Pipes Feed Preview: Rolling Stone Brasil

  1. ‘Moana salvou a minha vida’, afirma Lin-Manuel Miranda

    Sat, 11 Jul 2026 16:30:23 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Moana-salvou-a-minha-vida-afirma-Lin-Manuel-Miranda-Frazer-HarrisonWireImage-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Moana-salvou-a-minha-vida-afirma-Lin-Manuel-Miranda-Frazer-HarrisonWireImage-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Moana-salvou-a-minha-vida-afirma-Lin-Manuel-Miranda-Frazer-HarrisonWireImage-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Moana-salvou-a-minha-vida-afirma-Lin-Manuel-Miranda-Frazer-HarrisonWireImage-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Moana-salvou-a-minha-vida-afirma-Lin-Manuel-Miranda-Frazer-HarrisonWireImage-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Moana-salvou-a-minha-vida-afirma-Lin-Manuel-Miranda-Frazer-HarrisonWireImage.jpg 1920w" sizes="(max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Em entrevista à Rolling Stone Brasil, compositor relembra como o trabalho na animação o ajudou a atravessar um dos períodos mais turbulentos de sua carreira e manter os pés no chão</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/lin-manuel-miranda-moana-salvou-minha-vida-entrevista/">&#8216;Moana salvou a minha vida&#8217;, afirma Lin-Manuel Miranda</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Moana-salvou-a-minha-vida-afirma-Lin-Manuel-Miranda-Frazer-HarrisonWireImage-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Moana-salvou-a-minha-vida-afirma-Lin-Manuel-Miranda-Frazer-HarrisonWireImage-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Moana-salvou-a-minha-vida-afirma-Lin-Manuel-Miranda-Frazer-HarrisonWireImage-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Moana-salvou-a-minha-vida-afirma-Lin-Manuel-Miranda-Frazer-HarrisonWireImage-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Moana-salvou-a-minha-vida-afirma-Lin-Manuel-Miranda-Frazer-HarrisonWireImage-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Moana-salvou-a-minha-vida-afirma-Lin-Manuel-Miranda-Frazer-HarrisonWireImage.jpg 1920w" sizes="(max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Em 2015, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/lin-manuel-miranda"><strong>Lin-Manuel Miranda</strong></a> enfrentava um dos períodos mais turbulentos de sua carreira. Após o sucesso de seu primeiro musical, <strong><em>In the Heights</em></strong>, em que contava a história de Washington Heights, um bairro novaiorquino formado por latinos em busca do &#8220;sonho americano&#8221;, o então ator e compositor sentia a pressão de colocar de pé uma proposta ousada: contar a história de <strong>Alexander Hamilton</strong>, um dos quatro pais fundadores dos Estados Unidos, em um musical majoritariamente cantando no estilo hip-hop que, caso desse certo, seria a revolução da Broadway.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/tags/hamilton"><strong><em>Hamilton</em></strong></a>, por mais fora da curva que fosse (ou, talvez, exatamente por isso), não só deu certo, como se tornou um fenômeno de público e crítica, rendendo a <strong>Miranda</strong> algumas estatuetas no Tony Awards, maior prêmio do teatro musical, incluindo a de Melhor Musical, e uma fama com a qual não sabia lidar.</p> <blockquote><p><em>&#8220;</em><strong>Hamilton</strong><em> foi uma experiência insana. Foi aquele tipo de fenômeno que acontece uma vez a cada 20 anos, em que todo mundo que sai do teatro fala do espetáculo para todo mundo que conhece. E havia muita atenção voltada para nós dentro do teatro&#8221;</em>, relembra em entrevista à <a href="https://rollingstone.com.br"><strong>Rolling Stone Brasil</strong></a>. <em>&#8220;Para ser sincero, dava até um certo receio. Quer dizer, quando alguém faz um grande filme e é uma estrela de cinema, ninguém sabe onde a pessoa está a cada dia, certo? Já no nosso caso, todo mundo sabia que estávamos naquele prédio todas as noites, e havia muita energia e intensidade em torno de tudo aquilo.&#8221;</em></p></blockquote> <p>No meio do processo, a vida profissional de <strong>Miranda</strong> se tornou ainda mais atribulada, com a tarefa hercúlea de escrever <a href="https://rollingstone.com.br/tags/moana"><strong><em>Moana</em></strong></a>, um novo musical para a Disney, uma de suas grandes inspirações para a carreira que escolheu:</p> <blockquote><p><em>&#8220;Comecei realmente a me apaixonar por musicais não apenas por meio dos álbuns com as trilhas sonoras que meus pais traziam para casa quando eu era criança, mas também ao assistir a </em><strong>A Pequena Sereia</strong><em> quando tinha nove anos e ficar maravilhado</em>&#8220;, conta. <em>&#8220;Eu estava na idade perfeita para a segunda Era de Ouro da Disney, com </em><strong>A Pequena Sereia</strong><em>, </em><strong>A Bela e a Fera</strong><em>, </em><strong>Aladdin</strong><em> e </em><strong>Tarzan</strong><em>. Eu cresci com essas obras. Então, fazer parte desse legado foi a realização de um sonho.&#8221;</em></p></blockquote> <p>E, embora a responsabilidade fosse enorme, <strong>Miranda</strong> relembra que, na verdade, escrever a trilha sonora de <strong><em>Moana </em></strong>o ajudou a manter os pés no chão e não enlouquecer como sucesso de <strong><em>Hamilton</em></strong>: <em>&#8220;</em><strong>Moana</strong><em> significava tudo para mim&#8221;</em>, afirma. <em>&#8220;Mas, além disso, o momento em que o filme surgiu realmente salvou a minha vida.&#8221;</em></p> <blockquote><p><em>&#8220;</em><strong>Hamilton</strong><em> estreou e eu ainda tinha que compor todas aquelas músicas&#8221;</em>, completa. <em>&#8220;E acho que uma das razões pelas quais o sucesso não me subiu à cabeça foi o fato de eu ainda ter as músicas de </em><strong>Moana</strong><em> para fazer. Então, eu estava compondo para Moana enquanto fazia sete apresentações por semana em </em><strong>Hamilton</strong><em>. E acho que isso me manteve com os pés no chão durante um período em que era muito difícil manter essa estabilidade.&#8221;</em></p></blockquote> <figure id="attachment_308200" aria-describedby="caption-attachment-308200" style="width: 981px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class=" wp-image-308200" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826-406x228.jpg" alt="" width="981" height="551" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826.jpg 1920w" sizes="(max-width: 981px) 100vw, 981px" /><figcaption id="caption-attachment-308200" class="wp-caption-text">Lin-Manuel Miranda com Auli&#8217;i Cravalho e Dwayne Johnson na estreia de Moana, em 2016 (Jesse Grant/Getty Images for Disney)</figcaption></figure> <p>Dez anos depois, agora consolidado como um dos maiores compositores do teatro e do cinema deste século, <strong>Miranda </strong>retorna ao universo de <strong><em>Moana</em></strong> para uma despedida (ou um agradecimento, por assim dizer), com a inédita <strong>&#8220;Along the Way&#8221;</strong>, que embala os créditos do <em>live-action</em> inspirado na animação de 2016.</p> <p>Diretor da novidade, <strong>Thomas Kail</strong>, que trabalhou com <strong>Miranda</strong> em <strong><em>In the Heights</em></strong> e <strong><em>Hamilton</em></strong>, foi quem sugeriu a nova música, com a intenção de promover uma transição entre passado e futuro, reunindo <a href="https://rollingstone.com.br/tags/aulii-cravalho"><strong>Auli&#8217;i Cravalho</strong></a>, voz de <strong>Moana</strong> na animação, e <a href="https://rollingstone.com.br/tags/catherine-lagaaia"><strong>Catherine Laga&#8217;aia</strong></a>, que estreia nas telonas protagonizando o <em>live-action</em>, em um dueto.</p> <blockquote><p><em>&#8220;Não queríamos incluir uma música só por incluir. E então veio a ideia do <strong>Tommy</strong>. Ele disse: &#8216;Olha, temos a <strong>Auli&#8217;i</strong>. Ela é produtora do filme. Temos aqui a oportunidade de promover uma passagem de bastão entre as duas&#8217;. Assim que ele falou isso, eu disse: &#8216;Cala a boca. Para de falar comigo. Vou te ligar daqui a uma semana&#8217;, porque aquela era </em><strong>a</strong><em> ideia&#8221;</em>, relembra.</p></blockquote> <p><em>&#8220;Era exatamente a ideia que eu esperava, pois você está sempre em busca de algo que mais nada pode oferecer, algo que, por exemplo, não daria para fazer com um dueto entre duas <strong>Moanas</strong> nos filmes de animação. Mas aqui temos essa oportunidade em que a <strong>Auli&#8217;i</strong> pode ser a voz de uma ancestral e, na vida real, é a única outra pessoa que sabe o que a <strong>Catherine</strong> está prestes a vivenciar como estrela desse enorme musical da Disney&#8221;</em>, completa <strong>Miranda</strong>. <em>&#8220;Então, criar essa conversa, que funciona tanto como uma canção narrativa quanto em um nível de metalinguagem, de uma <strong>Moana</strong> para outra dizendo &#8216;você dá conta&#8217;, foi muito divertido de escrever.