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  1. A história por trás do maior hit do rock no século XXI

    Sun, 01 Nov 2026 13:40:47 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/The-White-Stripes-show-GettyImages-162212654-Tim-Mosenfelder-1-406x228.png" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="The White Stripes" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/The-White-Stripes-show-GettyImages-162212654-Tim-Mosenfelder-1-406x228.png 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/The-White-Stripes-show-GettyImages-162212654-Tim-Mosenfelder-1-800x450.png 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/The-White-Stripes-show-GettyImages-162212654-Tim-Mosenfelder-1-768x432.png 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/The-White-Stripes-show-GettyImages-162212654-Tim-Mosenfelder-1-1536x864.png 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/The-White-Stripes-show-GettyImages-162212654-Tim-Mosenfelder-1.png 1920w" sizes="(max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Descubra como a faixa lançada em 2003 se tornou o maior hino esportivo e cultural do rock global</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/a-historia-por-tras-do-maior-hit-do-rock-no-seculo-xxi/">A história por trás do maior hit do rock no século XXI</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/The-White-Stripes-show-GettyImages-162212654-Tim-Mosenfelder-1-406x228.png" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="The White Stripes" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/The-White-Stripes-show-GettyImages-162212654-Tim-Mosenfelder-1-406x228.png 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/The-White-Stripes-show-GettyImages-162212654-Tim-Mosenfelder-1-800x450.png 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/The-White-Stripes-show-GettyImages-162212654-Tim-Mosenfelder-1-768x432.png 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/The-White-Stripes-show-GettyImages-162212654-Tim-Mosenfelder-1-1536x864.png 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/10/The-White-Stripes-show-GettyImages-162212654-Tim-Mosenfelder-1.png 1920w" sizes="(max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>O duo norte-americano <a href="https://rollingstone.com.br/tags/the-white-stripes/" target="_blank" rel="noopener"><strong>The White Stripes</strong></a> transformou o cenário musical ao lançar <strong>&#8220;Seven Nation Army&#8221;</strong> em 17 de fevereiro de 2003, faixa que, mais de duas décadas depois, segue consolidada como o maior hit do rock no século XXI. A composição, presente no elogiado disco <strong><em>Elephant</em></strong> (2003), resgatou a força das guitarras cruas no momento em que a música pop eletrônica dominava as paradas globais.</p> <p>A faixa nasceu a partir de um improviso durante uma passagem de som na Austrália em 2002. O resultado técnico e estético da gravação estabeleceu um padrão criativo que desafiou a indústria fonográfica moderna e mantém seu legado vivo até hoje.</p> <h3>Leia Mais</h3> <ul> <li><a href="https://rollingstone.com.br/musica/jack-white-consegue-identificar-qualquer-musica-dos-the-beatles-em-apenas-um-segundo-de-audicao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Jack White consegue identificar qualquer música dos The Beatles em apenas um segundo de audição</a></li> <li><a href="https://rollingstone.com.br/musica/os-videoclipes-de-rock-mais-influentes-do-seculo-xxi-no-youtube/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Os videoclipes de rock mais influentes do século XXI no YouTube</a></li> <li><a href="https://rollingstone.com.br/musica/jack-white-responde-apos-polemica-sobre-comentario-de-composicao-de-taylor-swift/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Jack White responde após polêmica sobre comentário de composição de Taylor Swift</a></li> </ul> <h2>Qual é a história de Seven Nation Army</h2> <p><strong>&#8220;Seven Nation Army&#8221;</strong> foi composta por <a href="https://rollingstone.com.br/musica/jack-white-frozen-charlotte-resenha-review/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Jack White</strong></a> durante uma turnê australiana em janeiro de 2002. Sem pretensão inicial de transformá-la em hino imediato, o músico guardou a melodia principal imaginando utilizá-la caso fosse convidado para compor o tema de uma produção cinematográfica de espionagem.</p> <p>O processo de registro sonoro ocorreu no lendário Toe Rag Studios, em Londres. O local operava exclusivamente com equipamentos analógicos anteriores a 1960. O riff marcante, frequentemente confundido com um contrabaixo, foi gravado por <strong>Jack White</strong> com uma guitarra semiacústica conectada a um pedal oitavador para rebaixar a frequência do som.</p> <p>O título da obra surgiu de uma confusão de infância do próprio guitarrista. Quando criança em Detroit, <strong>Jack White</strong> pronunciava de forma errada o nome da organização de caridade Exército de Salvação, transformando a frase em &#8220;Seven Nation Army&#8221;. A letra retrata a sensação de sufoco provocada por fofocas e perseguições cotidianas em uma cidade pequena.</p> <h2>Por que a música virou um hino global</h2> <p>Diversos elementos convergiram para transformar a faixa em uma referência imediata da cultura internacional:</p> <ul> <li>O riff direto e marcante: a progressão de notas simples facilitou a memorização rápida por ouvintes de diferentes culturas.</li> <li>A batida minimalista: a linha rítmica conduzida pela baterista <a href="https://rollingstone.com.br/musica/passou-da-hora-de-dar-o-devido-respeito-a-meg-white/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Meg White</strong></a> garantiu a sustentação pesada necessária para a melodia.</li> <li>A apropriação nos estádios de futebol: torcedores do Club Brugge, da Bélgica, adotaram o refrão em 2003 durante partida contra o Milan, espalhando a celebração até se tornar hino na campanha vitoriosa da Itália na Copa do Mundo de 2006.</li> <li>A produção minimalista: a recusa do duo em utilizar computadores na mixagem final manteve o som cru e atemporal.</li> </ul> <p>A <a href="https://rollingstone.com.br/musica/rock-seculo-21-melhores-musicas-rolling-stone-eua/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Rolling Stone</em></strong></a> posicionou a gravação com grande destaque nas análises históricas das últimas décadas, apontando a obra como um divisor de águas na sobrevivência comercial das <a href="https://rollingstone.com.br/musica/matt-bellamy-muse-musico-que-salvou-o-solo-de-guitarra/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">guitarras elétricas</a> no novo milênio.</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/a-historia-por-tras-do-maior-hit-do-rock-no-seculo-xxi/">A história por trás do maior hit do rock no século XXI</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  2. Como Akira Kurosawa inspirou as grandes batalhas em ‘Game of Thrones’

    Sun, 01 Nov 2026 13:39:18 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/kit_harington_em_game_of_thrones_foto_divulgacao__hbo.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Kit Harington em Game of Thrones (Foto: Divulgação / HBO)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" /></p> <p>Entenda de que forma a estética de guerra e o ritmo narrativo do cineasta japonês influenciaram os momentos mais épicos da série</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/como-akira-kurosawa-inspirou-as-grandes-batalhas-em-game-of-thrones/">Como Akira Kurosawa inspirou as grandes batalhas em &#8216;Game of Thrones&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/kit_harington_em_game_of_thrones_foto_divulgacao__hbo.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Kit Harington em Game of Thrones (Foto: Divulgação / HBO)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p>A produção visual de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/games-of-thrones/" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>Game of Thrones </em></strong></a>(2011) redefiniu o padrão dos confrontos medievais na televisão ao resgatar a cartilha cinematográfica do cineasta japonês <a href="https://rollingstone.com.br/tags/akira-kurosawa/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Akira Kurosawa</strong></a>. Responsável por clássicos que revolucionaram a linguagem audiovisual, o mestre oriental estabeleceu técnicas de enquadramento e movimentação de massas que serviram de alicerce técnico para os diretores da <strong>HBO</strong> conceberem momentos emblemáticos de combate.</p> <p>Essa aproximação não ocorreu ao acaso. Diretores da produção buscaram na filmografia nipônica soluções práticas para traduzir o desespero visceral de guerras territoriais sem perder a coerência geográfica dos acontecimentos na tela.</p> <h3>Leia Mais</h3> <ul> <li><a href="https://rollingstone.com.br/tv/o-cavaleiro-dos-sete-reinos-pode-salvar-a-franquia-de-game-of-thrones/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&#8216;O Cavaleiro dos Sete Reinos&#8217; pode salvar a franquia de ‘Game of Thrones’</a></li> <li><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/akira-completa-35-anos-no-brasil-e-volta-aos-cinemas-em-versao-4k-remasterizada/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">‘Akira’ completa 35 anos no Brasil e volta aos cinemas em versão 4K remasterizada</a></li> <li><a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/por-que-ver-o-cavaleiro-dos-sete-reinos-sem-nunca-ter-visto-game-of-thrones/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Por que ver &#8216;O Cavaleiro dos Sete Reinos&#8217; sem nunca ter visto &#8216;Game of Thrones&#8217;</a></li> </ul> <h2>Como Akira Kurosawa influenciou a estética de Game of Thrones</h2> <p>A série absorveu o estilo de <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/de-kurosawa-a-godard-belas-artes-relanca-quatro-obras-primas-nos-cinemas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Akira Kurosawa</strong></a> ao mesclar lentes dinâmicas, elementos climáticos severos e caos desorientador com foco na sobrevivência individual. A produção transpôs a brutalidade física e os enquadramentos de teleobjetiva dos épicos de samurai diretamente para as disputas de Westeros.</p> <p>O diretor <strong>Miguel Sapochnik</strong>, responsável pelos episódios de maior impacto bélico da saga, aplicou técnicas cinematográficas que ecoam obras consagradas como <strong><em>Ran </em></strong>(1985) e <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/os-100-melhores-filmes-de-todos-os-tempos-segundo-akira-kurosawa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Os Sete Samurais</strong> (1954)</a>. O realizador explorou a premissa de que uma sequência de ação só funciona quando o espectador compreende o custo emocional da violência em meio à poeira e ao sangue.</p> <h3>Técnicas do cinema japonês aplicadas na série da HBO</h3> <ul> <li>O peso do clima: tempestades, lama espessa e fumaça atuam como personagens nos combates, recurso explorado com vigor em <strong><em>Trono Manchado de Sangue</em></strong> (1957).