Matéria Escura&#8217;?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-7o-episodio-de-Materia-Escura-Reproducao-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-7o-episodio-de-Materia-Escura-Reproducao-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-7o-episodio-de-Materia-Escura-Reproducao-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-7o-episodio-de-Materia-Escura-Reproducao-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-7o-episodio-de-Materia-Escura-Reproducao-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-7o-episodio-de-Materia-Escura-Reproducao.jpg 1920w" sizes="(max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>A segunda temporada de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/materia-escura/"><em><strong>Matéria Escura</strong></em></a> conta com estreias semanais no catálogo do Apple TV. Enquanto a 1ª temporada praticamente completou a história do romance de <strong>Blake Crouch</strong>, publicado em 2016, os novos episódios avançam por material inédito criado pelo próprio escritor, que continua como <em>showrunner</em>. Mas quando e que horas estreia o sétimo episódio do novo ano? Descubra a seguir:</p> <h2>Qual é a história de Matéria Escura?</h2> <p>A série acompanha <strong>Jason Dessen</strong> (<strong>Joel Edgerton</strong>, <em>O Mestre Jardineiro</em>), físico e professor de Chicago que abriu mão de uma carreira científica mais ambiciosa para construir uma família com <strong>Daniela</strong> (<a href="https://rollingstone.com.br/tags/jennifer-connelly/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Jennifer Connelly</strong></a>, <em>Expresso do Amanhã</em>). Na 1ª temporada, ele é sequestrado por uma versão alternativa de si mesmo que fez a escolha oposta e criou a Caixa, dispositivo capaz de acessar universos formados pelas diferentes possibilidades de uma vida. O outro <strong>Jason</strong> dedicou a vida ao projeto científico, mas passou a questionar as escolhas que o afastaram de <strong>Daniela</strong>. Ao descobrir uma realidade em que os dois estavam casados, ele decide trocar de lugar com o professor.</p> <p>Preso no multiverso, o <strong>Jason</strong> original atravessou diferentes versões de Chicago enquanto procurava o caminho de volta. Algumas apresentavam futuros melhores, enquanto outras tinham sido devastadas por doenças e colapsos sociais. O reencontro com <strong>Daniela</strong> e o filho <strong>Charlie</strong> (<strong>Oakes Fegley</strong>) permitiu que os três partissem juntos em busca de uma realidade onde pudessem recomeçar.</p> <h2>Do que se trata a 2ª temporada de <em>Matéria Escura</em>?</h2> <p>A 2ª temporada encontra os três instalados num mundo que parece finalmente seguro, mas <strong>Jason</strong> não consegue abandonar a Caixa e se torna cada vez mais obcecado pelas possibilidades oferecidas pelo multiverso. <strong>Daniela</strong>, traumatizada pela experiência de descobrir que viveu durante semanas com uma versão diferente do marido, passa a desconfiar do comportamento dele, enquanto <strong>Charlie</strong> quer apenas alguma estabilidade.</p> <p>Mas uma ameaça força a família a fugir novamente. Em outro ponto do multiverso, <strong>Amanda</strong> (<a href="https://rollingstone.com.br/tags/alice-braga/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Alice Braga</strong></a>, <em>Cidade de Deus</em>), que ajudou <strong>Jason</strong> a procurar sua realidade e decidiu permanecer num mundo alternativo, une-se a <strong>Ryan</strong>, cientista que <strong>Jason2</strong> abandonou em outra dimensão, na tentativa de encontrar um caminho para casa.</p> <h2>Que horas estreia o próximo episódio da 2ª temporada de <em>Matéria Escura</em>?</h2> <p>A segunda temporada de <em><strong>Matéria Escura</strong></em> irá contar com dez episódios. O sétimo capítulo estreia no Apple TV <strong>na próxima sexta-feira, dia 9 de outubro, a partir das 4h (horário de Brasília)</strong>. Confira o trailer da novidade a seguir:</p> <p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/nCPf6Wfzsu0?si=FnY2CIIZuMmKzXb9" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p><strong>LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/homem-aranha-um-novo-dia-data-estreia-compra-aluguel/" target="_blank" rel="noopener">‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ ganha data de estreia no streaming</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/tv/quando-estreia-o-setimo-episodio-da-2a-temporada-de-materia-escura/">Quando estreia o sétimo episódio da 2ª temporada de &#8216;Matéria Escura&#8217;?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  2. Quando estreia o 4º episódio da segunda temporada de ‘Terra da Máfia’?

    Fri, 02 Oct 2026 07:00:30 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-4o-episodio-de-Terra-da-Mafia-Reproducao-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-4o-episodio-de-Terra-da-Mafia-Reproducao-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-4o-episodio-de-Terra-da-Mafia-Reproducao-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-4o-episodio-de-Terra-da-Mafia-Reproducao-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-4o-episodio-de-Terra-da-Mafia-Reproducao-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-4o-episodio-de-Terra-da-Mafia-Reproducao.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Depois de transformar os Harrigan numa mistura de organização criminosa e dinastia disfuncional, Terra da Máfia retorna para acertar as arestas</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/quando-estreia-o-4o-episodio-da-segunda-temporada-de-terra-da-mafia/">Quando estreia o 4º episódio da segunda temporada de &#8216;Terra da Máfia&#8217;?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-4o-episodio-de-Terra-da-Mafia-Reproducao-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-4o-episodio-de-Terra-da-Mafia-Reproducao-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-4o-episodio-de-Terra-da-Mafia-Reproducao-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-4o-episodio-de-Terra-da-Mafia-Reproducao-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-4o-episodio-de-Terra-da-Mafia-Reproducao-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Quando-estreia-o-4o-episodio-de-Terra-da-Mafia-Reproducao.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Depois de transformar os <strong>Harrigan</strong> numa mistura de organização criminosa e dinastia disfuncional, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/terra-da-mafia/"><em><strong>Terra da Máfia</strong></em></a> está de volta com a sua segunda temporada, que ganha novos episódios semanalmente. Mas quando e que horas estreia o quarto capítulo do novo ano da série? Descubra a seguir:</p> <h2><strong>Qual é a história de <em>Terra da Máfia</em>?</strong></h2> <p><strong><em>Terra da Máfia</em> </strong>é ambientada no submundo do crime organizado e acompanha a história de <strong>Conrad Harrigan </strong>(<a href="https://rollingstone.com.br/tags/pierce-brosnan/"><strong>Pierce Brosnan</strong></a>, <em>007 &#8211; Um Novo Dia Para Morrer</em>), chefe de uma das famílias que luta pelo poder dentro de um sindicato global do crime ao lado de sua esposa <strong>Maeve Harrigan</strong> (<a href="https://rollingstone.com.br/tags/helen-mirren"><strong>Helen Mirren</strong></a>, <em>A Rainha</em>). Ao mesmo tempo, <strong>Harry Da Souza </strong>(<span data-olk-copy-source="MessageBody"><a href="https://rollingstone.com.br/tags/tom-hardy"><strong>Tom Hardy</strong></a></span>, <em>Venom</em>), um faz-tudo da família Harrigan, precisa resolver os problemas que os cercam.</p> <p>Na segunda temporada, os <strong>Harrigan</strong> enfrentam dificuldades para manter a união enquanto os rivais em ascensão ameaçam seu império criminoso fragmentado. Enquanto isso, <strong>Harry Da Souza</strong> precisa caminhar sobre uma linha tênue diante do agravamento das tensões dentro da casa. À medida que a violência invade todos os aspectos de suas vidas, lealdades são rompidas, a segurança se mostra temporária e a disputa pelo poder não deixa espaço para misericórdia.</p> <p>Além do trio principal, <em><strong>Terra da Máfia</strong></em> conta com participações de <strong>Paddy Considine</strong> (<em>A Casa do Dragão</em>), <strong>Joanne Froggatt</strong> (<em>Downton Abbey</em>) e <strong>Lara Pulver</strong> (<em>Os Demônios de Da Vinci</em>), entre outros.</p> <h2>Quando estreia o 4º episódio da segunda temporada de <em>Terra da Máfia</em>?</h2> <p>Ao todo, a segunda temporada de <strong><em>Terra da Máfia</em></strong><strong> </strong>irá contar com dez episódios. O quarto capítulo estreia no Paramount+ <strong>na próxima sexta-feira, dia 9 de outubro, às 4h (pelo horário de Brasília)</strong>. Assista ao trailer do novo ano a seguir:</p> <p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/2kZ9Fszw5Zo?si=_dSWXRI1ClGhdLDj" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p><strong>LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/digger-novo-filme-de-tom-cruise-estreia-nos-cinemas/" target="_blank" rel="noopener">‘Digger’, novo filme de Tom Cruise, estreia nos cinemas</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/quando-estreia-o-4o-episodio-da-segunda-temporada-de-terra-da-mafia/">Quando estreia o 4º episódio da segunda temporada de &#8216;Terra da Máfia&#8217;?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  3. Quando Arnold Schwarzenegger doou terreno de R$2 milhões para preservar a natureza

