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  1. Microsoft marca Xbox Games Showcase 2026 e promete detalhes de novo Gears of War

    Mon, 30 Mar 2026 17:37:04 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/OSjS0fMiJ8TwGirL87rxWBqGbEw=/700x394/smart/i1088149.jpeg"></p> <p>A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (30) a data do <strong>Xbox Games Showcase 2026</strong>, marcado na agenda oficial para ocorrer no dia 7 de junho de 2026, a partir das 14h (horário de Brasília).</p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/quem-e-asha-sharma-conheca-a-nova-ceo-da-xbox/">Quem é Asha Sharma? Conheça a nova CEO da Xbox</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/xbox-helix-mudancas-na-dashboard/">6 mudanças que queremos ver na dashboard do Xbox Helix</a></li> </ul> <p>Além de demonstrações de jogabilidade e novidades sobre os futuros títulos da companhia e de parceiros, eles mostrarão mais de <a href="https://canaltech.com.br/games/gears-of-war-e-day-chegara-a-tempo-dos-25-anos-do-xbox-veja-quando/">Gears of War: E-Day</a> em um Direct que ocorrerá diretamente na sequência da apresentação.</p> <p>Para completar as comemorações, o público também poderá conferir o <strong>Xbox FanFest</strong>. O evento retorna para o showcase e trará uma retrospectiva dos últimos 25 anos, do lançamento do seu primeiro console aos dias atuais. </p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <p>Para o FanFest, a Microsoft afirma que ele terá “novidades sobre o que vem por aí” — o que pode ser compreendido por muitos como informações a respeito do <a href="https://canaltech.com.br/games/xbox-helix-tudo-sobre-preco-lancamento-e-especificacoes-do-novo-console/">Xbox Helix</a>. No entanto, eles não fornecem mais detalhes. </p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/oR9u70J-DhI7PmMA5faNCLvHBFQ=/1024x0/smart/i1109213.png" alt="Imagem do Xbox Helix" caption="true" data-ivi="q1r7"> <figcaption>O Xbox Helix pode ser a cereja do bolo do Xbox Games Showcase 2026 (Imagem: Divulgação/Microsoft)</figcaption> </figure> <p>De acordo com a companhia, o Xbox Games Showcase 2026 e o Gears of War: E-Day Direct contarão com suporte para mais de 40 idiomas. </p> <p>Eles farão a transmissão simultânea no <a href="https://youtube.com/Xbox" target="_blank">YouTube</a>, Twitch (pelo <a href="https://twitch.tv/XboxASL" target="_blank">ASL </a>e pelo <a href="https://twitch.tv/Xbox" target="_blank">Xbox Global</a>) e também no <a href="https://facebook.com/Xbox" target="_blank">Facebook</a>. </p> <h2>Destaque para Gears of War: E-Day</h2> <p>O maior destaque da apresentação será Gears of War: E-Day, previsto para chegar ainda em 2026 no Xbox Series e nos PCs. Uma versão para o <a href="https://canaltech.com.br/produto/sony/playstation-5/">PlayStation 5</a> segue como um rumor, sem confirmação oficial da Microsoft.</p> <p>Na aventura, os jogadores poderão ver como a guerra contra os Locusts se iniciou e todo o dia da invasão à Sera. Sua trama é uma prequel e se passa 14 anos antes da experiência original.</p> <p>A <strong>The Coalition</strong>, de Gears of War 4 e Gears 5, será o estúdio responsável pelo lançamento. A equipe da <strong>People Can Fly</strong>, que contribuiu na trilogia original e fez Gears of War: Judgment, também volta para apoiar o projeto. </p> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/microsoft-marca-xbox-games-showcase-2026-e-promete-detalhes-de-novo-gears-of-war/">Canaltech</a>.</p>
  2. PS6 e Xbox Helix podem custar na faixa dos US$ 1.000, dizem analistas

    Mon, 30 Mar 2026 15:05:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/ezXVuxWhz6NDan1vO7zaTXnCKMk=/700x394/smart/i1063149.png"></p> <p>Após <strong>os recentes acréscimos nos valores do Xbox Series e do PS5</strong>, analistas apontam que o valor sugerido para o hardware de próxima geração pode superar as expectativas mais pessimistas. Estima-se que ao menos uma versão do<strong> <a href="https://canaltech.com.br/produto/sony/playstation-6/">PlayStation 6</a></strong> e do <strong>Xbox Helix</strong> seja vendida por <strong>US$ 1.000 ou mais</strong>.</p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/hardware/crise-das-memorias-como-escapar-do-preco-inflado-e-montar-um-pc/">Crise das memórias em 2026: como escapar do preço inflado e montar um PC</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/era-do-console-barato-acabou-por-que-o-xbox-magnus-pode-custar-us-1000/">Era do console barato acabou? Por que o Xbox Magnus pode custar US$ 1.000</a></li> </ul> <p>Ao GamesRadar+, o CEO da Kantan Games — Serkan Toto — reitera que os aumentos de valores dos consoles PlayStation nesta sexta-feira (27) são apenas a ponta do iceberg.</p> <blockquote> <p>“Eu acredito que US$ 999 em ao menos uma variante do PS6 não é impossível”, afirmou o analista.</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> </blockquote> <p>Vale notar que <a href="https://canaltech.com.br/games/ps5-mais-caro-sony-quebra-promessa-e-aumenta-precos-de-consoles-no-brasil/">o preço do PlayStation 5 Pro, hoje, é de US$ 899 (no Brasil, R$ 7.499,99)</a>, que se aproxima bastante das previsões que o mercado faz daquilo que devemos esperar do montante cobrado no futuro. Um PS6 por US$ 1.000 projetaria, no Brasil, <strong>algo em torno de R$ 9.000 a R$ 10.000</strong>, em termos comparativos. </p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/OSfCnSwrrFcl1u1oO6YlIEuk7qw=/1024x0/smart/i1108881.png" alt="Imagem do Xbox Helix" caption="true" data-ivi="q1mp"> <figcaption>Prepare seu bolso para o Xbox Helix e para o PlayStation 6 (Imagem: Divulgação/Microsoft)</figcaption> </figure> <p>Além disso, Toto aponta que este acréscimo expressivo visto no fim de março pode ser estratégico para a companhia japonesa. </p> <blockquote> <p>“Parece que a Sony visualizou flutuações em potencial para o futuro e decidiu por um aumento substancial no início de 2026, em vez de aumentar os preços frequentemente ao longo dos meses. Esta tática dá a eles uma margem para negociar preços menores e oferecer ‘promoções’ se a situação melhorar”, reforça o CEO da Kantan Games.</p> </blockquote> <h2>Videogames premium a partir de 2027</h2> <p>Estimativas já indicavam que o mercado adotaria preços mais altos. A Microsoft, através de Sarah Bond no ano de 2025, já revelou que <a href="https://canaltech.com.br/games/xbox-magnus-nao-cobrara-para-jogar-online-e-recebe-toneladas-de-novidades/">o Xbox Helix seria um console “premium</a>” — o que dá margem a custos maiores para o consumidor.</p> <p>O pesquisador da indústria, Joost van Dreunen, também reforçou ao GamesRadar+ que todos os caminhos seguem para um valor exorbitante para os próximos videogames que serão lançados.</p> <blockquote> <p>“Nos movemos rapidamente para um mundo no qual um console com valor de US$ 1.000 será normal e os videogames se tornarão um gasto de luxo”, revelou van Dreunen. </p> </blockquote> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/ps6-e-xbox-helix-podem-custar-na-faixa-dos-us-1000-dizem-analistas/">Canaltech</a>.</p>
  3. Hogwarts Legacy está com 90% na Nuuvem; jogo do Harry Potter por menos de R$ 25

