Pipes Feed Preview: Radio União FM

  1. “Little Miss Twain”: Shania Twain prepara novo álbum baseado em alterego “Dirty Rose”

    Thu, 14 May 2026 19:48:50 -0000

    <p>Shania Twain anunciou um novo projeto que promete apresentar uma faceta diferente de sua trajetória artística. A cantora revelou que [&#8230;]</p>
    <p><strong>Shania Twain</strong> anunciou um novo projeto que promete apresentar uma faceta diferente de sua trajetória artística. A cantora revelou que está trabalhando no álbum <em><strong>Little Miss Twain</strong></em>, um disco conceitual inspirado em uma personagem criada por ela chamada <strong>Dirty Rosie</strong>.</p> <p>A novidade marca mais uma reinvenção da artista canadense, conhecida justamente pela capacidade de transitar entre diferentes estilos, estéticas e formatos ao longo da carreira. Segundo Shania, o projeto terá forte abordagem narrativa e permitirá explorar lados mais teatrais, divertidos e provocativos de sua personalidade artística.</p> <p>Dirty Rosie foi descrita por Shania Twain como uma personagem fictícia criada para representar uma versão mais ousada, irreverente e livre artisticamente. A cantora explicou que a personagem funciona quase como um alterego, permitindo explorar histórias, emoções e experiências de forma mais criativa e teatral.</p> <div class="wp-block-image"> <figure class="alignleft size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="669" height="668" src="https://www.uniaofm.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Twain.jpg" alt="" class="wp-image-25121" style="aspect-ratio:1.0015289144707258;width:500px;height:auto"/></figure> </div> <p>Segundo a artista, <em>Little Miss Twain</em> deve mergulhar justamente nesse universo construído em torno da personagem, misturando elementos autobiográficos com ficção e humor. A proposta lembra projetos conceituais desenvolvidos por outros artistas pop ao longo dos anos, em que personagens ajudam a criar novas identidades visuais e sonoras dentro de uma mesma carreira.</p> <p>Ao anunciar o projeto, a cantora descreveu o álbum como uma homenagem às próprias origens, à juventude e à mãe, indicando que o trabalho terá forte carga pessoal e emocional. A nova fase também deve apresentar uma abordagem mais livre artisticamente, misturando referências do country, do pop e de diferentes elementos narrativos ligados à personagem Dirty Rosie.</p> <p>Segundo Shania, o projeto permitirá explorar novas formas de composição e construção visual, ampliando ainda mais o universo criativo que ela vem desenvolvendo nos últimos anos. Após o lançamento de <em><strong>Queen of Me</strong></em>, álbum que trouxe uma sonoridade mais moderna e contemporânea, <em>Little Miss Twain</em> aparece agora como um trabalho ainda mais conceitual e conectado às experiências pessoais da artista.</p> <p>Shania Twain também confirmou que <em>Little Miss Twain</em> será lançado em <strong>24 de julho</strong>.</p>
  2. História escrita: Paulinho da Costa recebe estrela na Calçada da Fama e agradece ao Brasil

