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  1. 10 melhores roguelikes para quem quer partidas curtas e viciantes

    Sun, 17 May 2026 21:00:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/D4i4pkSPxiXcD7IseH6rG1uXBzw=/700x394/smart/i1123675.png"></p> <p>Se você tem pouco tempo para jogar, mas uma vontade insaciável de "<strong>só mais uma rodada</strong>", provavelmente já caiu nas garras de um <strong>roguelike</strong>. O gênero, que antes era nicho para jogadores masoquistas em telas de <strong>texto ASCII</strong>, explodiu e se tornou o refúgio perfeito para quem busca adrenalina concentrada em 20 ou 30 minutos.</p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/o-que-e-um-jogo-roguelike/">O que é um jogo roguelike?</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/o-que-e-um-jogo-roguelite-guia-completo-sobre-o-genero/">O que é um jogo Roguelite? Guia completo sobre o gênero</a></li> </ul> <p>Mas, antes da lista, vamos dar nome aos bois:<strong> o que diabos define um jogo como <a href="https://canaltech.com.br/games/tunche-roguelike-peruano-desenhado-a-mao-e-lancado-para-pc-e-consoles-200701/">roguelike</a>?</strong></p> <h2>É ou não é Roguelike?</h2> <p>Para os puristas, um "Roguelike de verdade" segue a <strong>Interpretação de Berlim</strong>, da <strong>Conferência Internacional de Desenvolvimento de Roguelikes</strong> (2008): turnos, grade (grid), morte permanente e mapas aleatórios. No entanto, a indústria evoluiu para o que chamamos de Roguelite.</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <p>A diferença? O <strong>Roguelite</strong> geralmente é em tempo real e permite que você compre <strong>melhorias permanentes</strong> entre as mortes (chamada de progressão meta), tornando a próxima tentativa um pouco menos impossível. Para esta matéria, selecionamos o melhor dos dois mundos, focando em <strong>títulos que respeitam seu tempo</strong>, mas ainda fritam seu cérebro (no bom sentido).</p> <h2>1. Balatro</h2> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/meu5yLUk7kGS8KYG-GrKfeh7pOg=/1024x0/smart/i989617.jpeg" alt="Em Balatro, o pôquer é subvertido em um game de coringas e probabilidades: cada vitória é extremamente recompensadora (Imagem: Divulgação/Playstack)" caption="true" data-ivi="oi8f"> <figcaption>Em Balatro, o pôquer é subvertido em um game de coringas e probabilidades: cada vitória é extremamente recompensadora (Imagem: Divulgação/Playstack)</figcaption> </figure> <p>Esqueça o que você sabe sobre pôquer. <strong>Balatro é um "pôquer roguelite"</strong> onde você trapaceia para vencer a banca. O objetivo é simples: fazer pontos suficientes para passar de fase usando mãos de cartas clássicas do jogo de cartas. A magia está nos Coringas: cartas especiais que multiplicam seus pontos de formas absurdas.</p> <p>É o tipo de jogo que você abre para "<strong>jogar 5 minutinhos</strong>" e, de repente, percebe que o sol nasceu. A jogabilidade é puramente matemática e sinergia; quando você consegue um combo que faz os números explodirem na tela, o nível de satisfação é quase ilegal.</p> <h2>2. Hades II</h2> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/LOGGIGWzFcifsueFD9kCx9cSmx4=/1024x0/smart/i1055881.png" alt="Hades 2 conseguiu a façanha de superar seu antecessor, com gameplay renovado e história cativante (Imagem: Divulgação/Supergiant Games)" caption="true" data-ivi="pg39"> <figcaption>Hades 2 conseguiu a façanha de superar seu antecessor, com gameplay renovado e história cativante (Imagem: Divulgação/Supergiant Games)</figcaption> </figure> <p>A <strong>Supergiant Games</strong> conseguiu o impossível: superar o primeiro título. Em <a href="https://canaltech.com.br/games/review-hades-2/">Hades II </a>você controla <strong>Melinoë,</strong> a princesa do submundo e irmã de Zagreus, em uma missão para derrotar o titã do tempo, Cronos. O combate é fluido, rápido e visualmente deslumbrante, mantendo a estrutura de "salas" que recompensa cada tentativa com pedaços da história.</p> <p>O que o torna viciante é como <strong>a narrativa avança mesmo quando você morre</strong>. Cada derrota é uma oportunidade de conversar com deuses do Olimpo e outros NPCs e melhorar seus feitiços. É a mistura perfeita de ação frenética e uma "novela" grega de altíssima qualidade, diferente o suficiente do antecessor para se sagrar como uma <strong>ótima sequência</strong>.</p> <h2>3. Vampire Survivors</h2> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/U8OadOXAep044l5KWosZCdP4oJc=/1024x0/smart/i965887.jpeg" alt="Vampire Survivors é a prova viva de que o simples, quando bem feito, empolga e prende o jogador indefinidamente (Imagem: Divulgação/poncle)" caption="true" data-ivi="o6sb"> <figcaption>Vampire Survivors é a prova viva de que o simples, quando bem feito, empolga e prende o jogador indefinidamente (Imagem: Divulgação/poncle)</figcaption> </figure> <p>Esse é o jogo que provou que "menos é mais". Em <a href="https://canaltech.com.br/games/vampire-survivors-da-inicio-aos-jogos-gratis-diarios-na-epic-games-store/"><strong>Vampire Survivors</strong></a>, você só se preocupa em andar; o personagem ataca sozinho. Você enfrenta hordas de milhares de monstros simultaneamente enquanto coleta gemas para subir de nível e escolher novas armas.</p> <p>As partidas duram <strong>exatamente 30 minutos</strong> (se você sobreviver), o que o torna o companheiro ideal para pausas. A dopamina liberada ao ver centenas de inimigos explodindo com um simples toque de um chicote ou um círculo de alho é o que mantém esse jogo no topo das listas até hoje.</p> <h2>4. Slay the Spire (e Slay the Spire 2)</h2> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/MQ25IwwbHRa_bxhF1fTYe1ofYl4=/1024x0/smart/i992789.jpeg" alt="Slay the Spire é um dos mais famosos e queridos jogos do gênero, reinando entre os deckbuilders (Imagem: Divulgação/HumbleGames)" caption="true" data-ivi="ojwv"> <figcaption>Slay the Spire é um dos mais famosos e queridos jogos do gênero, reinando entre os deckbuilders (Imagem: Divulgação/HumbleGames)</figcaption> </figure> <p>O rei indiscutível dos <strong>deckbuilders</strong>. Você escolhe um personagem e sobe uma torre enfrentando monstros em combates de cartas por turno. O equilíbrio é perfeito: cada carta importa, e cada relíquia encontrada pode mudar completamente sua estratégia.</p> <p>Com a chegada da sequência em 2026, <a href="https://canaltech.com.br/games/jogos-indie-mais-desejados-2026/">uma das mais esperadas do ano</a>, a fórmula foi refinada com <strong>novos mecanismos</strong>, mas o original continua sendo um essencial do gênero. É um jogo de xadrez mental onde o "azar" muitas vezes é apenas uma estratégia mal planejada. Extremamente punitivo, mas <strong>bastante recompensador nas vitórias</strong>.</p> <h2>5. Brotato</h2> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/dgMzvCDXLZfDg2qnxOsYm3076DI=/1024x0/smart/i958025.jpeg" alt="Bem-humorado e divertido, Brotato foca em partidas rápidas e chuvas de dano (Imagem: Divulgação/Blobfish Games)" caption="true" data-ivi="o3tj"> <figcaption>Bem-humorado e divertido, Brotato foca em partidas rápidas e chuvas de dano (Imagem: Divulgação/Blobfish Games)</figcaption> </figure> <p>Imagine o Vampire Survivors, mas com uma <strong>batata armada até os dentes</strong> e arenas fechadas que duram menos de 60 segundos por onda. <strong><a href="https://canaltech.com.br/jogos-para-pc/epic-games-store-vai-dar-brotato-de-graca-conheca-o-jogo/">Brotato </a>foca em "builds" extremas</strong>. Você pode ser uma batata que ataca com 6 lança-chamas ou uma que recupera vida toda vez que apanha.</p> <p>A rapidez entre as ondas faz com que você <strong>nunca sinta que perdeu tempo</strong>: se você morrer na onda 19 de 20, a vontade imediata é recomeçar para ajustar aquele pequeno erro na loja de itens e voltar com tudo para arrebentar os inimigos de uma vez por todas.</p> <h2>6. Into the Breach</h2> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/n9lUKPOiYPlZJM8xJ1NTPaFADFY=/660x0/smart/i1123659.png" alt="Into the Breach pode ser minimalista, mas os temas e a jogabilidade são enormes (Imagem: Subset Games/Divulgação)" caption="true" data-ivi="q7st"> <figcaption>Into the Breach pode ser minimalista, mas os temas e a jogabilidade são enormes (Imagem: Subset Games/Divulgação)</figcaption> </figure> <p>Desenvolvido pelos <strong>criadores de FTL</strong>, este é um roguelike tático minimalista. Você controla robôs gigantes tentando salvar cidades de insetos colossais. O diferencial? O jogo te mostra exatamente o que o inimigo vai fazer no próximo turno.</p> <p>Sua missão não é apenas matar, mas <strong>gerenciar o dano colateral</strong>. Cada partida parece um quebra-cabeça de alta intensidade que pode ser resolvido em 15 minutos. É puramente estratégico e não depende de reflexos, sendo ideal para jogar no celular. Ele, inclusive, está no<a href="https://canaltech.com.br/jogos-mobile/netflix-games-10-melhores-jogos-da-netflix-para-baixar-no-seu-celular/"> catálogo de jogos grátis da Netflix</a>.</p> <h2>7. Dead Cells</h2> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/mg4RQc-DJfOnC4Gj6lN-p33AAmU=/1024x0/smart/i334646.jpeg" alt="Dead Cells é um título obrigatório para os fãs de roguelikes (Imagem: Motion Twin/Divulgação)" caption="true" data-ivi="9g2u"> <figcaption>Dead Cells é um título obrigatório para os fãs de roguelikes (Imagem: Motion Twin/Divulgação)</figcaption> </figure> <p>O "<strong>Rogue-Litevania</strong>". Ele combina a exploração de um <strong>Metroidvania com a estrutura de um roguelike</strong>: o combate é extremamente rápido e exige precisão. A cada morte, você usa as "células" coletadas para liberar novas armas que aparecerão aleatoriamente nas próximas tentativas.</p> <p>A sensação de movimento em <a href="https://canaltech.com.br/games/analise-dead-cells-119664/">Dead Cells</a> é considerada por muitos <strong>a melhor do gênero</strong>. É um jogo sobre velocidade e adaptação, onde você se sente um mestre da espada em um minuto e um amontoado de gosma no outro: como um roguelike de respeito, o foco está em ser preciso e habilidoso ao máximo para vencer.</p> <h2>8. Tiny Rogues</h2> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/-RikZF-2U6J_bynCzq6fdfzw0-k=/1024x0/smart/i1123661.png" alt="Com estágios durante somente alguns segundos, Tiny Rogues é desafiador, mas também viciante (Imagem: RubyDev/Divulgação)" caption="true" data-ivi="q7sv"> <figcaption>Com estágios durante somente alguns segundos, Tiny Rogues é desafiador, mas também viciante (Imagem: RubyDev/Divulgação)</figcaption> </figure> <p>Uma joia indie que usa estética retrô e mecânicas de <strong>bullet hell</strong>. É rápido, tem uma variedade insana de armas e itens, e cada "sala" é vencida em segundos. O sistema de progressão é direto e as <strong>sinergias entre os atributos</strong> (força, destreza, inteligência) são fáceis de entender, mas difíceis de dominar.</p> <p>A simplicidade visual esconde uma profundidade mecânica surpreendente. É o jogo perfeito para quem sente falta da era <strong>8-bits</strong>, mas quer a sofisticação dos sistemas modernos.</p> <h2>9. Luck be a Landlord</h2> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/EY6YmXY59Rr6P3lHS90MGJgyzxI=/1024x0/smart/i1123663.png" alt="Literalmente um caça-níquel, mas de brincadeira, esse jogo é extremamente original e divertido (Imagem: TrampolineTales/Divulgação)" caption="true" data-ivi="q7sx"> <figcaption>Literalmente um caça-níquel, mas de brincadeira, esse jogo é extremamente original e divertido (Imagem: TrampolineTales/Divulgação)</figcaption> </figure> <p>Este jogo substitui o combate por uma <strong>máquina de caça-níqueis</strong>. Você precisa pagar o aluguel, e sua única forma de ganhar dinheiro é girando a roleta. A cada rodada, você adiciona novos símbolos ao seu caça-níquel que interagem entre si (como um gato que come um rato para dar mais moedas).</p> <p>É como um experimento social sobre vício e probabilidade. Não há história, apenas o desespero de conseguir as 777 moedas necessárias para não ser despejado pelo senhorio. <strong>Estranhamente terapêutico e absurdamente viciante</strong>.</p> <h2>10. Downwell</h2> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/yy_9HzFD2GAkN4XBZu1g5FhMaW0=/1024x0/smart/i1123665.png" alt="A fórmula pode ser simples, mas o resultado é incrível: Downwell usa uma boa ideia para gerar um jogo muito cativante (Imagem: Red Phantom Games/Divulgação)" caption="true" data-ivi="q7sz"> <figcaption>A fórmula pode ser simples, mas o resultado é incrível: Downwell usa uma boa ideia para gerar um jogo muito cativante (Imagem: Red Phantom Games/Divulgação)</figcaption> </figure> <p>Um clássico atemporal que define "<strong>partida curta</strong>". Você controla um jovem que cai em um poço usando "botas-pistola": só é possível atirar para baixo para retardar sua queda e matar inimigos. O jogo usa apenas três cores e três botões, mas a profundidade do sistema de combos é incrível.</p> <p>Uma partida inteira pode durar <strong>2 minutos ou 10</strong>, dependendo da sua habilidade. É o teste definitivo de reflexo e gerenciamento de recursos sob pressão.</p> <p>Seja você um estrategista de poltrona ou um viciado em adrenalina, esses <a href="https://canaltech.com.br/games/10-jogos-incriveis-que-rodam-bem-ate-em-pcs-fracos/">10 jogos</a> provam que <strong>o fracasso nunca foi tão divertido</strong>. Qual será a sua próxima "<strong>última rodada</strong>"?</p> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/melhores-roguelikes-curtos-e-viciantes/">Canaltech</a>.</p>
  2. 8 bons jogos baseados em desenhos da TV Globinho

    Sun, 17 May 2026 19:30:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/wMssceL6Bxd_W-FMz9_T6maSbeg=/700x394/smart/i1127165.jpeg"></p> <p>A <strong>TV Globinho</strong> chegou ao fim, mas seus desenhos continuam no coração dos fãs para sempre. Ainda que muitas obras tenham permanecido, com transmissão em outros canais ou plataformas, algumas migraram de mídia e viraram excelentes jogos.</p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/entretenimento/naruto-e-7-desenhos-classicos-da-tv-globinho-nos-streamings/">Naruto e 7 desenhos clássicos da TV Globinho nos streamings</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/entretenimento/bordoes-de-desenhos-que-foram-febre-no-brasil-anos-2000/">8 bordões de desenhos e séries infantis que foram febre no Brasil nos anos 2000</a></li> </ul> <p>Que tal reviver os bons tempos da infância e juventude com aventuras que também viraram inesquecíveis nos videogames? Seja em desenhos animados, live-actions “tokusatsu” e outras obras, muitas delas continuam vivas ao seu próprio estilo nos dias recentes.</p> <p>Confira 8 bons jogos baseados em desenhos da TV Globinho. Será que eles vão te lembrar dos “bons e velhos tempos” com maestria?</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <h2>8. Totally Spies: Cyber Mission</h2> <p>As 3 Espiãs Demais tiveram sua própria aventura nos games em <strong>Totally Spies: Cyber Mission</strong>, uma história que leva Sam, Alex e Clover para uma missão digital. O destaque aqui está na fidelidade ao universo, seja ao modo como as personagens agem até os sons habituais de seus acessórios.</p> <p>Disponível no PS4, PS5, <a href="https://canaltech.com.br/produto/microsoft/xbox-one/">Xbox One</a>, Xbox Series, Switch e PC, o título produzido pela Microids é essencial para quem busca a nostalgia combinada com as temporadas mais recentes da animação. Ou seja, chegou a hora de tirar a sua carteirinha da WOOHP.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/dNEg1pGFQ4w?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>7. Yu-Gi-Oh! Legacy of the Duelist</h2> <p>Ainda que Master Duel seja o multiplayer online que muitos queriam, <strong>Yu-Gi-Oh! Legacy of the Duelist</strong> é a experiência mais adequada para quem busca reviver os duelos que marcaram toda uma geração. Ele acompanha toda a trama, desde os primeiros confrontos de Yugi até os arcos mais atuais do anime.</p> <p>Disponível no PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series, Switch e PC, nele você pode jogar com os decks que fizeram história ou criar o seu do zero para vencer os desafios. Também é uma excelente oportunidade para aprender as mecânicas modernas, como a Pendulum e Synchro. </p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/nZnZOuvGQVU?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>6. Mighty Morphin Power Rangers: Rita’s Rewind</h2> <p>O <a href="https://canaltech.com.br/games/o-que-e-um-jogo-beat-em-up/">beat ‘em up</a> <strong>Mighty Morphin <a href="https://canaltech.com.br/produto/ulefone/power/">Power</a> Rangers: Rita’s Rewind</strong> é feito para celebrar a primeira temporada dos heróis, com o retorno de Rita Repulsa para confrontar os seis defensores da Alameda dos Anjos. E não basta cair na mão com os vilões, mas também é possível chamar os zords e até montar o Megazord.