&#8221;</em></p> <blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DaSGR0zlZdH/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"> <div style="padding: 16px;"> <p>&nbsp;</p> <div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div> </div> </div> <div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div> <div style="padding-top: 8px;"> <div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div> </div> <div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"> <div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div> </div> <div style="margin-left: 8px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div> </div> <div style="margin-left: auto;"> <div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div> </div> </div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div> </div> <p>&nbsp;</p> <p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DaSGR0zlZdH/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Lin-Manuel Miranda (@lin_manuel)</a></p> </div> </blockquote> <p><script src="//www.instagram.com/embed.js" async=""></script></p> <p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/dwayne-johnson-confirma-moana-3/">No Brasil, Dwayne Johnson confirma <em>Moana 3</em>: &#8220;Mas vai levar um tempo&#8221;</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/lin-manuel-miranda-moana-salvou-minha-vida-entrevista/">&#8216;Moana salvou a minha vida&#8217;, afirma Lin-Manuel Miranda</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  2. Jayden Adams, da África do Sul, morre aos 25 anos dias após disputar a Copa do Mundo

    Sat, 11 Jul 2026 16:30:00 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jayden-adams-Hector-Vivas-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2285641959-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Jayden Adams" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jayden-adams-Hector-Vivas-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2285641959-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jayden-adams-Hector-Vivas-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2285641959-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jayden-adams-Hector-Vivas-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2285641959-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jayden-adams-Hector-Vivas-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2285641959-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jayden-adams-Hector-Vivas-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2285641959.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Circunstâncias da morte ainda não foram reveladas; polícia investiga após corpo ser encontrado na Cidade do Cabo</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/noticia/jayden-adams-da-africa-do-sul-morre-aos-25-anos-dias-apos-disputar-a-copa-do-mundo/">Jayden Adams, da África do Sul, morre aos 25 anos dias após disputar a Copa do Mundo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jayden-adams-Hector-Vivas-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2285641959-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Jayden Adams" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jayden-adams-Hector-Vivas-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2285641959-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jayden-adams-Hector-Vivas-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2285641959-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jayden-adams-Hector-Vivas-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2285641959-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jayden-adams-Hector-Vivas-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2285641959-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/jayden-adams-Hector-Vivas-FIFA-FIFA-Getty-Images-foto-jornalistica-2285641959.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>O futebol sul-africano perdeu um de seus talentos neste sábado, 11. <strong>Jayden Adams</strong>, meia do <strong>Mamelodi Sundowns</strong> e integrante da seleção da África do Sul na <a href="https://rollingstone.com.br/tags/copa-do-mundo-2026/" target="_blank" rel="noopener">Copa do Mundo de 2026</a>, morreu aos 25 anos. A informação foi confirmada pela família e por representantes do jogador.</p> <p>De acordo com a polícia, o corpo foi encontrado em uma casa no bairro de Schotschekloof, na região central da Cidade do Cabo. Uma investigação foi aberta para esclarecer as circunstâncias da morte, ainda não divulgadas publicamente.</p> <p><strong>Adams</strong> fez parte da campanha histórica da seleção sul-africana, que alcançou pela primeira vez a fase eliminatória de uma Copa do Mundo. O meia foi titular nas duas primeiras partidas do grupo, contra a Tchéquia e o México, e entrou durante o duelo com a Coreia do Sul, resultado decisivo para a classificação. Na eliminação diante do Canadá, que venceu por 1 a 0 na fase de 16 avos de final, ficou no banco.</p> <p>A carreira do atleta foi construída integralmente na África do Sul. Revelado pelo <strong>Stellenbosch</strong>, ele se transferiu para o <strong>Mamelodi Sundowns</strong> em janeiro de 2025 e ajudou o clube a conquistar a Liga dos Campeões Africana na temporada 2025–2026. Pela seleção principal, estreou em 2022 e somou 13 partidas e dois gols. Em junho do ano passado, também esteve em campo pelo <strong>Sundowns</strong> no empate por 0 a 0 com o <strong>Fluminense</strong>, pela Copa do Mundo de Clubes.</p> <p>O mentor do atleta, <strong>Brendine Johnson</strong>, contou ao portal <a href="https://www.soccerladuma.co.za/news/local/breaking-bafana-bafana-and-mamelodi-sundowns-midfielder-jayden-adams-passes-away-at-25" target="_blank" rel="noopener"><em>Soccer Laduma</em></a> que havia falado com ele dois dias antes da morte: “Falei com ele na quinta e ele estava muito animado para voltar após a Copa do Mundo. Estava preparado para os desafios que tinha pela frente. Ninguém esperava isso”.</p> <p>O <strong>Sindicato dos Jogadores de Futebol da África do Sul</strong> divulgou uma nota emocionada: “A morte roubou cruelmente um dos nossos. Ela roubou da nossa nação um futebolista notável, mas nunca levará embora o legado que <strong>Jayden Adams</strong> deixa. Sempre nos lembraremos de sua humildade, de seu talento extraordinário e do orgulho com que representou a África do Sul. Descanse em paz eterna, <strong>Jayden</strong>. Você nunca será esquecido”.</p> <p>O ministro do Esporte, Artes e Cultura do país, <strong>Gayton McKenzie</strong>, também se manifestou: “É com profundo choque e enorme tristeza que soube da morte de <strong>Jayden Adams</strong>. O futebol sul-africano perdeu um de seus mais brilhantes jovens talentos”.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/peppino-di-capri-icone-da-musica-italiana-e-voz-de-champagne-morre-aos-86-anos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Peppino di Capri, ícone da música italiana e voz de ‘Champagne’, morre aos 86 anos</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/musica-gravada-por-haaland-na-adolescencia-chega-ao-topo-do-spotify-na-noruega-apos-remix-de-kygo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Música gravada por Haaland na adolescência chega ao topo do Spotify na Noruega após remix de Kygo</strong></a></p> <p><!-- notionvc: f2b30dae-c64b-4ab8-87e4-b654242dc106 --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/noticia/jayden-adams-da-africa-do-sul-morre-aos-25-anos-dias-apos-disputar-a-copa-do-mundo/">Jayden Adams, da África do Sul, morre aos 25 anos dias após disputar a Copa do Mundo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  3. Duda Beat e Orquestra Ouro Preto reúnem mais de 6 mil pessoas em concerto nas comemorações dos 315 anos da cidade

