<p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Willie-Colon-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Willie Colón no famoso clube novayorquino Copacabana (Foto: Bill Tompkins/Getty Images)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Willie-Colon-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Willie-Colon-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Willie-Colon-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Willie-Colon-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Willie-Colon.jpg 1920w" sizes="(max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p>
<p>O titã da música, que lançou mais de 40 álbuns, faleceu no sábado. Essas gravações mostram como ele moldou o gênero</p>
<p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/willie-colon-10-musicas-essenciais-do-grande-mestre-da-salsa-segundo-a-rolling-stone/">Willie Colón: 10 músicas essenciais do grande mestre da salsa, segundo Rolling Stone</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
<p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Willie-Colon-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Willie Colón no famoso clube novayorquino Copacabana (Foto: Bill Tompkins/Getty Images)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Willie-Colon-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Willie-Colon-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Willie-Colon-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Willie-Colon-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Willie-Colon.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><span dir="auto">A salsa teve inúmeros vocalistas de renome e instrumentistas virtuosos. Mas entre os artistas que definiram a rica e complexa especificidade do seu som estava </span><a href="https://rollingstone.com.br/tags/willie-colon/" target="_blank" rel="noopener"><strong><span dir="auto">Willie Colón</span></strong></a><span dir="auto">, que faleceu dia 21 de fevereiro. Ele tinha 75 anos.</span></p>
<p><span dir="auto">Assim como <strong>Eddie Palmieri</strong>,</span><span dir="auto"> que faleceu em agosto do ano passado, <strong>Colón</strong> surgiu na cidade de Nova York. Ambos eram </span><span dir="auto">fascinados</span><span dir="auto"> por suas raízes latinas e pela música afro-caribenha. Perceberam desde cedo que poderiam ajudar a expandir os limites da salsa, incorporando todos os estilos, da dissonância do funk ao esplendor sinfônico — ela poderia ser progressiva, rebelde e vibrante. <strong>Colón</strong> era o mais jovem dos dois e chocou a fundação tropical da cidade no final dos anos 60, quando apareceu nos clubes com um conjunto que incluía seus exuberantes riffs de trombone e um talentoso </span><em><span dir="auto">sonero</span></em><span dir="auto"> porto-riquenho chamado <strong>Héctor Lavoe</strong>. Nada foi como antes.</span></p>
<p><span dir="auto">A contribuição de <strong>Colón</strong> para a explosão da salsa nos anos 70 foi essencial. Ele gravou álbuns seminais com <strong>Lavoe</strong> e, mais tarde, com o poeta e cantor panamenho </span><a href="https://rollingstone.com.br/tags/ruben-blades/" target="_blank" rel="noopener"><strong><span dir="auto">Rubén Blades</span></strong></a><span dir="auto">. Produziu discos de<strong> Celia Cruz</strong>, <strong>Mon Rivera</strong> e <strong>Ismael</strong> <strong>Miranda</strong>, e reservou seus conceitos musicais mais refinados para uma fértil carreira solo, que conseguiu a proeza de ser simultaneamente artisticamente ambiciosa e comercialmente viável. Ele também foi astuto o suficiente para sobreviver ao declínio da </span><em><span dir="auto">salsa dura</span></em><span dir="auto"> e sua transição para a estética suave </span><em><span dir="auto">da salsa romântica</span></em><span dir="auto">. <strong>Colón</strong> continuou em turnê até o fim, gravando mais de 40 álbuns e deixando um legado de clássicos.</span></p>
<p>Aqui estão 10 faixas que servem como uma introdução ao seu gênio, incluindo seus maiores sucessos solo e algumas joias com <strong>Blades</strong> e <strong>Lavoe</strong>.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/s-jhq7HOSyY?si=FdPAZKTAnslOUBv6" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>1. “Che Che Colé” (1969)</h2>