    Thu, 01 Oct 2026 23:30:37 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2024/10/arnold-schwarzenegger-photo-by-sean-gallup-getty-images.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Arnold Schwarzenegger (Foto: Sean Gallup/Getty Images)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p> <p>Astro do cinema e ex-governador da Califórnia doou cerca de US$ 500 mil para a continuação de uma trilha ecológica</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/quando-arnold-schwarzenegger-doou-terreno-de-r2-milhoes-para-preservar-a-natureza/">Quando Arnold Schwarzenegger doou terreno de R$2 milhões para preservar a natureza</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2024/10/arnold-schwarzenegger-photo-by-sean-gallup-getty-images.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Arnold Schwarzenegger (Foto: Sean Gallup/Getty Images)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p>Além de protagonista de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/exterminador-do-futuro/" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>O Exterminador do Futuro</em></strong></a> (1984), <a href="https://rollingstone.com.br/tags/arnold-schwarzenegger/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Arnold Schwarzenegger</strong></a> também tem uma trajetória ligada à política e às questões ambientais na Califórnia. Há dez anos, o ator e ex-governador do estado doou um terreno avaliado em cerca de US$ 500 mil — mais de $2 milhões de reais na cotação atual para ajudar a preservar uma área natural na região.</p> <p>Em 2016, o ator e a fisiculturista <strong>Betty Weider</strong> doaram cerca de 16 hectares nas montanhas de Santa Mônica, na Califórnia, ajudando a concluir uma trilha de aproximadamente 108 quilômetros, chamada Backbone Trail, que ligaria o Parque Histórico Estadual Will Rogers, em Los Angeles, ao Parque Estadual Point Mugu, no condado de Ventura.</p> <p class="isSelectedEnd">A doação, que voltou a ganhar destaque após ser relembrada pelo jornal espanhol <em>La Razón</em>, chama atenção pelo valor do terreno e pela importância da área para a preservação ambiental em uma região cercada por grandes centros urbanos. Segundo o Serviço Nacional de Parques dos Estados Unidos (NPS), a contribuição de Schwarzenegger e Weider foi, na época, <strong>a maior doação privada de terras destinada à conclusão da Backbone Trail</strong>.</p> <p class="isSelectedEnd">O terreno, com cerca de <strong>40 acres — unidade de medida americana equivalente a aproximadamente 16 hectares —</strong>, preenchia uma lacuna importante no trajeto e permitiu a integração do trecho à rede pública de áreas protegidas. A incorporação da propriedade também evitou que o poder público precisasse adquirir a área, liberando recursos para o desenvolvimento e a manutenção da trilha.</p> <p>Nos Estados Unidos, a conservação de parques e áreas naturais conta com recursos públicos e também com doações privadas. Na Califórnia, entre as fontes de financiamento estão títulos de dívida estaduais e locais destinados a parques e o <strong>Land and Water Conservation Fund</strong>, programa federal voltado à conservação de terras e recursos hídricos. Nesse contexto, contribuições particulares podem complementar os investimentos públicos destinados à preservação dessas áreas.</p> <p><strong>LEIA MAIS:<a href="https://rollingstone.com.br/tv/amor-da-minha-vida-renovada-para-a-3o-temporada-pelo-disney/" target="_blank" rel="noopener"> ‘Amor da Minha Vida’, série com Bruna Marquezine, é renovada para a 3º temporada</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/quando-arnold-schwarzenegger-doou-terreno-de-r2-milhoes-para-preservar-a-natureza/">Quando Arnold Schwarzenegger doou terreno de R$2 milhões para preservar a natureza</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  4. Morre Lito Sousa, criador do canal Aviões e Músicas, aos 59 anos

    Thu, 01 Oct 2026 21:59:27 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lito-reproducao-instagram-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Lito Sousa" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lito-reproducao-instagram-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lito-reproducao-instagram-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lito-reproducao-instagram-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lito-reproducao-instagram-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lito-reproducao-instagram.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Especialista em aviação, com mais de 37 anos de carreira, foi diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob em agosto e se tornou o primeiro paciente do mundo a receber um medicamento experimental contra a condição</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/noticia/morre-lito-sousa-criador-do-canal-avioes-e-musicas-aos-59-anos/">Morre Lito Sousa, criador do canal Aviões e Músicas, aos 59 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lito-reproducao-instagram-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Lito Sousa" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lito-reproducao-instagram-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lito-reproducao-instagram-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lito-reproducao-instagram-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lito-reproducao-instagram-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/lito-reproducao-instagram.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><strong>Joselito Geraldo de Sousa</strong>, conhecido como <strong>Lito Sousa</strong>, morreu nesta quinta, 1, em São Paulo, aos 59 anos. Ele foi vítima da doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma enfermidade neurodegenerativa rara e sem cura, diagnosticada em agosto de 2026. Criador do canal <strong>Aviões e Músicas</strong>, que chegou a ultrapassar 3,7 milhões de inscritos no YouTube, <strong>Lito</strong> estava em casa, sob cuidados paliativos, quando morreu. A esposa, <strong>Mila Seidl</strong>, confirmou a morte nas redes sociais: “Um grande abraço e até o próximo voo. Foi uma honra ter viajado com você. Te amo. Sempre”. <strong>Lito</strong> deixa <strong>Mila</strong> e o filho do casal, <strong>Malone</strong>, de sete anos.</p> <blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/Dd92lUChvyV/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"> <div style="padding: 16px;"> <p>&nbsp;</p> <div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div> </div> </div> <div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div> <div style="padding-top: 8px;"> <div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">View this post on Instagram</div> </div> <div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"> <div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div> </div> <div style="margin-left: 8px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div> </div> <div style="margin-left: auto;"> <div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div> </div> </div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div> </div> <p>&nbsp;</p> <p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/Dd92lUChvyV/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">A post shared by Lito Sousa (@lito)</a></p> </div> </blockquote> <p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p> <p>Nascido em Natal, no Rio Grande do Norte, em 25 de janeiro de 1967, <strong>Lito</strong> ingressou na aviação aos 14 anos, por meio de um curso técnico da Força Aérea Brasileira (FAB). Ao longo de mais de três décadas, trabalhou como mecânico de aeronaves e supervisor de segurança de voo na Varig, na Transbrasil e na United Airlines, onde se aposentou como chefe internacional de manutenção. Certificou-se no exterior em Fatores Humanos, disciplina que estuda como as decisões e limitações humanas afetam a segurança de voo, e se tornou uma das principais referências no tema no Brasil. Em 2021, também obteve habilitação como piloto privado, quatro décadas depois de entrar pela primeira vez em um hangar.</p> <p>Criado em 2010, o canal <strong>Aviões e Músicas</strong> levou esse universo técnico ao grande público. A fórmula era precisa: traduzir relatórios de acidentes, gravações de caixas-pretas e procedimentos de manutenção para quem nunca havia entrado em uma cabine. Entre 2011 e 2021, a audiência de <strong>Lito</strong> cresceu a ponto de superar a da empresa em que trabalhava. Foi então que ele decidiu deixar o emprego para se dedicar integralmente à produção de conteúdo. Também criou a Lito Academy, escola que forma mecânicos, pilotos, comissários e engenheiros, além de um programa dedicado a pessoas com medo de voar, iniciativa pela qual afirmava ter ajudado mais de cinco mil pessoas. <strong>Lito</strong> também assinou o livro <em><strong>Onde Morrem os Aviões</strong></em>.</p> <p>Os primeiros sinais da doença surgiram durante uma viagem aos Estados Unidos, quando <strong>Lito</strong> sentiu dormência no braço esquerdo. Ele antecipou o retorno ao Brasil e foi internado. A suspeita inicial era de encefalite autoimune, mas, após semanas de investigação no Hospital Israelita Albert Einstein, o diagnóstico de DCJ foi confirmado. A doença pertence ao grupo das enfermidades priônicas: uma proteína chamada príon assume uma forma anormal, desencadeia uma reação em cadeia no cérebro e provoca a morte progressiva dos neurônios. O tecido cerebral passa a apresentar pequenos vazios, adquirindo uma aparência esponjosa. A doença avança em meses, não em anos. Cerca de 90% dos pacientes morrem em até um ano após o diagnóstico. Não há medicamento aprovado em nenhum país.</p> <p>O caso de <strong>Lito</strong> se destacou pela mobilização que se seguiu ao diagnóstico. Em busca de alternativas experimentais, a família conseguiu autorização excepcional da Anvisa para importar a substância ALN-6457, desenvolvida para atuar sobre a produção da proteína priônica e testada, até então, apenas em animais. O medicamento chegou ao Brasil em 11 de setembro, e <strong>Lito</strong> se tornou o primeiro ser humano a recebê-lo. A mobilização também chegou ao governo federal: <strong>Mila</strong> pediu a intervenção do Itamaraty para tentar acelerar o acesso a pesquisas experimentais nos Estados Unidos e na Europa. O tratamento, no entanto, não conseguiu reverter a progressão da doença.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/liam-gallagher-compra-mansao-com-dinheiro-vivo-apos-reuniao-do-oasis-diz-jornal/"><strong>+++LEIA MAIS: Liam Gallagher compra mansão com dinheiro vivo após reunião do Oasis, diz jornal</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/morre-cronos-vocalista-e-baixista-do-venom-e-uma-das-maiores-influencias-do-metal-extremo-aos-63-anos/"><strong>+++LEIA MAIS: Morre Cronos, vocalista e baixista do Venom e uma das maiores influências do metal extremo, aos 63 anos</strong></a></p> <p><!-- notionvc: 464c114d-f576-4414-969e-5d60bf65b778 --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/noticia/morre-lito-sousa-criador-do-canal-avioes-e-musicas-aos-59-anos/">Morre Lito Sousa, criador do canal Aviões e Músicas, aos 59 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  5. Halsey é uma estrela do rock que ressurge das cinzas em ‘The Girl in the Tower’

