<p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Dave-Grohl-GettyImages-2211123645-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Dave Grohl no Coachella 2025 (Foto: Scott Dudelson/Getty Images for Coachella)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Dave-Grohl-GettyImages-2211123645-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Dave-Grohl-GettyImages-2211123645-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Dave-Grohl-GettyImages-2211123645-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Dave-Grohl-GettyImages-2211123645-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Dave-Grohl-GettyImages-2211123645.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p>
<p>Pixies, Melvins, Led Zeppelin, Beatles e muito mais; confira seleção completa de álbuns perfeitos para o líder dos Foo Fighters, headliner do Rock in Rio 2026</p>
<p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/os-10-melhores-albuns-de-todos-os-tempos-segundo-dave-grohl/">Os 10 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Dave Grohl</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
<p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Dave-Grohl-GettyImages-2211123645-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Dave Grohl no Coachella 2025 (Foto: Scott Dudelson/Getty Images for Coachella)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Dave-Grohl-GettyImages-2211123645-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Dave-Grohl-GettyImages-2211123645-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Dave-Grohl-GettyImages-2211123645-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Dave-Grohl-GettyImages-2211123645-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Dave-Grohl-GettyImages-2211123645.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><strong> <a href="https://rollingstone.com.br/tags/dave-grohl/" target="_blank" rel="noopener">Dave Grohl</a> </strong>tem uma carreira prolífica e versátil na música: ele foi baterista do <a href="https://rollingstone.com.br/tags/nirvana/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Nirvana</strong></a> entre 1990 e 1994, e logo após o fim da banda, tornou-se o líder do <a href="https://rollingstone.com.br/tags/foo-fighters/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Foo Fighters</strong></a> <span style="font-weight: 400;">—</span> banda de rock que será <em>headliner</em> do Palco Mundo no <a href="https://rollingstone.com.br/tags/rock-in-rio-2026/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rock in Rio 2026</strong></a>, em 4 de setembro.</p>
<p>Com mais de três décadas na estrada e uma homenagem no <em>Hall da Fama do Rock and Roll</em> em 2021, o <strong>Foo Fighters</strong> lançou 12º álbum de estúdio, <em><strong>Your Favorite Toy</strong></em>, em abril deste ano. O disco foi eleito pela <em><strong>Rolling Stone</strong></em> como um dos <a href="https://rollingstone.com.br/musica/os-melhores-albuns-internacionais-de-2026-ate-agora-segundo-rolling-stone/" target="_blank" rel="noopener">melhores lançamentos internacionais de 2026 até agora</a>.</p>
<p>“Com três guitarristas e o novo baterista <strong>Ilan Rubin</strong> substituindo o falecido <strong>Taylor Hawkins</strong>, a banda atravessa 10 músicas rápidas, barulhentas e extremamente cativantes. Elas podem ser assombradas por fantasmas do passado, mas sempre parecem caminhar em direção a uma epifania resiliente”, escreveu a crítica.</p>
<p>Mas quando ainda estavam no caminho da ascensão ao sucesso global, em 2000, <strong>Grohl</strong> concedeu uma entrevista para a revista <em>Melody Maker</em> (via <a href="https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2023/10/17/discos-favoritos-dave-grohl/#google_vignette" target="_blank" rel="noopener"><em>TMDQA</em></a>) e selecionou o que considerava seus 10 álbuns favoritos de todos os tempos (e que também o inspiravam em seu trabalho). Apesar dessa lista já ter 26 anos de idade, a seleção do artista ainda engloba discos aclamados pela crítica musical <span style="font-weight: 400;">—</span> e que continuam a marcar gerações de amantes do rock: <strong>Pixies</strong>, <strong>Melvins</strong> e <strong>Bad Brains</strong> são apenas alguns exemplos.</p>
<p>Confira, abaixo, os 10 melhores discos de estúdio de todos os tempos, de acordo com <strong>Dave Grohl</strong>, e as justificativas do próprio para cada uma de suas escolhas:</p>
<h2><strong>10º lugar: Kyuss – <em>Blues for the Red Sun</em> (1992)</strong></h2>