</p> <p>Disponível no PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series, Switch e PC, a aventura foi produzida pela Digital Eclipse — o mesmo estúdio que trouxe à vida Mortal Kombat: Legacy Edition e Rayman. Um dos grandes destaques é a possibilidade de jogar com até 6 amigos no multiplayer local ou online.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/pgm1RkQgp5E?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>5. Naruto Shippuden Ultimate Ninja Storm 4</h2> <p>Naruto marcou a TV Globinho, mas no programa nunca foi visto o resultado da batalha final dos ninjas contra a Akatsuki e seus líderes. E é exatamente isso que <strong>Naruto Shippuden Ultimate Ninja Storm 4</strong> traz: o desfecho definitivo da narrativa do jovem ninja contra os maiores vilões de seu universo.</p> <p>O game de luta foi lançado para PS4, Xbox One, Switch e PCs, com novidades como os confrontos de criaturas gigantes como os Jinchuurikis, combos impressionantes entre os membros da sua equipe e um modo versus com centenas de personagens para serem selecionados. </p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EpMdrX0aDsQ?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>4. SpongeBob SquarePants: Battle for Bikini Bottom Rehydrated </h2> <p>Vocês estão prontas, crianças? Bob Esponja sempre estrelou diversos games, mas nenhum é tão divertido para se lembrar da TV Globinho quanto <strong>SpongeBob SquarePants: Battle for Bikini Bottom Rehydrated</strong>, o jogo de plataforma 3D definitivo que o colocará contra as forças tenebrosas de Plankton.</p> <p>Lançado pela THQ Nordic para o PS4, Xbox One, Switch e PCs, ele continua a ser uma das maiores aventuras que estes personagens já viveram nos videogames — mesmo como remake de um game lançado no PS2, GBA, Xbox, PC e GameCube em 2003. Ou seja, é garantia de diversão e muita nostalgia.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XwThdXvWOSo?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>3. Marvel’s Spider-Man Remastered</h2> <p>Não há aventura mais expansiva que <strong>Marvel’s Spider-Man Remastered</strong>, que remonta diversos aspectos do desenho animado do Homem-Aranha para trazer o game definitivo do super-herói. Aqui também vemos um Peter Parker mais jovem e experiente, com o apelo de diversos inimigos e muito drama pessoal.</p> <p>Com um mundo aberto impressionante, você inclusive pode fazer com que o visual seja similar ao conhecido da TV Globinho. É ou não dar um “mortal” de alegria? A experiência remasterizada está disponível no PS5 e nos PCs, assim como as suas duas sequências diretas. </p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Tsf5Wjb1uAM?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>2. Digimon Story: Time Stranger</h2> <p>O sonho de ser um digiescolhido se torna realidade em <strong>Digimon Story: Time Stranger</strong>, uma jornada que te colocará no centro de uma grande tragédia digital. Porém, você ainda pode salvar o mundo ao treinar e capturar os dados de diversos monstros únicos.</p> <p>Claro que estão presentes os clássicos Agumon, Gabumon, Patamon, Tailmon, Gomamon, Tentomon, Palmon e Biyomon, assim como centenas de outros de várias temporadas que foram lançadas ao longo dos anos. E tem para todos os fãs: do original ao Tamers, você verá de tudo no PS5, Xbox Series, Switch 2 e PC.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/6WpQEyhEIUk?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>1. Dragon Ball Sparking! Zero</h2> <p>Se você era fã de DBZ e sempre sonhou em saber quem venceria batalhas que existiam só na sua cabeça, <strong>Dragon Ball Sparking! Zero</strong> é exatamente o que procurava. Aqui você tem um elenco completo, com centenas de guerreiros e personagens que vão te dar o resultado definitivo de quem é o mais forte de todos.</p> <p>Com um modo história impressionante e cheio de opções, torneios, batalhas online e muito mais, você vai passar horas apenas para acompanhar Goku e seus amigos passarem pelos cenários de DBZ, Dragon Ball Super e <a href="https://canaltech.com.br/entretenimento/dragon-ball-daima-encerrara-em-fevereiro-de-2025/">Dragon Ball Daima</a> no PS5, Xbox Series, Switch, Switch 2 e PC. </p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gL6Mx6bHnPc?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>Desenhos da TV Globinho nos games</h2> <p>Mesmo com 8 mencionados, ainda existem vários que podem ser encontrados em consoles retrô. Como deixar de fora as inúmeras adaptações de Beyblade, o jogo de Medabots para o Game Boy Advance ou até mesmo o lendário game de Jackie Chan? É impossível.</p> <p>Entre os que continuam disponíveis até os dias atuais e são bons, principalmente para quem é fã, são:</p> <ol> <li>Dragon Ball Sparking! Zero</li> <li>Digimon Story: Time Stranger</li> <li>Marvel’s Spider-Man Remastered</li> <li>SpongeBob SquarePants: Battle for Bikini Bottom Rehydrated</li> <li>Naruto Shippuden Ultimate Ninja Storm 4</li> <li>Mighty Morphin Power Rangers: Rita’s Rewind</li> <li>Yu-Gi-Oh! Legacy of the Duelist</li> <li>Totally Spies: Cyber Mission</li> </ol> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/bons-jogos-baseados-desenhos-tv-globinho/">Canaltech</a>.</p>
  3. Em meio a demissões globais, Brasil vira "grande fábrica" de jogos AAA

    Sun, 17 May 2026 19:00:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/j7LhfPXebbiQaJ1lZCFo32eB2PE=/700x394/smart/i1127201.png"></p> <p>A indústria de games no Brasil está em uma fase de amadurecimento. Pode não demorar muito para que possamos ver ainda mais jogos grandes, no nível de Hollow Knight: Silksong ou Clair Obscur: Expedition 33. O que muitos não sabem é que já temos <strong>desenvolvedoras brasileiras envolvidas em grandes produções</strong> AAA por meio do outsourcing.</p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/terceirizacao-em-games-como-funciona-e-por-que-quase-todo-estudio-usa/">Terceirização em games: como funciona e por que quase todo estúdio usa</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/voce-sabia-que-95-do-desenvolvimento-de-silksong-foi-terceirizado/">Você sabia que 95% do desenvolvimento de Silksong foi terceirizado?</a></li> </ul> <p>Em seus primeiros anos de mercado, muitos devs apostam em produções para dispositivos móveis ou oferecem <a href="https://www.videogameschronicle.com/news/gears-of-war-e-day-is-sponsoring-an-upcoming-wwe-event-shedding-light-on-a-potential-release-window/" target="_blank">serviços de game design, animação, entre outros, para estúdios externos</a>. Isso é o que chamamos de outsourcing,  co-development, external development ou terceirização. Essa tática serve principalmente para que esses estúdios consigam arrecadar fundos para investir em suas próprias produções.</p> <p>É neste cenário que temos exemplos como a Kokku, desenvolvedora do Recife que contribuiu com produções como Horizon Forbidden West e Call of Duty. Sabemos que o outsourcing já é tendência no mercado global, e o cenário não é tão distante do que vemos aqui no Brasil.</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <p>Uma pesquisa da Epyllion publicada no início deste ano <a href="https://canaltech.com.br/games/games-batem-recorde-de-vendas-mas-estudios-cortam-vagas-e-investimento-cai/">apontou que 35,5% do investimento total em conteúdo dos desenvolvedores foi destinado à terceirização</a> do desenvolvimento. Apesar de comum, a prática já foi relacionada a problemas, em especial por se aproveitar de mão de obra barata de mercados emergentes para reduzir custos de desenvolvimento.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/LnwDXXxHIJKGS_3-SoJNnCBR5Hg=/1024x0/smart/i578789.png" alt="" caption="true" data-ivi="j4zz"> <figcaption>Jogos brasileiros crescem ano após ano (Rodrigo Folter/Canaltech)</figcaption> </figure> <p>Por um lado, <strong>estúdios brasileiros têm a oportunidade de se envolver com grandes produções aclamadas globalmente,</strong> por outro, o outsourcing pode representar alguns perigos, em especial a exploração de mercados menores. Para falar sobre esse tema, tive a oportunidade de conversar com o presidente da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Digitais (Abragames), Rodrigo Terra, durante a gamescom latam 2026.</p> <h2>Crescimento dos estúdios de outsourcing no Brasil é algo bom?</h2> <p>Com o crescimento do outsourcing no Brasil, as empresas estrangeiras de games começaram a olhar cada vez mais para o mercado de games brasileiro. Iniciativas promovidas pela Abragames e ApexBrasil permitiram esse maior nível de visibilidade.</p> <p>Estúdios menores entram neste mercado justamente para trabalhar em propriedades intelectuais próprias, mas <strong>acabam no setor de prestação de serviços para manter a estabilidade financeira</strong>. Terra explica que toda essa exposição permitiu que o mercado brasileiro fosse notado globalmente.</p> <p>O retorno financeiro de serviços de external development e co-development permitiu que estúdios como Kokku, Diorama e Pulga Studios se consolidassem nesse modelo de negócios. Para o presidente da Abragames, não se trata de preferência pelo outsourcing ou IP original. "Eu diria que hoje estamos com o mercado bem dividido", afirma.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/2vbjl5KvycIYbmFuJe5_NmFQdCY=/1024x0/smart/i560580.jpeg" alt="" caption="true" data-ivi="iwgv"> <figcaption>Hoirizon: Forbidden West contou com apoio de estúdio brasileiro no desenvolvimento (Divulgação/Sony)</figcaption> </figure> <p>Terra destacou a<strong> gamescom latam 2026 como a prova de que o mercado exterior está com olhos abertos</strong> para os jogos e estúdios brasileiros. "Você vê os compradores aqui que estão no B2B; eles não estão de olho apenas na compra de serviços, como também na compra de novos jogos", destaca.</p> <p>Grandes players do mercado, como a Nintendo, marcaram presença na feira de games. O objetivo das empresas não está apenas em contratar serviços em certas áreas, como também em publicar jogos por aqui.</p> <p>Em nossa conversa, abordamos como a prestação de serviços para desenvolvedoras de fora pode atuar como uma espécie de treinamento para os devs brasileiros. Terra destacou que, embora essas oportunidades sejam positivas, podem ser um entrave para estúdios que trabalham tanto com o external development quanto com IP da casa ao mesmo tempo. O que pode acontecer é a criação de diferentes habilidades e expectativas entre os times internos.</p> <h2>Outsourcing no Brasil: mão de obra barata ou custo-benefício?</h2> <p>Há muita preocupação sobre os investimentos em prestação de serviços por parte de grandes produtoras, em especial quando falamos em mercados subdesenvolvidos ou emergentes.</p> <p>Há vários casos que envolvem interesse em mão de obra barata, o que afeta não somente o desenvolvedor que recebe menos do que poderia — seja por uma questão de câmbio ou leis trabalhistas locais —, como também afeta diretamente as demissões em massa na indústria. <strong>É mais fácil e menos custoso para um estúdio contratar serviços terceirizados</strong> do que integrar desenvolvedores ao time da empresa em definitivo.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/eqeOWbR9sAum8-hok0z8TrmkRic=/1024x0/smart/i1087185.jpeg" alt="" caption="true" data-ivi="pshf"> <figcaption>Pipistrello and the Cursed Yoyo foi o maior jogo brasileiro original de 2025 (Divulgação/PM Studio)</figcaption> </figure> <p>Terra acredita que no passado já houve uma percepção neste sentido, mas que o Brasil alcançou um nível de qualidade maior do que outros mercados, o que torna o setor de games por aqui <strong>uma espécie de custo-benefício</strong> para as empresas de fora. Segundo o presidente da Abragames, os estúdios nacionais conseguem entregar trabalhos em um nível de responsabilidade e qualidade no mesmo patamar das grandes produtoras.</p> <p>"Agora, o nosso custo-benefício é que a gente tem uma disparidade do dólar real que favorece. Você consegue fazer uma empresa muito competitiva, sem precisar baixar seu preço", conta. O Brasil também possui vantagens geográficas em relação ao fuso horário para trabalhar com empresas da Europa e América do Norte, explica.</p> <p>Para o presidente, a maturidade das empresas brasileiras reduz custos de coordenação que seriam mais altos em mercados como a China. "É muito melhor ele pagar mais para fazer no Brasil do que pagar mais barato na China, que ele vai ter um custo de coordenação muito alto", afima.</p> <h2>Estúdios brasileiros conquistam empresas de fora; mas e os consumidores?</h2> <p>É inegável que os estúdios brasileiros estejam chamando cada vez mais a atenção de empresas de fora. Esse aumento de visibilidade, no entanto, acaba se restringindo apenas ao polo B2B.</p> <p><strong>Terra identifica uma grande resistência dos jogadores brasileiros em consumir obras nacionais</strong>. Isso não fica restrito apenas aos videogames; o cinema também sofre com baixas bilheterias em território brasileiro. "Historicamente, a gente consome esse tipo de conteúdo vindo de fora", conta.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/-n_vVdPWKISLz0MRMAR55hkN0dk=/1024x0/smart/i1089381.jpeg" alt="" caption="true" data-ivi="pthd"> <figcaption>Neverway é grande promessa de artista brasileiro que trabalhou em Celeste (Divulgação/Coldblood)</figcaption> </figure> <p>Ele explica que um dos motivos para isso é que a indústria brasileira de games ainda é muito recente. "Apesar de termos um Renato Degiovani desbravador nos anos 80 com [o jogo] Amazônia, não tínhamos um mercado nem nos anos 2000", relata. <strong>Terra deixa claro que há um grande desafio para o setor</strong>: que os jogadores entendam o potencial e vejam o valor do jogo brasileiro.</p> <p>A percepção global dos jogos tem mudado ano após ano. <a href="https://canaltech.com.br/games/the-game-awards-2025-clair-obscur-leva-jogo-do-ano-veja-lista-de-vencedores/">O The Game Awards 2025 foi emblemático por abrigar três jogos considerados independentes na categoria de Jogo do Ano</a>. Aliado a isso, jogos AAA estão cada vez mais distantes um do outro e caros. Os próprios estúdios têm tentado focar em produções mais baratas e de menor escopo, como a Obsidian Entertainment, do Xbox, por exemplo.</p> <p>Neste cenário,<strong> o jogo brasileiro entra como uma espécie de curinga</strong>. "Além da originalidade, o jogo brasileiro está muito em voga com o que a sociedade quer consumir, que são jogos com uma perspectiva diferente, que tragam frescor, inovação e histórias novas", afirma o presidente da Abragames. Ele acredita que estúdios que estão produzindo novas propriedades intelectuais estão conseguindo chamar a atenção do mercado global. "A gente tem um problema de que, provavelmente, [os jogos] vão ter que fazer sucesso lá fora para depois virem para cá".</p> <h2>Quando os jogos brasileiros vão chegar ao nível de grandes mercados?</h2> <p>Uma das maneiras para estúdios brasileiros quebrarem a resistência de consumo de jogos nacionais por aqui é trazendo grandes produções de níveis globais. Mercados como a <strong>Polônia, Coreia do Sul e China</strong> têm firmado uma posição privilegiada, em especial por trazer grandes produções que não veríamos no passado fora da América do Norte, Europa e Japão.</p> <p>Para Rodrigo Terra, <strong>o mercado de jogos brasileiros alcançará esse prestígio global em menos de uma década</strong>. "Não sei se vai ser o Assassin's Creed ou o FIFA, mas pode ser um novo Hollow Knight ou um Clair Obscur". O presidente acredita que o Brasil vai jogar no território aberto por grandes produções indie e AAA e que o país tem plena capacidade de jogar nesse campo.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/ZzvO227qvjSRBgwBYAi4e4KBtp8=/1024x0/smart/i1084755.png" alt="" caption="true" data-ivi="prgf"> <figcaption>Clair Obcur: Expedition 33 jogou luz ao desenvolvimento de games na França (Divulgação/Sandfall Interactive)</figcaption> </figure> <p>Embora ainda não tenhamos um Gustave brasileiro, já temos visto algumas produções pesadas por aqui e com uma qualidade altíssima, mesmo para padrões globais.</p> <p>Em 2025, recebemos o<strong> Zelda-like metroidvania Pipistrello and the Cursed Yoyo</strong>, da Pocket Trap. Também temos o <strong>frenético Mullet Madjack</strong> (Hammer95 e Epopeia Games), que conquistou uma média no Metacritic maior do que muitas produções AA e AAA. Não podemos esquecer da Pulsatrix Studios, que entregou <strong>AILA no ano passado</strong> e atua como uma verdadeira <strong>vanguardista no quesito técnico entre os estúdios brasileiros</strong>.</p> <p><iframe src="https://open.spotify.com/embed/episode/3UM6mFC1INqHyLVG9F40RV?utm_source=generator" width="100%" height="352" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/em-meio-a-demissoes-globais-brasil-vira-grande-fabrica-de-jogos-aaa/">Canaltech</a>.</p>