    Thu, 01 Oct 2026 21:07:48 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/halsey-filme-concerto-GettyImages-2171423847Noam-Galai-406x228.png" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Halsey" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/halsey-filme-concerto-GettyImages-2171423847Noam-Galai-406x228.png 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/halsey-filme-concerto-GettyImages-2171423847Noam-Galai-800x450.png 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/halsey-filme-concerto-GettyImages-2171423847Noam-Galai-768x432.png 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/halsey-filme-concerto-GettyImages-2171423847Noam-Galai-1536x864.png 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/halsey-filme-concerto-GettyImages-2171423847Noam-Galai.png 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Halsey oferece uma performance inovadora com um repertório que abrange toda a sua carreira em seu primeiro filme-concerto</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/halsey-e-uma-estrela-do-rock-que-ressurge-das-cinzas-em-the-girl-in-the-tower/">Halsey é uma estrela do rock que ressurge das cinzas em &#8216;The Girl in the Tower&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/halsey-filme-concerto-GettyImages-2171423847Noam-Galai-406x228.png" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Halsey" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/halsey-filme-concerto-GettyImages-2171423847Noam-Galai-406x228.png 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/halsey-filme-concerto-GettyImages-2171423847Noam-Galai-800x450.png 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/halsey-filme-concerto-GettyImages-2171423847Noam-Galai-768x432.png 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/halsey-filme-concerto-GettyImages-2171423847Noam-Galai-1536x864.png 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/halsey-filme-concerto-GettyImages-2171423847Noam-Galai.png 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><a href="https://rollingstone.com.br/tags/halsey/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Halsey</strong></a> não se considera exatamente uma estrela pop atualmente. É um status que ela consolidou há cerca de uma década, com “<strong>Closer</strong>”, depois “<strong>Bad at Love</strong>” e, mais tarde, com “<strong>Without Me</strong>”. Mas mesmo assim, ela se sentia um pouco deslocada e com arestas a serem aparadas para os padrões do <a href="https://rollingstone.com.br/tags/pop/" target="_blank" rel="noopener">pop</a>. Passar o tempo em Nova Jersey e no Brooklyn não é a melhor preparação para tapetes vermelhos e premiações. Ultimamente, <strong>Halsey</strong> se sente tão conectada à gravadora quanto à versão de si mesma que a criou — ou seja, muito pouco. Estrela do rock, por outro lado, parece se encaixar perfeitamente.</p> <p><strong>Halsey</strong> criou um show de rock evocativo que abrange cinco álbuns de estúdio e um furacão emocional em <strong><em>The Girl in the Tower</em> </strong>(2026), seu primeiro filme-concerto oficial. O show de 75 minutos foi filmado em diversas apresentações da recente turnê europeia da cantora e compositora por festivais. A intensidade do público varia de um lugar para o outro (os tchecos estavam prontos para a fúria no <strong>Rock for People</strong> em junho), mas <strong>Halsey</strong> se entrega completamente. Suor, sangue, lágrimas. Tudo isso fica registrado nesses palcos no filme, que estreou no <strong>YouTube</strong> no quinto aniversário de seu quarto álbum de estúdio, <strong><em>I</em><em><strong>f </strong>I Can&#8217;t Have Love, I Want Power</em></strong> (2021).</p> <p>&nbsp;</p> <blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DduH80-O9BJ/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"> <div style="padding: 16px;"> <p>&nbsp;</p> <div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div> </div> </div> <div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div> <div style="padding-top: 8px;"> <div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver esse post no Instagram</div> </div> <div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"> <div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div> </div> <div style="margin-left: 8px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div> </div> <div style="margin-left: auto;"> <div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div> </div> </div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div> </div> <p>&nbsp;</p> <p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DduH80-O9BJ/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por halsey (@iamhalsey)</a></p> </div> </blockquote> <p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p> <p>Cinco anos atrás, <strong>Halsey</strong> usou esse álbum para desafiar as ideias preconcebidas sobre quem ela é como artista. <strong><em>If I Can&#8217;t Have Love, I Want Power</em></strong> explorou o que restava de seu senso de controle. Elas se entregaram às maneiras pelas quais a maternidade as impediria de cair no abismo. Tanto o amor quanto o poder poderiam vir de dentro delas, sugeriram, mas não sem medo e uma certa perseverança que não se disfarça de bravura. <strong>Halsey</strong> recrutou <strong>Trent Reznor</strong> e <strong>Atticus Ross</strong> para injetar no álbum uma produção de rock estrondosa, à altura de seu conteúdo visceral.</p> <p><strong>Halsey</strong> também criou um filme para <strong><em>If I Can&#8217;t Have Love, I Want Power</em></strong>. O lançamento, que compartilha o título com o álbum, quase não apresentou diálogos. Ele comunicava fantasia, horror e um desespero profundo através da música. Com milhares de pessoas lotando o festival à sua frente, <strong>Halsey</strong> adota uma abordagem mais teatral com<strong> The Girl in the Tower</strong>. O show é dividido em quatro partes: The Mother (A Mãe), The Maiden (A Donzela), The Mage (O Mago) e They&#8217;re Raging at Me (Eles Estão Furiosos Comigo). O repertório abrange seus 14 anos de carreira, com até mesmo as músicas mais pop filtradas por uma percussão estrondosa e guitarras ensurdecedoras.</p> <p>“A garota na torre gritou por horas, depois plantou um jardim para colher flores para si mesma”, diz <strong>Halsey</strong> em uma narração no início do filme. “Mas veio o veneno do verão, que azedou a fruta. Seus dentes encontraram a polpa. Ela começou a devorar. Então, como se nunca tivesse partido, seu poder voltou. Delicioso e mais forte. Eles estão furiosos comigo.” A partir daí, <strong>Halsey</strong> revida com a mesma fúria.</p> <p>O fogo crepita ao redor da borda do palco enquanto eles começam com “<strong>Nightmare</strong>” no início do show. A parte do set dedicada a Mãe abre com “<strong>I Am Not a Woman, I’m a God</strong>”, e em minutos <strong>Halsey</strong> leva a multidão à adoração. A tocha que ela acende no início de “<strong>Castle</strong>”, uma faixa estrondosa de seu álbum de estreia, <strong>Badlands</strong> (2015), os conduz à batalha. Eles não estavam se entregando o suficiente — <strong>Halsey</strong> interrompe “<strong>Castle</strong>” no meio e os faz repetir. Eles precisam pular mais alto, bater cabeça com mais força, gritar mais alto. O refrão final explode com tudo o que eles têm de energia e <strong>Halsey</strong> o acompanha com vocais impecáveis.</p> <p><strong>Halsey</strong> apresenta A Donzela com “<strong>Dog Years</strong>”, uma escolha impactante de<em><strong> The Great Impersonator </strong>(2024)</em>. Ela interpreta a música com uma grossa corrente presa ao pescoço, que a conecta ao palco, prendendo-a no topo de uma escada. Mesmo presa, ela mantém o controle e se liberta com “<strong>You Asked for This</strong>” e “<strong>Experiment on Me</strong>”, que levam a multidão ao delírio, com corpos se chocando em enormes rodas punk enquanto ela pede para que abram ainda mais o espaço. Ela continua com uma versão rock de “<strong>Closer</strong>”, que serve como um lembrete oportuno de que sempre foi <strong>Halsey</strong> quem tornou essa música grandiosa.</p> <p>Durante a parte de O Mago, elas recorrem à magia, começando com “<strong>The Lighthouse</strong>”, uma faixa hipnotizante que retrata <strong>Halsey</strong> como uma sereia atraindo marinheiros para a morte. Outras canções com temática de sereia incluem “<strong>Colors</strong>”, “<strong>Without Me</strong>” e “<strong>Hurricane</strong>”. Mais como contos de advertência, cada uma delas questiona o poder e a destruição do complexo de salvador. <strong>Halsey</strong> sempre teve uma preocupação em inserir narrativas em seus álbuns, mas sua capacidade de contar histórias realmente ganha vida quando elas desconstroem esses projetos e montam uma setlist tão impactante quanto a que ela criou para <strong><em>The Girl in the Tower</em></strong>.</p> <p><strong>Halsey</strong> mistura as ideias afiadas que escreveu em <strong>Badlands</strong>, ainda adolescente e inquieta, com reflexões de álbuns posteriores, fruto de sabedoria e experiência — seja da vida ou dos holofotes da fama —, mas que não necessariamente a tornaram mais insensível. Há sua luta pelo controle em<strong><em> If I Can&#8217;t Have Love, I Want Power,</em></strong> mas também sua análise da vida, da morte e do legado em <strong><em>The Great Impersonator</em></strong>, o álbum que ela pensou que poderia ser seu último trabalho enquanto enfrentava uma crise de saúde. Ela junta tudo como peças de um quebra-cabeça — não para se descobrir, mas para dissipar qualquer confusão que alguém possa ter sobre ela neste momento da carreira, seis anos após seu último hit no Top 40.</p> <p>Antes da série de apresentações que moldaram <strong><em>The Girl in the Tower</em></strong>, Halsey concluiu sua turnê<strong><em> For My Last Trick</em></strong>, um verdadeiro triunfo em sua carreira, construída em torno de <strong><em>The Great Impersonator</em></strong>. Ela queria imortalizar a turnê em um filme, mas o show acabou sendo cancelado devido a problemas de logística de produção. <strong><em>The Girl in the Tower</em></strong> não é uma alternativa tão boa, mas sim uma missão completamente diferente, com um público totalmente diferente.</p> <p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/zdJYdfkOJeg?si=a-MVRvxCBYUkMvu_" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>Os festivais trazem o desafio de conquistar espectadores que não faziam ideia do que esperar. O filme-concerto desempenha um papel semelhante. <strong>Halsey</strong> já teria sido consagrada como estrela do rock há anos se tivesse lançado filmes-concerto durante todo esse tempo. Em vez disso, ela concentrou-se em consolidar seu domínio do palco e da multidão que ali se reúne.</p> <p>Eles encerram <strong><em>The Girl in the Tower</em></strong> com “<strong>Lonely Is the Muse</strong>”, uma faixa de rock intensa e feroz que pode muito bem ser a melhor música que já gravaram. É o final perfeito para a parte final do show, Eles Estão Furiosos Comigo. “Eu fui construída a partir de peças especiais que aprendi a desparafusar”, ela canta. “E sempre posso me remontar para me encaixar perfeitamente para você, ou para qualquer um que decida que sou útil.”</p> <p>A Garota na Torre não está enjaulada. É um ponto de vista privilegiado de onde ela pode ver tudo — e todos — ao seu alcance.</p> <p><strong>+++LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/guia-show/halsey-entrega-um-show-de-rock-solido-no-palco-mundo-do-rock-in-rio-2026/" target="_blank" rel="noopener">Halsey entrega um show de rock sólido no Palco Mundo do Rock in Rio 2026</a></strong></p> <p><strong>+++LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/tinashe-esta-sentindo-a-pressao-nada-que-uma-popstar-nao-possa-lidar/" target="_blank" rel="noopener">Tinashe está sentindo a pressão, nada que uma ‘Popstar’ não possa lidar</a></strong></p> <p><strong>+++LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/miley-chega-ao-primeiro-lugar-na-parada-de-albuns-com-bass-persuades/" target="_blank" rel="noopener">Miley chega ao primeiro lugar na parada de álbuns com ‘Bass Persuades’</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/halsey-e-uma-estrela-do-rock-que-ressurge-das-cinzas-em-the-girl-in-the-tower/">Halsey é uma estrela do rock que ressurge das cinzas em &#8216;The Girl in the Tower&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  6. Angra fala à RS sobre turnê de ‘Holy Land’, Alírio Netto, fim de hiato e futuro

