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  1. BBB26: Jonas é denunciado ao Ministério Público por homofobia após falas contra Juliano Floss

    Tue, 03 Feb 2026 22:22:07 -0000

    A participação de Jonas Sulzbach no BBB 26 passou a ser questionada também fora da casa. Na última segunda-feira (2), o modelo tornou-se alvo de uma queixa-crime por homofobia apresentada pela Associação do Orgulho LGBTQIAPN+ de São Paulo ao Ministério Público de São Paulo. A denúncia se baseia em falas exibidas em rede nacional durante […]
    <div class="epic_ad_elements epic_ad_before_content epic_ad_143950"><div class="epic_ad_wrapper image-ad"></div></div> <p>A participação de <strong>Jonas Sulzbach</strong> no <strong>BBB 26</strong> passou a ser questionada também fora da casa. Na última segunda-feira (2), o modelo tornou-se alvo de uma queixa-crime por homofobia apresentada pela <strong>Associação do Orgulho LGBTQIAPN+ de São Paulo</strong> ao <strong>Ministério Público de São Paulo</strong>. A denúncia se baseia em falas exibidas em rede nacional durante discussões com o colega de confinamento <strong>Juliano Floss</strong>, consideradas pela entidade como LGBTfóbicas.</p> <p>Os episódios citados na representação envolvem comentários feitos por Jonas com o objetivo de desqualificar o adversário no jogo, utilizando termos associados a estereótipos de gênero. Em uma das discussões, ele chama Juliano de “Juvena” e “loirinha”. Em outro momento, chegou a sugerir que o influenciador teria progesterona, hormônio popularmente associado ao corpo feminino, em uma tentativa de ridicularização pública.</p> <p>A troca de farpas escalou e também incluiu reações exaltadas de Juliano. “Você é ridículo. Você não sabe falar, meu irmão. É tanta testosterona que treinou tanto, mas não malhou o cérebro. Sua criança do caralh*”, disparou o influenciador. Jonas respondeu na sequência: “Você não tem e nunca vai ter testosterona. Você tem o quê? Progesterona? Qual o hormônio que você tem? Vai lá, progesterona!”. Para a associação denunciante, o conteúdo dessas falas ultrapassa o conflito do jogo e reforça estigmas contra orientação sexual e identidade de gênero.</p> <p>A queixa foi protocolada pelo deputado estadual <strong>Agripino Magalhães Júnior</strong>, que sustenta que as declarações “visam desqualificar e estigmatizar a orientação sexual ou identidade de gênero do participante”. “Não é aceitável relativizar práticas que reforçam o preconceito. Todo preconceito é violência. A Justiça precisa atuar para que nossas vidas não sejam tratadas como entretenimento ou objeto de escárnio”, afirmou o parlamentar. Este é o segundo caso da temporada em que um participante do reality se torna alvo de investigação por suposta homofobia.</p> <div class="fb-background-color"> <div class = "fb-comments" data-href = "http://pheeno.com.br/2026/02/bbb26-jonas-e-denunciado-ao-ministerio-publico-por-homofobia-apos-falas-contra-juliano-floss/" data-numposts = "10" data-lazy = "true" data-colorscheme = "light" data-order-by = "social" data-mobile=true> </div></div> <style> .fb-background-color { background: #ffffff !important; } .fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe { width: 100% !important; } </style>
  2. Uso da PrEP cresce no Brasil e redefine a prevenção ao HIV, mas ainda enfrenta barreiras