    Thu, 14 May 2026 19:22:24 -0000

    <p>O percussionista carioca Paulinho da Costa recebeu na tarde desta quarta-feira (13) sua estrela na Calçada da Fama de Hollywood [&#8230;]</p>
    <p>O percussionista carioca <strong>Paulinho da Costa</strong> recebeu na tarde desta quarta-feira (13) sua estrela na <strong>Calçada da Fama de Hollywood (Hollywood Walk of Fame)</strong>, em <strong>Los Angeles</strong> (EUA), tornando-se a primeira pessoa nascida no <strong>Brasil </strong>a ter a homenagem. Emocionado, ele mandou uma mensagem para os brasileiros em português ao terminar seu discurso: &#8220;Agradeço do fundo do meu coração todo carinho que eu tenho recebido de todos vocês. Foi além do que eu podia esperar. Essa estrela não é só minha, essa estrela é nossa e viva o Brasil!&#8221;, disse.</p> <p>Paulinho participou de gravações de centenas dos artistas mais famosos do mundo desde os anos 1970 — como <strong>Madonna, Michael Jackson, Elton John, Miles Davis, Stevie Wonder </strong>e <strong>Earth, Wind &amp; Fire</strong>. Também tocou em muitas trilhas sonoras de filmes de sucesso global como &#8216;<em><strong>Os Embalos de Sábado à Noite</strong></em> (1977)&#8217;, <em><strong>&#8216;Dirty Dancing</strong></em> (1987)&#8217;, &#8216;<em><strong>Purple Rain</strong></em>&#8216; (1984) e &#8216;<em><strong>Jurassic Park</strong></em>&#8216; (1993)</p> <figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="983" height="552" src="https://www.uniaofm.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Paulinho2.jpg" alt="" class="wp-image-25117"/></figure> <p>A estrela de Paulinho fica na <strong>Vine Street</strong>, perto do prédio da lendária gravadora <strong>Capitol Records</strong>. Em seu discurso, Paulinho lembrou de gravações feitas no local. &#8220;Vocês não acreditam quantas vezes eu atravessei aquela rua. Me deram uma multa e tentei argumentar que estava trabalhando, mas tomei mesmo assim&#8221;, brincou.</p> <p>Além de Paulinho, outra pessoa associada ao Brasil a ser homenageada na calçada é a cantora, atriz e dançarina <strong>Carmen Miranda</strong>, ícone internacional do samba e da cultura brasileira. A artista, porém, nasceu em <strong>Portugal</strong>, vindo para o Brasil aos 10 meses de idade.</p> <p>Criada em 1960, a calçada homenageia personalidades do entretenimento com estrelas de bronze incrustadas em placas de terrazzo rosa. Hoje são mais de 2.800 estrelas, distribuídas em seis categorias: cinema, música, TV, rádio, teatro e esportes.</p>
  3. Spotify libera retrospectiva de 20 anos com primeira musica ouvida e ranking pessoal de streams

    Wed, 13 May 2026 12:24:24 -0000

    <p>O Spotify entrou oficialmente no clima de comemoração de seus 20 anos e lançou um recurso especial que promete despertar [&#8230;]</p>
    <div class="wp-block-image"> <figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" width="819" height="1024" src="https://www.uniaofm.com.br/wp-content/uploads/2026/05/download-1-819x1024.png" alt="" class="wp-image-25104" style="width:409px;height:auto"/></figure> </div> <p>O <strong>Spotify </strong>entrou oficialmente no clima de comemoração de seus 20 anos e lançou um recurso especial que promete despertar a nostalgia dos usuários da plataforma. A novidade funciona como uma espécie de “<em>Wrapped histórico</em>” e revela diversas informações curiosas da conta, incluindo a primeira música ouvida no aplicativo, o artista mais escutado, quantas músicas diferentes passaram pelos fones do usuário e uma playlist personalizada com as 120 faixas mais reproduzidas ao longo do tempo. </p> <p>Além das estatísticas, a plataforma também liberou cartões personalizados para compartilhamento nas redes sociais, seguindo o formato já consagrado do tradicional <strong>Spotify Wrapped</strong>. Outro diferencial é que a retrospectiva mostra quantas vezes cada música foi reproduzida pelo usuário, algo que sempre despertou curiosidade entre os assinantes do serviço.</p> <p>Segundo o Spotify, a novidade ficará disponível mundialmente por apenas seis semanas. O lançamento reforça o peso do Wrapped como um dos maiores fenômenos de engajamento digital da música nos últimos anos. Em 2025, a empresa afirmou que mais de 200 milhões de usuários interagiram com a retrospectiva nas primeiras 24 horas após o lançamento, gerando centenas de milhões de compartilhamentos nas redes sociais.</p> <p>O recurso pode ser acessado diretamente no aplicativo ao pesquisar pelo termo “<em><strong>Festa do Ano</strong></em>”.</p>
  4. Sony adquire empresa de direitos musicais que inclui catálogos de Beyoncé e Lady Gaga