    Thu, 01 Oct 2026 20:45:09 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/angra-felipe-andreoli-marcelo-barbosa-rolling-stone-brasil-2026-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Felipe Andreoli e Marcelo Barbosa, membros do Angra, em entrevista à Rolling Stone Brasil" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/angra-felipe-andreoli-marcelo-barbosa-rolling-stone-brasil-2026-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/angra-felipe-andreoli-marcelo-barbosa-rolling-stone-brasil-2026-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/angra-felipe-andreoli-marcelo-barbosa-rolling-stone-brasil-2026-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/angra-felipe-andreoli-marcelo-barbosa-rolling-stone-brasil-2026-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/angra-felipe-andreoli-marcelo-barbosa-rolling-stone-brasil-2026.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Felipe Andreoli e Marcelo Barbosa celebraram o momento atual do grupo, elogiaram o novo vocalista, esclareceram circunstâncias da pausa anterior — bem como a saída de Fabio Lione — e convidaram público para shows especiais em São Paulo</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/angra-entrevista-2026-holy-land/">Angra fala à RS sobre turnê de ‘Holy Land’, Alírio Netto, fim de hiato e futuro</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/angra-felipe-andreoli-marcelo-barbosa-rolling-stone-brasil-2026-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Felipe Andreoli e Marcelo Barbosa, membros do Angra, em entrevista à Rolling Stone Brasil" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/angra-felipe-andreoli-marcelo-barbosa-rolling-stone-brasil-2026-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/angra-felipe-andreoli-marcelo-barbosa-rolling-stone-brasil-2026-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/angra-felipe-andreoli-marcelo-barbosa-rolling-stone-brasil-2026-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/angra-felipe-andreoli-marcelo-barbosa-rolling-stone-brasil-2026-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/angra-felipe-andreoli-marcelo-barbosa-rolling-stone-brasil-2026.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>O <a href="https://rollingstone.com.br/tags/angra/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Angra</strong></a> vive um ano atípico. Após os anúncios da saída do vocalista <strong>Fabio Lione</strong> e a chegada de <strong>Alírio Netto</strong>, ambos feitos no fim de 2025, a banda realizou shows especiais e muito diferentes entre si. Primeiro, vieram as apresentações de reunião com três ex-integrantes — <strong>Edu Falaschi</strong> (voz), <strong>Aquiles Priester</strong> (bateria) e <strong>Kiko Loureiro</strong> (guitarra) —, no festival <a href="https://rollingstone.com.br/musica/angra-resenha-show-bangers-open-air-2026/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Bangers Open Air</strong></a> e na casa Espaço Unimed, ambos em São Paulo. Em seguida, o grupo embarcou em uma turnê para celebrar os 30 anos de <em><strong>Holy Land</strong></em> (1996), seu segundo álbum de estúdio, notório por aprofundar a relação do grupo com a música brasileira e erudita.</p> <p>A parada desta tour em São Paulo renderá dois shows especiais, no Tokio Marine Hall, em São Paulo. Na sexta, 2, o quinteto composto por Alírio, os guitarristas <strong>Rafael Bittencourt</strong> e <strong>Marcelo Barbosa</strong>, o baixista <strong>Felipe Andreoli</strong> e o baterista <strong>Bruno Valverde</strong> executam <em><strong>Holy Land</strong></em> com a participação do baixista original, Luís Mariutti. Já no sábado, 3, eles recebem <strong>Edu Falaschi</strong> para comemorar os 25 anos de <em><strong>Rebirth</strong></em> (2001), em formato similar ao visto em abril, mas sem Priester e Loureiro. Os ingressos estão à venda no site <a href="https://www.ticketmaster.com.br/event/angra-tokio-marine" target="_blank" rel="noopener">Ticketmaster</a>.</p> <p>Antes dessas apresentações, Felipe Andreoli e Marcelo Barbosa concederam uma detalhada entrevista à <a href="https://rollingstone.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rolling Stone Brasil</strong></a>. Celebraram o momento atual do grupo, demonstraram enorme satisfação com a chegada de Alírio Netto, destacaram a importância de <em><strong>Holy Land</strong></em> — inclusive como fãs, pois ambos não participaram do disco — e esclareceram as circunstâncias do hiato, bem como a saída de Fabio Lione.</p> <p>A entrevista completa, em vídeo, pode ser assistida logo abaixo. Na sequência, confira algumas das principais respostas em texto.</p> <p><iframe loading="lazy" title="ANGRA ABRE O JOGO: ALIRIO NETTO, HIATO E 30 ANOS DE HOLY LAND | RS Entrevista#142" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vk7ZW__jsQQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <h2>Angra — entrevista com Felipe Andreoli e Marcelo Barbosa</h2> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre contar com Luís Mariutti e Edu Falaschi nesses shows:</strong></span><br /> <strong>­<br /> Felipe Andreoli:</strong> Luís é um dos criadores daquele som e identidade que até hoje faz parte da nossa identidade. <em><strong>Holy Land</strong></em> continua sendo uma referência para nós. E as linhas de baixo do <em><strong>Holy Land</strong></em> continuam sendo referência para mim também.<br /> ­<br /> <strong>Marcelo Barbosa:</strong> Em relação ao Edu Falaschi [com quem o guitarrista tocou no <strong>Almah</strong>, assim como o baixista], tem sido um momento muito legal de reconciliação — não no sentido de que estivéssemos brigados, mas cada um seguiu o seu caminho. Gravamos quatro álbuns juntos no Almah, fizemos muitas turnês e consolidamos uma amizade muito forte. Disse a ele que sentia falta.</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre a ausência de Ricardo Confessori, baterista de Holy Land, neste show:</strong></span><br /> <strong>­<br /> Felipe:</strong> Da mesma forma que convidamos o Luís — que aceitou o convite —, convidamos o Ricardo, que não quis participar. Tem os motivos dele, que só temos a respeitar. Seria muito legal tê-lo para celebrar o <em><strong>Holy Land</strong></em> junto com a gente, mas ele tem toda a liberdade de tomar as decisões que ele quer. Infelizmente, ele preferiu não participar dessa vez.</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre a retomada de contato com Edu Falaschi, com quem integrantes do Angra estiveram rompidos, a nível pessoal, nos últimos anos:</strong></span><br /> <strong>­<br /> Felipe:</strong> Quando as pessoas veem essas cisões, elas pensam no artista e na música. Mas para a gente, no âmbito pessoal, vai muito além. São quase como separações familiares. É muito doloroso. Sempre tive uma amizade muito grande com Edu, de frequentar a casa um do outro. Retomar isso foi muito prazeroso.</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre a aceitação a Alírio Netto em meio à turnê dos 30 anos de Holy Land:</strong></span><br /> <strong>­<br /> Marcelo:</strong> Tem sido duplamente prazeroso: revisitar esse repertório, com algumas músicas que nunca tocamos, e ter o Alírio Netto, um irmãozão, de quem sou amigo há 30 anos. Não precisou de adaptação, de conhecer a pessoa que está chegando. Ele sempre fez parte do grupo, de certa forma; não como músico, mas como amigo e parceiro. Alírio tem uma voz muito versátil e transita com maestria pelo repertório do <strong>Andre Matos</strong>, que é uma voz muito única e especial, com registros muito agudos.</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Veja também:</strong></span></p> <p><iframe loading="lazy" title="ALIRIO NETTO | RS Entrevista #99" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Z2_GDv13QiU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre o show especial no Olympia, em Paris, cidade que abraçou muito o Angra na época de Holy Land:</strong></span><br /> <strong>­<br /> Felipe:</strong> É uma casa histórica. Poderia ser um momento difícil de transião de novo vocalista, mas estamos vendo coisas que não acontecem há 20 e tantos anos voltando a acontecer com o Angra. Uma das grandes razões pelas quais foi possível fechar esse show é o Alírio ter a capacidade de interpretar as músicas do Andre com maestria, com direito ao piano, tendo a alma do Angra muito nele. Acho que no momento que o pessoal na França — especialmente o <strong>Olivier Garnier</strong>, que foi o grande responsável por realizar esse show — viu que o Alírio estava na banda, falaram: &#8220;Putz, agora é o momento de celebrar o <em><strong>Holy Land</strong></em> em grande estilo&#8221;. Não fazíamos um show assim na Europa há muto tempo. Mostra que tomamos uma decisão bastante acertada.