    Tue, 03 Feb 2026 22:11:44 -0000

    O acesso à profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) segue em trajetória de expansão no Brasil e reforça a importância da prevenção combinada como política pública de saúde. Dados recentes do Ministério da Saúde mostram que o uso regular da PrEP cresceu 28,1% entre 2024 e 2025, saltando de 110.733 para 141.891 dispensações no período. A […]
    <div class="epic_ad_elements epic_ad_before_content epic_ad_143950"><div class="epic_ad_wrapper image-ad"></div></div> <p>O acesso à profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) segue em trajetória de expansão no Brasil e reforça a importância da prevenção combinada como política pública de saúde. Dados recentes do Ministério da Saúde mostram que o uso regular da PrEP cresceu 28,1% entre 2024 e 2025, saltando de 110.733 para 141.891 dispensações no período. A distribuição ocorre majoritariamente pelo SUS, responsável por 93% das prescrições, enquanto a rede privada responde por 7%.</p> <p>Apesar do avanço no acesso, o levantamento também acende um alerta: o número de tratamentos descontinuados aumentou em ritmo ainda mais acelerado. Em 2025, 77.522 pessoas interromperam o uso da PrEP, um crescimento de 41,6% em relação a 2024, quando foram registrados 54.740 abandonos. O dado evidencia que ampliar o acesso é fundamental, mas garantir acompanhamento, informação e adesão contínua segue sendo um desafio central para as políticas de prevenção.</p> <p>O perfil de quem utiliza a PrEP no país revela recortes já conhecidos das estratégias de prevenção ao HIV. Pouco mais de 80% dos usuários são homens que fazem sexo com homens (HSH), seguidos por homens heterossexuais (8,4%) e mulheres (6,5%). Em termos raciais, 54% se declaram brancos ou amarelos, enquanto 33% são pardos e 13% pretos. A faixa etária mais frequente está entre 30 e 39 anos, concentrando 42,7% dos usuários, seguida por jovens de 25 a 29 anos e pessoas entre 40 e 49 anos.</p> <p>Especialistas apontam que o crescimento no uso da PrEP está ligado tanto à maior conscientização da população quanto à atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas, que passou a recomendar a profilaxia para todas as pessoas sexualmente ativas. A mudança contribui para reduzir estigmas e ampliar o alcance da prevenção, impacto que já se reflete em números como a queda de 54,6% nos diagnósticos de HIV em São Paulo entre 2016 e 2023. “O avanço da PrEP representa, para o combate ao HIV/Aids, algo equivalente à chegada dos antirretrovirais na década de 1990, com a diferença de que hoje estamos atuando de forma muito efetiva para prevenir novas infecções”, afirma Sérgio Frangioni, CEO da Blanver, fabricante do medicamento.</p> <div class="fb-background-color"> <div class = "fb-comments" data-href = "http://pheeno.com.br/2026/02/uso-da-prep-cresce-no-brasil-e-redefine-a-prevencao-ao-hiv-mas-ainda-enfrenta-barreiras/" data-numposts = "10" data-lazy = "true" data-colorscheme = "light" data-order-by = "social" data-mobile=true> </div></div> <style> .fb-background-color { background: #ffffff !important; } .fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe { width: 100% !important; } </style>
  3. Árbitro surpreende namorado com pedido de casamento em jogo de futebol na Alemanha

    Tue, 03 Feb 2026 21:39:06 -0000

    Pouco antes do apito inicial da partida entre Colônia e Wolfsburg, um gesto de afeto e coragem tomou conta do gramado do RheinEnergieStadion. O árbitro amador Pascal Kaiser surpreendeu o público ao pedir seu namorado, Moritz, em casamento usando o microfone do estádio, diante de milhares de torcedores. A cena aconteceu na última sexta-feira (30), […]
    <div class="epic_ad_elements epic_ad_before_content epic_ad_143950"><div class="epic_ad_wrapper image-ad"></div></div> <p>Pouco antes do apito inicial da partida entre Colônia e Wolfsburg, um gesto de afeto e coragem tomou conta do gramado do RheinEnergieStadion. O árbitro amador <strong>Pascal Kaiser</strong> surpreendeu o público ao pedir seu namorado, Moritz, em casamento usando o microfone do estádio, diante de milhares de torcedores. A cena aconteceu na última sexta-feira (30), durante uma ação especial de Dia da Diversidade promovida pelo <strong>1. FC Köln</strong>, que ainda saiu de campo com a vitória por 1 a 0 sobre o <strong>VfL Wolfsburg</strong>.</p> <p>O momento ganhou ainda mais força simbólica por ter ocorrido em um dos palcos mais tradicionais do futebol alemão, o <strong>RheinEnergieStadion</strong>. Após a repercussão positiva do pedido, o clube da casa se pronunciou nas redes sociais celebrando a atitude do árbitro. Em publicação, o Colônia definiu o episódio como “um momento incrivelmente especial antes do jogo de ontem em casa” e destacou que “a história por trás disso é tão linda quanto impressionante”.</p> <p>Em declaração após o pedido, Pascal falou abertamente sobre o significado de tornar seu amor público em um ambiente historicamente marcado por resistência à diversidade. “Não quero esconder-me. Quero ser visível, não de forma barulhenta ou provocadora, mas honesta. Quero que todos vejam que amo esta pessoa. Um homem”, afirmou o árbitro, emocionando não só quem estava no estádio, mas também milhares de pessoas que acompanharam o episódio pelas redes.</p> <p>Além de atuar como árbitro, Pascal é conhecido por seu engajamento na causa LGBTQIA+. Ele se assumiu bissexual em 2022 e, desde então, passou a enfrentar tanto manifestações de apoio quanto reações negativas, reflexo de um futebol que ainda engatinha quando o assunto é diversidade. </p> <p><blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DUTuCYCjPmc/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DUTuCYCjPmc/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">Ver essa foto no Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DUTuCYCjPmc/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Folha de S.Paulo (@folhadespaulo)</a></p></div></blockquote> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p> <div class="fb-background-color"> <div class = "fb-comments" data-href = "http://pheeno.com.br/2026/02/arbitro-surpreende-namorado-com-pedido-de-casamento-em-jogo-de-futebol-na-alemanha/" data-numposts = "10" data-lazy = "true" data-colorscheme = "light" data-order-by = "social" data-mobile=true> </div></div> <style> .fb-background-color { background: #ffffff !important; } .fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe { width: 100% !important; } </style>
  4. Justiça do Distrito Federal nega pedido para suspender cotas trans na Universidade de Brasília