    Wed, 13 May 2026 12:15:48 -0000

    <p>A disputa pelo controle das músicas mais valiosas da cultura pop acaba de ganhar um novo capítulo bilionário. De acordo [&#8230;]</p>
    <p>A disputa pelo controle das músicas mais valiosas da cultura pop acaba de ganhar um novo capítulo bilionário. De acordo com informações da <strong>Variety</strong>, a <strong>Sony Music Publishing</strong> confirmou a compra do catálogo completo da <strong>Recognition Music Group</strong>, empresa que reúne parte de algumas das composições mais lucrativas e influentes da indústria fonográfica mundial.</p> <p>Embora os valores oficiais não tenham sido divulgados, estimativas do mercado apontam que a negociação gira em torno de US$ 2 bilhões (cerca de R$ 9,8 bilhões no câmbio atual). O pacote adquirido pela Sony inclui mais de 45 mil músicas e reúne obras que marcaram diferentes épocas da música popular. Entre elas estão <em><strong>Don&#8217;t Stop Believin&#8217;</strong></em>, do <strong>Journey</strong>, <em><strong>Under the Bridge</strong></em>, do <strong>Red Hot Chili Peppers</strong>, <strong><em>Go Your Own Way</em></strong>, do <strong>Fleetwood Mac</strong>, e <em><strong>Single Ladies (Put A Ring On It)</strong></em>, de <strong>Beyoncé</strong>.</p> <p>O catálogo também concentra sucessos que permanecem extremamente fortes nas plataformas digitais, como <strong><em>Umbrella</em></strong>, de <strong>Rihanna</strong>, <em><strong>Bad Romance</strong></em>, de <strong>Lady Gaga</strong>,<strong><em> Whenever, Wherever</em></strong>, de <strong>Shakira</strong>, além do clássico natalino <em><strong>All I Want For Christmas Is You</strong></em>, de <strong>Mariah Carey</strong>, que todos os anos retorna ao topo das paradas globais.</p> <p>O movimento reforça uma tendência que vem redefinindo os bastidores do entretenimento nos últimos anos: a corrida das grandes corporações pelos direitos autorais de músicas históricas. Canções clássicas passaram a funcionar como ativos permanentes, capazes de gerar receita contínua em plataformas digitais, filmes, séries, publicidade e redes sociais.</p> <p>Agora, a Sony amplia ainda mais seu domínio sobre esse mercado. O acordo acontece após a parceria estratégica anunciada entre o <strong>Sony Music Group</strong> e a <strong>GIC</strong>, fundo soberano de <strong>Singapura</strong>, focada justamente na compra de catálogos globais. Rob Stringer, presidente do Sony Music Group, definiu a aquisição como um momento decisivo para a companhia. “Estamos muito orgulhosos e entusiasmados em representar este incrível catálogo de muitas das maiores canções da história do pop por meio desta aquisição histórica.”</p> <p><strong>Jon Platt</strong>, CEO da <strong>Sony Music Publishing</strong>, também destacou o valor cultural das obras envolvidas no acordo. “Essas canções atemporais continuam a definir a cultura e inspirar gerações”, afirmou.</p>
  5. Paramount e Warner se unem para produção de filmes de artistas

    Wed, 13 May 2026 10:00:00 -0000

    <p>Hollywood encontrou na música uma das fórmulas mais lucrativas da década — e agora dois gigantes da indústria decidiram ampliar [&#8230;]</p>
    <p><strong>Hollywood </strong>encontrou na música uma das fórmulas mais lucrativas da década — e agora dois gigantes da indústria decidiram ampliar essa aposta. A <strong>Warner Music Group</strong> anunciou uma parceria estratégica de longo prazo com a <strong>Paramount Pictures </strong>para produzir filmes inspirados em artistas, compositores e catálogos históricos ligados à gravadora.</p> <p>A iniciativa surge em um momento em que cinebiografias musicais deixaram de ser apenas nostalgia e passaram a funcionar como fenômenos culturais capazes de movimentar streaming, redes sociais e bilhões em receita global. Embora ainda não existam produções oficialmente anunciadas, o potencial da parceria chama atenção imediatamente. </p> <p>O catálogo da Warner reúne alguns dos nomes mais influentes da história da música popular, incluindo <strong>David Bowie, Madonna, Aretha Franklin, Cher, Fleetwood Mac, Led Zeppelin </strong>e <strong>Frank Sinatra</strong>. Ao mesmo tempo, artistas contemporâneos como <strong>Dua Lipa, Charli XCX, Coldplay, Bruno Mars</strong> e <strong>Cardi B</strong> ampliam as possibilidades comerciais para uma nova geração de espectadores.<br>Hollywood descobre o poder da música</p> <p>A decisão não acontece por acaso. Desde o impacto monumental de <em><strong>Bohemian Rhapsody</strong></em>, lançado em 2018, o cinema percebeu que histórias musicais possuem um valor emocional raro: elas unem memória afetiva, fandom digital e consumo multiplataforma. O sucesso do filme sobre o Queen abriu caminho para uma enxurrada de produções centradas em artistas icônicos.</p> <p>Nos últimos anos, nomes como <strong>Elvis Presley, Bob Marley, Amy Winehouse</strong> e <strong>Bob Dylan</strong> ganharam adaptações cinematográficas próprias. Algumas tiveram desempenho moderado, mas outras se transformaram em eventos globais. O caso mais recente é “<em><strong>Michael</strong></em>”, cinebiografia sobre <strong>Michael Jackson</strong>, que rapidamente se consolidou como um fenômeno de bilheteria mundial.</p> <p>Dentro da indústria, a percepção é clara: filmes musicais deixaram de funcionar apenas como homenagem artística. Hoje, eles atuam como ferramentas gigantescas de reativação comercial, impulsionando catálogos antigos no streaming e reposicionando artistas para novas gerações.<br>Madonna, Bowie e o futuro das franquias musicais</p> <p>A própria <strong>Madonna </strong>simboliza o potencial — e a complexidade — desse novo momento. A cantora tentou durante anos tirar do papel uma cinebiografia própria, chegando a participar ativamente do roteiro e da direção do projeto antes de ele ser cancelado pela Universal. Agora, com a nova aliança entre Paramount e Warner, especulações sobre o retorno da produção já começam a circular entre fãs e analistas da indústria.</p> <p>Executivos das duas empresas afirmaram que o objetivo é criar experiências cinematográficas “impactantes”, desenvolvidas diretamente com os artistas ou seus representantes. A ideia reforça uma mudança importante: músicos não querem mais apenas licenciar músicas para Hollywood. Eles querem controlar suas narrativas.</p> <p>O movimento também mostra como a indústria do entretenimento se tornou completamente integrada. Um filme hoje não serve apenas às bilheterias: ele alimenta playlists, viraliza no TikTok, gera novos documentários e movimenta turnês inteiras.</p> <p>Em uma era movida por nostalgia, fandom e consumo emocional, Hollywood percebeu algo fundamental: artistas lendários não são apenas músicos. Eles são propriedades intelectuais capazes de dominar simultaneamente cinema, streaming, redes sociais e cultura pop global.</p>
  6. Red Hot Chili Peppers vende catálogo musical para a Warner por R$ 1,4 bilhão