  4. 6 obras baseadas em games que superam de lavada adaptações de Hollywood

    Sun, 17 May 2026 12:30:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/XabZPbBiaH_oLntwjUqlaRAdAtI=/700x394/smart/i1124163.png"></p> <p>Por décadas, Hollywood tentou (e muitas vezes <strong>falhou miseravelmente</strong>) traduzir a magia dos joysticks para as telonas. O resultado costumava ser um combo de roteiros genéricos e descaracterização de personagens que deixava qualquer fã com vontade de dar um <strong>rage quit</strong>. No entanto, longe dos holofotes dos grandes estúdios de cinema, outras mídias provaram que<strong> é possível, sim, respeitar o material original</strong> e entregar uma narrativa de primeira.</p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/melhores-jogos-baseados-em-filmes/">10 melhores jogos baseados em filmes</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/10-filmes-e-series-baseados-em-games-que-lancam-em-2026/">10 filmes e séries baseados em games que lançam em 2026</a></li> </ul> <p>Seja em <strong>animes</strong>, <strong>livros</strong> ou <strong>séries para a internet</strong>, a qualidade muitas vezes reside na liberdade criativa e no tempo para desenvolver o que realmente importa: a história.</p> <p>Conheça<strong> 6 obras</strong> <strong>que mostram como se faz uma adaptação de respeito sem precisar de um tapete vermelho</strong> em Los Angeles.</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <h2>1. Mortal Kombat: Legacy (Websérie)</h2> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/5226rLIWKLFiZZeOi_mjEhPGbVc=/1024x0/smart/i1124149.png" alt="Mortal Kombat Legacy provou, há mais de uma década, que não é preciso um orçamento milionário para fazer uma boa adaptação de games (Imagem: YouTube/Divulgação)" caption="true" data-ivi="q7z1"> <figcaption>Mortal Kombat Legacy provou, há mais de uma década, que não é preciso um orçamento milionário para fazer uma boa adaptação de games (Imagem: YouTube/Divulgação)</figcaption> </figure> <p>Antes de os grandes orçamentos voltarem para a franquia, o diretor <strong>Kevin Tancharoen</strong> mostrou que o segredo estava no realismo sujo e em uma narrativa episódica.</p> <p>A websérie, que nasceu de um curta independente no <strong><a href="https://canaltech.com.br/empresa/youtube/">YouTube</a></strong>, reimagina a mitologia de <a href="https://canaltech.com.br/games/mortal-kombat-legacy-kollection-chega-ainda-em-2025-para-pc-e-consoles/"><strong>Mortal Kombat</strong></a> sob uma lente mais crua e urbana. Em vez de focar apenas em torneios místicos logo de cara, a trama mergulha nas origens de ícones como <strong>Scorpion,</strong> <strong>Sub-Zero</strong> e <strong>Jax,</strong> tratando suas habilidades quase como anomalias em um mundo policial e militarizado.</p> <p>A recepção foi um fenômeno de visualizações, justamente por entender que o público queria ver <strong>a humanidade (ou a falta dela) por trás das Fatalities</strong>. O maior trunfo aqui é a coreografia de luta e o tom sombrio que, curiosamente, Hollywood demorou anos para tentar replicar. É o exemplo perfeito de que <strong>uma boa ideia e o entendimento do lore</strong> valem muito mais do que efeitos especiais caríssimos e mal-acabados.</p> <h2>2. Street Fighter II Victory (Anime)</h2> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/QlgyukwyhbSjgakxbRU9lFEggto=/1024x0/smart/i1124151.png" alt="Melhor do que qualquer adaptação de Street Fighter até o momento, o anime Street Fighter II: Victory deixou os fãs torcendo pelo hadouken por dias (Imagem: Sato Company/Divulgação)" caption="true" data-ivi="q7z3"> <figcaption>Melhor do que qualquer adaptação de Street Fighter até o momento, o anime Street Fighter II: Victory deixou os fãs torcendo pelo hadouken por dias (Imagem: Sato Company/Divulgação)</figcaption> </figure> <p>Enquanto o <strong>filme de 1994</strong> com Jean-Claude Van Damme se perdia em uma trama de exército genérica, este <strong>anime japonês</strong> entregou a jornada de amadurecimento que Ryu e Ken mereciam. A história acompanha os dois amigos viajando pelo mundo para aprimorar suas técnicas de luta após serem derrotados por Guile.</p> <p>A série foge da estrutura de "luta da semana" para focar no <strong>crescimento psicológico e físico dos protagonistas</strong>, culminando no confronto contra a organização <strong>Shadaloo.</strong></p> <p>O público recebeu a obra como um clássico instantâneo, elogiando a forma como personagens secundários, como <strong>Chun-Li</strong> e até o vilão <strong>Bison,</strong> ganharam camadas de profundidade.</p> <p>A animação de <a href="https://canaltech.com.br/entretenimento/quem-e-quem-no-filme-de-street-fighter-e-por-que-o-elenco-e-tao-inusitado/">Street Fighter</a> consegue <strong>equilibrar momentos de contemplação e treinamento</strong> com combates viscerais, mantendo o espírito de aventura que o jogo original sugeria, mas que os filmes de cinema raramente conseguiram capturar com a mesma dignidade.</p> <h2>3. Sonic X (Anime)</h2> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/EY3yLqKiPmNW60BkODtidzyvn44=/1024x0/smart/i1124153.png" alt="Embora os filmes de Hollywood sejam bem avaliados, Sonic X adaptou a irreverência do ouriço com maestria antes das telonas (Imagem: Sonic Team/Divulgação)" caption="true" data-ivi="q7z5"> <figcaption>Embora os filmes de Hollywood sejam bem avaliados, Sonic X adaptou a irreverência do ouriço com maestria antes das telonas (Imagem: Sonic Team/Divulgação)</figcaption> </figure> <p>Muitos conhecem o ouriço azul pelas recentes investidas cinematográficas, mas foi em <a href="https://canaltech.com.br/games/sonic-x-shadow-generations-ganha-novo-trailer-e-revela-detalhes-da-historia/"><strong>Sonic X</strong> </a>que a transição do herói para um mundo habitado por humanos foi explorada com uma estética que remetia diretamente à era de ouro dos jogos <strong>Sonic Adventure</strong>.</p> <p>A trama transporta Sonic e seus amigos para a Terra após um acidente com o <strong>Controle do Caos</strong>, onde precisam recuperar as Esmeraldas antes que o <strong>Dr. Eggman</strong> as use para seus planos de dominação.</p> <p>Embora o personagem humano <strong>Chris Thorndyke</strong> seja um ponto de discórdia entre alguns fãs, a série foi amplamente elogiada por adaptar arcos inteiros dos jogos com fidelidade visual e narrativa.</p> <p>Para quem cresceu nos anos 2000, o anime é a <strong>tradução definitiva da personalidade audaciosa de Sonic</strong>, oferecendo um ritmo acelerado e batalhas épicas que fazem as versões de Hollywood parecerem, às vezes, seguras demais.</p> <h2>4. Assassin’s Creed: Renegado (Livro)</h2> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/mTKVzaHQfkLs1qgO-QvKUAmRv0o=/1024x0/smart/i1124155.png" alt="Haytham Kenway, filho do protagonista de Black Flag, Edward Kenway, e pai de Connor, é protagonista desse bem-avaliado livro da saga (Imagem: Ubisoft/Divulgação)" caption="true" data-ivi="q7z7"> <figcaption>Haytham Kenway, filho do protagonista de Black Flag, Edward Kenway, e pai de Connor, é protagonista desse bem-avaliado livro da saga (Imagem: Ubisoft/Divulgação)</figcaption> </figure> <p>Se o filme estrelado por Michael Fassbender deixou um gosto amargo pela falta de conexão emocional, o livro <strong>Renegado</strong> (ou <em><strong>Forsaken</strong></em>) fez o caminho inverso ao dar voz a um dos personagens mais complexos da franquia.</p> <p>Baseado em <a href="https://canaltech.com.br/games/analise-assassins-creed-iii-remastered-136585/"><strong>Assassin’s Creed III</strong></a>, o livro não é apenas uma novelização do jogo, mas o <strong>diário de Haytham Kenway</strong>. Ele revela a trajetória de um homem dividido entre a Ordem dos Templários e sua herança pessoal, preenchendo lacunas que o game e o cinema sequer ousaram tocar.</p> <p>A recepção pelos leitores foi extremamente positiva, destacando como a literatura permite um <strong>mergulho psicológico</strong> que a ação desenfreada das telas ignora. Ao explorar a tragédia familiar dos Kenway sob uma perspectiva introspectiva, a obra prova que a guerra entre <strong>Assassinos</strong> e <strong>Templários</strong> funciona muito melhor quando compreendemos os dilemas morais dos envolvidos, em vez de apenas focar em saltos de fé coreografados.</p> <h2>5. Arcane (Animação)</h2> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/lz9Pg12tqSWO1iRZQdNZl-5i3Do=/1024x0/smart/i1124159.png" alt="Arcane é uma das mais bem-avaliadas adaptações de jogos já feitas na história (Imagem: Netflix/Divulgação)" caption="true" data-ivi="q7z9"> <figcaption>Arcane é uma das mais bem-avaliadas adaptações de jogos já feitas na história (Imagem: Netflix/Divulgação)</figcaption> </figure> <p>É difícil falar de adaptações sem citar o padrão de ouro estabelecido pela <strong>Riot Games</strong> e o estúdio <strong>Fortiche.</strong> Ambientada no universo de <strong>League of Legends</strong>, a série de animação <strong><a href="https://canaltech.com.br/series/review-arcane-a-experiencia-definitiva-em-runeterra-202605/" target="_blank">Arcane</a> </strong>foca na relação conflituosa entre as irmãs <strong>Vi</strong> e <strong>Jinx,</strong> enquanto as cidades de Piltover e Zaun entram em colapso devido a desigualdades sociais e avanços mágicos.</p> <p>A trama é densa, adulta e não exige que o espectador tenha jogado um único minuto do MOBA para se sentir investido nos personagens. O impacto foi global, <strong>vencendo Emmys</strong> e conquistando 100% de aprovação em diversas plataformas de crítica.</p> <p>A animação foge do estilo "limpinho" de muitos blockbusters, apostando em uma <strong>estética que mistura pintura manual com 3D de forma revolucionária</strong>. É uma obra que não apenas supera as adaptações de Hollywood, mas que elevou o patamar do que se espera de uma narrativa audiovisual inspirada em videogames.</p> <h2>6. Cyberpunk: Mercenários (Animação)</h2> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/pTfoOjgJ6vD-7sVm7InW8DOhbno=/1024x0/smart/i1124161.png" alt="Cyberpunk: Edgerunners, ou Mercenários, teve uma recepção até melhor do que o próprio jogo no qual foi baseado (Imagem: Netflix/Divulgação)" caption="true" data-ivi="q7zb"> <figcaption>Cyberpunk: Edgerunners, ou Mercenários, teve uma recepção até melhor do que o próprio jogo no qual foi baseado (Imagem: Netflix/Divulgação)</figcaption> </figure> <p>Se o lançamento do jogo <strong>Cyberpunk 2077</strong> foi conturbado, a série da Netflix produzida pelo <strong>Studio Trigger</strong> foi o que salvou a reputação da franquia.</p> <p>A história de <strong>David Martinez</strong>, um jovem de rua que decide se tornar um "edgerunner" em <strong>Night City</strong>, é uma jornada frenética sobre sobrevivência, perda e o custo da humanidade em um mundo hiper-tecnológico. A animação é explosiva, colorida e absolutamente implacável com o coração do espectador.</p> <p>O público abraçou a série pela sua <strong>fidelidade estética à cidade do jogo</strong> e pela <strong>trilha sonora marcante</strong>, mas o que realmente ressoou foi a história de amor e tragédia. Sem as amarras de censura que muitas vezes limitam o cinema comercial, <a href="https://canaltech.com.br/entretenimento/critica-cyberpunk-mercenarios-netflix-224914/"><strong>Cyberpunk:</strong> <strong>Mercenários</strong></a> entregou uma experiência visceral que expandiu o universo de <strong>Mike Pondsmith</strong> e provou que, no formato certo, Night City é um dos cenários mais fascinantes da ficção moderna.</p> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/obras-baseadas-em-games-melhores-que-adaptacoes-de-hollywood/">Canaltech</a>.</p>
  5. 7 acessórios de PS5 que são completamente dispensáveis ou não servem para nada

    Sat, 16 May 2026 21:00:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/x4P-bHUI49YFNAkRVRw1N2fsWQ4=/700x394/smart/i1092613.png"></p> <p>Há vários acessórios de <strong>PS5</strong> que elevam a experiência com o console da <strong><a href="https://canaltech.com.br/empresa/sony/">Sony</a></strong>, porém outros podem se tornar um desperdício e tanto de dinheiro. Afinal de contas, qual é o limite do que pode ter de adicional no seu videogame?</p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/acessorios-ps5-que-fazem-diferenca/">7 acessórios do PS5 que realmente melhoram a experiência</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/para-que-servem-os-buracos-na-parte-de-baixo-do-playstation-5/">Para que servem os buracos na parte de baixo do PlayStation 5?</a></li> </ul> <p>Certos produtos, na verdade, servem apenas para inflar o hardware de coisas que não vão te ajudar em absolutamente nada. Com a grana gasta neles, seria muito mais útil comprar mais jogos ou comprar um periférico que melhorasse a forma como joga.</p> <p>Para você ficar esperto e não gastar dinheiro à toa, o <strong>Canaltech</strong> lista 7 acessórios de PS5 que são completamente dispensáveis. Ou não servem para nada, ou poderiam ter usado melhor as suas economias para algo mais útil.</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <h2>7. Bolsa de viagem do PS5</h2> <p>Quando falamos em consoles portáteis, ter uma case é o ideal para levar o seu dispositivo para diversos lugares — seja no seu bolso, seja na mochila ou onde preferir. No entanto, o <a href="https://canaltech.com.br/produto/sony/playstation-5/">PlayStation 5</a> passa longe disso. Ele é, de longe, um dos menos “carregáveis”.</p> <p>A não ser que você precise alterar ele de lugar com frequência, como quem passa o fim de semana em outra casa ou empreste ele aos amigos e família (o que não é recomendável), não há necessidade alguma de ter uma bolsa de viagem do PS5. </p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/xyBFsdIXiWRl9qy7M0sJfV32e_4=/1024x0/smart/i1124081.jpeg" alt="Imagem da bolsa de viagem do PS5" caption="true" data-ivi="q7xf"> <figcaption>A não ser que alterne com frequência entre residências, a bolsa de viagem do PS5 só vai ocupar espaço na sua vida (Imagem: Reprodução/sounce)</figcaption> </figure> <h2>6. Bateria recarregável de DualSense</h2> <p>Tudo bem que a bateria do <strong>DualSense</strong> não tem a maior duração entre todas as existentes, porém comprar um kit de bateria recarregável do controle pode ser uma verdadeira dor de cabeça para os jogadores que acreditam ter comprado uma “facilidade”.</p> <p>Além da promessa de durar o dobro do tempo, quando, na verdade, seguram apenas um pouco mais, você precisa constantemente ter de carregar os dois. Na prática, é lidar com um gasto que poderia ter sido direcionado para outro controle ou para aquela pizza ou lanchão do fim de semana. </p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/g-Zyvasw697PDemSyRO1luQ-PWM=/1024x0/smart/i1124083.jpeg" alt="Imagem da bateria externa do DualSense" caption="true" data-ivi="q7xh"> <figcaption>Para que ter mais um treco para recarregar quando a durabilidade for para o espaço? (Imagem: Reprodução/Hisewen)</figcaption> </figure> <h2>5. Fitas LED RGB</h2> <p>Muitos borram a linha que divide um PS5 do PC gamer, com a aplicação de fitas LED RGB que transformam o seu videogame em um verdadeiro “carro-alegórico” no meio da sua sala ou setup. Não vou debater os aspectos estéticos disso, mas além de trazerem iluminação para o recinto — como as lâmpadas comuns já fazem — eles ajudam de que modo?  </p> <p>Você não gasta apenas uma porta USB, como também poderia ter direcionado melhor seu consumo para formas mais sutis de investir no videogame. O design dele não é um dos melhores, mas não é como se ele não tivesse luzes que realmente passam mensagens importantes sobre seu status. </p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/gfZOkQ7cTaHQPxQ_J7DX0b4jcfk=/1024x0/smart/i1124085.jpeg" alt="Imagem da luz RGB LED" caption="true" data-ivi="q7xj"> <figcaption>Lembre-se que seu PS5 não é um PC Gamer (Imagem: Reprodução/YouTube)</figcaption> </figure> <h2>4. Teclado para DualSense</h2> <p>Digitar em qualquer videogame é um exercício de paciência, mas acoplar um teclado para o controle sempre foi uma linha que se cruza da própria noção. Além de atrapalhar o “grip”, existem formas muito mais funcionais de conversar com amigos, pesquisar algo ou participar da comunidade sem eles.</p> <p>A primeira é através do próprio <strong>app do PlayStation</strong> para smartphones. Além disso, procurar por games ou mandar aquele “GG” nunca toma mais do que o dinheiro que gastaria por um acessório do PS5 que deixará encostado em questão de horas — quando não minutos.