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  1. Avenged Sevenfold desfruta de sua resiliência ao presentear SP com grande show

    Sun, 01 Feb 2026 06:05:41 -0000

    Avenged Sevenfold em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)

    Com A Day to Remember e Mr. Bungle abrindo, banda americana realizou maior show solo da carreira no Allianz Parque — e justo em momento no qual testa e desafia fãs

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-M-Shadows-Sao-Paulo-2026-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-406x228.jpeg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Avenged Sevenfold em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-M-Shadows-Sao-Paulo-2026-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-406x228.jpeg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-M-Shadows-Sao-Paulo-2026-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-800x450.jpeg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-M-Shadows-Sao-Paulo-2026-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-768x432.jpeg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-M-Shadows-Sao-Paulo-2026-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-1536x864.jpeg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-M-Shadows-Sao-Paulo-2026-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Uma condição clínica ajudou o <a href="https://rollingstone.com.br/tags/avenged-sevenfold/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Avenged Sevenfold</strong></a> a estourar. Em 2004, um ano antes do lançamento de seu terceiro álbum — e primeiro em uma grande gravadora —, <em><strong>City of Evil</strong></em> (2005), <strong>M. Shadows</strong> foi submetido à sua primeira cirurgia vocal, a laser, para impedir que vasos sanguíneos se rompessem toda vez que ele gritasse ao estilo metalcore. O procedimento foi um sucesso, mas ele ouviu dos médicos que deveria mudar sua forma de cantar, caso contrário não seria capaz sequer de falar num prazo de 5 anos.</p> <p>Isso forçou o grupo completo por <strong>Synyster Gates</strong> (guitarra), <strong>Zacky Vengeance</strong> (guitarra), <strong>Johnny Christ</strong> (baixo) e, à época, <strong>The Rev</strong> (bateria) a expandir sua paleta sonora. Sob tal perspectiva, nasceram canções como <strong>“Bat Country”</strong>, <strong>“Beast and the Harlot”</strong> e <strong>“Seize the Day”</strong>, que aproximaram o A7X de influências tanto mais tradicionais (<strong>Iron Maiden, Metallica, Guns N’ Roses</strong>) quanto ousadas (<strong>Queen, Helloween, Sonata Arctica</strong>). Com o sucesso, nunca mais olharam para trás: embora procurassem mudar a cada disco, sempre tiveram um raro apreço melódico no segmento do metalcore.</p> <figure id="attachment_282571" aria-describedby="caption-attachment-282571" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-282571" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-01-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg" alt="Avenged Sevenfold em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)" width="1200" height="1500" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-01-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg 1200w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-01-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-182x228.jpeg 182w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-01-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-360x450.jpeg 360w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-01-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-768x960.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-282571" class="wp-caption-text">Avenged Sevenfold em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)</figcaption></figure> <p>Por outro lado, os problemas vocais de Shadows retornariam, em situações mais conhecidas do público nos anos de 2018 — quando forçou até chegar a uma hemorragia nas cordas vocais e ter de cancelar uma turnê — e, mais recentemente, 2025. Nesta, precisou adiar uma turnê inteira pela América Latina devido a um problema na prega vocal esquerda. O Brasil, antepenúltimo destino, só os assistiria no fim de janeiro, pois as apresentações foram remarcadas para a última quarta-feira, 28, em Curitiba (Pedreira Paulo Leminski, com <a href="https://rollingstone.com.br/tags/mr-bungle/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Mr. Bungle</strong></a> na abertura), e sábado, 31, em São Paulo (Allianz Parque, com <a href="https://rollingstone.com.br/tags/a-day-to-remember/" target="_blank" rel="noopener"><strong>A Day to Remember</strong></a> e Mr. Bungle). Chateação à parte, os fãs apoiaram, a ponto de esgotar os ingressos disponíveis para as duas datas.</p> <p>O Avenged, agora com Brooks Wackerman no posto que um dia foi de The Rev (falecido em 2009), não vinha à capital paulista desde 2014, quando estendeu a turnê <em><strong>Hail to the King</strong></em> para mais seis datas nacionais após uma tumultuada performance no Rock in Rio do ano anterior. Por aqui, fizeram duas datas no Espaço Unimed, mas nas outras quatro cidades, reuniram públicos abaixo do esperado. Em entrevista à <a href="https://rollingstone.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rolling Stone Brasil</strong></a>, Synyster Gates admite: <em>“Dava para perceber que estávamos indo demais ao Brasil e as vendas de ingressos estavam baixas”</em>. Levou uma década até que voltassem ao nosso país, em outro patamar, desta vez como atração principal do já citado Rock in Rio. Ao incluir SP no itinerário um ano depois, ficou estabelecido: por aqui, o grupo faria a primeira apresentação em um grande estádio de toda a sua carreira.</p> <figure id="attachment_282572" aria-describedby="caption-attachment-282572" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-282572" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-02-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg" alt="Avenged Sevenfold em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)" width="1200" height="1500" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-02-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg 1200w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-02-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-182x228.jpeg 182w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-02-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-360x450.jpeg 360w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-02-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-768x960.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-282572" class="wp-caption-text">Avenged Sevenfold em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)</figcaption></figure> <p>Surpreende que tais feitos ocorram justamente num período no qual a base de fãs encontra-se dividida em função do álbum mais recente, o experimental, desafiador e nem sempre exitoso <em><strong>Life is But a Dream…</strong></em> (2023), responsável por quatro faixas do repertório do último sábado, 31. Exceção feita à fortuita abertura <strong>“Game Over”</strong> — cantada por um Shadows de rosto tampado por um gorro —, as canções do disco não atraíram reações tão acaloradas.</p> <blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DUMb7bWCblZ/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"> <div style="padding: 16px;"> <p>&nbsp;</p> <div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div> </div> </div> <div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div> <div style="padding-top: 8px;"> <div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div> </div> <div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"> <div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div> </div> <div style="margin-left: 8px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div> </div> <div style="margin-left: auto;"> <div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div> </div> </div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div> </div> <p>&nbsp;</p> <p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DUMb7bWCblZ/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Rolling Stone Brasil (@rollingstonebrasil)</a></p> </div> </blockquote> <p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p> <p>Todavia, não é apenas pelo momento atual que o Avenged Sevenfold tem lotado arenas e, agora, estádios ao redor do mundo. Há incontáveis méritos desde a primeira cirurgia a laser que “obrigou” uma mudança artística:</p> <ul> <li>timing adequado com seu surgimento pós-auge do nu metal;</li> <li>ousadia para mudar e até apostar em estratégias diferentes (incluindo sua longa parceria em fornecer composições inéditas às trilhas sonoras dos games <em><strong>Call of Duty</strong></em>);</li> <li>apelo estético para além do visual dos integrantes;</li> <li>encapsulação dos anseios e sons apreciados pela geração millennial;</li> <li>pertencimento à construção identitária de um público específico, ainda que amplo;</li> <li>e, especial e obviamente, boas músicas, várias delas executadas no Allianz.</li> </ul> <p>Entre as faixas mais celebradas pelo público, destacaram-se:</p> <ul> <li><strong>“Afterlife”</strong>, primeiro momento de real catarse coletiva;</li> <li><strong>“Hail to the King”</strong>, aceno mais visível do grupo ao chamado “metal tradicional” (ainda por cima dedicada a todos os brasileiros e trilha sonora para um sutiã ser atirado e posicionado no pedestal de Synyster Gates);</li> <li>a emotiva balada <strong>“So Far Away”</strong>, habitualmente oferecida a The Rev;</li> <li><strong>“Bat Country”</strong>, composição que melhor compila os predicados responsáveis pelo estouro do A7X;</li> <li>e <strong>“Nightmare”</strong>, evolução da fórmula da composição anteriormente citada.</li> </ul> <p>Também chamou atenção a forma como foram recebidas a semibalada country <strong>“Gunslinger”</strong>, já que esta nunca saiu como single, e a ligeiramente prog <strong>“Buried Alive”</strong>, que inicia lentinha para ficar pesada em seu terço final.</p> <blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DUMiA4RCVFD/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"> <div style="padding: 16px;"> <p>&nbsp;</p> <div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div> </div> </div> <div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div> <div style="padding-top: 8px;"> <div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div> </div> <div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"> <div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div> </div> <div style="margin-left: 8px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div> </div> <div style="margin-left: auto;"> <div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div> </div> </div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div> </div> <p>&nbsp;</p> <p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DUMiA4RCVFD/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Rolling Stone Brasil (@rollingstonebrasil)</a></p> </div> </blockquote> <p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p> <p>Em relação ao show de Curitiba, houve apenas duas mudanças pontuais. A 100% prog <strong>“The Stage”</strong>, única representante do álbum de 2016 no setlist recente, deu lugar ao semipop industrial “Mattel”, que na capital paranaense havia sido excluída para a entrada da metalcore <strong>“Chapter Four”</strong>. Além disso, a já citada <strong>“Gunslinger”</strong> voltou ao repertório no lugar de <strong>“We Love You”</strong>, que só havia entrado no set da última quarta-feira, 28 (<em>“tiramos propositalmente de Curitiba para tocá-la só para vocês”</em>, declarou M. Shadows). De resto, tudo igual, até mesmo a execução improvisada e quase integral da balada <strong>“Seize the Day”</strong>.</p> <p>Também seguiu o roteiro curitibano o fato de Shadows ter promovido um chá revelação. As diferenças? Ocorreu após <strong>“Nightmare”</strong>, era uma menina e só rolou porque, àquela altura, o cantor já havia interrompido o show duas vezes para solicitar atendimento emergencial a fãs. A primeira situação se deu nos segundos iniciais de <strong>“Nobody”</strong>. Houve ainda um terceiro caso no qual Matt, além de pedir pelos profissionais de segurança e saúde, distribuiu garrafas d’água após ouvir um fã dizer que estava com sede.</p> <figure id="attachment_282573" aria-describedby="caption-attachment-282573" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-282573" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-03-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg" alt="Avenged Sevenfold em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)" width="1200" height="1800" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-03-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg 1200w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-03-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-152x228.jpeg 152w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-03-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-300x450.jpeg 300w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-03-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-768x1152.jpeg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-03-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-1024x1536.jpeg 1024w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-282573" class="wp-caption-text">Avenged Sevenfold em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)</figcaption></figure> <p>Shadows, aliás, é o ponto de dúvida em uma banda que, instrumentalmente, funciona muito bem. O texto se inicia abordando os problemas sofridos e os procedimentos aos quais foi submetido. A boa notícia é: ao menos neste momento, sua performance vocal soa suficiente. Há momentos em que a voz não chega, como em algumas inflexões de <strong>“Afterlife”</strong>, e por vezes ele joga para a galera ou depende do apoio de Synyster Gates; ainda assim, está melhor do que no <strong>Rock in Rio 2024</strong>. Seus colegas dão conta do recado com sobras, destacando-se Gates, provavelmente um dos melhores guitarristas de sua geração, e Brooks Wackerman, saindo-se bem da árdua tarefa de executar linhas tocadas por The Rev e <strong>Mike Portnoy</strong>, além de <strong>Arin Ilejay</strong>.</p> <figure id="attachment_282574" aria-describedby="caption-attachment-282574" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-282574" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-04-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg" alt="Avenged Sevenfold em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)" width="1200" height="1800" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-04-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg 1200w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-04-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-152x228.jpeg 152w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-04-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-300x450.jpeg 300w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-04-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-768x1152.jpeg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-04-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-1024x1536.jpeg 1024w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-282574" class="wp-caption-text">Avenged Sevenfold em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)</figcaption></figure> <p>Por sua vez, os fãs deram seu próprio show. Em diversas ocasiões, as vozes da plateia estimada entre 45 e 50 mil pessoas soterravam a de Shadows. O cantor, por mais de uma vez, declarou sua paixão ao Brasil. Numa das ocasiões, exclamou: <em>“O que colocaram na água de São Paulo? Vocês são loucos! [&#8230;] Vocês estão sempre no número um dos nossos corações”</em>. A capital paulista, de fato, está entre as 5 cidades no mundo que mais escuta Avenged Sevenfold no Spotify. A julgar pelo que se viu no último sábado, 31, o A7X, por duas horas e 10 minutos, retribuiu com classe à fervorosa paixão nacional por sua banda. Que não fiquem mais 10 anos sem vir, como no hiato entre 2014 e 2024. Até Synyster Gates deve ter notado: há público, e muito, para ele e seus colegas por aqui.</p> <figure id="attachment_282575" aria-describedby="caption-attachment-282575" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-282575" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-05-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg" alt="Avenged Sevenfold em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)" width="1200" height="1500" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-05-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg 1200w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-05-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-182x228.jpeg 182w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-05-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-360x450.jpeg 360w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Avenged-Sevenfold-Sao-Paulo-2026-05-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-768x960.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-282575" class="wp-caption-text">Avenged Sevenfold em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)</figcaption></figure> <h3>Setlist — Avenged Sevenfold</h3> <p>1. Game Over<br /> 2. Mattel<br /> 3. Afterlife<br /> 4. Chapter Four<br /> 5. Hail to the King<br /> 6. Gunslinger<br /> 7. Buried Alive<br /> 8. Seize the Day (improvisada)<br /> 9. So Far Away<br /> 10. Bat Country<br /> 11. Nobody<br /> 12. Nightmare<br /> 13. Not Ready to Die<br /> 14. Unholy Confessions (com solo de bateria)<br /> 15. Save Me<br /> 16. Cosmic<br /> 17. A Little Piece of Heaven</p> <h2>A Day to Remember e Mr. Bungle</h2> <p>Como mencionado, duas atrações de abertura precederam o Avenged Sevenfold: A Day to Remember e Mr. Bungle. Perfis completamente diferentes, mas que, de alguma forma, se encaixam no conceito sonoro da banda principal.</p> <p>Mr. Bungle foi o primeiro a surgir, às 17h20, para um show que surpreendeu pela boa recepção. Embora o grupo americano comandado por <strong>Mike Patton</strong> (voz; <strong>Faith No More</strong>), <strong>Trey Spruance</strong> (guitarra; ex-<strong>Faith No More</strong>) e <strong>Trevor Dunn</strong> (baixo; <strong>Fantômas</strong>) seja uma das maiores influências do A7X, seu trabalho é desconhecido de grande parte do público. Ainda assim, o quinteto completo por <strong>Dave Lombardo</strong> (bateria; ex-<strong>Slayer</strong>) e <strong>Andreas Kisser</strong> (guitarra; <strong>Sepultura</strong>; substituindo <strong>Scott Ian</strong>, do <strong>Anthrax</strong>) conseguiu conquistar parte da plateia, ao longo de uma hora, em meio a acertos e características inatas.</p> <figure id="attachment_282567" aria-describedby="caption-attachment-282567" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-282567" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Mr-Bungle-Andreas-Kisser-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg" alt="" width="1200" height="1500" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Mr-Bungle-Andreas-Kisser-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg 1200w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Mr-Bungle-Andreas-Kisser-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-182x228.jpeg 182w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Mr-Bungle-Andreas-Kisser-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-360x450.jpeg 360w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Mr-Bungle-Andreas-Kisser-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-768x960.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-282567" class="wp-caption-text">Mr. Bungle em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)</figcaption></figure> <p>Dos êxitos, o principal esteve na montagem do setlist, mais orientado ao metal (especificamente thrash metal e crossover) e menos aos sons experimentais de álbuns como <em><strong>Mr. Bungle</strong></em> (1991; representado por <strong>“My A** is on Fire”</strong>) e <em><strong>California</strong></em> (1999; com <strong>“Retrovertigo”</strong>, “coverizada” pelo Avenged na década passada). Metade das escolhas veio da pesada regravação da demo <em><strong>The Raging Wrath of the Easter Bunny</strong></em> (1986), disponibilizada em 2020. Dos cinco covers, três acrescentaram ingredientes à performance: a delicada abertura <strong>“Tuyo”</strong> (<strong>Rodrigo Amarante</strong>; trilha de <em><strong>Narcos</strong></em>), a paulada <strong>“Refuse/Resist”</strong> (<strong>Sepultura</strong>) e uma releitura do pop atemporal <strong>“All by Myself”</strong> (<strong>Eric Carmen</strong>) adotando no refrão a letra <em>“tomar no c*”</em>. Sobre a releitura do clássico do Sepultura, dá para dizer que nem Lombardo, impecável em todo o set, conseguiu reproduzir com maestria as linhas de <strong>Iggor Cavalera</strong>.</p> <blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DUMGxRfEgYE/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"> <div style="padding: 16px;"> <p>&nbsp;</p> <div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div> </div> </div> <div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div> <div style="padding-top: 8px;"> <div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div> </div> <div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"> <div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div> </div> <div style="margin-left: 8px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div> </div> <div style="margin-left: auto;"> <div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div> </div> </div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div> </div> <p>&nbsp;</p> <p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DUMGxRfEgYE/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Rolling Stone Brasil (@rollingstonebrasil)</a></p> </div> </blockquote> <p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p> <p>Das características inatas, o destaque reside, claro, em Patton, um cantor de capacidade imensa e um artista de criatividade inconteste. Em meio ao seu desfile de técnicas vocais e de instrumentos inusitados — incluindo um teremim —, o frontman conduziu a plateia recorrendo a um português quase fluente, seja manifestando de modo sério sua crença umbanda ou dizendo absurdos do tipo <em>“eu quero tomar no c*”</em> e <em>“descabelar o palhaço”</em>.</p> <figure id="attachment_282568" aria-describedby="caption-attachment-282568" style="width: 1153px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-282568" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Mr-Bungle-Mike-Patton-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg" alt="Mr. Bungle em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)" width="1153" height="1441" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Mr-Bungle-Mike-Patton-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg 1153w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Mr-Bungle-Mike-Patton-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-182x228.jpeg 182w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Mr-Bungle-Mike-Patton-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-360x450.jpeg 360w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Mr-Bungle-Mike-Patton-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-768x960.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1153px) 100vw, 1153px" /><figcaption id="caption-attachment-282568" class="wp-caption-text">Mr. Bungle em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)</figcaption></figure> <p>Também gozou de uma hora o A Day to Remember, para um show bem menos despojado e mais calculado que o do Mr. Bungle. Notória por explorar elementos de metalcore e pop punk/emo praticamente na mesma proporção, a banda americana despertou, por vezes, celeuma similar à de uma atração principal. Em retribuição, entregou uma performance correta — até demais — e, por que não, divertida.</p> <figure id="attachment_282569" aria-describedby="caption-attachment-282569" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-282569" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/A-Day-to-Remember-Sao-Paulo-01-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg" alt="A Day to Remember em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)" width="1200" height="1500" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/A-Day-to-Remember-Sao-Paulo-01-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg 1200w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/A-Day-to-Remember-Sao-Paulo-01-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-182x228.jpeg 182w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/A-Day-to-Remember-Sao-Paulo-01-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-360x450.jpeg 360w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/A-Day-to-Remember-Sao-Paulo-01-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-768x960.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-282569" class="wp-caption-text">A Day to Remember em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)</figcaption></figure> <p>O “até demais” é por, sim, incomodar demais a perfeição excessiva do ADTR no palco. Cada movimento parece devidamente pensado. As timbragens dos instrumentos soam comprimidas. De um jeito ou de outro, as canções seguem fórmulas à risca, dispensando desde solos de guitarra até variações tonais em seus andamentos. Até seus integrantes se mostram visualmente alinhados, alguns saídos diretamente de barbearia gourmet. O vocalista <strong>Jeremy McKinnon</strong> — que completa a formação com <strong>Kevin Skaff</strong> (guitarra), <strong>Neil Westfall</strong> (guitarra) e <strong>Alex Shelnutt</strong> (bateria) além do músico de apoio <strong>Bobby Lynge</strong> (baixo) — tem presença de palco, mas conversa pouco com a plateia, sem deixar brecha para se comprometer falando besteira.</p> <blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DUMPKzyko8K/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"> <div style="padding: 16px;"> <p>&nbsp;</p> <div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div> </div> </div> <div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div> <div style="padding-top: 8px;"> <div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div> </div> <div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"> <div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div> </div> <div style="margin-left: 8px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div> </div> <div style="margin-left: auto;"> <div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div> </div> </div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div> </div> <p>&nbsp;</p> <p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DUMPKzyko8K/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Rolling Stone Brasil (@rollingstonebrasil)</a></p> </div> </blockquote> <p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p> <p>Deméritos? De forma alguma. A Day to Remember se mostra uma aposta segura num mercado que parece procurar por isso. Não por acaso mantiveram-se relevantes mesmo no período de decadência do emo e até mesmo cresceram antes da onda pré-nostalgia. Além disso, conseguem agradar gregos e troianos: as grudentas <strong>“Right Back at It Again”</strong>, <strong>“Have Faith in Me”</strong> e <strong>“If It Means a Lot to You”</strong> se contrapõem às mais pesadas <strong>“Make It Make Sense”</strong>, <strong>“Paranoia”</strong> e <strong>“2nd Sucks”</strong>, ainda tendo faixas no meio do caminho a exemplo de <strong>“The Downfall of Us All”</strong> e <strong>“Miracle”</strong>. No meio de tudo isso, tem bastante pirotecnia, chuva de papel picado e até um cara vestido de Super Mario atirando camisetas para o público. Até que entretém, sim.</p> <figure id="attachment_282570" aria-describedby="caption-attachment-282570" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-282570" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/A-Day-to-Remember-Sao-Paulo-02-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg" alt="A Day to Remember em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)" width="1200" height="1500" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/A-Day-to-Remember-Sao-Paulo-02-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos.jpeg 1200w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/A-Day-to-Remember-Sao-Paulo-02-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-182x228.jpeg 182w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/A-Day-to-Remember-Sao-Paulo-02-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-360x450.jpeg 360w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/02/A-Day-to-Remember-Sao-Paulo-02-foto-Gabriel-Ramos-gabrieluizramos-768x960.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-282570" class="wp-caption-text">A Day to Remember em São Paulo (Foto: Gabriel Ramos @gabrieluizramos)</figcaption></figure> <h3>Setlist — Mr. Bungle</h3> <p>1. Tuyo (original de Rodrigo Amarante)<br /> 2. Anarchy Up Your An*s<br /> 3. Bungle Grind<br /> 4. I’m Not in Love (original do 10cc)<br /> 5. Eracist<br /> 6. Raping Your Mind<br /> 7. Retrovertigo<br /> 8. Refuse/Resist (original do Sepultura)<br /> 9. Hypocrites / Habla español o muere<br /> 10. Sudden Death<br /> 11. Hopelessly Devoted to You (original de John Farrar)<br /> 12. My A** is on Fire<br /> 13. All by Myself (cover de Eric Carmen – alterada no refrão para “Tomar no C#”)</p> <h3>Setlist — A Day to Remember</h3> <p>1. The Downfall of Us All<br /> 2. I&#8217;m Made of Wax, Larry, What Are You Made Of?<br /> 3. Right Back at It Again<br /> 4. Bad Blood<br /> 5. Make It Make Sense<br /> 6. Paranoia<br /> 7. Miracle<br /> 8. Mr. Highway&#8217;s Thinking About the End<br /> 9. All My Friends<br /> 10. Have Faith in Me<br /> 11. 2nd Sucks<br /> 12. Silence<br /> 13. If It Means a Lot to You<br /> 14. All I Want<br /> 15. All Signs Point to Lauderdale</p> <h2>Rolling Stone Brasil: Avenged Sevenfold na capa</h2> <p>A nova edição da Rolling Stone Brasil traz uma entrevista exclusiva com os 5 integrantes do <strong>Avenged Sevenfold</strong>, às vésperas de seus maiores shows solo no Brasil. Também há um bate-papo com <strong>Planet Hemp</strong>, um especial <strong>Bruce Springsteen</strong>, homenagem a <strong>Ozzy Osbourne</strong> e muito mais. Compre pelo site da <a href="https://www.lojaperfil.com.br/rolling-stone/rolling-stone-especial-avenged-sevenfold" target="_blank" rel="noopener">Loja Perfil</a>.</p> <p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-259384" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/09/rolling-stone-brasil-avenged-sevenfold-capa.jpeg" alt="" width="1337" height="1600" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/09/rolling-stone-brasil-avenged-sevenfold-capa.jpeg 1337w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/09/rolling-stone-brasil-avenged-sevenfold-capa-191x228.jpeg 191w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/09/rolling-stone-brasil-avenged-sevenfold-capa-376x450.jpeg 376w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/09/rolling-stone-brasil-avenged-sevenfold-capa-768x919.jpeg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/09/rolling-stone-brasil-avenged-sevenfold-capa-1284x1536.jpeg 1284w" sizes="auto, (max-width: 1337px) 100vw, 1337px" /></p> <p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/avenged-sevenfold-desafiar-para-conquistar-entrevista/" target="_blank" rel="noopener">Avenged Sevenfold: desafiar para conquistar [ENTREVISTA]</a><br /> </strong><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/avenged-sevenfold-promete-tocar-musicas-menos-conhecidas-em-shows-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Avenged Sevenfold promete tocar músicas menos conhecidas em shows no Brasil</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/avenged-sevenfold-discografia-comentada-integrantes-albuns/" target="_blank" rel="noopener">A discografia do Avenged Sevenfold, comentada pelos 5 integrantes</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/avenged-sevenfold-vai-a-show-intimista-do-mr-bungle-em-sao-paulo/" target="_blank" rel="noopener">Avenged Sevenfold vai a show intimista do Mr. Bungle em São Paulo</a><br /> </strong><strong>+++ <a href="https://www.instagram.com/rollingstonebrasil" target="_blank" rel="noopener">Siga a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram</a><br /> +++ <a href="https://instagram.com/igormirandasite" target="_blank" rel="noopener">Siga o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/avenged-sevenfold-resenha-show-sao-paulo-2026/">Avenged Sevenfold desfruta de sua resiliência ao presentear SP com grande show</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  2. ‘Spartacus: House of Ashur’, série do MGM+, terá 2ª temporada?

