<p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/chuwi-Mindy-Small-Getty-Images-foto-jornalistica-2246610628-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Chuwi" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/chuwi-Mindy-Small-Getty-Images-foto-jornalistica-2246610628-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/chuwi-Mindy-Small-Getty-Images-foto-jornalistica-2246610628-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/chuwi-Mindy-Small-Getty-Images-foto-jornalistica-2246610628-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/chuwi-Mindy-Small-Getty-Images-foto-jornalistica-2246610628-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/chuwi-Mindy-Small-Getty-Images-foto-jornalistica-2246610628.jpg 1920w" sizes="(max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p>
<p>Quarteto de Isabela colaborou em "Weltita" e agora percorre América Latina levando mistura de ritmos caribenhos tradicionais com sonoridade contemporânea</p>
<p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/conheca-chuwi-a-banda-porto-riquenha-que-vem-abrindo-os-shows-do-bad-bunny/">Conheça Chuwi, a banda porto-riquenha que vem abrindo os shows do Bad Bunny</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
<p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/chuwi-Mindy-Small-Getty-Images-foto-jornalistica-2246610628-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Chuwi" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/chuwi-Mindy-Small-Getty-Images-foto-jornalistica-2246610628-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/chuwi-Mindy-Small-Getty-Images-foto-jornalistica-2246610628-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/chuwi-Mindy-Small-Getty-Images-foto-jornalistica-2246610628-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/chuwi-Mindy-Small-Getty-Images-foto-jornalistica-2246610628-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/chuwi-Mindy-Small-Getty-Images-foto-jornalistica-2246610628.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Quem esteve no Allianz Parque, em São Paulo, na noite de 20 de fevereiro viu uma banda simpática tocar antes de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Bad-Bunny/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Bad Bunny</strong></a>: <strong>Chuwi</strong>, uma banda porto-riquenha de quatro integrantes, que representam exatamente o tipo de artista que <strong>Benito</strong> vem promovendo: autênticos, enraizados em tradições caribenhas, politicamente conscientes e com música boa.</p>
<p>Formada pelos irmãos <strong>Lorén Aldarondo</strong> (25 anos, vocal), <strong>Wester Aldarondo</strong> (23, guitarra/produção) e <strong>Willy Aldarondo</strong> (29, percussão/produção), mais o amigo próximo <strong>Adrián López</strong> (23, teclados/percussão), <strong>Chuwi</strong> nasceu em 2019 em Isabela, cidade no noroeste de Porto Rico longe do eixo urbano da capital San Juan.</p>
<p>Foi esse cenário que ofereceu aos irmãos <strong>Aldarondo</strong> uma infância imersa em música de formas que raramente aconteceriam na capital: guitarra sempre disponível na sala de casa para experimentações, cultos religiosos aos domingos funcionando como verdadeira escola informal de harmonia vocal e ritmo, tradições como as “matutinas” natalinas onde vizinhos percorriam a comunidade cantando plenas porto-riquenhas de porta em porta durante a madrugada. <strong>Wester</strong> relembra essas noites com afeto especial, com grupos acordando casas de surpresa, celebrando em conjunto através de música que atravessa gerações. Ao mesmo tempo, a família nunca limitou a escuta apenas ao tradicional: o pai era fã devoto dos <strong>Beatles</strong>, garantindo que clássicos do rock britânico dividissem espaço com <strong>Lady Gaga</strong> e outros nomes do pop global, como explicaram em entrevista à <a href="https://glamour.globo.com/entretenimento/musica/noticia/2026/02/chuwi-alem-de-weltita-conheca-a-banda-porto-riquenha-que-acompanha-bad-bunny-na-america-latina.ghtml" target="_blank" rel="noopener"><em>Glamour</em></a>. Essa dualidade entre raízes caribenhas profundas e abertura para referências mundiais moldou a abordagem musical de <strong>Chuwi</strong>, que hoje transita entre plena, bomba, salsa e rumba sem soar folclórico, incorporando produção eletrônica contemporânea sem perder a visceral conexão com as tradições.</p>