    Tue, 03 Feb 2026 20:22:44 -0000

    A Justiça Federal do Distrito Federal rejeitou o pedido da associação Matria – Mulheres Associadas, Mães e Trabalhadoras do Brasil para suspender a política de reserva de vagas para pessoas trans no vestibular da Universidade de Brasília. A iniciativa da universidade, que destina 2% das vagas dos cursos de graduação a candidatos e candidatas trans […]
    <div class="epic_ad_elements epic_ad_before_content epic_ad_143950"><div class="epic_ad_wrapper image-ad"></div></div> <p>A Justiça Federal do Distrito Federal rejeitou o pedido da associação Matria – Mulheres Associadas, Mães e Trabalhadoras do Brasil para suspender a política de reserva de vagas para pessoas trans no vestibular da <strong>Universidade de Brasília</strong>. A iniciativa da universidade, que destina 2% das vagas dos cursos de graduação a candidatos e candidatas trans a partir do Vestibular 2026, segue válida após decisão que reforça a legalidade das ações afirmativas no ensino superior.</p> <p>A associação havia questionado a medida sob o argumento de que a UnB teria criado uma nova modalidade de cota sem respaldo legal, baseada em critérios considerados subjetivos, o que violaria princípios como igualdade e moralidade administrativa. A ofensiva judicial, no entanto, não foi isolada: antes, a Matria já havia acionado a Justiça contra a <strong>Universidade Federal de Santa Catarina</strong>, a <strong>Universidade Estadual de Campinas</strong> e a <strong>Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia</strong>, todas com políticas voltadas à inclusão de pessoas trans.</p> <p>Ao negar a tutela de urgência, o juiz Francisco Valle Brum, da 21ª Vara Federal Cível, destacou que não há ilegalidade na política adotada pela UnB e ressaltou a autonomia universitária prevista na Constituição para a criação de ações afirmativas. A decisão também afastou a tese de que a reserva de vagas se baseia exclusivamente em autodeclaração, lembrando que o modelo prevê comissões de verificação, em consonância com práticas já consolidadas em outras políticas de cotas.</p> <p>O magistrado citou ainda precedentes do <strong>Supremo Tribunal Federal</strong>, do <strong>Superior Tribunal de Justiça</strong> e de tribunais regionais federais que reconhecem a constitucionalidade de ações afirmativas semelhantes. Com isso, a política de cotas para pessoas trans na UnB permanece em vigor enquanto o processo segue em tramitação, aguardando a análise do mérito.</p> <div class="fb-background-color"> <div class = "fb-comments" data-href = "http://pheeno.com.br/2026/02/justica-do-distrito-federal-nega-pedido-para-suspender-cotas-trans-na-universidade-de-brasilia/" data-numposts = "10" data-lazy = "true" data-colorscheme = "light" data-order-by = "social" data-mobile=true> </div></div> <style> .fb-background-color { background: #ffffff !important; } .fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe { width: 100% !important; } </style>
  5. Violência homofóbica: lutador responde por injúria qualificada após ataque a casal em pizzaria