    Sat, 11 Jul 2026 16:00:10 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/duda-beat-raphagarcia-rolling-stone-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Duda Beat" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/duda-beat-raphagarcia-rolling-stone-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/duda-beat-raphagarcia-rolling-stone-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/duda-beat-raphagarcia-rolling-stone-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/duda-beat-raphagarcia-rolling-stone-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/duda-beat-raphagarcia-rolling-stone.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Com regência do maestro Rodrigo Toffolo e arranjos de Paulo Malheiros, show percorreu os maiores sucessos da cantora e prestou homenagem a Chico Science e Nação Zumbi em praça pública</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/duda-beat-e-orquestra-ouro-preto-reunem-mais-de-6-mil-pessoas-em-concerto-nas-comemoracoes-dos-315-anos-de-ouro-preto/">Duda Beat e Orquestra Ouro Preto reúnem mais de 6 mil pessoas em concerto nas comemorações dos 315 anos da cidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/duda-beat-raphagarcia-rolling-stone-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Duda Beat" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/duda-beat-raphagarcia-rolling-stone-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/duda-beat-raphagarcia-rolling-stone-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/duda-beat-raphagarcia-rolling-stone-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/duda-beat-raphagarcia-rolling-stone-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/duda-beat-raphagarcia-rolling-stone.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><a href="https://rollingstone.com.br/tags/duda-beat/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Duda Beat</strong></a> e a <strong>Orquestra Ouro Preto</strong> transformaram a praça do Centro de Convenções da UFOP em um dos momentos mais marcantes das celebrações dos 315 anos de Ouro Preto na última terça, 7. Mais de seis mil pessoas ocuparam o espaço público para acompanhar um encontro que já tem história, foi a terceira vez que as duas forças se uniram no palco, mas que ganhou uma dimensão especial por acontecer justamente na cidade onde o projeto foi concebido, diante de uma multidão reunida para celebrar o aniversário do município.</p> <p>Sob a regência do maestro <strong>Rodrigo Toffolo</strong> e com arranjos assinados por <strong>Paulo Malheiros</strong>, o espetáculo apresentou novas leituras de canções que atravessam a trajetória de <strong>Duda Beat</strong>, incluindo “<strong>Bixinho</strong>”, “<strong>Tangerina</strong>” e “<strong>Meu Pisêro</strong>”, além de músicas mais recentes, como “<strong>Na Tua Cabeça</strong>” e “<strong>Night Mare</strong>”. Em entrevista exclusiva à <a href="https://rollingstone.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Rolling Stone Brasil</strong></em></a>, a cantora descreveu o impacto de rever esse encontro com a orquestra diante de um público tão grande: “Foi emocionante! Já é a terceira vez que faço esse espetáculo com a Orquestra e sempre sinto que acontece uma troca muito bonita entre a gente. Eles têm um cuidado enorme comigo e eu me sinto muito à vontade para cantar tanto as minhas músicas quanto homenagear <strong>Chico Science</strong> e <strong>Nação Zumbi</strong>. Ver tantas pessoas vivendo isso junto foi muito especial. É o tipo de show que mostra como a música consegue aproximar mundos diferentes e emocionar todo mundo do mesmo jeito”.</p> <p>A homenagem a <strong>Chico Science</strong> e <strong>Nação Zumbi</strong> foi um dos momentos mais simbólicos da noite, conectando a sonoridade contemporânea de <strong>Duda Beat</strong> a uma das maiores referências da música brasileira. Para a cantora, esse tipo de encontro improvável é exatamente o que move sua carreira. “Eu sou muito curiosa musicalmente. Nunca gostei da ideia de ficar presa a um lugar só. Acho bonito quando a música cria encontros improváveis e faz a gente descobrir outras possibilidades. Cada parceria, cada troca, acaba me transformando um pouquinho também. Isso me inspira muito e faz parte de quem eu sou como artista”,.</p> <p>Além do concerto com a <strong>Orquestra Ouro Preto</strong>, julho marca outro momento afetivo na trajetória de <strong>Duda Beat</strong>: o aniversário de um ano de “<strong>Nossa Chance</strong>”, parceria com o rapper <strong>TZ da Coronel</strong>. A música, que aproximou os universos do pop e do rap, segue sendo uma das favoritas do público — e da própria artista. “Tenho um carinho enorme por ‘<strong>Nossa Chance</strong>’ porque ela representa exatamente essa vontade de experimentar. O <strong>TZ da Coronel</strong> é um artista que eu admiro muito, e foi muito bonito encontrar um ponto em comum entre o meu universo e o do rap. Um ano depois, fico feliz de ver que ela continua viva, chegando a novas pessoas e marcando um momento importante para mim”.</p> <p>O concerto em Ouro Preto reforça uma das marcas mais consistentes da carreira de <strong>Duda Beat</strong>: a capacidade de criar pontes entre linguagens e públicos distintos sem perder a identidade. Do palco de uma praça histórica mineira com uma orquestra às parcerias no rap, a artista pernambucana continua ampliando os contornos do que sua música pode ser — e provando, a cada encontro, que os melhores resultados aparecem justamente onde os universos se cruzam de forma inesperada.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/carlinhos-brown-e-orquestra-ouro-preto-materializam-a-afrossinfonicidade/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Carlinhos Brown e Orquestra Ouro Preto materializam a ‘afrossinfonicidade’</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/show-do-intervalo-do-super-bowl-rende-a-bad-bunny-9-indicacoes-ao-emmy/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Show do intervalo do Super Bowl rende a Bad Bunny 9 indicações ao Emmy</strong></a></p> <p><!-- notionvc: e28bf3a6-3d10-43f5-b94c-c9e2d810da5b --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/duda-beat-e-orquestra-ouro-preto-reunem-mais-de-6-mil-pessoas-em-concerto-nas-comemoracoes-dos-315-anos-de-ouro-preto/">Duda Beat e Orquestra Ouro Preto reúnem mais de 6 mil pessoas em concerto nas comemorações dos 315 anos da cidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  4. Lin-Manuel Miranda relembra trabalho em ‘Moana’: ‘Realização de um sonho’

    Sat, 11 Jul 2026 15:30:25 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Em entrevista à Rolling Stone Brasil, o compositor revelou como foi trabalhar na animação, ainda no início da carreira, e retornar para uma última despedida, mais de dez anos depois</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/lin-manuel-miranda-moana-entrevista/">Lin-Manuel Miranda relembra trabalho em &#8216;Moana&#8217;: &#8216;Realização de um sonho&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-relembra-trabalho-em-Moana-Realizacao-de-um-sonho-Dimitrios-KambourisWireImage-2285412099-1.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Há pouco mais de dez anos, o nome de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/lin-manuel-miranda"><strong>Lin-Manuel Miranda</strong></a> não soava como hoje. Então ator e compositor , ele também não era nenhum zé-ninguém: tinha um pequeno musical chamado <strong><em>In the Heights</em></strong>, em que contava a história de Washington Heights, um bairro novaiorquino formado por latinos em busca do &#8220;sonho americano&#8221;.</p> <p>Indicado a 13 categorias no Tony Awards, maior prêmio do teatro musical, e vencedor de quatro delas, incluindo a de Melhor Musical, a obra colocou o nome de <strong>Miranda</strong> — filho de pais port0-riquenhos e um sonhador, assim como os seus personagens — no mapa e, anos depois, em rota para ilha de Motunui, onde encararia o seu maior desafio até então: escrever para quem o inspirou a se tornar quem é.</p> <p><em>&#8220;Comecei realmente a me apaixonar por musicais não apenas por meio dos álbuns com as trilhas sonoras que meus pais traziam para casa quando eu era criança, mas também ao assistir a </em><strong>A Pequena Sereia</strong><em> quando tinha nove anos e ficar maravilhado&#8221;</em>, relembra em entrevista à <a href="https://rollingstone.com.br"><strong>Rolling Stone Brasil</strong></a>. <em>&#8220;Eu estava na idade perfeita para a segunda Era de Ouro da Disney, com </em><strong>A Pequena Sereia</strong><em>, </em><strong>A Bela e a Fera</strong><em>, </em><strong>Aladdin</strong><em> e </em><strong>Tarzan</strong><em> (sobre o qual não falamos o suficiente como cultura, embora o [compositor] <strong>Phil Collins</strong> tenha feito um trabalho incrível nele). Eu cresci com essas obras. Então, fazer parte desse legado foi a realização de um sonho.&#8221;</em></p> <figure id="attachment_308200" aria-describedby="caption-attachment-308200" style="width: 981px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-308200" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826-406x228.jpg" alt="" width="981" height="551" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Lin-Manuel-Miranda-com-Aulii-Cravalho-e-Dwayne-Johnson-na-estreia-de-Moana-em-2016-Jesse-GrantGetty-Images-for-Disney-623257826.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 981px) 100vw, 981px" /><figcaption id="caption-attachment-308200" class="wp-caption-text">Lin-Manuel Miranda com Auli&#8217;i Cravalho e Dwayne Johnson na estreia de Moana, em 2016 (Jesse Grant/Getty Images for Disney)</figcaption></figure> <p>C0mo se escrever o próximo grande musical da Disney não fosse desafiador o suficiente, <strong>Miranda </strong>se viu frente a frente com mais um obstáculo. <strong><a href="https://rollingstone.com.br/tags/moana"><em>Moana</em></a> </strong>contaria a história de uma jovem destemida em um missão para salvar o seu povo e a ilha Motunui, inspirada na região da Polinésia e as suas diversas ilhas, o que obrigaria o compositor a sair de sua zona de conforto e mergulhar de cabeça em uma nova cultura.