    Tue, 12 May 2026 14:41:47 -0000

    <p>O mercado da música foi abalado por um “slap” de baixo certeiro. O Red Hot Chili Peppers, uma das bandas [&#8230;]</p>
    <p>O mercado da música foi abalado por um “slap” de baixo certeiro. O <strong>Red Hot Chili Peppers</strong>, uma das bandas mais icônicas e resilientes da história do rock, oficializou a venda de seu catálogo editorial para a <strong>Hipgnosis Songs Fund</strong> (com o suporte e distribuição da <strong>Warner Music</strong>) pela impressionante bagatela de US$ 140 milhões — aproximadamente R$ 1,4 bilhão na cotação atual.</p> <p>A transação coloca <strong>Anthony Kiedis, Flea, Chad Smith</strong> e <strong>John Frusciante</strong> no seleto grupo de lendas da música que decidiram monetizar suas obras vitais, seguindo os passos de<strong> Bob Dylan, Neil Young</strong> e <strong>Stevie Nicks</strong>. O acordo abrange a vasta maioria do catálogo da banda, focado principalmente nos sucessos compostos pelos integrantes ao longo de quatro décadas. Isso inclui hinos geracionais que definiram o som dos anos 90 e 2000, como: <em><strong>Under the Bridge, Californication, Give It Away, Otherside, Scar Tissue</strong></em> e outros…</p> <p>Para os fãs, na prática, pouco muda. A banda continua detentora de sua imagem e segue ativa nos palcos e estúdios. O que acontece agora é que, cada vez que você der play naquele riff inconfundível de <strong><em>Can’t Stop</em></strong>, uma parte dos royalties seguirá um novo caminho burocrático, mas a energia do funk-rock psicodélico permanece intacta.</p> <p>“Nós colocamos nosso coração e alma em cada nota, e estamos felizes que esse trabalho continuará a ser cuidado por quem valoriza a música.” — (Perspectiva geral do grupo sobre o movimento do mercado).</p>
  7. Beatles terão experiência oficial para fãs na histórica sede da Apple em Londres