    Mon, 30 Mar 2026 14:32:50 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/sDY7xNdHjR_P-JJjA6yVRT_cc2g=/700x394/smart/i575347.jpeg"></p> <p>Fãs do Mundo Bruxo que ainda não jogaram Hogwarts Legacy têm agora uma chance muito boa de entrar nessa aventura sem gastar quase nada. A Nuuvem colocou o jogo para PC por <strong>R$ 24,99</strong>, um preço que coloca um dos RPGs mais aclamados dos últimos anos em alcance de praticamente todo mundo.</p> <p>Lançado em 2023 pela Avalanche Software, Hogwarts Legacy é um RPG de ação em mundo aberto que se passa no universo de Harry Potter, mas em 1890, bem antes dos eventos dos livros e filmes. Isso significa que não tem Harry, Hermione ou Rony, e sim uma história completamente original, com um protagonista criado pelo próprio jogador. Você entra em Hogwarts, escolhe sua casa, frequenta aulas, aprende feitiços e descobre um segredo ancestral que ameaça destruir o Mundo Bruxo.</p> <p>O resultado é uma experiência que agrada tanto quem cresceu lendo os livros quanto quem nunca abriu uma página da saga, já que o jogo sabe se sustentar pela qualidade da exploração e do combate, independente da conexão emocional com a franquia.</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <ul> <li><a href="https://www.nuuvem.com/br-pt/item/hogwarts-legacy?utm_source=rakuten&amp;ranMID=46796&amp;ranEAID=91oQhMTMpXs&amp;ranSiteID=91oQhMTMpXs-Jf3KsHuOr6sWLrTeZ6VhUg" target="_blank" rel="nofollow sponsored">🎮 Compre Hogwarts Legacy para PC por R$ 24,99 na Nuuvem</a></li> </ul> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/O8gUr2RU5I5j4KF2Tm3k6P94kbg=/845x477/smart/i572847.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/vgsU8TcxXRs9czEyXfQED6AdESg=/847x477/smart/i572848.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/MVh8Y4S10jUKqruDwMWIKUSDq-4=/844x477/smart/i572849.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/5-IyIVDCcYirRTSuvj1G0yhbDOo=/840x477/smart/i572850.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/5RtKlj1NRPioIeGn5vg4V7eG2vA=/847x477/smart/i572851.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/Q3nhFFJRpRtoefQ01T_2UXHcLRU=/846x477/smart/i572852.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/_UsTOa6l9teNzEOUL7NDk94QWGM=/845x477/smart/i572853.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/uM--esjC8_fJBOqOJhGZXTLefmY=/849x477/smart/i572854.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/H9Zi399Qv8ySDEuGGgfqEH_lDAc=/853x477/smart/i572855.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/8HDSzjCt6ixoOTf9oHtKz4iQcdw=/849x477/smart/i572856.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/pWOJg3H-bhas5kJDnatRKyUo0yw=/844x477/smart/i572857.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/6NtLX6G1dEs6ZCfCyDH8nHtu3HE=/847x477/smart/i572858.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/SYbPt65cgb9vMFmHpDp7qhuoaKo=/861x477/smart/i572859.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/y_K1BhRQN7iBBhTP7fNpEt8ARU4=/849x477/smart/i572860.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/bAPzB9l8mWUpqowkQy0B5O3n5GQ=/855x477/smart/i572861.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/HaCZ6VayJ5QIc95FZqkuxoHVcWU=/847x477/smart/i572862.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/NW2Rk83XNY8bXkIatcgrskUr3bc=/846x477/smart/i572863.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/OCQSjfBZNmCIlZh4QMETbVMZ9vQ=/840x477/smart/i572864.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/2JwDvNuEd9zECcyag03m-1xe5LU=/845x477/smart/i572865.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/pp_SX40jRCylhH9F7ud5sRFCufU=/847x477/smart/i572866.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/-8P0Trr-ho6r3clmxmnqhinsFOc=/852x477/smart/i572867.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/osnXrRXMmgVuS46hjWpsOcVJJ4E=/850x477/smart/i572868.png" alt="Hogwarts Legacy" caption="true"><figcaption>Hogwarts Legacy (State of Play 17/03/22) (Reprodução/Warner Bros. Games)</figcaption></figure> <h2>Um mundo enorme para explorar</h2> <p>Hogwarts Legacy entrega o que todo fã sempre quis: uma versão jogável e habitável do castelo. Cada corredor, sala de aula e passagem secreta foi reconstruído com um nível de detalhe impressionante. </p> <p>Para ter uma ideia da escala, concluir apenas a <strong>campanha principal leva em torno de 25 a 30 horas</strong>. Quem quiser explorar missões secundárias, completar desafios e descobrir todos os segredos espalhados pelo mapa pode facilmente ultrapassar 70 horas de jogo. </p> <p>A progressão funciona como um RPG clássico: você frequenta aulas, aprende feitiços por meio de minigames e vai desbloqueando novas habilidades conforme avança. Accio, Levioso, Expelliarmus e Avada Kedavra estão todos lá, e o sistema de combate combina esses feitiços em sequências que ficam cada vez mais satisfatórias.</p> <h2>Os detalhes técnicos que importam</h2> <p>Os requisitos mínimos são acessíveis para um jogo visualmente rico como esse: processador <a href="https://canaltech.com.br/empresa/intel/">Intel</a> Core i5-6600 ou <a href="https://canaltech.com.br/empresa/amd/">AMD</a> Ryzen 5 1400, 16 GB de RAM e uma GPU como a GTX 960 4 GB ou RX 470 4 GB.</p> <p>Para quem quer a experiência mais fluida em 1080p a 60 FPS, a recomendação é ter uma GTX 1080 Ti ou RX 5700 XT. Vale lembrar que são necessários 85 GB de espaço em disco para instalar o jogo, de preferência em um SSD para tempos de carregamento menores.</p> <h3>Ficha técnica completa de Hogwarts Legacy (PC)</h3> <table> <tbody> <tr style="height: 19px;"> <td style="height: 19px;">Especificação</td> <td style="height: 19px;">Mínimo</td> <td style="height: 19px;">Recomendado</td> </tr> <tr style="height: 19px;"> <td style="height: 19px;">Sistema operacional</td> <td style="height: 19px;">Windows 10 64-bit</td> <td style="height: 19px;">Windows 10 64-bit</td> </tr> <tr style="height: 19px;"> <td style="height: 19px;">Processador</td> <td style="height: 19px;">Intel Core i5-6600 / AMD Ryzen 5 1400</td> <td style="height: 19px;">Intel Core i7-8700 / AMD Ryzen 5 3600</td> </tr> <tr style="height: 19px;"> <td style="height: 19px;">Memória RAM</td> <td style="height: 19px;">16 GB</td> <td style="height: 19px;">16 GB</td> </tr> <tr style="height: 19px;"> <td style="height: 19px;">Placa de vídeo</td> <td style="height: 19px;">NVIDIA GTX 960 4 GB / AMD RX 470 4 GB</td> <td style="height: 19px;">NVIDIA GTX 1080 Ti / AMD RX 5700 XT</td> </tr> <tr style="height: 19px;"> <td style="height: 19px;">DirectX</td> <td style="height: 19px;">Versão 12</td> <td style="height: 19px;">Versão 12</td> </tr> <tr style="height: 19px;"> <td style="height: 19px;">Armazenamento</td> <td style="height: 19px;">85 GB (SSD recomendado)</td> <td style="height: 19px;">85 GB (SSD recomendado)</td> </tr> <tr style="height: 19px;"> <td style="height: 19px;">Resolução/FPS alvo</td> <td style="height: 19px;">720p / 30 FPS</td> <td style="height: 19px;">1080p / 60 FPS</td> </tr> <tr style="height: 19px;"> <td style="height: 19px;"></td> <td style="height: 19px;">RPG de ação e mundo aberto</td> <td style="height: 19px;"></td> </tr> <tr style="height: 19.9688px;"> <td style="height: 19.9688px;"></td> <td style="height: 19.9688px;"></td> <td style="height: 19.9688px;"></td> </tr> </tbody> </table> <h2>Vale a pena comprar Hogwarts Legacy por R$ 24,99?</h2> <p>Com esse preço, a resposta é direta: sim, e dificilmente você vai arrepender. Hogwarts Legacy é um daqueles jogos que cumpre o que promete, um mundo aberto extenso, com visual impressionante, combate divertido e uma ambientação que captura o espírito do Mundo Bruxo de forma convincente.</p> <p>Os compradores que já jogaram confirmam isso. Um deles resumiu bem: "Como fã do Mundo Mágico, explorar Hogwarts neste jogo foi um sonho que se tornou realidade. Os gráficos e o enredo são realmente incríveis." </p> <ul> <li><a href="https://www.nuuvem.com/br-pt/item/hogwarts-legacy?utm_source=rakuten&amp;ranMID=46796&amp;ranEAID=91oQhMTMpXs&amp;ranSiteID=91oQhMTMpXs-Jf3KsHuOr6sWLrTeZ6VhUg" target="_blank" rel="nofollow sponsored">🎮 Compre Hogwarts Legacy para PC por R$ 24,99 na Nuuvem</a></li> </ul> <ul> <li>🚨 Atenção: se você está vendo esta matéria depois da data de publicação, o preço pode ter mudado. Confira o valor atual antes de finalizar a compra.</li> </ul> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/hogwarts-legacy-esta-com-90-na-nuuvem-jogo-do-harry-potter-por-menos-de-r-25/">Canaltech</a>.</p>