</p> <p><em>&#8220;Eu sabia que teria de fazer muita pesquisa. Aquela era uma parte do mundo que eu desconhecia. [Mas] o que me deixou mais tranquilo foi saber que já havia outros dois compositores incríveis no projeto&#8221;</em>, conta. <em>&#8220;<strong>Mark Mancina</strong>, que trabalhou em </em><strong>O Rei Leão</strong><em>, compôs a trilha sonora de </em><strong>Velocidade Máxima</strong><em> — um compositor de cinema extremamente experiente. E <strong>Opetaia</strong> [<strong>Foa&#8217;i</strong>], que representa tão lindamente esta parte do mundo com sua banda <strong>Te Vaka</strong>, cria músicas que são autênticas a essa região. Então, eu sabia que, nós três juntos, faríamos uma boa representação.&#8221;</em></p> <p>Com a ajuda dos colegas, <strong>Miranda</strong> esmiuçou a cultura polinésia para entregar a homenagem em seus mínimos detalhes, como em <strong>&#8220;You&#8217;re Welcome&#8221;</strong> (<strong>&#8220;De Nada&#8221;</strong>), cantada pelo semideus <strong>Maui</strong>, vivido por <a href="https://rollingstone.com.br/tags/dwayne-johnson"><strong>Dwayne Johnson</strong></a> (<em>The Smashing Machine: Coração de Lutador</em>). <em>&#8220;Toda a letra se baseia em mitos reais sobre <strong>Maui</strong>&#8220;</em>, explica. <em>&#8220;Há, por exemplo, o mito de <strong>Maui</strong> descobrindo o fogo e levando-o aos humanos, e o mito de <strong>Maui</strong> criando os coqueiros. Tudo isso é fruto de pesquisa. Você faz toda essa pesquisa, assimila o conteúdo e o transforma em uma música cativante para o <a href="https://rollingstone.com.br/tags/the-rock"><strong>The Rock</strong></a>. É sempre essa mistura de pesquisa e empatia.&#8221;</em></p> <p>Para o artista, o fato de a Disney levar a representatividade a sério foi um dos pontos positivos na experiência. <em>&#8220;Eles sabem que, quando fazem um filme ambientado em uma determinada parte do mundo, essa obra se tornará a maior representação daquela região para o público global. Por isso, sempre existe um comitê cultural, ou grupo de consultoria cultural, envolvido em todo o processo, questionando: &#8216;Estamos honrando este mundo? Vocês se sentem representados? A representação é fiel?&#8217; E <strong>Opetaia</strong> foi a nossa versão interna disso&#8221;</em>, celebra <strong>Miranda</strong> que, posteriormente, trabalhou em <a href="https://rollingstone.com.br/tags/encanto"><em><strong>Encanto</strong></em></a>, enraizado na Colômbia, e o <em>remake</em> de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/a-pequena-sereia"><strong><em>A Pequena</em><em> Sereia</em></strong></a>, inspirado pela cultura caribenha.</p> <p><em>&#8220;Vou dar um exemplo bem engraçado. Saíram os primeiros desenhos do <strong>Maui</strong>. Ele era careca. Careca no estilo do <strong>The Rock</strong>. E o conselho cultural disse: &#8216;Vocês não podem fazer isso&#8217;. O <strong>Maui</strong> tem um cabelo incrível e poderoso, e a sua [força vital] </em>mana<em> vem do cabelo. Então, ele precisava ter cabelo&#8221;</em>, relembra. <em>&#8220;Aí, avançando no tempo até o lançamento do trailer, todo mundo ficou tipo: &#8216;Uau, o <strong>The Rock</strong> tem cabelo&#8217;. E eu pensava: &#8220;É, ele tem que ter cabelo. Ele não é o <strong>The Rock</strong>. Ele é o <strong>Maui</strong>.'&#8221;</em></p> <p><iframe loading="lazy" title="Dwayne Johnson - You&#039;re Welcome (from Moana/Official Video)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/79DijItQXMM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>Dez anos depois, agora autor de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/hamilton"><strong><em>Hamilton</em></strong></a>, um dos musicais mais premiados e celebrados da última década; um novo musical (<strong><em>Warriors</em></strong>, inspirado no longa <strong><em>Warriors: Os Selvagens da Noite</em></strong>, de 1979) e um filme (<strong><em>Octet</em></strong>, com <strong>Amanda Seyfried</strong>, <strong>Rachel Zegler</strong> e <strong>Jonathan Groff</strong>) em produção; e a uma estatueta de ouro do Oscar para entrar para o restrito grupos de vencedores EGOT, <strong>Miranda </strong>retorna ao universo de <strong><em>Moana</em></strong> para uma despedida, com a inédita <strong>&#8220;Along the Way&#8221;</strong>, que embala os créditos do <em>live-action</em> inspirado na animação de 2016.</p> <p>Diretor da novidade, <strong>Thomas Kail</strong>, que trabalhou com <strong>Miranda</strong> em <strong><em>In the Heights</em></strong> e <strong><em>Hamilton</em></strong>, foi quem sugeriu a nova música, com a intenção de promover uma transição entre passado e futuro, reunindo <a href="https://rollingstone.com.br/tags/aulii-cravalho"><strong>Auli&#8217;i Cravalho</strong></a>, voz de <strong>Moana</strong> na animação, e <a href="https://rollingstone.com.br/tags/catherine-lagaaia"><strong>Catherine Laga&#8217;aia</strong></a>, que estreia nas telonas protagonizando o <em>live-action</em>, em um dueto.</p> <blockquote><p><em>&#8220;Não queríamos incluir uma música só por incluir. E então veio a ideia do <strong>Tommy</strong>. Ele disse: &#8216;Olha, temos a <strong>Auli&#8217;i</strong>. Ela é produtora do filme. Temos aqui a oportunidade de promover uma passagem de bastão entre as duas&#8217;. Assim que ele falou isso, eu disse: &#8216;Cala a boca. Para de falar comigo. Vou te ligar daqui a uma semana&#8217;, porque aquela era </em><strong>a</strong><em> ideia&#8221;</em>, relembra.</p></blockquote> <p><em>&#8220;Era exatamente a ideia que eu esperava, pois você está sempre em busca de algo que mais nada pode oferecer, algo que, por exemplo, não daria para fazer com um dueto entre duas <strong>Moanas</strong> nos filmes de animação. Mas aqui temos essa oportunidade em que a <strong>Auli&#8217;i</strong> pode ser a voz de uma ancestral e, na vida real, é a única outra pessoa que sabe o que a <strong>Catherine</strong> está prestes a vivenciar como estrela desse enorme musical da Disney&#8221;</em>, completa <strong>Miranda</strong>. <em>&#8220;Então, criar essa conversa, que funciona tanto como uma canção narrativa quanto em um nível de metalinguagem, de uma <strong>Moana</strong> para outra dizendo &#8216;você dá conta&#8217;, foi muito divertido de escrever.&#8221;</em></p> <blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DaSGR0zlZdH/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"> <div style="padding: 16px;"> <p>&nbsp;</p> <div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div> </div> </div> <div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div> <div style="padding-top: 8px;"> <div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div> </div> <div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"> <div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div> </div> <div style="margin-left: 8px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div> </div> <div style="margin-left: auto;"> <div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div> </div> </div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div> </div> <p>&nbsp;</p> <p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DaSGR0zlZdH/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Lin-Manuel Miranda (@lin_manuel)</a></p> </div> </blockquote> <p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p> <p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/lin-manuel-miranda-moana-salvou-minha-vida-entrevista/"><em>&#8220;</em>Moana<em> salvou a minha vida&#8221;</em>, afirma Lin-Manuel Miranda</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/lin-manuel-miranda-moana-entrevista/">Lin-Manuel Miranda relembra trabalho em &#8216;Moana&#8217;: &#8216;Realização de um sonho&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  5. Criadores dos Minions respondem às perguntas mais específicas que a internet faz sobre os personagens