<p>Por anos, essa prática funcionou como hobby, até a pandemia de 2020 chegar e mudar isso. Com todos confinados e rotinas suspensas, <strong>Willy</strong>, <strong>Wester</strong> e <strong>Lorén</strong> transformaram essas sessões informais em gravações estruturadas pela primeira vez. O material inicial foi compartilhado apenas com amigos próximos e família, mas a reação entusiasmada os surpreendeu. Músicas começaram a circular organicamente entre pessoas conectadas à cena musical de Porto Rico e, inesperadamente, convites para tocar ao vivo chegaram. Foi aí que <strong>Adrián López</strong> entrou. Amigo de <strong>Wester</strong> desde a adolescência e percussionista formado, ele deveria ser solução temporária. Porém, a química entre os quatro provou-se forte demais para ser apenas pontual e ele está no grupo até hoje.</p>
<h2>A virada de chave</h2>
<p>Entre 2019 e 2024, <strong>Chuwi</strong> dedicou-se a construir presença na cena independente porto-riquenha. Tocaram em bares pequenos, desenvolveram repertório próprio, refinaram identidade sonora através de experimentação constante. Com esse trabalho consistente e discreto, eles chamaram a atenção de quem mudaria a trajetória deles para sempre: <strong>Bad Bunny</strong>, que estava desenvolvendo faixas para <em><strong>Debí Tirar Más Fotos</strong></em> (2025) e tinha um demo instrumental que, na visão dele, combinava perfeitamente com a estética da banda. A proposta inicial era simples — adicionar elementos ao track. Mas quando <strong>Chuwi</strong> perguntou se podiam experimentar livremente com a produção, receosos de mexer demais em música de um dos artistas mais bem-sucedidos do planeta, a resposta surpreendeu pela abertura total: não apenas permitiu mas incentivou que fossem longe nas ideias sem medo.</p>
<p>Com a luz verde dada, <strong>Chuwi</strong> transformou completamente o demo. Adicionaram camadas densas de percussão tradicional porto-riquenha, texturas eletrônicas sutis, reestruturaram a composição levando a música para território radicalmente diferente do ponto de partida. Quando chegou o momento de apresentar o resultado, o nervosismo retornou com força — e se <strong>Bad Bunny</strong> odiasse e a colaboração morresse ali? O oposto aconteceu. Não só aprovou a direção como mergulhou no processo criativo colaborativo, desenvolvendo versos e integrando a voz de <strong>Lorén</strong> estrategicamente. E então, <strong>“Weltita”</strong> estava pronta.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="BAD BUNNY ft. Chuwi - WELTiTA (Video Oficial) | DeBÍ TiRAR MáS FOToS" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/vmbyVU9w47Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O impacto da colaboração foi transformador de todas as formas possíveis. A faixa acumulou milhões de streams rapidamente, introduzindo <strong>Chuwi</strong> a uma audiência global que nunca os descobriria através de canais tradicionais de música independente. Mais importante que os números, porém, foi a legitimação: estar em álbum de <strong>Bad Bunny</strong> sinalizou para a indústria e o público que a banda merecia atenção séria. Convites começaram a chegar em cascata. Primeiro, participação na residência <strong>No Me Quiero Ir de Aquí</strong> em Porto Rico, série de shows onde <strong>Bad Bunny</strong> celebrou a ilha e a cultura local. Depois, aparição no <strong>Grammy Latino</strong> em novembro de 2025, performando ao lado de <strong>Benito</strong> para audiência de milhões. E finalmente, posição como banda de abertura oficial da <strong>DeBÍ TiRAR MáS FOToS World Tour</strong>, oportunidade que os levaria a palcos da América Latina, incluindo Brasil.</p>
<h2>Do Tiny Desk ao reconhecimento crítico</h2>
<p>Paralelo ao sucesso comercial junto a <strong>Bad Bunny</strong>, <strong>Chuwi</strong> também conquistou o coração de muitos depois do convite para gravar o <strong>Tiny Desk</strong>. Em Porto Rico, conseguir tal feito é momento de orgulho coletivo, validação cultural quando artista local alcança plataforma americana prestigiada. <strong>Lorén</strong> confessa que cada membro tem <strong>Tiny Desk</strong> favorito, que acompanham o projeto há anos prestando atenção em quais porto-riquenhos já participaram. “Quando artista novo de Porto Rico chega ao <strong>Tiny Desk</strong>, é explosão de amor e orgulho”, descreveu.</p>