  4. Epic Games dispensa dev com câncer cerebral terminal em demissão em massa

    Mon, 30 Mar 2026 14:20:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/TNx2JXBMpGnu222-GiThGpl4VdI=/700x394/smart/i1115039.png"></p> <p>Jenni Griffin, esposa de <a href="https://canaltech.com.br/games/crise-faz-epic-games-demitir-mais-de-1000-funcionarios-e-encerrar-jogos/">um dos desenvolvedores da Epic Games cortados na última demissão em massa da empresa que resultou em mais de mil colaboradores</a> dispensados, detalhou o estado de saúde do parceiro e a situação da família após o corte. <strong>Mike Prinke enfrenta um câncer cerebral terminal</strong> e teve o seguro de vida e o salário mensal interrompidos ao ser dispensado.</p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/horizon-chase-sera-removido-das-lojas-veja-como-garantir-o-seu-antes-do-fim/">Horizon Chase será removido das lojas; veja como garantir o seu antes do fim</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/epic-games-admite-que-seu-launcher-e-pessimo-mas-promete-melhorias/">Epic Games admite que seu launcher é "péssimo", mas promete melhorias</a></li> </ul> <p>"Meu marido, Mike, foi demitido recentemente com mais de mil outros funcionários da Epic Games. O que torna isso diferente para a nossa família é que ele luta contra um câncer cerebral terminal", escreveu Griffin em publicação no Facebook. "Por causa da demissão, não perdemos apenas a renda, mas também o seguro de vida dele. Como sua condição agora é considerada uma doença preexistente, ele não consegue uma nova cobertura".</p> <p>A esposa de Prinke anexou a imagem de uma tomografia ao texto e afirmou haver dezenas de tumores ativos no cérebro do ex-programador. <strong>O maior deles se encontra no lóbulo frontal</strong>, estrutura responsável por funções executivas, como planejamento, resolução de problemas e tomadas de decisão.</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <p>Ao Kotaku, Griffin contou que Prinke já havia tirado licença remunerada anteriormente e passava por consultas médicas frequentes para tratar sua condição. <strong>Ela afirmou que os colegas de trabalho do ex-programador na Epic sabiam pelo que ele passava</strong>.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/IX6x5J6VIsU6ZTZ4nuR9tEzmZlA=/1024x0/smart/i1113837.png" alt="" caption="true" data-ivi="q3kd"> <figcaption>Queda no engajamento de Fortnite iniciada em 2025 foi um dos motivos para a demissão em massa na Epic Games (Divulgação/Epic Games)</figcaption> </figure> <p>“Enquanto enfrento a reality de perder meu marido, também encaro a dúvida sobre que tipo de funeral poderei pagar”, afirmou Griffin. “Como manterei um teto sobre nossas cabeças? Como protegerei nosso filho e a vida que construímos juntos? O que acontecerá com nossos cães? Eu realmente acredito que, se as pessoas que tomaram essa decisão entendessem o impacto humano total, não teriam pretendido esse resultado.”</p> <blockquote> <p>“Mike não é apenas um número. Ele é um pai. Um marido. Uma pessoa profundamente amada”, finalizou Jenni Griffin.</p> </blockquote> <h2>CEO da Epic Games responde ao caso de Mike Prinke</h2> <p>O caso de Mike Prinke repercutiu rapidamente nas redes sociais. Em resposta a uma publicação no X de um perfil de notícias de Fortnite, que dizia 'Você está feliz agora, Tim Sweeney?', o CEO da Epic Games se manifestou.</p> <p>Segundo Sweeney, <strong>a Epic Games entrou em contato com a família e resolverá a questão do seguro</strong>. "Há uma alta confidencialidade em torno de informações médicas, e isso não foi um fator nesta decisão de demissão. Peço desculpas a todos por não reconhecer esta situação terrivelmente dolorosa e lidar com ela antecipadamente", afirmou o CEO.</p> <p>Jenni Griffin atualizou sua publicação no Facebook e escreveu que <strong>já está em contato com os representantes apropriados</strong>. Ela afirmou que trará atualizações sobre o caso em breve, provavelmente nesta terça-feira (31).</p> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/epic-games-dispensa-dev-com-cancer-cerebral-terminal-em-demissao-em-massa/">Canaltech</a>.</p>
  5. Quem foi Carol Shaw? Conheça a dev que fez River Raid caber em 4 KB

    Mon, 30 Mar 2026 00:00:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/06Heg6xNUY450FW9RxYcTaUiUzk=/700x394/smart/i1113815.png"></p> <p>A indústria dos games destacou verdadeiros ícones e lendas, seja na área de desenvolvimento ou nos negócios, como <a href="https://canaltech.com.br/games/melhores-jogos-de-shinji-mikami/">Shinji Mikami</a>, <a href="https://canaltech.com.br/games/melhores-jogos-de-shigeru-miyamoto/">Shigeru Miyamoto</a>, <a href="https://canaltech.com.br/games/melhores-jogos-de-hideo-kojima/">Hideo Kojima </a>e Ralph Baer, <a href="https://canaltech.com.br/games/qual-foi-o-primeiro-console-de-videogame-do-mundo-206668/">este último considerado o pai dos videogames caseiros</a>. Entre tantas personalidades, estamos acostumados a ver e exaltar produtores homens, mas por trás dos códigos a coisa é um pouco diferente.</p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/internet/as-dez-mulheres-mais-importantes-da-historia-da-tecnologia-59485/">As dez mulheres mais importantes da história da tecnologia</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/jogos-que-definiram-atari-2600/">10 jogos que definiram o Atari 2600</a></li> </ul> <p>Embora ainda seja dominada por uma força de trabalho predominantemente masculina, a indústria dos jogos vem recebendo cada vez mais mulheres interessadas em criar mundos interativos ou gerenciar negócios no setor. Esse movimento ocorre desde os primórdios do segmento, que se consolidou nos anos 1970.</p> <p>Infelizmente, mesmo assumindo papéis e cargos mais altos, desenvolvedoras e profissionais mulheres seguem frequentemente sendo apagadas numa indústria que pouco reconhece desenvolvedores no geral, apenas um punhado de diretores que obviamente merecem estar onde estão.</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <p><strong>Setores de entretenimento têm certa dificuldade em creditar outros colaboradores das obras além dos diretores</strong>, muitos dos quais estão nos negócios há décadas, e nos games isso não é diferente. Essa soma de fatores resulta em menor visibilidade e reconhecimento, o que é um grande problema, em especial quando falamos de representatividade, liberdade e autoafirmação das mulheres.