<p>Segundo álbum de estúdio da banda <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Kyuss/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Kyuss</strong></a>, <em><strong>Blues for the Red Sun</strong></em> foi considerado um dos pilares da formação do movimento hoje chamado <em>stoner rock.</em> O disco um sucesso de vendas, chegando ao #37 na <em>Billboard. </em>“Meu Deus, esse disco mudou a minha vida”, afirmou <strong>Grohl</strong>. Segundo o músico, a banda foi responsável por “reinventar” o Hard Rock dos anos 70.</p>
<blockquote><p>Eu tinha 24 anos e tem algo naqueles grooves, nos sons da guitarra, na bateria e no baixo fazendo um barulho novo mas que soava meio familiar, como se você tivesse ouvido no início dos anos 70, mas nunca tão bom quanto aquilo.</p></blockquote>
<p>O videoclipe da música “<strong>Green Machine</strong>” ficou em primeiro lugar na <em>Billboard </em>por algumas semanas.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="KYUSS - Green Machine (HD)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/R-MSfd2S7lo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>9º lugar: Frank Black – <em>Frank Black</em> (1992)</h2>
<p>Este foi o álbum de estreia da carreira solo de<strong> Frank Black</strong>, mais conhecido como <strong>Black Francis</strong>, líder e vocalista do <strong>Pixies </strong>– grupo que teve um hiato entre 1993 e 2004, devido a divergências entre <strong>Francis</strong> e a baixista <strong>Kim Deal</strong>.</p>
<p>“Eu ouvi demais esse disco. Eu pensava que ele seria uma grande estrela e finalmente teria o reconhecimento o que merecia”, afirmou <strong>Grohl</strong>. Apesar de conter “ótimas canções”, o músico acredita que o álbum de rock alternativo “tão peculiar” que as músicas nunca poderiam ser completamente “traduzida para um grande público”.</p>
<p>O disco atravessa temáticas excêntricas, como a existência de OVNIs e a ficção científica. A faixa “<strong>I Heard Ramona Sing</strong>” ficou famosa mais tarde por integrar a trilha sonora do filme <em><strong>Scott Pilgrim Contra o Mundo</strong></em> (2010).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="I Heard Ramona Sing - Frank Black" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/RYfUuXmdrgk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>“Este é provavelmente seu álbum Pop mais coeso desde <em><strong>Surfer Rosa</strong></em> [disco de 1988 do <strong>Pixies</strong>]”, opinou. “Tem [referências do] <strong>David Bowie</strong> ali, todo tipo de influência e às vezes é cru e ‘fodido’. Como letrista ele é realmente ótimo, tão espirituoso e estranho”.</p>
<h2>8º lugar: Mark Lanegan – <em>The Winding Sheet</em> (1990)</h2>
<p><em><strong>The Winding Sheet</strong></em> é o primeiro álbum solo de <strong>Mark Lanegan</strong>, que atuou como líder da banda <strong>Screaming Trees</strong> entre 1985 e 2000. Entretanto, o disco se afasta da sonoridade pesada do grupo, se inclinando para uma estética mais acústica e intimista.</p>
<p>“Cara, esse é o disco mais lindo. É um disco de Blues acústico, cheio de alma, perfeito pra um domingo de manhã. [<strong>Mark</strong>] tem muita alma e a voz mais linda. Te faz imaginar que esse seria o som do seu coração, se ele pudesse cantar”, comentou <strong>Grohl</strong>.</p>
<p>O álbum também contou com a colaboração de membros do <strong>Nirvana</strong>: <strong>“Down in the Dark</strong>” tem vocais de apoio de <strong>Kurt Cobain</strong>, enquanto “<strong>Where Did You Sleep Last Night</strong>” tem vocais e guitarra de <strong>Cobain</strong> e baixo de <strong>Krist Novoselic</strong>.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Where Did You Sleep Last Night" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/SbXrgGpvPeU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Grohl</strong> contou que o disco foi lançado na época em que ele se mudou para <strong>Seattle</strong>: “Para mim ele representa todo aquele tempo”, relembrou. “<strong>Mark</strong> cantou no <strong>Screaming Trees</strong>, então ele teve seu outro lado, mas também havia muito apreço em Seattle naquela época pela pureza da música de verdade”.</p>
<h2>7º lugar: Pixies – <em>Surfer Rosa</em> (1988)</h2>
<p>Mesclando rock, pop e e punk com os elementos de <em>surf music</em> (do guitarrista <strong>Joey Santiago</strong>), este é o disco de estreia do <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Pixies/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pixies</strong></a>, banda que viria a se tornar uma das maiores referências da música alternativa e dominar as rádios estadunidenses na década de 90.</p>
<p>“Naquela época era tão necessário que alguém incorporasse elementos do ‘Punk estranho’ ao doce mundinho do Pop. Ele influenciou toda uma geração de bandas, que depois influenciou a próxima geração, então este álbum é provavelmente um dos álbuns mais influentes dos últimos anos”, afirmou <strong>Grohl</strong>.</p>