</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre Alírio Netto já ter sido cotado para o Angra 13 anos atrás — e Felipe ter dito que, se dependesse dele, o vocalista teria entrado para a banda naquela época:<br /> ­<br /> </strong></span><strong>Felipe:</strong> Acho ele ainda mais preparado hoje do que era naquela época. Já era uma excelente escolha há 13 anos, mas eu não decido sozinho. E existiam circunstâncias da época. Fabio entrou como um convidado para fazer um show no navio 70,000 Tons of Metal por sugestão do dono do navio, que é o <strong>Skipper</strong>. E ele mandou muito bem, nos demos muito bem e tudo fluiu naturalmente. Tivemos vontade de continuar. Também existia na época um papo, uma vontade de fazer um reality show para escolher o novo vocalista. Era com MTV. Aí a MTV fechou, esse plano também foi por água abaixo, e ao mesmo tempo começamos a fazer planos com o Fabio, o público tinha curiosidade de ver o Angra com o Fabio. Tanto é que levou um tempo para efetivarmos o Fabio como cantor, após ele ficar como convidado um tempão. Tenho muito orgulho dos trabalhos que fizemos com o Fabio, especialmente <em><strong>Cycles of Pain</strong></em> (2023), onde nossa relação realmente amadureceu. Temos muita gratidão ao Fabio.</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre o hiato mais rápido da história do heavy metal — a ponto de não ter durado nem um ano:</strong></span><br /> <strong>­<br /> Marcelo:</strong> A partir de quantos meses é considerado um hiato? Não sei qual é a definição. O fato é que, desde que eu entrei [em 2015], a banda estava num ritmo frenético. Só paramos na pandemia. Ficamos uns seis a sete meses sem fazer show e, para mim, isso é um hiato. Mas as coisas são dinâmicas. Existem teorias de que fingimos um hiato para vender mais ingresso&#8230; a banda precisava parar por um tempo, só que as coisas acontecem. Pintou essa oportunidade de sermos headliners do Bangers Open Air, com a reunião&#8230; como você diz &#8220;não&#8221; para um negócio desse? Então, voltamos a estar juntos, voltou a dar vontade de estar na estrada, e: &#8220;pô, quanto tempo mais a gente vai esperar depois disso?&#8221; Aproveitamos para marcar outras coisas.</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre como a relação com Fabio Lione influenciou o hiato:</strong></span><br /> <strong>­<br /> Felipe:</strong> A intenção do hiato era muito genuína: descanso, tempo para reorganizações, etc. Muitas dessas coisas acabaram ficando ainda pendentes, porque não paramos o tanto que precisava para resolver determinadas coisas. E devo dizer: um dos motivos desse hiato era olhar para a relação interna da banda, que já não estava muito legal, especialmente com o Fabio. Acham que inventamos um hiato para tirar o Fabio, quando, na verdade, é o contrário: um dos motivos desse hiato era conversar e tentar chegar num ponto comum para seguir com o Fabio. O futuro quis que as coisas não fossem assim. E aí, claro, surgiu a oportunidade do Bangers, que nos deu ânimo, junto da entrada do Alírio. Se em algum momento acharmos que precisa parar, vamos parar. Mas enquanto houver vontade e pique de tocar, acho isso bom. A não ser que, talvez, as pessoas prefiram que a gente fique no hiato. [Risos.]</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Veja também:</strong></span></p> <p><iframe loading="lazy" title="FABIO LIONE - RS Entrevista #80" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/K9170NvCBJ8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>A melhor música de Holy Land:</strong></span><br /> <strong>­<br /> Felipe:</strong> <strong>“Holy Land”</strong> (faixa-título) é uma boa candidata. Também adoro <strong>“Silence and Distance”</strong>. Tem muitos momentos, mas acho que essas duas aí. Além disso, <strong>“The Shaman”</strong> é muito legal de tocar ao vivo. Entrei neste ano em uma nova fase de ficar de bem com cantar. Por muitos anos eu deixei isso de lado, cantava com má vontade, mas esse ano eu decidi que iria me dedicar a isso mais. Essa música tem bastante backing vocals, então motivou a estudar mais. E ter o Alírio, um dos grandes vocal coaches do país, na banda, ajuda bastante também.<br /> <strong>Marcelo:</strong> Para mim, essas coisas são dinâmicas; vão mudando. Acho que atualmente <strong>“Silence and Distance”</strong> tem sido a minha favorita. Estou meio em lua de mel com essa música, por ela ter um caráter harmônico muito interessante. A parte da harmonia daquele disco sempre me pegou muito. E música que eu não ligava muito e nessa turnê eu tenho gostado muito de tocar é <strong>“Deep Blue”</strong>. Não só pelo solo, que é lindo, mas nas outras vezes que tocamos, para mim era mais uma música. Hoje tenho um olhar muito diferente.</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre chances de uma nova reunião com ex-integrantes, no formato do show no Bangers Open Air 2026:</strong></span><br /> <strong>­<br /> Felipe:</strong>­ As portas estão sempre abertas. Essa reaproximação com Aquiles e Edu foi tão bem-sucedida que deixou o gostinho de quero mais. Tanto que Edu e Kiko vão participar de um festival que o Angra fará no Japão dia 25 de outubro. Infelizmente, o Aquiles não pôde estar na data, mas agora isso está no universo de possibilidades. O mesmo se estende para Luís, Ricardo e Fabio. Nunca queremos fechar as portas para ninguém.</p> <p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre a possibilidade de gravar um álbum com ex-integrantes:</strong></span><br /> ­<strong><br /> Felipe:</strong>­ Acho que está aberto. Se artisticamente fizer sentido, estando num momento certo para que isso aconteça, não vejo nenhum problema. Acho que seria muito interessante de fazer. Agora, se é uma coisa que está nos planos&#8230; não. Até porque nem estamos pensando em disco. A palavra &#8220;disco&#8221; no momento é proibida dentro do Angra. Espero que isso mude em breve porque, especialmente como esses shows estão indo bem e essa turnê está sendo tão prazerosa de fazer, a vontade de compor para mim, pessoalmente, está crescendo a cada dia. Mas no momento em que isso virar um futuro de curto ou médio prazo, acho que seria muito legal essa ideia. Não vejo nenhum motivo para não fazer isso.<br /> ­<br /> <strong>Marcelo:</strong> Seria demais. Não temos nenhuma conversa a respeito disso — nem de disco só com a gente. Imagina a complexidade que envolveria reunir toda essa galera. Acho que, em primeiro lugar, tem que fazer sentido artisticamente e pessoalmente. Compor junto, estar junto gravando, estar junto em turnê&#8230; mesmo quando você faz isso com pessoas com quem você não tem nenhum ajuste a ser feito, é muito difícil e pode ser cansativo. Então, quanto mais gente envolvida nesse processo, mais as coisas têm que estar alinhadas e com todos felizes, na mesma página e na mesma intenção. Sendo assim, acho que seria demais ter um registro que reunisse essas formações pelas quais o Angra já passou, cada uma com a sua devida importância, com o seu devido mérito. Estou 100% aberto a isso também.</p> <p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/aquiles-priester-entrevista-2026/" target="_blank" rel="noopener">Aquiles Priester fala à RS sobre reunião com Angra, W.A.S.P. e Andre Matos</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/edu-falaschi-entrevista-2026-angra-miraj/" target="_blank" rel="noopener">Edu Falaschi fala à RS sobre shows com Angra, novo álbum ‘MI’RAJ’ e 35 anos de carreira</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: </strong><a href="https://rollingstone.com.br/musica/fabio-lione-entrevista-angra-2026/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fabio Lione fala à RS sobre saída do Angra e futuro</strong></a><br /> <strong>+++ <a href="https://www.instagram.com/rollingstonebrasil" target="_blank" rel="noopener">Siga a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram</a><br /> +++ <a href="https://instagram.com/igormirandasite" target="_blank" rel="noopener">Siga o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/angra-entrevista-2026-holy-land/">Angra fala à RS sobre turnê de ‘Holy Land’, Alírio Netto, fim de hiato e futuro</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  7. ‘NAZA’ faz do espectador uma testemunha

    Thu, 01 Oct 2026 20:30:24 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-documentario-dos-criadores-de-Sem-Chao-chega-aos-cinemas-brasileiros-Reproducao-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-documentario-dos-criadores-de-Sem-Chao-chega-aos-cinemas-brasileiros-Reproducao-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-documentario-dos-criadores-de-Sem-Chao-chega-aos-cinemas-brasileiros-Reproducao-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-documentario-dos-criadores-de-Sem-Chao-chega-aos-cinemas-brasileiros-Reproducao-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-documentario-dos-criadores-de-Sem-Chao-chega-aos-cinemas-brasileiros-Reproducao-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-documentario-dos-criadores-de-Sem-Chao-chega-aos-cinemas-brasileiros-Reproducao.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Diretores de 'Sem Chão', ganhador do Oscar, retornam com um documentário baseado em depoimentos de soldados e oficiais israelenses, já considerado um dos filmes mais controversos do ano</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/naza-faz-do-espectador-uma-testemunha/">‘NAZA’ faz do espectador uma testemunha</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-documentario-dos-criadores-de-Sem-Chao-chega-aos-cinemas-brasileiros-Reproducao-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-documentario-dos-criadores-de-Sem-Chao-chega-aos-cinemas-brasileiros-Reproducao-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-documentario-dos-criadores-de-Sem-Chao-chega-aos-cinemas-brasileiros-Reproducao-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-documentario-dos-criadores-de-Sem-Chao-chega-aos-cinemas-brasileiros-Reproducao-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-documentario-dos-criadores-de-Sem-Chao-chega-aos-cinemas-brasileiros-Reproducao-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Novo-documentario-dos-criadores-de-Sem-Chao-chega-aos-cinemas-brasileiros-Reproducao.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><div>Eles não são chamados de &#8216;civis&#8217;. Nem de &#8216;vítimas&#8217;, &#8216;pessoas&#8217; ou &#8216;inocentes&#8217; — nas palavras de um soldado israelense: <em>&#8220;Depois do dia 7 de outubro, não existem inocentes em <a href="https://rollingstone.com.br/tags/palestina/" target="_blank" rel="noopener">Gaza</a>&#8220;</em>. O termo utilizado para descrever os danos colaterais gerados por ataques militares das Forças Israelenses (IDF) são chamados de &#8220;<a href="https://rollingstone.com.br/tags/naza/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>NAZA</strong></em></a>&#8220;, abreviação da expressão hebraica <em>nezek agavi</em>.