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/CR2JEsXE1kO6XhtjarEarNiyzhY=/1024x0/smart/i1124087.jpeg" alt="Imagem do teclado para DualSense" caption="true" data-ivi="q7xl"> <figcaption>Usar o PS5 como chat é legal, mas precisa disso? (Imagem: Reprodução/YouTube)</figcaption> </figure> <h2>3. Controle de mídia</h2> <p>Hoje temos <strong>Netflix</strong>, <strong>Disney+</strong>, <strong>Crunchyroll</strong>, <strong>HBO Max</strong> e diversos outros aplicativos de streaming em smartphones, smart TVs e vários dispositivos. O PS5 também permite assistir a estes conteúdos, o que é excelente e abre espaço para muitos terem suas principais séries e filmes disponíveis.</p> <p>No entanto, ter um Controle de mídia apenas para eles é completamente dispensável. Afinal de contas, gastar R$ 200 para ter “acesso rápido” a estes apps ou apenas para pausar, dar play e pular episódios não chega sequer ao ponto aceitável. Tudo isso pode ser feito do próprio DualSense, mesmo sem parecer um simples controle remoto como a sua contraparte. </p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/0vo0iEmThCQ?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>2. HDD externo</h2> <p>O PlayStation 5 tem um SSD de alta velocidade, que permite armazenar diversos títulos e rodá-los de forma eficiente na plataforma. No entanto, a pessoa pode adquirir um HDD externo para guardar os games de PS4 que excederem a capacidade do console.</p> <p>Aí vem a grande pergunta “para quê?”. Todos cabem tranquilamente no videogame mais recente da Sony e sempre é possível apagar e reinstalar — todas as vezes que precisar. É perfeitamente compreensível querer expandir o SSD e aumentar seu armazenamento, mas ter um HD para os games da geração anterior é extremamente dispensável.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/qmb_S2VeYnO7VRNZ5osRrXRXAJk=/1024x0/smart/i1124093.jpeg" alt="Imagem do HDD externo Seagate" caption="true" data-ivi="q7xn"> <figcaption>Os HDD de PS5 servem apenas para armazenar jogos de PS4 (Imagem: Divulgação/Seagate)</figcaption> </figure> <h2>1. Capas de console </h2> <p>As capas de PS5 são uma boa adição estética, que podem se adequar ao seu estilo e mostrar mais da sua personalidade através do console de mesa. Porém, fora isso, absolutamente nada vai mudar no desempenho e na forma como ele traz os seus jogos.</p> <p>Está tudo bem você adquirir uma versão especial, como a de<a href="https://canaltech.com.br/games/ghost-of-yotei-recebe-novo-video-de-gameplay-e-ps5-tematico/"> Ghost of Yotei</a>, 007 First Light e de <a href="https://canaltech.com.br/games/sony-vai-voltar-a-vender-controles-dualsense-inspirados-no-ps1/">30 anos do PlayStation</a>. Porém, você não concorda que comprar um item separado (oficialmente vendido por R$ 300 ou até mais) te tira uma bela oportunidade de aproveitar um acessório mais útil ou um game? Pois é.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/bgr2OZiS8xQ?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>Acessórios dispensáveis</h2> <p>Quando se fala de periféricos, sempre lembramos que eles podem ser muito úteis em determinadas situações. A diferença maior é que, alguns deles, podem ser mais enriquecedores em mais de uma ou de poucas. Ou seja, se ele não se encaixa na maioria da realidade dos jogadores, ele se torna altamente dispensável.</p> <p>Veja abaixo os itens adicionais de PS5 que não servem para nada ou são úteis apenas sob certas condições:</p> <ol> <li>Capas de console</li> <li>HDD externo</li> <li>Controle de mídia</li> <li>Teclado para DualSense</li> <li>Fitas LED RGB</li> <li>Bateria recarregável do DualSense</li> <li>Bolsa de viagem do PS5</li> </ol> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/acessorios-do-ps5-dispensaveis-nao-servem-para-nada/">Canaltech</a>.</p>
  6. "Vai explodir mentes": diretor de Control Resonant promete ação insana

    Sat, 16 May 2026 19:00:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/gi5INPKxjTAYSw4JA4ORCDCoghw=/700x394/smart/i1127199.png"></p> <p>A<strong> Remedy Entertainment</strong> veio ao Brasil durante a <strong>gamescom latam 2026</strong>, para mostrar as novidades sobre <strong>Control Resonant</strong> e falar um pouco sobre como as mecânicas evoluíram em comparação às suas últimas experiências.</p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/jogos-que-completam-20-anos-2026/">10 jogos que completam 20 anos em 2026</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/calendario-lancamentos-de-jogos-2026/">Lançamentos de jogos 2026: Datas confirmadas e previsões</a></li> </ul> <p>Nós do <strong>Canaltech</strong> pudemos conversar de forma exclusiva com <strong>Mikael Kasurinen</strong>, diretor do novo jogo e que também foi o responsável por obras como o primeiro <strong>Control</strong> e <strong>Quantum Break</strong>. Em um papo franco, ele detalhou a conexão entre os games do estúdio e como tudo “se encaixa” no grande plano.</p> <blockquote> <p>“Quando criamos um universo maior, é importante notar que temos os gêneros que representam um grande papel em toda a estrutura. Quando eu penso no <strong>Remedy Connected Universe</strong> (RCU), para mim é como um grande edifício no qual olhamos de fora e podemos ver diferentes facetas dele a cada janela”, revela o desenvolvedor.</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> </blockquote> <p>Apesar de estarem em “espaços separados”, todas as histórias pertencem ao mesmo lugar. Ou seja, de fato a jornada em Control, <strong>Alan Wake</strong>, Quantum Break e de outros games podem ser integradas de formas diferentes conforme forem lançados.</p> <blockquote> <p>“Pode ter uma festa em um dos quartos, enquanto o outro pode ser um calabouço de um serial killer e por aí vai. Coisas diferentes ocorrem naquele edifício, mas todos fazem parte da mesma estrutura. É muito importante que veja cada uma delas como um jogo diferente, como survival horror, ação e RPG. É essencial que eles tenham forças para andar com suas próprias pernas”, reforça Kasurinen.</p> </blockquote> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/YUyDTINQR2JfNgKW8F1ARxppOKM=/1024x0/smart/i1125403.png" alt="Imagem de Control Resonant" caption="true" data-ivi="q8gx"> <figcaption>Está "tudo conectado", mas cada trama focará em um aspecto deste universo (Imagem: Divulgação/Remedy Entertainment)</figcaption> </figure> <p>O diretor de Control Resonant também aponta que conexões podem existir e que podemos ver mais delas no futuro, mas que não devemos perder o foco das experiências que são apresentadas em cada proposta. </p> <blockquote> <p>“Tentamos não ter três coisas diferentes simultaneamente, mas uma na qual seremos muito bons nela. Essa é nossa filosofia, independentemente dos diferentes jogos que existem no RCU. Você pode ver a ligação através de personagens diferentes que vão aparecer em um jogo ou outro. Isso definitivamente pode acontecer. Mas o que não queremos é misturar dois gêneros, o que levaria à confusão”, diz Mikael Kasurinen.</p> </blockquote> <p>Para ele, este tratamento com a categoria de cada jogo tem uma importância muito grande durante o desenvolvimento, já que é isso que vai estabelecer as fundações do que cada experiência vai oferecer ao público. </p> <blockquote> <p>“Jogos são traiçoeiros porque os gêneros os definem de uma forma absoluta. É possível ver um filme de ação e depois um de terror, é algo fácil de se fazer. Mas os games são diferentes tipos de escolha, muitos preferem mais algo voltado ao terror, ação ou até estratégia. São escolhas maiores que são feitas pelos jogadores”</p> </blockquote> <p>Na prática, a Remedy Entertainment não descartaria a participação de Alan Wake, Jesse e outros personagens em outros jogos do próprio estúdio. Porém, o importante é que isso não leve a mudanças bruscas de mecânicas e do que cada aventura propõe ao jogador. </p> <h2>A presença de Jesse em Control Resonant</h2> <p>Ainda que o novo game conte a história de Dylan, sua irmã ainda terá um papel relevante dentro da narrativa. Parte da jornada do novo protagonista será descobrir o que ocorreu com ela depois dos eventos do primeiro título e como poderá resolver os problemas causados a toda cidade de Nova York.</p> <blockquote> <p>“Jesse será uma figura importante neste jogo. Não sabemos o que aconteceu com ela no início, quando Dylan sai do prédio, mas ele quer descobrir. Será o ‘outro lado da moeda’, o primeiro começa com Jesse chegando à Oldest House querendo saber o que aconteceu com seu irmão. Agora, o novo jogo começa com ele saindo deste lugar, querendo saber o que ocorreu com sua irmã”, afirma o diretor de Control Resonant.</p> </blockquote> <p>Esta mudança de abordagem também justifica as razões pelas quais o novo título não é chamado de “Control 2” — já que a história passará a ser contada sob um novo ponto de vista e que complementa o que vimos no seu antecessor.</p> <blockquote> <p>“Ele não recebeu um número pela forma como a franquia se estruturou. Quando vemos Alan Wake, claramente é a história de um personagem. É sobre ele. Você pode jogar como outros aqui e ali, mas é fundamentalmente centrada nele. Por isso faz sentido termos Alan Wake 1, 2, 3 e por aí vai. É uma forma lógica de avaliarmos isso na Remedy”, revela Kasurinen.</p> </blockquote> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/MVFpIy1r7dvVZiot-zDww1wJH7s=/1024x0/smart/i1031835.jpeg" alt="Imagem de Control" caption="true" data-ivi="p3tz"> <figcaption>Há uma razão pela qual Resonant não se chama Control 2 (Imagem: Divulgação/Remedy Entertainment)</figcaption> </figure> <p>Para o diretor, a franquia não segue o mesmo caminho visto na trama do escritor. A história tem uma abordagem mais ampla conforme avança, o que permite explorar o universo sob o ponto de vista de outras figuras que marcam presença na experiência.</p> <blockquote> <p>“Control não é assim. Não é sobre um personagem. Não é sobre Jesse ou Dylan. É sobre o mundo. E temos esse tipo de visão diferente sobre ele. Claro, temos uma conexão aqui e ali, mas você pode seguir em frente sem ter jogado o primeiro game. Está tudo bem. Você entenderá o que acontece”, diz.</p> </blockquote> <p>A história em Control Resonant começará com um protagonista “sem informações”, como os jogadores que iniciarão a jornada a partir dele. Apesar de quem ver elementos similares entender para onde isso possa levá-los, não terá implicações sérias ao não saber o que ocorre por trás dos seus eventos antes da hora.</p> <blockquote> <p>“Dylan desperta de um coma. Ele não sabe o que aconteceu no passado e tenta aprender e compreender. Terão alguns com uma perspectiva nova de tudo isso, como pessoas que não sabem o que ocorreu na Oldest House quando a quarentena começou”, revelou o diretor.</p> </blockquote> <p>Ele também explica que a aventura foi feita para todos, até para quem nunca testou os games anteriores do estúdio. Ou seja, não terá amarras para limitar a forma como os jogadores vão aproveitar a experiência no geral.</p> <blockquote> <p>“Se nunca jogou um título da Remedy antes, pode pular e jogar este direto e começar a entender como os personagens veem este mundo. Depois, se quiser, pode jogar o primeiro para aprender mais sobre como tudo isso funciona. Neste sentido, não queremos que sinta que é obrigatório jogar aquele antes. Por isso não falamos em Control 1 e 2. É mais como duas histórias de Control”, reforça Kasurinen.</p> </blockquote> <h2>As diferenças de gameplay</h2> <p>Durante a gamescom latam 2026, a Remedy Entertainment apresentou um diário de desenvolvimento que mostrou os detalhes da produção de Control Resonant. No vídeo, é possível ver até trechos inéditos da aventura.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/G9gbWQB3Zp8?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <p>Ao Canaltech, o estúdio revelou que a aventura representa uma evolução da fórmula que possuíam. Além do fator de combate físico, eles construíram uma estrutura que permite acrescentar elementos sem perder o espírito da história que é contada.</p> <blockquote> <p>“É uma progressão natural. Quantum Break usa armas e em Control também. Quisemos mostrar mais das forças sobrenaturais. Neste sentido, Jesse possui bastante delas, como disparar objetos através da telecinese. E adicionamos muitas coisas a partir disso, como a forma como ela se movimenta e outras coisas. Basicamente, vamos amplificar isso ainda mais em Control Resonant”, reforça Mikael Kasurinen.</p> </blockquote> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/mo7dzmmrsIIHDqw-mZz-4urjbW8=/1024x0/smart/i1125407.png" alt="Imagem de Control Resonant" caption="true" data-ivi="q8h1"> <figcaption>Um dos grandes destaques do novo jogo é para o combate melee (Imagem: Divulgação/Remedy Entertainment)</figcaption> </figure> <p>Dylan terá muitos aprimoramentos para se movimentar, como a forma que “dobra” as anomalias para benefício próprio. O diretor do jogo reforça que tiveram um esforço maior para trazerem novidades neste quesito, mas nenhum similar ao que injetaram nos combates e formas que ele lida com os conflitos.</p> <blockquote> <p>“Tivemos uma grande mudança que é o combate melee. É algo que nunca fizemos antes. Tratamos isso com muito respeito e não foi fácil. Colocamos muito da nossa energia, para fazê-lo o mais satisfatório e empolgante possível. Além disso, tivemos de colocar o famoso ‘twist’ da Remedy, de incluir algo interessante que nenhum dos outros fazem”, afirma o desenvolvedor.</p> </blockquote> <p>Mudar a forma como Dylan age, para não copiar o estilo de Jesse, também foi algo que deu trabalho à Remedy Entertainment. Eles tiveram de aplicar mudanças minuciosas para atender os fãs do primeiro, enquanto traziam novidades na sequência.</p> <blockquote> <p>“Os irmãos têm jeitos diferentes de lidar com as coisas. Jesse, por exemplo, usa uma pistola. Ter estes dois lados de uma moeda é importante. Mas também quis trazer algo novo para Dylan com uma arma que pode mudar de forma. O que eu acho muito legal é que, quando ela altera seu formato, é muito diferenciado ao conceito do anterior e representa o nascimento e a morte”, diz Mikael Kasurinen.</p> </blockquote> <p>Este ciclo de que até os equipamentos terão “começo, meio e fim” os ajudou a definir como seria o ritmo de Control Resonant para criar um ambiente que possa ser explorado com este fim. </p> <blockquote> <p>“Toda vez que você cria uma arma e usa, é basicamente descartada depois. Quando tem um martelo grande e acerta inimigos, ele é deixado ali e você terá de produzir algo de novo. Há um sentimento cíclico nisso. Estou muito empolgado sobre como o melee foi feito para o jogo e é um dos grandes destaques que nós trazemos”, revela o diretor.</p> </blockquote> <p>Kasurinen também ressalta as mudanças gravitacionais e como elas atuam dentro deste universo. Como visto nos trailers, a realidade se dobra — de forma similar àquelas vistas em filmes como A Origem (2010) e Doutor Estranho (2016) — e cria várias superfícies que terá de aprender a atravessar.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/v3icx7hJ2H2tp_QeDBFC_tQ4qaM=/1024x0/smart/i1087247.jpeg" alt="Imagem de Control Resonant" caption="true" data-ivi="psj5"> <figcaption>Prédios, ruas e tudo se dobra através da realidade (Imagem: Divulgação/Remedy Entertainment)</figcaption> </figure> <p>Ele aponta que isso gerou certos desafios durante o desenvolvimento, mas que estão satisfeitos com os resultados que atingiram dentro das mecânicas apresentadas. </p> <blockquote> <p>“Não acho que tenha alguém que realmente tentou fazer o que temos da mudança gravitacional, ao menos até onde pudemos ver. Tivemos de fazer todo o design com este ponto de vista. Eu queria que o mundo fosse intuitivo. Tudo o que você ver, poderá entender o que é e o que faz”, afirmou o diretor de Control Resonant</p> </blockquote> <p>O desenvolvedor também garante que muitos jogadores podem temer a “confusão” visual, mas que dentro do título é tudo organizado da forma devida para garantir a melhor experiência possível.</p> <blockquote> <p>“Mesmo que pareça caótico, foi cuidadosamente feito para trabalhar dentro dos princípios e você terá o que espera. É delicado misturar estes elementos, têm de se certificar que é compreensível. Não é apenas um momento legal dos trailers, é uma parte fundamental de como construímos o game. E não posso fornecer detalhes, mas há uma segunda parte dele. Nós fizemos coisas insanas ali. Vai explodir mentes, mal posso esperar para ver como as pessoas se sentirão quando descobrirem”, promete. </p> </blockquote> <p>Control Resonant está previsto para ser lançado em 2026, mas segue sem uma data agendada. Ele terá versões para <a href="https://canaltech.com.br/produto/sony/playstation-5/">PlayStation 5</a>, Xbox Series e PCs — não há detalhes ainda sobre uma versão para <a href="https://canaltech.com.br/produto/nintendo/switch/">Nintendo Switch</a> 2.</p> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/vai-explodir-mentes-diretor-de-control-resonant-promete-acao-insana/">Canaltech</a>.</p>