</li> <li>Uso de teleobjetivas: compressão dos planos de filmagem para criar a sensação claustrofóbica de dezenas de guerreiros empilhados sobre os personagens.</li> <li>Pontos de vista humanos: a câmera não prioriza apenas a visão ampla dos estrategistas, mas foca o olhar aterrorizado dos combatentes da linha de frente.</li> <li>Geografia espacial clara: o espectador identifica a posição de cada exército e os limites do terreno antes do início dos confrontos corpo a corpo.</li> </ul> <p>No aclamado episódio <strong>&#8220;Battle of the Bastards&#8221;</strong>, a influência se tornou evidente durante o plano contínuo que acompanha o choque entre as tropas. Cercado por cavalos em disparada e espadas em colisão, o protagonista vivencia uma desorientação que homenageia as sequências de <strong><em>Ran</em></strong> (1985), em que a nobreza desmorona perante o massacre coletivo.</p> <p>A sensibilidade do mestre japonês também determinou a construção de ritmo em capítulos como <strong>&#8220;Hardhome&#8221;</strong>. Em vez de acelerar o corte entre os golpes, a narrativa permitiu que os planos respirassem, valorizando pausas estratégicas e a tensão silenciosa que antecede o impacto entre forças rivais.</p> <p>O legado de <strong>Akira Kurosawa</strong> funciona como manual prático de encenação para narrativas épicas contemporâneas. Ao fundir realismo implacável com rigor estético, <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/kit-harington-defende-oitava-temporada-de-game-of-thrones-fizeram-a-coisa-certa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Game of Thrones</strong> (2011)</a> manteve viva a gramática visual que moldou as obras históricas da sétima arte.</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/como-akira-kurosawa-inspirou-as-grandes-batalhas-em-game-of-thrones/">Como Akira Kurosawa inspirou as grandes batalhas em &#8216;Game of Thrones&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  3. Os bastidores da escalação do elenco marcante de ‘Boogie Nights’

    Sun, 01 Nov 2026 13:37:59 -0000

    <p><img width="341" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/burt_boogie.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Cena de &#039;Boogie Nights&#039;" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p> <p>Saiba como Mark Wahlberg e Burt Reynolds foram escolhidos para estrelar o drama que retrata os bastidores de Hollywood nos anos 70</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/os-bastidores-da-escalacao-do-elenco-marcante-de-boogie-nights/">Os bastidores da escalação do elenco marcante de &#8216;Boogie Nights&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="341" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/burt_boogie.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Cena de &#039;Boogie Nights&#039;" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p>O cineasta <a href="https://rollingstone.com.br/tags/paul-thomas-anderson/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Paul Thomas Anderson</strong></a> transformou o fascínio juvenil pela era de ouro do cinema adulto na espinha dorsal de <strong><em>Boogie Nights </em></strong>(1997). Produzido pela <strong>New Line Cinema</strong>, o drama que expõe as engrenagens de Hollywood nos anos 1970 consolidou uma das escalações mais celebradas do cinema moderno ao equilibrar veteranos renomados e talentos emergentes.</p> <p>A montagem desse time enfrentou recusas sucessivas, conflitos internos de ego e apostas improváveis da direção para preencher figuras centrais que exigiam vulnerabilidade emocional e coragem dramática.</p> <h3>Leia Mais</h3> <ul> <li><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/paul-thomas-anderson-se-diz-decepcionado-por-nao-ter-trabalhado-em-famosa-franquia-de-acao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Paul Thomas Anderson se diz decepcionado por não ter trabalhado em famosa franquia de ação</a></li> <li><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/espero-que-traga-otimismo-paul-thomas-anderson-uma-batalha-apos-a-outra/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Paul Thomas Anderson sobre &#8216;Uma Batalha Após a Outra&#8217;: &#8216;Espero que traga otimismo&#8217;</a></li> <li><a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/os-diretores-e-atores-defendem-paul-dano-apos-criticas-de-quentin-tarantino/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Os diretores e atores que defenderam Paul Dano após críticas de Quentin Tarantino</a></li> </ul> <h2>Como ocorreu a escolha dos atores de <strong><em>Boogie Nights (1997)</em></strong>?</h2> <p>A escolha dos atores de <strong><em>Boogie Nights</em></strong> (1997) ocorreu após testes minuciosos e recusas de astros consagrados. O diretor <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/paul-thomas-anderson-filme-assustou-antes-inspirar-boogie-nights/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Paul Thomas Anderson</strong></a> selecionou nomes capazes de transitar entre inocência e decadência moral, contratando <strong>Mark Wahlberg</strong> e vencendo a resistência de <strong>Burt Reynolds</strong>.</p> <h3>Quais fatores definiram a escalação dos protagonistas</h3> <ul> <li>o papel de<strong> Dirk Diggler</strong>: o ator <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/leonardo-dicaprio-foi-aconselhado-a-desistir-de-titanic-por-filme-sobre-a-industria-porno/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leonardo DiCaprio</strong></a> abriu mão do projeto para filmar <strong><em>Titanic </em></strong>(1997) e sugeriu <strong>Mark Wahlberg</strong> para o papel principal.</li> <li>a resistência de <strong>Jack Horner</strong>: o astro <strong>Burt Reynolds</strong> rejeitou o convite para interpretar o realizador diversas vezes antes de ceder aos apelos do cineasta.</li> <li>a figura de <strong>Amber Waves</strong>: a atriz <strong>Julianne Moore</strong> assumiu a personagem materna após outras atrizes famosas recusarem a alta carga emocional e as cenas de exposição do roteiro.</li> </ul> <h2>Os conflitos entre Burt Reynolds e Paul Thomas Anderson</h2> <p>A convivência no set expôs abismos geracionais entre o <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/os-20-melhores-filmes-do-seculo-xxi-segundo-paul-thomas-anderson/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cineasta novato</a> e o astro veterano. Acostumado aos padrões rígidos dos grandes estúdios, <strong>Burt Reynolds</strong> desaprovava a liberdade concedida aos colegas mais jovens e as tomadas contínuas orquestradas pela câmera na Califórnia. Testemunhas relataram discussões acaloradas entre os dois durante gravações externas.</p> <p>A insatisfação levou o veterano a demitir seu agente logo após assistir a uma montagem preliminar da película. A recepção da crítica, contudo, mudou os rumos do projeto: o artista venceu o Globo de Ouro e disputou a estatueta da Academia de Cinema, consolidando uma das performances mais elogiadas de sua carreira tardia.</p> <h2>A guinada profissional de Mark Wahlberg em Hollywood</h2> <p>Para <strong>Mark Wahlberg</strong>, a oportunidade representou a ruptura definitiva com a carreira musical e publicitária de anos anteriores. O jovem precisava provar capacidade dramática para sustentar a jornada destrutiva de Dirk Diggler sem cair na caricatura apelativa.</p> <p>O sucesso das gravações derivou da sintonia construída com um elenco de apoio que reunia <strong>Philip Seymour Hoffman</strong>, <strong>John C. Reilly</strong>, <strong>Don Cheadle</strong> e <strong>Heather Graham</strong>. O trabalho em conjunto garantiu credibilidade ao retrato da decadência das produções independentes na virada para a década de 1980.</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/os-bastidores-da-escalacao-do-elenco-marcante-de-boogie-nights/">Os bastidores da escalação do elenco marcante de &#8216;Boogie Nights&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  4. Como o cinema de horror influenciou o visual de bandas de rock

    Sun, 01 Nov 2026 13:36:37 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2024/09/gettyimages-84884059_dy190701517.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Kiss em 1976 (Foto: Fin Costello/Redferns)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p> <p>De Alice Cooper a Rob Zombie; entenda como o choque visual dos filmes de terror ajudou a moldar a estética de grandes ícones da música</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/como-o-cinema-de-horror-influenciou-o-visual-de-bandas-de-rock/">Como o cinema de horror influenciou o visual de bandas de rock</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2024/09/gettyimages-84884059_dy190701517.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Kiss em 1976 (Foto: Fin Costello/Redferns)" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" /></p><p>A convergência entre o choque cinematográfico e as apresentações musicais redefiniu a cultura pop global. Desde a década de 1970, o cinema de horror influenciou o visual de bandas de rock ao fornecer um catálogo estético baseado em sangue cenográfico, maquiagem fúnebre e narrativas macabras destinadas a romper padrões de comportamento da época.</p> <p>O fascínio pela provocação visual levou artistas sonoros a transformar palcos em cenários de pesadelo. Ao transpor efeitos práticos e narrativas sombrias para os shows ao vivo, bandas históricas descobriram que o medo servia como poderoso elemento de identidade artística e atração para o público jovem.</p> <h3>Leia Mais</h3> <ul> <li><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/onde-assistir-ao-filme-de-terror-mais-assustador-da-historia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Onde assistir ao filme de terror considerado o mais assustador da história pela ciência?</a></li> <li><a href="https://rollingstone.com.br/musica/25-musicas-verdadeiramente-aterrorizantes-segundo-rolling-stone/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">25 músicas verdadeiramente aterrorizantes, segundo Rolling Stone</a></li> <li><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/o-rockstar-que-virou-um-grande-diretor-segundo-tarantino/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">O rockstar que virou um grande diretor, segundo Tarantino</a></li> </ul> <h2>Como o cinema de horror influenciou o visual de bandas de rock</h2> <p>O cinema de horror forneceu ao rock conceitos de iluminação dramática, maquiagens teatrais e narrativas transgressoras. Artistas adaptaram monstros clássicos e o choque visceral de <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/suspiria-critica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">filmes de terror</a> para criar personas performáticas capazes de transformar apresentações musicais em experiências imersivas aterrorizantes.