</div> <div></div> <div>Se um ataque de drones atinge um local onde possíveis forças do Hamas operam, pode resultar em cerca de quatro NAZA. Ou 12 NAZA. Ou, nesse caso especial, em 500 NAZA. Os responsáveis por aquele bombardeio sabiam que os danos colaterais chegariam às centenas. Ainda assim, autorizaram o ataque. Os soldados, como tantos outros antes e depois deles em conflitos ao redor do mundo, estavam apenas cumprindo ordens.</div> <div></div> <div>É fácil entender o porquê de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/yuval-abraham/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Yuval Abraham</strong></a> e <a href="https://rollingstone.com.br/tags/rachel-szor/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rachel Szor</strong></a> terem escolhido essa expressão como título do filme. Também é fácil ver a razão desse filme em particular ter atraído uma grande onda de controversas, mesmo tendo recebido longas e calorosas ovações em festivais de cinema</div> <div></div> <div>Formado por uma série de entrevistas realizadas durante a madrugada com 24 integrantes do IDF — cujas identidades foram mantidas em anonimato, com as vozes alteradas e os rostos não apenas ocultados, mas digitalmente modificados —, o filme oferece um olhar para dentro da engrenagem de uma guerra ainda em curso. As conversas, realizadas em telhados de Tel Aviv, fizeram com que <strong><em data-start="722" data-end="728">NAZA</em> </strong>fosse descrito como uma obra-prima, uma peça de propaganda e “a coisa mais importante” que você verá este ano. Os dois cineastas israelenses responsáveis pelo filme chegaram ainda a ser acusados de traição, em meio a discussões sobre uma possível revogação de sua cidadania.</div> <div></div> <div>Ao assistir ao filme, a sensação é de estar diante de uma acusação. “Há coisas sobre as quais não posso falar”, observa relutantemente um dos entrevistados, sugerindo a existência de horrores que não podem ser verbalizados. O que é dito nessas conversas, porém, já é suficiente para fazer você gritar e chorar.</div> <div> <p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" dir="auto" data-start="0" data-end="531">Os acontecimentos do dia 7 de outubro não são ignorados aqui, tampouco são minimizados ou encobertos — o dia é tratado exatamente pelo que foi: um massacre, uma tragédia e uma atrocidade. A maioria dessas entrevistas se concentra nas políticas adotadas pelo IDF como consequência dos ataques e em como o uso de drones controlados remotamente e de um programa de inteligência artificial chamado <em>Lavender</em> teria resultado em um número de mortos que o filme estima em 73 mil — e continua aumentando — em Gaza.</p> <p dir="auto" data-start="533" data-end="880">“Existem duas realidades simultâneas”, afirma um dos participantes. “Uma visível, outra invisível.” A primeira é apresentada à distância por meio dos planos abertos que intercalam os depoimentos, nos quais pessoas comuns aparecem assistindo a noticiários e descansando em suas salas de estar, em apartamentos altos diante do horizonte de Tel Aviv.</p> <p dir="auto" data-start="882" data-end="1122" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A realidade invisível acontece “lá”, distante, mas tão próxima. Enquanto um programa de software “decide quem vive e quem morre”, botões são pressionados e bairros inteiros são dizimados antes mesmo que os operadores de drones saiam para almoçar.</p> </div> <div> <div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"> <p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" dir="auto" data-start="0" data-end="594">Esses são alguns dos detalhes que vêm à tona quando os israelenses anônimos que se dispõem a falar — ou, caso não admitam sentir remorso por seu papel no conflito, ao menos confessam abertamente — e descrevem o processo sistemático de identificação e ataque de alvos na região. A vigilância sobre Gaza é total. Cada edifício tem um número de identificação, permitindo que os ataques sejam direcionados com precisão — Edifício 6327, sétimo andar —, ainda que os danos provocados se espalhem por todo o quarteirão. O que um dia foi uma cidade agora é “<em>uma fábrica de alvos</em>”, afirma um dos soldados.</p> <p dir="auto" data-start="596" data-end="1075">O celular de uma menina de 12 anos é hackeado para localizar um alvo. Equipes responsáveis por identificar suspeitos que retornaram para suas casas ficam atentas à frase “<em>Papai chegou</em>” — e, então, ordenam ataques. Zonas são estabelecidas, mas seus limites não são definidos. Quem entra nelas sem saber é baleado. Um atirador de elite mata pessoas que tentam atravessar uma ponte em busca de comida. “A atmosfera geral é de ódio”, declara um dos soldados. “O objetivo é destruir.”</p> <p dir="auto" data-start="1077" data-end="1627">Alguns críticos questionaram <em><strong>NAZA </strong></em>por não apresentar evidências que corroborem essas alegações. No entanto, um letreiro próximo ao final do filme observa que acusações semelhantes já foram publicadas pelo <em data-start="1284" data-end="1294">Guardian</em> — que coproduz o lançamento do documentário e permitirá que ele seja <a href="https://www.inpublishing.co.uk/articles/guardian-announces-global-release-plans-for-documentary-feature-film-26953" target="_blank" rel="noopener"><strong data-start="1365" data-end="1404">assistido gratuitamente em seu site</strong></a> posteriormente neste ano — e por outras publicações ao longo dos últimos anos.</p> <p dir="auto" data-start="1629" data-end="2378" data-is-last-node="" data-is-only-node="">As informações já foram apresentadas. O que muda é a forma: elas nunca haviam sido expostas de maneira tão formal, nem ouvidas diretamente — com vozes digitalmente modificadas ou não — da boca daqueles apontados como responsáveis pelos atos. <strong>Abraham</strong> e <strong>Szor</strong> — dois dos quatro integrantes da equipe responsável pelo documentário vencedor do Oscar em 2024, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/sem-chao/" target="_blank" rel="noopener"><em data-start="1984" data-end="2003"><strong data-start="1985" data-end="2002">Sem Chão</strong></em></a> — adotam um formato quase anódino de entrevistas, intercalado ocasionalmente por imagens da paisagem urbana de Tel Aviv. Isso, porém, não suaviza os relatos; se alguma coisa, torna todos esses horrores ainda mais contundentes.</p> </div> <div class="pointer-events-none -mb-px h-px w-full opacity-0" aria-hidden="true"> <p>Há duas quebras significativas nesse formato. A primeira é um trecho de arquivo de um programa de entrevistas de meados dos anos 1980, no qual um escritor que acaba de publicar um livro sobre terrorismo explica o conceito. Segundo ele, terrorismo é “<em>o assassinato, a mutilação e a ameaça deliberados e sistemáticos de inocentes para provocar medo com fins políticos</em>”. O autor é <strong>Benjamin Netanyahu</strong>. O trecho voltou a circular nas redes sociais recentemente e é exibido perto do final do filme, sem comentários adicionais.</p> <p>A segunda acontece depois que <strong><em>NAZA</em> </strong>passa a maior parte de sua duração dando a soldados atuais e veteranos das Forças de Defesa de Israel a oportunidade de descrever as operações das quais participaram: o filme mostra imagens das consequências de uma delas. Um conjunto de pernas aparece entre os escombros de um prédio destruído. Homens tentam desesperadamente descobrir se há sobreviventes. Um pai chora.</p> <p>É o único momento em que o filme inverte sua lógica de “contar, não mostrar”. Durante quase 80 minutos, você ocupou o lugar de ouvinte. Mas, antes que deixe a sala de cinema ou desligue o computador, <strong><em>NAZA</em> </strong>pede que você seja uma testemunha.</p> </div> </div> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/naza-faz-do-espectador-uma-testemunha/">‘NAZA’ faz do espectador uma testemunha</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  8. Conheça o fã de hair metal que se tornou o novo vocalista do Quiet Riot

    Thu, 01 Oct 2026 20:07:48 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/novo-vocalista-quiet-riot-GettyImages-2167230021Stephen-J.-Cohen-406x228.png" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/novo-vocalista-quiet-riot-GettyImages-2167230021Stephen-J.-Cohen-406x228.png 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/novo-vocalista-quiet-riot-GettyImages-2167230021Stephen-J.-Cohen-800x450.png 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/novo-vocalista-quiet-riot-GettyImages-2167230021Stephen-J.-Cohen-768x432.png 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/novo-vocalista-quiet-riot-GettyImages-2167230021Stephen-J.-Cohen-1536x864.png 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/novo-vocalista-quiet-riot-GettyImages-2167230021Stephen-J.-Cohen.png 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>John Torra, de 23 anos, é um viajante do tempo musical que, há apenas cinco anos, vagava pelos corredores de sua escola de ensino médio em Long Island ouvindo fitas do Quiet Riot em um Sony Walkman</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/conheca-o-fa-de-hair-metal-que-se-tornou-o-novo-vocalista-do-quiet-riot/">Conheça o fã de hair metal que se tornou o novo vocalista do Quiet Riot</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/novo-vocalista-quiet-riot-GettyImages-2167230021Stephen-J.-Cohen-406x228.png" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/novo-vocalista-quiet-riot-GettyImages-2167230021Stephen-J.-Cohen-406x228.png 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/novo-vocalista-quiet-riot-GettyImages-2167230021Stephen-J.-Cohen-800x450.png 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/novo-vocalista-quiet-riot-GettyImages-2167230021Stephen-J.-Cohen-768x432.png 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/novo-vocalista-quiet-riot-GettyImages-2167230021Stephen-J.-Cohen-1536x864.png 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/novo-vocalista-quiet-riot-GettyImages-2167230021Stephen-J.-Cohen.png 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Quando <strong>John Torra</strong> percorria os corredores da Farmingdale High School, em Long Island, há alguns anos, raramente estava sem seu Walkman da Sony e suas fitas cassete favoritas de bandas como <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Quiet-Riot/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Quiet Riot</strong></a> , <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Cinderella/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Cinderella</strong></a>,<a href="https://rollingstone.com.br/tags/Van-Halen/" target="_blank" rel="noopener"><strong> Van Halen</strong></a>,<a href="https://rollingstone.com.br/tags/Led-Zeppelin/" target="_blank" rel="noopener"><strong> Led Zeppelin</strong></a> e <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Rainbow/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rainbow</strong></a>, de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Ritchie-Blackmore/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Ritchie Blackmore</strong></a>. E com seus longos cabelos despenteados, jaqueta jeans cortada adornada com broches e camiseta do <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Motley-Crue/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Mötley Crüe</strong></a> ou do <strong>Quiet Riot</strong>, ele transmitia a nítida impressão de um estudante viajante do tempo da turma de 1987, em vez de seu ano de formatura real, 2021.