    Tue, 03 Feb 2026 19:29:20 -0000

    Um lutador profissional foi indiciado por injúria qualificada pelo preconceito, motivada por homofobia, após um episódio de violência contra um casal em uma pizzaria de Parnamirim, na região da Grande Natal. A informação foi divulgada nesta terça-feira (3) pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte, que concluiu o inquérito iniciado após o caso registrado […]
    <div class="epic_ad_elements epic_ad_before_content epic_ad_143950"><div class="epic_ad_wrapper image-ad"></div></div> <p>Um lutador profissional foi <strong>indiciado por injúria qualificada pelo preconceito</strong>, motivada por homofobia, após um episódio de violência contra um casal em uma pizzaria de <strong>Parnamirim</strong>, na região da <strong>Grande Natal</strong>. A informação foi divulgada nesta terça-feira (3) pela <strong>Polícia Civil do Rio Grande do Norte</strong>, que concluiu o inquérito iniciado após o caso registrado em dezembro de 2025.</p> <p>Segundo as investigações, as vítimas sofreram agressão física e ofensas discriminatórias relacionadas à orientação sexual. Além do indiciamento por injúria qualificada pelo preconceito, o suspeito também responde por contravenção penal de vias de fato, caracterizada por agressões que não deixam vestígios ou não resultam em lesão corporal. “A violência aconteceu de forma imediata, sem qualquer provocação ou ameaça prévia por parte das vítimas”, informou a corporação.</p> <p>De acordo com a polícia, o lutador se aproximou do casal enquanto eles estavam sentados à mesa e, “sem qualquer interação anterior, desferiu agressão física contra uma delas, seguida de ofensas verbais de cunho discriminatório”. A ação foi interrompida por frequentadores do estabelecimento. Durante o interrogatório, o investigado admitiu a agressão, alegando ter dado apenas um “toque”, mas negou a motivação discriminatória.</p> <p>A apuração contou com depoimentos das vítimas e de testemunhas, além da análise de imagens do sistema de videomonitoramento do local, consideradas fundamentais para a reconstituição dos fatos. Para a polícia, “o conjunto de provas reunido demonstrou a materialidade dos fatos, indícios suficientes de autoria e o nexo entre a agressão e o preconceito em razão da orientação sexual das vítimas”. O procedimento foi encaminhado ao Judiciário, com enquadramento no artigo 2º-A da Lei nº 7.716/1989, conforme entendimento do <strong>Supremo Tribunal Federal</strong> que equipara a homofobia ao crime de racismo. </p> <div class="fb-background-color"> <div class = "fb-comments" data-href = "http://pheeno.com.br/2026/02/violencia-homofobica-lutador-responde-por-injuria-qualificada-apos-ataque-a-casal-em-pizzaria/" data-numposts = "10" data-lazy = "true" data-colorscheme = "light" data-order-by = "social" data-mobile=true> </div></div> <style> .fb-background-color { background: #ffffff !important; } .fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe { width: 100% !important; } </style>
  6. Percepção sobre homofobia cresce no Brasil e atinge maior nível desde 2021, aponta levantamento