</p> <p><strong>Uma das figuras femininas mais importantes do desenvolvimento de jogos foi Carol Shaw</strong>, tida como a primeira desenvolvedora de jogos para consoles caseiros. Shaw não apenas foi a primeira, como se tornou pioneira na indústria e fez milagre ao programar o estrondoso sucesso River Raid, de 1982, para o Atari 2600, em apenas 4 KB.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/1vwgnkHE9S9dm2MwEgHqP3O1C-s=/1024x0/smart/i1113823.jpeg" alt="" caption="true" data-ivi="q3k1"> <figcaption>Carol Shaw completa 71 anos em 2026 (Divulgação/Carol Shaw)</figcaption> </figure> <p>Não à toa, a ex-desenvolvedora se destacou na Atari e na Activision e, mais tarde, foi reconhecida no The Game Awards e no The Strong Museum. Mas afinal, como Carol Shaw se tornou uma lenda no desenvolvimento de jogos?</p> <h2>Quem foi Carol Shaw antes de River Raid?</h2> <p>Carol Shaw nasceu em 1955, em Palo Alto, na Califórnia. A lenda da programação sempre se deu bem com números e se destacou entre os colegas nas aulas de matemática. <strong>Shaw teve contato com seu primeiro computador ainda no ensino médio</strong>, no qual costumava jogar RPGs em texto e programar em BASIC. Filha de um engenheiro mecânico, Shaw cresceu em um ambiente voltado à tecnologia e chegou até mesmo a ganhar prêmios em competições na escola.</p> <p>Logo após sair da escola, ela ingressou na Universidade da Califórnia, em Berkeley, onde <strong>se formou em Engenharia Elétrica e Ciência da Computação em 1977</strong>, em uma sala com poucas mulheres. Dois anos depois, a ex-desenvolvedora concluiu um mestrado na mesma área.</p> <p>Antes de entrar na Atari, Shaw ganhou experiência em linguagem Assembly em programas de estágio na universidade para empresas de tecnologia, como ESL, Amdahl e muPro.</p> <p>Toda a sua experiência e estudos culminaram em 1978, ano em que Shaw ingressou como Engenheira de Software de Microprocessadores na maior empresa de videogames da época, a norte-americana Atari. Por lá, a desenvolvedora ficou responsável por programar, projetar, criar os gráficos e compor o som dos jogos de forma inteiramente solitária.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/Pc8yWqC2Wq_skBeHLCep2TJXirk=/1024x0/smart/i304713.jpeg" alt="" caption="true" data-ivi="5vrb"> <figcaption>Carol Shaw teve uma infância cercada de tecnologia (Divulgação/Carol Shaw)</figcaption> </figure> <p>River Raid não foi o primeiro título desenvolvido por ela. Carol Shaw conta que seu primeiro projeto, um jogo promocional para a marca de roupas Ralph Lauren, nunca foi oficialmente lançado.<strong> Intitulado Polo, o projeto foi finalizado por Shaw em 1978 com apenas três meses de trabalho e 2 KB de tamanho</strong> para o Atari 2600, que possuía somente 128 bytes de memória RAM.</p> <p>Nos anos seguintes, a lendária programadora cuidaria de outros jogos, como 3D Tic-Tac-Toe, Video Checkers, Super Breakout e Othello. Em Video Checkers (um jogo de damas), por exemplo, o código de Shaw se mostrou mais rápido do que outro projeto do gênero desenvolvido por Al Miller, um dos principais designers da Atari na época.</p> <p>Shaw relata que, em 1980, o clima na Atari começou a se tornar estressante e "não tão divertido quanto costumava ser", <strong>devido a um dos momentos de baixa da indústria</strong>. A programadora foi para a Tandem Computers, onde passou 16 meses longe dos jogos e utilizou seus talentos com a linguagem Assembly. Embora tenha passado dois anos na Atari e pensado, na época, que já tinha feito jogos por um tempo, Shaw retornou à indústria de games em 1981.</p> <p>Seu trabalho em Video Checkers chamou a atenção de Al Miller, o que a levou até a Activision, <strong>a primeira desenvolvedora independente e third-party da história</strong>. Assim que ingressou no estúdio, ela começou a desenvolver o lendário River Raid.</p> <h2>Como River Raid nasceu e por que parecia tão à frente do seu tempo?</h2> <p>Rebobinando um pouco a fita, antes de ingressar na Activision, Carol Shaw também fez entrevistas na Imagic, empresa que não resistiu ao crash dos videogames e faliu em 1986. Segundo Shaw, ela não foi contratada por não ter desenvolvido um jogo de ação até aquele momento, o que a levou à Activision. Com isso, seu primeiro projeto no novo estúdio foi justamente um título de ação, afinal, eles vendiam bem mais do que os jogos de tabuleiro na época.</p> <p><strong>A ideia inicial era trabalhar em um jogo de tiro de rolagem lateral</strong>, inspirado no clássico de fliperama espacial Scramble. Miller, no entanto, aconselhou Shaw a seguir por outro caminho, visto que havia uma saturação no mercado com jogos de tema espacial. A produtora, então, resolveu colocar os pés no chão, ou melhor, na água, e começou a trabalhar no design de River Raid em um papel quadriculado.</p> <p>A ideia era usar rolagem de tela automática no shooter, o que poderia ser um desafio no Atari 2600. Isso porque o console não lidava bem com rolagem horizontal e exibia um movimento travado, pois a área gráfica tinha apenas 4 pixels de largura. Shaw decidiu que River Raid iria adotar uma rolagem vertical, uma vez que o movimento acontecia em meia linha por vez na tela. O resultado foi um movimento bem mais suave.</p> <p>Embora a rolagem fosse um aspecto importante, a principal barreira para River Raid funcionar era a limitação de memória da época. <strong>O jogo inteiro precisava caber em cartuchos de pouco mais de 4 KB de memória ROM</strong>. Para contornar esse problema, Shaw espelhou a metade esquerda da tela na metade direita, gerando uma espécie de rio simétrico com ilhas no meio.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/4rur5H9vmKtz5rtPttv-sE38_os=/1024x0/smart/i1113825.jpeg" alt="" caption="true" data-ivi="q3k3"> <figcaption>Carol Shaw doou documentos de desenvolvimento entre outro itens relacionados à sua carreira de desenvolvedora a um museu (Divulgação/The Strong, Carol Shaw)</figcaption> </figure> <p>Em outras palavras, ela basicamente teve que trabalhar em apenas metade do cenário. Ao espelhar os rascunhos no papel quadriculado para economizar memória, Shaw notou que o desenho parecia um rio com ilhas, dando origem ao conceito definitivo da obra. Apesar de não fazer muito sentido um avião explodir ao sobrevoar as margens de um rio, a decisão criativa acabou se mostrando certeira no lançamento do shooter.</p> <p><strong>Carol Shaw utilizou um gerador de números pseudoaleatórios para realizar a façanha de comprimir River Raid num cartucho de Atari 2600</strong>. Em vez de armazenar todo o mapa infinito e os inimigos fisicamente, o algoritmo que ela desenvolveu permitia que os elementos do jogo fossem gerados automaticamente e em tempo real a partir de uma mesma seed (algo parecido com o que acontece em Minecraft, para quem está mais familiarizado). Embora a sensação seja de que o mapa é aleatório e infinito, ele é sempre exatamente o mesmo a cada nova partida.</p> <p>Para conseguir encaixar River Raid nos 4 KB de memória ROM, Shaw chegou a recorrer a práticas consideradas não muito indicadas na programação. “Sobrepus uma tabela de cores ao início da sub-rotina seguinte. Então, acabei usando o código de operação (opcode) de uma instrução no início da sub-rotina como valor de cor”, afirmou em entrevista anos mais tarde. A desenvolvedora comprimiu o código ao máximo e contou com a ajuda de Al Miller na reta final para economizar mais alguns bytes e, enfim, lançar o shooter.