<p>O momento exato em que <strong>Colón</strong> começa a levar a salsa para um território inexplorado: ele adapta uma canção infantil de Gana, transformando-a em um mega-hit urbano. Descolada, exuberante e deliciosamente crua, a música oferece o cenário perfeito para que a voz rouca de <strong>Héctor Lavoe</strong> brilhe. Não é de admirar que a geração mais velha se sentisse ameaçada por essa dupla de jovens rebeldes musicais.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/XKCD99urScc?si=4SMa5inMCZbHVQnO" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>2. “<span dir="auto">La Murga” (1970)</span></h2>
<p>P<span dir="auto">ara </span><strong><em><span dir="auto">Asalto Navideño</span></em></strong><span dir="auto">, o álbum de Natal latino mais transcendente de todos os tempos, <strong>Colón</strong> e <strong>Lavoe</strong> contaram com o toque autêntico do mestre da música folclórica porto-riquenha <strong>Yomo Toro</strong> no </span><em><span dir="auto">cuatro</span></em><span dir="auto">. Uma celebração da música folclórica panamenha, “<strong>La Murga</strong>” tornou-se lendária pela propulsão irregular de seus riffs de trombone.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/5jnqlUwhz40?si=GZIqaiYrLyo_uINj" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>3. “<span dir="auto">Cua Cua Ra, Cua Cua” (1975)</span></h2>
<p><span dir="auto"><strong>Colón</strong> e <strong>Lavoe</strong> fizeram turnês e gravaram incessantemente durante a primeira metade da década de 70, e sua música tornou-se cada vez mais cosmopolita, sempre em busca de um alcance maior. Quando gravou </span><em><span dir="auto"><strong>The Good, The Bad, The Ugly</strong></span></em><span dir="auto"> com <strong>Lavoe</strong>, <strong>Rubén Blade</strong>s e <strong>Yomo Toro</strong>, a mistura tropical de <strong>Colón</strong> incluía rock, funk e os sons do Brasil. Ele canta como vocalista principal nesta adorável versão de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/baden-powell/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Baden Powell</strong></a>, sua interpretação descontraída evocando travessura e saudade.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/qYkpURie5cU?si=WuEC4Us4AnNJ_eLc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>4. “<span dir="auto">Periódico de Ayer” (1976)</span></h2>
<p><strong>Colón</strong> foi fundamental para consolidar o som progressivo da salsa no final dos anos 70, e seu trabalho de produção nos primeiros trabalhos solo de <strong>Lavoe</strong> lhe deu a oportunidade de sonhar grande. Ele teria contratado uma seção de cordas do próprio bolso para esta joia de <strong>Tite Curet Alonso</strong>, criando uma interação emocionante entre cordas e metais. Pode ter surgido nos bairros de Nova York, mas, naquele momento, a salsa soava tão imponente quanto uma sinfonia clássica.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/ZJ4v1Lbx3-I?si=_PC3NSEeXZ9l6ov1" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>5. “<span dir="auto">Pedro Navaja” (1979)</span></h2>
<p><span dir="auto">O surgimento do prodígio panamenho <strong>Rubén Blades</strong> na cena da salsa nova-iorquina deu a <strong>Colón</strong> a oportunidade de colaborar com um compositor de alcance poético incomparável. Manifesto ideológico, </span><strong><em><span dir="auto">Siembra</span></em></strong><span dir="auto"><strong> </strong>também representou o ápice estético da revolução da salsa — com “<strong>Pedro Navaja</strong>” como seu hino indiscutível. As suaves camadas de trombone de <strong>Colón</strong> emolduram as referências intelectuais a <a href="https://rollingstone.com.br/tags/franz-kafka/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Kafka</strong></a> e <a href="https://rollingstone.com.br/tags/bertolt-brecht/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Bertolt Brecht</strong></a>, além do irresistível sarcasmo existencial de <strong>Blades</strong>.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/qoNrcSFZbWg?si=CeKF7y67Mht3zYUT" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>6. “<span dir="auto">Oh Qué Será?” (1981)</span></h2>
<p><span dir="auto">O rompimento devastador da parceria de <strong>Colón</strong> com <strong>Lavoe</strong> permitiu que ele desenvolvesse um novo e requintado som como artista solo: tendo reescrito as regras da salsa com resultados comerciais estrondosos, ele agora se sentia encorajado a se aventurar ainda mais nos limites. Esta grandiosa versão do sucesso de 1976 do mestre brasileiro <a href="https://rollingstone.com.br/tags/chico-buarque/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Chico</strong> <strong>Buarque</strong></a> é repleta de coros femininos exuberantes e uma seção de cordas épica. É aqui que o som da </span><em><span dir="auto">salsa romântica</span></em><span dir="auto"> começa.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/eOU5B7sttHw?si=1Hhl09qnwMXNfmgs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>7. “<span dir="auto">Gitana” (1984)</span></h2>