</p> <p>Essa busca contínua pelo impacto visual encontrou combustível em obras que desafiavam os limites da censura. Produções extremas como <strong><em>Holocausto Canibal</em></strong> (1980), dirigida pelo italiano <strong>Ruggero Deodato</strong>, causaram comoção internacional ao simular violência com tamanho realismo que o próprio cineasta precisou comparecer a tribunais para provar que o elenco continuava vivo.</p> <p>O efeito de choque gerado pelo subgênero de horror exploitation e pelas produções independentes inspirou o <a href="https://rollingstone.com.br/musica/tom-morello-celebra-filme-judas-priest-combater-fascismo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">heavy metal</a> e o punk a adotar temáticas proibitivas. A repulsa estética deixou de ser um obstáculo comercial para se transformar na assinatura cênica fundamental de grandes nomes do mercado musical.</p> <h2>Quais bandas transformaram filmes de terror em espetáculo visual</h2> <p>Diferentes gerações de músicos absorveram o <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/como-o-gosto-cinematografico-de-kurt-cobain-influenciou-o-nirvana/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">repertório gráfico das telas sombrias</a> para consolidar suas carreiras perante a crítica e os fãs:</p> <ul> <li><strong>Alice Cooper</strong>: precursor do movimento batizado como shock rock, levou para as turnês na década de 1970 execuções simuladas em guilhotinas e forcas cenográficas, além de figurinos decadentes inspirados no expressionismo sombrio.</li> <li><strong>Misfits</strong>: criaram as bases do horror punk ao adotar penteados pontiagudos, maquiagens de esqueleto e letras dedicadas a clássicos do cinema sombrio, incluindo tributos evidentes ao longa <strong><em>A Noite dos Mortos-Vivos</em> </strong>(1968).</li> <li><strong>Rob Zombie</strong>: fundou o <strong>White Zombie</strong> e construiu carreira solo baseada na estética de filmes B, dirigindo produções de horror no cinema e alcançando projeção com a música <strong>&#8220;Dragula&#8221;</strong>.</li> <li><strong>Kiss</strong>: utilizou técnicas teatrais de sangue artificial expelido pelo baixista <strong>Gene Simmons</strong> e vestimentas de monstros que misturavam o cinema clássico de ficção e terror aos quadrinhos.</li> </ul> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/como-o-cinema-de-horror-influenciou-o-visual-de-bandas-de-rock/">Como o cinema de horror influenciou o visual de bandas de rock</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  5. Como o estilo ‘found footage’ revolucionou o cinema de terror

    Sun, 01 Nov 2026 13:35:26 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Novo-filme-de-A-Bruxa-de-Blair-ganha-data-de-estreia-Divulgacao-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="A Bruxa de Blair" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Novo-filme-de-A-Bruxa-de-Blair-ganha-data-de-estreia-Divulgacao-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Novo-filme-de-A-Bruxa-de-Blair-ganha-data-de-estreia-Divulgacao-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Novo-filme-de-A-Bruxa-de-Blair-ganha-data-de-estreia-Divulgacao-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Novo-filme-de-A-Bruxa-de-Blair-ganha-data-de-estreia-Divulgacao-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Novo-filme-de-A-Bruxa-de-Blair-ganha-data-de-estreia-Divulgacao.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Entenda o formato visual que transforma gravações amadoras em sucessos de bilheteria e aproxima o público do horror realista</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/como-o-estilo-found-footage-revolucionou-o-cinema-de-terror/">Como o estilo &#8216;found footage&#8217; revolucionou o cinema de terror</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Novo-filme-de-A-Bruxa-de-Blair-ganha-data-de-estreia-Divulgacao-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="A Bruxa de Blair" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Novo-filme-de-A-Bruxa-de-Blair-ganha-data-de-estreia-Divulgacao-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Novo-filme-de-A-Bruxa-de-Blair-ganha-data-de-estreia-Divulgacao-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Novo-filme-de-A-Bruxa-de-Blair-ganha-data-de-estreia-Divulgacao-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Novo-filme-de-A-Bruxa-de-Blair-ganha-data-de-estreia-Divulgacao-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Novo-filme-de-A-Bruxa-de-Blair-ganha-data-de-estreia-Divulgacao.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>O estilo <em>found footage</em> redefiniu os rumos da produção audiovisual ao transformar filmagens cruas em uma das linguagens mais lucrativas do cinema de terror moderno. Essa técnica simula registros documentais ou gravações caseiras perdidas, inserindo o espectador no ponto de vista dos personagens diante de ameaças desconhecidas.</p> <p>Essa ilusão documental gera uma sensação constante de perigo autêntico. A força dessa estética começou décadas antes da consagração nas bilheterias comerciais, quando um filme gravado na floresta levou seu realizador à prisão sob a suspeita de cometer assassinatos diante das câmeras.</p> <h3>Leia Mais</h3> <ul> <li><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/os-unicos-7-filmes-perfeitos-da-historia-segundo-tarantino/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Os únicos 7 filmes perfeitos da história, segundo Quentin Tarantino</a></li> <li><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/nouvelle-vague-acossado-critica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&#8216;Nouvelle Vague&#8217; apresenta os bastidores de &#8216;Acossado&#8217; em exercício cinéfilo divertido e agradável</a></li> <li><a href="https://rollingstone.com.br/cinema/cinesesc-apresenta-mostra-farol-dente-canino-as-virgens-suicidas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">CineSesc apresenta Mostra Farol com exibição de &#8216;Dente Canino&#8217;, &#8216;As Virgens Suicidas&#8217; e mais</a></li> </ul> <h2>O que é o estilo found footage no cinema de terror?</h2> <p>O estilo <em>found footage</em> é um <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/suspiria-critica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">formato cinematográfico</a> no qual filmes de ficção se apresentam como gravações reais recuperadas. A técnica utiliza câmeras na mão, imagens amadoras e ausência de trilha sonora tradicional para intensificar o medo e convencer o público da veracidade das cenas.</p> <h2>Por que Holocausto Canibal foi banido dos cinemas?</h2> <p>A origem mais polêmica dessa estética ocorreu com a estreia de <strong><em>Holocausto Canibal </em></strong>(1980), dirigido pelo cineasta <strong>Ruggero Deodato</strong>. A trama mostra uma equipe de documentaristas que desaparece na floresta amazônica, enquanto suas fitas revelam rituais brutais e registros explícitos de extrema violência.</p> <p>O <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/5-filmes-de-true-crime-baseados-em-historias-reais-perturbadoras/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">realismo cru das cenas</a> gerou histeria imediata. Autoridades de dezenas de países confiscaram as cópias da obra semanas após o lançamento na Europa. A Justiça da Itália abriu processo criminal contra o cineasta pela suposta morte verdadeira dos integrantes do elenco durante as gravações.</p> <p>Para se defender das acusações de assassinato, <strong>Ruggero Deodato</strong> apresentou os atores vivos perante o tribunal em Roma. O diretor detalhou as técnicas de efeitos práticos adotadas no set e provou aos magistrados que o massacre pertencia apenas ao universo da ficção. Apesar de comprovar que os atores estavam vivos, <strong>Deodato</strong> foi condenado a quatro meses de prisão condicional e multa por obscenidade e crueldade contra animais.</p> <h2>Como o formato transformou as bilheterias de horror</h2> <p>A fórmula baseada em fitas encontradas evoluiu do escândalo inicial para um <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/depois-da-cacada-pode-ser-o-maior-fracasso-da-carreira-de-julia-roberts/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">modelo comercial extremamente lucrativo</a> na indústria audiovisual. A estrutura do gênero se apoia em três pilares principais:</p> <ul> <li>Orçamentos reduzidos: obras dispensam cenários complexos, iluminação elaborada ou efeitos visuais caros.</li> <li>Elenco sem rostos famosos: escalação de profissionais desconhecidos para reforçar a ideia de realidade.</li> <li>Perspectiva em primeira pessoa: ângulo da câmera subjetiva aproxima o espectador da tensão enfrentada em cena.</li> </ul> <p>O impacto comercial dessa proposta atingiu o auge com <strong><em>A Bruxa de Blair </em></strong>(1999), distribuído pela <strong>Artisan Entertainment</strong>, que promoveu uma campanha na internet sobre o sumiço dos atores. Anos depois, <strong><em>Atividade Paranormal</em></strong> (2007), dirigido por <strong>Oren Peli</strong> e distribuído pela <strong>Paramount Pictures</strong>, consolidou o uso de câmeras de segurança estáticas como máquina de rentabilidade sem depender de grandes estúdios.</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/cinema/como-o-estilo-found-footage-revolucionou-o-cinema-de-terror/">Como o estilo &#8216;found footage&#8217; revolucionou o cinema de terror</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  6. Diretor criativo da AWGE assume falha em clipe de A$AP Rocky acusado de cópia