</p> <p>Além desse verdadeiro milagre técnico,<strong> a desenvolvedora bateu de frente com outros scrolling shooters da época</strong>. Em River Raid, os jogadores podiam controlar a velocidade da rolagem automática ao se movimentarem para frente e para trás, o que adicionou uma camada de estratégia ao título. O jogo também acompanhava o nível de habilidade: o rio ficava cada vez mais estreito e os tanques de combustível eram trocados por inimigos caso o jogador se mostrasse muito experiente.</p> <h2>River Raid: um absoluto sucesso</h2> <p>River Raid chegou ao mercado em dezembro de 1982 para o Atari 2600, e o resultado impressionou até mesmo Carol Shaw. O shooter foi o jogo mais vendido da Activision em 1983 e, segundo a desenvolvedora,<strong> vendeu um total de dois milhões de unidades, um marco para a época</strong>.</p> <p>O título foi apresentado na Consumer Electronics Show (CES) em 1983 e, ali mesmo, já tinha conquistado o coração dos jogadores e vendedores da Activision. A desenvolvedora chegou a ser aplaudida pelos colegas no elevador do hotel em que estava hospedada para acompanhar a feira em Las Vegas. As generosas vendas de River Raid renderam a Shaw um cartucho de ouro do jogo em 1983, e outro de platina por ultrapassar a marca de um milhão de unidades comercializadas.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/yUZ5JhLo-aiDOapJWUvT8P7XpIg=/1024x0/smart/i304714.png" alt="" caption="true" data-ivi="5vrf"> <figcaption>Activision tentou emplacar sequência de River Raid sem Carol Shaw, mas não deu muito certo (Divulgação/Microsoft)</figcaption> </figure> <p>O sucesso de River Raid rendeu um bônus equivalente a quase um ano de salário para os funcionários da Activision. Além da bonificação financeira, Shaw também ganhou um carro Audi 5000 Turbo.</p> <p>Todo esse retorno financeiro surpreendeu a desenvolvedora, que acreditava ter feito um bom jogo, mas não imaginava que o seu impacto na indústria seria tão grande. Com isso, <strong>Carol Shaw pôde se aposentar bem jovem, aos 35 anos, oito anos após a chegada de River Raid ao mercado</strong>.</p> <h2>O legado de Carol Shaw</h2> <p>Embora tenha criado um dos maiores sucessos da história do console Atari, Carol Shaw teve uma carreira curta na indústria, deixando a Activision em 1984, ano em que completou seis anos como desenvolvedora. Após River Raid, Shaw chegou a trabalhar no título Happy Trails, para o console de mesa Intellivision. Além disso, ela mesma liderou ports de seu badalado shooter para outras plataformas da época.</p> <p>Não podemos esquecer que, naquela época, a indústria passou por um grande crash, especialmente nos Estados Unidos. A crise deixou empresas como a Atari e a Activision no vermelho. Com o cenário de demissões e a pressão para lançar um novo sucesso, Carol Shaw deixou o estúdio por acreditar que o trabalho já não era divertido. De lá, retornou à Tandem Computers, onde ficou até 1990, antes de finalmente se aposentar.</p> <p><strong>A desenvolvedora seguiu bastante ativa depois de deixar a indústria, em especial na área de programação</strong>, com trabalhos voluntários e desenvolvimento de softwares. Em 2017, mais de 30 anos após o lançamento de River Raid, a veterana doou códigos-fonte originais impressos, anotações, cálculos e documentos de design para o museu The Strong.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/a78uBNlI8Z0?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <p>Carol Shaw não virou uma lenda apenas por ser a primeira mulher a desenvolver um jogo para consoles e ter seu nome estampado na caixa de um dos títulos mais influentes de sua época<strong>. O que realmente marcou a sua trajetória foi a sua genialidade e habilidade técnica</strong> ao conseguir, por exemplo, colocar um mapa aparentemente infinito num cartucho de apenas 4 KB. Reflexos de suas aplicações podem ser vistos até hoje nos<strong> mundos procedurais de jogos como Minecraft e No Man’s Sky</strong>, algo que Shaw já tinha idealizado há mais de 40 anos.</p> <p>É importante ressaltar que, mesmo com a existência de figuras revolucionárias como Carol Shaw nos anos 1980, o mundo dos games ainda segue dominado por homens, em especial quando falamos de figurões e da elite do desenvolvimento.</p> <p>Embora mulheres fantásticas tenham passado pela indústria nas últimas décadas, <strong>como Yoko Shimomura, Amy Hennig e Kim Swift</strong>, há muito chão pela frente para incentivar e dar visibilidade a novas produtoras. Para isso é importante tornar todo o ecossistema cada vez mais seguro, inclusivo e sem barreiras para mulheres.</p> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/quem-foi-carol-shaw-conheca-a-dev-que-fez-river-raid-caber-em-4-kb/">Canaltech</a>.</p>
  6. 10 acessórios mais inúteis da história dos videogames

    Sun, 29 Mar 2026 21:00:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/sszubK5FpiNTgbwtVFGPKcm6yRQ=/700x394/smart/i1113123.jpeg"></p> <p>Houve uma época em que inovação em jogos não significava gráficos melhores ou técnicas de inteligência artificial para atuar nos hardwares. A inovação se manifestava fisicamente através de acessórios, que dominavam as prateleiras das lojas entre os anos 1980 e os anos 2000.</p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/videogames-consoles-mais-caros-da-historia/">10 videogames mais caros da história</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/piores-capas-de-jogos-de-todos-os-tempos/">8 piores capas de jogos de todos os tempos</a></li> </ul> <p>Por muito tempo a indústria dos games rodou atrás da própria cauda com esses itens, com alguns exemplares um tanto exóticos e outros que nos fazem questionar que tipo de mente concebeu uma ideia tão fora da caixinha. Tanto que, se serviam para uma função, o usuário já estaria no lucro.</p> <p>Para te ajudar a relembrar de algumas destas “pérolas”, hoje o <strong>Canaltech</strong> resgata 10 acessórios tenebrosos dos videogames, conhecidos por serem inúteis ou servirem mais como um incômodo do que para a sua função original. Será que você conhece todos eles?</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <h2>10. Virtual Boy</h2> <p>É inevitável falar de acessórios inúteis e não trazer o <strong>Virtual Boy</strong>, da Nintendo. Lançado em 1995, ele foi a primeira tentativa da Big N de entrar no mercado de realidade virtual. Porém, foi um dos seus maiores fracassos comerciais.</p> <p>O item era compatível com pouquíssimos jogos, causava náuseas e dores de cabeça e sua tela só exibia as cores vermelha e preta. Uma bomba completa. Recentemente, <a href="https://canaltech.com.br/games/nintendo-ressuscita-o-virtual-boy-no-switch-online-com-jogos-ineditos/">a companhia relançou a bugiganga</a> para acompanhar a chegada dos títulos disponíveis no <a href="https://canaltech.com.br/produto/nintendo/switch/">Nintendo Switch</a> Online. Boa sorte aos envolvidos.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/c6fWSftJYbWs_7oMhrEBAiPATpU=/1024x0/smart/i1052239.jpeg" alt="Imagem do Virtual Boy" caption="true" data-ivi="peet"> <figcaption>A Nintendo ousou e trouxe de volta o Virtual Boy em pleno 2026 (Imagem: Divulgação/Nintendo)</figcaption> </figure> <h2>9. LaserScope</h2> <p>Antes do Kinect e outros acessórios reconhecerem comandos por voz, a Konami tentou em 1990 trazer o <strong>LaserScope</strong> à vida. A ideia era usar a função para agir dentro de poucos jogos compatíveis com a tecnologia.