    Tue, 03 Feb 2026 19:07:41 -0000

    A percepção de que a homofobia segue presente no Brasil voltou a crescer e atingiu o maior patamar desde o início da série histórica. É o que aponta um levantamento recém-divulgado que mostra um avanço de seis pontos percentuais nos últimos dois anos na avaliação de que existe preconceito contra pessoas homossexuais no país. Em […]
    <div class="epic_ad_elements epic_ad_before_content epic_ad_143950"><div class="epic_ad_wrapper image-ad"></div></div> <p>A percepção de que a homofobia segue presente no Brasil voltou a crescer e atingiu o maior patamar desde o início da série histórica. É o que aponta um levantamento recém-divulgado que mostra um avanço de seis pontos percentuais nos últimos dois anos na avaliação de que existe preconceito contra pessoas homossexuais no país. Em 2021, 68% dos entrevistados reconheciam a existência da discriminação; em 2024, o índice subiu para 70% e, agora, em 2025, chegou a 74%, indicando uma leitura social cada vez mais atenta às violências e exclusões vividas pela população LGBTQIAPN+.</p> <p>Na contramão desse crescimento, caiu o número de pessoas que afirmam não existir preconceito contra homossexuais no Brasil. Esse grupo, que representava 21% em 2021, passou para 22% em 2024, recuou para 20% no ano passado e agora despencou para 17%. Já entre os que disseram não saber responder, a oscilação foi menor: de 11% em 2021, o índice caiu para 8% em 2024, chegou a 6% no último ano e subiu levemente para 7% na edição mais recente da pesquisa.</p> <p>Os recortes do levantamento ajudam a entender como essa percepção se distribui entre diferentes grupos. Mulheres reconhecem mais a existência da homofobia (78%) do que homens (75%). Por faixa etária, os jovens de 16 a 24 anos lideram essa percepção, com 82%, seguidos por pessoas com mais de 60 anos (79%). As faixas intermediárias aparecem com índices menores: 76% entre 25 e 44 anos e 72% entre 45 e 59 anos. Regionalmente, o Sudeste concentra o maior percentual de pessoas que acreditam na existência de preconceito (80%), à frente do Sul (79%), Centro-Oeste (75%), Nordeste (72%) e Norte (69%).</p> <p>A pesquisa também revela diferenças associadas à renda e ao posicionamento político. A percepção da homofobia é mais elevada entre quem recebe mais de cinco salários mínimos (80%) e também entre quem ganha até dois salários mínimos (77%), enquanto o grupo intermediário, com renda entre dois e cinco salários, apresenta o menor índice (72%). Entre eleitores, quem declarou voto em Lula nas últimas eleições percebe mais o preconceito (80%) do que aqueles que afirmaram ter votado em Jair Bolsonaro (72%). O levantamento foi realizado pelo PoderData, do grupo Poder360 Jornalismo, com 2.500 entrevistas em 111 municípios das 27 unidades da Federação, entre 24 e 26 de janeiro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.</p> <div class="fb-background-color"> <div class = "fb-comments" data-href = "http://pheeno.com.br/2026/02/percepcao-sobre-homofobia-cresce-no-brasil-e-atinge-maior-nivel-desde-2021-aponta-levantamento/" data-numposts = "10" data-lazy = "true" data-colorscheme = "light" data-order-by = "social" data-mobile=true> </div></div> <style> .fb-background-color { background: #ffffff !important; } .fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe { width: 100% !important; } </style>
  7. Uma em cada seis crianças que morreram por suicídio era LGBTQIA+, aponta levantamento

    Mon, 02 Feb 2026 22:17:09 -0000

    Dados recentes revelados no Reino Unido escancaram uma realidade brutal que atravessa fronteiras: crianças e adolescentes LGBTQIA+ estão morrendo. Um levantamento inédito aponta que uma em cada seis crianças que morreram por suicídio na Inglaterra nos últimos anos fazia parte da comunidade LGBTQIA+, um número que expõe a vulnerabilidade extrema de infâncias dissidentes em contextos […]
    <div class="epic_ad_elements epic_ad_before_content epic_ad_143950"><div class="epic_ad_wrapper image-ad"></div></div> <p>Dados recentes revelados no Reino Unido escancaram uma realidade brutal que atravessa fronteiras: <strong>crianças e adolescentes LGBTQIA+ estão morrendo</strong>. Um levantamento inédito aponta que <strong>uma em cada seis crianças que morreram por suicídio na Inglaterra nos últimos anos fazia parte da comunidade LGBTQIA+</strong>, um número que expõe a vulnerabilidade extrema de infâncias dissidentes em contextos marcados por preconceito, abandono institucional e violência simbólica.</p> <p>No período analisado, foram registrados <strong>647 casos de suicídio infantil</strong>, dos quais <strong>107 envolviam crianças e adolescentes LGBTQIA+</strong>, sendo <strong>46 pessoas transgênero</strong>. As informações foram obtidas pela organização QueerAF por meio de um pedido de acesso à informação ao Banco de Dados Nacional de Mortalidade Infantil da Inglaterra.</p> <p>Embora os dados sejam específicos do Reino Unido, eles dialogam diretamente com a realidade brasileira. <strong>No Brasil</strong>, pesquisas e relatos de organizações da sociedade civil apontam que crianças e adolescentes LGBTQIA+ estão entre os grupos mais vulneráveis, expostos a bullying escolar, rejeição familiar, violência psicológica e falta de políticas públicas de acolhimento — fatores diretamente associados ao adoecimento mental.</p> <p>No Brasil, onde o debate sobre identidade de gênero segue marcado por desinformação e ataques morais, especialistas alertam que o silêncio do Estado e a ausência de dados não significam ausência do problema, mas sim a dificuldade de enfrentá-lo de forma estruturada. Se você ou alguém próximo estiver passando por sofrimento emocional, o <strong>Centro de Valorização da Vida (CVV)</strong> oferece atendimento gratuito e sigiloso pelo telefone <strong>188</strong>, 24 horas por dia.</p> <div class="fb-background-color"> <div class = "fb-comments" data-href = "http://pheeno.com.br/2026/02/uma-em-cada-seis-criancas-que-morreram-por-suicidio-era-lgbtqia-aponta-levantamento/" data-numposts = "10" data-lazy = "true" data-colorscheme = "light" data-order-by = "social" data-mobile=true> </div></div> <style> .fb-background-color { background: #ffffff !important; } .fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe { width: 100% !important; } </style>
  8. Ex-gerente de hotel de luxo em Brasília é réu por injúria racial, racismo, homofobia e transfobia