    Sun, 01 Nov 2026 12:48:01 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/asap-rocky-TheStewartofNY-WireImage-foto-jornalística-2302630379-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="A$AP Rocky" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/asap-rocky-TheStewartofNY-WireImage-foto-jornalística-2302630379-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/asap-rocky-TheStewartofNY-WireImage-foto-jornalística-2302630379-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/asap-rocky-TheStewartofNY-WireImage-foto-jornalística-2302630379-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/asap-rocky-TheStewartofNY-WireImage-foto-jornalística-2302630379-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/asap-rocky-TheStewartofNY-WireImage-foto-jornalística-2302630379.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Trecho do clipe de ‘Shroom Clouds', de A$AP Rocky, é quase idêntico a um vídeo de parkour gravado em 2019; os criadores dizem não ter sido consultados</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/diretor-criativo-da-awge-assume-falha-em-clipe-de-aap-rocky-acusado-de-copia/">Diretor criativo da AWGE assume falha em clipe de A$AP Rocky acusado de cópia</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/asap-rocky-TheStewartofNY-WireImage-foto-jornalística-2302630379-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="A$AP Rocky" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/asap-rocky-TheStewartofNY-WireImage-foto-jornalística-2302630379-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/asap-rocky-TheStewartofNY-WireImage-foto-jornalística-2302630379-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/asap-rocky-TheStewartofNY-WireImage-foto-jornalística-2302630379-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/asap-rocky-TheStewartofNY-WireImage-foto-jornalística-2302630379-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/asap-rocky-TheStewartofNY-WireImage-foto-jornalística-2302630379.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>A <strong>AWGE</strong>, coletivo criativo de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/asap-rocky/" target="_blank" rel="noopener"><strong>A$AP Rocky</strong></a>, reconheceu um erro no clipe de &#8220;<strong>Shroom Clouds</strong>&#8220;, lançado na última semana. Em publicação nas redes sociais, o diretor criativo <strong>Gallardo</strong> admitiu uma falha na revisão dos materiais gerados por <a href="https://rollingstone.com.br/tags/inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noopener">inteligência artificial</a> usados no vídeo.</p> <p>Segundo ele, a falha permitiu que o trabalho do artista visual <strong>Cache Bunny</strong> fosse apropriado sem autorização. &#8220;Quando algo assim acontece, como líder criativo, preciso assumir a responsabilidade&#8221;, escreveu. <strong>Gallardo</strong> disse ainda que procurou <strong>Cache Bunny</strong> diretamente e que está aberto a uma colaboração. <strong>Rocky</strong> não se pronunciou.</p> <p>O trecho em questão dura cerca de seis segundos e mostra o rapper dando cambalhotas dentro de um túnel caleidoscópico. A cena original foi gravada em 2019 com o atleta de parkour alemão <strong>Jason Paul</strong>, filmado com uma câmera de 360 graus em um campo de futebol americano. A direção era de <strong>Ari Fararooy</strong> e <strong>Cache Bunny</strong>, que também assinou os efeitos visuais. Na comparação lado a lado, o gramado e as sombras do vídeo de 2019 aparecem intactos na versão de <strong>Rocky</strong>. A principal diferença está no corpo: o de <strong>Paul</strong> foi substituído pelo do rapper. Confira:</p> <blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/De7zyXoBNZh/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"> <div style="padding: 16px;"> <p>&nbsp;</p> <div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div> </div> </div> <div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div> <div style="padding-top: 8px;"> <div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">View this post on Instagram</div> </div> <div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"> <div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div> </div> <div style="margin-left: 8px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div> </div> <div style="margin-left: auto;"> <div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div> <div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div> </div> </div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;"> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div> <div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div> </div> <p>&nbsp;</p> <p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/De7zyXoBNZh/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">A post shared by Emonee LaRussa (@em0n33y)</a></p> </div> </blockquote> <p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p> <p><strong>Cache Bunny</strong> expôs a semelhança no fim de semana, em uma série de Stories no Instagram, e contou ter recebido mais de 600 mensagens sobre o caso. &#8220;Não consigo entender por que não entraram em contato para licenciar o vídeo ou fazer uma versão própria inspirada nele&#8221;, afirmou, em declaração (via <a href="https://stereogum.com/2515567/aap-rocky-accused-of-plagiarizing-part-of-ai-assisted-shroom-clouds-video/news" target="_blank" rel="noopener"><em>Stereogum</em></a>). <strong>Jason Paul</strong> disse ao <a href="https://petapixel.com/2026/10/27/videographers-claim-asap-rocky-used-ai-to-rip-off-their-work/" target="_blank" rel="noopener"><em>PetaPixel</em></a> que não está bravo com <strong>Rocky</strong>, de quem é fã, e que não culpa o rapper nem a gravadora. Para o atleta, alguém no meio do processo achou aceitável usar o material. Ele contou ainda ter procurado o diretor do clipe, que respondeu que o vídeo fora gravado anos antes e que a questão estava fora de seu alcance.</p> <p>Dirigido por <strong>Rocky</strong> ao lado de <strong>Aisultan Seitov</strong> e <strong>Pietro Biz Biasia</strong>, o clipe foi produzido pela <strong>North of Now</strong> e pela <strong>Partizan</strong>. Os créditos no YouTube listam dois artistas de IA, <strong>Spike and Red</strong> e <strong>Ces</strong>, e os efeitos já vinham sendo criticados por fãs no fórum do rapper no Reddit antes da acusação. A música, com participações de <strong>reggie</strong> e <strong>Jeremih</strong>, tem produção de <strong>Sleeping Bear</strong> e <strong>Hector Delgado</strong> e saiu em 16 de outubro. <strong>Rocky</strong> a apresentou pela primeira vez em 2021, ainda com o título &#8220;<strong>Mushroom Clouds</strong>&#8220;.</p> <p>Entretanto, a polêmica quando resgataram uma entrevista de <strong>Rocky</strong> à <a href="https://www.complex.com/music/a/backwoodsaltar/asap-rocky-ai-music" target="_blank" rel="noopener"><em>Complex</em></a>. Na conversa, ele disse que preferia trabalhar com músicos e produtores e citou a IA como uma ferramenta útil para tarefas como separar a voz de uma base instrumental. Afirmou também não julgar quem cria canções inteiras por comando de texto. O rapper lembrou as críticas recebidas por <strong>Tyga</strong>, que usou a tecnologia no álbum <em><strong>$tarface</strong></em> (2026), e por <strong>Fenix Flexin</strong>, cuja &#8220;<strong>Rubberz</strong>&#8221; se tornou neste ano a primeira música totalmente produzida por IA a entrar na <em>Billboard</em> Hot 100, chegando ao 58º lugar.</p> <p>&#8220;<strong>Shroom Clouds</strong>&#8221; é a primeira música de trabalho de <em><strong>Don&#8217;t Be Dumb – Disc 2</strong></em>, edição ampliada do quarto álbum de estúdio de <strong>Rocky</strong>, que reúne músicas lançadas ao longo dos oito anos entre <em><strong>Testing</strong></em> (2018) e o disco novo. <a href="https://rollingstone.com.br/musica/dont-be-dumb-e-a-essencia-de-aap-rocky-cinematografico-e-irregular-mas-sempre-autentico/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Don&#8217;t Be Dumb</strong></em></a> (2026) saiu em janeiro, com capa desenhada por <strong>Tim Burton</strong>, e estreou no topo da <em>Billboard</em> 200 com 123 mil unidades vendidas, o primeiro número um do rapper em mais de uma década. A edição deluxe ainda não tem data oficial.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/aap-rocky-diz-que-fez-dont-be-dumb-com-a-intencao-de-vencer-o-grammy/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: A$AP Rocky diz que fez ‘Don’t Be Dumb’ com a intenção de vencer o Grammy</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/aap-rocky-diz-que-toparia-brigar-com-drake-no-soco-limpo-estilo-irlandes/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: A$AP Rocky diz que toparia brigar com Drake ‘no soco limpo, estilo irlandês’</strong></a></p> <p><!-- notionvc: 7e4eda64-ca9d-44e2-b90e-f7fec78d9c2f --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/diretor-criativo-da-awge-assume-falha-em-clipe-de-aap-rocky-acusado-de-copia/">Diretor criativo da AWGE assume falha em clipe de A$AP Rocky acusado de cópia</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  7. Kim Kardashian corta TV e rádio dos filhos para evitar más notícias sobre Kanye West

    Sun, 01 Nov 2026 12:45:56 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kim-kardashian-west-e-kanye-west-Marc-Piasecki-GC-Images-foto-jornalística-1209944962-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Kim Kardashian e Kanye West" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kim-kardashian-west-e-kanye-west-Marc-Piasecki-GC-Images-foto-jornalística-1209944962-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kim-kardashian-west-e-kanye-west-Marc-Piasecki-GC-Images-foto-jornalística-1209944962-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kim-kardashian-west-e-kanye-west-Marc-Piasecki-GC-Images-foto-jornalística-1209944962-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kim-kardashian-west-e-kanye-west-Marc-Piasecki-GC-Images-foto-jornalística-1209944962-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kim-kardashian-west-e-kanye-west-Marc-Piasecki-GC-Images-foto-jornalística-1209944962.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Em biografia lançada nesta semana, Kim Kardashian descreve a regra que adota em casa quando o ex-marido volta ao noticiário</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/noticia/kim-kardashian-corta-tv-e-radio-dos-filhos-para-evitar-mas-noticias-sobre-kanye-west/">Kim Kardashian corta TV e rádio dos filhos para evitar más notícias sobre Kanye West</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kim-kardashian-west-e-kanye-west-Marc-Piasecki-GC-Images-foto-jornalística-1209944962-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Kim Kardashian e Kanye West" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kim-kardashian-west-e-kanye-west-Marc-Piasecki-GC-Images-foto-jornalística-1209944962-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kim-kardashian-west-e-kanye-west-Marc-Piasecki-GC-Images-foto-jornalística-1209944962-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kim-kardashian-west-e-kanye-west-Marc-Piasecki-GC-Images-foto-jornalística-1209944962-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kim-kardashian-west-e-kanye-west-Marc-Piasecki-GC-Images-foto-jornalística-1209944962-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kim-kardashian-west-e-kanye-west-Marc-Piasecki-GC-Images-foto-jornalística-1209944962.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Na casa de <a href="https://rollingstone.com.br/tags/kim-kardashian/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Kim Kardashian</strong></a>, uma mensagem de texto basta para desligar a televisão. A empresária, de 46 anos, criou um protocolo para que os quatro filhos que tem com <strong>Ye</strong>, antes conhecido como <a href="https://rollingstone.com.br/tags/kanye-west/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Kanye West</strong></a>, não sejam expostos a reportagens negativas sobre os pais. O relato está em <em><strong>Citizen Kim: The Woman Who Created the Future</strong></em>, biografia escrita pelo jornalista <strong>Jonathan Van Meter</strong> e lançada na última terça, 27, nos Estados Unidos.