  7. Por que o crunch time ainda define o desenvolvimento de games?

    Sat, 16 May 2026 17:30:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/eerSLKy_NjZo_RbkVee00wnrUyE=/700x394/smart/i1118123.png"></p> <p>A cerca de seis meses do lançamento,<a href="https://canaltech.com.br/games/gta-6-enfrenta-crunch-para-nao-ser-adiado-sugere-desenvolvedores/"> novos relatos de funcionários sugerem que a Rockstar Games começou a exigir horas extras de desenvolvedores para entregar GTA 6</a> a tempo. No site de empregos Glassdoor, um funcionário mencionou "dias agitados" e <strong>uma péssima cultura de crunch</strong>. Embora a expectativa para o jogo protagonizado por Jason e Lucia já esteja a níveis astronômicos, <strong>a produtora parece não estar disposta a adiar o jogo mais uma vez</strong>.</p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/ano-de-demissoes-balanco-mercado-de-games-2025/">Ano de demissões: um balanço triste sobre o mercado de games em 2025</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/gaming-burnout-como-identificar-o-cansaco-mental-causado-pelo-excesso-de-jogos/">Gaming burnout: Como identificar o cansaço mental causado pelo excesso de jogos</a></li> </ul> <p><strong>Outra companhia que vive cercada pelo fantasma do crunch é a Naughty Dog</strong>, premiado estúdio da PlayStation que levou seu nome para a prateleira de cima da indústria com produções como The Last of Us e Uncharted.</p> <p>No fim de 2025, relatos indicaram que o estúdio impôs obrigatoriedade de horas extras aos funcionários<a href="https://canaltech.com.br/games/naughty-dog-estaria-forcando-hora-extra-na-producao-de-intergalactic/"> para entregar uma demonstração de Intergalactic: The Heretic Prophet aos executivos da Sony</a>. A chance de que o jogo sci-fi saia antes de 2027 é bem baixa, o que indica jornadas de trabalho mais longas, mesmo distante do lançamento do game.</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <p>Em um comentário recente, o ex-desenvolvedor da Naughty Dog, Benson Russell, revelou que <a href="https://canaltech.com.br/games/para-a-naughty-dog-crunch-garante-alto-nivel-nos-jogos/">o estúdio já aceitou a prática de crunch como inevitável para produzir jogos de alto nível</a>. Russell explicou que a desenvolvedora não exige que seus colaboradores entrem em crunch. Além disso, segundo o desenvolvedor, <strong>a empresa é compreensiva com quem não quer participar dessa cultura</strong>, mas incentiva os funcionários a realizarem horas extras por conta de bônus atrelados à contribuição em projetos.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/UOPwmZjuR_krYLU8PPaqEC_lI-o=/1024x0/smart/i991511.jpeg" alt="" caption="true" data-ivi="oj8x"> <figcaption>The Last of Us Parte II é um dos casos mais recentes e emblemáticos de crunch nos videogames (Divulgação/Sony)</figcaption> </figure> <p>Cenários como os da Naughty Dog fazem parte da indústria do entretenimento há décadas e não são motivados apenas por ordem da empresa ou simplesmente por questões contratuais. <strong>Há todo um ciclo envolvendo financiamento, prazos irreais, investidores, hype e expectativa dos jogadores</strong>.</p> <p>A prática do chamado crunch time é bem nociva para desenvolvedores e artistas que criam os mundos interativos que tanto amamos. Ao longo dos anos, diversos profissionais relataram cenários de abuso trabalhista, como não receber remuneração e direitos proporcionalmente às horas extras praticadas. <strong>Também é citada como uma das principais causas de burnout na indústria</strong>, o que leva à saída de pessoal em estúdios que já aderiram ao crunch como algo natural no desenvolvimento de jogos.</p> <h2>O que é crunch time e como ele é diferente de hora extra</h2> <p>O crunch time nada mais é do que jornadas de trabalho extensas que chegam e, às vezes, ultrapassam as 70 horas semanais. A prática é muito comum em vários setores da economia criativa, em especial nos videogames. <strong>Ela normalmente acontece durante os estágios finais do desenvolvimento de um jogo</strong>, seja para cumprir a data de lançamento planejada ou para garantir uma maior qualidade do projeto.</p> <p>A carga de trabalho pode chegar a níveis tão extremos que já <strong>houve casos em que desenvolvedores dormiam nos escritórios</strong>, debaixo de mesas. Diferente de "horas extras comuns", que acontecem em dias específicos e períodos pontais, <strong>o crunch time pode durar semanas ou até meses</strong>. Também há relatos de trabalhadores que passavam sete dias por semana no escritório em certos momentos.</p> <p>Vale notar que o crunch nem sempre é imposto de forma obrigatória aos funcionários ou de maneira contratual. Casos em que há uma cobrança indireta para que o desenvolvedor trabalhe por jornadas extensas entra nesse. A cobrança pode acontecer pela <strong>própria cultura interna de empresas que exigem um alto padrão de qualidade</strong>, por exemplo, por uma pressão imposta pelo próprio desenvolvedor sob o pretexto de trabalhar em uma paixão ou <strong>mesmo em casos de estúdios indie</strong>.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/T6xME2AcdTWXyO4H8w8Jp7DZCFY=/1024x0/smart/i1125487.png" caption="true" data-ivi="q8i7"> <figcaption>Criador de Cuphead, Jared Moldenhauer, afirmou em entrevista que passou já mais de 33 horas seguidas trabalhando no jogo em certa ocasião (Divulgação/Studio MDHR)</figcaption> </figure> <p>Vale lembrar que poucos estúdios pequenos têm oportunidade de receber financiamento externo ou de apoio coletivo, obrigando devs. solos a passarem horas codificando e desenvolvendo na frente do PC, <strong>seja por amor ou pela vontade de tirar o projeto do papel</strong>.</p> <p>Devemos ressaltar que o crunch time nem sempre acontece para evitar o adiamento de um jogo. Há outras metas e bônus que grandes publishers e estúdios colocam que podem forçar os desenvolvedores a levar o trabalho ao limite, bem como prazos e entregas desproporcionais com orçamento ou pessoal.</p> <p>As metas, por exemplo, podem se basear em uma média do Metacritic, quantidade de cópias vendidas ou mesmo por participação no projeto, como no caso da Naughty Dog, relatado por Russell. Boa parte das vezes, os desenvolvedores precisam lidar com prazos apertados e até irreais por parte das companhias, <strong>em especial para atender investidores e resultados fiscais no período</strong>.</p> <h2>Quando o crunch surgiu nos games?</h2> <p>A prática do crunch remonta a uma época anterior à discussão pública. É difícil precisar exatamente qual foi o primeiro caso, mas sabemos que jornadas de trabalho extremas acontecem no desenvolvimento desde os anos 80.</p> <p><strong>Um dos primeiros relatos de crunch foi no desenvolvimento do port de Pac-man para o Atari 2600</strong>. O lendário programador Tod Frye teria trabalhado 80 horas por semana durante seis meses antes da data de lançamento do jogo em 1982.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/rhX0fUzSRvbpnm6r1YB8iqUmWso=/1024x0/smart/i1125491.png" caption="true" data-ivi="q8ib"> <figcaption>Port de Pac-Man para Atari 2600 foi o primeiro caso relevante de crunch (Divulgação/Bandai Namco, Atari)</figcaption> </figure> <p>Na época, o crunch não acontecia apenas por pressão dos estúdios, cultura etc. Havia desafios de logística, produção de cartuchos, discos, varejo físico, entre outros que <strong>exigiam ainda mais rigor para seguir as metas de desenvolvimento</strong>. Também havia a famosa janela de fim de ano, que ainda hoje é importante, <strong>em especial por conta do período de Black Friday e do Natal. </strong>Eventos presenciais, como a E3, exigiam demonstrações exclusivas para que estúdios chamassem a atenção dos jogadores, o que resultava em mais trabalho.</p> <p><a href="https://canaltech.com.br/games/quem-foi-rebecca-heineman-conheca-mulher-lenda-da-programacao-de-jogos/">Outro caso que podemos destacar desse período foi o de Rebecca Heineman</a>. A programadora, mais conhecida por The Bard's Tale e por co-fundar a Interplay, <strong>passou por um crunch de 10 semanas para entregar um port de DOOM para o 3DO.</strong></p> <h2>Crunch fura a bolha</h2> <p><strong>O tema crunch time acabou furando a bolha em 2004</strong>, quando a desenvolvedora de jogos e escritora Erin Hoffman publicou uma carta que expôs as práticas abusivas de crunch que seu marido passava na Electronic Arts. Na mensagem, <strong>a dev afirmava que a EA tinha imposto longos períodos de trabalho como requisito aos seus funcionários</strong>.</p> <p>Segundo ela, seu marido passou meses a fio com jornadas de 12 horas por dia e seis dias na semana, e a situação não melhorou. Hoffman relatou que <strong>o parceiro passou a trabalhar obrigatoriamente das 9h às 22h todos os dias da semana</strong>. "Com folga ocasional aos sábados à noite por bom comportamento (às 18h30)", escreveu na época.</p> <p>O escândalo viralizou em fóruns e sites e trouxe luz ao caso do marido de Hoffman. A EA já tinha sido acusada anteriormente no desenvolvimento de The Sims 2, o que levou a produtora a pagra uma indenização para os funcionários. Hoje, seguimos falando de casos parecidos, mas <strong>o episódio da EA jogou uma luz necessária para fazer do crunch uma discussão pública</strong>.</p> <h2>Por que o crunch é tão comum nos games?</h2> <p>Antes de afirmar que videogames são difíceis de se desenvolver e envolvem muitas etapas e técnica quase perfeita, temos que ressaltar que um dos maiores motivos dos prazos apertados e da pressão das empresas, que culminam em crunch, é aumentar as margens de lucro.</p> <p>A indústria dos games tem sofrido há anos com o mercado de especulação, acionistas e o desejo incessante por crescer descontroladamente para ganhar mais dinheiro. Isso força as equipes de desenvolvedores, em especial no Ocidente, a entregar projetos mais ambiciosos em prazos cada vez menos favoráveis, para cumprir calendários fiscais e garantir a próxima rodada de investimento privado para a empresa-mãe</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/HLecXAgktnIjeV7V1LzAMIfFKJs=/1024x0/smart/i859927.png" alt="" caption="true" data-ivi="mqvr"> <figcaption>Obsidian Entertainment alterna entre jogos de grande escopo e títulos menores (Divulgação/Microsoft)</figcaption> </figure> <p>Obviamente, não podemos descartar a tamanha dificuldade que é criar um jogo, produzi-lo, divulgá-lo e, por fim, disponibilizar o projeto para todo o público. O desenvolvimento de games envolve muitas etapas e inúmeras áreas para que obras-primas como Red Dead Redemption 2 e The Last of Us Part II vejam a luz do dia. A complexidade de trazer jogos cada vez maiores impactou diretamente o ciclo de desenvolvimento. Se antes víamos uma mesma franquia recebendo dois ou até três jogos por geração,<strong> agora pode levar uma única geração para um game ser publicado</strong>.</p> <p>A lógica do mercado em sempre entregar algo melhor, maior e com mais frequência também acaba sendo refletida na expectativa dos jogadores, que por sua vez são alimentados por promessas irreais de executivos. <strong>Muito se defende um padrão de desenvolvimento um pouco mais contido</strong>, onde equipes de um mesmo estúdio alternam entre grandes projetos e títulos menores. A Obsidian Entertainment é um ótimo exemplo disso. No entanto, essa não parece ser a regra para grandes conglomerados. Não entenda mal, isso tambám inclui estúdios sob o selo do Xbox.</p> <h2>Crunch é sempre ilegal?</h2> <p>Vale notar que a indústria dos games está em uma fase totalmente globalizada. Os polos de desenvolvimento mais fortes se encontram nos <strong>Estados Unidos, Canadá, Japão e Reino Unido</strong>, mas vários outros territórios têm crescido exponencialmente. É o caso da Polônia, Austrália, Coreia do Sul e China. Cada um desses países possui um conjunto de leis trabalhistas diferentes.</p> <p>Legalmente, fazer com que um ser humano trabalhe mais de 80 horas semanais é proibido no Brasil — já que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) prevê a realização de, no máximo, duas horas extras por dia com remuneração proporcional. Contudo, nem todo lugar é exatamente assim.</p> <p>Os Estados Unidos são um excelente exemplo disso. Em certos estados, as leis são menos rígidas com o crunch, e <strong>alguns até permitem horas extras sem remuneração em certos casos, como na Califórnia</strong>.</p> <h2>Quem mais sofre com o crunch?</h2> <p>O crunch afeta diretamente o desempenho e o psicológico dos desenvolvedores. Jornadas extremas de trabalho podem gerar problemas de saúde gravíssimos. Entre elas está a síndrome de burnout, que acontece quando uma pessoa chega a um estado de estresse tão alto que causa estafa e outros distúrbios físicos. O crunch também afeta a vida pessoal dos desenvolvedores: relacionamentos, momentos de lazer ou autocuidado.</p> <p>Uma pesquisa realizada pela International Game Developers Association (IGDA) com 777 participantes em 2023 apontou que 28% dos respondentes estavam passando por problemas de crunch no trabalho. Neste cenário, <strong>até mesmo a qualidade dos jogos é impactada por jornadas extremas</strong>.</p> <p><a href="https://canaltech.com.br/games/review-cyberpunk-2077-ultimate-edition/">O caso mais clássico é o de Cyberpunk 2077</a>. A CD Projekt RED exigiu que os funcionários trabalhassem seis dias por semana meses antes do lançamento em 2020, embora o estúdio polonês negasse que usaria a prática um ano antes. Em uma publicação no X, o chefe do estúdio, Adam Badowski, prometeu que todos os que fizessem horas extras seriam bem recompensados.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/SOqPW8toYx4QjhmduwnIMxbL3u4=/1024x0/smart/i351827.jpeg" alt="" caption="true" data-ivi="agpb"> <figcaption>Cyberpunk 2077 deu a volta por cima após a Ultimate Edition (Divulgação/CD Projekt RED)</figcaption> </figure> <p>Apesar de todo o esforço e do crunch time aplicado sobre o time de Cyberpunk 2077, <strong>o jogo chegou ao mercado totalmente quebrado</strong>, injogável nas versões de consoles e sem muito do conteúdo prometido. Horas de trabalho exaustivas não garantem qualidade no projeto final, <strong>ainda mais para jogos do escopo do RPG cyberpunk</strong>.</p> <p>Por fim, além de prejudicar a qualidade dos jogos, <strong>o crunch também pode gerar uma rotatividade de funcionários sem precedentes</strong>. A Naughty Dog sofreu para encontrar funcionários de nível sênior em 2020. Nem todos topam as aventuras em que veteranos como Bruce Straley, diretor do primeiro The Last of Us, se meteram.</p> <p>Por outro lado, empresas como a Nintendo conseguem reter funcionários por décadas. <strong>Há engenheiros que trabalharam no Nintendinho e ainda seguem na companhia</strong>, conseguiram se solidificar. Isso porque os profissionais evoluem na Big N, ganham experiência e afinidade com colegas, e criam produções absurdas até hoje.</p> <h2>O outro lado: empresas estão tentando mudar?</h2> <p>Embora estejamos bem longe de um mundo ideal, há certas empresas que começaram a limitar o uso e impactos do crunch time. Parte destas conquistas só é possível graças à formação de sindicatos. Em 2025, por exemplo, a Microsoft e a Raven Software fecharam um acordo sindical que garantiam certas proteções contra a prática. </p> <p>Entre elas está a "eliminação do crunch time, com a exigência de aviso prévio de sete dias para horas extras obrigatórias, proibição de horas extras excessivas em semanas consecutivas e agendamento flexível".</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/54YO8x8IA_f79zLF0G_2Qe03F8A=/1024x0/smart/i1040653.jpeg" caption="true" data-ivi="p8en"> <figcaption>Crunch em GTA 6 ainda é incerto (Divulgação/Take-Two Interactive)</figcaption> </figure> <p>Estúdios, e até mesmo os jogadores, têm <strong>reagido de forma mais amistosa aos adiamentos desde o lançamento calamitoso de Cyberpunk 2077</strong>. Muitos criticam atualizações de lançamento e preferem ver um aguardado projeto adiado do que jogá-lo em um estado ruim.</p> <p>Há um longo caminho para tornar o crunch uma prática menos comum. Muitas companhias seguem enfrentando problemas, mesmo após prometerem que não trabalhariam com jornadas estratosféricas. Também há muita resistência à sindicalização, <a href="https://canaltech.com.br/games/polemica-na-rockstar-vazamento-revela-real-motivo-de-demissoes/">como o infame caso da Rockstar Games no ano passado</a>.</p> <h2>Crunch faz parte de um problema maior na indústria dos games</h2> <p>Não temos uma confirmação de um grande veículo da imprensa ou declarações definitivas sobre crunch em GTA 6. Tudo o que sabemos é que a Rockstar Games está determinada <strong>a lançar o jogo no dia 19 de novembro para <a href="https://canaltech.com.br/produto/sony/playstation-5/">PlayStation 5</a> e Xbox Series</strong>.</p> <p>A indústria claramente passa por um momento bastante delicado, em especial quando falamos em condições trabalhistas. Além de enfrentar longos períodos de trabalho, <strong>a quantidade de demissões em massa promovida nos últimos anos beira o caos</strong>.</p> <p>Os grandes estúdios precisam urgentemente mudar a lógica em como desenvolvem games, e executivos precisam moderar as expectativas e prazos irreais. Para nós, jogadores, o que resta é protestar em casos em que a vida humana é colocada em segundo lugar frente à conquista de lucros cada vez maiores.</p> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/por-que-o-crunch-time-ainda-define-o-desenvolvimento-de-games/">Canaltech</a>.</p>
  8. Como migrar saves, capturas e contas do PS4 para o PS5