    Mon, 02 Feb 2026 21:11:31 -0000

    O ex-gerente do B Hotel, empreendimento de luxo localizado no centro de Brasília, foi indiciado pela Polícia Civil e denunciado pelo Ministério Público do Distrito Federal por injúria racial, racismo, homofobia e transfobia. A denúncia contra Alfredo Stefani Neto foi recebida no último dia 6, tornando-o réu pelas condutas discriminatórias direcionadas a hóspedes e funcionários. […]
    <div class="epic_ad_elements epic_ad_before_content epic_ad_143950"><div class="epic_ad_wrapper image-ad"></div></div> <p>O ex-gerente do B Hotel, empreendimento de luxo localizado no centro de Brasília, foi indiciado pela Polícia Civil e denunciado pelo Ministério Público do Distrito Federal por injúria racial, racismo, homofobia e transfobia. A denúncia contra Alfredo Stefani Neto foi recebida no último dia 6, tornando-o réu pelas condutas discriminatórias direcionadas a hóspedes e funcionários. </p> <p>Segundo as investigações, os crimes começaram em junho de 2022 e seguiram até novembro de 2024, criando um ambiente de trabalho “hostil, opressor e humilhante”, de acordo com o MP. A data do julgamento ainda não foi definida, mas, se condenado, o ex-gerente pode pegar pena mínima de 10 anos de prisão, além de pagar indenização de, no mínimo, R$ 5 mil a cada vítima.</p> <p>O inquérito da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial (Decrin) aponta que Stefani Neto proferia ofensas contra nordestinos, como “nordestina burra”, “vai comer cuscuz” e “terrinha seca”, além de termos homofóbicos como “bichona” para se referir a um funcionário. Em outra ocasião, durante um evento LGBTQIAPN+ próximo ao hotel, teria dito: “esses viados não vão embora”. A investigação também revela episódios de transfobia, incluindo quando chamou uma hóspede transexual de “uma coisa” e “um cara”, afirmando que não queria “isso” no hotel.</p> <p>Em nota, o B Hotel informou que afastou imediatamente o gerente assim que soube das denúncias e, após apuração interna, decidiu pela demissão. A rede declarou que “o comportamento deste funcionário não estava de acordo com os valores inegociáveis do grupo de respeito à diversidade e inclusão” e anunciou a adoção de medidas como contratação de consultores especializados em diversidade, equidade e inclusão, treinamentos obrigatórios para toda a equipe e criação de canais de denúncia. “Não compactuamos com qualquer comportamento que atente contra esses princípios”, reforçou a administração.</p> <h2 class="has-text-align-center">ATUALIZAÇÃO DO CASO</h2> <p>O ex-gerente do <strong>B Hotel</strong>, empreendimento de luxo localizado no centro de Brasília, foi absolvido pela Justiça do Distrito Federal no processo em que respondia por acusações de injúria racial, racismo, homofobia e transfobia. A decisão foi proferida em <strong>28 de outubro de 2025</strong> e encerrou a ação penal movida contra Alfredo Stefani Neto. </p> <p>No curso do processo, parte das imputações foi extinta por questões processuais, como a decadência do direito de representação em relação a fatos anteriores a janeiro de 2023. Outras acusações foram consideradas atípicas. A ação prosseguiu apenas quanto à suposta prática do crime previsto no artigo 20 da Lei nº 7.716/89, que trata de discriminação ou preconceito.</p> <p>Ao final da instrução, o próprio Ministério Público manifestou-se pela absolvição do réu por insuficiência de provas. Na sentença, o magistrado entendeu que os depoimentos colhidos em juízo não foram capazes de confirmar, de forma precisa, as expressões e circunstâncias descritas na fase investigativa, nem demonstrar de maneira inequívoca a intenção discriminatória do acusado. Diante disso, Alfredo Stefani Neto foi absolvido com fundamento no princípio do <em>in dubio pro reo</em>.</p> <h3 class="has-text-align-center"><strong>Nota de esclarecimento</strong></h3> <p>O Pheeno reforça seu compromisso com a informação correta, responsável e atualizada. Esta matéria foi revisada e atualizada para incluir a decisão judicial que absolveu Alfredo Stefani Neto em 28 de outubro de 2025, após o encerramento da ação penal. A atualização não invalida a cobertura original sobre as denúncias e investigações à época dos fatos, mas reflete o desfecho do processo judicial conforme registrado nos autos.</p> <div class="fb-background-color"> <div class = "fb-comments" data-href = "http://pheeno.com.br/2026/02/ex-gerente-de-hotel-de-luxo-em-brasilia-e-reu-por-injuria-racial-racismo-homofobia-e-transfobia/" data-numposts = "10" data-lazy = "true" data-colorscheme = "light" data-order-by = "social" data-mobile=true> </div></div> <style> .fb-background-color { background: #ffffff !important; } .fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe { width: 100% !important; } </style>
  9. Suruba, calcinha, picanha e estelionato: homens são presos após se recusarem a pagar conta de motel

