<p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p>
<p>Em entrevista à Rolling Stone Brasil, o compositor revelou como foi trabalhar na animação, ainda no início da carreira, e retornar para uma última despedida, mais de dez anos depois</p>
<p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/lin-manuel-miranda-moana-entrevista/">Lin-Manuel Miranda relembra trabalho em ‘Moana’: ‘Realização de um sonho’</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
<p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Há pouco mais de dez anos, o nome de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/lin-manuel-miranda"><strong>Lin-Manuel Miranda</strong></a> não soava como hoje. Então ator e compositor , ele também não era nenhum zé-ninguém: tinha um pequeno musical chamado <strong><em>In the Heights</em></strong>, em que contava a história de Washington Heights, um bairro novaiorquino formado por latinos em busca do “sonho americano”.</p>
<p>Indicado a 13 categorias no Tony Awards, maior prêmio do teatro musical, e vencedor de quatro delas, incluindo a de Melhor Musical, a obra colocou o nome de <strong>Miranda</strong> — filho de pais port0-riquenhos e um sonhador, assim como os seus personagens — no mapa e, anos depois, em rota para ilha de Motunui, onde encararia o seu maior desafio até então: escrever para quem o inspirou a se tornar quem é.</p>
<p><em>“Comecei realmente a me apaixonar por musicais não apenas por meio dos álbuns com as trilhas sonoras que meus pais traziam para casa quando eu era criança, mas também ao assistir a </em><strong>A Pequena Sereia</strong><em> quando tinha nove anos e ficar maravilhado”</em>, relembra em entrevista à <a href="https://rollingstone.com.br"><strong>Rolling Stone Brasil</strong></a>. <em>“Eu estava na idade perfeita para a segunda Era de Ouro da Disney, com </em><strong>A Pequena Sereia</strong><em>, </em><strong>A Bela e a Fera</strong><em>, </em><strong>Aladdin</strong><em> e </em><strong>Tarzan</strong><em> (sobre o qual não falamos o suficiente como cultura, embora o [compositor] <strong>Phil Collins</strong> tenha feito um trabalho incrível nele). Eu cresci com essas obras. Então, fazer parte desse legado foi a realização de um sonho.”</em></p>
<figure id="attachment_308200" aria-describedby="caption-attachment-308200" style="width: 981px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-308200" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826-406x228.jpg" alt="" width="981" height="551" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 981px) 100vw, 981px" /><figcaption id="caption-attachment-308200" class="wp-caption-text">Lin-Manuel Miranda com Auli’i Cravalho e Dwayne Johnson na estreia de Moana, em 2016 (Jesse Grant/Getty Images for Disney)</figcaption></figure>
<p>C0mo se escrever o próximo grande musical da Disney não fosse desafiador o suficiente, <strong>Miranda </strong>se viu frente a frente com mais um obstáculo. <strong><a href="https://rollingstone.com.br/tags/moana"><em>Moana</em></a> </strong>contaria a história de uma jovem destemida em um missão para salvar o seu povo e a ilha Motunui, inspirada na região da Polinésia e as suas diversas ilhas, o que obrigaria o compositor a sair de sua zona de conforto e mergulhar de cabeça em uma nova cultura.</p>
<p><em>“Eu sabia que teria de fazer muita pesquisa. Aquela era uma parte do mundo que eu desconhecia. [Mas] o que me deixou mais tranquilo foi saber que já havia outros dois compositores incríveis no projeto”</em>, conta. <em>“<strong>Mark Mancina</strong>, que trabalhou em </em><strong>O Rei Leão</strong><em>, compôs a trilha sonora de </em><strong>Velocidade Máxima</strong><em> — um compositor de cinema extremamente experiente. E <strong>Opetaia</strong> [<strong>Foa’i</strong>], que representa tão lindamente esta parte do mundo com sua banda <strong>Te Vaka</strong>, cria músicas que são autênticas a essa região. Então, eu sabia que, nós três juntos, faríamos uma boa representação.”</em></p>
<p>Com a ajuda dos colegas, <strong>Miranda</strong> esmiuçou a cultura polinésia para entregar a homenagem em seus mínimos detalhes, como em <strong>“You’re Welcome”</strong> (<strong>“De Nada”</strong>), cantada pelo semideus <strong>Maui</strong>, vivido por <a href="https://rollingstone.com.br/tags/dwayne-johnson"><strong>Dwayne Johnson</strong></a> (<em>The Smashing Machine: Coração de Lutador</em>). <em>“Toda a letra se baseia em mitos reais sobre <strong>Maui</strong>“</em>, explica. <em>“Há, por exemplo, o mito de <strong>Maui</strong> descobrindo o fogo e levando-o aos humanos, e o mito de <strong>Maui</strong> criando os coqueiros. Tudo isso é fruto de pesquisa. Você faz toda essa pesquisa, assimila o conteúdo e o transforma em uma música cativante para o <a href="https://rollingstone.com.br/tags/the-rock"><strong>The Rock</strong></a>. É sempre essa mistura de pesquisa e empatia.”</em></p>