    Sat, 11 Jul 2026 15:00:26 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/minions_filme_reprod_universal.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Minions (Foto: Divulgação / Universal)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p> <p>Como eles se reproduzem? Podem morrer? E o que estavam fazendo durante a Segunda Guerra Mundial? O diretor Pierre Coffin finalmente respondeu</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/criadores-dos-minions-respondem-as-perguntas-mais-especificas-que-a-internet-faz-sobre-os-personagens/">Criadores dos Minions respondem às perguntas mais específicas que a internet faz sobre os personagens</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/minions_filme_reprod_universal.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Minions (Foto: Divulgação / Universal)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p>Há mais de uma década, os <strong>Minions</strong> dominam o imaginário pop mundial — e, com eles, vieram perguntas que nenhum fã consegue parar de fazer. O filme mais recente da franquia, <em><strong>Minions &amp; Monstros</strong></em>, expande o universo ao revelar que não existe apenas um grupo de <strong>Minions</strong>, mas múltiplas tribos espalhadas pelo mundo, cada uma com sua própria dinâmica. A novidade abriu ainda mais espaço para especulações sobre a natureza dessas criaturas amarelas de macacão azul, que parecem acompanhar a história da humanidade desde os primórdios.</p> <p>O diretor <strong>Pierre Coffin</strong>, responsável por quatro dos filmes anteriores da franquia e voz de todos os <strong>Minions</strong>, concedeu uma <a href="https://www.polygon.com/minions-questions-do-minions-reproduce-can-they-die-did-they-work-for-hitler/" target="_blank" rel="noopener">entrevista ao <em>Polygon</em></a> em que responde às três perguntas mais buscadas sobre os personagens na internet.</p> <p>Antes de entrar nas respostas, vale contextualizar o novo filme: em <em><strong>Minions &amp; Monstros</strong></em>, acompanhamos <strong>James</strong>, um <strong>Minion</strong> artístico, sem interesse algum em vilania, que decide fazer cinema na era do cinema mudo de <strong>Hollywood</strong> — um desvio radical da premissa estabelecida pelos filmes anteriores, segundo a qual o destino de todo <strong>Minion</strong> era servir ao líder mais malvado possível. A nova proposta amplia as possibilidades da franquia e, ao mesmo tempo, reacende velhas questões filosóficas sobre a espécie.</p> <h2>3. Como os Minions se reproduzem?</h2> <p>Em <em><strong>Minions</strong></em> (2015), o filme abre com uma sequência que mostra três <strong>Minions</strong> evoluindo de organismos unicelulares, surgindo do oceano com nadadeiras e olhos — no caso de <strong>Stuart</strong>, apenas um. Logo depois, centenas de outros <strong>Minions</strong> aparecem vindo de algum lugar fora de quadro, sem que o filme explique como chegaram ali. A origem da espécie sempre foi deliberadamente vaga, mas <strong>Coffin</strong> revela que há mais reflexão por trás dessa escolha do que parece.</p> <p>“Essa é uma pergunta que todos nós já nos fizemos em um nível altamente criativo”, disse o diretor. “O assunto subiu muito na hierarquia e, no fim, chegamos à conclusão de que nunca responderíamos diretamente. Mas deixamos uma pista quando fizemos o primeiro filme: nos créditos de abertura, eles começam como pequenas células amarelas&#8221;. <strong>Coffin</strong> também mencionou uma ideia descartada para <em><strong>Minions &amp; Monstros</strong></em> — uma sequência que começaria no Big Bang, com pontos amarelos saltando de planeta em planeta até chegar à Terra e participar da formação da Lua. “Basicamente, queríamos dizer que a origem de tudo isso são os próprios <strong>Minions</strong>. Mas foi considerado um pouco fora do assunto para o tipo de filme que queríamos fazer. Talvez usemos isso em outro filme da franquia no futuro&#8221;.</p> <h2>2. Os Minions podem morrer?</h2> <p>Ao longo de todos os filmes da franquia, os <strong>Minions</strong> já foram explodidos, atropelados, enforcados e lançados ao espaço sideral — e, ainda assim, nunca pareceram correr risco real de desaparecer. Mas afinal, os <strong>Minions</strong> podem morrer?</p> <p><strong>Coffin</strong> foi categórico: “Não&#8221;. E explicou, com o mesmo bom humor que permeia os filmes: “Tentamos várias vezes, mas eles parecem voltar à vida toda vez, por algum motivo. Então, presumo que eles não podem morrer&#8221;.</p> <h2>1. Os Minions trabalharam para Hitler durante a Segunda Guerra Mundial?</h2> <p>Essa é a pergunta mais delicada das três e nasce diretamente das premissas estabelecidas pela própria franquia. Em <em><strong>Minions</strong></em>, os personagens são apresentados como criaturas que sempre buscaram servir ao líder mais malvado de cada época — de um faraó egípcio a <strong>Napoleão Bonaparte</strong>. Para contornar a questão óbvia sobre o que aconteceu na década de 1940, o filme recorreu a um artifício narrativo conveniente: os <strong>Minions</strong> se esconderam em uma caverna de 1812 a 1968, pulando elegantemente toda a Segunda Guerra Mundial.</p> <p>Só que <em><strong>Minions &amp; Monstros</strong></em> complica o cenário ao revelar a existência de múltiplas tribos de <strong>Minions</strong>, o que significa que o argumento da caverna vale apenas para um grupo. <strong>Coffin</strong> foi confrontado diretamente com a pergunta sobre se alguma dessas outras tribos poderia ter trabalhado para <strong>Adolf Hitler</strong>. “Eu sabia que você ia me fazer essa pergunta. Envergonhe-se”, disse o diretor, rindo. Depois de uma pausa, completou: “Então, os <strong>Minions</strong> que conhecemos no primeiro filme estavam presos na caverna. Os do novo filme, eu não sei onde estavam, mas não faziam parte da <a href="https://bighistory.org/whatisbighistory/" target="_blank" rel="noopener">Grande História</a> ”, finalizou <strong>Coffin</strong>, deixando claro que os personagens não trabalharam para <strong>Hitler</strong>.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/o-terror-que-custou-menos-de-us-1-milhao-e-ja-faturou-mais-de-400-vezes-o-seu-orcamento/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: O terror que custou menos de US$ 1 milhão e já faturou mais de 400 vezes o seu orçamento</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/bam-margera-descarta-reuniao-com-jackass-nunca-mais-quero-ve-los-na-minha-vida/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Bam Margera descarta reunião com ‘Jackass’: ‘Nunca mais quero vê-los na minha vida’</strong></a></p> <p><!-- notionvc: f6abc3c3-f834-4dd7-b677-14e87bde5330 --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/criadores-dos-minions-respondem-as-perguntas-mais-especificas-que-a-internet-faz-sobre-os-personagens/">Criadores dos Minions respondem às perguntas mais específicas que a internet faz sobre os personagens</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  6. Por que ‘Os Simpsons’ parou de satirizar a política americana, segundo o showrunner

    Sat, 11 Jul 2026 14:00:25 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/07/os-simpsons-acabara-quando-trump-morrer-diz-criador-entenda.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Donald Trump em Os Simpsons (Foto: Reprodução)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p> <p>Matt Selman diz que o longo ciclo de produção da série impede respostas rápidas aos acontecimentos do dia</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/por-que-os-simpsons-parou-de-satirizar-a-politica-americana-segundo-o-showrunner/">Por que ‘Os Simpsons’ parou de satirizar a política americana, segundo o showrunner</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/07/os-simpsons-acabara-quando-trump-morrer-diz-criador-entenda.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Donald Trump em Os Simpsons (Foto: Reprodução)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p><a href="https://rollingstone.com.br/tags/simpsons/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Os Simpsons</strong></em></a> está no ar desde 1989 e já satirizou presidentes americanos como <strong>Bill Clinton</strong> e <strong>George Bush</strong>, mas, nos últimos anos, tem se mantido deliberadamente afastado de críticas diretas à administração de <strong>Donald Trump</strong>. Em entrevista à <a href="https://www.nme.com/news/tv/the-simpsons-showrunner-explains-why-they-avoid-politics-just-watch-south-park-3955645" target="_blank" rel="noopener"><em>NME</em></a>, <strong>Matt Selman</strong> explicou o motivo, com uma resposta seca: “Assistam <a href="com.br/tags/south-park/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>South Park</strong></em></a>”.</p> <p>A justificativa prática passa pelo próprio processo de produção. Diferentemente de programas de comédia ao vivo ou de animações com ciclos mais curtos, os episódios de <em><strong>Os Simpsons</strong></em> são escritos com meses de antecedência, o que torna quase impossível reagir com rapidez às crises e polêmicas do momento. “É difícil para nós por causa do nosso prazo de produção, mas eles conseguem responder à crise do dia”, disse <strong>Selman</strong>, referindo-se à capacidade de <em><strong>South Park</strong></em> abordar eventos atuais com muito mais velocidade.</p> <p>Ainda assim, <strong>Selman</strong> fez questão de dizer que a série não está se esquivando da realidade política. “Contamos histórias sobre uma família no mundo moderno, então mostramos como a política os afeta. Não estamos nos afastando do que está acontecendo de forma alguma. É muito importante mostrar como o nosso país dividido afeta pessoas reais”, afirmou. A diferença, segundo ele, está na abordagem: enquanto <em><strong>Os Simpsons</strong></em> trata o tema de forma mais ampla e estrutural, <em><strong>South Park</strong></em> vai direto ao ponto com a “tragédia inacreditável da semana”, como definiu.