<p>O disco do quarteto de Boston teve como produtor<strong> Steve Albini</strong>, que apostou em uma sonoridade crua e bem experimental (via <a href="https://igormiranda.com.br/2023/03/pixies-surfer-rosa-album-historia/" target="_blank" rel="noopener"><em>Igor Miranda</em></a>). Segundo <strong>Grohl</strong>, este foi o disco que tornou <strong>Albini</strong> famoso por sua produção: “O <strong>Nirvana</strong> sempre fez questão de que todos soubessem que estávamos apenas roubando dos <strong>Pixies</strong>“, brincou.</p>
<h2>6º lugar: Melvins – <em>Gluey Porch Treatments</em> (1987)</h2>
<p>Álbum de estreia da banda de rock estadunidense <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Melvins/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Melvins</strong></a>, <em><strong>Gluey Porch Treatments</strong></em> é considerado um dos pilares do<em> sludge metal</em> e um precursor do movimento grunge: o disco era diferente de quase tudo que existia na época (via <a href="https://spillmagazine.com/spill-album-review-melvins-gluey-porch-treatments-vinyl-reissue/#google_vignette" target="_blank" rel="noopener"><em>Spill Magazine</em></a>).</p>
<p>“Os <strong>Melvins</strong> começaram como uma banda de Punk Rock bem rápido e Hardcore, mas depois se transformaram nessa ‘milícia’ suja de metal tipo <strong>Black Sabbath</strong> que eles sabiam que todo mundo odiaria”, criticou <strong>Grohl</strong>. “Eles começaram a tocar o mais devagar possível, só pra irritar todo mundo que gritava para que tocassem mais rápido”.</p>
<p>Segundo o cantor, os três membros eram os reis da “natureza malcriada do punk”. Ele compara o disco com trabalhos de grandes nomes do heavy metal: “É meio que uma produção de garagem, mas soa mais pesado do que qualquer disco do <strong>Dio</strong> ou do <strong>Slayer</strong> que eu já ouvi”.</p>
<h2>5º lugar: Public Enemy – <em>Yo! Bum Rush the Show</em> (1987)</h2>
<p>Demonstrando seu gosto versátil na música, <strong>Grohl</strong> selecionou, em quinto lugar, um disco de hip-hop. <em><strong>Yo! Bum Rush the Show</strong> </em>é o álbum de estreia do <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Public-Enemy/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Public Enemy</strong></a>: formado em Nova York nos anos 1980, o grupo deixou sua marca com um forte discurso político e críticas constantes ao racismo, à mídia e ao sistema estadunidense.</p>
<p>“<em><strong>Yo</strong> </em>Foi uma revolução total no Hip Hop. E a dualidade entre<strong> Flavor Flav</strong> e <strong>Chuck D</strong> é simplesmente incrível. É quase necessário que alguém tão pesado e direto como<strong> Chuck D</strong> tenha algum tipo de alívio cômico”, afirmou <strong>Grohl</strong>. “Os sons deste álbum e as letras sobre seus carros Oldsmobile 98… eles pareciam uma gangue com sua própria cena”.</p>
<p>O músico também relembrou uma vez em que foi a um show do <strong>Public Enemy</strong> no Malcolm X Park, em Washington DC. “Alguém ouviu um tiro e todos correram”, relatou. “DC era a capital do assassinato naquela época, era bem assustador”.</p>
<h2>4º lugar: Bad Brains –<em> Rock for Light</em> (1983)</h2>
<p>Ao refletir melhor, <strong>Grohl</strong> afirma que este talvez seja seu “disco favorito de todos os tempos”. <em><strong>Rock for Light</strong></em> foi o segundo álbum lançado pela banda de rock americana <strong>Bad Brains</strong>, amplamente reconhecido por fundir dois mundos aparentemente distantes: o punk e o reggae. O álbum incluiu regravações de faixas do primeiro álbum do grupo, além de várias inéditas.</p>
<blockquote><p>Foi a primeira vez que ouvi uma banda de Hardcore com aquela musicalidade suprema, mas que mantinha a simplicidade. Quatro caras negros de Washington DC que destruíram todas as outras bandas de Punk Rock e Hardcore. Eles são incríveis, eles são rastafáris, então colocavam um pouco de Reggae só para suavizar o Punk ou algo assim.</p></blockquote>
<p>Para <strong>Grohl</strong>, eles também são a banda ao vivo “mais incrível do mundo”. “Eles são realmente muito, muito, muito bons”, elogia.</p>
<h2><strong>3º lugar: Led Zeppelin – <em>Coda</em> (1982)</strong></h2>
<p>No pódio, <strong>Grohl</strong> selecionou um trabalho dos pioneiros do heavy metal britânico, <strong><a href="https://rollingstone.com.br/tags/Led-Zeppelin/" target="_blank" rel="noopener">Led Zeppelin</a>. </strong>“<strong>Led Zeppelin</strong> moldou completamente a maneira como eu toco bateria. Ninguém pode negar nada a essa banda, todos os discos são ótimos”, afirmou.</p>