    Sat, 16 May 2026 14:30:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/ddstFPlS0tv1ZB4Z_MpO3Xg09og=/700x394/smart/i11897.png"></p> <p>Muitos jogadores estão <strong>migrando cada vez mais do PS4 para o <a href="https://canaltech.com.br/produto/sony/playstation-5/">PlayStation 5</a></strong> ao passo que nos aproximamos do <strong>lançamento oficial de GTA 6</strong>, marcado para o dia 19 de novembro de 2026. A questão que pode pairar sobre a cabeça de todos é: como posso transferir meus dados, saves e capturas de tela de um sistema para o outro?</p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/quando-faz-sentido-trocar-o-ps4-pelo-ps5-e-quando-ainda-da-para-esperar/">Quando faz sentido trocar o PS4 pelo PS5 e quando ainda dá para esperar</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/consoles/como-conectar-o-ps4-e-ps5-no-notebook-ou-pc/">Como conectar o PS4 e PS5 no notebook ou PC</a></li> </ul> <p>Felizmente, a <a href="https://canaltech.com.br/empresa/sony/">Sony</a> tem algumas alternativas para transferir essas e outras informações de forma simples e rápida. Apesar da migração entre consoles ser um processo relativamente fácil, é importante que os jogadores<strong> sigam uma ordem certa para realizar a transferência sem maiores problemas</strong>.</p> <p>O Canaltech fez este guia para você que quer transferir seus dados do <a href="https://canaltech.com.br/produto/sony/playstation-4/">PlayStation 4</a> para um PlayStation 5 sem dores de cabeça. Lembre-se de que há certas informações que são transferidas automaticamente e outras em que é necessária uma transferência manual, mas nada de outro mundo.</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <h2>Quais dados serão transferidos para o PlayStation 5?</h2> <p>É importante ressaltar que há dados que são transferidos de forma "automática" para o PlayStation 5, como dados de usuário e conta, saves de jogos compatíveis, jogos que rodam no PS5 e algumas configurações do console. <strong>A transferência de dados de um sistema para o outro não replica tudo do PS4 para o PS5</strong>.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Xqn1M_9Uabk?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <p>Capturas de tela, backups, jogos em mídia física, games armazenados em HDs externos, saves na nuvem e contas secundárias exigem uma atenção diferente.</p> <h2>Preparação: atualize, conecte e confira sua conta</h2> <p>Antes de tudo, é importante deixar os dois hardwares preparados para a transferência. Para isso, certifique-se de que tanto o PS5 como o PS4 estejam conectados na mesma rede de internet Wi-Fi. <strong>Eles também podem estar conectados via cabo ethernet</strong> para maior velocidade de backup.</p> <p><strong>Inicie a sessão com a mesma conta da PSN em ambos os consoles</strong> e, depois, certifique-se de que os sistemas estão atualizados em suas respectivas últimas versões.         </p> <p>Vale lembrar que todo esse processo pode ser feito na configuração inicial do seu PS5 ou em um momento posterior pelo menu do sistema. Também é importante que você sincronize os troféus no PS4 antes da transferência. Para isso, basta seguir os passos abaixo:</p> <ol> <li>No PlayStation 4, abra a <strong>tela de funções</strong>;</li> <li>Selecione <strong>Troféus</strong> e pressione o botão de <strong>opções</strong>;</li> <li>Por fim, selecione <strong>Sincronizar com a PlayStation Network</strong>.</li> </ol> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/aJAhivxupFbMHIrhvhNMHvLhuM4=/1024x0/smart/i1126109.jpeg" alt="" caption="true" data-ivi="q8p5"> <figcaption>É possível conectar o PS4 e o PS5 com um cabo ethernet e agilizar processo de transferência (Divulgação/Sony)</figcaption> </figure> <p>Depois de ter realizado os passos, <strong>você estará pronto para transferir seus dados do PlayStation 4 para o PlayStation 5</strong>. No entanto, é necessário tomar algumas precauções listadas pela própria Sony antes de realizar a transferência:</p> <ul> <li>Não desligue os consoles de origem e de destino durante a transferência de dados. Isso pode causar danos ou perda de dados.</li> <li>Não altere as configurações de rede nem execute testes de conexão à Internet durante a transferência de dados. Isso pode causar danos ou perda de dados.</li> <li>Você só pode transferir dados de um console PS4 ou PS5 para um console PS5.</li> <li>Vale lembrar que, após a configuração inicial do PlayStation 5, a transferência de saves do PS4 para o PS5 fica limitada ao usuário logado.</li> <li>Configurações do console e informações da conta e usuários não podem ser transferidas após a configuração inicial.</li> </ul> <h2>Transferência direta do PS4 para o PS5</h2> <p>Esta é a maneira mais simples, rápida e segura de transferir os dados do PlayStation 4 para o PlayStation 5 para quem tem os dois consoles em mãos.<strong> Esse tipo de transferência é feita pela rede e pode ser realizada tanto na configuração inicial como no menu do sistema</strong>. A opção permite a transferência de capturas de tela/vídeo, saves de jogos, informações de contas e usuários, além de jogos compatíveis com o PS5.</p> <p>Para quem quer fazer a ação já na configuração inicial do PlayStation 5, basta seguir os passos na tela do console. Caso queira fazer a transferência de dados pós-configuração inicial, siga o passo a passo abaixo:</p> <ol> <li>Com o PS4 ligado, acesse a tela principal do PS5;</li> <li>Selecione <strong>Configurações</strong> &gt; <strong>Sistema </strong>&gt; <strong>Software do sistema</strong>;</li> <li>Na opção <strong>Transferência de dados</strong>, pressione <strong>Continuar</strong> e siga as instruções para a transferência.</li> </ol> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/Hx6D0KfE5VxnPpffxeCQciSf3eA=/848x477/smart/i1126143.png" alt="Tranfer&ecirc;ncia de dados direta PS5 e PS4" caption="true"><figcaption>Selecione Configurações, depois Sistema (Captura de tela/Gabriel Cavalheiro)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/YBb-e4TTc4NX8GytFIvAsivqifo=/848x477/smart/i1126141.png" alt="Tranfer&ecirc;ncia de dados direta PS5 e PS4" caption="true"><figcaption>Em Sistema, acesse Software do sistema (Captura de tela/Gabriel Cavalheiro)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/xcZRv3S3ltLH0qKnDUOsmvRgMvw=/848x477/smart/i1126145.png" alt="Tranfer&ecirc;ncia de dados direta PS5 e PS4" caption="true"><figcaption>Prossiga em Continuar (Captura de tela/Gabriel Cavalheiro)</figcaption></figure> <p>Durante o processo, não se assuste se o PlayStation 5 reiniciar algumas vezes. A transferência de dados seguirá em andamento em segundo plano mesmo após a reinicialização do console. Para acompanhar o processo, basta acessar a aba de Downloads/Uploads.</p> <h2>Transferência via nuvem da PlayStation Plus para os saves</h2> <p>Para os jogadores que já venderam o PlayStation 4 ou não possuem mais acesso ao console, ou não querem depender da transferência direta, há outra alternativa para transferir dados do seu sistema anterior para o PlayStation 5.</p> <p>Assinantes da PlayStation Plus têm acesso ao serviço de nuvem do PlayStation que permite gravar até 100 GB de saves e transferi-los para outros, caso tenha feito upload desses arquivos (de maneira manual ou automática).</p> <p>Caso cumpra esses requisitos, só será preciso:</p> <ol> <li>Entre em seu PS5 e acesse <strong>Configurações</strong> &gt; <strong>Dados salvos e configurações de jogos/aplicativos</strong>;</li> <li>Depois disso, selecione <strong>Dados salvos (PS4)</strong> e pressione a opção <strong>Baixar ou excluir do armazenamento em nuvem</strong>;</li> <li>Acesse a guia <strong>Baixar no armazenamento do console</strong>;</li> <li>Selecione os dados que deseja baixar e selecione <strong>Fazer download</strong>.</li> </ol> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/ANeeLpcn0aQRTnGRThvrcyBZXlw=/848x477/smart/i1126149.png" alt="Transfer&ecirc;ncia de dados via nuvem PS5 e PS4" caption="true"><figcaption>No PS5, acesse Configurações, depois Dados salvos e configurações de jogos/aplicativos (Captura de tela/Gabriel Cavalheiro)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/ajPAyVG-tIelWGwHxSaO2Ztuf3w=/848x477/smart/i1126147.png" alt="Transfer&ecirc;ncia de dados via nuvem PS5 e PS4" caption="true"><figcaption>Em Dados salvos (PS4), pressione Baixar ou excluir do armazenamento em nuvem (Captura de tela/Gabriel Cavalheiro)</figcaption></figure> <p>Vale lembrar que esse tipo de transferência exige que a opção de sincronização automática de dados com a nuvem esteja ativa no PS4. Para ativar a opção no console, basta:</p> <ol> <li>Acesse <strong>Configurações</strong> &gt; <strong>Sistema</strong> &gt; <strong>Economia de energia</strong> &gt; <strong>Recursos disponíveis no modo de repouso</strong> &gt; <strong>Permanecer conectado à Internet</strong>;</li> <li>Retorne às <strong>Configurações</strong>, depois em <strong>Dados salvos e configurações de jogos/aplicativos</strong>, e selecione <strong>Dados salvos (PS4)</strong>;</li> <li>Selecione <strong>Upload automático</strong>;</li> <li>Ative a opção <strong>Habilitar upload automático</strong>.</li> </ol> <p>Também é possível ativar o salvamento automático via nuvem para cada jogo individualmente. É importante ressaltar que a transferência via nuvem está limitada a saves de jogos. Então, <strong>nada de capturas de tela, contas ou troféus via PSN</strong>.</p> <h2>Transferência de saves do PS4 por pendrive ou HDD externo</h2> <p>A terceira opção de transferência de dados entre PS4 e PS5 disponível é por meio de uma <strong>unidade de armazenamento estendido USB (pendrive) ou HDD externo</strong>. Esta é uma forma segura para armazenar saves de jogos, capturas ou mesmo jogos, em especial para quem não possui assinatura da PlayStation Plus.</p> <p>Caso ainda tenha acesso ao PlayStation 4 e possua uma das opções de armazenamento externo, veja os passos a seguir para copiar os dados no dispositivo USB/HD externo<strong> formatado em exFAT/FAT32</strong> em cada caso:</p> <h3>Saves de jogos</h3> <ol> <li>No PS4, acesse <strong>Configurações</strong> &gt; <strong>Gerenciamento de dados salvos do aplicativo</strong> &gt; <strong>Dados salvos no armazenamento do sistema</strong>;</li> <li>Acesse a opção <strong>Copiar para dispositivo de armazenamento USB</strong>;</li> <li>Conecte o armazenamento externo ao PS5 e, depois, acesse <strong>Configurações</strong> &gt; <strong>Dados Salvos e Configurações de Jogos/Apps &gt; Dados Salvos (PS4)</strong> &gt; <strong>Copiar ou excluir da Unidade USB</strong> &gt; <strong>Copiar para Armazenamento do Console</strong>.</li> </ol> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/ANeeLpcn0aQRTnGRThvrcyBZXlw=/848x477/smart/i1126149.png" alt="Tranfer&ecirc;ncia de dados UBS PS5 e PS4" caption="true"><figcaption>Acesse Configurações, depois Dados Salvos e Configurações de Jogos/Apps (Captura de tela/Gabriel Cavalheiro)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/0X89iNLc0BzbwaDlOiOvg0t83zU=/848x477/smart/i1126153.png" alt="Tranfer&ecirc;ncia de dados UBS PS5 e PS4" caption="true"><figcaption>Em Dados Salvos (PS4), vá em Copiar ou excluir da Unidade USB (Captura de tela/Gabriel Cavalheiro)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/MntGhK5LCyzCIiC1WwjHep7bnYg=/848x477/smart/i1126155.png" alt="Tranfer&ecirc;ncia de dados UBS PS5 e PS4" caption="true"><figcaption>Com os arquivos salvos, Copiar para Armazenamento do Console (Captura de tela/Gabriel Cavalheiro)</figcaption></figure> <h3>Capturas de tela/vídeo</h3> <ol> <li>No PS4, acesse <strong>Capturas e Vídeos</strong> &gt; <strong>Copiar para Dispositivo de Armazenamento USB</strong> &gt; <strong>Todos</strong>;</li> <li>Conecte o armazenamento externo ao PS5 e, depois, na tela inicial, slecione <strong>Galeria de Mídia</strong> &gt; <strong>Armazenamento Estendido ou USB</strong> &gt; <strong>Copiar para Armazenamento do Console</strong>.</li> </ol> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/_FVaBhW0PIM2CaiQq2xvLN-R0y8=/848x477/smart/i1126157.png" alt="Tranfer&ecirc;ncia de dados UBS PS5 e PS4" caption="true"><figcaption>Acesse a Galeria de mídia na página inicial (Captura de tela/Gabriel Cavalheiro)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/BD-o3xMAHjbylWVoz4g56eVkVZY=/848x477/smart/i1126159.png" alt="Tranfer&ecirc;ncia de dados UBS PS5 e PS4" caption="true"><figcaption>Vá até a aba USB (Captura de tela/Gabriel Cavalheiro)</figcaption></figure> <h3>Jogos</h3> <ol> <li>Com um HDD externo conectado ao PS4, acesse <strong>Configurações</strong> &gt; <strong>Armazenamento</strong> &gt; <strong>Dispositivo de Armazenamento Estendido</strong>;</li> <li>Conecte ao PS5, depois acesse <strong>Configurações</strong> &gt; <strong>Armazenamento</strong> &gt; <strong>Dispositivo de Armazenamento Estendido</strong> e jogue diretamente do HDD externo.</li> </ol> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/uZ6suVC4APBI9KYLl2zPn_6aoPM=/848x477/smart/i1126161.png" alt="Tranfer&ecirc;ncia de dados UBS PS5 e PS4" caption="true"><figcaption>Em configurações, vá até armazenamento (Captura de tela/Gabriel Cavalheiro)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/f5YgATpMKHb_6RAwUjwm9SqoXk8=/848x477/smart/i1126163.png" alt="Tranfer&ecirc;ncia de dados UBS PS5 e PS4" caption="true"><figcaption>Depois acesse armazenamento estendido (Captura de tela/Gabriel Cavalheiro)</figcaption></figure> <p>É importante que a mesma conta esteja logada em ambos os consoles, mesmo por meio da transferência via armazenamento externo. Também vale lembrar que nem todos os jogos de PS4 são jogáveis no PS5. Por isso, certifique-se de que o título é suportado no sistema.</p> <h2>Cuidados com o PlayStation 4</h2> <p>Após fazer a transferência de dados para o PS5, é bem provável que <strong>você queira doar ou até mesmo vender seu PlayStation 4</strong>. Se algum desses for o seu caso, certifique-se de que tenha salvo tudo que era importante no sistema e se a transferência para o PS5 foi realmente bem-sucedida.</p> <p>Verifique se todos os saves principais aparecem no novo console, se os jogos abrem corretamente e apresentam os dados transferidos. Dê um check-up geral nas capturas de tela e <strong>não se esqueça de sincronizar os troféus no PlayStation 4</strong>.</p> <p>Restaurar o PlayStation 4 para sua versão de fábrica apaga todas as configurações e informações do console de forma irreversível. Por isso, é muito importante que todos os seus dados já tenham sido salvos ou transferidos.</p> <h2>Bem-vindo ao PlayStation 5</h2> <p>Após realizar a transferência de dados, você estará mais do que pronto para entrar na atual geração de consoles. Embora haja muita reclamação sobre o salto geracional do PS5, o sistema é embarcado com tecnologias muito bem-vindas, <a href="https://canaltech.com.br/consoles/ssd-no-ps5-como-trocar-e-quais-modelos-estao-a-venda-no-brasil/">incluindo o SSD NVMe PCIe 4.0</a>, que garante telas de carregamento ultrarrápidas.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/Huub4GV5TAfv2N13ce_we0wuHvY=/1024x0/smart/i399746.jpeg" alt="" caption="true" data-ivi="gr3x"> <figcaption>Embora seja apenas uma vitrine, Astro's Playroom é bem completo (Divulgação/Sony)</figcaption> </figure> <p><a href="https://canaltech.com.br/games/analise/review-dualsense-edge/">Outro destaque é o controle DualSense</a>, com tecnologias de feedback háptico e gatilhos adaptáveis, que mudam totalmente a experiência. Um bom ponto de partida para testar essas e <strong>outras funcionalidades do controle é no Astro's Playroom</strong>, jogo gratuito e pré-instalado no PlayStation 5 que serve como uma vitrine para o DualSense.</p> <p>Por fim, e mais importante: jogos mais recentes, em especial a partir de 2023, começaram a deixar o PlayStation 4 como plataforma. <a href="https://canaltech.com.br/games/lancamento-jogos-ps4-xbox-one-em-2026/">Ainda há títulos que têm lançamento previsto para PS4 em 2026</a>, mas grandes nomes como <a href="https://canaltech.com.br/games/review-resident-evil-requiem/">Resident Evil: Requiem</a>, Marvel's Wolverine e até mesmo GTA 6 chegam apenas ao PlayStation 5.</p> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/como-migrar-saves-capturas-e-contas-do-ps4-para-o-ps5/">Canaltech</a>.</p>
  9. 12 melhores jogos de PS4 para quem perdeu a geração