</p> <p>Quando o alerta é dado, a programação muda para todos que trabalham na casa. A TV fica restrita a filmes, e o rádio do carro dá lugar a músicas tocadas do celular. Até a <em>SiriusXM</em> sai da lista, já que as emissoras comentam os acontecimentos em tempo real. &#8220;Todo mundo na minha casa sabe o que significa quando eu mando uma mensagem dizendo &#8216;estamos em isolamento'&#8221;, conta <strong>Kim</strong> no livro, em trecho publicado pela <a href="https://people.com/kim-kardashian-reveals-process-she-has-in-place-shielding-kids-news-stories-about-her-and-kanye-west-12196999" target="_blank" rel="noopener"><em>People</em></a>. A regra vale para <strong>North</strong>, de 13 anos, <strong>Saint</strong>, de 10, <strong>Chicago</strong>, de 8, e <strong>Psalm</strong>, de 7.</p> <p><a href="https://lareviewofbooks.org/article/citizen-kim-kardashian-jonathan-van-meter-biography-jenner/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Citizen Kim</strong></em> saiu pela Viking</a>, selo da Penguin Random House, com 352 páginas. <strong>Van Meter</strong>, que escreveu para a <em>Vogue</em> e a <em>New York Magazine</em>, passou cinco anos trabalhando no livro, feito com a autorização de <strong>Kim</strong> e da família. Além da rotina doméstica, a obra percorre a carreira da empresária na televisão e nos negócios, sua atuação pela reforma do sistema de Justiça e o casamento com o rapper. Segundo o autor, a relação chegou a um ponto sem volta durante uma viagem do casal à África, em outubro de 2018.</p> <p>Sobre o ex-marido, <strong>Kim</strong> diz no livro que se preocupa com ele o tempo todo, por ser o pai de seus filhos, e que considera esse um dos pesos de criar crianças com alguém com quem não se dá bem. Ela conta que a terapeuta a orienta a impor limites e garante que os dois conseguem dividir a criação dos filhos sem grandes conflitos. Hoje, conversam pouco, mas se abraçam quando se encontram, e ela continua próxima da família de <strong>Ye</strong>.</p> <p>O cuidado tem motivo. Neste ano, <strong>Ye</strong> publicou um anúncio de página inteira no <em>The Wall Street Journal</em> para pedir desculpas pelas declarações antissemitas dos últimos anos e atribuiu o comportamento a problemas de saúde mental. Em março, lançou <a href="https://rollingstone.com.br/musica/critica-bully-kanye-west/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>Bully</strong></em></a> (2026), seu primeiro álbum solo desde <em><strong>Donda 2</strong></em> (lançado primeiramente no Stem Player em 2022, mas que chegou ao streaming em abril de 2025). Em abril, o governo do Reino Unido suspendeu a entrada do rapper no país, e o Wireless Festival, em Londres, que o teria como atração principal nos três dias, foi cancelado. Em outubro, ele se apresentou duas vezes na Gazprom Arena, em São Petersburgo, na Rússia.</p> <p><strong>Kim</strong> e <strong>Ye</strong> se casaram em 2014. Ela pediu o divórcio em fevereiro de 2021, e a separação foi concluída em novembro de 2022, com guarda compartilhada dos filhos. Em outubro de 2025, no podcast <a href="https://www.youtube.com/watch?v=I6wCuvvaRPI" target="_blank" rel="noopener"><em>Call Her Daddy</em></a>, a empresária disse que cria as crianças em tempo integral e negou a acusação de que impede o rapper de vê-las. Na mesma entrevista, contou que <strong>Ye</strong> morou na Arábia Saudita, na Itália e no Japão, e que nunca proibiu os filhos de visitá-lo.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/ty-dolla-ign-diz-que-vultures-3-ainda-vai-acontecer-a-gente-vai-fazer-isso/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Ty Dolla $ign diz que ‘Vultures 3’ ainda vai acontecer: ‘A gente vai fazer isso’</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/jay-z-sobre-kanye-west-um-dos-criativos-mais-brilhantes-que-ja-vimos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Jay-Z sobre Kanye West: ‘Um dos criativos mais brilhantes que já vimos’</strong></a></p> <p><!-- notionvc: dff66aca-00ca-4ed2-8c72-46bbd79cf655 --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/noticia/kim-kardashian-corta-tv-e-radio-dos-filhos-para-evitar-mas-noticias-sobre-kanye-west/">Kim Kardashian corta TV e rádio dos filhos para evitar más notícias sobre Kanye West</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  8. Donald Glover vai produzir série live action de ‘PUBG’ para a Netflix

    Sun, 01 Nov 2026 12:43:10 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/stephen-glover-e-donald-glover-Frazer-Harrison-Getty-Images-foto-jornalística-848617318-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Stephen e Donald Glover" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/stephen-glover-e-donald-glover-Frazer-Harrison-Getty-Images-foto-jornalística-848617318-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/stephen-glover-e-donald-glover-Frazer-Harrison-Getty-Images-foto-jornalística-848617318-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/stephen-glover-e-donald-glover-Frazer-Harrison-Getty-Images-foto-jornalística-848617318-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/stephen-glover-e-donald-glover-Frazer-Harrison-Getty-Images-foto-jornalística-848617318-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/stephen-glover-e-donald-glover-Frazer-Harrison-Getty-Images-foto-jornalística-848617318.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Adaptação de ‘PUBG: Battlegrounds’, ainda em desenvolvimento na Netflix, deve ter Donald Glover no elenco e conta com a sul-coreana Krafton entre os produtores</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/donald-glover-vai-produzir-serie-live-action-de-pubg-para-a-netflix/">Donald Glover vai produzir série live action de ‘PUBG’ para a Netflix</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/stephen-glover-e-donald-glover-Frazer-Harrison-Getty-Images-foto-jornalística-848617318-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Stephen e Donald Glover" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/stephen-glover-e-donald-glover-Frazer-Harrison-Getty-Images-foto-jornalística-848617318-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/stephen-glover-e-donald-glover-Frazer-Harrison-Getty-Images-foto-jornalística-848617318-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/stephen-glover-e-donald-glover-Frazer-Harrison-Getty-Images-foto-jornalística-848617318-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/stephen-glover-e-donald-glover-Frazer-Harrison-Getty-Images-foto-jornalística-848617318-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/stephen-glover-e-donald-glover-Frazer-Harrison-Getty-Images-foto-jornalística-848617318.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p><em><strong>PUBG: Battlegrounds</strong></em> (2017), um dos jogos de tiro mais populares da última década, vai ganhar uma série com atores na <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Netflix/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Netflix</strong></a> — e o roteiro está nas mãos da dupla por trás de <em><strong>Atlanta</strong></em> (2016-2022). Segundo a <a href="https://variety.com/2026/tv/news/pubg-live-action-show-netflix-donald-glover-stephen-glover-1236934277/" target="_blank" rel="noopener"><em>Variety</em></a>, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/donald-glover/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Donald Glover</strong></a> e o irmão mais novo, <strong>Stephen Glover</strong>, vão escrever e produzir o projeto, que está em fase de desenvolvimento na plataforma. <strong>Donald</strong> também está ligado ao elenco. Ainda não há data de estreia, número de episódios nem detalhes sobre a trama.</p> <p>A produção executiva reúne <strong>Michael Schaefer</strong>, <strong>Fam Udeorji</strong>, empresário de longa data de <strong>Donald</strong>, e dois nomes da <strong>Krafton</strong>, empresa sul-coreana dona do jogo: <strong>Taeseok Jang</strong> e <strong>Sujin Lee</strong>. Os roteiristas terão de criar a história praticamente do zero: em <em><strong>PUBG</strong></em>, 100 jogadores saltam de paraquedas em uma ilha sem nada nas mãos, procuram armas e equipamentos e se enfrentam enquanto a área jogável encolhe, até restar um único sobrevivente. O formato vem do filme japonês <em><strong>Battle Royale</strong></em> (2000), que deu nome ao gênero.</p> <p>O jogo nasceu das ideias do irlandês <strong>Brendan Greene</strong>, conhecido como <strong>PlayerUnknown</strong>, que antes criava modificações para outros títulos de tiro. <em><strong>PUBG</strong></em> chegou ao <strong>Steam</strong> em acesso antecipado em março de 2017 e, em janeiro de 2018, alcançou 3,2 milhões de jogadores simultâneos — um recorde que nunca mais foi batido. Ao lado de <em><strong>Fortnite</strong></em>, popularizou o modelo de partidas com dezenas de participantes. Antes de se tornar gratuito, em 2022, o jogo já havia vendido mais de 75 milhões de cópias entre computadores e consoles. A versão para celular, <em><strong>PUBG Mobile</strong></em> (2018), passou de 1,1 bilhão de downloads em 2022, segundo dados da <strong>Sensor Tower</strong>.</p> <p>A série chega em um bom momento para a <strong>Krafton</strong>. A empresa fechou o segundo trimestre de 2026 com o maior faturamento da história para o período, e a receita da marca <em><strong>PUBG</strong></em> cresceu 25% no primeiro semestre em comparação com o mesmo intervalo do ano anterior. Além dos jogos de computador e celular, a franquia mantém um circuito de campeonatos profissionais desde 2017.</p> <p>Para os irmãos <strong>Glover</strong>, <em><strong>PUBG</strong></em> é mais um capítulo de uma parceria que começou quando <strong>Donald</strong> contratou <strong>Stephen</strong> para a sala de roteiristas de <em><strong>Atlanta</strong></em>, mesmo sem experiência anterior em TV. Os dois receberam indicações ao <em>Emmy</em> pela série do <strong>FX</strong> e, depois de um contrato com a <strong>Amazon</strong>, fizeram juntos <em><strong>Enxame</strong></em> (2023) e <em><strong>Sr. &amp; Sra. Smith</strong></em> (2024), ambos no <strong>Prime Video</strong>. <strong>Stephen</strong> também escreveu o <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/como-foi-o-encontro-do-filho-de-donald-glover-com-rihanna-segundo-o-ator/" target="_blank" rel="noopener">filme <em><strong>Guava Island</strong></em> (2019)</a>, estrelado pelo irmão. Na música, <a href="https://rollingstone.com.br/musica/donald-glover-diz-que-nao-parou-de-fazer-musica-se-eu-fizer-algo-que-as-pessoas-devem-ouvir-vou-lancar/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Donald</strong> encerrou o projeto <strong>Childish Gambino</strong></a> com <em><strong>Bando Stone and the New World</strong></em> (2024).</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/rs-gaming/apos-o-sucesso-de-um-filme-minecraft-e-fallout-xbox-cria-divisao-dedicada-a-filmes-series-e-parques-tematicos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Após o sucesso de ‘Um Filme Minecraft’ e ‘Fallout’, Xbox cria divisão dedicada a filmes, séries e parques temáticos</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/rs-gaming/ea-encerra-a-bioware-apos-31-anos-e-cancela-o-desenvolvimento-do-proximo-mass-effect/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: EA encerra a BioWare após 31 anos e cancela o desenvolvimento do próximo ‘Mass Effect’</strong></a></p> <p><!-- notionvc: c7b9a64d-d6fc-42d4-abeb-d920e22de3e3 --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/entretenimento/donald-glover-vai-produzir-serie-live-action-de-pubg-para-a-netflix/">Donald Glover vai produzir série live action de ‘PUBG’ para a Netflix</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
