<p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p>
<p>Aos 26 anos, a artista sul-mato-grossense acaba de lançar o seu álbum de estreia, em que fala sobre os seus amores e as suas dores com uma maturidade que vai além da sua pouca idade</p>
<p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/dora-sanches-seda-de-casulo-entrevista/">Em ‘Seda de Casulo’, Dora Sanches conserta um coração partido em público: ‘A música cura’</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
<p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><em>“Eu tinha uma paixão muito minha pela música. Eu não queria cantar para os outros, queria cantar no meu quarto”</em>, confessa <a href="https://rollingstone.com.br/tags/dora-sanches"><strong>Dora Sanches</strong></a>. Não deu certo. No último dia 14 de maio, apenas dias antes de completar 26 anos, a artista sul-mato-grossense lançou o seu primeiro álbum, <strong><em>Seda de Casulo</em></strong>, e se permitiu compartilhar uma paixão tão íntima com o resto do mundo.</p>
<p>Natural de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, <strong>Dora</strong> desenvolveu a sua paixão pela música bem longe dali, quando se mudou para São Paulo aos 13 anos: <em>“Eu não vim de uma família de músicos, então eu fui aprendendo com a vida o que era a música, o que me tocava, o que era prestigiado e por que era prestigiado”</em>, conta.</p>
<p>Na terra da garoa — uma cidade apelidada pela música —, a jovem conheceu novos artistas, novas bandas e se envolveu ainda mais com a sua paixão de infância. Quando foi a hora de deixar o colégio e pensar em uma carreira profissional, o seu coração continuava batendo apenas pela música, o que a levou a se formar como produtora musical.</p>
<p>Mas o seu lugar sempre foi no palco, não atrás dele — e o seu primeiro disco, <strong><em>Seda de Casulo</em></strong>, reflete isso: <em>“É a transformação para algo novo. Acho que fui muitas pessoas diferentes e hoje eu me sinto muito mais madura. E é dessa metamorfose que eu falo no álbum. A primeira música se chama <strong>‘Seda de Casulo’</strong> e eu falo que ela existe porque realmente existe um daqui para frente. É a transformação de quem eu era para me tornar quem eu sou hoje”</em>, explica.</p>
<blockquote><p><em>“É o processo de transformação”</em>, acrescenta <strong>Dora</strong>, corrigindo-se. <em>“Eu não queria falar da borboleta, porque ela já é bela, ela é linda, todos sabem que ela voa, é um símbolo de beleza e liberdade. E o casulo? É aquela casquinha que fica ali, é como se fosse um meio termo entre quem eu era e quem estou me tornando agora. É o marco do início de até onde eu posso ir, musicalmente.”</em></p></blockquote>
<figure id="attachment_300604" aria-describedby="caption-attachment-300604" style="width: 988px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-300604" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla-1-406x228.jpg" alt="" width="988" height="555" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla-1-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla-1-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla-1-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla-1-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Em-Seda-de-Casulo-Dora-Sanches-conserta-um-coracao-partido-em-publico-A-musica-cura-DivulgacaoPedro-Colla-1.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 988px) 100vw, 988px" /><figcaption id="caption-attachment-300604" class="wp-caption-text">Em ‘Seda de Casulo’, Dora Sanches conserta um coração partido em público: ‘A música cura’ (Divulgação/Pedro Colla)</figcaption></figure>
<p>Além da paixão de <strong>Dora </strong>pela música, íntimas também são as suas composições. Nelas, a artista usa de sua capacidade de viajar por diferentes gêneros musicais — incluindo folk, soul, reggae, R&B, MPB e pop, que compõem <strong><em>Seda de Casulo </em></strong>— para expressar os seus sentimentos mais particulares, em canções como as belíssimas <strong>“Doce Delírio”</strong> e <strong>“Ter Filhos Fortes”</strong>, que carregam uma maturidade que vai além de sua tenra idade.</p>
<blockquote><p><em>“São todas histórias minhas, então era a dor de ter que matar alguém no seu coração, porque ela não cabe mais na sua vida. Ela não quer ficar com você. Há muita rejeição nesse álbum”</em>, confessa, rindo. <em>“Dores, esperanças, alegria. É tudo meu, tudo o que eu tinha para dizer. São coisas que eu queria dizer, mas eu não sabia como dizer para as pessoas e eu talvez tenha colocado na música como uma forma de extravasar, sabe?”</em></p></blockquote>
<p>Mas <strong><em>Seda de Casulo</em></strong> não é apenas sobre sofrimento. Ao mesmo tempo em que canta sobre amar e perder, <strong>Dora</strong> também versa sobre amar a si mesmo, abraçar-se, superar e seguir em frente, como fica explícito em sua música de trabalho, <strong>“Ninguém Morre de Amor”</strong>, que fecha o álbum:</p>
<p><em>“Esse é um disco tão sofrido, com letras que falam das minhas dores, das minhas transformações, e no final eu chego brincando, falando: ‘Tá tudo bem, sabe? Vamos levar com leveza'”</em>, justifica. <em>“Porque a gente tem que seguir em frente, tem que acontecer algo depois de tantas ‘mortes’, dessas transformações, dessas metamorfoses, que matam muitas coisas e as deixam para trás. E ‘Ninguém Morre de Amor’ é um pop leve, alegre, gostoso. É uma brincadeira.”</em></p>
<blockquote><p><em>“Ouvir música é muito bom. E cura, muito, ainda mais quando a gente está doente do coração”</em>, completa.</p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" style="border-radius: 12px;" src="https://open.spotify.com/embed/album/65GZdJGVYl19N72Wf0HskJ?utm_source=generator" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-testid="embed-iframe"></iframe></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/leigh-anne-entrevista/">Leigh-Anne celebra retorno positivo de primeiro álbum pós-Little Mix: ‘Estou orgulhosa’</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/dora-sanches-seda-de-casulo-entrevista/">Em ‘Seda de Casulo’, Dora Sanches conserta um coração partido em público: ‘A música cura’</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>