<p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-109775010-scaled-e1772204589632-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Linda McCartney, Paul McCartney e Denny Laine, do Wings, em 1973" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-109775010-scaled-e1772204589632-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-109775010-scaled-e1772204589632-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-109775010-scaled-e1772204589632-768x433.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-109775010-scaled-e1772204589632-1536x866.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-109775010-scaled-e1772204589632.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p>
<p>Documentário 'Paul McCartney: Man On The Run', que acompanha os anos do astro do rock no Wings, estreou no Prime Video nesta sexta (27)</p>
<p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/onde-estao-os-membros-do-wings-banda-de-mccartney-pos-beatles-agora/">Onde estão os membros do Wings, banda de McCartney pós-Beatles, agora?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
<p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-109775010-scaled-e1772204589632-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Linda McCartney, Paul McCartney e Denny Laine, do Wings, em 1973" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-109775010-scaled-e1772204589632-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-109775010-scaled-e1772204589632-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-109775010-scaled-e1772204589632-768x433.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-109775010-scaled-e1772204589632-1536x866.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-109775010-scaled-e1772204589632.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Lançado no <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Prime-Video/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Prime Video</strong></a> nesta sexta-feira (27), o documentário <em><strong>Paul McCartney: </strong><strong>Man </strong><strong>On The Run</strong></em> acompanha a trajetória do cantor entre o fim dos <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Beatles/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Beatles</strong></a>, em 1969, passando pela fundação do <a href="https://rollingstone.com.br/tags/wings/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Wings </strong></a>em 1971 até o seu fim, em 1981, pouco após o assassinato de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/john-lennon/" target="_blank" rel="noopener"><strong>John Lennon</strong></a>. Dirigido pelo vencedor do <strong>Oscar</strong> <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Morgan-Neville/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Morgan Neville </strong></a>(<em>A Um Passo do Estrelato</em>), o longa detalha as dificuldades que o astro do rock enfrentou para encontrar seu lugar após a década de sucesso sem precedentes com os <strong>Beatles</strong>.</p>
<blockquote><p><em>“Os <strong>Beatles</strong> foram minha vida inteira, na verdade. Quando nos separamos, pensei: ‘Nunca mais vou escrever uma nota musical na minha vida'”</em>, diz <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Paul-McCartney/" target="_blank" rel="noopener"><strong>McCartney</strong></a> no trailer de <em><strong>Man </strong><strong>On The Run</strong></em>. <em>“Começamos o <strong>Wings</strong> do zero. Era sobre tentar fazer algo diferente. As pessoas achavam que éramos completamente loucos, mas esse era o nosso jeito. Quando começamos o <strong>Wings</strong>, era sobre liberdade.”</em></p></blockquote>
<p>Para juntar-se à ele na banda, <strong>McCartney</strong> recrutou sua esposa, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/linda-McCartney/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Linda McCartney</strong></a>, e os músicos <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Denny-Laine/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Denny Laine</strong></a>, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Denny-Seiwell/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Denny Seiwell</strong></a> e<a href="https://rollingstone.com.br/tags/Henry-McCullough/" target="_blank" rel="noopener"><strong> Henry McCullough</strong></a>. A formação do grupo, entretanto, mudou diversas vezes ao longo de sua década de existência, e apenas os três primeiros estiveram unidos do início ao fim.</p>
<p>A inspiração de <strong>McCartney</strong> para o nome <strong>Wings</strong> chegou durante o parto de sua filha, <strong>Stella</strong>, que teve diversas complicações. O cantor contou que rezou para que lhe dessem “asas” para superar esta situação (via <em>Far Out</em>).</p>
<p>O disco de estreia da banda de rock, <em><strong>Wild Life</strong></em>, chegou ao mundo em dezembro de 1971, e foi seguido por outros seis álbuns de estúdio. Em 1975, seu terceiro trabalho,<em> <strong>Band on the Run</strong></em>, venceu o <strong>Grammy</strong> de <em>Melhor Álbum Engenheirado (Não Clássico), </em>enquanto a faixa-título venceu <em>Melhor Performance Vocal Pop por um Duo ou Grupo</em>. Mais tarde, o grupo também levou o troféu de<em> Melhor Performance de Rock Instrumental</em> por “<strong>Rockestra Theme</strong>” (1979).</p>