</p> <p>Contudo, o que devia ser uma festa, virou um enterro. O sensor era tão sensível que qualquer barulho na sua sala acionava o comando, o que se tornou rapidamente um problema que o jogou para baixo do tapete da indústria. </p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/v-vLaZ-y-3RKMvCqBEiPSA24CX4=/1024x0/smart/i1113097.jpeg" alt="Imagem do LaserScope" caption="true" data-ivi="q39h"> <figcaption>O LaserScope foi uma tragédia que ninguém previu (Imagem: Divulgação/Konami)</figcaption> </figure> <h2>8. Tony Hawk Ride Skateboard</h2> <p>Em 2009, a Activision decidiu deixar sua contribuição ao mercado de acessórios inúteis com o <strong>Tony Hawk Ride Skateboard</strong>, um shape de skate que podia ser conectado ao console e replicar suas manobras no título.</p> <p>O tiro saiu pela culatra: ele era muito impreciso e seu material de plástico gerou muitas críticas, principalmente pela durabilidade, conforto e pelos barulhos que fazia. O detalhe da cereja no topo do bolo é que o game se apoiava exclusivamente nesta mecânica, o que afundou ambos em definitivo.</p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Rcnrxc5xUZo?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>7. Nintendo Super Scope</h2> <p>No ano de 1985, a Nintendo lançou a Zapper — uma réplica de arma de fogo para os jogadores atirarem em Duck Hunt. Porém, ela decidiu ir além e criou a <strong>Super Scope</strong> em 1992. O formato dela era de uma bazuca.</p> <p>O grande problema nem eram os poucos games compatíveis, algo que poderia ser contornado conforme os devs a aproveitassem. O maior erro foi consumir seis pilhas AA em poucas horas, haja dinheiro para comprar as cartelas para curtir todo fim de semana. Não deu certo. </p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/oLcwOZuk78C8kqA_qiivAxymwnY=/1024x0/smart/i1113111.jpeg" alt="Imagem do Nintendo Super Scope" caption="true" data-ivi="q39l"> <figcaption>A bazuca do Super Nintendo não fez sucesso (Imagem: Divulgação/Nintendo)</figcaption> </figure> <h2>6. Xbox Digital TV Tuner</h2> <p>O <a href="https://canaltech.com.br/produto/microsoft/xbox-one/">Xbox One</a> contou com diversos itens adicionais que acrescentavam à experiência do “console multimídia”, mas o Kinect não foi o pior que esteve presente na plataforma — até por causa do sucesso que ele representou no <a href="https://canaltech.com.br/produto/microsoft/xbox-360/">Xbox 360</a>. Na verdade, este posto era do <strong>Xbox Digital TV Tuner</strong>.</p> <p>Lançado em 2014, seu objetivo era transformar o sinal analógico da TV em digital. O problema é que, justamente nesta época, vivenciamos a ascensão das plataformas de streaming e do <a href="https://canaltech.com.br/empresa/youtube/">YouTube</a>. Além disso, o único recurso que prestava, de minimizar a tela da TV para assistir enquanto jogava, foi removido por consumo excessivo de memória. </p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/-2CR0_gU-58?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>5. Aura Interactor</h2> <p>Não, caros leitores, o <strong>Aura Interactor</strong> — compatível com o Super Nintendo e Mega Drive — não seria para “farmar” aura. Antes fosse. Sua ideia era ser um colete tático, que teria um feedback tátil em diversos jogos.</p> <p>Porém, o acessório que foi comercializado em 1994 tinha graves problemas: peso excessivo, quente e o tal do feedback nada mais era do que uma vibração genérica nas costas de vez em quando, causada pelo som.  </p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8ODrGmdv050?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>4. Chainsaw Controller</h2> <p>Quando Resident Evil 4 chegou ao PS2 e GameCube, a Capcom decidiu inovar e trouxe um <strong>controle motosserra</strong> como objeto de desejo que todos os jogadores iriam atrás. Muito bacana, mas na verdade ele tem mais serventia preservado na estante do que em jogo.</p> <p>Seu formato impede uma partida confortável em qualquer título. Sua ergonomia o impediu de ser qualquer coisa senão um belo enfeite para celebrar a icônica aventura da Capcom. Mesmo funcional, sua forma não ajudava a torná-lo útil. </p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/Rc67D2vvgYl9FFD2ZZnOvZ81KY8=/1024x0/smart/i1113113.jpeg" alt="Imagem do controle de Resident Evil 4" caption="true" data-ivi="q39n"> <figcaption>Jogarias com um trambolho destes nas mãos? (Imagem: Divulgação/Capcom)</figcaption> </figure> <h2>3. Steel Battalion Controller</h2> <p>Quando <a href="https://canaltech.com.br/games/melhores-jogos-de-shinji-mikami/">Shinji Mikami</a>, pai da franquia Resident Evil, ajudou a conceber <strong>Steel Battalion</strong> em 2002, percebeu que a experiência seria injogável sem um comando próprio. E ajudou a criar um modelo que contava com mais de 40 botões e um formato único para controlar os mechas em batalha e exploração.</p> <p>Ele é um verdadeiro “trambolho” e exigia que os jogadores tivessem uma mesa para poder colocar todos os seus itens em cima com segurança. Depois disso, a franquia morreu e quem gastou uma pequena fortuna no acessório, ficou na mão e com mais uma tralha para ficar guardada. </p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wWwasmGCpO8?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>2. Wii Vitality Sensor</h2> <p>Na onda dos jogos relaxantes e mais pacíficos do Nintendo Wii, a Big N resolveu que criaria um periférico para medir os batimentos cardíacos de seu usuário — que permitiriam a ele ver como eram reduzidos em experiências calmas e sem violência.</p> <p>Anunciado na saudosa E3 2009, o <strong>Wii Vitality Sensor</strong> não seguiu adiante. A companhia notou que isso não acrescentaria em nada em questão de interatividade com os games. Afinal de contas, qualquer pessoa poderia comprar um oxímetro para a mesma função e sem os custos excessivos do item. </p> <p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uAthE-hJSps?rel=0&amp;hd=0" width="640" height="385" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"> </iframe></p> <h2>1. Power Glove</h2> <p>Se lembra do filme Jogador No.1 (baseado no homônimo livro), no qual os personagens usam uma luva para replicar os gestos dentro do jogo? É isso que a Nintendo tentou fazer com a<strong> <a href="https://canaltech.com.br/produto/ulefone/power/">Power</a> Glove</strong>, ainda em 1989. </p> <p>Porém, a ideia estava muito à frente de seu tempo. O almejado futurismo causou frustração, pela precisão de movimentos ser basicamente inexistente e nenhum jogador conseguiu jogar algo com ela. Para não dizer que ela foi completamente inútil, esse conceito ajudou a trazer o Wii Remote à vida.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/UDAJzhng5xkfbdO5wyOgXt2KVCc=/1024x0/smart/i1113115.jpeg" alt="Imagem da Power Glove" caption="true" data-ivi="q39p"> <figcaption>A Power Glove seria revolucionária, se funcionasse (Imagem: Divulgação/Nintendo)</figcaption> </figure> <h2>Os acessórios mais inúteis dos games</h2> <p>É possível ver que algumas ideias até eram interessantes, mas cuja execução não se saiu tão bem quanto se imaginava no passado. Quem sabe se alguns fossem reprojetados hoje em dia, mas infelizmente as grandes companhias não buscam mais este tipo de investimento em inovações. </p> <p>Entre os acessórios mais inúteis da indústria dos jogos, podemos ver:</p> <ol> <li>Power Glove</li> <li>Wii Vitality Sensor</li> <li>Steel Batallion Controller</li> <li>Chainsaw Controller</li> <li>Aura Interactor</li> <li>Xbox Digital TV Tuner</li> <li>Nintendo Super Scope</li> <li>Tony Hawk Ride Skateboard</li> <li>SuperScope</li> <li>Virtual Boy</li> </ol> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/acessorios-mais-inuteis-dos-videogames/">Canaltech</a>.</p>