<p><span dir="auto"><strong>Colón</strong> nunca escondeu sua propensão natural ao melodrama — na verdade, ele a exibia envolta em uma luxuosa parede de som. Uma versão de uma canção espanhola da cantora/guitarrista <strong>Manzanita</strong>, “<strong>Gitana</strong>”, o coloca à beira da afetação do pop latino, com acentos teatrais na flauta e no violino. A seu favor, a </span><em><span dir="auto">clave</span></em><span dir="auto"> permanece sólida como uma rocha do início ao fim.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Qy0GworETbU?si=n4_Q524dJGJrHkDl" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>8. “<span dir="auto">El Gran Varón” (1989)</span></h2>
<p><span dir="auto">Enquanto a maioria dos gigantes da salsa experimentou algum tipo de esgotamento criativo no final dos anos 90, <strong>Colón</strong> continuou a inovar. Seu último álbum para a gravadora <strong>Fania</strong>, </span><em><span dir="auto"><strong>Top Secrets</strong>,</span></em><span dir="auto"> inclui esta reflexiva composição de <strong>Omar</strong> <strong>Alfanno</strong> que aborda a transfobia, a epidemia da AIDS e o veneno patriarcal que destruiu muitas vidas na América Latina do século XX. O elaborado pano de fundo </span><em><span dir="auto">de salsa sinfônica</span></em><span dir="auto"> adiciona uma camada extra de pungência.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/CIcDWHxR-ao?si=1OKZ43nGMZvXMtaW" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>9. “<span dir="auto">Idilio” (1993)</span></h2>
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<p class="paragraph larva // lrv-u-line-height-copy lrv-a-font-body-l"><span dir="auto">Todo ícone merece um sucesso estrondoso no final da carreira, e <strong>Colón</strong> conseguiu o seu quando decidiu gravar essa preciosidade de salsa em dueto com o cantor porto-riquenho <strong>Andy Montañez</strong>. Uma síntese de sua persona musical, “<strong>Idilio</strong>” ostenta </span><em><span dir="auto">solos</span></em><span dir="auto"> de trombone vibrantes e os vocais de <strong>Willie</strong> em uma forma rara. Pode até seguir a linha </span><em><span dir="auto">da salsa romântica</span></em><span dir="auto"> doce, mas tem um ritmo contagiante.</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/TyNe7VomtQk?si=IyIdGwJ2QtOev6eB" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h2>10. “Talento de Televisión” (1995)</h2>
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<div id="gpt-dsk-tab-list-inbodyX-uid8" class=" adw-728 adh-90" data-is-adhesion-ad="" data-google-query-id="CN3sxcfE8JIDFQcRHgAd2jIYGg"><span dir="auto">Uma tentativa equivocada de reacender a sagrada parceria <strong>Blades</strong>/<strong>Colón</strong>, </span><strong><em><span dir="auto">Tras La Tormenta</span></em></strong><span dir="auto"> viu ambas as lendas gravando suas partes em estúdios separados. Ainda assim, o álbum incluía esta alegre e divertida salsa — um estudo de personagem vertiginoso e descontraído. Ignore o humor sobre o cavalheiro latino mais velho presente na sala, do compositor <strong>Amílcar Boscán</strong>, e entregue-se à hilária interpretação de <strong>Colón</strong> e aos ritmos precisos e staccato.</span></div>
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<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DVCJoxNlBft/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p> </p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DVCJoxNlBft/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Rolling Stone (@rollingstone)</a></p>
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<p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/bad-bunny-presta-homenagem-a-willie-colon-durante-show-no-brasil-grande-lenda/" target="_blank" rel="noopener">Bad Bunny presta homenagem a Willie Colón durante show no Brasil: ‘Grande lenda’</a></strong></p>
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<p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/willie-colon-10-musicas-essenciais-do-grande-mestre-da-salsa-segundo-a-rolling-stone/">Willie Colón: 10 músicas essenciais do grande mestre da salsa, segundo Rolling Stone</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>