</p> <p>Para <strong>Selman</strong>, os dois programas não são rivais, são complementares. “Sinto que as séries se complementam. Nunca vamos ser mais <em><strong>South Park</strong></em> do que o <em><strong>South Park</strong></em>”, disse, reconhecendo a capacidade singular do programa criado por <strong>Trey Parker</strong> e <strong>Matt Stone</strong> de satirizar eventos contemporâneos de maneira imediata e sem filtros.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/os-simpsons-erram-previsao-sobre-mexico-na-copa-do-mundo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Os Simpsons erram previsão sobre México na Copa do Mundo</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/por-que-dialogos-de-a-odisseia-usam-ingles-moderno-christopher-nolan-explica/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Por que diálogos de ‘A Odisseia’ usam inglês moderno? Christopher Nolan explica</strong></a></p> <p><!-- notionvc: 722f4676-11be-4919-bf9f-c2b239791950 --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/por-que-os-simpsons-parou-de-satirizar-a-politica-americana-segundo-o-showrunner/">Por que ‘Os Simpsons’ parou de satirizar a política americana, segundo o showrunner</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  7. Peppino di Capri, ícone da música italiana e voz de ‘Champagne’, morre aos 86 anos

    Sat, 11 Jul 2026 13:02:59 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/peppino-di-capri-Tommaso-Boddi-WireImage-foto-jornalistica-139381027-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Peppino Di Capri" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/peppino-di-capri-Tommaso-Boddi-WireImage-foto-jornalistica-139381027-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/peppino-di-capri-Tommaso-Boddi-WireImage-foto-jornalistica-139381027-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/peppino-di-capri-Tommaso-Boddi-WireImage-foto-jornalistica-139381027-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/peppino-di-capri-Tommaso-Boddi-WireImage-foto-jornalistica-139381027-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/peppino-di-capri-Tommaso-Boddi-WireImage-foto-jornalistica-139381027.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Cantor e pianista nascido na ilha de Capri vendeu 35 milhões de discos em quase sete décadas de carreira, venceu o Festival de Sanremo duas vezes e chegou a dividir o palco com os Beatles</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/peppino-di-capri-icone-da-musica-italiana-e-voz-de-champagne-morre-aos-86-anos/">Peppino di Capri, ícone da música italiana e voz de ‘Champagne’, morre aos 86 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/peppino-di-capri-Tommaso-Boddi-WireImage-foto-jornalistica-139381027-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Peppino Di Capri" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/peppino-di-capri-Tommaso-Boddi-WireImage-foto-jornalistica-139381027-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/peppino-di-capri-Tommaso-Boddi-WireImage-foto-jornalistica-139381027-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/peppino-di-capri-Tommaso-Boddi-WireImage-foto-jornalistica-139381027-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/peppino-di-capri-Tommaso-Boddi-WireImage-foto-jornalistica-139381027-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/peppino-di-capri-Tommaso-Boddi-WireImage-foto-jornalistica-139381027.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>A ilha de Capri perdeu, neste sábado, 11, o artista que levou seu nome ao mundo. <strong>Peppino di Capri</strong>, um dos maiores nomes da música popular italiana do século 20, morreu aos 86 anos em Villa Castiglione, na mesma ilha onde nasceu e viveu até o fim. Segundo o jornal napolitano <a href="https://www.ilmattino.it/schede/peppino_di_capri_morto_re_musica_italiana_ultime_notizie-9645162.html" target="_blank" rel="noopener"><em>Il Mattino</em></a>, o cantor enfrentava uma longa doença. A notícia foi confirmada em sua própria rede social, acompanhada de uma foto e de uma legenda simples: “Tchau, Peppino”.</p> <blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DapVZ-jsmKm/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"> <div style="padding: 16px;"> <p>&nbsp;</p> <div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div> </div> </div> <div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div> <div style="padding-top: 8px;"> <div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">View this post on Instagram</div> </div> <div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"> <div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div> </div> <div style="margin-left: 8px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div> </div> <div style="margin-left: auto;"> <div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div> </div> </div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div> </div> <p>&nbsp;</p> <p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DapVZ-jsmKm/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">A post shared by Peppino Di Capri (@peppinodicapri_official)</a></p> </div> </blockquote> <p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p> <p>Nascido <strong>Giuseppe Faiella</strong> em 27 de julho de 1939, completaria 87 anos no próximo mês. Os primeiros passos na música aconteceram cedo — muito cedo: aos quatro anos, em 1943, ainda em plena Segunda Guerra Mundial, tocou piano para soldados americanos estacionados na ilha. Anos depois, em 1958, adotou o nome artístico ao lado de sua banda, os <strong>Rockers</strong>, e logo emplacou o primeiro sucesso.</p> <p>Ao longo de quase sete décadas de carreira, gravou 54 álbuns e vendeu 35 milhões de discos, uma das trajetórias mais longas e consistentes da música italiana. Canções como “<strong>Champagne</strong>”, “<strong>Roberta</strong>”, “<strong>Luna Caprese</strong>” e “<strong>Il Sognatore</strong>” entraram definitivamente na memória coletiva do país. “<strong>Roberta</strong>”, em particular, teria impulsionado uma onda de registros com esse nome na Itália.</p> <p>No Festival de Sanremo, principal concurso de música popular do país e um dos eventos culturais mais assistidos da televisão italiana, <strong>Peppino di Capri</strong> participou de 15 edições ao longo de quase quatro décadas e venceu duas vezes: em 1973, com “<strong>Un Grande Amore e Niente Più</strong>”, e em 1976, com “<strong>Non Lo Faccio Più</strong>”. Em 2023, foi homenageado no palco do Teatro Ariston com um prêmio pelo conjunto da obra e recebeu uma dupla ovação de pé. “Fazia tempo que eu esperava esse momento, finalmente chegou&#8230; Antes tarde do que nunca”, brincou na ocasião.</p> <p>Um dos episódios mais marcantes de sua trajetória ocorreu em junho de 1965, quando se tornou o único cantor italiano a se apresentar como atração de abertura dos <strong>Beatles</strong> durante a turnê da banda pela Itália, com shows em Milão, Gênova e Roma. O artista também foi o primeiro a fazer sucesso com um twist, dança derivada do rock and roll, no início dos anos 1960.</p> <p><strong>Peppino di Capri</strong> deixa três filhos: <strong>Igor</strong>, do primeiro casamento com <strong>Roberta Stoppa</strong>, e <strong>Edoardo</strong> e <strong>Dario</strong>, do casamento com <strong>Giuliana Gagliardi</strong>, morta em 2019. O funeral será realizado neste domingo, 12, às 17h, na antiga Catedral de Santo Stefano, na praça central de Capri, a mesma ilha que lhe deu o nome artístico, abrigou toda a sua vida e agora se despede dele.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/rolling-stones-foreign-tongues-resenha-review/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: ‘Foreign Tongues’ é mais um capítulo vencedor na carreira dos Rolling Stones</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/filha-de-scorsese-chorou-ao-ler-o-roteiro-de-what-happens-at-night/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Filha de Scorsese chorou ao ler o roteiro de ‘What Happens at Night’: ‘Muito pessoal’</strong></a></p> <p><!-- notionvc: d34a6b00-b2e1-4050-820a-062276ebf659 --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/peppino-di-capri-icone-da-musica-italiana-e-voz-de-champagne-morre-aos-86-anos/">Peppino di Capri, ícone da música italiana e voz de ‘Champagne’, morre aos 86 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  8. Justin Bieber disponibiliza shows do Coachella 2026 no YouTube de forma permanente