    Mon, 02 Feb 2026 20:49:04 -0000

    Uma madrugada que prometia excessos terminou em confusão policial em um motel de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital goiana. Dois homens foram presos após uma noite de sexo coletivo que se estendeu até o início da tarde de sábado (1º/2). O grupo chegou ao local ainda de madrugada, dividido em dois carros, […]
    <div class="epic_ad_elements epic_ad_before_content epic_ad_143950"><div class="epic_ad_wrapper image-ad"></div></div> <p>Uma madrugada que prometia excessos terminou em confusão policial em um motel de <strong>Aparecida de Goiânia</strong>, na Região Metropolitana da capital goiana. Dois homens foram presos após uma noite de sexo coletivo que se estendeu até o início da tarde de sábado (1º/2). O grupo chegou ao local ainda de madrugada, dividido em dois carros, e aproveitou sem economia os serviços oferecidos pela suíte, incluindo bebidas alcoólicas, alimentos e itens temáticos.</p> <p>Segundo o portal Metrópoles, os outros dois participantes deixaram o motel por volta das 12h10, afirmando que a conta já havia sido quitada. No entanto, cerca de uma hora depois, quando a segunda dupla se preparava para ir embora, foi surpreendida pelos funcionários com uma cobrança de R$ 5.200. Os homens alegaram que o valor já havia sido pago pelos colegas e se recusaram a arcar com a despesa.</p> <p>A conta detalhava um consumo robusto: 69 cervejas, uma garrafa de vinho, refrigerantes, energético, além de picanha maturada acompanhada de vinagrete. Também constavam itens variados, como uma calcinha de tecido, bala Halls, gel e seis preservativos — um retrato fiel de uma noite que misturou fetiche, comida e muita bebida.</p> <p>Diante da negativa de pagamento, o motel acionou o 39º Batalhão da Polícia Militar, que confirmou que a conta não havia sido paga. Os dois homens foram detidos e encaminhados à Central de Flagrantes, onde acabaram indiciados por estelionato. </p> <figure class="is-layout-flex wp-block-gallery-1 wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"> <figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/pheeno.com.br/wp-content/uploads/2026/02/suruba-pheeno-capa-2.jpg?ssl=1"><img decoding="async" width="800" height="533" data-id="176563" src="https://i0.wp.com/pheeno.com.br/wp-content/uploads/2026/02/suruba-pheeno-capa-2.jpg?resize=800%2C533&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-176563" srcset="https://i0.wp.com/pheeno.com.br/wp-content/uploads/2026/02/suruba-pheeno-capa-2.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/pheeno.com.br/wp-content/uploads/2026/02/suruba-pheeno-capa-2.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/pheeno.com.br/wp-content/uploads/2026/02/suruba-pheeno-capa-2.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" data-recalc-dims="1" /></a></figure> </figure> <figure class="is-layout-flex wp-block-gallery-3 wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped"> <figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://i0.wp.com/pheeno.com.br/wp-content/uploads/2026/02/suruba-pheeno-capa-3.jpg?ssl=1"><img decoding="async" loading="lazy" width="800" height="533" data-id="176564" src="https://i0.wp.com/pheeno.com.br/wp-content/uploads/2026/02/suruba-pheeno-capa-3.jpg?resize=800%2C533&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-176564" srcset="https://i0.wp.com/pheeno.com.br/wp-content/uploads/2026/02/suruba-pheeno-capa-3.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/pheeno.com.br/wp-content/uploads/2026/02/suruba-pheeno-capa-3.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/pheeno.com.br/wp-content/uploads/2026/02/suruba-pheeno-capa-3.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" data-recalc-dims="1" /></a></figure> </figure> <div class="fb-background-color"> <div class = "fb-comments" data-href = "http://pheeno.com.br/2026/02/suruba-calcinha-picanha-e-estelionato-homens-sao-presos-apos-se-recusarem-a-pagar-conta-de-motel/" data-numposts = "10" data-lazy = "true" data-colorscheme = "light" data-order-by = "social" data-mobile=true> </div></div> <style> .fb-background-color { background: #ffffff !important; } .fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe { width: 100% !important; } </style>
  10. BBB26: Equipe de Juliano Floss acusa Jonas de homofobia após discussão: “Vai loirinha”