    Tue, 12 May 2026 14:33:22 -0000

    <p>Os fãs dos Beatles finalmente poderão entrar em um dos endereços mais lendários da história do rock. A Apple Corps [&#8230;]</p>
    <p>Os fãs dos <strong>Beatles </strong>finalmente poderão entrar em um dos endereços mais lendários da história do rock. A <strong>Apple Corps</strong> confirmou que o número 3 da <strong>Savile Row</strong>, em <strong>Londres</strong>, antiga sede da empresa dos Beatles e palco do famoso show no seu rooftop em 1969, será transformado em uma experiência permanente para fãs a partir de 2027.</p> <p>Batizada de “<em><strong>The Beatles at 3 Savile Row</strong></em>”, a atração ocupará os sete andares do prédio histórico e contará com itens inéditos do arquivo da Apple, exposições rotativas, loja temática e uma recriação do estúdio no porão onde foi gravado o álbum “<em><strong>Let It Be</strong></em>”.</p> <p>Um dos pontos mais aguardados será justamente o acesso ao lendário terraço onde <strong>John Lennon, Paul McCartney, George Harrison</strong> e <strong>Ringo Starr</strong> fizeram, em 30 de janeiro de 1969, a última apresentação pública da banda, cena eternizada décadas depois no documentário “<em><strong>Get Back</strong></em>”, dirigido por <strong>Peter Jackson</strong>.</p> <p>Segundo <strong>Tom Greene</strong>, <strong>CEO </strong>da Apple Corps, o projeto representa uma oportunidade inédita para os fãs mergulharem na história da banda. “Todos os dias, fãs tiram fotos do lado de fora do prédio. Agora eles finalmente poderão entrar e explorar todos os andares”, afirmou. <strong>Paul McCartney</strong> também celebrou a novidade. “É incrível voltar ao 3 Savile Row. Existem tantas memórias especiais guardadas ali… sem falar do terraço”, comentou. Já <strong>Ringo Starr </strong>resumiu no melhor estilo Ringo: “Uau, é como voltar para casa.”</p> <p>O anúncio chega em um momento de renovado interesse no universo dos The Beatles. Nos últimos anos, o grupo voltou ao topo das paradas com “<em><strong>Now and Then</strong></em>”, ganhou novos documentários e ainda terá uma ambiciosa cinebiografia em quatro filmes dirigida por <strong>Sam Mendes</strong>, prevista para 2028.</p>
  8. Documentário sobre a reunião do Oasis chegará ao Disney+ e Hulu ainda em 2026

    Mon, 11 May 2026 12:13:15 -0000

    <p>Um novo documentário sobre a aguardada turnê de reunião do Oasis, intitulada ‘Oasis Live ’25’, será lançado ainda este ano [&#8230;]</p>
    <p>Um novo documentário sobre a aguardada turnê de reunião do <strong>Oasis</strong>, intitulada ‘Oasis Live ’25’, será lançado ainda este ano nos cinemas e posteriormente nas plataformas <strong>Disney+</strong> e <strong>Hulu</strong>. O filme acompanhará a histórica volta aos palcos de <strong>Noel e Liam Gallagher</strong>, marcando os primeiros shows da banda desde a separação em 2009. O retorno surpreendeu fãs do mundo inteiro, especialmente após anos de conflitos públicos entre os irmãos Gallagher.</p> <p>A produção conta com roteiro e produção de <strong>Steven Knight</strong>, indicado ao <strong>BAFTA</strong> e ao <strong>Oscar</strong>, conhecido por trabalhos como <em><strong>Peaky Blinders</strong></em> e <em><strong>A Thousand Blows</strong></em>. A direção ficará por conta de <strong>Dylan Southern</strong> e <strong>Will Lovelace</strong>, responsáveis por produções como <em><strong>Shut Up and Play the Hits</strong></em> e <strong><em>Meet Me in the Bathroom</em></strong>. Segundo comunicado oficial, o longa mostrará não apenas os bastidores da turnê, mas também os ensaios, imagens de palco e acesso exclusivo aos camarins, além das primeiras entrevistas conjuntas de Noel e Liam em mais de 25 anos.</p> <p>O documentário também pretende explorar o impacto emocional da reunião da banda e a importância da música do Oasis para diferentes gerações ao redor do mundo. O lançamento chega em um momento simbólico para o grupo, coincidindo com a entrada oficial do Oasis no <strong>Rock and Roll Hall of Fame</strong> como parte da classe de 2026.</p> <p>Além disso, rumores sobre possíveis novos shows da banda continuam circulando entre fãs e veículos especializados, alimentando ainda mais a expectativa em torno do retorno definitivo de um dos maiores nomes do britpop mundial.</p> <p>Ainda sem título oficial, o documentário terá estreia limitada nos cinemas a partir de 11 de setembro, com exclusividade inicial no Disney+ antes de chegar ao Hulu posteriormente.</p>
  9. “Home to Us”: Paul McCartney e Ringo Starr lançam primeiro dueto oficial da carreira