<p>Ao contrário de outras escolhas, porém, o álbum favorito do músico é o nono e último da banda liderada por <strong>Jimmy Page</strong>. O disco serve como um epílogo: é uma coletânea de canções gravadas em shows entre 1970 e 1978, lançado após a morte do baterista <strong>John Bonham</strong> em 1980, aos 32 anos.</p>
<p><strong>Bonham</strong> foi encontrado sem vida no quarto de hóspedes da casa de <strong>Page</strong>, enquanto a banda se preparava para iniciar uma turnê norte-americana. Três meses após a perda, o <strong>Led Zeppelin</strong> anunciou o fim de suas atividades.</p>
<p>“Eu prefiro <em><strong>Houses Of The Holy</strong></em> e <em><strong>In Through The Out Door</strong></em> do que os dois primeiros, mas <em><strong>Coda</strong></em> é o melhor porque tem ‘<strong>Bonzo’s Montreux</strong>’, a sinfonia de bateria de<strong> John Bonham</strong>“, compara <strong>Grohl</strong>. “Passei muitas noites acordado trabalhando nessa música, eu poderia tocá-la agora mesmo se você quiser!”</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bonzo's Montreux (Remaster)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/nhyakhoE4CM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2><strong>2º lugar: The B-52’s – <em>The B-52’s</em> (1979)</strong></h2>
<p>O álbum autointitulado de estreia da banda de new wave <strong>The B-52’s</strong> alcançou a 59ª posição na parada <em>Billboard 200</em> nos EUA e a 4ª colocação na Austrália. Mesclando rock, surf music, ritmos latinos e pop psicodélico (via <a href="https://radiofobia.com.br/podcast/2017/03/radiofobia-classics-43-b-52s/" target="_blank" rel="noopener"><em>Radiofobia</em></a>), <strong><em>The B-52′</em>s </strong>foi certificado como disco de ouro e platina em vários países devido ao seu sucesso inesperado.</p>
<p>“Eu me lembro de ver os <strong>B-52s</strong> no Saturday Night Live [programa da TV americano], e isso me apresentou ao mundo da ‘música estranha’”, contou <strong>Grohl</strong>.</p>
<p>O maior hit do disco foi a faixa “<strong>Rock Lobster</strong>“, com guitarras marcantes de <strong>Ricky Wilson</strong>. “Eu era jovem e meus pais estavam dormindo. Músicas como ‘<strong>52 Girls</strong>’, ‘<strong>Rock Lobster</strong>’… elas definitivamente abriram um mundo totalmente novo para mim”.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="The B-52's - Rock Lobster (Official Music Video)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/n4QSYx4wVQg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>1º lugar: The Beatles – <em>The Beatles</em> (1968)</h2>
<p>Em primeiro lugar, está o álbum (também) autointitulado dos <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Beatles/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Beatles</strong></a>, o nono de sua carreira, também conhecido como <em><strong>Álbum Branco</strong></em> (a capa, criada pelo artista <strong>Richard Hamilton</strong>, foi uma oposição às capas coloridas anteriores da banda).</p>
<p>Com 30 faixas inéditas, o projeto passeia por vários gêneros e foi em grande parte composto durante um retiro espiritual da banda na Índia. “Em que ano isso foi lançado? Ele foi um vislumbre de esperança nos olhos dos meus pais, e tem algumas das minhas músicas favoritas dos <strong>Beatles</strong>: ‘<strong>Blackbird</strong>’, ‘<strong>Revolution #9</strong>’, ‘<strong>Revolution</strong>’, ‘<strong>Helter Skelter</strong>’”, revelou <strong>Grohl</strong>.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Helter Skelter (Remastered 2009)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/vWW2SzoAXMo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em><strong>The Beatles</strong></em> foi um dos maiores sucessos de vendas da banda e hoje acumula 24 discos de platina pela RIAA. “É engraçado imaginar aqueles quatro bonitinhos dos <strong>Beatles</strong> anos depois usando LSD. Onde eles erraram ao escreverem algo como ‘<strong>Helter Skelter</strong>’ e influenciarem <strong>Charles Manson</strong>?”, questionou <strong>Grohl</strong>. (<strong>Manson</strong> usou a música como a principal justificativa e motivação para a série de assassinatos que cometeu em 1969). “Eu chamaria isso de atemporal”.</p>
<p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/as-5-melhores-bandas-de-todos-os-tempos-segundo-dave-grohl/" target="_blank" rel="noopener">As 5 melhores bandas de todos os tempos, segundo Dave Grohl</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/os-10-melhores-albuns-de-todos-os-tempos-segundo-dave-grohl/">Os 10 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Dave Grohl</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>