    Sat, 31 Jan 2026 15:16:33 -0000

    Spin-off de Spartacus, que segue uma linha do tempo alternativa, imagina o que teria acontecido caso Ashur, um dos personagens mais odiados da série original, tivesse sobrevivido

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Spartacus-House-of-Ashur-serie-do-MGM-tera-2a-temporada-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Spartacus-House-of-Ashur-serie-do-MGM-tera-2a-temporada-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Spartacus-House-of-Ashur-serie-do-MGM-tera-2a-temporada-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Spartacus-House-of-Ashur-serie-do-MGM-tera-2a-temporada-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Spartacus-House-of-Ashur-serie-do-MGM-tera-2a-temporada-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Spartacus-House-of-Ashur-serie-do-MGM-tera-2a-temporada.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><a href="https://rollingstone.com.br/tags/spartacus-house-of-ashur/"><em><strong>Spartacus: House of Ashur</strong></em></a>, série que funciona como uma continuação alternativa ao universo de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/spartacus/"><em><strong>Spartacus</strong></em></a>, criado pelo produtor e showrunner <strong>Steven S. DeKnight</strong>, chegou ao final de sua primeira temporada neste sábado, 31 de janeiro. O público que acompanhou o spin-off quer saber: Uma 2ª temporada vai acontecer? Saiba a seguir:</p> <h2>Qual é a história de <em>Spartacus: House of Ashur</em>?</h2> <p><strong><em>Spartacus: House of Ashur</em></strong> imagina o que teria acontecido caso <strong>Ashur</strong> (<strong>Nick E. Tarabay</strong>) — um dos personagens mais odiados da série original — tivesse sobrevivido e, ainda por cima, matado <strong>Spartacus </strong>(<strong>Andy Whitfield</strong>, <em>A Clínica</em>) no Monte Vesúvio.</p> <p>Agora, recompensado pelos romanos, <strong>Ashur</strong> recebe o controle justamente da escola de gladiadores onde um dia foi escravo. E com isso surge uma nova e turbulenta história, cheia de sangue, traições e jogos políticos, que vai conduzir o público até o final de janeiro de 2026.</p> <p>Além de <strong>Nick E. Tarabay</strong>, o elenco de <strong><em>Spartacus: House of Ashur</em></strong> ainda comconta com <strong>Graham McTavish</strong> (<em>The Witcher</em>) como <strong>Korris</strong>; <strong>Tenika Davis</strong> (<em>O Legado de Júpiter</em>) como a gladiadora <strong>Achillia</strong>; e <strong>Jordi Webber</strong> (<em>Choose Love</em>) como <strong>Tarchon</strong>, entre outros.</p> <h2>Afinal, <em>Spartacus: House of Ashur</em> terá 2ª temporada?</h2> <p>Apesar do STARZ ainda não ter confirmado a 2ª temporada, o criador <strong>Steven S. DeKnight</strong> já mirava alto antes mesmo da estreia do segundo ano: na época, ele revelou que uma temporada de continuação já estava escrita. “<em>Posso dizer que nós já escrevemos a segunda temporada. Estamos prontos para seguir se for um sucesso</em>”, afirmou em entrevista ao Deadline. Ele revelou ainda que aposta em diversas temporadas para o spin-off. Resta aguardar as próximas semanas para saber se a expectativa se confirma.</p> <p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/09l-Vwha48c" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p> <p><strong>LEIA TAMBÉM: <a href="https://rollingstone.com.br/noticia/heated-rivalry-vai-ter-segunda-temporada/"><em>Heated Rivalry</em>, sucesso nas redes sociais, vai ter segunda temporada?</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/tv/spartacus-house-of-ashur-serie-do-mgm-tera-2a-temporada/">&#8216;Spartacus: House of Ashur&#8217;, série do MGM+, terá 2ª temporada?</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  3. Trilha sonora de ‘Antônio Odisseia’ conta com experimentações e vocais de Leci Brandão para traduzir viagem do protagonista

    Sat, 31 Jan 2026 14:43:25 -0000

    Com estreia mundial no Slamdance Film Festival, a trilha original do longa de Thales Banzai é assinada por Kiko Dinucci, enquanto os arranjos ficam a cargo de Arthur Verocai

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Trilha-sonora-de-Antonio-Odisseia-conta-com-experimentacoes-e-vocais-de-Leci-Brandao-para-traduzir-viagem-do-protagonista-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Trilha-sonora-de-Antonio-Odisseia-conta-com-experimentacoes-e-vocais-de-Leci-Brandao-para-traduzir-viagem-do-protagonista-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Trilha-sonora-de-Antonio-Odisseia-conta-com-experimentacoes-e-vocais-de-Leci-Brandao-para-traduzir-viagem-do-protagonista-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Trilha-sonora-de-Antonio-Odisseia-conta-com-experimentacoes-e-vocais-de-Leci-Brandao-para-traduzir-viagem-do-protagonista-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Trilha-sonora-de-Antonio-Odisseia-conta-com-experimentacoes-e-vocais-de-Leci-Brandao-para-traduzir-viagem-do-protagonista-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Trilha-sonora-de-Antonio-Odisseia-conta-com-experimentacoes-e-vocais-de-Leci-Brandao-para-traduzir-viagem-do-protagonista.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Um dos principais destaques de <em><strong>Antônio Odisseia</strong></em>, filme do brasileiro <strong>Thales Banzai</strong>, é sua trilha sonora diversa e marcante, que ajuda a traduzir a jornada de delírio vivida por seu protagonista. O longa terá sua estreia mundial no Slamdance Film Festival, nos Estados Unidos, festival que exibiu os primeiros filmes dos vencedores do Oscar recentes como <strong>Sean Baker</strong> (Anora), <strong>Christopher Nolan</strong> (Oppenheimer) e <strong>Bong Joon-ho</strong> (Parasita), além de nomes de destaque como <strong>Rian Johnson</strong>, <strong>Lena Dunham</strong>, <strong>Ari Aster</strong>, entre outros.</p> <p>Coprodução entre Brasil e Estados Unidos, <em><strong>Antônio Odisseia</strong></em> é o primeiro longa-metragem de <strong>Thales Banzai</strong> e integra a programação do Slamdance, festival dedicado a filmes de estreia e produções independentes, que acontece entre 19 e 25 de fevereiro em Los Angeles, nos EUA. A trilha sonora acompanha o percurso do filme com diferentes registros e referências, contribuindo para a construção de um universo sonoro que caminha junto da narrativa.</p> <h2>A trilha sonora</h2> <p>Para criar um ambiente sonoro afinado com essa travessia entre realidade e delírio, <strong>Banzai</strong> se cercou de talentos que combinam tradição e experimentação. A trilha original é assinada por <strong>Kiko Dinucci</strong>, enquanto os arranjos ficam a cargo de <strong>Arthur Verocai</strong>, compositor e maestro cuja obra atravessa a música popular brasileira, o jazz e a escrita orquestral, com forte presença no cinema e na música desde os anos 1970.</p> <p>A trama conta ainda com participações vocais de <strong>Elisa Pieruccini</strong> e com a narração do cantor <strong>Chico César</strong>, além do ícone da música brasileira, <strong>Leci Brandão</strong>, que também integra o elenco do filme. Nome essencial para a história do nosso samba, <strong>Leci</strong> empresta sua voz a um projeto que dialoga com questões de identidade e espiritualidade, trazendo tradição e ancestralidade como contraponto à experimentação sonora do filme.</p> <h2>Do que se trata a história?</h2> <p>Um boteco de beira de estrada é a exaustiva realidade de Antônio, jovem preto que se viu preso a esse lugar depois de nunca conseguir pagar o que devia a Seu Cássio &#8211; um velho vigarista, violento e dono do pedaço. É só quando sua amiga, Ivone, aparece de surpresa que seu destino entra em campo: ela quer assaltar o boteco, mas precisa da ajuda de Antônio. Afinal, só ele sabe onde Seu Cássio guarda suas armas e a valiosa droga que trafica na região &#8211; o que promete ser o ticket para Antônio e Ivone fugirem dali.</p> <p>Já com o assalto bem sucedido, ao invés de venderem a droga e aproveitarem o lucro, os dois escolhem outro caminho: consumir toda a droga que roubaram numa viagem interior em busca de Deus. Eles vão se deparar com um novo mundo recheado de armadilhas, memórias traumáticas e finalmente um embate divino com Deus, que precisa justificar para Antônio porque a vida deles é como é.</p> <p>Para Antônio, mudar sua realidade é sua missão. E nós embarcamos junto com ele nessa Odisseia. Estrelado por <strong>Kelson Succi</strong> e <strong>Iraci Estrela</strong>, <em><strong>Antônio Odisseia</strong></em> tem participações especiais de <strong>Antônio Pitanga</strong>, <strong>Luiz Bertazzo</strong> e a saudosa <strong>Teuda Bara</strong>, num de seus últimos papéis.</p> <p><strong data-olk-copy-source="MessageBody">FICHA TÉCNICA<br /> </strong>Direção | <strong>Thales Banzai</strong><br /> Roteiro | <strong>Kelson Succi</strong><br /> Argumento Original | <strong>Thales Banzai e Kelson Succi</strong><br /> Produção | <strong>Thales Banzai, Camila Cornelsen e Mario Peixoto<br /> </strong>Casting | <strong>Bruno Felsmann</strong><br /> Narração | <strong>Chico César</strong><br /> Fotografia | <strong>Camila Cornelsen<br /> </strong>Montagem | <strong>Thales Banzai</strong><br /> Direção de Arte | <strong>Lucas Mariano</strong><br /> Figurino | <strong>Vinny Araújo<br /> </strong>Caracterização | <strong>Paula Vidal<br /> </strong>Música Original | <strong>Kiko Dinucci</strong><br /> Arranjos | <strong>Arthur Verocai</strong><br /> Vocais | <strong>Leci Brandão, Elisa Pieruccini<br /> </strong>Supervisão Musical | <strong>Somatória do Barulho</strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/trilha-sonora-de-antonio-odisseia-conta-com-experimentacoes-e-vocais-de-leci-brandao/">Trilha sonora de &#8216;Antônio Odisseia&#8217; conta com experimentações e vocais de Leci Brandão para traduzir viagem do protagonista</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  4. ‘You’ve Got a Friend’ ganha videoclipe exclusivo na voz da cantora Manda; assista