<p>Para a gravação, a preparação foi meticulosa. Selecionaram repertório que mostrasse a amplitude de identidade musical — faixas que transitavam entre explosões rítmicas cheias de percussão e momentos contemplativos com harmonias delicadas, entre celebração e melancolia. Cada escolha foi discutida longamente porque queriam que o set contasse história coerente sobre quem são. A performance foi tão emocionalmente carregada que a equipe de produção comentou depois que nenhuma banda havia chorado tanto após finalizar a gravação.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Chuwi: Tiny Desk Concert" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/r3ZPhIZ6_bM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Turnê própria e próximos passos</h2>
<p>Com base de fãs estabelecida, <strong>Chuwi</strong> já tem os próximos passos planejados: construir trajetória completamente independente, com 16 shows solo pelos Estados Unidos, cobrindo Nova York, Miami, Los Angeles, Chicago e Las Vegas. Mas antes de conquistar o território americano, <strong>Chuwi</strong> já vem construindo catálogo próprio que vai muito além de <strong>“Weltita”</strong>. Faixas como <strong>“Tikiri”</strong> e <strong>“Tierra”</strong> mostram o grupo explorando diferentes facetas de identidade caribenha, enquanto <strong>“Falta Algo”</strong> — single mais recente — indica mergulho em ritmos cubanos e experimentação sonora que promete definir a próxima fase. O álbum completo está em desenvolvimento, e tudo indica que será declaração definitiva de quem <strong>Chuwi</strong> é quando não está dividindo os holofotes com <strong>Bad Bunny</strong>.</p>
<p>Para quem teve chance de ver a apresentação deles no Allianz Parque, ficou claro que <strong>Chuwi</strong> é banda que sabe criar conexão genuína com a plateia mesmo quando a maioria não conhece o repertório completo. A energia contagiante dos quatro no palco — <strong>Lorén</strong> comandando o vocal com presença carismática, <strong>Wester</strong> e <strong>Willy</strong> criando base rítmica hipnótica, <strong>Adrián</strong> adicionando camadas que fazem tudo ganhar corpo — transformou a abertura de show em momento memorável por si só. A simpatia natural do grupo, que entre músicas conversava com o público em espanhol e ria dos próprios momentos, mostrou que <strong>Chuwi</strong> não leva a fama a sério demais. São, acima de tudo, quatro amigos de Isabela que ainda não acreditam completamente que estão tocando para dezenas de milhares de pessoas do outro lado do mundo — e é justamente essa humildade autêntica que faz a diferença.</p>
<h2><strong>Rolling Stone Brasil — edição de colecionador Bad Bunny</strong></h2>
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<p>O artista mais ouvido no Spotify e vencedor do álbum internacional do ano segundo a <em><strong>Rolling Stone Brasil</strong></em>, <strong>Bad Bunny</strong>, estreia nos palcos nacionais com a sua <strong>“Debí Tirar Más Fotos World Tour”</strong>. Criamos um dossiê sobre a carreira de <strong>Benito Antonio Martinez Ocasio</strong>, artista que aponta suas bandeiras para a unificação da América em música, atitude e vibe.</p>
<p>Nesta edição especial impressa, a lista das 50 melhores canções do porto-riquenho, entrevista exclusiva histórica, análises do Halftime Show do Super Bowl e das apresentações em São Paulo.</p>
<p><em>“A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor”</em>, nos ensina Bad Bunny. Garanta seu exemplar em <a href="https://www.lojaperfil.com.br/rolling-stone/rolling-stone-especial-bad-bunny" target="_blank" rel="noopener"><strong>LojaPerfil.com.br</strong></a>.</p>
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<p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/brasil-finalmente-entendeu-que-sempre-foi-latino-gracas-a-bad-bunny/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Brasil finalmente entendeu que sempre foi latino — graças a Bad Bunny</strong></a></p>
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