  9. Os 25 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Kendrick Lamar

    Sun, 01 Nov 2026 12:40:44 -0000

    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kendrick-lamar-Christopher-Polk-BET-Getty-Images-BET-foto-jornalística-478832054-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Kendrick Lamar" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kendrick-lamar-Christopher-Polk-BET-Getty-Images-BET-foto-jornalística-478832054-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kendrick-lamar-Christopher-Polk-BET-Getty-Images-BET-foto-jornalística-478832054-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kendrick-lamar-Christopher-Polk-BET-Getty-Images-BET-foto-jornalística-478832054-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kendrick-lamar-Christopher-Polk-BET-Getty-Images-BET-foto-jornalística-478832054-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kendrick-lamar-Christopher-Polk-BET-Getty-Images-BET-foto-jornalística-478832054.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p> <p>Em 2012, o rapper revelou à Complex a lista que moldou seu som</p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/os-25-melhores-albuns-de-todos-os-tempos-segundo-kendrick-lamar/">Os 25 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Kendrick Lamar</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>
    <p><img width="406" height="228" src="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kendrick-lamar-Christopher-Polk-BET-Getty-Images-BET-foto-jornalística-478832054-406x228.jpg" class="attachment-medium size-medium wp-post-image" alt="Kendrick Lamar" style="margin-bottom:1rem;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kendrick-lamar-Christopher-Polk-BET-Getty-Images-BET-foto-jornalística-478832054-406x228.jpg 406w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kendrick-lamar-Christopher-Polk-BET-Getty-Images-BET-foto-jornalística-478832054-800x450.jpg 800w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kendrick-lamar-Christopher-Polk-BET-Getty-Images-BET-foto-jornalística-478832054-768x432.jpg 768w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kendrick-lamar-Christopher-Polk-BET-Getty-Images-BET-foto-jornalística-478832054-1536x864.jpg 1536w, https://rollingstone.com.br/wp-content/uploads/2026/11/kendrick-lamar-Christopher-Polk-BET-Getty-Images-BET-foto-jornalística-478832054.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p><p>Em outubro de 2012, quando lançava <em><strong>good kid, m.A.A.d city</strong></em>, seu álbum de estreia pela Interscope, <a href="https://rollingstone.com.br/tags/Kendrick-Lamar/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Kendrick Lamar</strong></a> sentou com a <a href="https://www.complex.com/music/a/david-drake/kendrick-lamars-25-favorite-albums" target="_blank" rel="noopener"><em>Complex</em></a> para revelar os discos que moldaram quem ele era. A lista que emergiu desse papo é um retrato preciso da formação de um artista criado em <strong>Compton</strong>: pesada no West Coast, dominada por <strong>Tupac</strong> e por três álbuns de <strong>DJ Quik</strong>, o único artista a aparecer três vezes. <strong>Lauryn Hill</strong> ao lado de <strong>E-40</strong>. <strong>Notorious B.I.G.</strong> ao lado de <strong>Juvenile</strong>. <strong>Ice Cube</strong> ao lado de <strong>Nas</strong>. Cada escolha carregava uma memória — e <strong>Kendrick</strong> tinha uma para contar sobre cada uma delas.</p> <p>A lista foi apresentada em ordem cronológica de lançamento, não como ranking. Com o impacto de <em><strong>good kid, m.A.A.d city</strong></em> — disco que o consolidaria como um dos maiores da sua geração —, essas escolhas passam a funcionar como mapa, onde dá para ouvir o eco de cada uma delas nos arcos narrativos e no rigor lírico que se tornariam a marca registrada de <strong>K-Dot</strong>.</p> <p>Confira abaixo os 25 álbuns favoritos de <strong>Kendrick Lamar</strong>, com suas próprias palavras sobre cada um deles.</p> <h2>25. <strong>DJ Quik</strong> — <em><strong>Quik Is The Name</strong></em> (1991)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="DJ Quik - Quik Is The Name (Official Video)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/lDba6HBbmqE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>Para <strong>Kendrick</strong>, <strong>DJ Quik</strong> nunca foi só um rapper — era alguém que claramente dominava tudo o que acontecia na faixa. &#8220;&#8216;<strong>Sweet Black Pussy</strong>&#8216;, eu tocava isso o dia inteiro em casa. Essa é a música de fundo da minha vida, muito à frente do meu tempo. Era algo que sempre tocava lá em casa&#8221;. O que mais marcava era o tom de voz de <strong>Quik</strong>: agudo, inconfundível, parecido com o do <strong>Eazy-E</strong>. &#8220;Você sabia que era ele em qualquer música que ele aparecia&#8221;. Debut de <strong>David Blake</strong> em <strong>Compton</strong>, o disco misturava funk e soul com um flow descontraído anos antes de o G-funk ter nome, e <strong>Quik</strong> havia produzido tudo sozinho, algo que uma criança de <strong>Kendrick</strong> já percebia sem que ninguém precisasse explicar.</p> <h2>24. <strong>Ice Cube</strong> — <em><strong>Death Certificate</strong></em> (1991)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="Ice Cube - Steady Mobbin&#039;" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/tMxXtOU09tM?list=PL-UWPlRIl68oDuZrjAnVgDNC8dR-DcvG_" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><strong>Kendrick</strong> conta que ouviu <em><strong>Death Certificate</strong></em> em casa quando criança, sem ainda saber o quanto aquele disco moveria o mundo. Anos depois, foi revisitá-lo com atenção — e ficou impactado. &#8220;&#8216;<strong>A Bird In The Hand</strong>&#8216; é uma das minhas músicas favoritas de todos os tempos”. O que o impressionava em <strong>Ice Cube</strong> era a capacidade de juntar o relato de rua com consciência política sem abrir mão da crueza. &#8220;Ele falava de muita coisa que estava acontecendo no mundo. Misturava isso com a vida nas ruas de um ponto de vista completamente honesto — é por isso que eu gosto mais disso&#8221;. Dividido entre um &#8220;<strong>Death Side</strong>&#8221; e um &#8220;<strong>Life Side</strong>&#8220;, o disco era polêmico, mas foi exatamente essa disposição de confrontar que <strong>Kendrick</strong> identificou como influência direta.</p> <h2>23. <strong>Dr. Dre</strong> — <em><strong>The Chronic</strong></em> (1992)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="Dr Dre - Nuthin&#039; But A &quot;G&quot; Thang [Official Music Video]" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/8GliyDgAGQI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;Esse foi provavelmente o primeiro álbum de rap que eu me lembro deles tocando em casa do começo ao fim. Músicas que eu realmente lembro como criança&#8221;. Para <strong>Kendrick</strong>, <em><strong>The Chronic</strong></em> ia muito além de uma memória musical, servia como trilha sonora das festas de bairro que ele citaria para sempre como formação. <strong>Dr. Dre</strong> definiu o G-funk com linhas de baixo pesadas, sintetizadores melódicos e um elenco liderado pelo então desconhecido <strong>Snoop Dogg</strong>. O que mais chamava a atenção de <strong>Kendrick</strong> era o storytelling — especialmente em &#8220;<strong>Lil&#8217; Ghetto Boy</strong>&#8220;. &#8220;Eu ouço meu álbum e como ele se divide em 12 músicas, ele realmente se molda e se forma num álbum assim. Só pelo storytelling”.</p> <h2>22. <strong>Snoop Dogg</strong> — <em><strong>Doggystyle</strong></em> (1993)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="Snoop Dogg - Who Am I (What&#039;s My Name)?" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/2soGJXQAQec?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;&#8216;<strong>Who Am I (What&#8217;s My Name)</strong>&#8216; é provavelmente um dos primeiros raps que eu aprendi de ponta a ponta&#8221;. <strong>Kendrick</strong> se lembrava de assistir ao clipe no The Box — o canal de TV a cabo onde se ligava e pedia a música — e de ver ela tocar dez vezes seguidas junto com &#8220;<strong>I Got 5 On It</strong>&#8220;. Produzido integralmente por <strong>Dr. Dre</strong>, <em><strong>Doggystyle</strong></em> foi o álbum de estreia mais vendido da história do rap à época do lançamento.</p> <h2>21. <strong>Notorious B.I.G.</strong> — <em><strong>Ready to Die</strong></em> (1994)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="The Notorious B.I.G. - Warning (Official Music Video)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/TbSm6HsX_ek?list=OLAK5uy_n5HRVh6M6hy1sRnmnH1iiiVzOfEzG52Qc" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;O que me tocou foi o storytelling. Só o storytelling, o quanto era profundo&#8221;. Para <strong>Kendrick</strong>, o rap do West Coast tinha narrativa, mas era relaxado, fluido, focado na sensação. <strong>Biggie</strong> era diferente: &#8220;O nosso era mais devagar, mais flow e boa sensação, mais como os discos soavam. O dele era sujo. As histórias eram loucas. Os flows eram loucos&#8221;. <em><strong>Ready to Die</strong></em> construía um arco autobiográfico do Brooklyn direto para o fundo do poço, com produção de <strong>Easy Mo Bee</strong> e <strong>DJ Premier</strong>. <strong>Kendrick</strong> chegaria ao disco já dentro da própria linguagem de escritor — e o impacto foi proporcionalmente maior.</p> <h2>20. <strong>2Pac</strong> — <em><strong>Me Against The World</strong></em> (1995)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="Young Niggaz" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/uGPFdNpMgXI?list=OLAK5uy_lEdGf7rogpXnvYrOSeSInzlt4gV2rXYmo" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>Lançado enquanto <strong>Tupac</strong> cumpria pena na prisão, <em><strong>Me Against The World</strong></em> era o seu disco mais introspectivo — e foi isso o que mais marcava <strong>Kendrick</strong>. &#8220;Era muito sombrio. &#8216;<strong>Death Around The Corner</strong>&#8216;, &#8216;<strong>So Many Tears</strong>&#8216;&#8230; dá pra sentir o estado em que ele estava&#8221;. O disco entrava em rotação pesada na casa da família, misturado com outros dois álbuns do <strong>Pac</strong> que também entrariam nessa lista — a ponto de <strong>Kendrick</strong> não conseguir mais separar qual faixa pertencia a qual projeto. &#8220;<strong>Dear Mama</strong>&#8221; era o lado mais vulnerável que <strong>Tupac</strong> nunca repetiria com a mesma profundidade, e antecipava o tipo de emoção crua e específica que <strong>Kendrick</strong> levaria para <em><strong>good kid, m.A.A.d city</strong></em>.