    Sat, 31 Jan 2026 14:21:08 -0000

    Sucesso foi trilha sonora da campanha ‘A Descoberta’, lançada pela Grupo Bradesco Seguros para celebrar a chegada de 2026

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/‘Youve-Got-a-Friend-ganha-videoclipe-exclusivo-na-voz-da-cantora-Manda-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/‘Youve-Got-a-Friend-ganha-videoclipe-exclusivo-na-voz-da-cantora-Manda-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/‘Youve-Got-a-Friend-ganha-videoclipe-exclusivo-na-voz-da-cantora-Manda-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/‘Youve-Got-a-Friend-ganha-videoclipe-exclusivo-na-voz-da-cantora-Manda-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/‘Youve-Got-a-Friend-ganha-videoclipe-exclusivo-na-voz-da-cantora-Manda-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/‘Youve-Got-a-Friend-ganha-videoclipe-exclusivo-na-voz-da-cantora-Manda.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><i><span style="font-weight: 400;">‘You’ve Got a Friend’, </span></i><span style="font-weight: 400;">clássico da compositora norte-americana <strong>Carole</strong></span><strong><i> </i>King</strong><i><span style="font-weight: 400;"> </span></i><span style="font-weight: 400;">e famosa pela gravação de <strong>James Taylor</strong>, acaba de ganhar um videoclipe exclusivo na voz da cantora Manda. A canção foi responsável por embalar a campanha ‘A Descoberta’ do Grupo Bradesco Seguros. Escolha seu serviço de música favorito para ouvir <strong><a href="https://onerpm.link/youvegotafriend">clicando aqui</a></strong>.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">A mensagem de afeto e conexão da campanha reforça o posicionamento da companhia como parceira em todos os momentos, embalada pela icônica música, que traduz a importância da empatia e o papel da amizade. “<em>Poder ressignificar a nossa campanha por meio de um videoclipe é uma experiência sensacional para a nossa marca. ‘You’ve Got a Friend’ sempre será um sucesso e combinou perfeitamente com a mensagem que gostaríamos de passar para celebrar a chegada de 2026</em>”, destaca <strong>Ana Claudia Frighetto Gonzalez</strong>, Superintendente Sênior de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Com produção da Musickeria para a AlmapBBDO, as gravações ocorreram no recém-inaugurado Teatro YouTube, em São Paulo. O videoclipe dialoga com trechos do filme ‘A Descoberta’, o que torna a experiência mais próxima ao público.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Com essa nova gravação, o Grupo Bradesco Seguros repete a dobradinha de sucesso com a Musickeria, que também produziu a trilha sonora da campanha ‘A Busca’ de 2024, com o clássico</span><i><span style="font-weight: 400;"> &#8216;Over the Rainbow&#8217;</span></i><span style="font-weight: 400;">, na voz de Camilla Marotti. Confira o vídeo a seguir:</span></p> <p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/tjh77E4IQh8?list=RDtjh77E4IQh8&amp;start_radio=1" width="560" height="314" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>&nbsp;</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/youve-got-a-friend-ganha-videoclipe-exclusivo-na-voz-da-cantora-manda/">‘You’ve Got a Friend’ ganha videoclipe exclusivo na voz da cantora Manda; assista</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  5. A música do Whitesnake que foi composta para B.B. King, mas acabou nem sendo cedida

    Sat, 31 Jan 2026 14:11:17 -0000

    David Coverdale, vocalista do Whitesnake, em 2022 - Foto: Per Ole Hagen / Redferns

    Vocalista e líder David Coverdale conta como nasceu um dos primeiros sucessos da banda, cujo propósito inicial era ser gravado pelo lendário bluesman

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/david-coverdale-whitesnake-2022-foto-Per-Ole-Hagen-Redferns-1400700993-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="David Coverdale, vocalista do Whitesnake, em 2022 - Foto: Per Ole Hagen / Redferns" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/david-coverdale-whitesnake-2022-foto-Per-Ole-Hagen-Redferns-1400700993-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/david-coverdale-whitesnake-2022-foto-Per-Ole-Hagen-Redferns-1400700993-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/david-coverdale-whitesnake-2022-foto-Per-Ole-Hagen-Redferns-1400700993-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/david-coverdale-whitesnake-2022-foto-Per-Ole-Hagen-Redferns-1400700993-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/12/david-coverdale-whitesnake-2022-foto-Per-Ole-Hagen-Redferns-1400700993.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Tudo começou quando o <a href="https://rollingstone.com.br/tags/WHITESNAKE/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Whitesnake</strong></a> fez sua própria versão para <strong>&#8220;Ain&#8217;t No Love In The Heart Of The City&#8221;</strong>, originalmente gravada por <strong>Bobby &#8220;Blue&#8221; Bland</strong> em 1974.</p> <p>Lançada no EP <em><strong>Snakebite</strong></em> (1978), a versão do grupo liderado por <a href="https://rollingstone.com.br/tags/david-coverdale/" target="_blank" rel="noopener"><strong>David Coverdale</strong></a> ficou tão boa que chamou a atenção de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/bb-king/" target="_blank" rel="noopener"><strong>B.B. King</strong></a>. O lendário bluesman teria, então, pedido à banda que compusesse algo novo especialmente para ele, pois gostaria de gravar.</p> <p>Coverdale e os guitarristas <strong>Micky Moody</strong> e <strong>Bernie Marsden</strong> escreveram <strong>&#8220;<span style="text-decoration: underline;">Fool for Your Loving</span>&#8220;</strong>. Porém, ao ouvirem atentamente a nova canção, decidiram que ela era boa demais e não poderia ser cedida a B.B. King.</p> <p>David Coverdale recordou essa história curiosa em entrevista à revista <strong>Outlaw</strong> (via <a href="https://www.musicradar.com/artists/we-all-adored-bb-and-he-asked-us-to-write-something-for-him-but-when-we-listened-back-to-the-demo-we-agreed-we-should-keep-it-sorry-bb-the-classic-song-that-whitesnake-wrote-for-the-king-of-the-blues-but-didnt-give-to-him" target="_blank" rel="noopener"><strong>Music Radar</strong></a>):</p> <blockquote><p><em>&#8220;Todos nós adorávamos B.B., e ele nos pediu para escrever algo para ele. Ele adorou o que fizemos com <strong>&#8216;Ain’t No Love In The Heart Of The City&#8217;</strong> – assim como Bobby Bland, aliás.</em></p></blockquote> <p>O vocalista continua:</p> <blockquote><p><em>&#8220;Mas quando ouvimos a demo de <strong>&#8216;Fool For Your Loving&#8217;</strong>, concordamos que deveríamos mantê-la. Desculpe, B.B.!&#8221;</em></p></blockquote> <h2>Whitesnake e &#8220;Fool for Your Loving&#8221;</h2> <p>De fato, <strong>&#8220;Fool for Your Loving&#8221;</strong> tinha enorme potencial e se tornou a primeira canção do <strong>Whitesnake</strong> a entrar no Top 20 do <strong>Reino Unido</strong> &#8211; chegou à 13ª posição. Ela saiu originalmente no disco <em><strong>Ready an&#8217; Willing</strong></em> (1980).</p> <p>Posteriormente, a música foi regravada pela própria banda e incluída também no álbum <em><strong>Slip of the Tongue</strong></em>, de 1989. Essa segunda versão, com <a href="https://rollingstone.com.br/tags/steve-vai/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Steve Vai</strong></a> na guitarra, chegou à 37ª posição nos <strong>Estados Unidos</strong>, mas não foi tão bem no Reino Unido: estacionou nos 43º lugar.</p> <h2>Música para Tina Turner</h2> <p>Curiosamente, <strong>&#8220;Fool for Your Loving&#8221;</strong> não foi a única música composta pelo <strong>Whitesnake</strong> visando outro artista, mas que, no fim das contas, acabou não sendo cedida.</p> <p>O mesmo ocorreu com <strong>&#8220;Is This Love?&#8221;</strong>, que deveria ter sido gravada por <a href="https://rollingstone.com.br/tags/tina-turner/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Tina Turner</strong></a>. Em entrevista ao canal oficial do <strong>Whitesnake</strong> no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=J0v1OYh24Yc" target="_blank" rel="noopener"><strong>YouTube</strong></a> (via <a href="https://igormiranda.com.br/2022/06/whitesnake-is-this-love-tina-turner/" target="_blank" rel="noopener"><strong>site Igor Miranda</strong></a>), Coverdale explicou:</p> <blockquote><p><em>&#8220;A ideia original era compor algo para <strong>Tina Turner</strong>. Meus amigos da gravadora <strong>EMI</strong> estavam procurando canções visando o sucessor do álbum <strong>What’s Love Got To Do With It</strong>, que foi um sucesso global. Sabiam que eu era um grande fã dela e disseram que seu eu tivesse algo a oferecer era só entrar em contato. Assim nasceu <strong>‘Is This Love?’</strong>&#8220;</em></p></blockquote> <p>A música, lançada no álbum <em><strong>1987</strong>, s</em>e tornou um hit ainda maior do que <strong>&#8220;Fool for Your Loving&#8221;</strong>, chegando ao segundo lugar nos Estados Unidos e ao nono no Reino Unido.</p> <p>Coverdale não se arrepende, claro, de ter ficado com ela. Entretanto, afirma:</p> <blockquote><p><em>&#8220;Ainda fico imaginando como ela soaria na voz de Tina. Tenho certeza de que ela faria um grande trabalho.&#8221;</em></p></blockquote> <p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/whitesnake-virou-tributo-conheca-o-novo-projeto-autorizado-por-david-coverdale/" target="_blank" rel="noopener">Whitesnake virou tributo? Conheça o novo projeto autorizado por David Coverdale</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/whitesnake-o-guitarrista-que-se-lesionou-e-nao-pode-gravar-o-disco-de-sua-vida/" target="_blank" rel="noopener">Whitesnake: o guitarrista que se lesionou e não pôde gravar o disco de sua vida</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/o-projeto-de-jimmy-page-que-deixou-robert-plant-mordido-de-ciumes/" target="_blank" rel="noopener">O projeto de Jimmy Page que deixou Robert Plant mordido de ciúmes</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/whitesnake-musica-composta-bb-king/">A música do Whitesnake que foi composta para B.B. King, mas acabou nem sendo cedida</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  6. Que horas começa o Grammy 2026, premiação da música que acontece no domingo (1º)??

    Sat, 31 Jan 2026 14:02:21 -0000

    A 68ª edição do prêmio terá Trevor Noah, comediante vencedor do Emmy, indicado ao Globo de Ouro e ao Grammy, como mestre de cerimônias