</p> <p>“Muitos dos outros alunos não entendiam porque curtiam o pop e o hip-hop modernos”, diz <strong>Torra</strong>. “Quando me viam, diziam: &#8216;Nossa, você me lembra meu pai&#8217;. E tinha gente que falava: &#8216;Ele é esquisito&#8217;. Mas os professores adoravam. Lembro que uma vez eu estava na aula de economia e o meu professor, o senhor <strong>Bush</strong>, parou a aula no meio porque me viu lá. Ele disse: &#8216;Escutem, se fosse 1986, o <strong>John</strong> estaria sentado do meu lado na sala&#8217;. Eles apreciavam o fato de eu ter uma alma antiga.”</p> <p><strong>Bush</strong> deve estar extremamente orgulhoso de <strong>Torra</strong> neste momento, pois ele acaba de ser anunciado como o novo vocalista do <strong>Quiet Riot</strong> — com apenas 23 anos — depois que seu vídeo de audição alcançou números astronômicos de visualizações online. Ele inicia sua primeira série de shows com a banda esta semana, começando em 1º de outubro no Cherokee Event Center em West Siloam Springs, Oklahoma.</p> <p>“Com certeza, o primeiro show vai ser um pouco estressante”, disse <strong>Torra</strong> à <a href="https://www.rollingstone.com/music/music-features/quiet-riot-new-singer-john-torra-interview-1235634920/" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>Rolling Stone</em></strong></a> por Zoom, cerca de uma hora antes de ir para um ensaio com a banda. “Sei que nem tudo será perfeito. É uma apresentação ao vivo, imprevistos acontecem, mas não vou deixar isso me desanimar. Vou simplesmente subir no palco e dar o meu melhor. Vou me dedicar ao máximo e garantir que os fãs que vierem ver o <strong>Quiet Riot</strong> tenham o que pagaram, e que voltem para casa se divertindo.”</p> <p><strong>Torra</strong> se preparava para este momento desde os 11 anos, quando seu pai mostrou <strong>Van Halen</strong> enquanto dirigiam pela sua cidade natal, Massapequa, em Long Island, na caminhonete da família. Sua avó lhe tocava discos de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Elvis-Presley/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Elvis Presley </strong></a>quando criança, e sua mãe — que nasceu no Equador — adorava os sons suaves de Chicago e dos Estados Unidos, além de artistas de disco music como <strong>Donna Summer</strong> e os <strong>Bee Gees</strong>. Mas nada o preparou para &#8220;<strong>Mean Street</strong>&#8221; do <strong>Van Halen</strong>.</p> <blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/Da0pBVqpzWu/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"> <div style="padding: 16px;"> <p>&nbsp;</p> <div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div> </div> </div> <div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div> <div style="padding-top: 8px;"> <div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver esse post no Instagram</div> </div> <div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"> <div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div> </div> <div style="margin-left: 8px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div> </div> <div style="margin-left: auto;"> <div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div> </div> </div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div> </div> <p>&nbsp;</p> <p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/Da0pBVqpzWu/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por John Torra (@john_torra)</a></p> </div> </blockquote> <p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p> <p>“A introdução daquela música é muito singular”, diz <strong>Torra</strong>. “Eu fiquei tipo, &#8216;O que é isso?&#8217; E ele respondeu, &#8216;É uma guitarra&#8217;. Eu disse, &#8216;Uma guitarra consegue fazer isso?&#8217; Quando isso aconteceu, tudo mudou. Foi aí que fiquei obcecado e desenvolvi uma paixão por esse gênero e por esse estilo de vida.”</p> <p>Era 2014, não exatamente o auge do interesse por bandas de hard rock e heavy metal dos anos 80 entre os adolescentes, mas <strong>Torra</strong> não se importou. Ele pegou uma guitarra, praticou com uma obsessão maníaca por anos, deixou o cabelo crescer, aumentou sua coleção de jeans e devorou ​​livros, documentários e vídeos do YouTube sobre os gloriosos dias do metal dos anos 80. Ele também comprou um Walkman. &#8220;Eu só achava legal me colocar naquela época&#8221;, diz ele, &#8220;e sentir a energia e experimentar o que as pessoas daquela geração experimentaram, porque não existiam celulares.&#8221;</p> <p>Seu pai e tio incentivaram essa paixão levando-o à loja Sam Ash Guitar Center, tocando o programa <strong>Hair Nation</strong> da <strong>SiriusXM</strong> em alto volume sempre que estavam na caminhonete e o apresentando a bandas um pouco menos conhecidas como <strong>Vixen</strong>, <strong>Kix</strong>, <strong>Great</strong> <strong>White</strong>, <strong>Dokken</strong> e <strong>Cinderella</strong>. Seu pai tocava bateria em bandas locais nos anos 80, e <strong>Torra </strong>adorava olhar suas fotos antigas daquela época.</p> <p>“Vê-lo com aquele cabelo, a maquiagem e tudo mais foi simplesmente incrível”, diz ele. “Eram fotos de jovens saindo para baladas, curtindo, sem nenhuma preocupação no mundo. Era uma época ótima. E eu fiquei fascinado porque olhava para os jovens da minha idade e não via nada disso. Ninguém saía, ninguém se divertia, ia a festas, a baladas. Todo mundo ficava em casa mexendo no celular. Então eu pensava: &#8216;Perdi uma época muito boa&#8217;.”</p> <p>Aos 15 anos, <strong>Torra</strong> fazia o possível para reviver aquela época tocando guitarra em bandas retrô por toda Long Island, e aprimorou suas habilidades com aulas na School of Rock. Ele também descobriu que tinha uma voz incrível e conseguia cantar clássicos do <strong>Led Zeppelin</strong> ou do <strong>Aerosmith</strong> como um profissional experiente.</p> <p>Após concluir o ensino médio em 2021, <strong>Torra</strong> ingressou na Five Towns College em Dix ​​Hills, Nova York, onde estudou comunicação social, graduando-se em 2025. Quando não estava estudando, fazia shows com sua banda <strong>Fire &#8216;N Ice</strong>, que formou após publicar um anúncio de &#8220;músicos procurados&#8221; no BandMix. Eles começaram tocando covers de <strong>Skid Row</strong>, <strong>Cinderella</strong> e <strong>Ratt</strong>, mas aos poucos foram introduzindo material original.</p> <p>Conseguir shows nem sempre foi fácil. &#8220;O termo &#8216;heavy metal&#8217; não era exatamente algo que Long Island procurasse&#8221;, diz <strong>Torra</strong>. &#8220;No minuto em que você menciona isso, eles dizem: &#8216;É, não, não queremos isso. Se vocês tocarem <strong>Billy Joel</strong> ou os <strong>Beach Boys</strong>, claro, chamaremos vocês para tocar algumas músicas. Mas se tocarem músicas autorais ou heavy metal, não.'&#8221; Mesmo assim, o <strong>Fire &#8216;N Ice</strong> conseguiu lançar um EP e desenvolver uma turnê por Nova Jersey, interior do estado de Nova York, Pensilvânia e até mesmo algumas paradas em Los Angeles.</p> <p>Ainda assim, Torra sonhava com algo maior. E quando o <strong>Skid Row</strong> anunciou a busca por um novo vocalista (recusando-se sequer a considerar um certo <strong>Bach</strong>) em fevereiro, ele enviou uma fita de audição. Não recebeu resposta, mas isso não o desanimou de tentar novamente com o <strong>Quiet Riot</strong> alguns meses depois, quando soube que eles estavam procurando um substituto para o vocalista <strong>Jizzy Pearl</strong>.</p> <p>(O vocalista original <strong>Kevin DuBrow</strong> faleceu em 2007, e o baterista <strong>Frankie Banali</strong> em 2020. O baixista <strong>Rudy Sarzo</strong> é o último membro remanescente da formação clássica da banda.)</p> <p>“Muita gente dizia: &#8216;A primeira pessoa em quem pensei foi você&#8217; quando publicaram o anúncio”, conta <strong>Torra</strong>. “Então não hesitei. Não perdi tempo. Entrei no modo de prática, aprendendo as músicas do <strong>Quiet</strong> <strong>Riot</strong>, ouvindo e estudando cada detalhe. E no dia seguinte, gravei a minha própria apresentação.”</p> <p>Ele enviou um vídeo dele cantando os dois grandes sucessos da banda, “<strong>Metal Health (Bang Your Head)</strong>” e “<strong>Cum on Feel the Noize</strong>”, além da música menos conhecida “<strong>Run for Cover</strong>”. “Enviei os vídeos por e-mail com a minha descrição e minhas informações de contato”, conta Torra. “E aí pensei: ‘Não custa nada postar [no Instagram]’, sem dar muita importância a isso.”</p> <p><strong>Torra</strong> acordou na manhã seguinte com um choque tremendo. &#8220;Meu telefone estava quase explodindo de mensagens de texto, curtidas e seguidores&#8221;, disse ele. &#8220;Eu ganhei milhares de seguidores e milhares e milhares de visualizações da noite para o dia.&#8221;</p> <blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/Da1RD_Qptec/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"> <div style="padding: 16px;"> <p>&nbsp;</p> <div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div> </div> </div> <div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div> <div style="padding-top: 8px;"> <div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver esse post no Instagram</div> </div> <div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"> <div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div> </div> <div style="margin-left: 8px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div> </div> <div style="margin-left: auto;"> <div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div> </div> </div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div> </div> <p>&nbsp;</p> <p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/Da1RD_Qptec/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por John Torra (@john_torra)</a></p> </div> </blockquote> <p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p> <p>A reação veio principalmente de fãs de heavy metal, mas ele também recebeu mensagens de apoio de <strong>Tracii Guns</strong>, do <strong>LA Guns</strong>, <strong>Michael</strong> <strong>Sweet</strong>, do <strong>Stryper</strong>, do ex-vocalista do <strong>Journey/Yngwie Malmsteen</strong>, <strong>Jeff Scott Soto</strong>, de <strong>Britt Lightning</strong>, do <strong>Vixen</strong>, e do DJ da <strong>SiriusXM</strong>, <strong>Tommy London</strong>.