    Sat, 11 Jul 2026 13:00:47 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/justin-bieber-Kevin-Mazur-Getty-Images-Coachella-foto-jornalistica-2272111780-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Justin Bieber" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/justin-bieber-Kevin-Mazur-Getty-Images-Coachella-foto-jornalistica-2272111780-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/justin-bieber-Kevin-Mazur-Getty-Images-Coachella-foto-jornalistica-2272111780-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/justin-bieber-Kevin-Mazur-Getty-Images-Coachella-foto-jornalistica-2272111780-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/justin-bieber-Kevin-Mazur-Getty-Images-Coachella-foto-jornalistica-2272111780-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/justin-bieber-Kevin-Mazur-Getty-Images-Coachella-foto-jornalistica-2272111780.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Apresentações dos dois fins de semana entram no canal oficial do artista; versões ao vivo de ‘SWAG’ também chegaram ao streaming</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/justin-bieber-disponibiliza-shows-do-coachella-2026-no-youtube-de-forma-permanente/">Justin Bieber disponibiliza shows do Coachella 2026 no YouTube de forma permanente</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/justin-bieber-Kevin-Mazur-Getty-Images-Coachella-foto-jornalistica-2272111780-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Justin Bieber" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/justin-bieber-Kevin-Mazur-Getty-Images-Coachella-foto-jornalistica-2272111780-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/justin-bieber-Kevin-Mazur-Getty-Images-Coachella-foto-jornalistica-2272111780-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/justin-bieber-Kevin-Mazur-Getty-Images-Coachella-foto-jornalistica-2272111780-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/justin-bieber-Kevin-Mazur-Getty-Images-Coachella-foto-jornalistica-2272111780-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/05/justin-bieber-Kevin-Mazur-Getty-Images-Coachella-foto-jornalistica-2272111780.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Os fãs de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/justin-bieber/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Justin Bieber</strong></a> agora podem rever, sem prazo para sair do ar, os dois shows que o cantor fez no <a href="https://rollingstone.com.br/musica/justin-bieber-leva-the-kid-laroi-e-dijon-ao-palco-no-coachella-2026/" target="_blank" rel="noopener">Coachella 2026</a>. As apresentações dos dois fins de semana foram publicadas no canal oficial do artista no <strong>YouTube</strong> e, segundo a plataforma, permanecerão disponíveis permanentemente, algo incomum para performances do festival, que normalmente ficam restritas às transmissões ao vivo.</p> <p>Além dos vídeos completos, <a href="https://rollingstone.com.br/musica/justin-bieber-lanca-album-ao-vivo-de-show-no-coachella/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Bieber</strong> lançou as versões em áudio dos shows nas principais plataformas de áudio</a>. Os álbuns <em><strong>SWAG Live From Coachella (Weekend I)</strong></em> e <em><strong>SWAG Live From Coachella (Weekend II)</strong></em> reúnem interpretações ao vivo das faixas de <em><strong>SWAG</strong></em>, trabalho mais recente do cantor, ampliando a experiência para quem acompanhou — ou quer revisitar — as apresentações.</p> <p>O primeiro show chamou atenção pela proposta visual e performática, com <strong>Bieber</strong> explorando elementos de metalinguagem ao incorporar recursos tecnológicos ao espetáculo. Já a segunda apresentação contou com participações especiais de <strong>SZA</strong>, <strong>Dijon</strong> e <strong>Sexyy Red</strong>, deixando o repertório ainda mais diverso ao longo da noite.</p> <p><iframe loading="lazy" title="Justin Bieber - LIVE FROM COACHELLA (Weekend II) Full Set" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/5fspuy3L7Ag?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>E embora ainda não haja informações sobre uma nova turnê ou outros shows, <strong>Justin Bieber</strong> já tem um compromisso confirmado para este mês. O artista participará do espetáculo do intervalo da final da Copa do Mundo de 2026, marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A apresentação também <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/madonna-shakira-e-bts-farao-o-primeiro-show-do-intervalo-da-final-de-uma-copa-do-mundo/" target="_blank" rel="noopener">reunirá <strong>Madonna</strong>, <strong>Shakira</strong> e o <strong>BTS</strong></a>, com curadoria de <strong>Chris Martin</strong>, vocalista do <strong>Coldplay</strong>, marcando a estreia de <strong>Bieber</strong> em um show do intervalo da decisão do torneio.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/lista-albuns-justin-bieber/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Qual é o melhor álbum de Justin Bieber? Os 10 discos ranqueados do pior ao melhor, segundo a Rolling Stone</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/levantamento-mostra-que-shows-do-justin-bieber-no-coachella-geraram-8-anos-de-videos-em-celulares/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Levantamento mostra que shows do Justin Bieber no Coachella geraram 8 anos de vídeos em celulares</strong></a></p> <p><!-- notionvc: 92be5083-1264-4fc4-a08e-e4e035575912 --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/justin-bieber-disponibiliza-shows-do-coachella-2026-no-youtube-de-forma-permanente/">Justin Bieber disponibiliza shows do Coachella 2026 no YouTube de forma permanente</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  9. LPT Zlatan e o lado B de ‘Meu Dinheiro, Minhas Regras’: os mesmos vocais, um universo diferente

    Sat, 11 Jul 2026 12:05:28 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lpt-zlatan-divulgacao-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="LPT Zlatan" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lpt-zlatan-divulgacao-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lpt-zlatan-divulgacao-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lpt-zlatan-divulgacao-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lpt-zlatan-divulgacao-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lpt-zlatan-divulgacao.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Como o artista entregou sua voz aos produtores e descobriu que confiança é o maior risco criativo</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/lpt-zlatan-e-o-lado-b-de-meu-dinheiro-minhas-regras-os-mesmos-vocais-um-universo-diferente/">LPT Zlatan e o lado B de ‘Meu Dinheiro, Minhas Regras’: os mesmos vocais, um universo diferente</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lpt-zlatan-divulgacao-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="LPT Zlatan" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lpt-zlatan-divulgacao-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lpt-zlatan-divulgacao-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lpt-zlatan-divulgacao-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lpt-zlatan-divulgacao-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/lpt-zlatan-divulgacao.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Depois do sucesso estrondoso de <em><strong>Meu Dinheiro, Minhas Regras</strong></em> — mixtape de 14 faixas lançada em janeiro de 2026, que rapidamente somou 20 milhões de plays, e levou <strong>LPT Zlatan</strong> a 1,5 milhão de ouvintes mensais — parecia haver uma certeza: o projeto tinha dito tudo o que precisava dizer. A ideia estava fechada, era um ponto final.</p> <p>Mas, em junho, quando os produtores <strong>Kiell</strong> e <strong>Wall Hein</strong> começaram a remixar as canções lançadas, transformando as faixas em <em>drum n bass</em>, <em>UK garage</em> e <em>house</em>, foi aí que <strong>Zlatan</strong> percebeu que tinha se enganado e que havia mais uma oportunidade à vista.</p> <p>Mas desde o começo estava claro: não haveria regravação. <strong>Zlatan</strong> não voltaria ao estúdio para fazer “versões perfeitas” das linhas sobre novas batidas. Ia apenas confiar que os produtores pegariam aquela voz — a matéria-prima já existente — e a transformariam em algo que <strong>Zlatan</strong>, sozinho, não conseguiria imaginar. Um risco criativo que poucos artistas topam correr justamente quando acabam de consolidar uma identidade. <strong>Zlatan</strong> topou.</p> <p>Para alguém que acabara de firmar uma assinatura tão clara, isso era um ato de fé radical. Permitir que a voz, construída em batalhas de rima, em estúdios improvisados, em cada faixa de <em><strong>Meu Dinheiro, Minhas Regras</strong></em>, fosse manipulada, distorcida e acelerada era abrir mão da certeza.</p> <p>O modo de operação de <strong>Kiell</strong> e <strong>Wall Hein</strong> era, ao mesmo tempo, simples e complexo. “Pegaram a voz, colocam no tempo, ajustaram o tom e deram um toque à mais”, contou <strong>Zlatan</strong> em entrevista exclusiva à <a href="https://rollingstone.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Rolling Stone Brasil</strong></em></a>.