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Que-horas-comeca-o-Grammy-2026-premiacao-da-musica-que-acontece-no-domingo-1o-Kurt-KriegerCorbis-via-Getty-Images-529168430-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Que-horas-comeca-o-Grammy-2026-premiacao-da-musica-que-acontece-no-domingo-1o-Kurt-KriegerCorbis-via-Getty-Images-529168430-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Que-horas-comeca-o-Grammy-2026-premiacao-da-musica-que-acontece-no-domingo-1o-Kurt-KriegerCorbis-via-Getty-Images-529168430-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Que-horas-comeca-o-Grammy-2026-premiacao-da-musica-que-acontece-no-domingo-1o-Kurt-KriegerCorbis-via-Getty-Images-529168430-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Que-horas-comeca-o-Grammy-2026-premiacao-da-musica-que-acontece-no-domingo-1o-Kurt-KriegerCorbis-via-Getty-Images-529168430-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Que-horas-comeca-o-Grammy-2026-premiacao-da-musica-que-acontece-no-domingo-1o-Kurt-KriegerCorbis-via-Getty-Images-529168430.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>A 68ª edição do <a href="https://rollingstone.com.br/tags/grammy-awards/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Grammy Awards</strong></a> se aproxima com uma safra de álbuns que vêm gerando debates, resgatando olhares para gêneros diversos e afirmando novas vozes, a edição de 2026 eleva ainda mais a expectativa. O prêmio é um dos momentos mais importantes da indústria fonográfica global, reconhecendo artistas, produtores e técnicos pelo trabalho realizado entre agosto de 2024 e agosto de 2025.</p> <p><span data-contrast="none" data-olk-copy-source="MessageBody"><a href="https://rollingstone.com.br/tags/grammy-awards/"><strong>Kendrick Lamar</strong></a> se destaca como o artista com mais indicações, ao conquistar nove novas nomeações. Agora, <strong>Lamar</strong> soma 66 indicações e 22 vitórias ao longo de sua carreira. Nesta edição, ele concorre em três das principais categorias: Gravação do Ano e Canção do Ano por </span><em><span data-contrast="none">“luther”</span></em><span data-contrast="none">, seu dueto com SZA, e Álbum do Ano por </span><em><span data-contrast="none">GNX</span></em><span data-contrast="none">, marcando sua quinta indicação nesta categoria.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p> <p><span data-olk-copy-source="MessageBody">Na sequência aparecem <a href="https://rollingstone.com.br/tags/lady-gaga/">Lady Gaga</a>, assim como os produtores <strong>Jack Antonoff</strong> e <strong>Cirkut</strong>, com sete indicações cada. <a href="https://rollingstone.com.br/tags/bad-bunny"><strong>Bad Bunny</strong></a>, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/sabrina-carpenter/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Sabrina Carpenter</strong></a>, <strong>Leon Thomas</strong> e o engenheiro de mixagem <strong>Serban Ghenea</strong> receberam seis indicações cada um. </span></p> <p><span data-contrast="none" data-olk-copy-source="MessageBody">O Brasil também estará representado na premiação, com <a href="https://rollingstone.com.br/tags/maria-bethania"><strong>Maria Bethânia</strong></a> e <a href="https://rollingstone.com.br/tags/caetano-veloso"><strong>Caetano Veloso</strong></a> indicados a &#8220;Melhor Álbum de Música Global&#8221;, com o projeto &#8220;Caetano e Bethânia Ao Vivo&#8221;.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span>A seguir, veja a lista dos indicados, e <strong>que horas</strong> acontece a cerimônia do <a href="https://rollingstone.com.br/tags/grammy-2026/"><strong>Grammy 2026</strong></a>:</p> <h2><strong>Álbum do Ano</strong></h2> <ul> <li>Debí Tirar Más Fotos – Bad Bunny</li> <li>Swag – Justin Bieber</li> <li>Man’s Best Friend – Sabrina Carpenter</li> <li>Let God Sort Em Out – Clipse, Pusha T &amp; Malice</li> <li>Mayhem – Lady Gaga</li> <li>GNX – Kendrick Lamar</li> <li>Mutt – Leon Thomas</li> <li>Chromakopia – Tyler, the Creator</li> </ul> <h2>Gravação do Ano</h2> <ul> <li>DtMF, Bad Bunny</li> <li>Manchild, Sabrina Carpenter</li> <li>Anxiety, Doechii</li> <li>Wildflower, Billie Eilish</li> <li>Abracadabra, Lady Gaga</li> <li>Luther, Kendrick Lamar com SZA</li> <li>The Subway, Chappell Roan</li> <li>APT., Rosé, Bruno Mars</li> </ul> <h2><strong>Música do Ano</strong></h2> <ul> <li>“Abracadabra” – Lady Gaga, Henry Walter e Andrew Watt, compositores (Lady Gaga)</li> <li>“Anxiety” – Jaylah Hickmon, compositora (Doechii)</li> <li>“APT.” – Amy Allen, Christopher Brody Brown, Rogét Chahayed, Omer Fedi, Philip Lawrence, Bruno Mars, Chae Young Park, Theron Thomas e Henry Walter, compositores (Rosé, Bruno Mars)</li> <li>“DtMF” – Marco Daniel Borrero, Scott Dittrich, Benjamin Falik, Benito Antonio Martínez Ocasio, Hugo René Sención Sanabria, Tyler Thomas Spry e Roberto José Rosado Torres, compositores (Bad Bunny)</li> <li>“Golden [From “KPop Demon Hunters”]” – EJAE e Mark Sonnenblick, compositores (HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami)</li> <li>“Luther” – Jack Antonoff, Roshwita Larisha Bacha, Matthew Bernard, Scott Bridgeway, Sam Dew, Ink, Kendrick Lamar, Solána Rowe, Mark Anthony Spears e Kamasi Washington, compositores (Kendrick Lamar com SZA)</li> <li>“Manchild” – Amy Allen, Jack Antonoff e Sabrina Carpenter, compositores (Sabrina Carpenter)</li> <li>“Wildflower” – Billie Eilish O&#8217;Connell &amp; Finneas O&#8217;Connell, compositores (Billie Eilish)</li> </ul> <h2><strong>Artista Revelação</strong></h2> <ul> <li>Olivia Dean</li> <li>Katseye</li> <li>The Marias</li> <li>Addison Rae</li> <li>Sombr</li> <li>Leon Thomas</li> <li>Alex Warren</li> <li>Lola Young</li> </ul> <h2><strong>Produtor do Ano, Não Clássico</strong></h2> <ul> <li>Dan Auerbach</li> <li>Cirkut</li> <li>Dijon</li> <li>Blake Mills</li> <li>Sounwave</li> </ul> <h2><strong>Compositor(a) do Ano, categoria Não Clássica</strong></h2> <ul> <li>Amy Allen</li> <li>Edgar Barrera</li> <li>Jessie Jo Dillon</li> <li>Tobias Jesso Jr.</li> <li>Laura Veltz</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance Solo Pop</strong></h2> <ul> <li>“Daisies” — Justin Bieber</li> <li>“Manchild” — Sabrina Carpenter</li> <li>“Disease” — Lady Gaga</li> <li>“The Subway” — Chappell Roan</li> <li>“Messy” — Lola Young</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance de Duo/Grupo Pop</strong></h2> <ul> <li>“Defying Gravity” – Cynthia Erivo e Ariana Grande</li> <li>“Golden [From “KPop Demon Hunters”]” – HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami</li> <li>“Gabriela” – Katseye</li> <li>“APT.” – Rosé, Bruno Mars</li> <li>“30 for 30” – SZA com Kendrick Lamar</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum Vocal Pop</strong></h2> <ul> <li class="paragraph larva // lrv-u-margin-lr-auto lrv-a-font-body-m "><em>Swag </em>– Justin Bieber</li> <li class="paragraph larva // lrv-u-margin-lr-auto lrv-a-font-body-m "><em>Man’s Best Friend</em> – Sabrina Carpenter</li> <li class="paragraph larva // lrv-u-margin-lr-auto lrv-a-font-body-m "><em>Something Beautiful</em> – Miley Cyrus</li> <li class="paragraph larva // lrv-u-margin-lr-auto lrv-a-font-body-m "><em>Mayhem</em> – Lady Gaga</li> <li class="paragraph larva // lrv-u-margin-lr-auto lrv-a-font-body-m "><em>I’ve Tried Everything But Therapy (Part 2)</em> – Teddy Swims</li> </ul> <h2><strong>Melhor Gravação de Dance/Eletrônica</strong></h2> <ul> <li>“No Cap” — Disclosure &amp; Anderson .Paak</li> <li>“Victory Lap” — Fred Again.., Skepta &amp; PlaqueBoyMax</li> <li>“Space Invader” — Kaytranada</li> <li>“Voltage” — Skrillex</li> <li>“End of Summer” — Tame Impala</li> </ul> <h2><strong>Melhor Gravação de Dance Pop</strong></h2> <ul> <li>“Bluest Flame” – Selena Gomez e Benny Blanco</li> <li>“Abracadabra” — Lady Gaga</li> <li>“Midnight Sun” – Zara Larsson</li> <li>“Just Keep Watching (From “F1 The Movie”)”</li> <li>“Illegal” – PinkPantheress</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Dance/Eletrônica</strong></h2> <ul> <li>&#8216;<em>Eusexua</em> &#8216; — FKA Twigs</li> <li><em>Ten Days</em> — Fred Again..</li> <li><em>Fancy That</em> — PinkPantheress</li> <li><em>Inhale / Exhale</em> — Rüfüs Du Sol</li> <li>F*** U Skrillex You Think Ur Andy Warhol But Ur Not!! &lt;3 — Skrillex</li> </ul> <h2><strong>Melhor Gravação Remixada</strong></h2> <ul> <li>“Abracadabra (Gesaffelstein Remix)” — Gesaffelstein, remixer (Lady Gaga, Gesaffelstein)</li> <li>“Don&#8217;t Forget About Us” — Kaytranada, remixer (Mariah Carey &amp; Kaytranada)</li> <li>“A Dreams A Dream – Ron Trent Remix” — Ron Trent, remixer (Soul II Soul)</li> <li>“Galvanize” — Chris Lake, remixer (The Chemical Brothers &amp; Chris Lake)</li> <li>“Golden – David Guetta REM/X” — David Guetta, remixer (HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance de Rock</strong></h2> <ul> <li>“U Should Not Be Doing That” — Amyl and the Sniffers</li> <li>“The Emptiness Machine” — Linkin Park</li> <li>“Never Enough” — Turnstile</li> <li>“Mirtazapine” — Hayley Williams</li> <li>“Changes (Live From Villa Park) Back to the Beginning” — Yungblud Featuring Nuno Bettencourt, Frank Bello, Adam Wakeman, II</li> </ul> <h2><strong>Melhor Desempenho em Metal</strong></h2> <ul> <li>“Night Terror” — Dream Theater</li> <li>“Lachryma” — Ghost</li> <li>“Emergence” — Sleep Token</li> <li>“Soft Spine” — Spiritbox</li> <li>“Birds” — Turnstile</li> </ul> <h2><strong>Melhor Música de Rock</strong></h2> <ul> <li>“As Alive as You Need Me to Be” – Trent Reznor e Atticus Ross, compositores (Nine Inch Nails)</li> <li>“Caramel” – Vessel1 e Vessel2, compositores (Sleep Token)</li> <li>“Glum” – Daniel James e Hayley Williams, compositores (Hayley Williams)</li> <li>“Never Enough” – Daniel Fang, Franz Lyons, Pat McCrory, Meg Mills e Brendan Yates, compositores (Turnstile)</li> <li>“Zombie” – Dominic Harrison e Matt Schwartz, compositores (Yungblud)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Rock</strong></h2> <ul> <li>Private Music — Deftones</li> <li>I Quit — Haim</li> <li>From Zero — Linkin Park</li> <li>Never Enough — Turnstile</li> <li>Idols — Yungblud</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance de Música Alternativa</strong></h2> <ul> <li>“Everything Is Peaceful Love” — Bon Iver</li> <li>“Alone” — The Cure</li> <li>“Seein&#8217; Stars” — Turnstile</li> <li>“Mangetout” — Wet Leg</li> <li>“Parachute” — Hayley Williams</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Música Alternativa</strong></h2> <ul> <li>Sable, Fable – Bon Iver</li> <li>Songs of a Lost World – The Cure</li> <li>Don&#8217;t Tap the Glass – Tyler, the Creator</li> <li>Moisturizer – Wet Leg</li> <li>Ego Death at a Bachelorette Party – Hayley Williams</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance de R&amp;B</strong></h2> <ul> <li>“Yukon” – Justin Bieber</li> <li>“It Depends” – Chris Brown com participação de Bryson Tiller</li> <li>“Folded” – Kehlani</li> <li>“Mutt (Ao vivo do Tiny Desk da NPR)” – Leon Thomas</li> <li>“Heart of a Woman” – Summer Walker</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance de R&amp;B Tradicional</strong></h2> <ul> <li>“Here We Are” — Durand Bernarr</li> <li>“Uptown” — Lalah Hathaway</li> <li>“Love You Too” — Ledisi</li> <li>“Crybaby” — SZA</li> <li>“Vibes Don&#8217;t Lie” — Leon Thomas</li> </ul> <h2><strong>Melhor Música de R&amp;B</strong></h2> <ul> <li>“Folded” — Darius Dixson, Andre Harris, Kehlani Parrish, Donovan Knight, Don Mills, Khris Riddick-Tynes e Dawit Kamal Wilson, compositores (Kehlani)</li> <li>“Heart of a Woman” — David Bishop e Summer Walker, compositores (Summer Walker)</li> <li>“It Depends” — Nico Baran, Chris Brown, Ant Clemons, Ephrem Lopez Jr., Ryan Press, Bryson Tiller, Elliott Trent e Dewain Whitmore Jr., compositores (Chris Brown com participação de Bryson Tiller)</li> <li>“Overqualified” — James John Abrahart Jr e Durand Bernarr, compositores (Durand Bernarr)</li> <li>“Yes It Is” — Jariuce Banks, Lazaro Andres Camejo, Mike Hector, Peter Lee Johnson, Rodney Jones Jr., Ali Prawl e Leon Thomas, compositores (Leon Thomas)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de R&amp;B Progressivo</strong></h2> <ul> <li>Bloom — Durand Bernarr</li> <li>Adjust Brightness — Bilal</li> <li>Love on Digital — Destin Conrad</li> <li>Access All Areas — Flo</li> <li>Come as You Are — Terrace Martin &amp; Kenyon Dixon<!-- notionvc: 3b06bbd1-e253-442c-9d78-d150bdfed13c --></li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de R&amp;B</strong></h2> <ul> <li>Beloved — Giveon</li> <li>Why Not More? — Coco Jones</li> <li>The Crown — Ledisi</li> <li>Escape Room — Teyana Taylor</li> <li>Mutt — Leon Thomas<!-- notionvc: 027f6d52-22a7-490b-ae80-cd840cca1bd5 --></li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance de Rap</strong></h2> <ul> <li>“Outside” — Cardi B</li> <li>“Chains &amp; Whips” — Clipse, Pusha T &amp; Malice com participação de Kendrick Lamar &amp; Pharrell Williams</li> <li>“Anxiety” — Doechii</li> <li>“TV Off” — Kendrick Lamar com participação de Lefty Gunplay</li> <li>“Darling, I” — Tyler, the Creator com participação de Teezo Touchdown</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance de Rap Melódico</strong></h2> <ul> <li>“Proud of Me” — Fridayy com participação de Meek Mill</li> <li>“Wholeheartedly” — JID com participação de Ty Dolla $ign e 6Lack</li> <li>“Luther” — Kendrick Lamar com participação de SZA</li> <li>“WeMaj” — Terrace Martin e Kenyon Dixon com participação de Rapsody</li> <li>“Somebody Loves Me” — Partynextdoor e Drake</li> </ul> <h2><strong>Melhor Música de Rap</strong></h2> <ul> <li>“Anxiety” — Jaylah Hickmon, compositora (Doechii)</li> <li>“The Birds Don&#8217;t Sing” — Gene Elliott Thornton Jr., Terrence Thornton, Pharrell Williams e Stevie Wonder, compositores (Clipse, Pusha T e Malice com John Legend e Voices of Fire)</li> <li>“Sticky” — Aaron Bolton, Dudley Alexander Duverne, Gloria Woods, Dwayne Carter Jr., Janae Wherry, Tyler Okonma e Rex Zamor, compositores (Tyler, the Creator com GloRilla, Sexyy Red e Lil Wayne)</li> <li>“TGIF” — Lucas Alegria, Dillon Brophy, Yakki Davis, Gloria Woods, Jess Jackson, Ronnie Jackson, Mario Mims e Jorge M. Taveras, compositores (GloRilla)</li> <li>“TV Off” — Jack Antonoff, Larry Jayy, Kendrick Lamar, Dijon McFarlane, Sean Momberger, Mark Anthony Spears e Kamasi Washington, compositores (Kendrick Lamar com participação de Lefty Gunplay)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Rap</strong></h2> <ul> <li>Let God Sort Em Out – Clipse, Pusha T &amp; Malice</li> <li>Glorious – GloRilla</li> <li>God Does Like Ugly – JID</li> <li>GNX – Kendrick Lamar</li> <li>Chromakopia – Tyler, the Creator</li> </ul> <p><!-- notionvc: 067c8ffb-f1d1-4108-8a1b-47e094b2ff28 --></p> <h2><strong>Melhor Álbum de Poesia Falada</strong></h2> <ul> <li>A Hurricane in Heels: healed people don’t act like that (partially recorded live @City Winery &amp; other places) — Queen Sheba<br /> Black Shaman — Marc Marcel</li> <li>Pages — Omari Hardwick &amp; Anthony Hamilton</li> <li>Saul Williams meets Carlos Niño &amp; Friends at Treepeople — Saul Williams, Carlos Niño &amp; Friends</li> <li>Words for Days Vol. 1 — Mad Skillz</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance de Jazz</strong></h2> <ul> <li>“Noble Rise” — Lakecia Benjamin com Immanuel Wilkins e Mark Whitfield</li> <li>“Windows – Ao Vivo” — Chick Corea, Christian McBride e Brian Blade</li> <li>“Peace of Mind / Dreams Come True” — Samara Joy</li> <li>“Four” — Michael Mayo</li> <li>“All Stars Lead to You – Ao Vivo” — Nicole Zuraitis, Dan Pugach, Tom Scott, Idan Morim, Keyon Harrold e Rachel Eckroth</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum Vocal de Jazz</strong></h2> <ul> <li><em>Elemental </em>— Dee Dee Bridgewater &amp; Bill Charlap</li> <li><em>We Insist 2025!