<h1>Mas onde estão os membros fundadores do <strong>Wings</strong> agora? Confira a seguir:</h1>
<h2>1. Paul McCartney</h2>
<figure id="attachment_264765" aria-describedby="caption-attachment-264765" style="width: 1920px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-264765 size-full" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/paul-mccartney-1972-foto-bettmann-getty-images-515449346.jpg" alt="Paul McCartney no início da década de 1970 (Foto: Bettmann / Getty Images)" width="1920" height="1080" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/paul-mccartney-1972-foto-bettmann-getty-images-515449346.jpg 1920w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/paul-mccartney-1972-foto-bettmann-getty-images-515449346-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/paul-mccartney-1972-foto-bettmann-getty-images-515449346-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/paul-mccartney-1972-foto-bettmann-getty-images-515449346-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/paul-mccartney-1972-foto-bettmann-getty-images-515449346-1536x864.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-264765" class="wp-caption-text">Paul McCartney no início da década de 1970 (Foto: Bettmann / Getty Images)</figcaption></figure>
<p><strong>Paul</strong> começou sua carreira em Liverpool, juntando-se a <strong>John Lennon</strong> na banda precursora dos <strong>Beatles</strong>, os <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Quarrymen/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Quarrymen</strong></a>, em 1957, com apenas 15 anos de idade. No auge de sua carreira como baixista, vocalista e principal compositor dos <strong>Beatles</strong>, ele escreveu clássicos como “<strong>Hey Jude</strong>“, “<strong>Let It Be</strong>” e “<strong>Yesterday</strong>“.</p>
<p>Após a dissolução dos <strong>Beatles</strong> em 1970, <strong>Paul</strong> lançou carreira solo com os álbuns <strong><em class="eujQNb" data-processed="true">McCartney</em></strong> (1970) e <strong><em class="eujQNb" data-processed="true">Ram</em></strong> (1971). Pouco tempo depois, ele formou o <strong>Wings</strong>, liderando o grupo por uma década de sucesso.</p>
<p>Após o álbum <em><strong>Back to the Egg</strong></em> (1979) e uma turnê final, o <strong>Wings</strong> começou a se desintegrar. <strong>Paul</strong> lançou o álbum solo <em><strong>McCartney II</strong> </em>em maio de 1980, no qual tocou todos os instrumentos, e a banda oficialmente encerrou suas atividades em abril de 1981.</p>
<p>Ao longo das décadas após a separação, <strong>McCartney</strong> continuou a trabalhar incessantemente, e lançou um total de 26 álbuns de estúdio, além de compilações, trilhas sonoras e colaborações. Hoje, ele acumula mais de 100 milhões de unidades equivalentes vendidas como artista solo <span style="font-weight: 400;">—</span> sendo um dos compositores mais vendidos da história. Ele foi condecorado com o título de cavaleiro em 1997 por seus serviços à música.</p>
<p>Coautor de centenas de músicas dos <strong>Beatles</strong>, <strong>McCartney</strong> também passou anos envolvido em disputas legais e conseguiu recuperar os direitos de boa parte das canções, o que lhe garante uma fonte contínua de receita.</p>
<p><strong>Paul</strong> foi casado com <strong>Linda</strong> até a sua morte, em 1998, e teve com ela quatro filhos. Ele agora é casado com <strong>Nancy Shevell</strong>.</p>
<h2>2. Linda McCartney</h2>
<figure id="attachment_262249" aria-describedby="caption-attachment-262249" style="width: 1920px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-262249 size-full" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/linda-mccartney-70s-foto-Hulton-Archive-Getty-Images-3165511.jpg" alt="Linda McCartney em 1973" width="1920" height="1080" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/linda-mccartney-70s-foto-Hulton-Archive-Getty-Images-3165511.jpg 1920w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/linda-mccartney-70s-foto-Hulton-Archive-Getty-Images-3165511-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/linda-mccartney-70s-foto-Hulton-Archive-Getty-Images-3165511-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/linda-mccartney-70s-foto-Hulton-Archive-Getty-Images-3165511-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/10/linda-mccartney-70s-foto-Hulton-Archive-Getty-Images-3165511-1536x864.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-262249" class="wp-caption-text">Linda McCartney em 1973 (Foto: Hulton Archive / Getty Images)</figcaption></figure>
<p>Linda começou sua carreira como fotógrafa na década de 1960, registrando músicos de rock. Ela se tornou a primeira mulher a assinar uma capa da <em><strong>Rolling Stone</strong></em>, em 11 de maio de 1968, com uma foto de<a href="https://rollingstone.com.br/tags/Eric-Clapton/" target="_blank" rel="noopener"><strong> Eric Clapton</strong></a>.</p>