<p>Para o artista, o fato de a Disney levar a representatividade a sério foi um dos pontos positivos na experiência. <em>“Eles sabem que, quando fazem um filme ambientado em uma determinada parte do mundo, essa obra se tornará a maior representação daquela região para o público global. Por isso, sempre existe um comitê cultural, ou grupo de consultoria cultural, envolvido em todo o processo, questionando: ‘Estamos honrando este mundo? Vocês se sentem representados? A representação é fiel?’ E <strong>Opetaia</strong> foi a nossa versão interna disso”</em>, celebra <strong>Miranda</strong> que, posteriormente, trabalhou em <a href="https://rollingstone.com.br/tags/encanto"><em><strong>Encanto</strong></em></a>, enraizado na Colômbia, e o <em>remake</em> de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/a-pequena-sereia"><strong><em>A Pequena</em><em> Sereia</em></strong></a>, inspirado pela cultura caribenha.</p>
<p><em>“Vou dar um exemplo bem engraçado. Saíram os primeiros desenhos do <strong>Maui</strong>. Ele era careca. Careca no estilo do <strong>The Rock</strong>. E o conselho cultural disse: ‘Vocês não podem fazer isso’. O <strong>Maui</strong> tem um cabelo incrível e poderoso, e a sua [força vital] </em>mana<em> vem do cabelo. Então, ele precisava ter cabelo”</em>, relembra. <em>“Aí, avançando no tempo até o lançamento do trailer, todo mundo ficou tipo: ‘Uau, o <strong>The Rock</strong> tem cabelo’. E eu pensava: “É, ele tem que ter cabelo. Ele não é o <strong>The Rock</strong>. Ele é o <strong>Maui</strong>.'”</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Dwayne Johnson - You're Welcome (from Moana/Official Video)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/79DijItQXMM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Dez anos depois, agora autor de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/hamilton"><strong><em>Hamilton</em></strong></a>, um dos musicais mais premiados e celebrados da última década; um novo musical (<strong><em>Warriors</em></strong>, inspirado no longa <strong><em>Warriors: Os Selvagens da Noite</em></strong>, de 1979) e um filme (<strong><em>Octet</em></strong>, com <strong>Amanda Seyfried</strong>, <strong>Rachel Zegler</strong> e <strong>Jonathan Groff</strong>) em produção; e a uma estatueta de ouro do Oscar para entrar para o restrito grupos de vencedores EGOT, <strong>Miranda </strong>retorna ao universo de <strong><em>Moana</em></strong> para uma despedida, com a inédita <strong>“Along the Way”</strong>, que embala os créditos do <em>live-action</em> inspirado na animação de 2016.</p>
<p>Diretor da novidade, <strong>Thomas Kail</strong>, que trabalhou com <strong>Miranda</strong> em <strong><em>In the Heights</em></strong> e <strong><em>Hamilton</em></strong>, foi quem sugeriu a nova música, com a intenção de promover uma transição entre passado e futuro, reunindo <a href="https://rollingstone.com.br/tags/aulii-cravalho"><strong>Auli’i Cravalho</strong></a>, voz de <strong>Moana</strong> na animação, e <a href="https://rollingstone.com.br/tags/catherine-lagaaia"><strong>Catherine Laga’aia</strong></a>, que estreia nas telonas protagonizando o <em>live-action</em>, em um dueto.</p>
<blockquote><p><em>“Não queríamos incluir uma música só por incluir. E então veio a ideia do <strong>Tommy</strong>. Ele disse: ‘Olha, temos a <strong>Auli’i</strong>. Ela é produtora do filme. Temos aqui a oportunidade de promover uma passagem de bastão entre as duas’. Assim que ele falou isso, eu disse: ‘Cala a boca. Para de falar comigo. Vou te ligar daqui a uma semana’, porque aquela era </em><strong>a</strong><em> ideia”</em>, relembra.</p></blockquote>
<p><em>“Era exatamente a ideia que eu esperava, pois você está sempre em busca de algo que mais nada pode oferecer, algo que, por exemplo, não daria para fazer com um dueto entre duas <strong>Moanas</strong> nos filmes de animação. Mas aqui temos essa oportunidade em que a <strong>Auli’i</strong> pode ser a voz de uma ancestral e, na vida real, é a única outra pessoa que sabe o que a <strong>Catherine</strong> está prestes a vivenciar como estrela desse enorme musical da Disney”</em>, completa <strong>Miranda</strong>. <em>“Então, criar essa conversa, que funciona tanto como uma canção narrativa quanto em um nível de metalinguagem, de uma <strong>Moana</strong> para outra dizendo ‘você dá conta’, foi muito divertido de escrever.”</em></p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DaSGR0zlZdH/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/lin-manuel-miranda-moana-salvou-minha-vida-entrevista/"><em>“</em>Moana<em> salvou a minha vida”</em>, afirma Lin-Manuel Miranda</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/lin-manuel-miranda-moana-entrevista/">Lin-Manuel Miranda relembra trabalho em ‘Moana’: ‘Realização de um sonho’</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>