  7. Review Pokémon Pokopia | A jóia da coroa de toda uma franquia

    Sun, 29 Mar 2026 13:00:00 -0000

    <p><img src="https://t.ctcdn.com.br/7Eci8VmsfO3w3eBmrX7_lTZwPNU=/700x394/smart/i1113037.jpeg"></p> <p>Em 2020, a Nintendo lançou <a href="https://canaltech.com.br/games/review-animal-crossing-new-horizons-sopro-de-vida-no-switch-2/">Animal Crossing: New Horizons</a> e colocou sob os holofotes a maestria de um <a href="https://canaltech.com.br/games/melhores-cozy-games-jogar-nas-ferias/">bom jogo cozy game</a>. Agora, em 2026, ela traz <strong>Pokémon Pokopia</strong> para elevar esse patamar com a força dos monstros de bolso. </p> <ul> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/melhores-jogos-pokemon/">10 melhores jogos de Pokémon</a></li> <li><a href="https://canaltech.com.br/games/por-que-e-tao-dificil-jogar-pokemon-classico-hoje-em-dia/">Por que é tão difícil jogar Pokémon clássico hoje em dia?</a></li> </ul> <p>O lançamento não poderia ser mais oportuno. <strong>A franquia passou por vários altos e baixos na geração Switch</strong>, com evidentes espaços para melhorias. Com muita controvérsia e temores pelo seu futuro, os fãs mantinham expectativas baixas em relação à Game Freak. </p> <p>Recebido com descrença e ceticismo ainda nos primeiros anúncios, Pokémon Pokopia contudo surpreenderá o público. Como uma manada de Tauros, ele atropela toda e qualquer dúvida com muita qualidade, um trabalho primoroso e atencioso, que evidencia o carinho dos devs pela saga.</p> <p>-<br>Entre no <a href="https://canalte.ch/whatsapp-canaltech-parceiros" target="_blank">Canal do WhatsApp do Canaltech</a> e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.<br>-</p> <p><strong>Prós</strong></p> <ul style="list-style-type: square;"> <li>É o cozy game definitivo do Switch 2</li> <li>Desempenho ímpar</li> <li>Transmite todo o carisma dos monstrinhos com sucesso</li> <li>Narrativa muito bem integrada à franquia</li> </ul> <p><strong>Contras</strong></p> <ul style="list-style-type: square;"> <li>Carece de ferramentas melhores para construção</li> <li>Alguns glitches se tornam bastante incômodos</li> </ul> <h2>O mundo de Pokémon Pokopia</h2> <p>Um dos grandes diferenciais da obra é que você não joga como um humano ou tem múltiplos monstrinhos como opções de protagonista. <strong>Você interpretará o papel de um Ditto</strong>, que deseja reencontrar seu treinador. </p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/BwjXhkAPGOhMJ6cZ6S2MxY7sDUs=/1024x0/smart/i1112983.jpeg" alt="Imagem de Pokémon Pokopia" caption="true" data-ivi="q37r"> <figcaption>Pokopia te coloca no papel de um Ditto perdido, que precisa encontrar seu treinador (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption> </figure> <p>Ao lado do Professor Tangrowth, eles buscam compreender o que aconteceu com os seres humanos e por qual razão não se fazem mais presentes como no passado. Para isso, eles decidem reconstruir as cidades para atraí-los.</p> <p>E é aí que começa a sua jornada. Crie habitats para chamar Pokémon para te ajudar nesta tarefa, remonte Centros Pokémon, ligue a energia, crie estradas, cultive frutas e vegetais e monte toda uma comunidade nos mapas.</p> <p>Com diversos deles disponíveis, também há uma grande variedade de monstros de bolso em Pokémon Pokopia. Entre cidades nas nuvens, regiões cavernosas, praias e outras, você tem de encontrar aliados para atingir o seu objetivo principal.</p> <p>Além de contar com os aliados e suas habilidades (cortar madeira, fazer crescer plantações mais velozmente, forjar itens etc.), você como Ditto pode copiar algumas delas para te auxiliar. De jogar água, mover rochas pesadas até nadar e planar, elas ajudam a desbloquear ainda mais conteúdo.</p> <blockquote> <p>“A possibilidade de explorar céus e mares expande muito mais a aventura dentro das regiões e permite conhecer novos monstrinhos” - Diego Corumba</p> </blockquote> <p>Dito isso, <strong>sua tarefa é encontrar mais criaturas para te ajudar e desenvolver um lugar para atrair humanos</strong> — com construção de diversas estruturas. Assim, você desbloqueará novas áreas para prosseguir em sua busca. Todavia, você será obrigado a fazer tudo isso? Não.</p> <p>A parte boa é que Pokémon Pokopia, como cozy game, permite fazer isso no ritmo que bem desejar. Dá para “rushar” e fazer tudo o quanto antes? Claro que sim. Porém, se quiser passar 20 horas só para organizar a primeira área, criar habitats e conviver com as criaturas, também dá.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/uNgb7xGvDp6-pdyt9kAAhBTHuHA=/1024x0/smart/i1113019.jpeg" alt="Imagem de Pokémon Pokopia" caption="true" data-ivi="q37l"> <figcaption>Não há pressa alguma para avançar desesperadamente para o seu desfecho (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption> </figure> <p>Óbvio que, conforme avança, você terá um arsenal maior de ferramentas e itens para aprimorar este trabalho. No entanto, literalmente nada te impede de ficar um sábado ou domingo inteiro de pernas para o ar, na boa convivência com seus colegas de área. </p> <p>Cada região exige que você atinja ao menos até o nível 5 de qualidade e monte o Centro Pokémon. Ainda assim, é possível perder horas ou até dias para montar casas para os aliados, atender aos seus desejos (que são vários), decorar as casas e coletar recursos.</p> <h2>Uma performance invejável</h2> <p>Se a Game Freak se atrapalhou toda em Pokémon Scarlet &amp; Violet em 2022, em Pokémon Pokopia eles mostram que fizeram a lição de casa e trouxeram uma verdadeira obra-prima do desempenho no Switch 2.</p> <p>Você só vê telas de carregamento ao iniciar a experiência ou na hora de trocar de área. Assim que entra em uma, é possível enxergar tudo, entrar onde quiser e destruir e construir o que bem desejar de forma instantânea. </p> <p>De longe, consegue enxergar os monstros de bolso levantarem um prédio, cuidarem de alguma tarefa que os atribuiu e ter uma visão geral — mesmo de cima, quando conquista a habilidade de planar, por exemplo. </p> <blockquote> <p>“Em mais de 80 horas de jogo, não senti lentidão ou qualquer engasgo, o que me deixou muito surpreso” - Diego Corumba</p> </blockquote> <p>Infelizmente, <strong>Pokémon Pokopia não está livre de bugs e alguns glitches</strong>. Não é incomum ver as criaturas atravessarem alguma parede, estarem com a cabeça pela metade por ter algum objeto em determinada escala e coisas do gênero. </p> <p>Isso pode atrapalhar em alguns momentos, como no instante que interage com algumas delas ou até recruta os seus aliados. Neste último, principalmente, se torna muito irritante. </p> <p>Para alguns, dos mais de 300, ver isso em 9 ou 10 pode não ser um grande problema, mas todas as vezes que isso ocorre te deixará um “sabor amargo” pela situação. Não é recorrente, mas quando ocorre, vai te tirar do sério.