    Mon, 02 Feb 2026 19:56:48 -0000

    Após mais um embate dentro do BBB 26, Juliano Floss e Jonas Sulzbach protagonizaram uma discussão que ultrapassou os limites do jogo e ganhou grande repercussão fora da casa. O conflito aconteceu logo após a formação do Paredão deste domingo (1) e levou a equipe do dançarino a se manifestar publicamente, acusando o veterano de […]
    <div class="epic_ad_elements epic_ad_before_content epic_ad_143950"><div class="epic_ad_wrapper image-ad"></div></div> <p>Após mais um embate dentro do <strong>BBB 26</strong>, Juliano Floss e Jonas Sulzbach protagonizaram uma discussão que ultrapassou os limites do jogo e ganhou grande repercussão fora da casa. O conflito aconteceu logo após a formação do Paredão deste domingo (1) e levou a equipe do dançarino a se manifestar publicamente, acusando o veterano de homofobia após o uso do termo “loirinha” como forma de provocação.</p> <p>A confusão teve início na sala, quando Juliano dançava com Babu e fez o comentário: <strong>“peida, não, hein? Tem que ter coragem”</strong>. Jonas, ao passar pelo local, entendeu a fala como uma indireta e rebateu: <strong>“Coragem é o que não tem aqui mesmo”</strong>. Juliano então provocou: <strong>“Vixe, tá afetado. Olha isso, que afetadinho”</strong>, dando início a um bate-boca que rapidamente saiu do controle.</p> <p>Com o clima cada vez mais tenso, Jonas elevou o tom e disparou: <strong>“Quero ver você rir, infanto-juvenil, vai juvena”</strong>. Irritado, Juliano respondeu: <strong>“Eu sou infanto-juvenil? Seu argumento é peidar e dormir, você só sabe ir para a piscina. Quinta série do car*lho, 40 anos nas costas!”</strong>. Mesmo após a intervenção de Leandro Boneco para separar os dois, Jonas seguiu provocando o dançarino, repetindo: <strong>“Vai, juvena! Vai loirinha!”</strong>.</p> <p>Em nota divulgada fora do confinamento, a equipe de Juliano criticou duramente o uso de adjetivos femininos como tentativa de ataque. <strong>“‘Vai, Juvena… ai, loirinha.’ Por que Jonas recorre a adjetivos femininos para tentar ofender os homens da casa?</strong>, diz o texto. “A homofobia está ligada ao modo como as pessoas percebem as diferenças entre homens e mulheres”. A nota também reforça que Juliano é heterossexual e aponta que <strong>“o fato de Jonas acreditar que chamá-lo de ‘loirinha’ seja ofensivo diz muito mais sobre quem ofende do que sobre quem é ofendido”</strong>.</p> <p><blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DUQThzTDkpo/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DUQThzTDkpo/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">Ver essa foto no Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DUQThzTDkpo/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por JULIANO FLOSS LUCATEL (@julianofloss)</a></p></div></blockquote> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p> <div class="fb-background-color"> <div class = "fb-comments" data-href = "http://pheeno.com.br/2026/02/bbb26-equipe-de-juliano-floss-acusa-jonas-de-homofobia-apos-discussao-vai-loirinha/" data-numposts = "10" data-lazy = "true" data-colorscheme = "light" data-order-by = "social" data-mobile=true> </div></div> <style> .fb-background-color { background: #ffffff !important; } .fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe { width: 100% !important; } </style>