</p> <h2>19. <strong>Tha Dogg Pound</strong> — <em><strong>Dogg Food</strong></em> (1995)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="Respect" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/ZY6F_bHBSec?list=OLAK5uy_kVAgLBvHMJ_Lll1diJ7ECjeJlMYjna5cw" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;<strong>Daz</strong> nos beats, <strong>Kurupt</strong> cuspindo bars loucos. &#8216;<strong>Let&#8217;s Play House</strong>&#8216; era um dos destaques&#8221;. <strong>Kendrick</strong> conta que cresceu exposto a tudo que rolava no <strong>Death Row</strong> — e <em><strong>Dogg Food</strong></em> fazia parte desse pacote. O duo <strong>Kurupt</strong> e <strong>Daz Dillinger</strong> era o que havia de mais técnico liricamente dentro do selo: <strong>Kurupt</strong> com uma densidade de rima que <strong>Kendrick</strong> citaria como influência direta na própria escrita, e <strong>Daz</strong> segurando a produção com coesão estética. Foi um dos últimos grandes lançamentos do <strong>Death Row</strong> antes do colapso que viria com a morte de <strong>Tupac</strong> e a prisão de <strong>Suge Knight</strong>.</p> <h2>18. <strong>2Pac</strong> — <em><strong>All Eyez on Me</strong></em> (1996)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="2Pac - All About U (Dirty) (Music Video) HD" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/pjH5V5Tq_oE?list=OLAK5uy_m9IB94zMFAkv9cTMvr_5bDNET3vnxwuMQ" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;Sabe o que é louco nesses álbuns do <strong>Tupac</strong>? Esses três discos — <em><strong>Me Against The World</strong></em>, <em><strong>All Eyez on Me</strong></em> e <em><strong>Makaveli</strong></em> — eram tocados tanto que você começa a misturar quais músicas eram de qual álbum, porque tinha tanta coisa em rotação. Meu pai só ficava tocando aquilo. Tocando, tocando, tocando. Tudo o que a gente conhecia em casa&#8221;. <em><strong>All Eyez on Me</strong></em> era o pico comercial de <strong>Tupac</strong>: o primeiro álbum duplo do rap a estrear em #1, gravado logo após sua saída da prisão e sua entrada para o <strong>Death Row</strong>. &#8220;<strong>California Love</strong>&#8220;, &#8220;<strong>How Do U Want It</strong>&#8220;, &#8220;<strong>2 of Amerikaz Most Wanted</strong>&#8221; com <strong>Snoop</strong> — <strong>Kendrick</strong> cresceu ouvindo tudo isso misturado.</p> <h2>17. <strong>Jay-Z</strong> — <em><strong>Reasonable Doubt</strong></em> (1996)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="Jay-Z Reasonable Doubt Tour 1996" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Tt6JUOsw8fE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><strong>Kendrick</strong> chegou tarde ao debut de <strong>Jay-Z</strong> — por volta de 2001, 2002, quando já escrevia. No West Coast, a East Coast era território hostil. &#8220;Eu tinha 9, 10, 11 anos. Não queria ouvir nada do East Coast. Tudo que todo mundo tocava era Death Row&#8221;. Quando chegou ao disco, o impacto foi proporcional. &#8220;&#8216;<strong>Politics As Usual</strong>&#8216; foi uma das primeiras faixas que realmente fixaram — só a vibe e o flow. Eu realmente capturei aquele flow e roubei aquela cadência como estudante do game&#8221;. Produzido por <strong>DJ Premier</strong>, <strong>Pete Rock</strong> e outros, <em><strong>Reasonable Doubt</strong></em> tinha uma crueza narrativa que <strong>Kendrick</strong> nunca esqueceu.</p> <h2>16. <strong>2Pac</strong> — <em><strong>Makaveli / The Don Killuminati: The 7 Day Theory</strong></em> (1996)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="Makaveli - Hail Mary (Official Music Video) ft. The Outlawz" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vw-O1JdXcXk?list=OLAK5uy_mEy8UdzY67fMV7yGMw9w21BpCbfqahoXg" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;O motivo pelo qual eu gosto mais do <em><strong>Makaveli</strong></em> é a agressividade. Olhando para trás, havia tanta controvérsia por trás desse álbum que eu realmente não conseguia entender quando era criança — ele em uma cruz, a saraivada de 21 tiros em &#8216;<strong>Against All Odds</strong>&#8216;. Era só agressividade&#8221;. Gravado em três dias e lançado dois meses após a morte de <strong>Tupac</strong>, <em><strong>Makaveli</strong></em> era o mais raivoso dos três discos de <strong>Pac</strong> na lista. &#8220;Aquela emoção, aquela agressividade na faixa — era como se ele quisesse ir à guerra ouvindo aquilo&#8221;. A intensidade que <strong>Kendrick</strong> ouviu ali virou um dos parâmetros do que ele entenderia como presença num disco.</p> <h2>15. <strong>Notorious B.I.G.</strong> — <em><strong>Life After Death</strong></em> (1997)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="The Notorious B.I.G. - Hypnotize (Official Audio)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/eaPzCHEQExs?list=OLAK5uy_nAUMsetFopp4EKHNS9cCs2HjUllpJ7Wak" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;Eu me lembro de ser criança com o meu parceiro, tentando aprender o verso de <strong>R. Kelly</strong> em &#8216;<strong>Fuckin&#8217; You Tonight</strong>&#8216; — constantemente tentando aprender aquele flow: <em>Girl you look fine, like a wind face Rolex, you just shine</em>. A gente achava aquilo demais&#8221;. Lançado 16 dias após o assassinato de <strong>Biggie</strong>, <em><strong>Life After Death</strong></em> era o oposto em tom de <em><strong>Ready to Die</strong></em>: mais polido, mais aberto ao mainstream, com hits como &#8220;<strong>Hypnotize</strong>&#8221; e &#8220;<strong>Mo Money Mo Problems</strong>&#8220;. Para <strong>Kendrick</strong>, o disco mostrava uma evolução intencional. &#8220;Agora, olhando para trás, vejo que ele basicamente nos leva em outra direção, onde abre para as massas. Ele começou com as ruas e foi ampliando no próximo álbum — e isso foi incrível&#8221;.</p> <h2>14. <strong>DMX</strong> — <em><strong>It&#8217;s Dark and Hell Is Hot</strong></em> (1998)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="DMX - Ruff Ryders&#039; Anthem" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ThlhSnRk21E?list=OLAK5uy_lS_AhdHjMEgJd-hhIf3ON_Y1NsvxLP8qg" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;Esse é o primeiro álbum que me fez escrever. Escrevi minha primeira letra para esse álbum, com uns 13, 14 anos&#8221;. Para <strong>Kendrick</strong>, <em><strong>It&#8217;s Dark and Hell Is Hot</strong></em> preencheu o vazio deixado por <strong>Pac</strong>: &#8220;Era só brutalidade e verdade. <strong>Tupac</strong> tinha ido, havia um vazio no game, e ele veio preencher aquele vazio. Agora que penso nisso, foi exatamente por isso&#8221;. O debut de <strong>Earl Simmons</strong> pelo <strong>Def Jam</strong> estreou em #1 e sustentava uma intensidade que ia do berro ao momento de oração — às vezes na mesma faixa. <strong>Kendrick</strong> tinha o &#8220;<strong>Intro</strong>&#8221; decorado décadas depois.</p> <h2>13. <strong>Lauryn Hill</strong> — <em><strong>The Miseducation of Lauryn Hill</strong></em> (1998)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="Lauryn Hill - Ex-Factor (Official HD Video)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/cE-bnWqLqxE?list=OLAK5uy_lRo6wUst04Buqa-V-E55zmc2Dl_571ROs" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;Esse disco provavelmente tinha mais hits do que qualquer coisa que eu já ouvi. Mesmo voltando agora. Acho que ela estava muito à frente do seu tempo — só o sentimento, a coesão, o conceito por trás disso. Era genial pra mim&#8221;. A única mulher e o único álbum fora do rap na lista de <strong>Kendrick</strong>, <em><strong>The Miseducation</strong></em> misturava neo-soul, R&amp;B e hip hop com uma coerência temática que o rapper admirava. O que ficou na memória: os clipes. &#8220;Tinha uma sensação natural, orgânica. Naquela época os clipes que saíam eram todos de alto padrão — o dela era mais ela mesma, sendo ela mesma. Achei isso incrível&#8221;. Esse foi o primeiro <em>Álbum do Ano do Grammy</em> entregue a uma artista solo na história do prêmio.</p> <h2>12. <strong>Juvenile</strong> — <em><strong>400 Degreez</strong></em> (1998)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="Juvenile - Follow Me Now" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/AxvqhY9PKwg?list=OLAK5uy_l89X7yUoHHyt2DKWgylIVnWS9mNWjsOlA" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;<em><strong>400 Degreez</strong></em> — esse foi um dos meus favoritos do verão. Os primeiros tempos do <strong>Cash Money</strong> foram alguns dos meus anos favoritos da vida. Ouvia aquele álbum do começo ao fim o dia inteiro. Tinha um verão em que o bairro todo tocava aquilo&#8221;. Para <strong>Kendrick</strong>, o impacto do <strong>Cash Money</strong> em Los Angeles nunca foi devidamente reconhecido. &#8220;Eles tinham o West Coast no controle — acho que o mundo não sabe disso&#8221;. A chave era <strong>Mannie Fresh</strong>: o produtor do selo entendia de graves, e Los Angeles amava graves.</p> <h2>11. <strong>DJ Quik</strong> — <em><strong>Rhythm-al-ism</strong></em> (1998)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="DJ Quik - Hand In Hand (Official Video) ft. 2nd II None" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/NdoMwFEimqo?list=OLAK5uy_n00dcqZlATI-nh1mJImtBvTgqR4fJO0lg" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;&#8216;<strong>Down, Down, Down</strong>&#8216;, isso era demais. Cheguei a esse disco no ensino médio, tocando &#8216;<strong>Down, Down, Down</strong>&#8216; o dia inteiro. Indo para o ônibus e tocando aquilo. &#8216;<strong>Speed</strong>&#8216; era demais, assim como &#8216;<strong>Hand In Hand</strong>&#8216;. O interlúdio era demais também — ele sempre tem interlúdios incríveis&#8221;. Em sua segunda aparição na lista, <strong>DJ Quik</strong> estava mais maduro no funk em <em><strong>Rhythm-al-ism</strong></em>, sem perder a conexão com as ruas. A fidelidade de <strong>Kendrick</strong> a ele ao longo de três décadas diz tudo sobre o quanto aquele som de <strong>Compton</strong> entrou fundo.</p> <h2>10. <strong>B.G.</strong> — <em><strong>Chopper City in the Ghetto</strong></em> (1999)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="B.G. - Cash Money Is An Army (Official Music Video)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/z1o16s0gs4s?list=OLAK5uy_mkO4nt4Wm8lLjeMQUG4vX2raXSDPM91DQ" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;Como era cru. Era só porrada. Eu gosto do tom do <strong>B.G.</strong> também, o jeito que ele pronuncia as palavras. Gosto dos tons de todos eles — cada um é único do seu jeito&#8221;. O debut de <strong>Christopher Dorsey</strong> pelo <strong>Cash Money</strong> foi produzido por <strong>Mannie Fresh</strong> e soava exatamente como o título prometia: sujo, direto, sem desculpas. &#8220;Minha favorita era provavelmente &#8216;<strong>Thug&#8217;n</strong>&#8216; — e &#8216;<strong>Cash Money Is an Army</strong>&#8216;&#8221;. Naquele verão de 1999, a <strong>New Orleans</strong> do Cash Money estava em toda parte — e <strong>Kendrick</strong> absorvia cada peça desse universo com a atenção de quem já sabia que estava estudando algo.