</p> <p>“Todo mundo ficou chocado ao descobrir que existe alguém no mundo capaz de cantar essas músicas como o <strong>Kevin DuBrow</strong>”, diz <strong>Torra</strong>. Ele acrescenta que tem uma voz naturalmente parecida com a de <strong>DuBrow</strong>, mas que também estudou a técnica do falecido vocalista. “Eu fiquei completamente fascinado e li entrevistas antigas dele em que ele explicava que bebia muita água em temperatura ambiente e controlava muito bem a respiração.”</p> <p>Antes de tudo isso acontecer, <strong>Fire &#8216;N Ice</strong> tinha um show marcado no Whisky a Go Go, em Los Angeles, abrindo para o <strong>Steelheart</strong>, dois meses depois de tocar lá com o <strong>Dokken</strong>. Durante uma viagem de Uber até o local, vestindo toda a sua roupa de palco, seu celular tocou e o identificador de chamadas mostrava “<strong>Regina Banali</strong>” — a empresária do<strong> Quiet Riot</strong> e viúva de <strong>Frankie Banali</strong>. (Ela também dirigiu o excelente documentário de 2014, <strong><em>Quiet Riot: Well Now You&#8217;re Here</em></strong>.)</p> <p>&#8220;Eu meio que congelei porque pensei: &#8216;Eu sei quem é essa pessoa'&#8221;, diz <strong>Torra</strong>. &#8220;Ela queria saber qual era a minha história, se eu estava disposta a fazer isso para o resto da vida e se estava disposta a fazer sacrifícios.&#8221;</p> <p>Ela também suspeitava que talvez o vídeo tivesse sido criado por meio de inteligência artificial ou algum outro método obscuro, e que aquela não fosse a voz dele cantando de verdade. Felizmente, <strong>Banali</strong> estava por perto e a convidou para o show, prometendo que encerraria com “<strong>Metal Health (Bang Your Head)</strong>” para provar que era legítimo.</p> <p>“Eu sabia que aquele era o meu momento de realmente mostrar o que eu posso fazer”, diz <strong>Torra</strong>. “Tocamos &#8216;<strong>Metal Health</strong>&#8216; e a casa de shows foi à loucura porque, a essa altura, todos já conheciam os vídeos. Então, finalmente ouvi-la ao vivo foi uma experiência incrível para eles. Todos diziam que era a reencarnação de <strong>Kevin DuBrow</strong>. Eles ficaram simplesmente impressionados.”</p> <p>A partir daí, tudo aconteceu muito rápido. <strong>Banali</strong> pediu que ele enviasse versões a cappella de músicas do <strong>Quiet Riot</strong> sem reverb ou mesmo um microfone profissional. Em seguida, ela organizou uma chamada de vídeo pelo Zoom com o guitarrista do <strong>Quiet Riot</strong>, <strong>Alex Grossi</strong>, que, compreensivelmente, estava um pouco cético de que alguém tão jovem fosse capaz de realizar a tarefa.</p> <p><strong>+++LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/paulinho-da-costa-bandas-rock-ja-gravou/" target="_blank" rel="noopener">7 bandas de rock com as quais Paulinho da Costa já gravou</a></strong></p> <p><strong>+++LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/o-fa-que-gravou-mais-de-10-mil-shows-agora-os-disponibiliza-gratuitamente-na-internet/" target="_blank" rel="noopener">O fã que gravou mais de 10 mil shows agora os disponibiliza gratuitamente na internet</a></strong></p> <p><strong>+++LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/a-musica-que-marcou-a-volta-da-89-fm-a-radio-rock-apos-erro/" target="_blank" rel="noopener">A música que marcou o retorno da 89 FM A Rádio Rock após decisão errada</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/conheca-o-fa-de-hair-metal-que-se-tornou-o-novo-vocalista-do-quiet-riot/">Conheça o fã de hair metal que se tornou o novo vocalista do Quiet Riot</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  9. Mark Ruffalo critica fusão entre Warner Bros e Paramount: ‘Extremamente decepcionante’

    Thu, 01 Oct 2026 20:00:37 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/mark-ruffalo_reproducao_twitter.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Mark Ruffalo (Foto: Reprodução /Twitter)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p> <p>Após a aprovação do acordo de US$ 111 bilhões, o ator criticou a fusão e afirmou que a operação pode prejudicar a criatividade, a liberdade de expressão e gerar demissões</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/mark-ruffalo-critica-fusao-entre-warner-bros-e-paramount/">Mark Ruffalo critica fusão entre Warner Bros e Paramount: &#8216;Extremamente decepcionante&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/mark-ruffalo_reproducao_twitter.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Mark Ruffalo (Foto: Reprodução /Twitter)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p><a href="https://rollingstone.com.br/tags/mark-ruffalo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Mark Ruffalo</strong></a>, ator conhecido por filmes como <em><strong>De Repente 30</strong></em> (2004), <em><strong>Ilha do Medo</strong></em> (2010), <a href="https://rollingstone.com.br/tags/vingadores/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Os Vingadores</strong></em></a> (2012) e <em><strong>Pobres Criaturas</strong></em> (2023), voltou a expressar sua indignação com o acordo bilionário entre a <a href="https://rollingstone.com.br/tags/warner/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Warner Bros. Discovery</strong></a> e a <strong><a href="https://rollingstone.com.br/tags/paramount/" target="_blank" rel="noopener">Paramount Skydance</a></strong>.</p> <p>Em entrevista ao <em><a href="https://deadline.com/2026/09/mark-ruffalo-slams-paramount-merger-1237143906/" target="_blank" rel="noopener">Deadline</a>, </em><strong>Ruffalo </strong>afirmou que a aprovação do acordo de US$ 111 bilhões é um <em>&#8220;resultado extremamente decepcionante para as centenas de milhares de pessoas que se uniram para tentar impedir o acordo, mas isso também não é o fim&#8221;. </em>Desde o início dos rumores sobre o possível acordo, o ator liderou uma campanha para que atores de Hollywood assinassem uma carta contra a fusão das empresas, que acabou não tendo resultado.</p> <blockquote><p><em>A fusão vai sufocar a criatividade, enfraquecer a liberdade de expressão e custar empregos — é um acordo ruim para este país e nunca deveria ter sido aprovado”</em>, afirmou.</p></blockquote> <p>Nas suas redes sociais, <strong>Mark Ruffalo</strong> continuou a se manifestar sobre o assunto e afirmou que a discussão vai muito além da fusão: “<em>Isso nunca foi apenas sobre uma fusão: tratava-se de lutar contra bilionários oligarcas corruptos que atropelam os interesses das pessoas comuns para encher os próprios bolsos. Ainda estamos nessa luta. Junte-se a nós</em>”</p> <blockquote class="twitter-tweet"> <p dir="ltr" lang="en">This merger will stifle creativity, weaken free speech, and cost people their jobs &#8212; it is a bad deal for this country and should never have been approved. This is an incredibly disappointing outcome for the hundreds of thousands of us who stood up to block it, but it&#8217;s also not…</p> <p>— Mark Ruffalo (@MarkRuffalo) <a href="https://x.com/MarkRuffalo/status/2105442615046861042?ref_src=twsrc%5Etfw">September 30, 2026</a></p></blockquote> <p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p class="isSelectedEnd">Em agosto desse ano, o ator já havia publicadoum texto nos stories de seu Instagram detonando compra da <strong>Warner Bros. Discovery</strong> pela <strong>Paramount Skydance</strong> e relacionou família de executivo envolvido na aquisição ao genocídio em Gaza.</p> <p>No post em questão, o artista republicou um vídeo de <strong>Safra Catz</strong>, CEO da <strong>Oracle Corporation</strong> (comandada por <strong>Larry Ellison</strong>, diretor de tecnologia e presidente executivo), falando da empresa usar “tecnologias profundamente assustadoras” para “ajudar a agenda do Exército Israelense” contra o povo palestino em Gaza.</p> <blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DcJPwjPjDyD/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"> <div style="padding: 16px;"> <p>&nbsp;</p> <div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div> </div> </div> <div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div> <div style="padding-top: 8px;"> <div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver esse post no Instagram</div> </div> <div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"> <div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div> </div> <div style="margin-left: 8px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div> </div> <div style="margin-left: auto;"> <div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div> </div> </div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div> </div> <p>&nbsp;</p> <p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DcJPwjPjDyD/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por BDS Movement (@bds.movement)</a></p> </div> </blockquote> <p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p> <p class="isSelectedEnd">Enquanto as negociações aconteciam, <strong>Ruffalo</strong> chegou a discutir a fusão com o governador da Califórnia, <strong>Gavin Newsom</strong>, na última edição do Emmy, no dia 14 de setembro. Uma semana depois, após negociações entre a equipe de <strong>Bonta</strong> e executivos da <strong>Paramount</strong> e da <strong>WBD</strong>, foi anunciado um acordo para encerrar o processo antitruste.</p> <p>A fusão deve ser concluída até 8 de outubro e dará origem a uma empresa com mais de US$ 80 bilhões em dívidas. Um relatório do Departamento de Oportunidades Econômicas do Condado de Los Angeles apontou que cerca de 2.495 empregos na região e outros 6 mil no mundo poderiam estar em risco devido à sobreposição de funções. A <strong>Paramount</strong>, por sua vez, afirma que avalia a criação de empregos, e não cortes.</p> <p><strong>LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/florence-pugh-reafirma-apoio-a-palestina-eu-nunca-tive-medo/" target="_blank" rel="noopener">Florence Pugh reafirma apoio à Palestina: ‘Eu nunca tive medo’</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/mark-ruffalo-critica-fusao-entre-warner-bros-e-paramount/">Mark Ruffalo critica fusão entre Warner Bros e Paramount: &#8216;Extremamente decepcionante&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>