</p> <p><iframe loading="lazy" title="3. LPT Zlatan - Meu Dinheiro, Minhas Regras DnB (MDMR LADO B - DJ SET)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xzlM4GP2nPE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <h2>A confiança como ato de rendição</h2> <p>O que poucos artistas percebem nesse momento da carreira — quando finalmente conquistam autonomia — é que render-se às experimentações de terceiros não é sinal de fraqueza. <strong>Zlatan</strong> entendeu isso ao encarar a responsabilidade que veio junto com o sucesso. “Responsabilidade com tudo, né? É como se, na minha cabeça, fosse uma régua. Então a gente precisa manter o jogo: manter a constância, manter a comunicação”, refletiu. “Dá uma amplitude de criatividade, porque as pessoas ali querem mesmo que você faça coisas diferentes”, continuou. A liberdade vinha justamente da responsabilidade de sustentar aquilo tudo de pé.</p> <p>Quando os primeiros remixes chegaram, a reação foi de surpresa genuína. “Para mim, foi da hora; foi uma surpresa”. Mas também havia inconformismo: “Eu queria ter conseguido fazer um trabalho — pelo menos um — que soasse novo”. A tentação era sempre voltar ao controle, mas, quando de fato começou a ouvir os remixes prontos, algo virou: “No meio, quando eu comecei a ouvir, achei do c*ralho. Depois, foi se construindo a ideia e ficou perfeito do jeito que ficou”.</p> <p>Escolher quais faixas ganhariam remix também exigiu desprendimento. <strong>Zlatan</strong> poderia ter transformado as 14, mas preferiu recortar. “A gente até fez de outras também, mas a gente acha que não ficou tão bom”, reflete com sinceridade. Assim, apenas sete sobreviveram: “As que soaram melhor pra gente, que a gente vai soltar”. Entre elas, as transformações mais radicais foram em “<strong>Meu Dinheiro, Minhas Regras</strong>”, que ganhou outra dimensão no <em>drum n bass</em>, junto com “<strong>Jogar o Jogo</strong>” e “<strong>Vou Continuar</strong>”; já “<strong>123 Glock</strong>” e “<strong>Bebeto e Romário</strong>” foram para o lado do <em>house</em>.</p> <p><iframe loading="lazy" title="7. LPT ZLATAN - Bebeto e Romário House (MDMR LADO B - DJ SET)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/B2h-kRTBJoI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <h2>O universo se expande</h2> <p>O que <strong>Zlatan</strong> percebeu era que deixar transformar ia expandir seus horizontes. Havia expectativa de que “se não é trap, não é <strong>Zlatan</strong>”, mas havia aprendido que controlar a mensagem era menos importante do que permitir que ela chegasse. “Vou conquistar com público novo, porque tem essa galera que gosta desse ritmo mesmo mais balançante”, respondeu. “E as músicas vão tocar em várias ocasiões, no carro, na balada, no fone”.</p> <p>Mas, mais que isso, <strong>Zlatan</strong> descobriu que essa expansão o levaria para frente. “A gente tem vários planos, então vamos ver como que vai ser essa sequência dos nossos trabalhos, mas eu quero me aprofundar no gênero”, afirmou. “Quero colaborar com artistas também já que são envolvidos com o ritmo, para que eu consiga a ter novos conselhos para que eu me adeque mais rápido com o ritmo, tá ligado? E possa me sair melhor”.</p> <p><em><strong>Meu Dinheiro, Minhas Regras &#8211; Remix</strong></em> é a prova sonora de que verdadeira autonomia não é nunca isolamento. É confiança tão profunda em sua própria identidade que você consegue permitir que seja completamente transformada — e sair do outro lado ainda sendo você. Os vocais são os mesmos. O universo é diferente. E nessa diferença habita a liberdade real. A verdade que <strong>Zlatan</strong> descobriu era simples: a melhor forma de dominar algo era deixar ser dominado por ele primeiro. Que a melhor forma de ser autêntico era render-se completamente.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/budah-e-frequencia-lunar-entre-a-perfeicao-e-o-desapego/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Budah e ‘Frequência Lunar’: entre a perfeição e o desapego</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/rael-e-o-reencontro-com-o-mc-que-ficou-adormecido-ele-tava-por-ai-tirando-onda/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Rael e o reencontro com o MC que ficou adormecido: ‘Ele tava por aí tirando onda’</strong></a></p> <p><!-- notionvc: 17aa8696-8301-4b8a-b9db-0bc21058b1d1 --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/lpt-zlatan-e-o-lado-b-de-meu-dinheiro-minhas-regras-os-mesmos-vocais-um-universo-diferente/">LPT Zlatan e o lado B de ‘Meu Dinheiro, Minhas Regras’: os mesmos vocais, um universo diferente</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  10. ‘O Drama’, com Zendaya e Robert Pattinson, estreia no streaming

    Fri, 10 Jul 2026 21:02:56 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-Drama-com-Zendaya-e-Robert-Pattinson-estreia-no-streaming-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-Drama-com-Zendaya-e-Robert-Pattinson-estreia-no-streaming-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-Drama-com-Zendaya-e-Robert-Pattinson-estreia-no-streaming-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-Drama-com-Zendaya-e-Robert-Pattinson-estreia-no-streaming-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-Drama-com-Zendaya-e-Robert-Pattinson-estreia-no-streaming-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-Drama-com-Zendaya-e-Robert-Pattinson-estreia-no-streaming.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Na novidade, a relação e os planos perfeitos de casamento de um casal são colocados à prova quando um chocante segredo vem à tona</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/o-drama-estreia-streaming-prime-video/">&#8216;O Drama&#8217;, com Zendaya e Robert Pattinson, estreia no streaming</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-Drama-com-Zendaya-e-Robert-Pattinson-estreia-no-streaming-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-Drama-com-Zendaya-e-Robert-Pattinson-estreia-no-streaming-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-Drama-com-Zendaya-e-Robert-Pattinson-estreia-no-streaming-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-Drama-com-Zendaya-e-Robert-Pattinson-estreia-no-streaming-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-Drama-com-Zendaya-e-Robert-Pattinson-estreia-no-streaming-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/07/O-Drama-com-Zendaya-e-Robert-Pattinson-estreia-no-streaming.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Antes disponível apenas para compra e aluguel em diferentes plataformas digitais, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/o-drama"><strong><em>O Drama</em></strong></a>, novo e polêmico longa de <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal"><a href="https://rollingstone.com.br/tags/kristoffer-borgli"><strong>Kristoffer Borgli</strong></a> (<em>O Homem dos Sonhos</em>),</span></span> estrelado por <strong><a href="https://rollingstone.com.br/tags/zendaya/"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Zendaya</span></span></a></strong> (<em>Homem-Aranha: Sem Volta Para</em> Casa) e <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal"><strong><a href="https://rollingstone.com.br/tags/robert-pattinson/">Robert Pattinson</a></strong></span></span> (<em>The Batman</em>), acaba de estrear no streaming. Mas onde assistir à novidade? Descubra a seguir:</p> <h2>Qual é a história de <em>O Drama</em>?</h2> <p>Em <strong><em>O Drama</em></strong>, que é definida como uma &#8220;comédia romântica sombria&#8221;, a relação e os planos perfeitos de casamento de <strong>Emma </strong>(<strong>Zendaya</strong>) e <strong>Charlie </strong>(<strong>Robert Pattinson</strong>) são colocados à prova quando um chocante segredo vem à tona apenas dias antes da cerimônia.</p> <p>Além de <strong>Zendaya </strong>e <strong>Robert Pattinson</strong>, o elenco de <em><strong>O Drama</strong> </em>ainda conta com <strong>Mamoudou Athie</strong> (<em>Jurassic World: Domínio</em>), <strong>Alana Haim</strong> (<em>Uma Batalha Após a Outra</em>) e <strong>Jordyn Curet</strong> (<em>Home Economics</em>).</p> <h2>Onde assistir a <em>O Drama</em>?</h2> <p><em><strong>O Drama</strong></em> está disponível no catálogo do Prime Video, sem custos adicionais para os assinantes do serviço de streaming. Assista ao trailer da novidade a seguir:</p> <p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/zvTv3-SDjDo" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p> <p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/o-drama-critica/"><em>O Drama</em> guarda segredo que o torna um dos filmes mais desconfortáveis do ano</a></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/o-drama-estreia-streaming-prime-video/">&#8216;O Drama&#8217;, com Zendaya e Robert Pattinson, estreia no streaming</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>