    Sat, 16 May 2026 12:30:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/YZNmbEVg9TY9QtjXgzS3w1qMw3Q=/700x394/smart/i1121371.jpeg"></p> <p>O <strong>PS4</strong> pode ser “velho”, mas segue vivo e cheio de jogos para você conhecer e amar. Se você comprou o seu <a href="https://canaltech.com.br/produto/sony/playstation-4/">PlayStation 4</a> recentemente, ou se está com tempo apenas hoje em dia para jogá-lo, deve querer saber para onde olhar e o quais jogos merecem a sua atenção ou não.</p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/ainda-vale-a-pena-comprar-um-ps4-em-2025/">Ainda vale a pena comprar um PS4?</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/quando-faz-sentido-trocar-o-ps4-pelo-ps5-e-quando-ainda-da-para-esperar/">Quando faz sentido trocar o PS4 pelo PS5 e quando ainda dá para esperar</a></li> </ul> <p>Para te ajudar, o <strong>Canaltech</strong> lista 12 dos melhores jogos do PlayStation 4 para você que está começando só agora no console. Entre diversos gêneros e tipos de experiências possíveis, juntamos o que você não pode perder na plataforma — apenas os essenciais.</p> <p>A melhor parte é que todos eles seguem disponíveis e possuem retrocompatibilidade com o <a href="https://canaltech.com.br/produto/sony/playstation-5/">PlayStation 5</a>, em caso de trocar de hardware futuramente. Se prepare para conhecer aventuras que nunca mais vai esquecer.</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <h2>12. Horizon Zero Dawn</h2> <p>Uma das IPs inéditas da geração PS4, <strong>Horizon Zero Dawn</strong> (2017) é um dos mundos abertos mais cativantes de todo o console. Em um universo distópico, máquinas dominam todo o planeta e a humanidade tem de se abrigar em tribos — não mais reunidas como uma civilização.</p> <p>Aloy vive em uma dessas tribos e descobre segredos que podem dar uma nova chance para os seres humanos tomarem conta do planeta. Porém, será que ela deve fazer isso ou manter as coisas do jeito que estão? Entre muita ação, animais mecânicos sinistros e muita exploração, esse é um daqueles que deixá-lo passar causará arrependimentos. </p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wzx96gYA8ek?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>11. Batman Arkham Knight</h2> <p>Após sucessos como Batman Arkham Asylum e Arkham City, a Warner Bros. Games e a Rocksteady trouxeram <strong>Batman Arkham Knight</strong> (2015) como a obra final de uma franquia extremamente bem-sucedida. O fim da trilogia de ação traz não apenas um desfecho para Bruce Wayne, como para o maior vigilante de Gotham.</p> <p>O Espantalho espalha seu gás do medo por toda a cidade e cria uma verdadeira onda de crimes. Ao lado de seu batmóvel e com todo o sinistro município para ser explorado, você encontrará grandes ícones das HQs, inimigos poderosos e um dos maiores vilões do homem-morcego: ele mesmo. </p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/FX1uGqXD2n8?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>10. Monster Hunter World</h2> <p>Caçar monstros se tornou uma tarefa restrita aos portáteis por anos, imagine quando vimos <strong>Monster Hunter World</strong> (2018) pela primeira vez no PS4? Graficamente espetacular, com grandes avanços em comparação aos seus antecessores e ainda mais ação — com multiplayer online — a aventura da Capcom arrasou em todos os sentidos possíveis da palavra.</p> <p>Depois de um tempo foi disponibilizada a versão <strong>Iceborne</strong>, uma expansão que mostra ainda mais deste universo. Com monstros clássicos e outros inéditos, além de uma história mais ampla e um pós-game invejável, ter o pacote completo é garantia de diversão por centenas de horas. </p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/7paWNhKkX38?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>9. Persona 5 Royal</h2> <p>Por falar em centenas de horas, <strong>Persona 5 Royal</strong> (2019) vai te entregar conteúdo para isso e muito mais. No <a href="https://canaltech.com.br/games/o-que-realmente-e-um-jogo-jrpg/">JRPG </a>da Atlus, você descobre que existe um mundo cognitivo que dita muitas coisas na forma como agimos e nos comportamos em sociedade. Aí, cabe aos Phantom Thieves roubar o coração dos vilões para evitar verdadeiras tragédias.</p> <p>O título tem tudo que você espera: dinâmica, carisma, combates intensos, muita exploração e obviamente diversão. Você pode colecionar centenas de monstros, seguir por caminhos diferentes da narrativa e se aproximar ainda mais de seus aliados. Até hoje segue como um dos jogos mais bem-avaliados de toda a plataforma.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vWWy7V9rCrA?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>8. Resident Evil 2</h2> <p>Se você é uma daquelas pessoas que veio direto do PS1 e quer ver a diferença que o PS4 traz, em comparação ao seu velho companheiro de guerra, <strong>Resident Evil 2</strong> (2019) é a pedida certa. Ele é o remake do clássico<a href="https://canaltech.com.br/games/o-que-e-jogo-survival-horror/"> survival horror</a> da Capcom, com um toque de modernidade que dá um tempero ainda mais especial para a saga.</p> <p>No primeiro dia de trabalho do policial Leon S. Kennedy, ele chega em Raccoon City e encontra o local completamente tomado por mortos-vivos. Agora, seu objetivo é sobreviver ao lado de Claire Redfield — que busca o seu irmão, protagonista da primeira experiência da franquia. Um clássico tão bom quanto o original, diga-se de passagem.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/u3wS-Q2KBpk?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>7. The Last of Us Part II</h2> <p>As opiniões sobre <strong>The Last of Us Part II</strong> (2020) podem ser divisivas, porém tem algo com o qual a Naughty Dog não mede esforços: ele é a experiência gráfica definitiva que o PS4 pode entregar, com um desempenho ímpar e cheio de nuances entre as suas mecânicas. É aquele tipo de produção que sua mãe passa e pergunta qual o filme que você está vendo.</p> <p>Anos após os eventos do primeiro game, agora Ellie viverá uma jornada de vingança — em um universo tomado por criminosos, criaturas e ameaças. Porém, o quanto ela terá de ir longe até perder a humanidade que existe dentro dela? E onde está Joel no meio de tudo isso? Bom, melhor você jogar para ver com seus próprios olhos.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/eOiUtRF8k28?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>6. The Witcher III: Wild Hunt</h2> <p>As aventuras de Geralt de Rívia e o nome da CD Projekt Red são famosos na indústria de jogos hoje por causa de <strong>The Witcher III: Wild Hunt</strong> (2015). O <a href="https://canaltech.com.br/games/o-que-e-um-jogo-arpg/">RPG de ação </a>mostra como um cenário vivo deve se comportar de verdade, assim como tira todo o potencial do que o PS4 oferece e surpreende — mesmo nos dias atuais.</p> <p>Em busca de sua aprendiz, Ciri, o bruxo explora diversos lugares do imenso mundo aberto para encontrar pistas de seu paradeiro e daqueles que a levaram. No entanto, forças sinistras rondam tudo o que ele conhece e mostrarão que essa tarefa não será nada fácil. Com uma narrativa imersiva, combates dinâmicos e muito a se ver, este título define o que você não pode deixar passar. </p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2c_IP6sKeAY?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>5. Uncharted 4: A Thief’s End</h2> <p>Se The Last of Us Part II é o ápice gráfico, <strong>Uncharted 4: A Thief’s End</strong> (2016) mostra o supra sumo da Naughty Dog em gameplay e diversão. A última jornada de Nathan Drake, agora com seu irmão ao lado, é repleta de emoção e aventuras ao redor do planeta — com um toque de descobertas sinistras, traição e cenas espetaculares.</p> <p>O ponto alto são os diversos perigos que o protagonista corre, sempre com saídas mirabolantes, seja diante de criminosos armados ou até de grandes tragédias naturais. Será que vale tudo por uma última caça ao tesouro ou o verdadeiro motivo para se viver estava no que o aguarda em casa? </p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XiZIL-i39yc?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>4. Bloodborne</h2> <p>A FromSoftware tem diversos sucessos no PS4, como Sekiro: Shadows Die Twice e Elden Ring, mas se você vai explorar o que a plataforma tem a oferecer, recomendamos que pule diretamente em <strong>Bloodborne</strong> (2015): que é um dos únicos games exclusivos que permanecem apenas por lá, sem remasterizações, remakes, versões para outros consoles ou qualquer outra coisa do tipo.</p> <p>Inspirada no período vitoriano, a jornada te joga em um cenário sombrio e com muitos chefões perigosos em seu caminho. Como todo bom <a href="https://canaltech.com.br/games/o-que-e-um-jogo-soulslike/">soulslike</a>, você tem que encontrar vestígios que contam toda a história deste universo — claro, antes que qualquer coisa apareça e te mate milhões de vezes.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/G203e1HhixY?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>3. Marvel’s Spider-Man</h2> <p>Uma das maiores experiências do PS4, <strong>Marvel’s Spider-Man</strong> (2018) traz tudo o que os fãs do super-herói queriam ver: um Peter Parker mais velho, com pleno conhecimento de suas próprias capacidades e que vive uma jornada que traz todo o portfólio das HQs à tona. Com a presença do Sr. Negativo e de vários outros vilões, o aracnídeo vai ter de se superar para superar as adversidades.</p> <p>Como jogo de aventura em mundo aberto, você terá acesso a toda Nova Iorque desde o começo. Dá para visitar diversos pontos turísticos do Universo Marvel (inclusive a Torre dos Vingadores), pegar metrô, participar do dia a dia da identidade secreta do protagonista e ver como a Insomniac Games acertou em cheio com a experiência. </p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/bbFh-Hbd81o?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>2. Red Dead Redemption 2</h2> <p>Por falar em acerto, a Rockstar lançou apenas um jogo em toda a geração e essa pedrada se chamou <strong>Red Dead Redemption 2</strong> (2018). O game de ação no velho-oeste acompanha a jornada de Arthur Morgan — que viverá uma história como jamais viu antes, seja dentro dos bares ou nas fugas das autoridades.</p> <p>Como GTA, você pode literalmente fazer o que bem entender: roubar, matar ou cometer diversos tipos de delitos que lhe der na telha. Porém, toda ação possui consequência e elas vão ditar como será a sua experiência com um dos games mais belos e com mecânicas mais impressionantes de toda uma década.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/HVRzx17WHVk?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>1. God of War</h2> <p>Após anos de vingança contra os deuses, Kratos fugiu para os países nórdicos e tenta viver uma vida pacata. Porém,<strong> God of War</strong> (2018) mostra que esse não é seu destino. Após perder sua esposa, ele e seu filho Atreus precisam seguir para o pico mais alto dos nove reinos para jogar as suas cinzas e cumprir seu último desejo.</p> <p>E sabe quem não gosta nada de ver o assassino de deidades para lá e para cá? Claro, os deuses da mitologia nórdica. Odin, Thor, Baldur e outros se incomodam com a trajetória do espartano e cria uma verdadeira sequência de eventos que pode desencadear o Ragnarök. A Santa Monica Studio acertou em cheio ao mudar o gênero de <a href="https://canaltech.com.br/games/o-que-e-um-jogo-hack-and-slash/">hack ‘em slash</a> para a ação direta, o que ajudou a transformar esse título em um dos essenciais do PS4.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/K0u_kAWLJOA?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>O PS4 tem muito mais a oferecer</h2> <p>Apesar de explorar muitos gêneros e aventuras, existem diversos outros que podem te entreter no console: <strong>Hollow Knight</strong> para os fãs de metroidvania, <strong>Gran Turismo 7</strong> para quem é de corrida,<strong> Final Fantasy XV</strong> e <strong>Kingdom Hearts 3</strong> para quem ama RPGs e por aí segue. O que não falta é diversão.</p> <p>Porém, entre os 12 títulos do PS4 que melhor definem a plataforma para quem perdeu a geração, estão:</p> <ol> <li>God of War</li> <li>Red Dead Redemption 2</li> <li>Marvel’s Spider-Man</li> <li>Bloodborne</li> <li>Uncharted 4: A Thief’s End</li> <li>The Witcher III: Wild Hunt</li> <li>The Last of Us Part II</li> <li>Resident Evil 2</li> <li>Persona 5 Royal</li> <li>Monster Hunter World: Iceborne</li> <li>Batman Arkham Knight</li> <li>Horizon Zero Dawn</li> </ol> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/melhores-jogos-ps4-para-quem-perdeu-geracao/">Canaltech</a>.</p>
  10. PS5 digital ou com leitor: qual é mais vantajoso em 2026?

    Sat, 16 May 2026 11:30:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/7rztc1tNfCFHIVjjcOvikbT12Aw=/700x394/smart/i856305.jpeg"></p> <p>Escolher entre um <strong><a href="https://canaltech.com.br/produto/sony/playstation-5/">PlayStation 5</a> Digital</strong> ou <strong>PlayStation 5 com leitor de disco </strong>tornou-se uma questão mais complexa desde o lançamento do console, em 2020. Se antes era um diferencial apenas para quem queria preservar sua coleção física, hoje a questão apresenta novas nuances.</p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/dicas-para-driblar-preco-dinamico-jogos-ps5/">5 dicas para driblar o preço dinâmico dos jogos no PS5</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/erros-mais-comuns-ao-comprar-um-ps5-usado/">12 erros mais comuns ao comprar um PS5 usado e como evitá-los</a></li> </ul> <p>O preço pode definir a compra, mas atualmente a vantagem depende muito de como você quer adquirir os seus jogos. Tem quem queira acumular as capas na estante, enquanto outros buscam revender, compartilhar conta, apenas fazer o download do catálogo da <strong>PS Plus</strong>... Enfim, são várias as opções.</p> <p>Para te ajudar, o <strong>Canaltech</strong> mostra qual é a melhor opção para você. Contudo, não espere que exista um “vencedor universal” entre ambos, mas sim um que se adapta melhor à sua economia e que atenda melhor ao seu perfil. </p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <h2>O que muda entre o PS5 Digital e o PS5 com leitor?</h2> <p>Independentemente do que busque, é importante ter em mente que o PlayStation 5 Digital e a versão com leitor possuem basicamente as mesmas características: rodam os jogos com a mesma performance, acessam a PS Store e usam a conta da <strong>PSN</strong> para validar suas ativações.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/7UplcOHM0MD7XBLns_adeXBOyL0=/1024x0/smart/i1088831.png" alt="Imagem dos jogos PSN" caption="true" data-ivi="pt7h"> <figcaption>Em ambos é possível jogar os games digitais, a versão física não impede de tê-los (Imagem: Divulgação/Sony)</figcaption> </figure> <p>Ou seja, o único aspecto que distancia ambos é a capacidade de reconhecer o disco físico. Enquanto o PS5 Digital permite adquirir experiências apenas pela PS Store, a versão com o acessório pode fazer isso e aceitar a mídia — assim como ler filmes e séries em DVD e Blu-Ray. </p> <p>Isso significa que o PS5 Digital não aceita os discos? Exatamente, caros leitores. Tudo o que você comprar estará atrelado diretamente na sua conta e deve ser comprado da PS Store. Na prática, isso impede o empréstimo de títulos e até adquirir seminovos por preços mais baratos.</p> <p>Não é apenas um modo econômico, mas uma forma diferente de você garantir, guardar e até de circular jogos. Se enjoar de alguma experiência, por exemplo, não será possível passá-la adiante. Tudo estará preso ao seu login e senha por tempo indeterminado — o que pode mudar no futuro por várias razões.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/6c9Uoj2g9jqom5HXC1Se6VYn-1g=/1024x0/smart/i1088663.jpeg" alt="Imagem dos jogos PS4" caption="true" data-ivi="pt47"> <figcaption>Está com a estante cheia? Em disco, é possível repassá-los adiante (Imagem: Diego Corumba/Canaltech)</figcaption> </figure> <p>Atualmente, a <a href="https://canaltech.com.br/empresa/sony/">Sony</a> disponibiliza o leitor apenas para os consoles de modelo <strong>CFI-2000</strong> e <strong>CFI-2100</strong> (Slim) e no <strong><a href="https://canaltech.com.br/produto/sony/ps5-pro/">PlayStation 5 Pro</a></strong>. Além disso, não basta só encaixá-lo, tem de parear o acessório ao videogame via internet para configurá-lo adequadamente.</p> <h2>Questão de preço: PS5 Digital costuma ser mais barato</h2> <p>O PlayStation 5: Edição Digital foi lançado simultaneamente à versão padrão, como uma alternativa mais barata. Nos Estados Unidos, ele sempre teve uma distância de US$ 100; enquanto no <strong>Brasil</strong> é visto uma diferença de valores em torno de R$ 500. </p> <p>Esse “abismo” que existia entre eles fazia sentido, pelo menos até o ano de 2026. Com o aumento da Sony, os preços passaram a ser mais próximos no mercado internacional. Se nos EUA temos o PS5 Digital por US$ 599,99 e o padrão por US$ 649,99; no Brasil agora é R$ 4.599,99 e R$ 5.099,99 respectivamente. </p> <p>Essa mudança, feita pela companhia japonesa, aproxima os dois videogames ainda mais e traz dúvidas sobre a economia inicial. Afinal de contas, compensa aos usuários abrirem mão de discos, usados, empréstimos e revenda por R$ 400? Para muitos, ainda vale a pena. Porém, não para todos.</p> <h2>PS5 Digital ganha em simplicidade e promoções online</h2> <p>A diferença entre as duas versões foi reduzida, mas isso não significa que o PlayStation 5 Edição Digital mereça ser descartado por completo. Ele ainda é muito interessante para quem já compra tudo pela PS Store, por exemplo, assim como para aqueles que aproveitam apenas os títulos gratuitos ou do catálogo da PS Plus.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/5f8CkA2PbXhP1KvKzdut1ixsh_U=/1024x0/smart/i1008889.jpeg" alt="Imagem de Fortnite" caption="true" data-ivi="osbv"> <figcaption>Se você só joga Fortnite ou similares, comprar um leitor de disco pode ser uma má ideia (Imagem: Divulgação/Epic Games Store)</figcaption> </figure> <p>Além disso, para quem dificilmente compra jogos — exceto por oportunidades únicas e promoções sazonais —, ele continua a ser um dos maiores representantes da economia que um jogador pode fazer ao comprar um console atual no mercado.</p> <p>Outro aspecto importante é a conveniência. Não precisa esperar dias ou semanas para o pacote com o jogo adquirido ser enviado e chegar em sua casa, assim como você não tem de esperar horas na fila para retirar a sua pré-venda. </p> <p>Fora que ninguém reclama de não correr riscos de ter sua mídia danificada ou de ter mais espaço, por não acumular as capas na estante. Isso sem mencionar as pessoas que vivem afastadas das grandes cidades, onde não costuma ter a praticidade de existirem muitas lojas físicas ao redor ou mercado de usados. Na prática, para estes, a Edição Digital do PS5 ainda vale a pena.