<p><strong>Linda</strong> se casou com <strong>Paul</strong> em 1969 e passou a dedicar-se à música, compondo o <strong>Wings</strong> em 1971 como tecladista e vocalista de apoio. Embora tenha sido criticada por sua falta de formação musical formal, ela permaneceu no grupo ao longo de toda a sua trajetória.</p>
<p><strong>Linda</strong> também foi uma ativista dos direitos dos animais e empreendedora bem-sucedida. Ela lançou a marca <em>Linda McCartney Foods</em> no início da década de 1990, ajudando a popularizar produtos vegetarianos no Reino Unido e em outros países.</p>
<p><strong>Linda</strong> foi casada com <strong>Paul</strong> até sua morte por câncer de mama, em 17 de abril de 1998, aos 56 anos.</p>
<h2>3. Denny Laine</h2>
<figure id="attachment_287308" aria-describedby="caption-attachment-287308" style="width: 1920px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-287308 size-full" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-836470814-scaled-e1772210537219.jpg" alt="Denny Laine" width="1920" height="1082" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-836470814-scaled-e1772210537219.jpg 1920w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-836470814-scaled-e1772210537219-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-836470814-scaled-e1772210537219-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-836470814-scaled-e1772210537219-768x433.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-836470814-scaled-e1772210537219-1536x866.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-287308" class="wp-caption-text">Denny Laine (Foto: Michael Putland/Getty Images)</figcaption></figure>
<p>Nascido <strong>Brian Frederick Hines</strong>,<strong> Denny Laine</strong> iniciou sua carreira no início da década de 1960 como fundador, vocalista e guitarrista do<strong> The Moody Blues</strong>, banda britânica de música psicodélica e rock progressivo. Porém, ele abandonou o grupo após o lançamento de seu primeiro disco, <em><strong>The Magnificent Moodies</strong></em> (1965).</p>
<p><strong>Laine</strong> passou anos se dedicando a projetos solo e tocando em bandas diversas antes de se juntar ao <strong>Wings,</strong> em 1971. Ele foi o único membro além dos <strong>McCartneys</strong> que ficou com a banda durante seus 10 anos de existência.</p>
<p>Além de guitarra rítmica e solo, <strong>Laine</strong> contribuiu com vocais, baixo e teclados, sendo coautor de sucessos como “<strong>Mull of Kintyre</strong>“. O músico deixou o grupo oficialmente em abril de 1981, o que foi um dos fatores principais para o fim definitivo da banda.</p>
<p>Após a dissolução do <strong>Wings</strong>, <strong>Laine</strong> retornou à sua carreira solo, lançando <em><strong>Anyone Can Fly</strong> </em>(1982), e continuou produzindo material individual durante os anos 80, 90 e 2000. Em apresentações ao vivo, ele frequentemente apresentava músicas tanto do <strong>The Moody Blues</strong> quanto do <strong>Wings</strong>.</p>
<p>Em 2018, <strong>Laine</strong> foi incluído no <strong>Hall da Fama do Rock and Roll</strong>. O músico faleceu em 5 de dezembro de 2023, aos 79 anos, devido a uma doença pulmonar intersticial. Ele teve cinco filhos ao longo da vida e, quando faleceu, estava em seu segundo casamento, com <strong>Elizabeth Hines.</strong></p>
<h2>4. Denny Seiwell</h2>
<figure id="attachment_287310" aria-describedby="caption-attachment-287310" style="width: 1920px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-287310 size-full" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-1017389688-scaled-e1772211206209.jpg" alt="Denny Seiwell" width="1920" height="1082" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-1017389688-scaled-e1772211206209.jpg 1920w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-1017389688-scaled-e1772211206209-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-1017389688-scaled-e1772211206209-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-1017389688-scaled-e1772211206209-768x433.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-1017389688-scaled-e1772211206209-1536x866.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-287310" class="wp-caption-text">Denny Seiwell em 2018 (Foto: Brandon Williams/Getty Images)</figcaption></figure>
<p><strong>Seiwell</strong> começou sua carreira na década de 1960 como baterista de estúdio, tocando com o quinteto de jazz<strong> Zoot Sims/Al Cohn</strong> no clube <strong>Half Note</strong> e outros artistas da cena musical de Nova York. Em 1970, ele participou do álbum <em><strong>Ram</strong></em>, de <strong>Paul</strong>.</p>
<p>Em 1971, <strong>Seiwell</strong> tornou-se baterista do <strong>Wings</strong>, participando do álbum de estreia, <em><strong>Wild Life</strong></em>, das turnês <em><strong>University Tour</strong></em> (1972) e<em><strong> Wings Over Europe</strong></em> (1972) e das gravações iniciais de <em><strong>Red Rose Speedway</strong></em> (1973). O músico deixou sua marca em sucessos como “<strong>My Love</strong>” e “<strong>Live and Let Die</strong>“; no entanto, saiu da banda em 1973.</p>