</em> — Terri Lyne Carrington &amp; Christie Dashiel</li> <li><em>Portrait</em> — Samara Joy</li> <li><em>Fly </em>— Michael Mayo</li> <li><em>Live at Vic’s Las Vegas</em> — Nicole Zuraitis, Dan Pugach, Tom Scott, Idan Morim, Keyon Harrold &amp; Rachel Eckroth</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum Instrumental de Jazz</strong></h2> <ul> <li>Trilogy 3 (Live) — Chick Corea, Christian McBride &amp; Brian Blade</li> <li>Southern Nights — Sullivan Fortner Featuring Peter Washington &amp; Marcus Gilmore</li> <li>Belonging — Branford Marsalis Quartet</li> <li>Spirit Fall — John Patitucci Featuring Chris Potter &amp; Brian Blade</li> <li>Fasten Up — Yellowjackets</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum para Grande Conjunto de Jazz</strong></h2> <ul> <li>Orchestrator Emulator — The 8-Bit Big Band</li> <li>Without Further Ado, Vol 1 — Christian McBride Big Band</li> <li>Lumen — Danilo Pérez &amp; Bohuslän Big Band</li> <li>Basie Rocks! — Deborah Silver &amp; The Count Basie Orchestra</li> <li>Lights on a Satellite — Sun Ra Arkestra</li> <li>Some Days Are Better: The Lost Scores — Kenny Wheeler Legacy Featuring the Royal Academy of Music Jazz Orchestra &amp; Frost Jazz Orchestra</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Jazz Latino</strong></h2> <ul> <li>La Fleur de Cayenne — Paquito D’Rivera &amp; Madrid-New York Connection Band</li> <li>The Original Influencers: Dizzy, Chano &amp; Chico — Arturo O’Farrill &amp; the Afro Latin Jazz Orchestra Featuring Pedrito Martinez, Daymé Arocena, Jon Faddis, Donald Harrison &amp; Melvis Santa</li> <li>Mundoagua – Celebrating Carla Bley — Arturo O’Farrill &amp; the Afro Latin Jazz Orchestra</li> <li>A Tribute to Benny Moré and Nat King Cole — Gonzalo Rubalcaba, Yainer Horta &amp; Joey Calveiro</li> <li>Vanguardia Subterránea: Live at The Village Vanguard — Miguel Zenón Quartet</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Jazz Alternativo</strong></h2> <ul> <li>Honey From a Winter Stone — Ambrose Akinmusire</li> <li>Keys to the City Volume One — Robert Glasper</li> <li>Ride into the Sun — Brad Mehldau</li> <li>Live-Action — Nate Smith</li> <li>Blues Blood — Immanuel Wilkins</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional</strong></h2> <ul> <li>Wintersongs — Laila Biali</li> <li>The Gift of Love — Jennifer Hudson</li> <li>Who Believes in Angels? — Elton John &amp; Brandi Carlile</li> <li>Harlequin — Lady Gaga</li> <li>A Matter of Time — Laufey</li> <li>The Secret Of Life: Partners, Volume 2 — Barbra Streisand</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum Instrumental Contemporâneo</strong></h2> <ul> <li>Brightside &#8211; ARKAI</li> <li>Ones &amp; Twos &#8211; Gerald Clayton</li> <li>BEATrio &#8211; Béla Fleck, Edmar Castañeda, Antonio Sánchez</li> <li>Just Us &#8211; Bob James e Dave Koz</li> <li>Shayan &#8211; Charu Suri</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Teatro Musical</strong></h2> <ul> <li>Buena Vista Social Club</li> <li>Death Becomes Her</li> <li>Gypsy</li> <li>Just In Time</li> <li>Maybe Happy Ending</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance Solo de Música Country</strong></h2> <ul> <li>“Nose on the Grindstone” – Tyler Childers</li> <li>“Good News” – Shaboozey</li> <li>“Bad as I Used to Be [From “F1 The Movie”]”</li> <li>“I Never Lie” – Zach Top</li> <li>“Somewhere Over Laredo” – Lainey Wilson</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance Country em Dupla/Grupo</strong></h2> <ul> <li>“A Song to Sing” — Miranda Lambert e Chris Stapleton</li> <li>“Trailblazer” — Reba McEntire, Miranda Lambert, Lainey Wilson</li> <li>“Love Me Like You Used to Do” — Margo Price e Tyler Childers</li> <li>“Amen” — Shaboozey e Jelly Roll</li> <li>“Honky Tonk Hall of Fame” — George Strait, Chris Stapleton</li> </ul> <h2><strong>Melhor Música Country</strong></h2> <ul> <li>“Bitin&#8217; List” — Tyler Childers, compositor (Tyler Childers)</li> <li>“Good News” — Michael Ross Pollack, Sam Elliot Roman e Jacob Torrey, compositores (Shaboozey)</li> <li>“I Never Lie” — Carson Chamberlain, Tim Nichols e Zach Top, compositores (Zach Top)</li> <li>“Somewhere Over Laredo” — Andy Albert, Trannie Anderson, Dallas Wilson e Lainey Wilson, compositores (Lainey Wilson)</li> <li>“A Song to Sing” — Jenee Fleenor, Jesse Frasure, Miranda Lambert e Chris Stapleton, compositores (Miranda Lambert e Chris Stapleton)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de música country tradicional</strong></h2> <ul> <li>Dollar a Day — Charley Crockett</li> <li>American Romance — Lukas Nelson</li> <li>Oh What a Beautiful World — Willie Nelson</li> <li>Hard Headed Woman — Margo Price</li> <li>Ain’t in It for My Health — Zach Top</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Música Country Contemporânea</strong></h2> <ul> <li>Patterns — Kelsea Ballerini</li> <li>Snipe Hunter — Tyler Childers</li> <li>Evangeline vs. the Machine — Eric Church</li> <li>Beautifully Broken — Jelly Roll</li> <li>Postcards From Texas — Miranda Lambert</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance de Música Tradicional Americana</strong></h2> <ul> <li>“Lonely Avenue” — Jon Batiste com participação de Randy Newman</li> <li>“Ancient Light” — I&#8217;m With Her</li> <li>“Crimson and Clay” — Jason Isbell</li> <li>“Richmond on the James” — Alison Krauss &amp; Union Station</li> <li>“Beautiful Strangers” — Mavis Staples</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance Americana</strong></h2> <ul> <li>“Boom” — Sierra Hull</li> <li>“Poison in My Well” — Maggie Rose &amp; Grace Potter</li> <li>“Godspeed” — Mavis Staples</li> <li>“That&#8217;s Gonna Leave a Mark” — Molly Tuttle</li> <li>“Horses” — Jesse Welles</li> </ul> <h2><strong>Melhor Canção de Raízes Americanas</strong></h2> <ul> <li>“Ancient Light” — Sarah Jarosz, Aoife O&#8217;Donovan e Sara Watkins, compositoras (I&#8217;m With Her)</li> <li>“Big Money” — Jon Batiste, Mike Elizondo e Steve McEwan, compositores (Jon Batiste)</li> <li>“Foxes in the Snow” — Jason Isbell, compositor (Jason Isbell)</li> <li>“Middle” — Jesse Welles, compositor (Jesse Welles)</li> <li>“Spitfire” — Sierra Hull, compositora (Sierra Hull)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Americana</strong></h2> <ul> <li>Big Money – Jon Batiste</li> <li>Bloom – Larkin Poe</li> <li>Last Leaf on the Tree – Willie Nelson</li> <li>So Long Little Miss Sunshine – Molly Tuttle</li> <li>Middle – Jesse Welles</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Bluegrass</strong></h2> <ul> <li>Carter &amp; Cleveland — Michael Cleveland &amp; Jason Carter</li> <li>A Tip Toe High Wire — Sierra Hull</li> <li>Arcadia — Alison Krauss &amp; Union Station</li> <li>Outrun — The Steeldrivers</li> <li>Highway Prayers — Billy Strings</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Blues Tradicional</strong></h2> <ul> <li>Ain&#8217;t Done With the Blues — Buddy Guy</li> <li>Room on the Porch — Taj Mahal &amp; Keb&#8217; Mo&#8217;</li> <li>One Hour Mama: The Blues of Victoria Spivey — Maria Muldaur</li> <li>Look Out Highway — Charlie Musselwhite</li> <li>Young Fashioned Ways — Kenny Wayne Shepherd &amp; Bobby Rush</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Blues Contemporâneo</strong></h2> <ul> <li>Breakthrough — Joe Bonamassa</li> <li>Paper Doll — Samantha Fish</li> <li>A Tribute to LJK — Eric Gales</li> <li>Preacher Kids — Robert Randolph</li> <li>Family — Southern Avenue</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Folk</strong></h2> <ul> <li>What Did the Blackbird Say to the Crow — Rhiannon Giddens &amp; Justin Robinson</li> <li>Crown of Roses — Patty Griffin</li> <li>Wild and Clear and Blue — I’m With Her</li> <li>Foxes in the Snow — Jason Isbell</li> <li>Under the Powerlines (Abril 2024 – Setembro 2024) — Jesse Welles</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Música Regional de Raízes</strong></h2> <ul> <li>Live at Vaughan’s — Corey Henry &amp; the Treme Funktet</li> <li>For Fat Man — Preservation Brass &amp; Preservation Hall Jazz Band</li> <li>Church of New Orleans — Kyle Roussel</li> <li>Second Line Sunday — Trombone Shorty and New Breed Brass Band</li> <li>A Tribute to the King of Zydeco (Vários Artistas)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance/Canção Gospel</strong></h2> <ul> <li>“Do It Again” — Kirk Franklin; Kirk Franklin, compositor</li> <li>“Church” — Tasha Cobbs Leonard, John Legend; Anthony S. Brown, Brunes Charles, Annatoria Chitapa, Kenneth Leonard Jr., Tasha Cobbs Leonard e Jonas Myrin, compositores</li> <li>“Still (Live)” — Jonathan McReynolds e Jamal Roberts; Britney Delagraentiss, Jonathan McReynolds, David Lamar Outing III, Orlando Joel Palmer e Terrell Demetrius Wilson, compositores</li> <li>“Amen” — Pastor Mike Jr.; Adia Andrews, Michael McClure Jr., David Lamar Outing II e Terrell Anthony Pettus, compositores</li> <li>“Come Jesus Come” — Cece Winans com Shirley Caesar</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance/Canção de Música Cristã Contemporânea</strong></h2> <ul> <li>“I Know a Name” — Elevation Worship, Chris Brown, Brandon Lake; Hank Bentley, Steven Furtick, Brandon Lake e Jacob Sooter, compositores</li> <li>“Your Way&#8217;s Better” — Forrest Frank; Forrest Frank e Pera, compositores</li> <li>“Hard Fought Hallelujah” — Brandon Lake com Jelly Roll; Chris Brown, Steven Furtick, Benjamin William Hastings, Jason Bradley Deford e Brandon Lake, compositores</li> <li>“Headphones” — Lecrae, Killer Mike, T.I.; Tyshane Thompson, Bongo ByTheWay, Michael Render, Lecrae Moore, William Roderick Miller e Clifford Harris, compositores</li> <li>“Amazing” — Darrel Walls, PJ Morton; PJ Morton e Darrel Walls, compositores</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum Gospel</strong></h2> <ul> <li>Sunny Days — Yolanda Adams</li> <li>Tasha — Tasha Cobbs Leonard</li> <li>Live Breathe Fight — Tamela Mann</li> <li>Only On The Road (Ao Vivo) — Tye Tribbett</li> <li>Heart Of Mine — Darrel Walls, PJ Morton</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Música Cristã Contemporânea</strong></h2> <ul> <li>Child of God II — Forrest Frank</li> <li>Coritos Vol. 1 — Israel &amp; New Breed</li> <li>King Of Hearts — Brandon Lake</li> <li>Reconstruction — Lecrae</li> <li>Let The Church Sing — Tauren Wells</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Gospel Tradicional</strong></h2> <ul> <li>I Will Not Be Moved (Ao vivo) — The Brooklyn Tabernacle Choir</li> <li>Then Came The Morning — Gaither Vocal Band</li> <li>Praise &amp; Worship: More Than a Hollow Hallelujah — The Isaacs</li> <li>Good Answers — Karen Peck &amp; New River</li> <li>Back To My Roots — Candi Staton</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Pop Latino</strong></h2> <ul> <li>Cosa Nuestra – Rauw Alejandro</li> <li>Bogotá (Deluxe) – Andrés Cepeda</li> <li>Tropicoqueta – Karol G</li> <li>Cancionera – Natalia Lafourcade</li> <li>¿Y ahora qué? – Alejandro Sanz</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Música Urbana</strong></h2> <ul> <li>DeBÍ TiRAR MáS FOToS — Bad Bunny</li> <li>Mixteip — J Balvin</li> <li>FERXXO VOL X: Sagrado — Feid</li> <li>NAIKI — Nicki Nicole</li> <li>EUB DELUXE — Trueno</li> <li>SINFÓNICO (En Vivo) —Yandel</li> </ul> <h2><strong>Melhor Album de Rock Latino ou Alternativo</strong></h2> <ul> <li>Genes Rebeldes — Aterciopelados</li> <li>ASTROPICAL — Bomba Estéreo, Rawayana, ASTROPICAL</li> <li>PAPOTA — CA7RIEL &amp; Paco Amoroso</li> <li>ALGORHYTHM — Los Wizzards</li> <li>Novela — Fito Paez</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Música Mexicana (incluindo Tejano)</strong></h2> <ul> <li>MALA MÍA — Fuerza Regida, Grupo Frontera</li> <li>Y Lo Que Viene — Grupo Frontera</li> <li>Sin Rodeos — Paola Jara</li> <li>Palabra De To&#8217;s (Seca) — Carín León</li> <li>Bobby Pulido &amp; Friends Una Tuya Y Una Mía – Por La Puerta Grande (En Vivo) — Bobby Pulido</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum Tropical Latino</strong></h2> <ul> <li>Fotografías — Rubén Blades, Roberto Delgado &amp; Orquesta</li> <li>Raíces — Gloria Estefan</li> <li>Clásicos 1.0 — Grupo Niche</li> <li>Bingo — Alain Pérez</li> <li>Debut y Segunda Tanda, Vol. 2 — Gilberto Santa Rosa</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance Musical Global</strong></h2> <ul> <li>EoO — Bad Bunny</li> <li>Cantando en el Camino — Ciro Hurtado</li> <li>JERUSALÉM — Angélique Kidjo</li> <li>Imigrante Y Que? — Yeisy Rojas</li> <li>Shrini’s Dream (Ao vivo) — Shakti</li> <li>Daybreak — Anoushka Shankar com Alam Khan e Sarathy Korwar</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance de Música Africana</strong></h2> <ul> <li>“Love” — Burna Boy</li> <li>“With You” — Davido com participação de Omah Lay</li> <li>“Hope &amp; Love” — Eddy Kenzo e Mehran Matin</li> <li>“Gimme Dat” — Ayra Starr com participação de Wizkid</li> <li>“Push 2 Start” — Tyla</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Música Global</strong></h2> <ul> <li>Sounds Of Kumbha — Siddhant Bhatia</li> <li>No Sign of Weakness — Burna Boy</li> <li>Eclairer le monde – Light the World — Youssou N’Dour</li> <li>Mind Explosion (50th Anniversary Tour Live) — Shakti</li> <li>Chapter III: We Return to Light — Anoushka Shankar Featuring Alam Khan &amp; Sarathy Korwar</li> <li>Caetano e Bethânia Ao Vivo — Caetano Veloso and Maria Bethânia</li> </ul> <h2>Melhor Álbum de Reggae</h2> <ul> <li>Treasure Self Love — Lila Iké</li> <li>Heart &amp; Soul — Vybz Kartel</li> <li>BLXXD &amp; FYAH — Keznamdi</li> <li>From Within — Mortimer</li> <li>No Place Like Home — Jesse Royal</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de New Age, Ambient ou Chant</strong></h2> <ul> <li>Kuruvinda — Kirsten Agresta-Copely</li> <li>According To The Moon — Cheryl B. Engelhardt, GEM, Dallas String Quartet</li> <li>Into The Forest — Jahnavi Harrison</li> <li>Nomadica — Carla Patullo Featuring The Scorchio Quartet &amp; Tonality</li> <li>The Colors In My Mind — Chris Redding</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Música Infantil</strong></h2> <ul> <li>Ageless: 100 Years Young — Joanie Leeds &amp; Joya</li> <li>Buddy’s Magic Tree House — Mega Ran</li> <li>Harmony — FYÜTCH &amp; Aura V</li> <li>Herstory — Flor Bromley</li> <li>The Music of Tori and the Muses — Tori Amos</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Comédia</strong></h2> <ul> <li>Drop Dead Years — Bill Burr</li> <li>PostMortem — Sarah Silverman</li> <li>Single Lady — Ali Wong</li> <li>What Had Happened Was… — Jamie Foxx</li> <li>Your Friend, Nate Bargatze — Nate Bargatze</li> </ul> <h2><strong>Melhor Gravação de Audiolivro, Narração e Contação de Histórias</strong></h2> <ul> <li>Elvis, Rocky &amp; Me: The Carol Connors Story — Kathy Garver</li> <li>Into the Uncut Grass — Trevor Noah</li> <li>Lovely One: A Memoir — Ketanji Brown Jackson</li> <li>Meditations: The Reflections of His Holiness the Dalai Lama — Dalai Lama</li> <li>You Know It’s True: The Real Story of Milli Vanilli — Fab Morvan</li> </ul> <h2><strong>Melhor Trilha Sonora para Mídia Visual (Inclui Cinema e Televisão)</strong></h2> <ul> <li>How to Train Your Dragon – John Powell, compositor</li> <li>Severance: Season 2 – Theodore Shapiro, compositor</li> <li>Sinners – Ludwig Göransson, compositor</li> <li>Wicked – John Powell &amp; Stephen Schwartz, compositores</li> <li>The Wild Robot – Kris Bowers, compositor</li> </ul> <h2 class="paragraph larva // lrv-u-margin-lr-auto lrv-a-font-body-m ">Melhor Trilha Sonora para Videogames e Outras Mídias Interativas</h2> <ul> <li class="paragraph larva // lrv-u-margin-lr-auto lrv-a-font-body-m ">Avatar: Frontiers of Pandora – Secrets of the Spires — Pinar Toprak, compositor</li> <li class="paragraph larva // lrv-u-margin-lr-auto lrv-a-font-body-m ">Helldivers 2 — Wilbert Roget, II, compositor</li> <li class="paragraph larva // lrv-u-margin-lr-auto lrv-a-font-body-m ">Indiana Jones and the Great Circle — Gordy Haab, compositor</li> <li class="paragraph larva // lrv-u-margin-lr-auto lrv-a-font-body-m ">Star Wars Outlaws: Wild Card &amp; a Pirate’s Fortune — Cody Matthew Johnson &amp; Wilbert Roget, II, compositores</li> <li class="paragraph larva // lrv-u-margin-lr-auto lrv-a-font-body-m ">Sword of the Sea — Austin Wintory, compositor</li> </ul> <h2><strong>Melhor Canção Escrita para Mídia Visual</strong></h2> <ul> <li>“As Alive as You Need Me to Be” [De “Tron: Ares”] — Trent Reznor e Atticus Ross, compositores (Nine Inch Nails)</li> <li>“Golden” [De “KPop Demon Hunters”] — EJAE e Mark Sonnenblick, compositores (HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami)</li> <li>“I Lied to You” [De “Sinners”] — Ludwig Göransson e Raphael Saadiq, compositores (Miles Caton)</li> <li>“Never Too Late” [De “Elton John: Never Too Late”] — Brandi Carlile, Elton John, Bernie Taupin e Andrew Watt, compositores (Elton John, Brandi Carlile)</li> <li>“Pale, Pale Moon” [De “Sinners”] — Ludwig Göransson e Brittany Howard, compositores (Jayme Lawson)</li> <li>“Sinners” [De “Sinners”] — Leonard Denisenko, Rodarius Green, Travis Harrington, Tarkan Kozluklu, Kyris Mingo e Darius Povilinus, compositores (Rod Wave)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Videoclipe</strong></h2> <ul> <li>“Young Lion” — Sade / Sophie Muller, direção de vídeo; Sade e Aaron Taylor Dean, produção de vídeo.