</p> <h2>9. <strong>Hot Boys</strong> — <em><strong>Guerrilla Warfare</strong></em> (1999)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="Hot Boys - I Need A Hot Girl (feat. Big Tymers) (Official Music Video)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/GKEEvv-e_QM?list=OLAK5uy_kvwvZIaE8Qw04knGgbWe6K2pZqOLo3C4Q" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;<strong>Turk</strong> e <strong>Wayne</strong> estavam arrasando — <strong>B.G.</strong> também. Minha favorita era provavelmente &#8216;<strong>Ridin</strong>&#8216;: <em>We ridin&#8217;, we ridin&#8217;, come up out the flames with the K firing&#8221;.</em> O supergrupo do <strong>Cash Money</strong> reunia <strong>Juvenile</strong>, <strong>B.G.</strong>, <strong>Lil Wayne</strong> e <strong>Turk</strong> sobre produção de <strong>Mannie Fresh</strong>, e era a síntese de tudo que <strong>Kendrick</strong> amava no selo: o peso dos graves, a identidade coletiva, os flows distintos coexistindo num mesmo projeto.</p> <h2>8. <strong>Lil Wayne</strong> — <em><strong>The Block Is Hot</strong></em> (1999)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="Lil Wayne - Tha Block Is Hot" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/c3Edt0jMolc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;Eles estavam mandando no game. O <strong>Cash Money</strong> foi uma grande influência no West Coast — acho que o mundo não sabe disso&#8221;. <strong>Kendrick</strong> usou a entrada de <strong>Lil Wayne</strong> para defender o <strong>Cash Money</strong> como fenômeno cultural transcontinental. &#8220;<strong>Mannie Fresh</strong> fazia o tipo de beat que ainda tinha o bass. L.A. ama o bass. Eles tinham um estilo — é por isso que a gente amava eles&#8221;. Debut de <strong>Wayne</strong> aos 17 anos, estreando em #3 na Billboard 200. Na turnê de <em><strong>good kid, m.A.A.d city</strong></em>, <strong>Kendrick</strong> finalmente encontrou <strong>Mannie Fresh</strong> pessoalmente e aproveitou para fazer algumas perguntas sobre o disco.</p> <h2>7. <strong>E-40</strong> — <em><strong>Charlie Hustle</strong></em> (1999)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="E-40 - Big Ballin&#039; With My Homies (Official Video)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xBq-H6pOHAE?list=OLAK5uy_lzIypu0wNUuYSiKoun9HjgQQo5w_K1NLM" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;Meu parceiro <strong>Earl</strong> ficava tocando aquele CD todo dia — e então fui tomando gosto por isso. Era divertido, te deixava animado do mesmo jeito que o <strong>E-40</strong> faz até hoje. Direto ao ponto, música de virar. A gíria, os termos de rua&#8221;. O que <strong>Kendrick</strong> via em <strong>E-40</strong> era a originalidade: &#8220;Definitivamente aprendi com ele. No geral, só ser original. Se destacar. Ninguém nunca vai soar como <strong>E-40</strong>, até hoje. Ele se reinventou como um artista completamente novo. Minha coisa toda é essa também&#8221;. Debut de <strong>E-40</strong> pela Jive Records e prova de que a Bay Area tinha sua própria linguagem, separada de Los Angeles e de Nova York.</p> <h2>6. <strong>Kurupt</strong> — <em><strong>Tha Streetz Iz a Mutha</strong></em> (1999)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="Kurupt - Tha Streetz Iz A Mutha (1999)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/pgKoYrwe4cQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;Achei que foi um momento realmente definidor do que o West Coast faz. O West Coast é muito sensível [risos]. A gente é muito sensível com as situações e responde rápido. E o <strong>Kurupt</strong> estava explodindo naquilo&#8221;. Mas o que <strong>Kendrick</strong> ressaltava ia além do diss: &#8220;Ele tinha muito conteúdo lírico. Meu conteúdo lírico vem do que ele fez no West Coast&#8221;. A referência mais específica era &#8220;<strong>New York, New York</strong>&#8221; — exatamente o tipo de virada que <strong>Kendrick</strong> absorveu como técnica para subverter expectativas geográficas na própria escrita.</p> <h2>5. <strong>Dr. Dre</strong> — <em><strong>2001</strong></em> (1999)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="Dr. Dre - Still D.R.E. ft. Snoop Dogg" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/_CL6n0FJZpk?list=OLAK5uy_lQN_yR7RQie0jnpJ349k9psVApO4peUhc" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;O <em><strong>Dr. Dre 2001</strong></em>, ele fez tudo de novo. Lembro de rasgar a embalagem do CD — meu pai tinha trazido. Só lembro dele tocando aquilo por meses. Por meses, por meses, por meses. Me apeguei a isso. E anos depois ele ainda estava tocando — é assim que eu sei que é um clássico de verdade&#8221;. O álbum mais aguardado da história do rap na época, <em><strong>2001</strong></em> trazia <strong>Eminem</strong>, <strong>Snoop</strong>, <strong>Kurupt</strong> e <strong>Nate Dogg</strong> sobre produção integralmente de <strong>Dre</strong>. <strong>Kendrick</strong> tinha duas memórias específicas: a intro cinematográfica de &#8220;<strong>The Car Bomb</strong>&#8221; — &#8220;parecia um filme de verdade&#8221; — e o verso de <strong>Six-Two</strong> em &#8220;<strong>Xxplosive</strong>&#8220;, que ele considerava o melhor do disco pela simplicidade desconcertante.</p> <h2>4. <strong>DJ Quik</strong> — <em><strong>Balance &amp; Options</strong></em> (2000)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="DJ Quik - Pitch In On a Party (Official Video)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/YHqtpYc9or0?list=OLAK5uy_kc5GPeVOAAq-sCCtc5LUjxWx8YTTvjOlQ" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>Terceira e última aparição de <strong>DJ Quik</strong> na lista — nenhum outro artista aparece mais de uma vez. <strong>Kendrick</strong> era inequívoco sobre a influência do produtor e rapper de <strong>Compton</strong> na sua formação, e <em><strong>Balance &amp; Options</strong></em>, lançado pela Arista, era um <strong>Quik</strong> mais contido e refinado, com a mesma consistência de produção que o distinguia. Destaque para &#8220;<strong>I Don&#8217;t Wanna Party Wit U</strong>”, que, segundo <strong>K-Dot</strong>, “é uma das que eu realmente lembro, que realmente me deu aquela sensação. Era verão, a gente corria por aí e aquilo sempre tocava&#8221;.</p> <h2>3. <strong>Nas</strong> — <em><strong>Stillmatic</strong></em> (2001)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="Nas - Got Ur Self A... (Official HD Video)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6YiJH3-Nkb0?list=OLAK5uy_mm9n9wWQUalehy1-Tg1fgZixhZpokh5Rs" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;Aquela foi uma época em que eu estava comprando muito CD — e esse foi um dos que comprei&#8221;. Para <strong>Kendrick</strong>, a faixa com <strong>AZ</strong>, &#8220;<strong>The Flyest</strong>&#8220;, tinha um feeling West Coast apesar de vir do Bronx. &#8220;Só achava que era uma vibe incrível, ele cuspia algumas das letras mais intrincadas ali&#8221;. E havia o recurso técnico que ficou mais tempo na cabeça: &#8220;<strong>Rewind</strong>&#8221; — a faixa inteira ritmada de trás para frente. &#8220;Cara, que isso. Isso é gênio&#8221;. <em><strong>Stillmatic</strong></em> era também o disco que continha &#8220;<strong>Ether</strong>&#8220;, a resposta ao &#8220;<strong>Takeover</strong>&#8221; de <strong>Jay-Z</strong>, amplamente considerada uma das maiores disses da história do rap.</p> <h2>2. <strong>Clipse</strong> — <em><strong>Lord Willin&#8217;</strong></em> (2002)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="Clipse - Grindin&#039; (Official HD Video)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/TjWAWcx4xdE?list=OLAK5uy_mpNSYzaYRQexRfoj3WcFFvxnJ88Uuc8dU" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p>&#8220;Essa é uma grande memória — lembro do tanto que a gente batia na mesa fazendo o beat e freestylando na escola&#8221;. <strong>Kendrick</strong> descobriu o <strong>Clipse</strong> pelo &#8220;<strong>Grindin</strong>&#8216;&#8221; na TV. &#8220;Cheguei da escola um dia, vi o clipe e pensei: o que é isso? É demais&#8221;. O debut de <strong>Pusha T</strong> e <strong>No Malice</strong> com produção dos <strong>Neptunes</strong> — <strong>Pharrell</strong> e <strong>Chad Hugo</strong> no auge — tinha um minimalismo percussivo que soava como nada antes: apenas o grave do 808 e o snap, limpos. Em <strong>Compton</strong>, essa austeridade soou como revelação, e ecoa diretamente nos instrumentais mais contidos que <strong>Kendrick</strong> escolheria ao longo da própria discografia.</p> <h2>1. <strong>Jay-Z</strong> — <em><strong>The Black Album</strong></em> (2003)</h2> <p><iframe loading="lazy" title="JAŸ-Z - 99 Problems" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/6uikJTnmtgw?list=OLAK5uy_mdavaKa6H8395K5mq9VOWUMNz6caZH2Qs" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p> <p><strong>Kendrick</strong> fechou a lista com o disco que <strong>Jay-Z</strong> anunciou como sua despedida do rap. &#8220;Todo mundo fala no <em><strong>Blueprint</strong></em>, mas o <em><strong>The Black Album</strong></em> vem logo atrás. Ele estava dizendo que estava na beira da aposentadoria e então simplesmente foi lá e acertou&#8221;. A faixa que ficou gravada na memória era &#8220;<strong>Encore</strong>&#8220;: <strong>Kendrick</strong> se lembrava de ficar passando aquilo no colegial, com os colegas. Produzido por <strong>Kanye West</strong>, <strong>Timbaland</strong>, <strong>Pharrell</strong>, <strong>Rick Rubin</strong> e outros, <em><strong>The Black Album</strong></em> funcionava como síntese de tudo o que havia de mais técnico e ambicioso no hip hop daquela geração — e para um <strong>Kendrick</strong> que estava começando a escrever de verdade, a consciência que <strong>Jay</strong> demonstrava sobre a própria obra era exatamente o que moldaria sua relação com o rap nos anos seguintes.</p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/lista-rs/os-25-albuns-favoritos-de-mac-miller-de-todos-os-tempos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Os 25 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Mac Miller</strong></a></p> <p><a href="https://rollingstone.com.br/musica/os-100-melhores-solos-de-guitarra-de-todos-os-tempos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>+++LEIA MAIS: Os 100 melhores solos de guitarra de todos os tempos, segundo Rolling Stone</strong></a></p> <p><!-- notionvc: 51ca6113-cc1f-4d8b-bbac-e09f1316224d --></p> <p>O post <a href="https://rollingstone.com.br/musica/os-25-melhores-albuns-de-todos-os-tempos-segundo-kendrick-lamar/">Os 25 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Kendrick Lamar</a> apareceu primeiro em <a href="https://rollingstone.com.br">Rolling Stone Brasil</a>.</p>