<p>Desde então, <strong>Seiwell</strong> continuou a colaborar com bandas e artistas solo como músico de estúdio e baterista de turnê. Billy Joel (Cold Spring Harbor), Janis Joplin, James Brown, Art Garfunkel e Donovan são apenas alguns dos nomes que tiveram <strong>Seiwell</strong> como baterista.</p>
<p>O músico ainda trabalhou em trilhas sonoras de filmes, como <em><strong>Grease 2 – Os Tempos da Brilhantina Voltaram</strong></em> (1982), <em><strong>Waterworld – O Segredo das Águas</strong> </em>(1995) e <em><strong>Limite Vertical</strong></em> (2000), além de lançar <a href="https://dennyseiwell.com/product-category/cd/" target="_blank" rel="noopener">material solo</a>.</p>
<p>Atualmente, aos 82 anos, <strong>Seiwell</strong> vive em Los Angeles e continua em contato com <strong>Paul</strong>, conforme contou à revista <em>American Songwriter</em> em 2025.</p>
<h2>5. Henry McCullough</h2>
<figure id="attachment_287315" aria-describedby="caption-attachment-287315" style="width: 1920px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-287315 size-full" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-110957091-scaled-e1772212420854.jpg" alt="Henry McCullough" width="1920" height="1082" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-110957091-scaled-e1772212420854.jpg 1920w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-110957091-scaled-e1772212420854-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-110957091-scaled-e1772212420854-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-110957091-scaled-e1772212420854-768x433.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/GettyImages-110957091-scaled-e1772212420854-1536x866.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption id="caption-attachment-287315" class="wp-caption-text">Henry McCullough (Foto: Jorgen Angel/Redferns)</figcaption></figure>
<p><strong>McCullough</strong> começou a tocar em “showbands” irlandesas, como<strong> The Skyrockets</strong> e <strong>Gene and The Gents</strong>, e mais tarde se mudou para Londres e integrou o <strong>Eire Apparent</strong>, banda com a qual excursionou com<a href="https://rollingstone.com.br/tags/Jimi-Hendrix/" target="_blank" rel="noopener"><strong> Jimi Hendrix</strong></a>,<a href="https://rollingstone.com.br/tags/Pink-Floyd/" target="_blank" rel="noopener"><strong> Pink Floyd </strong></a>e <strong>The Move</strong>.</p>
<p>Ele ganhou reconhecimento ao integrar a <strong>The Grease Band</strong>, de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/joe-cocker/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Joe Cocker</strong></a>, contribuindo para o álbum de estreia da banda que incluiu a famosa versão de “<strong>With a Little Help From My Friends</strong>“. <strong>McCullough</strong> foi o único músico irlandês a tocar no festival de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Woodstock/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Woodstock</strong></a>, em 1969.</p>
<p>Depois, <strong>McCullough</strong> foi convidado por <strong>McCartney</strong> para ser o guitarrista principal dos <strong>Wings</strong>, adicionando um toque de blues-rock ao som do grupo. Ele tocou em <strong><em class="eujQNb" data-processed="true">Red Rose Speedway</em></strong> (1973), no single “<strong>Live and Let Die</strong>“, e é responsável pelo famoso solo de guitarra na música <strong class="Yjhzub" data-processed="true">“My Love”</strong>.</p>
<p>Porém, o músico saiu da banda em 1973, pouco antes das gravações de <strong><em class="eujQNb" data-processed="true">Band on the Run</em></strong>, devido a desentendimentos criativos.</p>
<p>Após deixar os <strong>Wings</strong>, <strong>McCullough</strong> seguiu carreira solo. Ele estreou com o álbum <em><strong>Mind Your Own</strong></em> Business (1975), no selo Dark Horse de George Harrison, e lançou outros trabalhos de destaque, como <em><strong>Blue Sunset</strong> </em>(1998) e <em><strong>Poor Man’s Moon</strong> </em>(2008).</p>
<p><strong>McCullough</strong> faleceu em 14 de junho de 2016, aos 72 anos, quatro anos após sofrer um ataque cardíaco.</p>
<p>Assista o trailer de <em><strong>Man </strong><strong>On The Run:</strong></em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Paul McCartney: Man on the Run - Official Trailer | Prime Video" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pBcllNrY0u8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/man-on-the-run-paul-mccartney-wings-critica/" target="_blank" rel="noopener">‘Man on the Run’ é um olhar essencial sobre Paul McCartney e os Wings</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/onde-estao-os-membros-do-wings-banda-de-mccartney-pos-beatles-agora/">Onde estão os membros do Wings, banda de McCartney pós-Beatles, agora?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>