</li> <li>“Manchild” — Sabrina Carpenter / Vania Heymann e Gal Muggia, direção de vídeo; Aiden Magarian, Nathan Scherrer e Natan Schottenfels, produção de vídeo</li> <li>“So Be It” — Clipse / produção de Hannan Hussain, direção de vídeo; Daniel Order, produção de vídeo</li> <li>“Anxiety” — Doechii / James Mackel, direção de vídeo; Pablo Feldman, Jolene Mendes e Sophia Sabella, produção de vídeo</li> <li>“Love” — OK Go / direção de Aaron Duffy, Miguel Espada e Damian Kulash Jr.; Petra Ahmann, produção de vídeo</li> </ul> <h2><strong>Melhor Filme Musical</strong></h2> <ul> <li>Devo — Devo</li> <li>Chris Smith, diretor do vídeo; Danny Gabai, Anita Greenspan, Chris Holmes e Chris Smith, produtores do vídeo Live at the Royal Albert</li> <li>Hall — Raye</li> <li>Paul Dugdale, diretor do vídeo; Stefan Demetriou e Amy James, produtores do vídeo</li> <li>Relentless — Diane Warren</li> <li>Bess Kargman, diretora do vídeo; Peggy Drexler, Michele Farinola e Kat Nguyen, produtoras do vídeo</li> <li>Music by John Williams — John Williams</li> <li>Laurent Bouzereau, diretor do vídeo; Sara Bernstein, Laurent Bouzereau, Justin Falvey, Darryl Frank, Brian Grazer, Ron Howard, Meredith Kaulfers, Kathleen Kennedy, Frank Marshall, Steven Spielberg e Justin Wilkes, produtores do vídeo</li> <li>Piece by Piece — Pharrell Williams</li> <li>Morgan Neville, diretor do vídeo; Morgan Neville, Caitrin Rogers, Mimi Valdes e Pharrell Williams, produtores do vídeo</li> </ul> <h2><strong>Melhor Pacote de Gravação</strong></h2> <ul> <li>And The Adjacent Possible — Hà Trinh Quoc Bao, Damian Kulash, Jr., Claudio Ripol, Wombi Rose &amp; Yuri Suzuki, art directors (OK Go)</li> <li>Balloonerism — Bráulio Amado &amp; Alim Smith, art directors (Mac Miller)</li> <li>Danse Macabre: De Luxe — Rory McCartney, art director (Duran Duran)</li> <li>Loud Is As — Farbod Kokabi &amp; Emily Sneddon, art directors (Tsunami)</li> <li>Sequoia — Tim Breen &amp; Ken Shipley, art directors (Various Artists)</li> <li>The Spins (Picture Disc Vinyl) — Miller McCormick, art director (Mac Miller)</li> <li>Tracks II: The Lost Albums — Meghan Foley &amp; Michelle Holme, art directors (Bruce Springsteen)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Capa de Álbum</strong></h2> <ul> <li>Chromakopia — Shaun Llewellyn e Luis “Panch” Perez, diretores de arte (Tyler, the Creator)</li> <li>The Crux — William Wesley II, diretor de arte (Djo)</li> <li>Debí Tirar Más Fotos — Benito Antonio Martinez Ocasio, diretor de arte (Bad Bunny)</li> <li>Glory — Cody Critcheloe e Andrew JS, diretores de arte (Perfume Genius)</li> <li>Moisturizer — Hester Chambers, Ellis Durand, Henry Holmes, Matt de Jong, Jamie-James Medina, Joshua Mobaraki e Rhian Teasdale, diretores de arte (Wet Leg)</li> </ul> <h2><strong>Melhores Notas de Álbum</strong></h2> <ul> <li>Adios, Farewell, Goodbye, Good Luck, So Long: On Stage 1964-1974 — Scott B. Bomar, autor das notas do álbum (Buck Owens And His Buckaroos)</li> <li>After the Last Sky — Adam Shatz, autor das notas do álbum (Anouar Brahem, Anja Lechner, Django Bates, Dave Holland)</li> <li>Árabe — Amanda Ekery, autora das notas do álbum (Amanda Ekery)</li> <li>The First Family: Live At Winchester Cathedral 1967 — Alec Palao, autor das notas do álbum (Sly &amp; The Family Stone)</li> <li>A Ghost Is Born (20th Anniversary Deluxe Edition) — Bob Mehr, autor das notas do álbum (Wilco)</li> <li>Miles &#8217;55: The Prestige Recordings — Ashley Kahn, autora das notas do álbum (Miles Davis)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Album Histórico</strong></h2> <ul> <li>Joni Mitchell Archives – Volume 4: The Asylum Years (1976-1980) — Patrick Milligan &amp; Joni Mitchell, compilation producers; Bernie Grundman, mastering engineer (Joni Mitchell)</li> <li>The Making Of Five Leaves Left — Cally Callomon &amp; Johnny Chandler, compilation<br /> producers; Simon Heyworth &amp; John Wood, mastering engineers (Nick Drake)</li> <li>Roots Rocking Zimbabwe – The Modern Sound Of Harare’ Townships 1975-1980 (Analog Africa No.41) — Samy Ben Redjeb, compilation producer; Michael Graves, mastering engineer (Various Artists)</li> <li>Super Disco Pirata – De Tepito Para El Mundo 1965-1980 (Analog Africa No. 39) — Samy Ben Redjeb, compilation producer; Michael Graves, mastering engineer (Various Artists)</li> <li>You Can’t Hip A Square: The Doc Pomus Songwriting Demos — Will Bratton, Sharyn Felder &amp; Cheryl Pawelski, compilation producers; Michael Graves, mastering engineer (Doc Pomus)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Engenharia de Som, Não Clássico</strong></h2> <ul> <li>All Things Light — Jesse Brock, Jon Castelli, Tyler Johnson, Nick Lobel, Simon Maartensson, Lawrence “Boo” Mitchell, Anders Mouridsen, Ryan Nasci, Ernesto Olivera-Lapier, Ethan Schneiderman e Owen Stoutt, engenheiros; Dale Becker, engenheiro de masterização (Cam)</li> <li>Arcadia — Neal Cappellino e Gary Paczosa, engenheiros; Brad Blackwood, engenheiro de masterização (Alison Krauss e Union Station)</li> <li>For Melancholy Brunettes (&amp; sad women) — Joseph Lorge, Blake Mills e Sebastian Reunert, engenheiros; Patricia Sullivan, engenheira de masterização (Japanese Breakfast)</li> <li>That Wasn&#8217;t A Dream — Joseph Lorge e Blake Mills, engenheiros; Patricia Sullivan, engenheira de masterização (Pino Palladino, Blake Mills)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Engenharia de Som, Clássico</strong></h2> <ul> <li>Cerrone: Don&#8217;t Look Down — Mike Tierney, engenheiro de som; Alan Silverman, engenheiro de masterização (Sandbox Percussion)</li> <li>Eastman: Sinfonia nº 2; Tchaikovsky: Sinfonia nº 2 — Gintas Norvila, engenheiro de som; Jennifer Nulsen, engenheira de masterização (Franz Welser-Möst e a Orquestra de Cleveland)</li> <li>Shostakovich: Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk — Shawn Murphy e Nick Squire, engenheiros de som; Tim Martyn, engenheiro de masterização (Andris Nelsons, Kristine Opolais, Günther Groissböck, Peter Hoare, Brenden Gunnell e a Orquestra Sinfônica de Boston)</li> <li>Standard Stoppages — Sean Connors, Robert Dillon, Peter Martin, Bill Maylone, Judith Sherman e David Skidmore, engenheiros de som; Joe Lambert, engenheiro de masterização (Third Coast Percussion)</li> <li>Yule — Morten Lindberg, engenheiro de som; Morten Lindberg, engenheiro de masterização (Trio Mediæval)</li> </ul> <h2><strong>Produtor do Ano, Música Clássica</strong></h2> <ul> <li>Blanton Alspaugh</li> <li>Sergei Kvitko</li> <li>Morten Lindberg</li> <li>Dmitriy Lipay</li> <li>Elaine Martone</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Áudio Imersivo</strong></h2> <ul> <li>All American F***boy — Andrew Law, engenheiro de mixagem imersiva (Duckwrth)</li> <li>Immersed — Justin Gray, engenheiro de mixagem imersiva; Michael Romanowski, engenheiro de masterização imersiva; Justin Gray, Drew Jurecka e Morten Lindberg,produtores imersivos (Justin Gray)</li> <li>An Immersive Tribute To Astor Piazzolla (Ao vivo) — Andrés Mayo e Martín Muscatello, engenheiros de mixagem imersiva; Andrés Mayo e Martín Muscatello, produtores imersivos (Vários artistas)</li> <li>Tearjerkers — Hans-Martin Buff, engenheiro de mixagem imersiva; Hans-Martin Buff, produtor imersivo (Tearjerkers)</li> <li>Yule — Morten Lindberg, engenheiro de mixagem imersiva; Morten Lindberg, engenheiro de masterização imersiva; Arve Henriksen e Morten Lindberg, produtores imersivos (Trio Mediæval)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Composição Instrumental</strong></h2> <ul> <li>“First Snow” — Remy Le Boeuf, compositor (Nordkraft Big Band, Remy Le Boeuf e Danielle Wertz)</li> <li>“Live Life This Day: Movement I” — Miho Hazama, compositora (Miho Hazama, Danish Radio Big Band e Danish National Symphony Orchestra)</li> <li>“Lord, That&#8217;s A Long Way” — Sierra Hull, compositora (Sierra Hull)</li> <li>“Openin”g — Zain Effendi, compositor (Zain Effendi)</li> <li>“Train To Emerald City” — John Powell e Stephen Schwartz, compositores (John Powell e Stephen Schwartz)</li> <li>“Why You Here / Before The Sun Went Down” — Ludwig Göransson, compositor (Ludwig Göransson com Miles Caton)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Arranjo, Instrumental ou A Cappella</strong></h2> <ul> <li>“Be Okay” — Cynthia Erivo, arranjadora (Cynthia Erivo)</li> <li>“A Child Is Born” — Remy Le Boeuf, arranjador (Nordkraft Big Band &amp; Remy Le Boeuf)</li> <li>“Fight On” — Andy Clausen, Addison Maye-Saxon, Riley Mulherkar &amp; Chloe Rowlands, arranjadores (The Westerlies)</li> <li>“Super Mario Praise Break” — Bryan Carter, Charlie Rosen &amp; Matthew Whitaker, arranjadores (The 8-Bit Big Band)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Arranjo, Instrumentos e Vocais</strong></h2> <ul> <li>“Big Fish” — Erin Bentlage, Sara Gazarek, Johnaye Kendrick, Nate Smith e Amanda Taylor, arranjadores (Nate Smith com participação de säje)</li> <li>“How Did She Look?” — Nelson Riddle, arranjador (Seth MacFarlane)</li> <li>“Keep An Eye On Summer” — Jacob Collier, arranjador (Jacob Collier)</li> <li>“Something In The Water (Acoustic-Ish)” — Clyde Lawrence, Gracie Lawrence e Linus Lawrence, arranjadores (Lawrence)</li> <li>“What A Wonderful World” — Cody Fry, arranjador (Cody Fry)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance Orquestral</strong></h2> <ul> <li>Coleridge-Taylor: Toussaint L&#8217;Ouverture; Balada Op. 4; Suites de &#8217;24 Negro Melodies&#8217; &#8211; Michael Repper, maestro (Filarmônica Nacional)</li> <li>Messiaen: Turangalîla-Symphonie &#8211; Andris Nelsons, maestro (Orquestra Sinfônica de Boston)</li> <li>Ravel: Boléro, M. 81 &#8211; Gustavo Dudamel, maestro (Orquestra Sinfônica Simón Bolívar da Venezuela)</li> <li>Still &amp; Bonds &#8211; Yannick Nézet-Séguin, maestro (Orquestra de Filadélfia)</li> <li>Stravinsky: Symphony In Three Movimentos — Esa-Pekka Salonen, maestro (Sinfonia de São Francisco)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Gravação de Ópera</strong></h2> <ul> <li>Heggie: Intelligence — Kwamé Ryan, regente; Jamie Barton, J&#8217;Nai Bridges e Janai Brugger; Blanton Alspaugh, produtor (Houston Grand Opera; Gene Scheer)</li> <li>Huang Ruo: An American Soldier — Carolyn Kuan, regente; Hannah Cho, Alex DeSocio, Nina Yoshida Nelsen e Brian Vu; Adam Abeshouse, Silas Brown e Doron Schachter, produtores (American Composers Orchestra; David Henry Hwang)</li> <li>Kouyoumdjian: Adoration — Alan Pierson, regente; Miriam Khalil, Marc Kudisch, David Adam Moore, Omar Najmi, Naomi Louisa O&#8217;Connell e Karim Sulayman; Mary Kouyoumdjian, produtora (Silvana Quartet; The Choir Of Trinity Wall Street)</li> <li>O&#8217;Halloran: Trade &amp; Mary Motorhead — Elaine Kelly, regente; Oisín Ó Dálaigh e John Molloy; Alex Dowling e Emma O&#8217;Halloran, produtores (Orquestra da Ópera Nacional Irlandesa; Mark O&#8217;Halloran)</li> <li>Tesori: Grounded — Yannick Nézet-Séguin, maestro; Ben Bliss, Emily D&#8217;Angelo, Greer Grimsley e Kyle Miller; David Frost, produtor (Orquestra da Ópera Metropolitana; Coro da Ópera Metropolitana; George Brant)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance Coral</strong></h2> <ul> <li>Advena – Liturgies For A Broken World — Craig Hella Johnson, conductor (Simon Barrad, Emily Yocum Black &amp; Michael Hawes; Conspirare)</li> <li>Childs: In The Arms Of The Beloved — Grant Gershon, conductor (Billy Childs, Dan Chmlellnskl, Christian Euman, Larry Koonse, Lyris Quartet, Anne Akiko Meyers, Carol Robbins &amp; Luciana Souza; Los Angeles Master Chorale)</li> <li>Lang: Poor Hymnal — Donald Nally, conductor (Steven Bradshaw, Michael</li> <li>Hawes, Lauren Kelly, Rebecca Siler &amp; Elisa Sutherland; The Crossing)</li> <li>Ortiz: Yanga — Gustavo Dudamel, conductor; Grant Gershon, chorus master (Los Angeles Philharmonic &amp; Tambuco Percussion Ensemble; Los Angeles Master Chorale)</li> <li>Requiem Of Light —Steven Fox, conductor; Emily Drennan &amp; Patti Drennan, chorus masters (Brian Giebler &amp; Sangeeta Kaur; The Clarion Choir)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Performance de Música de Câmara/Conjunto de Pequeno Porte</strong></h2> <ul> <li>Dennehy: Land Of Winter — Alan Pierson &amp; Alarm Will Sound</li> <li>La Mer – French Piano Trios — Neave Trio</li> <li>Lullabies For The Brokenhearted — Lili Haydn &amp; Paul Cantelon</li> <li>Slavic Sessions — Mak Grgić &amp; Mateusz Kowalski</li> <li>Standard Stoppages — Third Coast Percussion</li> </ul> <h2><strong>Melhor Solo Instrumental Clássico</strong></h2> <ul> <li>Coleridge-Taylor: 3 Selections From ’24 Negro Melodies’ — Curtis Stewart; Michael Repper, conductor (National Philharmonic)</li> <li>Hope Orchestrated — Mary Dawood Catlin; Jesús David Medina &amp; Raniero Palm, conductors (Venezuela Strings Recording Ensemble)</li> <li>Inheritances — Adam Tendler</li> <li>Price: Piano Concerto In One Movement In D Minor — Han Chen; John Jeter, conductor (Malmö Opera Orchestra)</li> <li>Shostakovich: The Cello Concertos — Yo-Yo Ma; Andris Nelsons, conductor (Boston Symphony Orchestra)</li> <li>Shostakovich: The Piano Concertos; Solo Works — Yuja Wang; Andris Nelsons, conductor (Boston Symphony Orchestra)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Álbum de Música Clássica Solo Vocal</strong></h2> <ul> <li>Alike – My Mother&#8217;s Dream — Allison Charney, solista; Benjamin Loeb, regente (Orquestra Sinfônica Nacional)</li> <li>Black Pierrot — Sidney Outlaw, solista; Warren Jones, pianista</li> <li>In This Short Life — Devony Smith, solista; Danny Zelibor, pianista; Michael Nicolas, acompanhador</li> <li>Kurtág: Kafka Fragments — Susan Narucki, solista; Curtis Macomber, acompanhador</li> <li>Schubert Beatles — Theo Hoffman, solista; Steven Blier, pianista (Rupert Boyd, Julia Bullock, Alex Levine, Andrew Owens, Rubén Rengel e Sam Weber)</li> <li>Telemann: Ino – Opera Arias For Soprano — Amanda Forsythe, solista; Robert Mealy, Paul O&#8217;Dette e Stephen Stubbs, regentes (Orquestra do Festival de Música Antiga de Boston)</li> </ul> <h2><strong>Melhor Compêndio Clássico</strong></h2> <ul> <li>Cerrone: Don&#8217;t Look Down — Sandbox Percussion; Jonathan Allen, Victor Caccese</li> <li>Christopher Cerrone, Ian Rosenbaum, Terry Sweeney e Mike Tierney, produtores</li> <li>The Dunbar/Moore Sessions, Vol. II — Will Liverman; Jonathan Estabrooks, produtor</li> <li>Ortiz: Yanga — Gustavo Dudamel, maestro; Dmitriy Lipay, produtor</li> <li>Seven Seasons — Janai Brugger, Isolde Fair, MB Gordy e Starr Parodi; Nicholas Dodd, maestro; Jeff Fair, Starr Parodi e Kitt Wakeley, produtores</li> <li>Tombeaux — Christina Sandsengen; Shaun Drew e Christina Sandsengen, produtores</li> </ul> <h2><strong>Melhor Composição Clássica Contemporânea</strong></h2> <ul> <li>Cerrone: Don&#8217;t Look Down — Christopher Cerrone, compositor (Conor Hanick e Sandbox Percussion)</li> <li>Dennehy: Land Of Winter — Donnacha Dennehy, compositor (Alan Pierson e Alarm Will Sound)</li> <li>León: Raíces (Origins) — Tania León, compositora (Edward Gardner e Orquestra Filarmônica de Londres)</li> <li>Okpebholo: Songs In Flight — Shawn E. Okpebholo, compositor (Will Liverman, Paul Sánchez e Vários Artistas)</li> <li>Ortiz: Dzonot — Gabriela Ortiz, compositora (Alisa Weilerstein, Gustavo Dudamel e Filarmônica de Los Angeles)</li> </ul> <p><!-- notionvc: c455f8f6-a5b1-4be0-a33e-dd43df3e762c --></p> <h2 data-mrf-recirculation=".Corpo do artigo">Que horas acontece a cerimônia do Grammy 2026?</h2> <p>A 68ª cerimônia terá <span data-contrast="none" data-olk-copy-source="MessageBody"><strong>Trevor Noah</strong>, comediante vencedor do Emmy, indicado ao Globo de Ouro e ao <span class="markruel14xmw" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Grammy</span>, como mestre de cerimônias. Esta será sua sexta vez como anfitrião do evento, além de atuar como produtor executivo da premiação.</span> A cerimônia será<span data-contrast="none"> transmitida </span>ao vivo pela <strong>TNT e pela HBO Max</strong><span data-contrast="none">.</span></p> <p>A programação começa às <strong>21h30 (horário de Brasília)</strong>, com um pré-show especial apresentado por Carol Ribeiro diretamente do tapete vermelho, em Los Angeles. A atração trará bastidores da premiação, entrevistas com as principais estrelas da noite e toda a expectativa para o evento.</p> <p>Na sequência, a cerimônia oficial contará com comentários do especialista em entretenimento e cultura pop Phelipe Cruz e com a tradução simultânea de Marly Moro e Robert Greathouse. <span data-contrast="auto">Após o encerramento da cerimônia, o evento ficará disponível na plataforma de streaming por duas semanas.</span></p> <p data-mrf-recirculation=".Corpo do artigo"><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="https://rollingstone.com.br/musica/sabrina-carpenter-se-apresentara-no-grammy-2026/">Sabrina Carpenter se apresentará no Grammy 2026</a></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/que-horas-acontece-o-grammy-2026/">Que horas começa o Grammy 2026, premiação da música que acontece no domingo (1º)??</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  7. Wagner Moura irá estrelar remake de ‘Gosto de Cereja’, filme vencedor da Palma de Ouro