</p> <p>A trilha sonora é excelente e devo parabenizar a Game Freak pela incrível ideia de espalhar CDs com músicas clássicas de vários dos seus jogos pelo mapa — que podem ser tocados quando desbloqueia o Rotom na forma “caixa de som”. </p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/M6wYm3HX_siK0aYMhuKkEMC2GVI=/1024x0/smart/i1113005.jpeg" alt="Imagem de Pokémon Pokopia" caption="true" data-ivi="q37b"> <figcaption>Alguns Pokémon que encontra servem para te auxiliar em tarefas que mudam a forma de jogar (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption> </figure> <p>O roteiro dele também é belo e vai bater forte em quem acompanha a franquia desde os seus primórdios. Quando você começa a compreender onde está, o que aconteceu e ler os documentos escondidos em todas as áreas, notará o quão rica foi toda a experiência.</p> <p>Além disso, há inúmeras referências a toda a franquia escondidas por diversas regiões. Revistas com entrevistas aos antigos líderes de ginásio, elementos no mapa, presença de criaturas que presenciaram momentos “históricos” e outros que abraçam todo o lore e mostram que, mesmo 30 anos depois de seu início, a saga ainda tem muita força junto aos fãs. </p> <h2>O ponto baixo de Pokopia</h2> <p>Além dos bugs e glitches mencionados, também <strong>vale um espaço para reclamar sobre as técnicas de construção que o jogo oferece</strong>, principalmente no início da experiência. Levantar uma casa ou uma construção “na mão” é uma tarefa extremamente lenta e desmotivante, por mais que todo o resto alivie isso.</p> <p>Para destruir é uma maravilha, basta usar o seu “Rock Smash” ou copiar certos Pokémon que aparecem ao se avançar na trama para fazer isso rapidamente. No entanto, erguer estruturas é um trabalho maçante e creio que poderiam ter atualizações para aprimorar este tipo de atividade.</p> <p>O uso da função mouse do Joy-Con 2 ajuda bastante, mas segue longe do ideal em Pokémon Pokopia. Jogos para PC fazem isso muito bem desde sempre, mas a Game Freak e a Omega Force não aproveitam este tipo de mecânica dentro do <a href="https://canaltech.com.br/produto/nintendo/switch/">Nintendo Switch</a> 2. Um “modo deus”, que permite ver de cima, das laterais e montar como quiser seria muito bem-vindo.</p> <p>Dá para construir tudo com layouts pré-definidos pelo game. Isso é o “de menos”. Entretanto, a progressão mostra que há itens ainda melhores e que tornam os prédios (paredes, chãos e escadas) mais belos — todavia, os jogadores são “punidos” por seguir este caminho, com lentidão e marasmo. Este aspecto me fez deixar isso para depois, para não barrar o avanço. </p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/e2inGFJH9_oKvZmOWCN9sBKIw2s=/1024x0/smart/i1113015.jpeg" alt="Imagem de Pokémon Pokopia" caption="true" data-ivi="q37x"> <figcaption>Destruir é infinitamente mais simples do que construir em Pokémon Pokopia (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption> </figure> <p>Para concluir, <strong>isso, em um cozy game, é um terreno perigoso</strong>. Quando se quer fazer algo e o próprio jogo te impede, exceto por barramentos narrativos ou de gameplay, a situação escala para a linha tênue entre incômodo e problema. Pokopia é maravilhoso e não acredito que alguém largaria ele por esta razão, mas é inevitável bater nessa muralha enquanto joga.</p> <h2>Um novo nível para o gênero</h2> <p>É inevitável comparar o título com Animal Crossing: New Horizons, que apesar de ter propostas e escalas distintas, pertencem à mesma categoria. E é seguro afirmar que <strong>Pokémon Pokopia consegue subir o padrão e “fazer mais” que o sucesso da Nintendo do ano de 2020</strong>.</p> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/nl29RX30OOmefparqJ7IkTQWo0k=/848x477/smart/i1112995.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/42EOyYfXI1UEzJWA2dAGctAaJNo=/848x477/smart/i1113009.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/yxgMUTDwgpWHSgKJmlEVjCr7JFo=/848x477/smart/i1112999.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/1-WwKDgNe-PgYeEsM0x8WtNf49o=/848x477/smart/i1112985.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/ooVSIBmkmEJa8Fe2LnxQxNZ0YoE=/848x477/smart/i1113011.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/a2Zv3bWxxrWS5x56DAgIYa2YgaA=/848x477/smart/i1112987.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/o6jkg5TRaCW8InCfejc-fBBQgA0=/848x477/smart/i1112993.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/kDHgBcIpPSBA4e3zAHpHDAOmRtE=/848x477/smart/i1113005.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/MWA2jOfc6WHkuGiRBB7EoC5SaLA=/848x477/smart/i1113001.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/vJUsBk4mxoVBt5QZG2yHRv6myJc=/848x477/smart/i1112981.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/9vjS3yWllwa9MlclU85xzwLlIVw=/848x477/smart/i1113007.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/ZymWENQV7ZNGWLost6i07PRCT-s=/848x477/smart/i1113003.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/RcXMOHuQODf16gcmWbdIgF7_rHU=/848x477/smart/i1113019.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/4h9fnik3Ab66K9A90BNyrsJ2xy0=/848x477/smart/i1113021.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/R0NKqLAvU12fnRE0Q8RMRtTPfm4=/848x477/smart/i1113013.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/Yj_MIBgMXmQIC_g6u4I9YLE-GBw=/848x477/smart/i1112983.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/4q96Y840WzDwKwjaTmZzbcuMLqo=/848x477/smart/i1112991.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/3DzJiHHuxDbnJ8NfLccsL_E2q4k=/848x477/smart/i1112989.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/tR7DFr2_ngwCgDSTIoya6lqnoe0=/848x477/smart/i1113015.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <figure class="image"><img src="https://t.ctcdn.com.br/L8FvzqPtpSwuCrhJkM88fgGY1KE=/848x477/smart/i1113023.jpeg" alt="Pok&eacute;mon Pokopia" caption="true"><figcaption>Imagem do review de Pokémon Pokopia (Captura de Tela/Diego Corumba)</figcaption></figure> <p>Isso não quer dizer que é melhor, até pelo que cada um promete. No entanto, ele fornece aos jogadores mais ferramentas, infinitamente mais personagens para lidar — afinal de contas, um elenco com 300 criaturas não é pouca coisa — e um playground maior para se brincar.</p> <p>É como se você estivesse na sua infância, com uma caixa de brinquedos cheia dos monstros de bolso e pudesse brincar com todos eles. Se não é fã da franquia, isso é um prato cheio para muita diversão. Se é, então, se torna uma experiência marcante e que tem tudo para gerar conforto e alegria. </p> <p>Pokémon Pokopia já pode ser considerado o carro-chefe do Nintendo Switch 2 em 2026 e possivelmente o veremos estrelar entre os melhores do ano. Inclusive, ele tem um longo trabalho para manter o público aquecido até a chegada de <a href="https://canaltech.com.br/games/pokemon-ventos-e-ondas-jogos-da-10a-geracao-recebem-localizacao-em-portugues/">Ondas e Ventos</a>, em 2027. </p> <p>Como um respiro agradável em meio à tempestade de lançamentos desastrosos e questionáveis da franquia, a aventura de Ditto se destaca pela simplicidade e por um trabalho primoroso da Game Freak e da Omega Force. Que a série saiba tratar melhor spin-offs e até os games da série principal como este no futuro, com certeza todos seriam mais felizes assim. </p> <p>Leia a matéria no <a href="https://canaltech.com.br/games/review-pokemon-pokopia/">Canaltech</a>.</p>