</p> <h2>PS5 Digital prende o jogador à loja</h2> <p>Apesar de ter suas vantagens, o console digital “prende” o jogador pela falta de alternativas. Primeiro, você só pode obter da Sony pelo preço que eles cobram na PS Store. Se lá demorar para ter promoções, você não tem outro método para adquirir o game que tanto quer, por exemplo.</p> <p>Sem o leitor de disco, você sequer pode pegar qualquer título emprestado, comprar algum game antigo pelo mercado de seminovos ou até revender seu jogo “parado” para adquirir outro. Isso sem contar as liquidações e promoções absurdas que são vistas em datas como a <strong>Black Friday</strong> e outras similares.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/d-O8PxBg5srzcoDfwrpwft_Sgy0=/1024x0/smart/i1067249.png" alt="Imagem da PlayStation Store" caption="true" data-ivi="pl33"> <figcaption>Ter a mídia física te apresenta mais opções do que comprar apenas da PlayStation Store (Imagem: Divulgação/Sony)</figcaption> </figure> <p>Se você busca por muitos lançamentos, abandona facilmente certos jogos ou tem uma boa turma de amigos para trocar seus títulos, essa versão pode e vai te limitar de diversos modos — inclusive na economia, ao longo dos anos. </p> <p>É importante que tenha em mente que o preço que você paga no videogame é apenas o seu primeiro investimento. Não se abrir às possibilidades que existem fora da PS Store pode significar custos maiores a longo prazo — o que tira por completo o sentido de ter economizado na sua compra. </p> <h2>PS5 com leitor dá mais liberdade de compra</h2> <p>Por outro lado, o PS5 com leitor de disco traz mais flexibilidade. Você pode continuar a comprar na PS Store, mas também consegue ter mídias físicas novas, usadas, emprestar, trocar e revender para aproveitar a sua coleção e as movimentações do mercado. Fora que, na estante, eles montam uma bela coleção.</p> <p>Com todas as opções, você reduz o custo líquido de cada game. Obter pelo preço cheio é possível, mas todos sabem o quanto certas experiências caem de valor quando anunciadas no mercado de seminovos. Quem nunca viu aquele jogo que tanto sonha por R$ 40 ou R$ 50 em sites como OLX e outros?</p> <p>E isso não exclui a outra opção nem te obriga a garantir um acessório separadamente para aproveitar o PlayStation 5 em sua “plenitude”. Ele não é o oposto do Digital, ele mantém as duas portas abertas para o que mais lhe for conveniente.</p> <h2>PS5 com leitor é mais caro e barulhento</h2> <p>Se você nunca compra mídia física ou não pretende fazer isso, a edição com leitor de disco pode não parecer tão atraente. Ainda assim, ele também traz algumas outras desvantagens que podem ser complexas para quem valoriza a praticidade.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/MLHWkSReXTce3Wzg_we8w7x3f4A=/1024x0/smart/i503853.jpeg" alt="Imagem do PS4" caption="true" data-ivi="i4ns"> <figcaption>Levantar para trocar de jogos pode não parecer muito conveniente para todos (Imagem: Jan Vašek/Pixabay)</figcaption> </figure> <p>Começa que os jogos exigem que a mídia esteja inserida no seu console para serem iniciadas. Na prática, se você esqueceu de colocar, terá de se levantar novamente para executar esta ação com suas próprias mãos e pernas. Não é algo grande, mas irrita se a sua memória nunca lhe ajuda. </p> <p>Existem discos que fazem o PS5 parecer uma turbina de avião. O barulho pode te tirar da imersão, a depender do quanto ele força o leitor do videogame conforme analisa suas informações. Além disso, abre precedentes para temer pela saúde do console — afinal de contas, ele sobreviverá até quando nessas condições?</p> <p>Ou seja, nestes termos, de que adiantaria comprar um leitor se você já não adquire games físicos há muito tempo ou se estas questões “não fazem sentido” para o seu estilo de vida? Ter um pode te ajudar, mas possuir um recurso subutilizado, pelo qual pagou a mais, também tem seu próprio peso.</p> <h2>Leitor removível equilibra, mas não resolve tudo</h2> <p>Hoje em dia é possível equipar o seu PS5 Edição Digital com um leitor de disco separadamente, o que cria novas opções para quem se arrependeu de não ter comprado direto o console com o acessório. </p> <p>Na prática, a sua presença se tornou “opcional”. Você pode garantir ele sem o item e comprá-lo depois, o que se torna uma terceira via no caso de mudança de opinião ou se surgir a vontade de mudar de estilo.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1BU4VXofbQk?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <p>Enquanto isso traz flexibilidade para os usuários, também pode impactar bastante a sua economia. Não se encontra o acessório oficial da <strong>Sony Interactive Entertainment</strong> por menos de R$ 550 no mercado. Enquanto isso, a diferença deles na compra direta é de R$ 400 — e pode ser menor em promoções e ações sazonais.</p> <p>O que isso significa para o seu bolso? Quer dizer que se você “mudar de lado” no futuro, isso vai te sair mais caro. É simples concluir que sai mais em conta ter um gasto maior e não usar tanto do que desejar usar depois e ter de abrir mais a carteira — porém, cada usuário sabe como isso impacta no seu bolso. </p> <h2>Mídia física em queda, mas ainda tem valor econômico</h2> <p>Os últimos relatórios e estudos não são esperançosos para quem ainda tem apego na mídia física. A Sony, por exemplo, já revelou que 85% de sua receita vem das vendas no formato digital. Nos Estados Unidos, os números chegaram ao menor patamar já visto desde o ano de 1995. O Xbox Helix, supostamente, não terá leitor de disco.</p> <p>Ainda que o mercado esteja direcionado para este trajeto, com a adição de serviços e conteúdos adicionais somados ao cálculo, isso não significa que os discos perderam o seu valor. Basta ver a valorização de títulos raros, edições de colecionador e como as experiências retrô ganharam espaço dentro desta indústria.</p> <p>A sua presença pode ser reduzida, mas talvez seja cedo para descartá-la por completo. A Nintendo, com os game-key card, por exemplo, soube misturar bem os “dois mundos”. Além disso, ainda existe uma comunidade aquecida com revenda e trocas — que destaca a autonomia da economia individual dos jogadores.</p> <h2>Calcule a economia real antes de comprar</h2> <p>Quer saber qual a melhor opção para você? É simples: some o preço do videogame, a média do valor dos games que pretende obter durante o período de 1 ano e o valor da assinatura PS Plus que deseja — no formato digital e físico. Neste último, inclusive, é bom ver quanto conseguiria recuperar ao vender seus jogos após zerar.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/2l7rB3mtUXVaWjv5DWAubekmnrA=/1024x0/smart/i946947.jpeg" alt="Imagem do PlayStation 5" caption="true" data-ivi="nyzp"> <figcaption>Compare os PlayStation 5 e pense em como deseja consumir os jogos (Imagem: Divulgação/Sony)</figcaption> </figure> <p>Quando você compra três grandes lançamentos por ano e consegue revender dois, por exemplo, a versão com leitor de disco pode soar mais interessante. Afinal de contas, é um dinheiro que volta para você consumir mais — ou gastar com o que quiser.</p> <p>Porém, se está de olho apenas em games free-to-play como Fortnite, Rocket League e outros jogos como serviço para se divertir com os amigos, de que adianta adquirir a versão com o acessório? Seria desperdício de dinheiro, mesmo se você ainda gastar aqui e ali com alguns títulos.</p> <h2>Perfis de comprador: para quem cada versão faz mais sentido?</h2> <p>Você sabe se o PS5 Edição Digital ou com leitor se encaixa melhor em seu perfil? Abaixo listamos alguns casos em que um pode ser uma opção mais adequada para você do que o outro:</p> <ul> <li> <strong>PS5 Edição Digital:</strong> para quem gosta mais de jogos como serviço, quer aproveitar apenas o catálogo da PS Plus, não tem interesse em mídias físicas ou não possui coleção física do <a href="https://canaltech.com.br/produto/sony/playstation-4/">PlayStation 4</a>, se busca praticidade e prioriza a economia no investimento inicial</li> <li> <strong>PS5 com leitor de disco:</strong> para quem quer resgatar valor no mercado de usados (seja para compra ou revenda), coleciona mídia física, quer aproveitar o leitor de Blu-Ray para ver filmes ou para quem tem discos compatíveis do PS4.</li> </ul> <h2>Uma economia maior para o seu bolso</h2> <p>O PlayStation 5 “mais barato” é o que conversa melhor com o seu bolso. Muitos vão comprar a versão Digital e terão de gastar a mais a longo prazo, assim como existe quem pague a mais pelo leitor de disco e raramente o utilize — na prática, sua compra tem de dialogar com suas preferências e estilo.</p> <p>Se o preço de entrada e praticidade um apresenta maiores vantagens, o outro ganha espaço no colecionismo e no mercado aquecido de games seminovos. Este último, por exemplo, pode trazer ao menos uma parte dos investimentos de volta ao seu bolso, algo que deve entrar em consideração.</p> <p>Com uma diferença cada vez menor de preços entre as edições, tomar uma decisão pode ter se tornado menos óbvio, mas continua a ser uma noção que você precisa ter como jogador. E em qual economizará mais acaba por depender muito da forma como pretende consumir seus games. </p> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/ps5-digital-ou-com-leitor-qual-o-mais-vantajoso-2026/">Canaltech</a>.</p>
  11. PlayStation 5 deve receber importante atualização de interface

    Fri, 15 May 2026 21:10:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/6xPiradgFQXxxQlOZPr6TRoYXls=/700x394/smart/i1127179.png"></p> <p><strong>A <a href="https://canaltech.com.br/empresa/sony/">Sony</a> está testando um novo widget que mostrará jogos populares e tendências semanais</strong>. A novidade foi ventilada nesta sexta-feira (15) pelo criador de conteúdo Mystic. De acordo com ele, o recurso está em versão beta e já aparece no Hub de Boas-Vindas do <a href="https://canaltech.com.br/produto/sony/playstation-5/">PlayStation 5</a> para alguns usuários. </p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/review-ps5-pro-vale-a-pena/">Review PS5 Pro | Vale a pena ou não ter o novo console da Sony?</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/acessorios-ps5-que-fazem-diferenca/">7 acessórios do PS5 que realmente melhoram a experiência</a></li> </ul> <p>Com o widget, é possível saber quais jogos tiveram um aumento súbito de horas de gameplay e os 10 títulos mais jogados na semana, de acordo com a região ou país dos jogadores.</p> <p><strong>A funcionalidade exibe a quantidade exata de jogadores semanais nos jogos</strong> em formato de top 10. Muito provavelmente, a lista contará com muitos jogos online, como Call of Duty, Fortnite e EA Sports FC, títulos que costumam estar no topo de engajamento do PS5.</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <p>Já a seção Tendências Agora traz jogos que sofreram <strong>um salto de popularidade baseado na porcentagem de crescimento de jogadores</strong>, o que pode deixar o widget mais dinâmico, embora também possa contar com jogos multiplayer.</p> <p>Para Mystic, esta será uma excelente<strong> adição para a interface do PlayStation 5</strong>. "Se você se lembra de um tempo atrás, a experiência social do console parecia muito isolada, certo? Parecia muito fria e estoica vindo da seção 'Novidades' do PS4", conta em vídeo publicado no <a href="https://canaltech.com.br/empresa/youtube/">YouTube</a>.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Jp7IG85_gKA?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <p>É bem provável que o widget esteja presente no <a href="https://canaltech.com.br/produto/sony/playstation-6/">PlayStation 6</a>, próximo console de mesa da Sony. Por ora, apenas alguns jogadores têm recebido a novidade, que segue sem uma previsão de lançamento.</p> <h2>PlayStation 6 segue sem previsão e data de lançamento</h2> <p>O CEO da Sony, Hiroki Totoki, afirmou que "não decidimos ainda a janela de lançamento do novo console ou seu preço", ao responder perguntas de investidores sobre como a <a href="https://canaltech.com.br/games/data-de-lancamento-e-preco-do-ps6-ainda-estao-em-aberto-diz-ceo-da-sony/">alta dos preços de componentes como memória RAM impactará o PlayStation 6</a>.</p> <p>Isso significa que, por enquanto, <strong>nem mesmo a Sony tem uma previsão de lançamento ou preços para o PS6</strong>, embora o PlayStation 5 esteja próximo de seu aniversário de sete anos, momento de virada entre as gerações de consoles de mesa.</p> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/playstation-5-deve-receber-importante-atualizacao-de-interface/">Canaltech</a>.</p>
  12. Xbox Elite Series 3 vaza pela Anatel; novo controle apresenta "modo nuvem"

    Fri, 15 May 2026 20:30:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/iiLc4WpMOitj0C8R0Cxbqcmk9-k=/700x394/smart/i1127117.png"></p> <p>Imagens do Xbox Elite Series 3 e de <a href="https://canaltech.com.br/games/novo-controle-xbox-para-cloud-gaming-vazou-e-chega-em-breve/">um novo controle voltado para o Xbox Cloud Gaming</a> vazaram em uma homologação da Anatel. <strong>O sucessor do Elite Series 2 contará com duas novas rodas de rolagem</strong> na parte inferior do periférico, além de um <strong>botão de pareamento dedicado à jogatina na nuvem</strong>.</p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/do-inside-xbox-ao-silencio-o-desafio-da-nova-ceo-no-brasil/" target="_blank">Do Inside Xbox ao silêncio: o desafio da nova CEO no Brasil</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/para-que-serve-a-porta-na-parte-de-baixo-do-controle-do-xbox/">Para que serve a porta na parte de baixo do controle do Xbox?</a></li> </ul> <p><span style="color: #222222; font-size: 16px;">Imagens do Xbox Elite Series 3 foram encontradas pelo Tecnoblog. O controle contará com Wi-Fi 6, travas de gatilho e uma bateria recarregável removível inclusa. Ele terá tons de prata, uma versão diferente dos botões ABXY, além de um D-Pad intercambeável.</span></p> <p><strong>A linha Elite Series não ganhava uma nova versão desde 2019</strong>. O controle busca atender jogadores mais exigentes e pode ser totalmente personalizado com padrões de cores diferentes e diversos tipos de configurações.</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <p>O maior destaque das primeiras imagens do Xbox Elite Series 3 e do controle compacto focado em jogabilidade em nuvem é o botão de pareamento dedicado ao Cloud Gaming. A promessa é que, neste modo, <strong>o controle contará com uma latência mais baixa</strong> para atender às necessidades da reprodução via streaming.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-theme="dark" data-dnt="true" align="center"> <p lang="en" dir="ltr">LEAKED | Xbox Elite 3 Controller by Brazil’s Anatel regulator<br><br>Features:<br>• Wi-Fi 6<br>• Bluetooth<br>• 3.5mm Jack <br>• Interchangeable D-Pad<br>• Paddles<br>• Two new scroll wheels<br>• Trigger locks<br>• A new pair button that can switch between local mode and cloud mode to improve latency.… <a href="https://t.co/OS86XdG1nZ" target="_blank">pic.twitter.com/OS86XdG1nZ</a></p> — Idle Sloth (@IdleSloth84_) <a href="https://twitter.com/IdleSloth84_/status/2055042685681967321?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank">May 14, 2026</a> </blockquote> <p> <script async="" src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> </p> <p>Não há informações sobre os preços, mas é possível que o produto chegue com um valor salgado ao Brasil. <strong>O Xbox Elite Series 2 pode ser encontrado no varejo por preços entre R$ 1 mil e R$ 1,4 mil</strong>.</p> <h2>Nova liderança do Xbox dá esperanças de um retorno da marca ao Brasil</h2> <p>A homologação dos dois periféricos do Xbox é um sinal muito positivo sobre a presença da marca no Brasil. A divisão de games da Microsoft tem se mostrado bem ausente nos últimos anos. Até pouco tempo atrás, <a href="https://canaltech.com.br/games/por-que-o-xbox-series-x-sumiu-e-nao-pode-mais-ser-comprado-no-brasil/">o Xbox Series X havia sumido do mercado brasileiro</a> e era encontrado por preços altíssimos, superiores a R$ 6 mil, ao passo que os concorrentes ofereciam opções entre R$ 3 mil e R$ 4,5 mil.</p> <p>Há também uma escassez de mídias físicas de Xbox Series por aqui, bem como campanhas de marketing dedicadas ao público brasileiro, salvo presenças tímidas em alguns eventos e feiras de games, como a BGS e a gamescom latam. Apesar de ainda estar engatinhando por aqui, <a href="https://canaltech.com.br/games/xbox-celebra-25-anos-com-parceria-inusitada-com-a-fanta-no-brasil/">o Xbox trouxe sua parceria com a Fanta </a>em comemoração aos 25 anos da marca.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/NWfcJjZ0wXUs3r0u4rrQ9rhlITM=/1024x0/smart/i1079965.png" alt="" caption="true" data-ivi="pq0p"> <figcaption>Xbox 360 foi a era de ouro da marca no Brasil (Divulgação/Canaltech, Microsoft)</figcaption> </figure> <p>A CEO do Xbox, Asha Sharma, tem feito mudanças severas na posição da marca no mercado de videogames. A esperança é que essas novas tomadas de decisão reflitam em um melhor posicionamento e mais atenção ao Brasil.</p> <p>Entenda por que <a href="https://canaltech.com.br/games/tinham-a-faca-e-o-queijo-na-mao-o-fim-da-era-de-ouro-do-xbox-no-brasil/" target="_blank">a Microsoft tinha "a faca e o queijo na mão", mas optou por decretar o fim da era de ouro do Xbox</a>. </p> <p><br><br></p> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/xbox-elite-series-3-vaza-pela-anatel-novo-controle-apresenta-modo-nuvem/">Canaltech</a>.</p>