    Sat, 31 Jan 2026 13:24:07 -0000

    A nova versão será comandada pelo prestigiado cineasta argentino Lisandro Alonso (Jauja) e terá diálogos em português

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Wagner-Moura-ira-estrelar-remake-de-Gosto-de-Cereja-filme-vencedor-da-Palma-de-Ouro-Edward-BerthelotGetty-Images-2257495389-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Wagner-Moura-ira-estrelar-remake-de-Gosto-de-Cereja-filme-vencedor-da-Palma-de-Ouro-Edward-BerthelotGetty-Images-2257495389-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Wagner-Moura-ira-estrelar-remake-de-Gosto-de-Cereja-filme-vencedor-da-Palma-de-Ouro-Edward-BerthelotGetty-Images-2257495389-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Wagner-Moura-ira-estrelar-remake-de-Gosto-de-Cereja-filme-vencedor-da-Palma-de-Ouro-Edward-BerthelotGetty-Images-2257495389-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Wagner-Moura-ira-estrelar-remake-de-Gosto-de-Cereja-filme-vencedor-da-Palma-de-Ouro-Edward-BerthelotGetty-Images-2257495389-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Wagner-Moura-ira-estrelar-remake-de-Gosto-de-Cereja-filme-vencedor-da-Palma-de-Ouro-Edward-BerthelotGetty-Images-2257495389.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p data-start="0" data-end="256">Após vencer o <a href="https://rollingstone.com.br/tags/globo-de-ouro">Globo de Ouro</a> de Melhor Ator em Filme de Drama, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/wagner-moura/"><strong data-start="42" data-end="58">Wagner Moura</strong></a> (<em>O Agente Secreto</em>) já sabe qual será seu próximo grande projeto internacional: o ator brasileiro será o protagonista do remake de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/gosto-de-cereja"><strong data-start="161" data-end="192"><em data-start="173" data-end="190">Gosto de Cereja</em></strong></a>, clássico do cinema iraniano dirigido por <a href="https://rollingstone.com.br/tags/abbas-kiarostami"><strong data-start="235" data-end="255">Abbas Kiarostami</strong></a> que venceu a <a href="https://rollingstone.com.br/tags/palma-de-ouro">Palma de Ouro</a> no <a href="https://rollingstone.com.br/tags/festival-de-cannes">Festival de Cannes</a> de 1997.</p> <p data-start="258" data-end="536">A nova versão será comandada pelo prestigiado cineasta argentino <strong data-start="323" data-end="342">Lisandro Alonso</strong> (<em data-start="344" data-end="351">Jauja</em>) e terá diálogos em português. A confirmação veio do próprio ator durante participação no podcast Awards Circuit, do <em>The Hollywood Reporter</em>. No bate-papo, o ator comentou que as filmagens devem começar ainda este ano, embora detalhes sobre a adaptação estejam sendo mantidos sob sigilo.</p> <h2 data-start="258" data-end="536">Sobre <em>Gosto de Cereja</em></h2> <p data-start="804" data-end="1181">Lançado em 1997, <em data-start="821" data-end="838">Gosto de Cereja</em> venceu a Palma de Ouro em Cannes e se tornou um marco do cinema de arte dos anos 1990, com uma trama profundamente existencial sobre mortalidade, solidão e escolhas humanas. <strong>Wagner Moura</strong> assumirá o papel central, originalmente interpretado por <strong data-start="1087" data-end="1107">Homayoun Ershadi</strong>, em um personagem conhecido por sua complexidade emocional e ambiguidade. Vale lembrar que o ator morreu recentemente aos 78 anos, vítima de câncer.</p> <div class="ad-wrap ad-300x250 banner1"> <div id="banner-300x250-1-area" class="ad ad-300x250 banner1" data-google-query-id="CJ6L25_vtZIDFctSuAQdOr0f5w"> <p data-start="857" data-end="1195">No longa, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, <strong>Ershadi</strong> interpretou um homem que dirige pelas colinas de Teerã à procura de alguém disposto a enterrá-lo após seu suicídio. Sua performance, contida e profundamente humana, se tornou símbolo do cinema iraniano moderno — e projetou seu rosto no imaginário de espectadores do mundo todo.</p> </div> </div> <div class="kD0Vhf"> <div class="b3puKe"> <div class="wDYxhc" role="presentation" data-attrid="kc:/film/film:theatrical region aware release date" data-md="1001" data-hveid="CBcQAA" data-ved="2ahUKEwicsbyM77WSAxX7s5UCHUlMCNwQkCl6BAgXEAA"> <div class="Z1hOCe"> <div class="zloOqf PZPZlf">O filme está disponível no catálogo da <strong data-start="1265" data-end="1273">MUBI</strong>.</div> </div> </div> </div> </div> <p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.hollywoodreporter.com/movies/movie-news/wagner-moura-secret-agent-trump-venezuela-awards-chatter-1236467087/">THR</a></p> <p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/wagner-moura-indicacao-oscar-o-agente-secreto-entrevista-variety/">Wagner Moura reflete sobre indicação ao Oscar: ‘A vida não para’</a></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/wagner-moura-ira-estrelar-remake-de-gosto-de-cereja/">Wagner Moura irá estrelar remake de &#8216;Gosto de Cereja&#8217;, filme vencedor da Palma de Ouro</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  8. O melhor guitarrista de todos os tempos segundo Jon Bon Jovi

    Sat, 31 Jan 2026 12:57:03 -0000

    Jon Bon Jovi (Foto: Emma McIntyre/Getty Images)

    Astro revela seu músico favorito na guitarra e conta como o convidou para trabalharem juntos na trilha sonora do filme 'Young Guns 2', de 1990

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2024/02/jon-bon-jovi-foto-emma-mcintyregetty-images.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Jon Bon Jovi (Foto: Emma McIntyre/Getty Images)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p>Nada de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/jimi-hendrix/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Jimi Hendrix</strong></a>, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/eric-clapton/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Eric Clapton</strong></a>, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/jimmy-page/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Jimmy Page</strong></a> ou <a href="https://rollingstone.com.br/tags/eddie-van-halen/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Eddie Van Halen</strong></a>. Quando se trata do melhor guitarrista de todos os tempos na opinião de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/JON-BON-JOVI/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Jon Bon Jovi</strong></a>, a escolha recai sobre outro gigante do instrumento.</p> <p>Segundo o astro americano, o maior de todos é <a href="https://rollingstone.com.br/tags/jeff-beck/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Jeff Beck</strong></a>, com quem inclusive teve a honra de trabalhar na trilha sonora do filme <em><strong>Young Guns 2</strong></em> (<em>Jovens Pistoleiros 2</em> no <strong>Brasil</strong>), lançado em 1990.</p> <p>Em entrevista a <strong>Howard Stern</strong> (via <a href="https://faroutmagazine.co.uk/the-guitarist-jon-bon-jovi-called-the-greatest-of-all-time/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Far Out Magazine</strong></a>), Bon Jovi fez questão de exaltar Hendrix, obviamente, mas afirmou que ficou &#8220;boquiaberto&#8221; mesmo ao ver de perto Beck manuseando a guitarra. E que todos no lugar dele também ficariam.</p> <p>Bon Jovi argumenta:</p> <blockquote><p><em>&#8220;Jimi Hendrix estaria na escalação inicial, mas eu estava na sala com Jeff Beck quando ele tirou uma guitarra de uma caixa de papelão com um amplificador alugado e sem pedais e criou aquele som quando fizemos o disco do <strong>Young Guns</strong>. Fiquei ali sentado, boquiaberto. Jeff Beck fazia coisas com o dedo e o polegar que te deixariam boquiaberto.&#8221;</em></p></blockquote> <figure id="attachment_195803" aria-describedby="caption-attachment-195803" style="width: 1920px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-195803" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/05/jeff-beck-1984-foto-ross-marino-getty-images-2154373732.jpg" alt="Jeff Beck" width="1920" height="1080" /><figcaption id="caption-attachment-195803" class="wp-caption-text">Jeff Beck &#8211; Foto: Ross Marino / Getty Images</figcaption></figure> <p>Segundo ele, foi fácil convencer Jeff Beck a participar da gravação de <strong>&#8220;Blaze of Glory&#8221;</strong>, música que foi carro-chefe da trilha sonora do filme e batizou o primeiro álbum solo de Bon Jovi.</p> <p>Ele relembra (transcrição via <a href="https://rockandrollgarage.com/bon-jovi-recalls-how-he-got-elton-john-and-jeff-beck-to-play-on-his-solo-album/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rock and Roll Garage</strong></a>):</p> <blockquote><p><em>&#8220;Eu liguei para Jeff Beck na época para convidá-lo. Eu praticamente o convidei para tocar no álbum inteiro e ele foi gentil o suficiente para concordar.&#8221;</em></p></blockquote> <h2>Jon Bon Jovi precisou aconselhar Jeff Beck?</h2> <p>Questionado por Howard Stern se deu dicas ou orientou Beck sobre como gravar suas partes, Bon Jovi brincou:</p> <blockquote><p><em>&#8220;Não! (risos) Só perguntei se ele gosta de açúcar no café e se aquele cheeseburger estava bem preparado. Você sai do caminho quando Jeff Beck toca uma guitarra. O álbum saiu muito rápido. Foi minha primeira incursão na composição de trilhas sonoras para filmes, e o roteiro é a base das letras. Então, aqui está o seu enredo e você escreve dez músicas que se encaixam no filme.&#8221;</em></p></blockquote> <p>Além de Jeff Beck, também participou da gravação da trilha sonora outro ícone britânico: <a href="https://rollingstone.com.br/tags/elton-john/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Elton John</strong></a>.</p> <h2>O lendário guitarrista</h2> <p>Nascido em 1944, Jeff Beck se tornou um prodígio da guitarra logo cedo, quando integrou os <a href="https://rollingstone.com.br/tags/yardbirds/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Yardbirds</strong> </a>após a saída de Clapton. Depois ele fundou o <strong>Jeff Beck Group</strong> e tocou também no power trio <strong>Beck, Bogert &amp; Appice</strong>, além de ter construído uma longeva carreira solo.</p> <p>Beck faleceu em 2023, aos 78 anos, após contrair meningite bacteriana.</p> <p><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/bon-jovi-anuncia-retorno-aos-palcos-apos-cirurgia-nas-cordas-vocais-de-jon/" target="_blank" rel="noopener">Bon Jovi anuncia retorno aos palcos após cirurgia nas cordas vocais</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/jon-bon-jovi-grande-chateacao/" target="_blank" rel="noopener">A grande chateação de Jon Bon Jovi a essa altura de sua carreira</a></strong><br /> <strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/musica/o-guitarrista-que-ninguem-conseguia-igualar-segundo-paul-mccartney/" target="_blank" rel="noopener">O guitarrista que ninguém conseguia igualar segundo Paul McCartney</a></strong></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/jon-bon-jovi-melhor-guitarrista-opiniao/">O melhor guitarrista de todos os tempos segundo Jon Bon Jovi</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  9. Leoni revela sobre quem é ‘Exagerado’, hit de Cazuza

    Sat, 31 Jan 2026 11:50:14 -0000

    Cazuza - Foto: reprodução / YouTube

    Suposta inspiração para a canção de sucesso trabalhou com o cantor desde os tempos de Barão Vermelho, servindo como produtor e mentor