    Mon, 11 May 2026 12:08:21 -0000

    <p>Os fãs de The Beatles já podem ouvir um momento histórico: Paul McCartney e Ringo Starr lançaram oficialmente nesta sexta-feira [&#8230;]</p>
    <p>Os fãs de <strong>The Beatles</strong> já podem ouvir um momento histórico: <strong>Paul McCartney </strong>e <strong>Ringo Starr</strong> lançaram oficialmente nesta sexta-feira (8) a música “<strong><em>Home to Us</em></strong>”, marcando o primeiro dueto formal entre os dois em suas carreiras solo.</p> <p>A faixa chegou às plataformas digitais como o segundo single do novo álbum de Paul, “<strong><em>The Boys of Dungeon Lane</em></strong>”, previsto para o dia 29 de maio. Com clima nostálgico, “<em>Home to Us</em>” revisita as origens dos músicos em <strong>Liverpool </strong>e traz uma atmosfera emocional que conecta passado e presente dos dois últimos Beatles vivos.</p> <p>Além de dividir os vocais, Ringo também gravou as baterias da canção. O single ainda conta com <em>backing vocals</em> de <strong>Chrissie Hynde</strong>, do <strong>The Pretenders</strong>, e <strong>Sharleen Spiteri</strong>, da banda <strong>Texas</strong>. A produção ficou por conta de Paul ao lado do celebrado <strong>Andrew Watt</strong>, nome que vem trabalhando com diversos gigantes do rock nos últimos anos.</p> <p>Ouça abaixo!</p> <figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper"> <iframe loading="lazy" title="Paul McCartney, Ringo Starr - Home to Us (Lyric Video)" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/bLRV8hRRUHo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe> </div></figure>
  10. Seu Jorge lança disco feito ao longo de 16 anos com participações de Marisa Monte e Maria Rita

    Mon, 11 May 2026 12:01:50 -0000

    <p>Depois de 16 anos de desenvolvimento, Seu Jorge finalmente lançou nesta sexta-feira (8) o aguardado álbum “The Other Side” — [&#8230;]</p>
    <p>Depois de 16 anos de desenvolvimento, <strong>Seu Jorge</strong> finalmente lançou nesta sexta-feira (8) o aguardado álbum “<em><strong>The Other Side</strong></em>” — e o projeto já chega como um dos trabalhos mais ambiciosos de sua carreira.</p> <p>Com 11 faixas, o disco mergulha em uma sonoridade mais contemplativa, misturando MPB, jazz, bossa nova e arranjos orquestrais cinematográficos. O artista define o projeto como um exercício de “paciência” e maturidade artística. “Esse disco representa, acima de tudo, paciência… de esperar até ele realmente estar pronto”, afirmou.</p> <p>Produzido ao longo de mais de uma década ao lado de <strong>Mario Caldato Jr.</strong>, parceiro histórico de Seu Jorge desde “<em><strong>Samba Esporte Fino</strong></em>” (2001), o álbum começou a ganhar forma após uma gravação intimista da faixa “<strong><em>Girl You Move Me</em></strong>”. A partir daí, o projeto evoluiu para uma experiência sonora sofisticada e cheia de atmosfera.</p> <p>Entre os destaques do repertório está “<em><strong>Quando Chego</strong></em>”, parceria inédita com <strong>Marisa Monte</strong>, composta pela dupla e por <strong>Arnaldo Antunes</strong>, escolhida como single principal no Brasil. O álbum também traz participações especiais de <strong>Maria Rita</strong> em “<em><strong>Vento de Maio</strong></em>”, Beck em uma releitura de “<em><strong>River Man</strong></em>”, de <strong>Nick Drake</strong>, além do coletivo belga <strong>Zap</strong> <strong>Mama </strong>na faixa “<em><strong>Far From The Sea</strong></em>”.</p> <p>Gravado em <strong>Los Angeles</strong>, “<em><strong>The Other Side</strong></em>” reforça o diálogo entre a música brasileira e o cenário internacional. “Talvez esse seja o disco que melhor explique o que é o Seu Jorge”, refletiu o cantor.</p> <figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper"> <iframe title="Spotify Embed: The Other Side" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/22o8Fo8iJJ9gbBJQSUy5wY?si=w23ucyypTcSwO3H1niGUkw&amp;utm_source=oembed"></iframe> </div></figure>