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/06/cazuza-clipe-exagerado-foto-reproducao-youtube.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Cazuza - Foto: reprodução / YouTube" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p><span style="font-weight: 400;">A obra de </span><a href="https://rollingstone.com.br/tags/cazuza" target="_blank" rel="noopener"><b>Cazuza</b></a><span style="font-weight: 400;"> tem várias músicas abertas a interpretações quanto a quem poderia ser a respeito. Entretanto, uma que muitos julgavam ser um retrato do próprio artista, </span><b>“Exagerado”</b><span style="font-weight: 400;">, pode na realidade contar com inspiração em outra pessoa.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Em entrevista ao jornal </span><a href="https://www.estadao.com.br/cultura/musica/cazuza-era-maluco-mas-muito-inteligente-diz-lucinha-araujo-em-exposicao-sobre-o-cantor/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">O Estado de S.Paulo</span></a>,<span style="font-weight: 400;"> o cantor e compositor </span><a href="https://rollingstone.com.br/tags/leoni" target="_blank" rel="noopener"><b>Leoni</b></a><span style="font-weight: 400;"> afirmou que ouviu a verdade do próprio Cazuza enquanto trabalhava na canção com ele. O exagerado em questão, curiosamente, era o terceiro compositor: </span><a href="https://rollingstone.com.br/tags/ezequiel-neves" target="_blank" rel="noopener"><b>Ezequiel Neves</b></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Leoni relatou:</span></p> <blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">“Para mim, o Cazuza disse que o exagerado era o Ezequiel, tanto que ele usou várias frases dele, como ‘te trago mil rosas roubadas’. Há até a história do Ezequiel com o </span></i><b><i>Iggy Pop</i></b><i><span style="font-weight: 400;">, em Los Angeles. Ele estava tão louco que o Iggy disse a ele: ‘Take it easy, man! Cool down’.”</span></i></p></blockquote> <p>Vida e obra de Cazuza estão sob holofotes novamente em uma exposição, <a href="https://rollingstone.com.br/musica/cazuza-exagerado-exposicao-sao-paulo/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Cazuza Exagerado</strong></a>. Após o sucesso no Rio de Janeiro, a mostra foi trazida para São Paulo, com área especial destinada a ela no Shopping Eldorado, em Pinheiros.</p> <h2><b>Quem foi Ezequiel Neves, o Zeca Jagger</b></h2> <p><span style="font-weight: 400;">Ezequiel Neves foi um jornalista que trabalhou, entre outras publicações, para a versão brasileira inicial da Rolling Stone no começo dos anos 1970, onde assinava sob o pseudônimo de <strong>Zeca Jagger</strong>. A revista era publicada de maneira independente, sem o aval da matriz americana, e foi fechada pela ditadura militar.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Em 1975, ele começou a carreira de produtor musical com o grupo </span><b>Made in Brazil</b><span style="font-weight: 400;">. Quatro anos depois, passou a trabalhar para a gravadora <strong>Som Livre</strong>. Logo conheceu Cazuza, filho do presidente do selo, com quem começou uma amizade e mentoria.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Meses após Cazuza entrar para o </span><a href="https://rollingstone.com.br/tags/barao-vermelho" target="_blank" rel="noopener"><b>Barão Vermelho</b></a><span style="font-weight: 400;">, em 1981, Neves viu potencial no grupo. Junto de </span><b>Guto Graça Mello</b><span style="font-weight: 400;">, diretor da Som Livre, produziu o álbum de estreia </span><b><i>Barão Vermelho</i></b><span style="font-weight: 400;"> (1982). O disco inicialmente foi um sucesso de crítica, mas não de público, vendendo apenas sete mil cópias.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">O segundo trabalho, </span><b><i>Barão Vermelho 2</i></b><span style="font-weight: 400;"> (1983), se provou o momento de estouro. Várias figuras da MPB chancelaram o talento do vocalista para compor.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Quando Cazuza saiu do Barão em julho de 1985, Ezequiel continuou trabalhando com ambas as partes. Ele produziu todos os álbuns do cantor até a morte deste, em decorrência da Aids, em 1990. Quanto ao grupo, Neves foi produtor de todos os discos deles até sua própria morte, em 2010.</span></p> <p>Um longa-metragem sobre a vida e carreira do produtor, chamado <em><b>Ninguém Pode Provar Nada – A Inacreditável História de Ezequiel Neves</b></em>, foi exibido durante a edição 2025 do Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro. O projeto borra a linha entre documentário e ficção ao usar recursos de inteligência artificial para criar filmes inventados e recriar entrevistas que nunca ocorreram. O filme é dirigido por <strong>Rodrigo Pinto</strong>, autor da biografia oficial do Barão Vermelho, <em><strong>Barão Vermelho</strong></em> (2007), junto com <strong>Guto Goffi</strong> e Ezequiel Neves.</p> <h2>Edição de colecionador da Rolling Stone Brasil: Cazuza &#8211; Memórias do Poeta</h2> <p>Este texto está presente na edição de colecionador da Rolling Stone Brasil em homenagem ao Cazuza. A revista, disponível na <a href="https://www.lojaperfil.com.br/rolling-stone/rolling-stone-especial-cazuza" target="_blank" rel="noopener"><em>Loja da Editora Perfil</em></a>, conta com depoimentos de amigos e pessoas próximas, um passeio pela Exposição Cazuza Exagerado, lista das 20 músicas mais regravadas, a discografia comentada e muito mais!</p> <div class="instagram" contenteditable="false"> <blockquote class="instagram-media" style="border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DMOOe6QvAA3/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"> <div style="padding: 16px;"> <div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; 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  10. Decisão de pena de morte contra Luigi Mangione é descartada

    Fri, 30 Jan 2026 21:24:22 -0000

    Luigi Mangione (Curtis Means - Pool/Getty Images

    O réu de 27 anos, acusado do assassinato do CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, agora enfrenta uma pena máxima de prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional

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    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2025/05/luigi-mangione-tenta-anular-acusacao-de-homicidio-em-nova-york-alegando-dupla-incriminacao.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Luigi Mangione (Curtis Means - Pool/Getty Images" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p><span dir="auto">Na sexta-feira, </span><a href="https://rollingstone.com.br/tags/luigi-mangione/" target="_blank" rel="noopener"><strong><span dir="auto">Luigi Mangione</span></strong></a><span dir="auto"> compareceu ao tribunal federal de Nova York, em Manhattan, onde a juíza federal <strong>Margaret Garnett</strong> anunciou o arquivamento de duas acusações, incluindo a de homicídio, eliminando assim a possibilidade de pena de morte contra <strong>Mangione</strong> em seu processo federal.</span></p> <p><strong>Mangione</strong> enfrenta acusações em tribunais federais e estaduais de Nova York pelo assassinato de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/brian-thompson/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Brian Thompson</strong></a>, CEO da <a href="https://rollingstone.com.br/tags/unitedhealthcare/" target="_blank" rel="noopener"><strong>UnitedHealthcare</strong></a>. As quatro acusações federais contra ele incluem duas acusações de perseguição, homicídio com uso de arma de fogo e porte ilegal de arma de fogo. A acusação de homicídio com uso de arma de fogo prevê pena de morte. A defesa de <strong>Mangione</strong> argumentou que as acusações de perseguição não atendem aos requisitos legais para um &#8220;crime violento&#8221;. O juiz <strong>Garnett</strong>, conforme a decisão da manhã de sexta-feira, concordou. Agora, restam apenas as duas acusações de perseguição em seu processo federal. <strong>Mangione</strong> enfrenta a pena máxima de prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. (Ele não enfrenta a pena de morte em nenhum dos outros processos.)</p> <p><span dir="auto">O réu, de 27 anos, declarou-se inocente de todas as acusações, incluindo porte de armas e falsificação, no tribunal estadual da Pensilvânia, onde foi preso em um McDonald&#8217;s em Altoona, em dezembro de 2024. Em </span><span dir="auto">abril de 2025,</span><span dir="auto"> <strong>Mangione</strong> foi indiciado em um tribunal federal. No mesmo mês, o governo dos EUA notificou que buscaria a pena de morte. Desde então, a defesa e a acusação de <strong>Mangione</strong> apresentaram diversos documentos legais questionando se as acusações de pena de morte deveriam ou não ser rejeitadas. Em 9 de janeiro, a acusação e a defesa apresentaram seus argumentos orais sobre o assunto. </span></p> <p>“O caso seguirá para julgamento nas acusações um e dois, que imputam ao réu a responsabilidade pela morte de <strong>Brian Thompson</strong>, com base em duas leis federais de perseguição”, escreveu <strong>Garnett</strong> em sua decisão. Ela acrescentou que, embora “ninguém possa questionar seriamente” que as acusações contra <strong>Mangione</strong> constituam “conduta criminosa violenta”, elas não atendem aos requisitos legais para serem consideradas um “crime de violência”, segundo a jurisprudência da Suprema Corte. As acusações três e quatro envolvem perseguição em viagens e perseguição cibernética, que, segundo <strong>Garnett</strong>, podem ocorrer sem o “uso, tentativa de uso ou ameaça de uso de força física”. Se houver pelo menos um caso de perseguição que não envolva força, então os crimes de perseguição não podem ser considerados crimes de violência, mesmo que o caso específico envolva um ato violento.</p> <p>“A análise contida no equilíbrio desta opinião pode parecer tortuosa e estranha para a pessoa comum — e, de fato, para muitos advogados e juízes — e o resultado pode parecer contrário às nossas intuições sobre o direito penal”, escreve <strong>Garnett</strong>. “Mas representa o esforço comprometido do Tribunal em aplicar fielmente os ditames da Suprema Corte às acusações desse caso.”</p> <p><span dir="auto">Além das acusações de homicídio e porte de arma de fogo, havia também a questão de saber se </span><span dir="auto">a mochila de <b>Mangione,</b></span><span dir="auto"> que foi revistada enquanto ele estava detido em Altoona, seria admitida como prova no caso. Na sexta-feira, o juiz <strong>Garnett</strong> decidiu que ela seria admitida como prova no tribunal. </span></p> <p>Na sexta-feira, <strong>Mangione</strong> chegou ao tribunal sem algemas e vestindo seu uniforme bege de presidiário. Ele permaneceu sério durante todo o processo, cochichando brevemente com seus advogados. Sua equipe jurídica, no entanto, estava radiante ao entrar no tribunal, abraçando-se e comemorando a notícia de que a pena de morte havia sido retirada, o que foi anunciado em documentos apresentados pouco antes do início da sessão. Após a audiência, <strong>Karen Friedman Agnifilo</strong>, que lidera a defesa de <strong>Mangione</strong>, foi questionada sobre sua reação ao saber da retirada da acusação relacionada à pena de morte. &#8220;Estamos todos muito aliviados&#8221;, respondeu ela.</p> <p>O escritório de advocacia <strong>Friedman Agnifilo</strong> afirmou que tanto o presidente<a href="https://rollingstone.com.br/tags/donald-trump/" target="_blank" rel="noopener"><strong> Donald Trump</strong></a> quanto a procuradora-geral dos EUA, <strong>Pam</strong> <strong>Bondi</strong>, prejudicaram o caso com seus comentários públicos sobre <strong>Mangione</strong>. Em setembro, o presidente <strong>Donald Trump</strong> apareceu na <em>Fox News</em> e chamou <strong>Mangione</strong> de &#8220;assassino puro&#8221;, acrescentando que ele &#8220;atirou em alguém pelas costas&#8221;. <strong>Trump</strong> declarou posteriormente que considerava qualquer pessoa que apoiasse <strong>Mangione</strong> um terrorista doméstico. Isso ocorreu logo após um juiz do estado de Nova York ter rejeitado as acusações de terrorismo contra <strong>Mangione</strong>, alegando falta de provas.</p> <p>Anteriormente, <strong>Garnett</strong> havia advertido <strong>Bondi</strong> e instruído o Departamento de Justiça a se abster de comentar publicamente o caso.</p> <p><span dir="auto">Em 23 de janeiro, <strong>Garnett</strong> ouviu o depoimento de um policial de Altoona em uma </span><span dir="auto">audiência de supressão de provas de um dia</span><span dir="auto"> para determinar se as evidências obtidas durante a prisão de <strong>Mangione</strong> violaram seus direitos constitucionais, conforme alegado por sua equipe de defesa. (Em dezembro, um juiz do estado de Nova York supervisionou uma audiência de supressão de provas de três semanas e emitirá sua decisão em 18 de maio.) </span></p> <p>Na sexta-feira, a acusação e a defesa discutiram os planos para o questionário que estão preparando para os potenciais jurados no caso federal de <strong>Mangione</strong>. A juíza <strong>Garnett</strong> confirmou que a seleção do júri começará em 8 de setembro e que ela começará a ouvir as provas e os argumentos do caso em meados de outubro.</p> <p>No início desta semana, o promotor adjunto de Manhattan, <strong>Joel Seidemann</strong>, enviou uma carta ao juiz <strong>Gregory Carro</strong>, da Suprema Corte de Nova York, solicitando que o julgamento estadual contra <strong>Mangione</strong> seja autorizado a começar em 1º de julho de 2026, antes do julgamento federal de <strong>Mangione</strong>.</p> <p class="paragraph larva // lrv-u-line-height-copy lrv-a-font-body-l "><span dir="auto">“O Estado de Nova York tem, inquestionavelmente, um profundo interesse em defender o direito fundamental à vida, manter a ordem pública e fazer justiça por um assassinato cometido em sua jurisdição”, escreveu <strong>Seidemann</strong>. “A lei federal ampara nosso pedido para que o julgamento federal prossiga primeiro, e nosso direito a uma resolução célere deste caso seria seriamente comprometido se o julgamento federal ocorresse primeiro.”</span></p> <div id="browsi_adWrapper_ai_4_ati_1_rc_0"><strong>Friedman Agnifilo</strong> respondeu em um comunicado, afirmando que o governo federal já tem uma data de julgamento definida. “Na prática, a equipe de defesa do Sr. <strong>Mangione</strong> precisará do restante do ano para se preparar para o julgamento. Responderemos ao Tribunal sobre esse pedido irrealista nos próximos dias.”</div> <div></div> <div>Na sexta-feira, a equipe de <strong>Mangione</strong> e os promotores federais declararam estar prontos para iniciar o julgamento federal, e <strong>Garnett</strong> afirmou que o caso estadual não lhe diz respeito e que pretende prosseguir com o processo. Ela pediu que o governo a mantivesse informada sobre se pretendem ou não recorrer da decisão que rejeitou as acusações.</div> <div></div> <div><span dir="auto">O reverendo <strong>Jeff Hood</strong>,</span><span dir="auto"> ativista pela reforma da pena de morte, reagiu à notícia da retirada das acusações de pena capital em uma declaração a <em><strong>Rolling</strong></em></span><strong><em><span dir="auto"><em><strong> </strong></em>Stone EUA</span></em></strong><span dir="auto">. &#8220;O fato de o Estado desistir de executar </span><strong><span dir="auto">Luigi Mangione</span></strong><span dir="auto"><strong> </strong>não é misericórdia, é contenção&#8221;, disse <strong>Hood</strong>. &#8220;E contenção é o mínimo que devemos esperar de um sistema que já tirou muito mais do que o necessário.&#8221;</span></div> <div></div> <div>A organização <strong>Death Penalty Action</strong> anunciou que encerrará sua atuação no caso de <strong>Mangione</strong>. “Este é mais um exemplo da arrogância política e do oportunismo do governo <strong>Trump</strong> sendo neutralizados pelo pensamento racional e pela análise cuidadosa de um juiz”, disse <strong>Abraham Bonowitz</strong>, diretor-executivo da Death Penalty Action. “Esperamos que a eliminação da possibilidade de uma execução daqui a décadas permita um caminho mais rápido para a recuperação da família e dos amigos de <strong>Brian Thompson</strong>, a vítima neste caso.”</div> <div></div> <div><span dir="auto">Um dia antes de <strong>Mangione</strong> comparecer ao tribunal federal, um homem de Minnesota chamado <strong>Mark Anderson</strong> foi acusado de </span><span dir="auto">se passar por um agente do FBI</span><span dir="auto"> numa suposta tentativa de libertar <strong>Mangione</strong> da prisão do Brooklyn onde ele está detido. Segundo a denúncia, <strong>Anderson</strong> chegou ao Centro de Detenção Metropolitano às 18h50 alegando ter documentos assinados por um juiz para libertar um detento. Uma fonte policial afirma que o detento era <strong>Mangione</strong>, embora o nome de <strong>Mangione</strong> não tenha sido mencionado na denúncia nem citado nominalmente na audiência de acusação de <strong>Anderson</strong>.</span></div> <div></div> <div>Segundo as autoridades, <strong>Anderson</strong> jogou papéis nos agentes penitenciários e alegou estar em posse de armas. Um cortador de pizza e um garfo de churrasco foram encontrados na mochila de <strong>Anderson</strong>. (<strong>Anderson</strong> havia trabalhado anteriormente em uma pizzaria no Bronx.) Ele está atualmente detido no MDC Brooklyn, a prisão que ele supostamente tentou invadir.</div> <div></div> <div>Após a audiência, <strong>Friedman Agnifilo</strong> foi questionada sobre essas alegações e disse que sua equipe estava focada no caso de <strong>Mangione</strong> e que não tinha visto o nome de sua cliente mencionado em nada oficialmente relacionado a <strong>Anderson</strong>.</div> <div></div> <div><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/noticia/defesa-de-luigi-mangione-critica-promotores-por-gravacao-ilegal-de-interrogatorio/" target="_blank" rel="noopener">Defesa de Luigi Mangione critica promotores por gravação ilegal de interrogatório</a></strong></div> <div><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/noticia/audiencia-de-luigi-mangione-aborda-arma-3d-ligacao-911-inedita-e-comparacoes-com-o-unabomber/" target="_blank" rel="noopener">Audiência de Luigi Mangione aborda arma 3D, ligação 911 inédita e comparações com o Unabomber</a></strong></div> <div><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/dave-franco-de-juntos-ira-interpretar-luigi-mangione-nos-cinemas-ele-responde/" target="_blank" rel="noopener">Dave Franco, de ‘Juntos’, irá interpretar Luigi Mangione nos cinemas? Ele responde</a></strong></div> <div><strong>+++ LEIA MAIS: <a href="https://rollingstone.com.br/diversos/luigi-mangione-tenta-anular-acusacao-de-homicidio-em-nova-york-alegando-dupla-incriminacao/" target="_blank" rel="noopener">Luigi Mangione tenta anular acusação de homicídio em Nova York alegando dupla incriminação</a></strong></div> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/politica/decisao-de-pena-de-morte-contra-luigi-mangione-e-descartada/">Decisão de pena de morte contra Luigi Mangione é descartada</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>